Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
" Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. "
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
" A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença..."
Hoje meu coração comanda que eu expresse por palavras toda gratidão que diariamente sinto por ter você na minha vida. Então eu lhe agradeço, por tudo!
Pelo apoio incondicional, pela palavra sábia, pelo sorriso amigo, pelo abraço reconfortante, eu agradeço. Pelo simples, e ao mesmo tempo extraordinário, fato de você existir, e de eu poder contar com seu apoio, amizade, companhia. Sinto que sou a pessoa mais afortunada deste mundo, e também a mais grata.
Sempre estamos à procura de justificativas para tudo que acontece na nossa vida. Nos esbarramos constantemente por muitos porquês, mas o problema é que as respostas para alguns deles são muito difíceis de obter.
É por isso que algumas pessoas têm a necessidade de acreditar que existe uma força maior, uma energia que pode influenciar a nossa vida, mesmo que a atuação desta força não seja muito bem compreendida.
Independentemente de religião, ou do nome que se dá a esta força maior, sentir a presença dela pode ser algo confuso para uns, mas indispensável e maravilhoso para outros. Quer chame Deus, Oxalá ou Guaraci, imaginar que não somos o centro do mundo pode nos trazer muitos benefícios, mas como tudo nesta vida, esta certeza também deve estar sempre em equilíbrio.
Talvez não devêssemos justificar tudo como um ato divino, nem também excluir totalmente a possibilidade de que esta força realmente existe. Na verdade mesmo, a nossa crença deve ser tida como algo privativo, mas livre de ser discutível, ninguém precisa ser dono da verdade absoluta, apenas ser feliz com aquilo que acredita.
Tem um conto japonês milenar que é mais ou menos assim:
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:
- Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém, nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o urubu que é livre para voar para onde o vento o levar!
O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos... quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele pavão...
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão!
Então se cruzaram e daí nasceu o Peru, QUE É FEIO PRA C... E NÃO VOA!!!
Conclusão: se tá ruim, nem tente arrumar, que piora!
Não devemos parar de desfrutar a vida já que ela nunca faz pausas para nos ver chorar.