O amor que sinto por você é infinito! Ainda não conheço seu rosto, mas sou apaixonada por ele. É inacreditável como o amor é capaz de uma coisa dessas! Você está ainda em meu ventre, e sempre que sinto minha barriga mexendo, me dá uma alegria, uma felicidade que nem sei sequer explicar, meu neném!
Sou a mulher mais realizada do mundo e prometo fazer de você a pessoa mais feliz que a vida já conheceu. Estou contando as horas para pegar você em meu colo e beijar sua face finalmente!
Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive neste lugar?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?- perguntou por sua vez o ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou: – A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
– Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.
"Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos."
Temos medo de estarmos conosco, mergulharmos em nosso interior. O silêncio e sua prática nos leva a esta possibilidade de encontro profundo e revitalizador. Com o silêncio, encontramos a paz e o amor incondicional vem com toda a força transformadora. "O amor é a força mais sutil do mundo. O mundo está farto de ódio". É é este ódio irracional e distante da força criadora que destrói, corrompe e ensurdece a humanidade.
Pare! Recomece! Reprograme-se... O silêncio pode ser o ponto chave desta nova caminhada. Pratique-o diariamente e transforme um pouco nosso mundo. Ouça a você mesmo.
"Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo. Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim."
Pratique diariamente o silêncio da paz. Respire profundamente algumas vezes. Inspire e sopre lentamente até ir relaxando e mergulhando dentro de si mesmo. Feche os olhos e silencie seus medos, preocupações e ansiedades diárias, por alguns momentos. Dê a chance à sua paz e a paz do mundo.
"Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é...
Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida."
Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados. Espalhe esta ideia.
Transforme o mundo, a partir de você.
"Seja a mudança que você deseja para o mundo".
Mahatma Gandhi
Mil perdões. Tenho que, sinceramente, pedir-lhe desculpas por ontem. Estou envergonhado pela baixaria que protagonizei, mas tenho coragem de pedir que você me perdoe, porque você sabe muito bem que eu não sou assim. Nem eu mesmo, revendo na memória aquele triste filme, posso me reconhecer naquele papel.
Eu sei que meras desculpas não vão resolver os danos causados por minha atitude grosseira, mas peço que você pondere bem antes de tomar uma atitude radical porque, mais uma vez, você sabe que eu não sou assim; pelo contrário, sou uma pessoa delicada e sensível.
Não quero justificar o injustificável, pois minha atitude foi terrível, mas acho que aquele Gin-Tônica bateu mal e eu acabei falando bobagem. De qualquer maneira, gostaria de contar com a sua soberana condescendência. Se você quiser, posso telefonar e me desculpar com cada um dos presentes, coisa que, aliás, já estou fazendo por conta própria.
Aceite mais uma vez as desculpas e um beijo carinhoso do seu arrependido e envergonhado,
Meu trabalho é minha segunda casa. Acontece que tenho compartilhado essa residência com pessoas mesquinhas, ciumentas e invejosas! Todas deveríamos ser amigas, sabem?
Na verdade, vocês não conhecem amizade verdadeira, mas no mínimo poderíamos ser colegas. Mas não! Vocês preferem fazer guerra! Criticar é a prioridade. Mas será que não percebem que essa inveja não machuca? Essa inveja só demonstra minha importância!