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Como é difícil fugir de clichês, de jargões manjados e repetidos ano após ano em cada comemoração de aniversário.
Como é difícil expressar o quanto desejamos, realmente, FELICIDADE! Felicidade é um substantivo abstrato, que desejamos a nós mesmos e aos outros que amamos e queremos bem. Porém, é no dia-a-dia que a felicidade toma concretude e vai se tornando realidade, deixando, assim, sua abstração do mundo das Ideias platônicas.
É esta felicidade real que desejo a você! É esta felicidade de atos e não de ideias que quero que você alcance!
É esta felicidade realizada e não idealizada que envio a você! Sou parte da construção real e concreta deste desejo de felicidade, é por isso que você sabe que, apesar de clichê, é o que realmente desejo a você neste dia tão especial.
Este dia é especial, pois minha alma é tomada pelo sentimento concreto de felicidade, e sabe por quê? Porque hoje comemoro a sua vida, o seu nascer, o seu existir! E sua vida faz com que, a cada dia, eu sinta a concretude deste sentimento chamado FELICIDADE.
Obrigado por existir e fazer parte de minha existência. Mais uma vez, desejo a você, nesta data especial, felicidade!

Se um dia você encontrar alguém que acha que vai amar por toda a vida, não se iluda, não é o que realmente acontece.
O amor da sua vida vai estar esperando por você numa época que não é aquela em que você espera. Assim, o que realmente acontece é que aquela pessoa que você achava que te amava tanto foi apenas uma ilusão. Até porque ele não te ama tanto assim.
Você até sofre por ele, mas ele te desdenha e magoa tanto que você rápido esquece, e se sente até aliviada por ter tirado esse sofrimento de cima de si.
Cansa ter que segurar um relacionamento que uma das partes não dá o valor que a outra parte merece.
Depois se ser humilhada e pisada, a única coisa que ainda resta para lhe fazer sofrer é a dor de amar e não ser amado, e a mágoa depois de tudo que ele te fez.
Largue essa pessoa antes que ela lhe faça sofrer ainda mais...

Não é difícil falar em amor, quando temos um namorado perfeito ao nosso lado. Você me fez descobrir o poder desse forte sentimento, tem provado, a cada dia que passa, que vale a pena lutarmos por ele e eu sou uma mulher feliz e grata por tudo que você me faz sentir.

Nem sempre foi fácil este caminho que nos trouxe aqui. Juntos somos sempre mais fortes e unidos é impossível que alguém caia sem se conseguir levantar. Mas tudo na vida tem seus altos e baixos. Um relacionamento de verdadeiro amor não é um em que não existam problemas, mas sim aquele em que os dois aprendem a superá-los com paciência e muita dedicação.

Sinto que cada momento vivido a seu lado faz com que eu me apaixone ainda mais por você. E eu quero continuar tendo você por perto, hoje e sempre, enquanto eu respirar. O seu nome estará eternamente gravado no meu coração.

Conta-se que Licurgo, célebre orador ateniense, fora, certa ocasião, convidado a falar sobre a Educação. Aceitou o convite, sob a condição de lhe concederem três meses de prazo. Findo esse tempo, apresentou-se perante numerosa e seleta assembleia, que aguardava, ávida de curiosidade, a palavra do consagrado tribuno.
Licurgo apareceu, então, trazendo consigo dois cães e duas lebres. Soltou o primeiro mastim e uma das lebres. A cena foi chocante e bárbara. O cão avança furioso sobre a lebre e a despedaça. Soltou, em seguida, o segundo cachorro e a outra lebre. Aquele pôs-se a brincar com esta amistosamente. Ambos os animais corriam de um para outro lado, encontrando-se aqui e acolá para se afagarem mutuamente.
Ergue-se, então, Licurgo na tribuna e conclui, dirigindo-se ao seleto auditório:
- Eis aí o que é a educação. O primeiro cão é da mesma raça e idade do segundo. Foi tratado e alimentado em idênticas condições. A diferença entre eles, é que um foi educado, e o outro não.

Ana Cintra conta que seu filho pequeno – com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado – perguntou-lhe: "Mamãe, o que é velhice?"
Na fração de segundo antes da resposta, Ana fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta. "Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
"Mamãe! Como a velhice é bonita!"