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As diferenças desaparecem.
O homem cresce, casa, tem filhos e torna-se um burro de carga, meio cego, meio surdo;
A mulher cresce, casa, tem filhos e torna-se uma escrava completamente tonta e eternamente preocupada com seus filhos, netos e bisnetos.

Certa vez um milionário promoveu uma festa em uma de suas mansões e, em determinado momento pede que a música pare e diz, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos.
Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros. Alguém se habilita?
Espantado, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste: – Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões.
O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece: – Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.
Neste momento, alguém salta na piscina. A cena é impressionante. Luta intensa, o destemido se defende como pode, segura as bocas dos crocodilos com pés e mãos, torce os rabos dos répteis.
Parecia um filme do Crocodilos Dundee! Após alguns minutos de terror e pânico, sai do outro lado da piscina o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase nu. Um bagaço.
O milionário aproxima-se, dá-lhe os parabéns e pergunta: – Aonde quer que lhe entregue os carros e os aviões?
Obrigado, mas não quero seus carros e aviões respondeu o desafortunado.
Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta: E as mansões?
– Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada de que é seu.
Impressionado, o milionário pergunta: – Mas se você não quer nada do que ofereci, o que quer então?
E o homem responde irritado: – Achar o safado que me empurrou na piscina!
Moral da história: Somos capazes de realizar muitas coisas que às vezes nós mesmos não acreditamos. Basta apenas um empurrãozinho...

Eu amo estar com você, eu amo ficar com você, seu cheirinho que me faz viajar, sua voz que me faz suspirar, suas carícias que me fazem delirar, seu amor que me faz feliz, seu abraço protetor, com você eu me sinto forte, com você não temo a minha sorte. Estar com você, faz meu mundo parar e tudo volta a ter um sentido, seu amor me faz forte e querer continuar, mas ele também me faz chorar... Não sei o que será no futuro, mas te quero comigo sempre.

Olhe para o alto e veja sua montanha, a montanha que está aí, dentro de você.
São imensos os desafios: o medo da solidão, A desconfiança, os conflitos, a dúvida, O desconhecido, a insegurança, o compromisso, as tempestades que surgem no horizonte.
Mas em você, bem dentro de você, há forças poderosas que precisam ser despertadas, canalizadas.
Está o divino em forma de entusiasmo, está o humano em forma de ousadia, está a esperança feita de entusiasmo e ousadia.
Olhe para o alto e ouse ser aquilo que você deseja ser.
Olhe para o alto e ouse ser alguém maior do que já foi até agora.
Olhe para o alto e ouse ter grandes esperanças acreditando poder transformar utopias em sonhos e sonhos em realidade.
Olhe para o alto e ouse fazer de cada desafio um motivo para reforçar em si o espírito de luta, garra e determinação de vencer.
Por isso, avance, esforce-se o mais que puder e, quando chegar ao topo, olhe para baixo, e sentirá a satisfação de ter a montanha a seus pés.
Terá o prazer supremo da conquista e, no coração, terá a alegria imensa de saber que outros o seguirão para escalar outras montanhas.

Estela acordou-se ainda cedo,
pulou da cama sem medo
do frio que fazia lá fora.

Os pés miúdos, descalços,
folgados dos velhos sapatos,
correram o quintal sem demora.

Estela na horta adentrou,
abriu depressa o portão,
que rangeu sem má intenção.

O portão deu-lhe bom dia,
porém sua sintonia
denotou preocupação.

Estela olhou as verduras
com muito amor e doçura,
afagando-as com as mãos.

Julgou que a alface tão crespa,
mais ficara arrepiada,
temendo o voo das vespas.

Acenou para os legumes,
que, revelando ciúme,
cobravam sua atenção.

Preocupou-se com o tomate,
julgando que a face corada,
queimara-se na madrugada.

Achegou-se à berinjela,
que, roxa, pareceu a ela
ter a cor da aflição!

Jurou que um certo duende
houvesse pintado listrinhas
no corpo da abobrinha.

Isso assim era demais!
Voltou pra casa, correndo,
nem sequer olhou pra trás.

Na sala entrou, sem demora,
pedindo à mãe, nessa hora,
de presente uma porta.

E durante a madrugada,
pelos amigos da horta,
trocou o portão pela porta.