Quando eu tinha doze anos, de certa feita, escrevi: "O trabalho enobrece o homem e o descanso... ainda mais".
Durante muitos anos acreditei trata-se de um pensamento tolo.
Todavia, graças aos distintos amigos do Facebook, agora constato que o pensamento tinha significação; tendo em vista que eles não param de postar: "Chega logo sexta-feira"
"Ainda bem que o fim de semana chegou"
"Droga, amanhã é segunda-feira!?.
Nelson Barh
Amor possessivo não é amor, como todo mundo sabe e estão cansados de ouvir que: "Ninguém é de ninguém neste mundo". Nem nossos filhos são nossos, o que dirá um homem ou uma mulher. As pessoas são livres; livres para amar e escolherem quem querem amar.
O amor que exige exclusão e posse não é amor. O amor possessivo amarra, impede o crescimento, enquanto que o amor verdadeiro é a força, é o impulso que faz o outro crescer. Amar alguém é comprometer-se.
O amor é uma soma para que cada um possa ser mais ele mesmo, ele não existe para aliviar a dor e nem tampouco para resolver necessidades, carências e interesses do outro.
O amor verdadeiro, maduro, é livre, é incondicional, sabe ceder e perder com serenidade para o bem da pessoa amada; sabe viver quando tem o bem e também quando não tem; sabe dialogar e chegar a conclusões maduras e sensatas.
O amor não nasce pronto, de uma vez. Tem que haver vibração, tem que ser harmônico. Como um amigo, companheiro nas horas felizes e tristes, é ser honesto, sincero, confiante, verdadeiro em palavras e atitudes.
O amor é como uma rosa, mas para que essa rosa exista, é preciso que existam também espinhos. Mas mesmo assim, o amor ainda é a maior força que existe em nós, e é só o amor que nos transforma, que nos amadurece.
Se não aceitarmos de coração aberto a dinâmica transformadora do amor estaremos definitivamente nos negando a crescer e para sempre permaneceremos num estado infantil.
Não importa quem você ama. Como diz Hermann Hesse: "Não é felicidade ser amado; todos amam a si mesmos, amar aos outros, sim, é que é felicidade!"
De que tamanho é este amor, que suporta tudo, que se deixa ficar mesmo sofrendo?
De que tamanho é este amor, que te vê indo embora sempre e ainda assim espera sua volta?
De que tamanho seria um amor assim, que não cobra, que acolhe, que não domina e ainda se culpa, que se entristece com a sua tristeza, se desespera no seu silêncio, se alegra com seu riso
Quem poderia medir um amor assim, que comete loucuras para não te perder, que se desculpa por amar tanto, que finge não se importar, só para não magoar?
Um amor que busca você em todas as palavras, em todos os poemas, em tudo o que vê
Um amor que vai além do simples toque, que sente a alma, que sente a temperatura do coração, que te conhece por inteiro
Um amor que só se acalma estando junto, que espera ansiosamente a sua voz, o seu olhar, sua alegria, e não conseguindo: se mata, se escurece, mas não diminui, apenas cresce cada dia mais?
De que tamanho é este meu amor?
Quem poderia medir um amor assim?
Se não fosse amor, não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Se não fosse amor, não haveria desejo, nem o medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você.
Meu bem,
Você chegou
E me tirou da solidão.
Acabou minha tristeza
Em uma forte sedução.
Se hoje estou feliz
Agradeço a você.
Esse amor é verdadeiro
E me faz sentir prazer.
Eu te amo demais, amor!