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Essa nossa vida é tão curta... O tempo em que ficamos neste mundo é tão breve...
Existem tantas coisas boas, úteis, concretas e que, principalmente, estão ao nosso alcance e as deixamos de lado. Não lhes damos a atenção necessária.
Talvez por não acreditarmos que os momentos e os detalhes são únicos.
Ou talvez por esquecermos que as oportunidades podem ser descartadas, mas dificilmente repetidas.
Vivemos nos queixando pelas grandes obras que não podemos realizar e deixamos de lado aquelas pequenas que nos são possíveis.
Vivemos desejando asas, enquanto nossos pés nos convidam à pisar firmes no chão.
Acreditamos que a nossa felicidade está naquilo que desejamos e deixamos de amar o que possuímos.
Nossa vida é breve e temos muita coisa útil à realizar.
De modo algum justifica-se nossa busca por satisfações efêmeras, enquanto nossa realização está justamente naquilo que já é nosso.
Devemos nos lembrar que passaremos por este caminho, este mundo, uma só vez. Precisamos, portanto, aproveitar esta oportunidade única, breve...

Assim como o sol se põem, lágrimas rolam por saber que não mais o veremos. Mas as lágrimas não te deixariam ver as estrelas. Também não é necessário chorar a perda do sol. Pois saiba que no dia seguinte, ele voltará. E brilhará como nunca. Iluminando seu caminho. E aquecendo seu coração. Dando a esperança de sempre ter um novo dia. Te amo de mais. Pra mim você é o sol. Do qual eu preciso. Para iluminar meu caminho. E aquecer meu coração. Te amo e te amo.

Não desanimes. Persiste mais um tanto.
Não cultives o pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.
Esquece as sugestões do medo destrutivo.
Segue adiante, mesmo varando
a sombra dos próprios erros.
Avança ainda que seja por entre lágrimas.
Trabalha constantemente. Edifica sempre.
Não consintas que o gelo do desencanto
te entorpeça o coração.
Não te impressiones à dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual
é construção para o dia a dia.
Não desistas da paciência.
Não creias em realização sem esforço.
Silêncio para a injúria.
Olvido para o mal.
Perdão às ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.
Não permitas que os irmãos desequilibrados te
destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menosprezes o dever que a consciência
te impõe. Se te enganaste em algum trecho
do caminho, Reajusta a própria visão e
procura o rumo certo.
Não contes vantagens nem fracassos.
Estuda buscando aprender.
Não se voltes contra ninguém.
Não dramatizes provações ou problemas.
Conserva o hábito da oração para que
se te faça luz na vida íntima.
Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho
que Deus te confiou.
Ama sempre, fazendo pelos outros
o melhor que possas realizar.
Age auxiliando. Serve sem apego.
E assim vencerás.

Francisco Cândido Xavier

Sou doce, dengosa, polida...
Fiel como um cão, sou capaz de te dar minha vida.
Mas olha não pise na bola, se pular a cerca eu explodo, comigo não rola.
Sou de me entregar de corpo e alma a uma paixão, mas não tente nunca enganar me coração, amor pra mim só vale assim sem precisar pedir perdão...
Adoro tua mão atrevida, seu toque seu simples olhar já me deixa despida.
Mas olha que eu não sou boba, por trás desta pele de cabra eu escondo uma loba.
Quando estou amando sou mulher de um homem só, desço do meu salto faço o que lhe dá prazer, mas ó meu rei a minha lei você tem que saber...
Sou mulher de te deixar se você me trair, e de encontrar um novo amor só pra me distrair. Me balança mas não me destrói, por que chumbo trocado não dói, eu não como na mão de quem brinca com a minha emoção.
Sou mulher capaz de tudo para ver feliz, mas também sou de cortar o mal pela raiz. Não divido você com ninguém, não nasci para viver em um harém.
Não me deixa saber que será bem melhor para você, me esquecer.

Tanto que fazer!
livros que não se leem, cartas que não se escrevem,
línguas que não se aprendem,
amor que não se dá,
tudo quanto se esquece.

Amigos entre adeuses,
crianças chorando na tempestade,
cidadãos assinando papéis, papéis, papéis...
até o fim do mundo assinando papéis.

E os pássaros detrás de grades de chuva.
E os mortos em redoma de cânfora.

(E uma canção tão bela!)

Tanto que fazer!
E fizemos apenas isto.
E nunca soubemos quem éramos,
nem pra quê.

Cecília Meireles