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O importante da amizade não é conhecer o amigo. e sim saber o que há dentro dele!...
Cada amigo novo que ganhamos na vida, nos aperfeiçoa e enriquece, não pelo que nos dá, mas pelo quanto descobrimos de nós mesmos.
Ser amigo não é coisa de um dia. São gestos, palavras, sentimentos, que se solidificam no tempo e não se apagam jamais.
O amigo revela, desvenda, conforta. É uma porta sempre aberta em qualquer situação.
O amigo na hora certa, é sol ao meio dia, estrela na escuridão.
O amigo é bússola e rota no oceano, porto seguro da tripulação.
O amigo é o milagre do calor humano que Deus opera no coração.

Quero está na tua boca, E sentir o teu sabor. Quero viajar contigo, Na magia do amor.
Quero ler seus pensamentos, Decifrar seus lindos sonhos. Descobrir teus sentimentos, Nas palavras que componho.
Quero viver a emoção, Desse amor que é tão bonito. E pintar meu coração, Com as cores do infinito.
Quero viver minha vida, Contemplando teu sorriso. Dentro do seu coração, Construir meu paraíso.
Quero seguir meu caminho, Com a luz do teu olhar. E em busca de socorro, Nos teus braços repousar.
Assim viverei sonhando, E não sentireis saudades. E transformarei meu pranto, Em mar de felicidades.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara um omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.
Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
Se entendêssemos assim, não haveria tantas pessoas sozinhas...

A admiração não vem do nada e nem desaparece sem motivos substanciais: se o amor deriva da admiração, o mesmo acontece com esse sentimento!

O medo que tantas pessoas têm de que seus amados se desinteressem delas é infundado: quando o amor acontece, só uma grave decepção o ameaça.

O medo de decepcionar o amado costuma ser exagerado, pois isso só acontece quando o que ama comete uma falta grave, uma efetiva deslealdade.

O verdadeiro amor, numa fase, é sentido como gerador de grande exigência de perfeição justamente pelo medo exagerado de decepcionar o amado.

Em virtude do caráter exigente do relacionamento amoroso de boa qualidade, muitos são os que fogem dele, buscando alianças mais confortáveis.

Aos poucos, os que se amam se acalmam e esse medo vai se atenuando: percebem que encantam seus parceiros por serem exatamente aquilo que são!

Júlio César

As Doninhas e os Ratos estavam sempre em pé de guerra uns contra os outros. À cada batalha, as Doninhas sempre saíam vitoriosas, levando consigo um grande número de Ratos, que lhes serviam de refeição para o dia seguinte. Desesperados, os Ratos resolveram formar um conselho para tratar do assunto, e assim chegaram à conclusão, que os Ratos sempre levavam desvantagem porque não tinham um líder.

Definida a questão, em seguida, um grande número de generais e comandantes foram escolhidos dentre os mais eminentes e notórios Ratos da comunidade. Isso, evidentemente era motivo de orgulho para aqueles que, sendo mais bem posicionados socialmente, enxergavam ali uma clara forma de reconhecimento público desse status.



Para diferenciá-los dos soldados comuns, quando estivessem na linha de frente, em meio ao campo de batalha, os novos líderes orgulhosamente ostentavam sobre suas cabeças, ornamentos e adereços feitos de penas ou palha. Então, depois de uma longa preparação da tropa de Ratos, após muitos estudos em táticas de guerrilha, eles enviaram um desafio para as Doninhas.

As Doninhas, claro, aceitaram o desafio com ânsia, uma vez que, "estar sempre de prontidão para a luta" era seu lema, especialmente quando estavam de olho numa refeição. Assim, imediatamente atacaram a brigada dos Ratos em grande número. Logo a linha de frente dos Ratos sucumbiu diante do ataque, e o restante da armada imediatamente bateu em retirada, numa fuga desesperada para se abrigarem em seus buracos.

Os soldados rasos entraram com facilidade em suas estreitas tocas, mas os Ratos líderes não tiveram a mesma sorte, uma vez que, não conseguiram entrar a tempo em seus abrigos. Ocorre que os exagerados adereços que carregavam sobre suas cabeças, atrapalharam de forma decisiva seus movimentos. Assim, nenhum deles conseguiu escapar do ataque das famintas Doninhas.



Moral da História:
A Grandeza tem suas desvantagens.