Um dia a gente para e se dá conta da vida passando.
São reflexos do tempo, em que vivemos,
De uma juventude,
Sem nunca nos preocuparmos.
São tempos vividos, sem mesmo sabermos.
O que da nossa vida fizemos...
Passamos a alimentar, um desejo imenso de amar!
Amar e quem sabe pensar em estarmos sendo amados...
Buscamos lá bem no fundo do nosso ser,
A alegria de viver e dar vida a quem se amou...
E eis que de repente, surge à nossa mente.
Aquilo que nunca se sonhou!
O amor que se pensava, existir.
Foi só em nosso sentimento e mente,
Porque, existir realmente, foi apenas um sonho que nunca vingou...
Há doenças piores que as doenças,
Há dores que não doem, nem na alma
Mas que são dolorosas mais que as outras.
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com imaginá-las
Que são mais nossas do que a própria vida.
Há tanta coisa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa e nós...
Por sobre o verde turvo do amplo rio
Os circunflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pôde ser, e é tudo.
Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.
Todo mundo tem uma timidez, uma timidez à sua própria medida. Por vezes ficamos pensando que mais ninguém é envergonhado. Mas é mentira! Acontece que muita gente acaba encontrando um modo de esconder isso.
Mas você não precisa de ser assim, minha filha! Mas acredite que existe sempre um jeito de melhorar o que não gostamos em nós. Estou falando de irreverência, de ousadia. É que um pouco de ousadia sempre fez bem! Mostre-se ao mundo! Seja feliz!
Certa noite quando eu fui dormir sonhei com você.
Esse sonho me parecia estranho porque nunca senti nada por você.
Quero dizer, apenas um pouco.
Mas em meu sonho, você me deu um abraço apaixonado, e senti no abraço, que era amor.
Senti também, dentro de meu coração que você me amava muito, muito mesmo.
Por causa daquele abraço apaixonado.
Esse meu amor à primeira vista, eu nunca pensei que poderia acontecer.
Mas até agora eu sinto tanto, mas tanto amor por você.
Até agora, me lembro do abraço gostoso e amoroso, que você me deu em meu sonho.
Nunca, nunca mais quero amar ninguém, apenas você.
Meu amor, você está em meu coração, em um lugar especial.
Amor! Eu te amo!
E se estiver me ouvindo, eu imploro, venha para mim, por favor!
Porque eu te amo!
Venha para mim, me dar mais um abraço apaixonado meu namorado, em meu sonho de amor.
Há mãos que sustentam e mãos que abalam. Mãos que limitam e mãos que ampliam. Mãos que denunciam e mãos que escondem os denunciados. Mãos que se abrem e mãos que se fecham Há mãos que afagam e mãos que agridem. Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas..
Mãos que destroem e mãos que edificam. Mãos que batem e mãos que recebem as pancadas por outros Há mãos que apontam e guiam e mãos que desciam. Mãos que são temidas e mãos que são desejadas e queridas. Mãos que dão arrogância e mãos que se escondem aos dar. Mãos que escandalizam e mãos que apagam os escândalos. Mãos puras e mãos que carregam censuras. Há mãos que escrevem para promover e mãos que escrevem para ferir. Mãos que pesam e mãos que aliviam. Mãos que operam e que curam e mãos que " amarguram".
Há mãos que se apertam por amizade e mãos que se empurram por ódio. Mãos furtivas que traficam destruição e mãos amigas que desviam da ruína. Mãos finas que provam dor e mãos rudes que espalham amor. Há mãos que se levantam pela verdade e mãos que encarnam a falsidade. Mãos que oram e imploram e mãos que " devoram". Mãos de Caim que matam. Mãos de Jacó que enganam. Mãos de Judas que entregam.
Mas há também as mãos de Simão, que carregam a cruz, e as mãos de Verônica, que enxugam o rosto de Jesus. Onde está a diferença ? Não está nas mãos, mas no coração É na mente transformada que dirige a mão santificada, delicada. É a mente agradecida que transforma as mãos em instrumentos de graça. Mãos que se levantam para abençoar, Mãos que baixam para levantar o caído, Mãos que se estendem para amparar o cansado.
São como as mãos de Deus que criam, que guiam, que salvam. que nunca faltam. Existem mãos... e mãos... As tuas, quais são ? De quem são ? Para que são ?