Houve sempre alguém que nos momentos bons, nos momentos menos bons e nos momentos realmente maus, esteve lá comigo, sempre, independentemente de tudo. Essa pessoa foi você, meu amigo, a quem eu tanta gratidão devoto.
Quando foi para sorrir e festejar, você sorriu e festejou comigo. Quando foi para verter lágrima e desesperar, você me emprestou seu ombro para eu chorar e sempre teve uma palavra ou um gesto para me ajudar.
Você me provou que mais que amigo, é meu irmão. Você me provou que sentir e viver uma amizade é das melhores coisas que há na vida, e por isso eu lhe agradeço, de coração, e lhe garanto que você tem minha amizade leal e verdadeira para toda a vida. Te amo, meu eterno amigo!
O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.
Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.
Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.
Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.
Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.
Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).
As Mais Belas Histórias Budistas
Manifesta o teu pensamento, ainda que sob o rugir das procelas humanas.
A semente lançada às ondas nem sempre se precipita ao fundo do mar: pode chegar à terra e torna-se árvore, rica de fronde e cheia de frutos.
O pensamento também é semente.
Se já não me ama, se já não me quer.
Se seu amor acabou e deu lugar a essa dor
que me trouxe a solidão, a saudade...
saudade daquele tempo que éramos um,
e que o amor reinava entre nós.
Se já não me ama, então não diga nada!
Mais um fim de semana que se passa... Mais uma linha da história se traça... Depois dos risos, das horas de graça, Vem o pranto que a mim e a ti abraça.
Quantas alegrias eu tenho ao seu lado?! Como é meu fim de semana abençoado?! Não me lembro de juntos termos chorado?! Mas longe, como ti, me sinto destroçado...
Como se um trem saísse dos trilhos... Como se uma mãe perdesse seus filhos... Como se a noite já não tivesse lua... Como se minha vida não existisse sem a tua...
Me sinto um pássaro perdido... Com asas, mas por Deus impedido... De voar e encontrar o meu ninho... No mundo, sem ti, me sinto sozinho...
Como chora minha alma atrevida, De tanto amar-te, na tua é fundida... Já não é mais minha, é tua a alma impedida... Que se recusa, não pode, fazer sozinha a subida...
Meus risos em lágrimas se tornam... Diante da felicidade que nossos corpos formam... Após uma linda noite de amor vivida... Do riso se faz pranto... Despedida...