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Que felicidade, minha irmã! Esse passo que você está dando demonstra muito bem o quanto vocês se amam, o quanto se querem e o quanto desejam dar continuidade a essa união tão linda, tão única!

Confesso que estou até ansiosa com esse dia tão especial, porque ver você no altar vai ser uma imagem que vai sempre alegrar meu coração! Tenho certeza que você vai continuar a ser o rosto da felicidade ao longo de todas as etapas de sua vida. Para mim, você será sempre a melhor irmã que algum dia poderia desejar. Toda a sorte do mundo para vocês. Beijo!

Mais um Natal passa por nossas vidas, será que você já parou para pensar realmente no que é o Natal e em qual o sentido desta noite tão especial que comemoramos todos os anos?

Todos os anos, nos reunimos com os nossos familiares e amigos, trocamos presentes, celebramos o nascimento do menino Jesus, comemos e bebemos até nos fartar. Confraternizamos numa noite de festa e de alegria. Mas e o que fica do Natal em nossas vidas?

Não podemos esquecer que o Natal é celebrado todos os anos simbolizando um momento de renascimento da fé e de reafirmação de compromisso com a paz, com a solidariedade e com o amor pelo próximo.

O Natal de verdade não precisa de presentes, nem de belas roupas, nem de uma grande ceia. O Natal de verdade é tempo de partilha e de união. O Natal é tempo de perdão, de generosidade, de fraternidade. O Natal é recomeço, é a noite para fortalecer e reafirmar os laços.

Deixe o espírito do Natal entrar na sua vida, e deixe-o sempre vivo em seu coração. O Natal pode ser todo dia!

Use o tempo para propagar coisas boas, para falar o que convém, para dar bons motivos, para fazer alguém melhor, para sorrir, para crescer espiritualmente. Para compartilhar alegrias, para ser ponte, elo e laço de amizade e amor. Há muitos que te precisam assim.

– Acabo de voltar de uma troca de presente. Ela disse.
– Alguém lhe deu algo que você não queria? Perguntei. – Não, de jeito nenhum. Ganhei mais do que pensei que ganharia. Ela respondeu.
– Então ganhou presentes demais? Perguntei. – Oh, não. Nunca se ganha "demais". Ela disse bem séria.
– Não estou entendendo. Você estava devolvendo um presente que você ganhou e não queria porque você tinha mais do que pode usar, mas nunca tem demais do seja lá o que for. Eu disse. Naturalmente eu não tinha nenhum ideia do que eu acabara de dizer, mas era o que eu tinha ouvido. – Não. Eu não devolvia nada. Eu distribuía. Ela disse.
Me senti como que assistindo a um episódio de "I love Lucy". – Vamos começar tudo de novo. Onde você estava? Perguntei. – Fui ao asilo. Fui visitar as pessoas que vivem lá. Ela disse.
– Você tinha dito que foi trocar presente.
– Oh, vejo seu problema. É assim que eu chamo minhas visitas ao asilo. "Troca de Presente". Eu vou ao asilo e passo meu tempo com algumas pessoas bem fascinantes. Sou a única com 40 anos. Aquelas pessoas estão pelos 70 ou 80 e até mais. Elas têm muito a oferecer. Suas histórias são presentes especiais para mim. Sua experiência de vida e lições são incrivelmente valiosas. Aprendo muito com elas. Ela disse.
– Então, isto é o trocar presente? Perguntei. – Sim, eu lhes dou o meu tempo e minha atenção, eles me ensinam sobre a vida.
Que ângulo incrível para se ver as coisas. Por todos estes anos que eu tenho escrito, todas as pessoas que eu encontrei ao longo do caminho fizeram parte da minha "Troca de Presente".
Por que você não se junta a nós. Dê um pouco de tempo para falar com alguém na rua hoje. Crie tempo para parar e dizer "olá" a alguém de sua vizinhança. Encontre novas pessoas. Visite um asilo. Telefone para alguém.
Você tem muito para dar e muito mais para receber.

Um professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.
Quase todas as bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa era a seguinte: Durante uma semana os alunos tinham que levar a bolsa com as batatas para todos os lados.
As batatas foram apodrecendo naturalmente com o tempo. O fato de ficar atento à bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, fazia com que os alunos deixassem de prestar atenção a outras coisas que eram importantes para eles. O incômodo de carregar a bolsa, o tempo todo, acabou mostrando o tamanho do peso que tem a mágoa.
Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o estresse e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar esses sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma. Para não carregar essa bolsa cheia de mágoas, jogue fora suas "batatas" e deixe o ressentimento de lado. Faz bem para você, para a vida e para quem está perto de você.