Dois galos estavam disputando em feroz luta, o direito de comandar o galinheiro de uma chácara. Por fim, um põe o outro para correr e é o vencedor.
O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num canto sossegado do galinheiro.
O vencedor, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força.
Uma Águia que pairava ali perto, lançou-se sobre ele e com um golpe certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.
O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de concorrência.
Moral da História:
O orgulho e a arrogância é o caminho mais curto para a ruína e o infortúnio.
No reino dos sentimentos, a amizade é como uma nascente de água cristalina e pura, ambas nascem e correm livremente até chegarem ao seu destino.
Os sentimentos e as correntes da água cristalina seguem paralelas enquanto uma deságua no mar, a outra segue para o coração, que a acolhe com amor, com muito querer e ilusão.
O Chão é a cama para o amor urgente,
O amor não espera ir para a cama.
Sobre o tapete no duro piso,
a gente compõe de corpo a corpo a última trama.
E para repousar do amor, vamos para a cama!
Quando olhamos para o nosso horizonte, não estamos vendo apenas uma paisagem, mas também o lugar onde podemos chegar. Não existem impossíveis para quem encara a vida com ousadia e nunca tem medo de arriscar.
As grandes conquistas sempre começam no coração dos grandes aventureiros. O futuro está nas nossas mãos e agora é o tempo de não ficar parado.
Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem