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Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o tempo que você permitir.
Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre.
Permita-se rir e conhecer outros corações.
Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar a própria vida.
A dor de um coração partido é inevitável, mas o sofrimento é opcional.
E lembre-se: é melhor ver alguém que você ama feliz com outra pessoa, do que vê-la infeliz ao seu lado.

Somar é a primeira operação matemática que se aprende, a que temos mais facilidade e que gostamos mais.
Primeiro agente gosta de somar várias vezes palitos e giz, depois brinquedos e roupas da moda, depois somar dinheiro, depois somar carros e casas, e sempre somar alegria e felicidade.
Isto já é multiplicação, que também é fácil de aprender, é só somar várias vezes a mesma coisa.
A Segunda operação que aprendemos é a subtração. Aí começa a ficar estranho.
Principalmente quando tem que pedir emprestado na casa do vizinho, digo, casa decimal ao lado.
Ninguém gosta mais de diminuir do que somar.
Quando chega na divisão é quase um desespero, ainda mais quando sobra um resto.
É que ninguém entende aonde ou pra quem vai ficar o resto.
Até no cotidiano ninguém gosta de dividir nada.
A dificuldade no aprendizado não parece à toa, o homem rejeita essa prática.
Quando o homem aprender a dividir corretamente e saber onde deve ficar o resto, entenderá que é o mesmo que somar para alguns, mantendo a quantidade de outros, sem necessariamente subtrair de alguém, ou seja, é o mesmo que somar igual para todos. entenderá também que somando os restos teremos mais um inteiro divisível, fazendo outros felizes.
O resultado final também é uma soma, a soma da felicidade geral.
Poderíamos até chamar esta operação de soma distribuída.
Com esta visão, com certeza a matemática daria mais resultados, talvez fosse dispensável aprender contas de dividir e os homens continuariam felizes a somar palitos, brinquedos, dinheiros, carros, casas e felicidade, porém não somente para si.
Quem sabe?

Você partiu! Ficou um vazio em mim. Um coração sem cor, uma estrada sem rumo. Ninguém merece perder um pai. Ninguém. Eu também. Mas a vida nos deu essa prova de fogo eterna.

Mas tenho a esperança de encontrar você um dia para mais um abraço, para conversar mais um pouco sobre aquilo que ficou por falar! Até um dia, meu pai!

Uma das poucas coisas que levamos para o resto das nossas vidas são as lembranças. Sejam elas boas ou más, estão sempre lá, despertadas por um cheiro, uma música ou até outro momento parecido. Poucas pessoas devem pensar nisso, mas nossas lembranças são determinadas pelas nossas atitudes no presente, produzidas a partir da forma como lidamos as situações já esperadas no futuro.

Além de pensar nas consequências que seus atos podem provocar, não se esqueça principalmente das lembranças que irão ocasionar. Certas recordações são praticamente impossíveis de esquecer e nosso cérebro sempre foca naquelas mais marcantes, independentemente de causarem alegria ou sofrimento.

É por isso que devemos ser cautelosos, sejam qual for o momento, pense na forma que lembrará dele para o resto da sua vida e tente construir boas lembranças. Faça das más recordações uma exceção, com uma grande quantidade de bons momentos, aumentará também a possibilidade de boas lembranças surgirem no seu pensamento.

Mãe Natureza criadora de infinitos seres e devoradora implacável de tantas vidas.
Conheço as tuas trilhas e os teus inúmeros disfarces e sei que, por toda parte, lanças as tuas diferentes armadilhas de sedução e morte.
Por que abates os teus filhos? Será que é para que tu possas de novo renascer?

Nelson Barh