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Eu não acho as palavras.

Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta lhe matando sufocado, é triste morrer do seu próprio veneno.

E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.

Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.

E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: Eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber, usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.

Eu sinto muito.

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, de sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa.

Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar.

Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos. Que se comova quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância.

Precisa-se de um amigo para não enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que nos chame de amigo, para se ter consciência de que ainda se vive.

Um príncipe, orgulhoso de sua realeza, foi certo dia caçar em lugar montanhoso e afastado.
A certa altura de seu caminho, viu um velho eremita, sentado diante de sua gruta, e muito atento a considerar uma caveira que tinha nas mãos.
Indignado por não lhe ter o velho dado a menor atenção, nem sequer levantado os olhos para a luzida companhia de caçadores, o príncipe aproximou-se dele e disse-lhe, entre rude e zombeteiro:
- Levanta-te quando por ti passar o teu senhor! Que podes ver de tão interessante nessa pobre caveira, que chegas a te distrair da passagem de um príncipe de tantos poderosos fidalgos?
O sábio, erguendo para ele os olhos mansos, respondeu, em voz singularmente clara e sonora: – Perdoa senhor. Eu estava procurando descobrir se esta caveira tinha pertencido a um mendigo ou a um príncipe, mas não consigo distinguir de quem seja.
Nestes ossos nada há que me diga se a carne que os revestiu repousou em travesseiros de plumas ou nas pedras das estradas. Eu não saberia dizer se devia levantar-me ou conservar-me sentado diante daquele que em vida foi o dono deste crânio anônimo.
O príncipe, cabeça baixa, prosseguiu o seu caminho, mas a caçada não teve, naquele dia, qualquer encanto para ele.
A lição da caveira abatera-lhe o orgulho.
Foi através das palavras do sábio que caiu a ficha e ele, o Sr. Príncipe, descobriu que não passava de um ser humano. Igual a todos os outros.

Existe uma força que sempre me guia quando estou perdido, uma orientação que me leva até ao melhor caminho. Ter Deus na minha vida é saber que nenhum lugar é escuro demais e sentir que a esperança no meu coração nunca será esmorecida.

Vou confiar eternamente no Pai que nunca me abandonará. Ele cuidará de mim em qualquer circunstância. Ter essa certeza é a maior bênção que um ser humano pode alcançar!

Dizem que conselho, se fosse bom, não se dava...vendia-se!

Mas, como eu adoro contrariar as regras, tenho 5 "conselhinhos " ótimos pra começar bem a semana... Lá vai:

1 - Reclamar da vida só causa stress. Em vez de resmungar porque faz frio, vista um agasalho;

2- Passamos a maior parte do dia no trabalho. Por isso, você precisa amar o que faz;

3- Aproveite o trânsito para escutar alguma música que goste, estudar um idioma ou, se não estiver dirigindo,
Se estiver no ônibus ou no metrô (sentado, claro), leia!

4- Seja otimista. Lembre-se de que todas as crises são passageiras;

5- A terceira idade deve ser a melhor fase da vida. Estude, exercite-se.
Interaja com o mundo que é cheio de coisas interessantes. Ficar parado só acelera o envelhecimento.

A sua saúde é prioridade, mas a mudança de atitude é Individual. Comprometa-se com você."

Tenha uma boa semana!