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Cada momento que passo com você é especial, e acredite, eu não o trocaria por nada, porque quando estou contigo não há nada que seja melhor.

É fácil quando se ocupa uma posição de chefia, abusar da autoridade e remeter os outros ao silêncio. Difícil é exercer esse poder de forma justa e cativar o respeito de todos os seus colaboradores.

Estimado chefe, as suas qualidades humanas não passam despercebidas. Quero agradecer por toda a amizade e genuíno interesse que demonstra para comigo. É um prazer poder colaborar com você!

Olhe o sapo:
pula aqui,
pula acolá.
Nos dois pés,
nas mãozinhas,
ou num pé só.

Coitadinho deste sapo
é tão feio de dar dó!
Salta longe,
pirueta,
dá um susto,
faz um nó.

Nesta lida,
engraçada,
o sapinho,
tão feinho,
conquistou-me
um sorrisinho...
amarelinho.

Mas, ó seu Sapo,
fique atento!
Se pular
perto da vovó,
tão medrosa,
coitadinha,
pode crer,
seu sapinho,
você vai virar pó.

Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles.
A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitiam ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos.
Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro.
A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam, dois amigos livres para fazerem o que quisessem porém acorrentados.
Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam.
Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente.
Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência.
Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós.
O outro amigo disse, ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.

Meu amor,

vamos deixar as mágoas e os ressentimentos de lado, pois se continuarmos nessa teimosa intolerância mútua, talvez poderemos estar jogando fora um amor verdadeiro.

Se não formos um pouco mais tolerantes, se não assumirmos alguns erros de parte a parte, talvez sejamos capazes de destruir algo de bom, belo e humano que levou tempo para ser construído.

Estou deixando o orgulho de lado para lhe pedir desculpas se te magoei em gestos, em palavras ou mesmo em omissões.

O afastamento não é, absolutamente, a solução para os nossos problemas. Se não formos um pouco mais "inteligentes", talvez não tenhamos tempo para reparar o erro que estamos cometendo agora.

Se você acreditava precisar ouvir desculpas de minha parte, estou fazendo isso agora, em nome do tudo o de bom que ainda nos une. Aceite, por favor. Perdoe-me depressa e vamos colocar esta nossa linda relação em pratos limpos novamente.

Espero o seu retorno.