Coisas da vida...
Porque não se vive uma grande história de amor, quando há amor...
Porque se complica tudo, quando e tudo tão simples...
Porque não se tem coragem, e a covardia toma conta da situação...
Assim a vida toma caminhos, que separam; o que poderia ser uma linda historia de amor...
E tudo não passa de um passado que nunca mais volta-rã...
Assim só resta lembranças, ou inclusões, imaginação de uma historia que nunca aconteceu...
Assim são coisas da vida, que simplesmente não tem explicação...
Nunca precisei tanto de alguém como preciso de você, nunca desejei tanto um sorriso como desejo o seu, nunca esperei tanto por um beijo como espero pelo seu.
Não há memórias onde ela não apareça, nem lembranças onde ela não esteja tanto nos dias tristes e felizes foi com ela que eu ri e chorei se estou longe a sinto por perto. Nunca ninguém vai nos separar, ela guarda todos os meus segredos, e a nossa amizade é um tesouro. Amiga e companheira da minha vida, contigo eu viverei e jamais seremos inimigas.
No início deste ano, tudo era novo: o fato de sermos universitários, os colegas vindos de diferentes escolas, lugares e cidades, de diversas idades e personalidades. Nossa! Como era gostosa a sensação de descobrir esse novo mundo! Sentíamo-nos amedrontados em pensar se tínhamos ou não feito a escolha do caminho certo.
Mas existiam aqueles que estavam mais confiantes de que estavam no início de sua caminhada... Todas aquelas pessoas, naquela nova sala, nova escola... E pensar que iríamos conviver com elas por mais quatro anos!
Mas o tempo foi passando e junto com ele vieram os compromissos, as amizades, as diferenças. Achávamos que o final do ano era um futuro longínquo. Porém esse futuro está se tornando presente. Damos graças a Deus por estarmos nos formando.
Mas em breve tentaremos esconder de todos que sentimos saudades da faculdade. Não somente da sala, mas do corredor, das aulas que cabulamos, do trajeto dos ônibus, dos requerimentos e até mesmo dos professores chatos.
Sentiremos saudades de qualquer lugar da faculdade onde aprendemos a sermos felizes, a ter amigos e a lutar por alguma coisa.
Havia um homem que possuía muitos pássaros. Como vivia só, esses animais eram como filhos. Gostava de todos, mas, havia um, que lhe era especial.
Se tratava de um velho canário belga, que ganhara do pai. O pequenino pássaro, fora o primeiro de sua coleção e durante longo tempo, sua única companhia. Mas um dia, sem motivo, o passarinho, apareceu doente.
De olhar melancólico nunca mais cantara, queria novamente a sua liberdade. Perceber e aceitar esse desejo eram coisas que não entravam na cabeça do seu dono.
A atitude do companheiro parecia ingratidão: Sempre lhe tratara bem. Nunca lhe deixara faltar alimento e amor. No entanto, agora essa! Não vou soltá-lo! Concluiu. Algum tempo passou, e o animal foi definhando cada vez mais.
Sua morte parecia iminente. Não tendo outra escolha o velho homem deixou a gaiola aberta. O canário com dificuldade andou até a portinhola, permaneceu algum tempo hesitante entre ficar e partir, mas, acabou decidindo pela segunda opção.
Aquele foi um longo dia. solitário e triste Na manhã seguinte, o bom homem acordou com um canto idêntico ao do pássaro que partira. Abrindo apressadamente a janela deparou-se com o amigo que cantava como nunca havia cantado. Essas visitas se repetiram ainda durante vários anos.
Com as pessoas acontece da mesma forma. Amor não combina com algemas e prisões. Quem ama deixa sempre às portas abertas à espera que o amor verdadeiro possa se manifestar.