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Por favor, me desculpe! Nunca imaginei ter de pedir seu perdão. Acontece que a vida é uma fonte de dúvidas e problemas, de surpresas e impasses.

Talvez por isso tenha cometido este erro que está incomodando nosso lar, nosso mundo. Não desista de mim, meu amor. Por favor, não desista! Continuo sendo a mesma pessoa, mas com uma mancha que só eu conheço.

Se você vê estrela demais
Lembre que um sonho não volta atrás
chega perto e diz
Anjo

Se você sente o corpo colar
Solte o seu medo bem devagar
Chega perto e diz
Anjo
Bem mais perto e diz
Anjo

Se uma coisa louca
Sai do seu olhar
Fique em silêncio
Deixe o amor entrar
Pra que tanta pressa de chegar
Se eu sei o jeito e o lugar.

Que pena morarmos tão longe uma da outra, pois és uma figura preciosa, que só enriquece e ilumina a vida neste planeta, especialmente a existência dos que te cercam. E é por isso que eu tenho tantas saudades tuas!
Sabes que é muito chato ter que esperar tanto tempo para rever-te, para poder trocar as nossas impressões sobre o mundo e as coisas? Sabes que é muito chato não te ter por perto para conversar e trocar confidências?
Quero que saibas que, apesar da distância, nunca deixo de pensar em ti com todo o amor e carinho que um pensamento pode carregar, porque para mim és mais do que uma amiga, és muito mais do que uma irmã...
Em todos os meu melhores pensamentos estás presente! Sinto sempre curiosidade em saber se estás bem, se estás feliz... Por isso, nunca se esqueça de mim, nunca deixe de mandar notícias, pois quando converso com Deus todos os meus pedidos invocam a manutenção da tua saúde, da tua alegria e da tua felicidade.

A música não pode, evidentemente, descrever com precisão.
Seu domínio é o do acordar das sensações.
Deve permitir à cada um que viva seu sonho, baixo a influência de uma excitação momentânea, que pode diferir segundo a disposição dos ouvintes e segundo sua mentalidade profunda.
Feliz dia do músico

A colheita de trigo dos dois irmãos fora muito boa. Como trabalhavam juntos também a divisão da colheita obedeceu à regra do meio a meio.
Cada um recolheu sua parte no seu próprio galpão. Alegres se despediram ao anoitecer. Um deles, sendo solteiro, pensou consigo mesmo: Meu irmão é casado, tem dois filhos. Sua necessidade é maior do que a minha.
Levantou-se, foi ao galpão, encheu uma bolsa de cereal e silenciosamente o levou ao galpão do irmão onde despejou o produto no monte do irmão.
O irmão casado pensava consigo mesmo: Meu irmão solteiro trabalhou bem mais do que eu. Não tem ele compromissos com a família para atender.
Levantou-se e se foi ao galpão. Encheu uma bolsa de cereal e o levou ao galpão do irmão solteiro, derramando o produto no monte de cereal que pertencia ao irmão solteiro.
Sem saber, ambos os irmãos fizeram o mesmo gesto. E sentiam-se felizes em repartir com o outro. Tão felizes que decidiram repetir o gesto nas noites seguintes. E, na medida em que cada um tirava do seu para poder levar ao outro, percebiam que o seu monte não diminuía.
Numa noite se encontraram no caminho, cada um com uma bolsa às costas.
E, perceberam que enquanto cada um deles só queria favorecer o outro, era, na verdade o favorecido.