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É com muita alegria que lhe dou as boas-vindas ao Facebook. Agora que faz parte da minha lista de amigos, será um prazer compartilhar com você palavras e imagens especiais.

Fique à vontade para expressar sua opinião e dar comentários sinceros sempre que desejar. Ficarei muito feliz em poder ver todos os dias notícias suas!

Chega uma hora na vida que sentimos necessidade de agradecer a quem merece, de devolver o que retiramos de alguém. De gritar ao mundo o quanto amamos aquela pessoa que nos preenche!

E eu acho que vocês merecem minha eterna gratidão. Sim, porque sempre me ofereceram a coisa mais importante que existe: a amizade. E eu tenho os melhores amigos do mundo do meu lado: vocês! Agradeço por tudo!

Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !

Esta é a verdadeira alegria na vida, ser usado para um propósito reconhecido por nós próprios como sendo grandioso;

Ser uma força da natureza ao invés de um torrão febril e egoísta, feito de padecimentos e lamentos, que se queixa pelo mundo não se dedicar a fazê-lo feliz.

Sou da opinião de que a minha vida pertence à comunidade como um todo e, enquanto viver, é meu dever, meu privilégio fazer por ela tudo o eu que puder.

Quero estar completamente gasto quando morrer, porque quanto mais sirvo, mais vivo. Eu regozijo-me na vida por si mesma.

A vida não é vela breve para mim. É uma espécie de facho esplêndido que agarro por um momento e que quero fazer brilhar o máximo possível antes de o passar para gerações futuras.

Sou eu que te mando flores, que falo de amores, e que quer você. Preciso de você comigo. Quero ser o seu amante, seu amor e seu amigo.