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Sem querer te encontro,
Se te encontro,
Sem querer te olho,
Se te olho,
Sem querer te sinto,
Se te sinto,
Sem querer descubro que te amo.
Mas como todas as coisas da vida
Sem querer pedimos desculpas.
Desculpa por te encontrar,
Desculpa por te olhar,
Desculpa por te sentir,
Mas desculpa mesmo foi por te amar
FOI SEM QUERER.

Ainda vivemos numa cultura onde a importância do pai na vida de um filho, seja qual for o gênero, é menosprezada e diminuída, como se fosse menos essencial ou de menor valia. Esquecemos que já passou o tempo em que a mulher era obrigada a cuidar da família e do lar e para o homem era atribuído o sustento da família e tudo associado ao que estaria fora de casa, participando muito pouco da vida social dos filhos e consequentemente de todos os parentes.

Apesar da mulher ser biologicamente responsável por prover o primeiro alimento do filho, isto não deveria excluir a presença do pai nos momentos decisivos do filho. As leis trabalhistas não ajudam também pelo fato da sociedade ainda não estar convencida que o pai realmente precisa interagir mais na educação dos filhos.

O próprio pai muitas vezes, se dispensa dessa prioridade, achando mesmo que a mãe tem um entendimento já inerente e seu envolvimento só atrapalhará o processo, acreditando que nem é tão importante assim. Embora a mãe esteja associada à questão biológica do processo o pai não deveria nunca se excluir, muito menos pensar que tem menos valor na vida do filho.

Os pais precisam perceber que a educação deve ser vista como um crescimento conjunto da mesma forma que a criança foi concebida. Os filhos têm que receber carinho e afeto dos dois lados e também construir sua personalidade através da percepção de vida tanto do pai quanto da mãe, e esse desenvolvimento não deve acontecer com apenas uma influência e um espectador. Salvo casos excepcionais, se o pai permanecer como uma pessoa dispensável na vida do filho, o tempo só irá fortalecer essa ideia e é muito difícil reverter tudo isso.

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra. em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada. Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: – Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande? – É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: – Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?
– Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves. Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? – A pedra e a abóbora? Não! Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!
O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
– Pensamentos negativos. – Culpar e acusar outras pessoas. – Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente. – Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
– Auto-piedade. – Acreditar que não existe saída.
Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente.

Era uma vez, num reino distante, um jovem que entrou numa floresta e disse ao seu mestre espiritual: Quero possuir riqueza ilimitada para poder ajudar o mundo. Por favor, conte-me, qual é o segredo para se gerar abundância?

O mestre espiritual respondeu: Existem duas deusas que moram no coração dos seres humanos. Todos são profundamente apaixonados por essas entidades supremas. Mas elas estão envoltas num segredo que precisa ser revelado, e eu lhe contarei qual é. Com um sorriso, ele prosseguiu:

Embora você ame as duas deusas, deve dedicar maior atenção a uma delas, a deusa do Conhecimento, cujo nome é Sarasvati. Persiga-a, ame-a, dedique-se a ela. A outra deusa, chamada Lakshmi, é a da Riqueza. Quando você dá mais atenção a Sarasvati, Lakshmi, extremamente enciumada, faz de tudo para receber o seu afeto. Assim, quanto mais você busca a deusa do Conhecimento, mais a deusa da Riqueza quer se entregar a você. Ela o seguirá para onde for e jamais o abandonará. E a riqueza que você deseja será sua para sempre.

Existe poder no conhecimento, no desejo e no espírito. E esse poder que habita em você é a chave para a criação da prosperidade.

Meu amor, quando unimos nossas vidas em sagrado matrimônio, eu sabia que estava dando um passo importante e muito acertado, mas ao longo dos anos você tendo vindo a me provar o quanto eu estava certa.

Hoje é o seu aniversário, mais um ano da sua vida se completou, e é mais um ano a acrescentar também à nossa história. Uma história nem sempre perfeita, mas nossa e por isso mesmo a melhor! Feliz aniversário, meu maridão!

Cada ano que passa você fica mais bonito, mais interessante, mais sábio e mais paciente, e eu sei que escolhi a melhor pessoa do mundo para envelhecer ao meu lado.

Que Deus lhe conceda muitos anos, meu amor, e que por todos eles continuemos juntos e felizes! Que nunca lhe faltem as forças e a determinação para lutar pelos seus sonhos, meu amor, e seja feliz!