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Sonho meu, minha razão de viver. Quantas vezes eu digo isso a você e não me canso de dizer.
Você é minha fonte de vida que me rejuvenesce cada dia e me faz crescer. Depois que te conheci a minha vida se tornou algo mágico de encanto e ao mesmo tempo de realidade e realizações.
Gostaria de viver esse amor por toda a vida ou até além dessa vida. Porque o meu amor é tão grande que nem o tempo nem a morte irão fazer com que ele morra.
Você é o amor de todos os amores que os amantes já viveram. E sinto-me lisonjeado e feliz em saber que esse amor é meu e está ao meu lado a todo instante, falando de tantas coisas e fazendo com que esse amor se perpetue através desse olhar que me deixa embriagado de felicidade.
Sou muito feliz com você meu amor.
Te amo!

A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe... Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante é uma sublime forma de possuí-la.
Felicidade é chuva que cai na madrugada, quando dormimos. O que vemos é a terra agradecida, pronta para fecundar o que nela está sepultado, aguardando a hora da ressurreição.
Felicidade é coisa que não tem nome. É silêncio que perpassa os dias tornando-os mais belos e falantes. Felicidade é carinho de mãe em situação de desespero. É olhar de amigo em horas de abandono. É fala calmante em instantes de desconsolo.
Felicidade é palavra pouca que diz muito. É frase dita na hora certa e que vale por livros inteiros. Eu busco a frase de cada dia, o poema que me espera na esquina, o recado de Deus escrito na minha geladeira... Eu vivo assim... Sem doma, sem dona, sem porteiras, porque a felicidade é meu destino de honra, meu brasão e minha bandeira. Eu quero a felicidade de toda hora. Não quero o rancor, não quero o alarde dos artifícios das palavras comuns, nem tampouco o amor que deseja aprisionar meu sonho em suas gaiolas tão mesquinhas.
O que quero é o olhar de Jesus refletido no olhar de quem amo. Isso sim é felicidade sem medidas. O café quente na tarde fria, a conversa tão cheia de humor, o choro vez em quando.
Felicidades pequenas... O olhar da criança que me acompanha do colo da mãe, e que depois, à distância, sorri segura, porque sabe que eu não a levarei de seu lugar preferido.
A felicidade é coisa sem jeito, mas com ela eu me ajeito. Não forço para que seja como quero, apenas acolho sua chegada, quando menos espero. E então sorrio, como quem sabe, que quando ela chega, o melhor é não dispersar as forças... E aí sou feliz por inteiro na pequena parte que me cabe.
O que hoje você tem diante dos olhos? Merece um sorriso? Não pense duas vezes...

Mãe, você sempre cuidou de mim, sempre orou por mim, sempre disse sim, com todo o seu carinho e todo o seu amor. Queria dizer que você é meu mundo. Te amo!

Uma mãe completa – inteira! Uma mãe que se multiplica; que faz o papel de pai, que faz o papel de mãe. Essa mãe é você, a pessoa que mais amo no mundo. O orgulho do meu coração; a luz que faz brilhar meus olhos.

Você, mamãe, é minha vida; é o melhor que existe no mundo. Eu e você juntas para sempre! Aprendiz e guerreira – esse seria o nome perfeito para nos definir! Eu amo você!

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente.
O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [... ] Deverei continuara acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura.
Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.