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Sinto tanto sua falta! Tem momentos em que nem acredito que tudo acabou entre nós. Preciso de você, meu amor! Eu cresci e você também, e temos o mundo esperando a continuação da nossa história.

Eu seu que você também me ama, então por que não damos uma chance para a felicidade? Não quero ser ex, quero ser eternidade. Você aceita namorar comigo?

Se sua vida for de amor, ame. Se sua vida for de tristeza, esqueça.
Se sua vida for de ilusão, acorde. Se sua vida for de guerra, lute. Se sua vida for de felicidade, faça alguém feliz.
Mas se sua felicidade depender de amor considere-se feliz. Porque eu te amo.

Nasceram de mim, são pequenos pedaços da minha própria existência que vivem independentemente de mim, mas que ainda assim jamais se separam daquilo que eu sou. São meus filhos, e eu os amo não importa o quê!

Meus filhos, vocês justificam a minha existência de forma extraordinária. Eu sou por vocês, eu morreria por vocês, pois meu amor por todos é infinito, incondicional, ímpar na sua essência, sem possibilidade de medição ou categorização. Eu amo vocês, não importa o quê!

Dois grandes mercadores árabes, de nomes Amir e Farid, eram muito
amigos e sempre que faziam suas viagens para um mercado onde vendiam
suas mercadorias, iam juntos, cada qual com sua caravana e seus escravos
empregados.

Numa dessas viagens, ao passarem junto a um rio caudaloso, Farid
resolveu banhar-se, pois fazia muito calor.
Em dado momento, distraindo-se, foi arrastado pela correnteza.
Amir, vendo que seu grande amigo corria risco de vida, atirou-se às águas e,
com inaudito esforço, conseguiu salvá-lo.
Após esse episódio, Farid chamou um de seus escravos e mandou que ele
gravasse numa rocha ali existente, uma frase que lembrasse a todos do
acontecido.

Ao retornarem, passaram pelo mesmo lugar, onde pararam para rápido
repouso.
Enquanto conversavam, tiveram uma pequena discussão e Amir
alterando-se esbofeteou Farid.
Este aproximou-se das margens do rio e, com uma varinha, escreveu na
areia o fato.
O escravo que fora encarregado de escrever na pedra o agradecimento de
Farid, perguntou-lhe:
- Meu senhor, quando fostes salvo, mandaste gravar aquele feito numa
pedra e agora escreveis na areia o agravo recebido. Por que assim o fazeis?
Farid respondeu-lhe:
- Os atos de bondade, de amor e abnegação devem ser gravados na rocha
para que todos aqueles que tiverem oportunidade de tomar conhecimento
deles, procurem imitá-los. Ao contrário, porém, quando recebemos uma
ofensa, devemos escrevê-la na areia, próxima as águas para que
desapareça, levada pela maré, a fim de que ninguém tome conhecimento
dela e, acima de tudo para que qualquer mágoa desapareça prontamente
no nosso coração!

Uma gota trapezista
faz piruetas na pia
salta da torneira
rodopia na louça
escorrega e cai no ralo
que era uma rede furada
desceu cano abaixo
a pobre coitada.