Trabalho é glória. Quem trabalha Vive feliz, sereno e São. No ferro em brasa o homem que malha Busca a beleza e a perfeição.
Da boca ardente da fornalha Ergue-se o hino à criação, Fontes de heróis, que o suor orvalha, Os vossos louros aí estão.
Quem planta trigo a vida espalha Bendito seja quem faz o pão! É ouro em pó cada migalha, Vale um tesouro cada grão.
Pedra por pedra a alta muralha Ergue-se aos poucos do ermo chão, Louvado seja quem de palha Cobriu a tosca habitação.
Quem fez o pano que agasalha, Trançando o fio de algodão, Quem fez a alvíssima toalha. Quem vive negro de carvão.
A vida é áspera batalha Em que a arma rude é a rude mão, Bendito seja quem trabalha Pela grandeza e a perfeição.
Bendito seja a energia Que palpita em tua mão! Quem no trabalho porfia, Com o trabalho, dia-a-dia, Torna mais forte a nação.
Quando for olhar o teu jardim, olhe as rosas entreabertas, e nunca as pétalas caídas.
Observe em teu caminho a distância vencida, e nunca o que falta ainda.
Guarda no teu olhar os brilhos e alegrias de uma criança e nunca as névoas de tristezas dos acontecidos.
Retenha tão somente da tua voz as risadas e canções e nunca os teus gemidos de dores e sofrimentos.
Conserva em teus ouvidos as palavras de amor, e nunca as de ódio ou rancor.
Grava na tua pupila o nascer das auroras, e nunca os poentes do sol se indo.
Guarda as recordações da tua face pelas carícias recebidas, e nunca das bofetadas que levastes.
Guarda de tuas mãos as flores que recebestes, e nunca dos espinhos que te feriram.
Conserva de teus lábios as mensagens bondosas proferidas, e esquece as palavras que te feriram.
Olhe sempre o sol que existe a sua frente, e esquece a sombra que fica atrás.
Lembre-se que a flor que desabrocha é bem mais importante, do que mil pétalas caídas.
O mal que praticamos, sem dúvida, um dia irá embora, mas o bem que houvermos exercido, não só ficará para sempre, como tenderá sempre a se multiplicar.
Lembre-se que é no fundo da noite sem luar, que brilham muito mais as estrelas.
O rabino Moshe de Sassov reuniu os seus discípulos, para dizer que finalmente havia aprendido como amar seu próximo. Todos pensaram que o santo homem tivera uma revelação divina, mas Moshe negou.
- Na verdade – comentou ele – hoje de manhã eu saía de casa para algumas compras, quando vi minha vizinha, Esther, conversando com seu filho. Ela lhe perguntou:
"Você me ama?" O filho disse que sim. Então Esther insistiu: "Você sabe o que me faz sofrer?" "Não tenho a menor ideia" respondeu o filho.
" Como pode me amar, se não sabe o que me faz sofrer? Procure descobrir rápido todas as coisas que me deixam infeliz, pois só assim seu amor será impecável." E o rabino Moshe de Sassov concluiu:
- O verdadeiro amor é aquele que consegue evitar sofrimentos desnecessários.
O nosso amor é uma festa sem fim. Você trouxe alegria para a minha vida e coloriu os meus dias com o seu sorriso. Na minha cabeça, agora toca sempre a canção do amor. O meu coração dança no mesmo ritmo que o seu, por isso os nossos passos nunca se desencontram.
O nosso namoro é uma festa sem hora para acabar. Cada dia ao seu lado, descubro um novo motivo para ser feliz e para sonhar. Com você, eu danço, danço e nunca me canso. O nosso amor me embriaga, mas nunca vai me derrubar.
Você é a felicidade que faltava na minha existência, é a minha inspiração. A única coisa que eu posso pedir a Deus, é que esta festa dure a vida inteira. Eu te amo muito!
Nossa história é longa e cheia de episódios de todo gênero. Confesso que só fico triste por não podermos escrever nem mais uma página. Sim, porque gostaria que nossa relação continuasse!
Não vou mentir para você e falar que já não gosto e já não quero estar junto! Eu quero sim e quero muito. E na verdade, acho até que não tem lógica estarmos separados. Eu sinto que nos amamos apesar de todas as diferenças que colocaram um ponto final na nossa ligação.
Mas sabe? Eu acho que não foi bem um ponto final; foi uma vírgula, porque merecemos uma chance! Por favor, meu bem, volta para mim! Eu te amo!