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Fazem alguns anos. Alguns anos da minha vida eu entreguei a ti sem nenhum protesto, sem recusa; apenas me dei a ti sem hesitar. Mas hoje eu me devolvo a mim, meu bem, e volto exausta, fraca, porém melhor do que quando fui.
Os tempos são outros, os dias são outros. Eu sou outra. Passei por uma metamorfose em meio à agonia de te amar; cheguei a ti me arrastando e agora volto voando.
Não posso te esperar para sempre, nem posso mais escolher por você, por nós. Isso rouba minhas forças, meu bem. Meu cansaço chegou ao ápice. Não quero mais viver neste ciclo, nesta mesmice romantizada por um sentimento que já não mais existe.
Cansei de dar sangue e suor por algo que você só dá míseras migalhas. Você já não me satisfaz e a saudade do seu toque e das suas palavras me escapa. Esses anos me mostraram o quanto posso ser forte, corajosa e resistente a dores intensas.
Meus dias de solidão em espera deram a chance de conhecer-me melhor, e cá estou... Eu. As flores do meu jardim voltaram a florescer e não preciso mais beber da tua água para regá-las. Sinto que algo morre aqui dentro para que outro possa renascer.
Nossos caminhos se separam a partir daqui. Nossas mãos se soltam.
Adeus.

Um rapaz, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.
Ninguém sabe ao certo como os dois entraram no assunto, mas a plateia deixou de prestar atenção ao campo e começou ouvir aquele diálogo.
Dizia o rapaz em alto e bom som, pra todo mundo ouvir:
- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo. Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte.
- Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e..., – fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a ladainha e disse:
-Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens por que estávamos ocupados em inventa-las. E você, com toda essa arrogância dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?
A arquibancada inteira aplaudiu o senhor de pé. Que do alto dos seus cabelos brancos, agradeceu com um sorriso. Quanto ao jovem? Bem, esse nunca mais foi visto sentado daquele lado das arquibancadas.
A idade não representa só velhice. Ela também produz experiência.

O discípulo disse ao mestre: - Tenho passado grande parte do meu dia vendo coisas que não devia ver, desejando coisas que não devia desejar, fazendo planos que não devia fazer.

O mestre convidou o discípulo para um passeio. No caminho, apontou uma planta e perguntou se o discípulo sabia o que era.

O Discípulo respondeu: - Beladona. Pode matar quem comer suas folhas.

- Mas não pode matar quem apenas a contempla. Da mesma maneira, os desejos negativos não podem causar nenhum mal se você não se deixar seduzir por eles...

Faça um palco da tua vida... Monte um cenário das tuas lembranças e comesse a dançar no teu silêncio Continue dançando em cima das tuas lágrimas, até mesmo pelo amor que te fugiu... Dance sozinho aos passos dos teus dissabores Faça um gesto, invente um passo, conforme a música que se encontra dentro de você. Dance... Dance agora... Dance tua liberdade dentro da tua loucura... Dance tua vida... Sei que a cada dia tu podes inventar uma nova canção E a cada dia tu podes te levantar sozinho e dançar... Faz da tua vida uma dança sob as luzes imaginárias de brilho intenso... Com o mesmo brilho do sol que você pensa não existir!

Uma mula, sempre folgada, por não trabalhar e ainda assim ganhar generosas quantidades de milho como ração, vivia orgulhosa dentro do curral. Era toda vaidosa, e comportava-se como se fosse o mais importante animal do grupo. E confiante, falava consigo mesma:

Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza.

Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada:

Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga.


Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração