Conserve o calor
de um amor já vivido
Calcule o tempo
que não foi perdido
Reserve uma parte
do que a vida ensina
Coloque no canto
de tua lembrança
Viva os momentos
em plena alegria
Solte do teu intimo
uma nova esperança!
Lúcia Biazetto
Vá, eu deixo você partir Não vou insistir Nem dizer que vou pular Só para não desistir.
Vá, eu sei qual meu crime Sou culpado Não quero me justificar Por você, quero pagar.
Por isso, vá, eu abro a porta para sair Para as estrelas me iludir Com seu brilho cintilante Imitando seu olhar, agora distante.
Vá, eu não vou correr Nada tentarei oferecer Nem vou dizer que vou mudar Pois não sou digno de ser seu par. Sou culpado, sim!
Terrivelmente culpado por não saber te amar Por não saber te escutar Por todas as vezes que deixei de ligar E pelas demais, Que não correspondi seu olhar Sou culpado por saber que estava ali E que eu, não estava no lugar Sou culpado por não saber te amar Do jeito que me mostrava no olhar Por não saber teus sinais escutar Dizendo: Você precisa me amar Sou culpado e quero a guilhotina, Não quero esta cabeça Em você ela só quer pensar
Acho que despertei Mas tarde demais para te amar Vá, pois não quero te segurar Acho que fiz o que não devia E, não pude evitar Minha cabeça divagava em ilusão Enquanto você Batia nas portas deste meu podre coração Sim, sou culpado por não saber te amar Por não tentar cultivar Esta semente que em meu peito veio a plantar E que talvez, seja tarde demais Para salvar Mas sou culpado, não mereço seu perdão Eu não sou lhe dar o mínimo que podia Ao menos, minha atenção e consideração.
Uma semana abençoada para todos!
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mário Quintana
O desânimo e a desistência são inimigos mortais do triunfo e do sucesso. No trabalho, assim como na vida, os desafios, as dificuldades, não devem e não podem ser encarados como obstáculos intransponíveis, mas sim como oportunidades de superação.
A persistência e a luta diária no trabalho são o caminho certo para a vitória, para o sucesso individual e coletivo. Na capacidade de superação de cada indivíduo está o segredo para o triunfo do conjunto no local de trabalho.
É fundamental manter o olhar focado nos objetivos e nunca duvidar da nossa própria força. Assim como nunca afrouxar na determinação para a bem-sucedida concretização desses objetivos, para a superação de todo e qualquer problema.
E a realização profissional está aí, na constância do nosso trabalho que levará à superação de qualquer desafio que se atravesse no nosso caminho!
A maior desilusão não é ver à minha volta pessoas que me são indiferentes. O maior dissabor é ver alguém que já teve toda a minha amizade, mas a desperdiçou e se tornou em alguém vulgar para mim.
Não fui eu quem fez esta escolha. Eu confiei em você desde o início e esperava apenas que você fosse uma amiga verdadeira. Mas você não foi. É triste sentir isto, mas nossa amizade se tornou em um erro do passado.