Deus, na sabedoria, criou o amigo.
alguém em que se possa confiar, um amigo fiel que nos compreenda,
e nos estenda sempre a mão para ajudar.
Ele sentiu que precisaríamos de alguém,
que nos confortasse quando estivéssemos tristes,
cuja especial ternura e sorriso feliz,
nos fizesse sentir que vale a pena viver.
Alguém com quem dar um passeio,
compartilhar um livro ou um segredo.
Bater-papo ao telefone, mas que também,
perceba nossa necessidade de estar algum momento a sós.
Em resumo, Deus criou o amigo para ser
alguém que sempre nos alegramos em rever.
Existem poucas coisas que Deus possa nos dar
que signifiquem tanto como um bom amigo.
O dado no dedo,
o dedo no dado.
Conto os pontos:
um-dois-três-
quatro-cinco-seis.
As bolinhas
bem redondinhas
em cada lado.
Atiro um punhado
de cada vez.
O branco no preto,
o preto no branco
do quadradinho.
Não sei se de osso,
madeira ou marfim,
os dados deste saquinho
que mamãe comprou pra mim.
A inveja é o animal mais feroz que existe! Ela machuca; ela morde, ela deixa marca e retira o dom do sorriso perante a vida.
Amigas! Amigas invejosas, por que não descobrem o amor-próprio? A auto-estima? Por que motivo não se alegram com a alegria das outras pessoas? Vocês vão ser melhores pessoas no dia que se amarem e amarem os outros sem preconceito, sem inveja! Mudem, sejam melhores!
Quantas rosas em seu portão deixei, com palavras de ternura.
E no lugar da assinatura, apenas um codinome.
Mas eu sempre tive esperança que você soubesse que era eu, este seu apaixonado.
Mas você nunca se quer imaginou, que podia ser eu este seu louco admirador.
Admirador que morre de amores por você.
Te amo!
Uma jovem da alta nobreza, órfã de pais, morava num magnífico castelo.
Um dia, a filha de um pobre pedreiro foi procurá-la apressadamente e disse-lhe: - Senhorita, meu pai está à morte. venha vê-lo. mas venha logo porque ele tem algo a dizer-lhe.
A orgulhosa jovem não fez caso do recado, dizendo consigo: - Que pode ter um operário a dizer-me na hora da morte?
Uma hora mais tarde, chegava de novo a filha do pedreiro quase sem fôlego de tanto correr. - Senhorita disse – Venha depressa. Meu pai diz que a mãe da senhora, durante a última guerra, mandara embutir numa parede do castelo grande quantidade de ouro e prata. Meu pai tinha ordem de não lhe dizer nada antes que a senhora completasse vinte anos. Mas, como ele está certo de que vai morrer, quer antes confiar-lhe o segredo.
No mesmo instante a jovem saiu a correr para a casa do agonizante. Aconteceu, porém, que, ao entrar ela no quarto, o operário acabava de expirar. A jovem empregou grandes esforços para descobrir o tesouro escondido, mas tudo foi em vão.
A herdeira do tesouro materno jamais o encontrou.
Muitos procedem a respeito da graça de Deus como aquela jovem. Fazem desse tesouro divino muito pouco caso. virá, porém, uma hora em que não mais o encontrarão.