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Meu amor, infelizmente, você não pode estar presente diariamente acompanhando este momento tão especial e mágico das nossas vidas. Além da saudade que sinto, sinto também a falta de poder compartilhar cada pequena emoção deste milagre da vida com você.

Todas as vezes que me olho no espelho, e vejo transformações no meu corpo e penso que tudo isto que está acontecendo comigo é porque o nosso filho está crescendo dentro de mim, fico extremamente emocionada, e o meu coração se enche de amor por saber que esta é uma realização nossa.

E nestes momentos, a saudade só aumenta, porque tenho vontade de o abraçar e de estar com você, poder ver o seu sorriso também. A saudade que sinto de você só me faz ter a certeza de que o nosso amor é grande, é maior do que tudo e vai ficar a cada dia mais forte, ainda mais com este bebê com está chegando e vai tornar tudo mais feliz e doce em nossas vidas.

Será uma grande aventura para nós. O que me faz ficar forte e suportar a distância é saber que em breve você estará conosco de novo. Tenho muitas saudades de você, meu marido lindo. Eu te amo muito, muito!

Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais. Mas não tem problema, porque o ouvido (seletivo) masculino escuta somente o que eu interessa. Preste atenção.

Quando a mulher diz: - Esse lugar está um bagunça, amor! Você e eu precisamos limpar isto. Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.

O que o homem escuta: Blah, blah, blah blah, Amor, blah, blah, blah, blah, você e eu, Blah, blah, blah, blah, no chão, blah blah, blah, blah, sem roupas, blah, blah, blah, blah, agora mesmo.

Percebe a diferença?

Aos meus queridos alunos, de uma professora muito orgulhosa de compartilhar a sala de aula com todos vocês, uma feliz Páscoa com muito amor e muita paz!

Que possam, todos vocês, celebrar esta data junto das suas famílias, e que recebam muitos ovos de chocolate, claro, mas principalmente muito amor e carinho. E nunca se esqueçam de cultivar os bons sentimentos, como o amor ao próximo.

Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.

Se realmente fomos criados para o amor, para amarmos ao próximo e sermos igualmente amados, não há época mais propícia para demonstrações de afeto do que a época do Natal.
É agora que o sentido de humanidade, virtude e respeito voltam a ser lembrados com maior intensidade. É nesta época que devemos lembrar o quanto é importante amar ao próximo quanto a si mesmo, e do quanto é saudável nos livrarmos de alguns pecados capitais: como a ira, a vaidade ou a inveja.
É nesta época de Natal que os nossos corações ficam mais sensíveis para a expressão das virtudes que Deus nos concedeu. E, talvez, a maior das virtudes seja não ter orgulho para pedir ou, simplesmente, dizer: – eu amo-te! – sem medo, arrependimento ou vergonha.
O Natal chegou. Chegou para que reflitamos e nos façamos melhores. O Natal chegou para sermos mais felizes.
Feliz Natal e um grande beijo!