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Não desanime!
Não pare no primeiro degrau da ascensão.
Se a dúvida o assaltar, se a tristeza bater à sua porta, se a calúnia o ferir, erga a sua cabeça corajosamente e contemple o céu iluminado.
Embora recoberto de nuvens, você sabe que elas passarão e o sol voltará a brilhar.
Siga à frente, firme e forte. Não se deixe derrotar em situação alguma.
A derrota depende de nós, tanto quanto a vitória.
Entretanto, a pior derrota é a de quem desanima.
Perder nem sempre é ser derrotado.
Não desanime jamais! Siga em frente corajosamente.

Porque a vitória sorri somente àqueles que não param no meio da estrada.

Nós humanos somos seres estranhos.
Nunca estamos felizes com nada.
Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa.
Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la.
Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo.
Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.
Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples.
Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens matérias, embora estas coisas ajudem muito.
Talvez, as coisas mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores.
Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro.
Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade.
Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa.
Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.
Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d'água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?
Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje.
É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.

Quando for olhar o teu jardim, olhe as rosas entreabertas, e nunca as pétalas caídas.
Observe em teu caminho a distância vencida, e nunca o que falta ainda.
Guarda no teu olhar os brilhos e alegrias de uma criança e nunca as névoas de tristezas dos acontecidos.
Retenha tão somente da tua voz as risadas e canções e nunca os teus gemidos de dores e sofrimentos.
Conserva em teus ouvidos as palavras de amor, e nunca as de ódio ou rancor.
Grava na tua pupila o nascer das auroras, e nunca os poentes do sol se indo.
Guarda as recordações da tua face pelas carícias recebidas, e nunca das bofetadas que levastes.
Guarda de tuas mãos as flores que recebestes, e nunca dos espinhos que te feriram.
Conserva de teus lábios as mensagens bondosas proferidas, e esquece as palavras que te feriram.
Olhe sempre o sol que existe a sua frente, e esquece a sombra que fica atrás.
Lembre-se que a flor que desabrocha é bem mais importante, do que mil pétalas caídas.
O mal que praticamos, sem dúvida, um dia irá embora, mas o bem que houvermos exercido, não só ficará para sempre, como tenderá sempre a se multiplicar.
Lembre-se que é no fundo da noite sem luar, que brilham muito mais as estrelas.

Sou a miss imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: decidida, trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado o cardápio, levo e trago filhos do colégio, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro as amigas, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, vou ao dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, faço reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas por mais disciplinada que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer não. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer não. Culpa por nada, aliás.
Culpa zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta entrou na maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que você seria modelo!
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito e mamasse direitinho.

Você é humildemente, uma mulher.

E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos...
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela.
Para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser profissional sem deixar de existir. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

Portanto, não queria sair por ai batendo recordes...
Pense nisso!

Ao festejar as mães, valoriza-se a vida e promovem-se as relações de gratidão e carinho que nos alimentam a todos. No Dia das Mães as famílias se encontram, as crianças se alegram e as mulheres se enternecem. Cada pessoa é convidada a relembrar suas raízes e a retomar o espírito de infância.

O Dia das Mães é comemorado por pessoas jovens e idosas, pobres e ricas. Em sua diversidade, a vida reúne as famílias de todos os tipos e classes ao redor das mães de todas as idades e estilos. O amor materno é o mesmo, mas toma diferentes expressões, de acordo com a cultura e a postura que a mãe vai adotando na vida.

Neste Dia das Mães é bom lembrar a corajosa atuação das mulheres nos acampamentos de lavradores sem terra e nas associações de bairro. Essas mulheres revelam um novo modo de ser mãe. Engravidam um mundo novo no qual o impossível se torna possível. Dão à luz não apenas a filhos gerados fisicamente, mas a comunidades nascidas e fortalecidas por sua dedicação e exemplo.

A vocação mais profunda da mãe é dar a vida ao outro. Ela é completamente mãe quando consegue que o filho seja verdadeiramente outro, autônomo e solidário.

Jesus comparou a sua ressurreição com a experiência de ser mãe. Na véspera de morrer, ceando com sua comunidade, disse:

Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque chegou a sua hora. A criança nasce e a mãe nem se lembra mais da dor, pelo prazer de ter dado ao mundo um novo ser humano. Assim também, agora, vocês estão tristes, mas hei de vê-los outra vez. Então, o coração de vocês se alegrará e ninguém lhes tirará essa alegria.