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Será que posso confessar o meu segredo?...
Eu não quero mais sofrer, ter medo, esse amor é
coisa estranha que floresce e dá lugar, há uma força
que move montanhas...
É doce em pleno mar.
O amor que vem de nós dois...
Esse amor que deixa a dor pra depois.
Quando o sol se pôs, não deu mais pra esperar...
Você veio pra mim.
Eu nasci pra te Amar!

Meu Deus, a Ti eu agradeço a bênção maravilhosa, a infinita graça com que me agraciaste, e que vive e dá pelo nome de Mãe. A minha é a mais sublime das mães, e a mais extraordinária das mulheres!

Por ela eu existo, por ela eu vivo, e a ela tento honrar diariamente com minha humilde existência, meu eterno amor, minha profunda admiração e orgulho. Eu Te agradeço, meu Deus, pela mãe maravilhosa que eu tenho!

Enquanto a noite vai chegando, passando por nós sem darmos conta, eu penso em nosso amor e em como sou feliz do seu lado. Somos almas gêmeas, feitos um para o outro, como se tivéssemos nascido para ficarmos juntos. E a cada dia que passa, descubro algo de novo sobre você e me apego ainda mais.

Sinto que você nunca me vai deixar e eu própria seria incapaz de fazer isso com você. O caminho que nós os dias começamos, é o mesmo no qual iremos continuar eternamente. E nele iremos viver momentos de paixão, descobrir a felicidade em cada curva e continuar sonhando sem limites.

Somos iguais, mas não em defeitos e virtudes. Iguais porque lutamos pelos mesmos objetivos, nos complementamos em várias facetas da vida e nos apoiamos mutuamente em todas as ocasiões. Por tudo isso, você já faz parte de mim, daquilo que sou. Eu te amo de coração.

Feliz Ano Novo!
Adeus ano velho!
Que tudo se realize, no ano que vai nascer!
Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender!
Feliz Ano Novo meu amor!

Quando pequeno, papai lutava com alguma dificuldade para manter a família, pois éramos cinco filhos, todos pequenos.
Como estávamos sempre a desejar um carrinho, como os filhos dos vizinhos tinham, ele, economizando um pouco, comprou-nos um esclarecendo que pertenceria a todos.
Ficamos muito contentes mas, em breve, estávamos brigando, cada qual julgando ter primazia para usar o brinquedo.
Não podendo adquirir um carrinho para cada filho, certo dia, depois de uma das nossas muitas discussões, ele chamou-nos para conversar. – Vocês estão se desentendendo por causa do carrinho e isso não é bom. Mas há um meio de resolver o problema. Durante uma semana o carrinho vai pertencer apenas a um de vocês. Os demais se ocuparão dos trabalhos da casa, auxiliando sua mãe. Aquele que estiver com o carrinho poderá empregar o tempo do modo que quiser...
O plano não nos pareceu mau e, quando fizemos o sorteio para saber quem ficaria com o brinquedo em primeiro lugar, fui o contemplado. Fiquei muito satisfeito, mas nos dias que se seguiram percebi que brincar sem os companheiros era terrivelmente monótono. Trabalhando juntos, os meus irmãos pareciam mais contentes e felizes do que eu.
Confessei-lhes o que estava sentindo e decidimos conversar outra vez com papai. – E vocês, sentem-se satisfeitos trabalhando sem o Juca?
Meus irmãos responderam que não. Além do trabalho ter-se tornado mais árduo, eles sentiam falta da minha companhia.
– Então, disse meu pai depois de pensar um pouco, por que vocês não resolvem o caso da seguinte maneira: antes vocês realizam, juntos, as tarefas da casa. Com o tempo que restar, pois o trabalho ficará reduzido, poderão brincar à vontade com o carrinho. Que tal a ideia?
Achamos que a solução era ótima. Começamos a trabalhar juntos, auxiliando-nos uns aos outros e, depois de tudo terminado, corríamos para o carrinho, usando-o para brincadeiras em grupo. Acabaram-se as brigas e até hoje eu e meus irmãos mantemos vivo esse espírito de cooperação e camaradagem.