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Hoje organizei meus sonhos em sequência e prioridades
descartei amores duvidosos, amores feitos de promessas
camuflados sob o manto do amanhã que nunca acontece
por medo, covardia, comodismo, insegurança ou... Sei lá.

Não quero mais enigmas que devoram minhas expectativas
nem a face enrugada da tristeza refletida no meu espelho.
Quero recriar a canção da minha vida em notas de alegria
e resgatar o projeto original da menina que era feliz e sabia.

Hoje eu disse adeus às promessas construídas em séries
e abandonei as utopias feitas em cerâmica que trincaram.
Não mais emprestarei minha alma a moldes disformes
nem usarei as lágrimas para umedecer o barro sem arte.

Não quero o martírio de um paraíso do outro lado do muro
nem o mapa para que eu siga pistas de potencial vitória
quero a felicidade beijando minha boca com sofreguidão
e o amor presente fazendo bagunça no meu coração.

Deus cuida de mim quando mais ninguém está por perto. Assim como um pai que senta o filho no seu colo, Ele está sempre disponível para me ouvir e eu sei que entende até os meus sentimentos mais difíceis de expressar.

Posso não ouvir respostas aos meus pedidos, mas eu as sinto na minha vida, todos os dias e em qualquer lugar. Somente Deus consegue ser um Pai perfeito e um Amigo leal ao mesmo tempo.

A casa da Joaninha
fica bem vizinha à minha.
Vou lhe fazer uma visita
porque moramos bem pertinho.

Toc, toc, toc
(bato à porta
porque não tem campainha).
"—Aqui é sua vizinha,
Dona Baratinha,
vim fazer suas unhas!"
Ela responde enfadonha:
"— Pode entrar, estou no banho!
Falta secar minhas asinhas!
Espere só um minutinho."

"— Não tenha pressa - eu replico -
vou esperar na cozinha
que é meu local preferido."

E fiquei ali sozinha,
comendo um pedaço de sonho
e assistindo desenho.
Acabou me dando um
Soninho

Eu gosto de você porque você me faz gostar de mim. Porque, quando eu estou com você, sinto como se tudo fosse possível, como se não houvesse nada errado ou fora do lugar. Você me faz tão bem, faz me sentir confiante e me faz completa. Eu gosto de você porque você está mais presente em mim do que eu imaginava.

Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava à mesa
para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca,
deixava sempre cair um bocado pelos cantos.
O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho
se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e - o que era pior - nem lhe
davam bastante.
O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.
Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com
ele, que não disse nada, só suspirou.
Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha que comer.
Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de oito anos, estava
brincando com uns pedaços de pau.
- O que é que você está fazendo? - perguntou o pai.
O menino respondeu:
- Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.
O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o
avô de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava
alguma coisa, ninguém dizia nada.