Querida sogra do meu coração, hoje eu quero desejar a você um dia lindo e preenchido pelos mais ilustres e sinceros sorrisos, grandiosas homenagens e muita alegria no coração. Feliz aniversário!
Em você, querida sogra, encontrei o carinho de uma mãe e o conforto de uma amiga. Você é um exemplo de mulher, mãe e esposa, uma pessoa maravilhosa que eu adoro, respeito e admiro muito. Muitas felicidades!
Pai, há tanto tempo você está longe de mim. Sei que a vida tem razões que a razão desconhece, mas o sentimento também nem sempre tem explicação. Mesmo com a ausência e a distância eu amo muito você, papai.
Eu nunca vou esquecer os momentos felizes que passamos juntos. Você marcou uma das épocas mais felizes da minha vida. Você está presente nas minhas memórias mais remotas e nas lembranças mais felizes.
Pai, espero que um dia possamos voltar a nos reaproximar, espero que um dia você volte a viver mais perto de mim, mas eu quero que você saiba que o meu coração nunca saiu de junto do seu.
Eu te amo e tenho muitas saudades, pai!
Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.
Simples, rápido! E quanta força!
Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo. Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.
Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.
Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.
Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.
É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.
Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.
Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"
É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.
É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.
Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.
O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.
E fala alto.
É quando ninguém bate à nossa porta,
não há emails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem.
Martha Medeiros
Talvez para você o dia de casamento seja um momento de sonho, minha filha, uma festa que você espera que aconteça uma só vez na vida. Apesar de eu estar entusiasmado com tudo o que se vai suceder nesse dia tão lindo, há uma parte de mim que estará também triste. Você sempre será a minha princesa e, por isso, vai doer ver você ir embora.
Aceito que isso faça parte do ciclo da natureza e desejo acima de tudo que você consiga a sua felicidade. Estou muito orgulhoso de você!
Me definir é muito difícil. Às vezes pareço comum, às vezes singular. Sou bem assim: metamorfose ambulante. Adolescente em crise. Crises. De tudo o que você imaginar. O que mais valorizo no mundo? Amigos. O melhor sentimento? Felicidade. O melhor verbo? Amar. Conheço uma parte de uma frase, não sei o autor, mas ela define bem quem sou: viver é tentar ser feliz. É o que faço: vivo. E sim, me considero uma pessoa feliz, apesar de tudo. Depois de uma queda? Levanto e sigo em frente. Já desisti de contar os mil e um foras que dou. Vivo em busca de muitas coisas, mas já possuo a principal delas: a alegria. Uma companhia? Livros. Algo que te alegra? De novo os preciosíssimos amigos.
Bom, termino as ridicularidades desta minha descrição breguíssima com uma pergunta minha, e uma resposta fantástica, que se encaixa perfeitamente no meu caso.
Quem sou eu?
"Eu sou uma pergunta"
Clarice Lispector