São os homens os produtores das suas representações, das suas ideias, etc.; mas os homens reais agentes, tais como são condicionados por um desenvolvimento determinado das suas forças produtivas e das relações que lhes correspondem. A consciência não pode ser coisa diversa do ser consciente e o ser dos homens é o seu processo de vida real.
Desde o início que pesa uma maldição sobre "o espírito", a de estar "manchado" por uma matéria que se apresenta aqui sob a forma de camadas de ar agitadas, de sons, de linguagem em suma. A linguagem é tão velha quanto a consciência - a linguagem é a consciência real, prática, existente também para outros homens, existente também igualmente para mim mesmo pela primeira vez, e, tal como a consciência, a linguagem só aparece com a necessidade, a necessidade de comunicação com os outros homens. (...) A consciência é portanto, desde início, um produto social, e assim sucederá enquanto existirem homens em geral.
Karl Marx
Era tão bom quando você morava aqui pertinho, eram os melhores dias você sempre estava comigo, sempre me ajudava em tudo, até que um dia você teve que se mudar...
Sinto muita saudade daquela época, mas não quer dizer que porque você se mudou, que a nossa amizade vai acabar, não é? Pois amizade verdadeira nunca acaba! Te amo muito amiguinha e estou aqui sempre, mesmo longe, viu?
Eu tinha medo, eu tinha medo do escuro, eu tinha medo da solidão, tinha medo de morrer. Eu costumava ter calafrios, imaginava fantasmas e não via as tragédias no telejornal. Eu era muito supersticiosa, não passava debaixo de escadas, fugia de gatos pretos e tinha medo da lua cheia.
E andava cheia de amuletos da sorte, e tinha medo de sonhar, de desejar algo e esse desejo não se realizar. Tinha medo de ouvir a minha voz, de dizer em voz alta o que queria. Tinha medo de amar, tinha medo de sofrer. Eu vivia escondida do mundo, debaixo da minha cama. Eu tinha medo do mundo.
Mas um dia percebi que já estava vivendo o meu maior medo: a minha vida estava passando e eu não estava vivendo. Eu já estava morrendo sem ver. Eu tinha medo de "nãos", e não percebia que não lutava pelo "sims". Percebi que na verdade estava vivendo com medo da vida, em vez de ter medo da morte. Foi aí que resolvi viver!
Eu sei que coração de mãe é grande e que sabe perdoar. E você além de minha mãe é uma pessoa boa e muito generosa. Graças a você e à maneira carinhosa e dedicada como você me criou, eu sou capaz de aprender com os meus erros.
Mãe, eu quero lhe pedir desculpas! Eu preciso que você saiba como eu me sinto mal por ter feito você sofrer. Nunca foi minha intenção fazer nada para a magoar ou a decepcionar, mas às vezes nos enganamos nas escolhas que fazemos na vida.
Eu quero que você saiba que é muito importante para mim, e que eu não posso viver longe de você. Eu preciso do seu amor e do seu abraço para me sentir mais seguro e mais forte. Você me conhece melhor do que ninguém, sabe quem eu sou, e sabe que eu mereço uma segunda chance.
Eu te amo muito, e já tenho muitas saudades!
Mesmo que você não possa amar a seus inimigos, ame pelo menos a você mesmo. E use esse amor por você mesmo para não permitir que seus inimigos controlem a sua felicidade, a sua saúde e a sua vida.
Quando você odeia seus inimigos, está dando a eles poder sobre você mesmo: sobre seu sono, seu apetite, sua pressão arterial, sua saúde, sua felicidade.
Passar dias e noites se preocupando em como desforrar-se deles, arquitetando vinganças mirabolantes, só faz mal a você mesmo. O seu ódio não causa efeito a eles, mas faz com que seus dias e suas noites se transformem em verdadeiros infernos.
Um meio para acabar com esse sentimento ruim e devastador é perdoar seus inimigos e esquecê-los. Para chegar a isso, passe a dedicar-se a alguma coisa infinitamente maior do que o mero desejo de vingança.
E, para cultivar uma atitude mental que traga paz e felicidade, lembre-se desse princípio: nunca procure vingar-se de seus inimigos porque, se o fizer, vai ferir mais a si mesmo do que a eles. não desperdice um minuto sequer falando ou pensando em pessoas que não o agradam.