Meu eterno Chefe, infelizmente chegou a minha hora de ir embora desse emprego, mas nada irá nos separar, nem mesmo a distância. De todos os empregos que eu passei, você foi o melhor chefe do mundo. A minha maior vontade, é que no próximo emprego que estou indo, o meu chefe seja igual a você.
Obrigada pelos aprendizados, obrigada por valorizar os meus esforços, obrigada por me fazer aprender com vários erros, obrigada por me fazer feliz trabalhando. Quero que você saiba também, que você me ajudou bastante na minha carreira, e a única coisa que eu tenho que fazer é te agradecer por isso.
Eu vou está sempre aqui, o que precisar eu vou fazer o máximo para te ajudar. Continue assim meu chefe, pois você é o melhor de todos.
Te adoro demais.
Tempo voraz, corta as garras do leão,
E faze a terra devorar sua doce prole;
Arranca os dentes afiados da feroz mandíbula do tigre,
E queima a eterna fênix em seu sangue;
Alegra e entristece as estações enquanto corres,
E ao vasto mundo e todos os seus gozos passageiros,
Faze aquilo que quiseres, Tempo fugaz;
Mas proíbo-te um crime ainda mais hediondo:
Ah, não marques com tuas horas a bela fronte do meu amor,
Nem traces ali as linhas com tua arcaica pena;
Permite que ele siga teu curso, imaculado,
Levado pela beleza que a todos sustém.
Embora sejas mau, velho Tempo, e apesar de teus erros,
Meu amor permanecerá jovem em meus versos.
William Shakespeare
Um brinde ao acaso. Um brinde ao que deu certo, ao que não deu em nada. Um brinde ao caminho incerto, à pessoa errada. Um brinde à tudo que acontece, um brinde ao que nunca vai acontecer. Tudo que mudou, e a tudo que nunca vai mudar.
Eu só quero poder acordar todos os dias e saber que você está do meu lado para me aquecer enquanto há frio lá fora, só quero que você me acorde aos beijos e me e encubra de carinhos. Eu só quero poder acordar, e olhar esse teu lindo rosto deitado sob meu travesseiro.
Quando ela dorme, como dorme a estrela
Nos vapores da tímida alvorada,
E a sua doce fronte extasiada,
Mais perfeita que um lírio, e tão singela,
Tão serena, tão lúcida, tão bela,
Como dos anjos a cabeça amada,
Repousa na cambraia perfumada,
Eu velo absorto o casto sono dela.
E rogo a Deus, enquanto a estrela brilha,
Deus que protege a planta e a flor obscura,
E nos indica do futuro a trilha,
Deus, por quem toda a criação se humilha,
Que tenha pena dessa criatura,
Desse botão de flor - que é minha filha.