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A uma mulher foi concedida a permissão de ver tanto o céu quanto o inferno, ainda em vida. Ela escolheu começar a visita pelo Inferno. Para sua grande surpresa, descobriu que o inferno era uma imensa reunião de pessoas em um banquete que se perdia de vista.

Ela viu mesas e mais mesas abarrotadas com as mais finas iguarias, com as pessoas sentadas em volta delas.

Contudo, as vozes das pessoas eram uma cacofonia de lamentações e queixumes angustiados. Ela tentou descobrir o sentido do que acontecia e chegou à seguinte conclusão: aquilo era o inferno porque a provisão infindável de iguarias acaba por tornar-se entediante, e todas as pessoas que lá estão passam pelo sofrimento de uma aula sem fim sobre a futilidade dos desejos materiais.

Mas, à medida que se acostumava com o alarido e com o quadro diante de seus olhos, ela percebeu que sua conclusão estava errada. Ela percebeu que os talheres e demais utensílios de mesa eram tão compridos que, tentassem as pessoas o quanto pudessem, não eram capazes de trazer comida até a boca. E se tentassem pegar o alimento com as mãos, estes sumiam por entre seus dedos... Ela então compreendeu porque aquilo era o inferno: toda a abundância não trazia nenhum bem para as pessoas.

Com um misto de tristeza e esperança ela então se dirigiu para o céu: certamente lá as coisas seriam diferentes!... Mais uma vez, para sua surpresa, ela se deparou com a mesma cena; fileiras de mesas repletas com deliciosas culinárias e os mesmos talheres compridos. Mas ela notou duas coisas: ninguém tentava pegar a comida com as mãos, e não havia gemidos nem lamúrias. Ao contrário, todos riam e se regozijavam, divertindo-se a valer. Ali, elas davam de comer umas às outras, revelando a importância do amor ao próximo e do trabalho em equipe.

Rabino Haim

Saudade é reviver cada momento,
sentir as mesmas emoções
sem cogitar que tudo se passou há tanto tempo.
Saudade é acordar de manhã,
e ter para o ente amado o primeiro pensamento e os demais,
que vão invadindo a mente pelo resto do dia.

Saudade é envidar todos os esforços para esquecer
sem contudo perder a mania
de retomar os restos tangíveis que permaneceram,
com os olhos marejados
e descobrir que estes "restos tangíveis" estão vivos
aconteceu que ele não partiu,
não traiu ou morreu e que,
a qualquer momento,
não importa se aqui ou além se nesta ou em outra vida,
Retomaremos o trajeto interrompido pelo revés inesperado e estaremos de novo caminhando lado a lado !

Quando olhamos para o nosso horizonte, não estamos vendo apenas uma paisagem, mas também o lugar onde podemos chegar. Não existem impossíveis para quem encara a vida com ousadia e nunca tem medo de arriscar.

As grandes conquistas sempre começam no coração dos grandes aventureiros. O futuro está nas nossas mãos e agora é o tempo de não ficar parado.

Talvez não existam palavras suficientes e significativas que me permitam agradecer você com justiça, com o devido merecimento. Sua ajuda e seu apoio foram para mim de valor inestimável, mas é tudo o que me resta. Apenas posso me expressar através da limitação de meras palavras, e com elas lhe prestar esta humilde, mas sincera, homenagem.

Muito obrigado! Com todo o carinho e de coração eu lhe agradeço, e pelo resto da minha vida lhe agradecerei!

Em razão das drogas, um bebezinho negro foi abandonado por sua mãe em uma caixa de papelão que estava em um lixão próximo a sua casa..
O bebezinho passou toda noite chorando de frio, fome e pelas picadas dos insetos. Na manhã seguinte, o caminhão do lixo chegou e enquanto um coletor carregava o lixo até o caminhão, o outro apertava o botão que prensava todo aquele lixo. Enquanto conversavam, o coletor de lixo pegou aquela caixa de papelão e colocou no caminhão...
De repente, um grito: - Pare! Desligue a prensa! Eu ouvi um choro de bebe... A partir deste instante, o bebe foi levado para o hospital e foi muito bem tratado... Havia neste hospital, uma Assistente Social branca, que se apaixonou por aquele bebezinho negro todo sofrido e desamparado...
Tempos depois, ela conseguiu adota-lo, embora ela já tivesse uma filha de 5 anos de idade. O Tempo passou... passou.. e aquele bebezinho completou 5 anos. Num certo dia, ele estava brincando com sua irmã que já completava 10 anos de idade, quando, num certo momento, ela pegou nas mãos dele... olhou... olhou... e depois, olhou para a sua mão... olhou... olhou... e depois, colocou a mão dele sobre a mão dela e perguntou para o menininho:
- Você tá vendo a sua mão em cima da minha? - To sim! Respondeu ele. - Qual a diferença entre elas? Perguntou ela... O menininho olhou pra ela, e deu um sorriso e disse: - Ah, essa pergunta é fácil responder: Minha mão é a mais pequena!
A Irmã sorriu e deu um beijo nele! Você, que imaginou a resposta antes de ler, compreendeu a MORAL DA HISTÓRIA?