Ao ler tuas mensagens, Que recebo a cada dia, Traz-me força e esperança Prazer alento e alegria.
És um bom amigo Sempre com palavras de carinho Mostrando-me como é belo Ter sua amizade em meu cantinho
Na vida a felicidade, Completa-se quando se tem Um amigo de verdade E como você não há ninguém.
O bom da nossa amizade, E não ser superficial. Embora ela seja através, De um computador que a torna virtual.
Você nada sabe de mim Eu de você nada sei, Mas uma coisa e certa Grande amizade com você eu alcancei
Você me conquistou Com este jeitinho maroto De fazer prosas e versos Como se ainda fosse um garoto.
Agradeço a papai do céu Por sua sincera amizade Que sejas abençoado Por toda eternidade
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído.
Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
- Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui.
Será que não é hora de refletirmos sobre o porquê de nossas atitudes e da forma que vivemos? Poderemos ter muitas surpresas
Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento e o resultado foi a forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz: -Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. vou escrever em um pedaço de papel palavra INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz separou os dois papeis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado livrar-se da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papeis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a vibração, aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papeis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. – Mas o que você fez? E agora?
Como vamos saber qual seu veredicto? -É muito fácil, respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado.
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar e de lutar até o ultimo momento. SEJA CRIATIVO! QUANDO TUDO PARECER PERDIDO, OUSE!
Quando decidimos agir, alguns excessos acontecem. Diz um velho ditado culinário: para fazer um omelete é preciso quebrar o ovo.
Quando decidimos agir, é natural que surjam conflitos inesperados. É natural que surjam feridas no decorrer destes conflitos. As feridas passam: permanecem apenas as cicatrizes.
Isto é uma benção. estas cicatrizes ficam conosco o resto da vida, e vão nos ajudar muito. Se em algum momento -por comodismo ou qualquer outra razão a vontade de voltar ao passado for grande, basta olhar parra elas.
As cicatrizes vão nos mostrar a marca das algemas, vão nos lembrar os horrores da prisão e continuaremos caminhando para frente.
Emudeço no silêncio da sua ausência, meus olhos vivem cegados pelas lágrimas e por vezes penso que nelas me afogarei, meu filho! Devo lhe dizer o último adeus, agora que Deus chamou você de volta, mas sinto que universos de dor me esmagam o peito de cada vez que o tento...
Adeus, meu filho, adeus para sempre...
Do meu coração você jamais partirá, hoje e para sempre eu vou amar você, e com a ânsia de voltar a ver o seu sorriso eu me arrastarei até à próxima vida.