Querida sogra, desde o primeiro dia em que nos conhecemos, eu percebi o coração genuíno que você tem. O tempo foi passando e eu confirmei minhas expectativas. Por isso, quero agora agradecer por todo o carinho que sempre meu deu.
Você sempre abriu sua porta e fez da sua casa um abrigo para mim. Não esperava que esta amizade crescesse assim, mas neste momento você já é uma parte importante da minha vida.
Vamos falar francamente olhando olhos nos olhos? O que você acredita que esteja te impedindo de ser feliz? O que te falta para ficar com aquele olhar brilhante de quem está amando a vida? Quem roubou o seu sorriso? Por quê você não anda dormindo gostoso?
Quem te colocou limites? Qual é o limite do amor, das conquistas pessoais, dos bens materiais? Quem disse que devemos ficar nos lamentando por alguém que se foi? Quem falou que só amamos uma vez, só podemos ter um carro, uma casa, uma roupa, um amigo?
Eu acredito que cada ser carrega em si as forças necessárias para construir um mundo inteiro. E tem mais, cada indivíduo é responsável apenas pela sua felicidade e é através de sua realização que o próximo poderá receber mais carinho, mais amor, mais ajuda espiritual e até material.
Veja que responsabilidade a sua! Ser feliz então não é mais uma meta é uma necessidade básica e você pode começar agora mudando esse pensamento que te limita...
Essa história de "coitadinho de mim", ninguém me entende, nunca vou ser feliz, é tudo invenção da inveja que sentem de você. Acorda, levanta a cabeça e grita bem alto:
Eu sou um ser privilegiado, tenho tudo que preciso para conquistar o mundo. Ah!, me faz um favor: dá um sorriso vai!
E se... DEUS não pudesse gastar tempo nos abençoando hoje porque não pudemos gastar tempo agradecendo-Lhe pelo ontem
E se... DEUS decidisse parar de nos dar amanhãs porque não fizemos Sua vontade hoje
E se... Nunca víssemos outra flor se abrir porque reclamamos quando DEUS enviou a chuva
E se... DEUS não caminhasse conosco hoje porque deixamos de reconhecê-lo
E se... DEUS não enviasse Seu filho unigênito porque Ele queria que estivéssemos preparados para pagar o preço pelo pecado
E se... DEUS retirasse Sua mensagem porque deixamos de ouvir o Seu mensageiro
E se... DEUS deixasse de nos amar e se importar conosco porque deixamos de amar e nos importar com os outros
E se... Deus não nos ouvisse hoje porque não quisemos ouvi-Lo ontem
E se... DEUS atendesse às nossas dificuldades da mesma maneira como atendemos as necessidades de nosso irmãos
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic! – Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz. Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu: – Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu: – Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo: onde compraria a paz? O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
– Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não aguento mais de fome. Pode me dar algo para comer? – O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? – pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema. – Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente. – Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
– Mas se eu tirar o coração, como posso viver? – pergunta o garoto, confuso. – Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos! Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa. – É verdade? – pergunta Washington – puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
É de você. É de nós. É disso que eu ando precisando. É disso que eu preciso todos os dias depois que te conheci. É isso o que eu quero cada vez mais, todos os dias depois que te conheci.