Nos momentos de dor e tristezas, está difícil suportar o aperto no peito? Procure o conforto da oração, o contato com Deus em seu coração.
Deus está disposto a ouvir. Quando você O procura, Ele mansamente envolve sua Alma em luz e paz. Ele oferece a você condições de vencer suas limitações e dificuldades.
Ele lhe dá forças para enfrentar os obstáculos e ilumina sua mente para que encontre as soluções necessárias para os problemas. Na oração, entregue-se de corpo e alma, silencie sua mente e sinta-se capaz de ouvir o seu coração.
A confiança começará a envolvê-lo e você poderá, mais claramente, identificar os caminhos a tomar.
Deixe Deus entrar em seu coração. Ele está à porta só esperando que você a abra e O convide para morar com você.
Essa convivência vai operar maravilhas em sua vida.
Ficamos sempre muito ocupados em procurar respostas às perguntas que consideramos importantes para compreender o sentido da vida. É muito mais importante viver plenamente, deixar que o próprio tempo se encarregue de nos revelar os segredos de nossa existência. Se nos ocupamos demais em encontrar um sentido, não deixamos a natureza atuar, e nos tornamos incapazes de ler os sinais de Deus.
Num remoto bar da Espanha, perto de uma cidade chamada Obite, existe um cartaz escrito pelo dono:
"Justamente quando consegui encontrar todas as respostas, todas as perguntas tinham mudado".
Paulo Coelho
Porque às vezes um abraço é capaz de dizer mais que muitas palavras, aproveite todas as oportunidades para abraçar aqueles que ama!
Em tempos atrás viviam duas crianças, um menino e uma menina, que tinham entre quatro e cinco anos de idade. O menino chamava-se Amor e a Menina Loucura.
O Amor sempre foi uma criança calma, doce e compreensiva. Já Loucura era muito emotiva, passional e impulsiva, enfim, do tipo que jamais levava desaforo para casa. Entretanto com todas as diferenças as crianças cresciam juntas, inseparáveis. brincando, brigando... Mas houve um dia em que o Amor não estava muito bem, e acabou cedendo às provocações de Loucura, com a qual teve uma discussão muito feia.
Ela não deixava nada barato, estava furiosa como nunca com o Amor, começou a agredi-lo, mas não só verbalmente como de costume. A menina estava tão descontrolada que agrediu o garoto fisicamente e, antes que pudesse perceber, arrancou os olhos do Amor.
O Amor sem saber o que fazer, chorando foi contar à sua mãe, a deusa Afrodite, o que havia ocorrido. Inconsolada, Afrodite implorou à Zeus que ajudasse seu filho e que castigasse, Loucura. Zeus, por sua vez, ordenou que chamassem a garota para uma séria conversa.
Ao ser interrogada a menina respondeu como se estivesse com a razão que o Amor havia lhe aborrecido e que foi merecido tudo o que aconteceu. Embora soubesse que não fora justa com seu amigo, a menina que nunca soube se desculpar concluiu dizendo que a culpa havia sido do Amor e que não estava nem um pouco arrependida.
Zeus, perplexo com a aparente frieza daquela criança disse que nada poderia fazer para devolver a visão do Amor, mas, ordenou que Loucura estaria condenada a guiá-lo por toda a eternidade estando sempre junto ao Amor em cada passo que este desse. E até hoje eles caminham juntos, onde quer que o Amor esteja com ele estará Loucura, quase que fundidos numa só essência. Tão unidos que por vezes não se consegue definir onde termina o Amor e onde começa a Loucura.
E também por isso que usa-se dizer que o Amor é cego. mas isso não é verdade, pois o Amor tem os olhos da Loucura.
Se o povo for conduzido apenas por meio de leis
e decretos impessoais e se forem trazidos à ordem
apenas por meio de punições, ele apenas procurará
evitar a dor das punições, evitando a transgressão por
medo da dor.
Mas se ele for conduzido pela virtude e trazido à ordem
pelo exemplo e pelos ritos em comum, ele terá o sentimento
de pertencer a uma coletividade e o sentimento de vergonha
quando agir contrário a ela e, assim, bem se comportará de
livre e espontânea vontade.
Confúcio