Família é um grupo complicado, quando nascemos já estão todos lá, que simplesmente nos é dado, sem o direito de fazer qualquer troca ou reivindicação. Apesar disso, são os nossos primeiros amigos, nossa primeira companhia, são aqueles que nos ensina e fica extremamente feliz quando damos os primeiros passos ou dizemos as primeiras palavras. Aprendemos algo interessante com cada um deles, seja grande ou pequena, devemos sempre dá muita importância para nossa família, pois independente do que aconteça, são pessoas que levaremos até o fim de nossas vidas. Mesmo com todos os conflitos e até algumas brigas, em pouco tempo fica tudo resolvido como se nada tivesse acontecido. O relacionamento nunca será fácil, muito menos perfeito, pois apesar das similaridades são pessoas de várias idades, que viveram experiências diferentes e com visões também diferentes sobre os diversos pilares da vida. Portanto, aproveite cada particularidade dos seus familiares e acrescente sabedoria para sua vida, agarre os ensinamentos dos mais velhos e passe para os mais novos, sem esquecer o mais importante, que é amar sua família incondicionalmente.
Entre altos e baixos, nem sempre somos gratos por tudo que a vida nos oferece, algumas vezes nos perguntamos por que merecemos ter que passar por determinada dificuldade. Uma coisa é certa, não podemos mudar o passado, mas podemos olhar para nossos problemas de uma maneira diferente.
Passe a encarar as dificuldades como uma oportunidade de viver algo novo, uma vida diferente sem mais a presença daquela dificuldade. Consiga forças para solucionar todos os problemas como se a cada vitória sua vida fosse renovada, como o passar de uma página em um livro, com uma folha repleta de novidades.
Não tenha medo da possibilidade de uma nova vida, somos seres completamente adaptáveis, prontos para o inesperado. Ganhe coragem e abrace todas as oportunidades, pois na próxima página do livro, pode aparecer algo surpreendente e muito positivo.
Meu amor, hoje celebramos 9 anos de casamento, mas ao seu lado eu não conto o tempo, mas sim tudo o que vivo e aprendo. Pois desde que compartilho minha vida com você descobri que todos os dias quero ser uma pessoa melhor, e por você tenho aprendido muito e feito coisas maravilhosas.
Você trouxe felicidade, amor e outros lindos sentimentos para minha vida, mas também fez aparecer o melhor de mim. Hoje sou melhor que ontem e amanhã quero ser ainda mais, e tudo porque você existe.
Amo você, amo nossa vida, e estes nove anos foram os melhores de toda minha vida. Feliz aniversário de casamento!
Dava tudo para ter você por perto! É difícil, a distância provoca saudade, sabe? Viver longe de você, querida neta, levanta questões sobre como viver realmente; o que de verdade interessa?
É que não ter as pessoas que amamos junto, é sobreviver, é agarrar a esperança que um dia vou ter seu abraço sempre que desejar. Quero que saiba que sinto muito sua falta, mas tenho certeza que tudo tem seu sentido, sua lógica. Beijo com muito amor!
A viúva Dona Adélia Fora linda e muito rica, ajaezada de joias na fazenda de Benfica. Mas tudo via em mudanças, desde a morte do marido: Fazenda, granjas e terras, tudo ela havia perdido. Tinha dois filhos adultos, Liberato e Constantino. O primeiro – jogador. o segundo – libertino.
Gastavam dinheiro a rodos, sob avais e mais avais. Quando a viúva acordou, tinha assinado demais. Perdera fazenda e terras, as joias que possuía, todo o crédito bancário e a casa de moradia...
Os dois filhos lhe arranjaram duas estreitas salinhas onde moravam com ela um gato e duas galinhas. Comiam do que lhes dessem, por simpatia e bondade, as pessoas de visita, em nome da caridade.
Os filhos, porém, notaram que ela guardava, com gosto, um cofre, sob disfarce, num travesseiro bem posto. Certo dia, com malícia, perguntou-lhe o Liberato: -"Mãezinha, o que há no cofre, que recebe tanto trato?"
Ela apenas respondeu, mostrando certo cuidado: -"Neste cofre, tenho o resto do meu dinheiro guardado." Desde esse dia, a viúva teve os filhos ao redor. Ela, as galinhas e o gato comeram muito melhor.
Vários anos se passaram, com melhoria e regalo: os filhos olhando o cofre e ela, sempre a resguardá-lo. Em luminosa manhã, os moços, abrindo a porta, estremeceram de susto: Dona Adélia estava morta!
Guardaram o cofre, às pressas, trouxeram médico e gente... e, ao fim do dia, lhe deram funeral sóbrio e decente. Ambos, sozinhos, à noite, abriram o cofre, enfim... O cofre só tinha conchas e um bilhete escrito assim:
"Filhos do meu coração, meus filhos que tanto amei: Perdoem se nada tenho! Tudo o que eu tinha, eu lhes dei... Mas agora, se desejam ouro e mais ouro a rolar, aceitem o meu conselho: Cada um vá trabalhar!"