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Se você me encontrar pelas ruas
Não precisa mudar de calçada
Pense logo que somos estranhos
E que nunca entre nós houve nada

Não precisa baixar a cabeça
Pra não ver os meus olhos nos seus
Passarei por você sem rancor sem lembrar
Que entre nós houve adeus

Nossos sonhos são tão diferentes
Que o remédio é mesmo deixar
Que esse amor se desfaça com o tempo
Sem que seja preciso chorar

Entre nós não há culpa nem mágoa
O destino assim escreveu
Poderemos achar noutros braços
Este amor que entre nós não viveu

Para que serve a inimizade, senão para afastar as pessoas dos seus próprios espíritos, para se distanciar de quem poderia ser um guia que o leve às estrelas? Para que serve o ódio se o perdão é tão próximo quanto o calor de um sol tão distante? Para que serve o desprezo, se o amor pode galgar caminhos mais serenos e mais úteis que a arrogância? Para que serve a guerra senão para dividir o mundo, enquanto a paz pode, na pior das circunstâncias, unir todos os povos? Pare pra pensar que nós somos seres que estamos de passagem pelo mundo, que devemos muito mais à natureza do que ela a nós, que precisamos tanto mais de perguntas quanto de respostas e obviamente somos mais minúsculos do que a mesquinhez que apenas cega nossa diferença perpendicular às outras coisas. Olhe a amplidão e contemple a liberdade de respirar os sonhos antes da última morada.

A preocupação é como a cadeira de balanço: mantém você ocupado, porém, não o leva a lugar algum.
Conta-se que um doente de um hospital psiquiátrico permanecia com o ouvido encostado na parede.
A enfermeira, um dia, perguntou-lhe: que você está fazendo aí?
Silêncio! Cochichou o doente, acenando para que a enfermeira também encostasse o ouvido na parede.
A enfermeira concordou e permaneceu ali durante uns minutos, prestando atenção: Não estou ouvindo nada, ela disse.
Eu também não, replicou o doente com a testa franzida. É assim o dia inteiro!...
As pessoas que se preocupam com cada detalhe de sua vida são como este paciente. Umas se preocupam com o que poderia ter sido dito, outras com o que foi dito.
Algumas se preocupam com o que poderia acontecer.
Outras com o que não aconteceu, mas deveria ter acontecido.
Há ainda as que se preocupam com o futuro.
Com quem será que vou me casar?
Até que idade vou viver?
Será que um dia meu marido (ou esposa) me trairá?
Outras se afligem com o que fizeram no passado e com as consequências disto.
Deus não nos criou para termos uma vida que é um fardo, Ele quer que tenhamos vida abundante, tanto na mente, como no corpo e no espírito.
Assim como uma flor, fomos criados para florescer, e não para murchar na videira.
Então preocupe-se menos e viva mais cada momento, pois ele é único e não irá se repetir...

Tanto por algo que se chama felicidade
Que nesta busca não percebemos o
Quanto somos felizes, sonhamos tanto com o
Impossível, que não vemos quanta coisa
Ainda é possível!
Refletir!

Você é a grande testemunha do passo importante que dei na vida – meu matrimônio! Nunca tive dúvida que deveria ser você a madrinha do meu casamento, e felizmente você aceitou.

Acredite que isso representou muito para mim. Você é um exemplo de pessoa para mim, uma mulher completa. Na verdade, para tudo ser perfeito você teria de estar lá do nosso lado. Agradeço por tudo, amiga!