Um homem perguntou a um sábio:
- Senhor, tu que és sábio, podes dizer-me o que é felicidade?
O filósofo respondeu:
- Nunca poderia dizer-te. Posso indicar-te apenas o caminho que te levaria até ela.
- Senhor, ficaria eternamente agradecido se fizesses este favor...
O homem em sua sabedoria disse:
- Pois bem: olha para frente! O que vês?
- Vejo o mundo senhor.
- Olha mais!
Concentrando sua atenção, falou:
- Vejo campos, serras, nuvens nos céus, bois pastando...
O sábio insistiu:
- Olha mais!
- Nada mais vejo, senhor. Palavra, não vejo nada mais do que te disse.
O filósofo, que entendia os limites da compreensão humana, respondeu:
O segredo está em permitir que teu coração reconheça a felicidade naquilo que teus olhos veem.
Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu. então ficou impossível recuperá-lo. O homem tranquilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou: - Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu - De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
Às vezes na vida nos deparamos com inesperados presentes em forma de pessoas, e nelas acabamos por achar o que precisamos, e o que nem pensamos vir a precisar.
Foi assim com você, minha nora, e o que poderia não ter passado de um relacionamento normal entre sogra e nora, se transformou em uma grande amizade.
Obrigada, minha querida, pois em você fui encontrar o apoio e a força que tanto precisei no meu pior momento. Adoro você, minha querida, e lhe agradeço de coração por tudo!
Um velho melro encontrou um miolo de pão, e saiu voando com ele. Ao ver isso, os pássaros mais jovens correram para atacá-lo. Diante do combate iminente, o melro largou o miolo de pão na boca de uma serpente.
Pensando consigo mesmo:
- Quando se está velho, a gente vê a vida de outra maneira: Perdi meu alimento, é verdade, mas posso encontrar outro miolo de pão amanhã.
- Entretanto, se insistisse em carrega-lo comigo, eu iria deflagrar uma guerra no céu. O vencedor passaria a ser invejado, os outros se armariam para combate-lo, O ódio encheria o coração dos pássaros, e tal situação podia durar por muito tempo.
A sabedoria da velhice é essa: saber trocar as vitórias imediatas pelas conquistas duradouras.
Dentro de mim mora um anjo Que não é de todo perfeito Mas que enche minha vida de encanto E às vezes mal cabe no peito.
Dentro de mim mora um anjo Que mexe com todo meu ser E sua presença em meu mundo É minha razão de viver.
Dentro de mim mora um anjo Que me cativa com o olhar Me envolve com seus sorrisos Me faz mil versos criar E que se não existisse Te juro! Teria que inventar!
Dentro de mim mora um anjo Você tem que conhecer Ele é a pessoa mais linda E que está agora A me ler!