Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!
Hoje é quinta-feira e pelo ar paira um fresco aroma de esperança renovada. O final de semana está espreitando na esquina e parece que a vida sorri mais.
Boa quinta-feira para todos vocês, meus amigos! Apesar de todos esperarmos pelo final de semana, todos os dias são importantes e devem ser aproveitados em plenitude. A vida acontece enquanto esperamos ou reclamamos dela, então não deixem que ela passe por vocês e vivam ao máximo cada instante!
Tantos anos já vividos,
ainda estou aprendendo...
A fazer amor contigo...
A cada novo encontro,
sempre uma nova lição;
seus toques, beijos, carinho,
sempre uma nova emoção.
Cada vez que nos amamos,
cada vez é diferente...
cada vez que nos beijamos,
cada vez é diferente...
Um toque por traz da orelha...
no pescoço um beijinho...
o afagar nos meus cabelos...
um chupão no meu dedinho...
Suas mãos nas minhas costas...
dão um passeio constante,
que me deixa amolecido,
onde não é importante.
Seu corpo liso, cheiroso,
fica tão escorregadio...
e quando encosta em mim,
eu fico todo dengoso...
E você, tal qual amazona,
segue a noite cavalgando,
como se eu fosse um potro selvagem,
com você me dominando.
Por fim, ambos cansados,
permanecemos deitados...
tentando recuperar,
a nossa noite de sono...
Mas, quem disse que pararam,
as nossas mãos tão sapecas,
parecem duas molecas,
procurando o prazer...
naquilo que, com certeza
Está 'Por baixo do pano'
As lágrimas
que caem dos meus olhos
são como folhas despencando
de uma árvore no outono.
Perceptível para quem está próximo,
mas insignificante para o mundo.
Se queremos encontrar a paz,
primeiro precisamos nos ensinar a ficar quietos
para então nos tornarmos pacíficos.
Tornar-se pacífico é segurar as rédeas da mente descontrolada
e interromper os pensamentos incessantes.
Uma vez que temos a atenção da mente,
podemos começar a persuadi-la a nos levar ao silêncio,
um silêncio verdadeiro.
Não um lugar sem som,
mas um lugar onde possamos experimentar um senso profundo de paz
e uma consciência penetrante do nosso bem-estar.