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O nascimento de um bebê é um momento único de alegria. É uma nova vida que chega trazendo esperança e amor sem fim. Mas quando a dádiva é em dobro, a felicidade se multiplica. Parabéns pelo nascimento dos bebês gêmeos!

A responsabilidade e os cuidados serão em dobro, mas também os risos, as brincadeiras, os sonhos, a satisfação e as alegrias serão vezes dois. Vocês foram abençoados com dois tesouros de uma só vez, desfrutem de cada instante e sejam todos muito felizes!

Filha...
Queremos que saibas que o aniversário é seu, mas o presente é nosso de tê-la em nossa família e fazer parte da nossa vida!
Parabéns!
Que Deus ilumine sempre seus passos!
Beijos de toda sua família: Mamãe, Papai, Maninha e Maninho, Vovô e Vovó.

Feliz Aniversário, meu amor! Você é o marido dos sonhos de qualquer mulher. E felizmente eu sou a sua! Gostaria que a vida nunca nos separasse, pois a felicidade que sinto no coração é maior do que gigante e mais avassaladora que tempestade.

Você me realiza como pessoa e me ama de um jeito que jamais poderia imaginar na vida! Só desejo que seu dia seja tão maravilhoso como você é para mim! Te amo, meu bem!

Primeiro nossos corações se uniram e, começando a bater em conjunto, se tornaram em um só. Depois nossas mãos se apertaram uma na outra e não mais se separaram, e de duas vidas fizemos uma.

Saber que caminhamos lado a lado, na mesma direção, com o meu objetivo, é sentir em plenitude o doce sabor da felicidade, é olhar o futuro, o nosso futuro, com esperança no olhar, alegria no coração e um grande sorriso nos lábios.

Sou feliz porque tenho você do meu lado, porque a vida que é só minha a posso compartilhar e dividir com a sua que é só sua. Eu te amo! Tanto! Ao seu lado sinto que tudo é possível, que qualquer sonho se pode realizar, que não existe obstáculo impossível de ultrapassar.

Anseio pelo futuro, pelo nosso futuro, com todo o meu ser, porque amo você, porque a vida do seu lado faz todo o sentido!

Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.
Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos.
Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem sequelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara.
Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo.
Não era amor, era Melhor.