Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles.
A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitiam ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos.
Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro.
A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam, dois amigos livres para fazerem o que quisessem porém acorrentados.
Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam.
Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente.
Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência.
Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós.
O outro amigo disse, ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.
Devemos ter gosto pela vida, o que significa apreciar toda a sua exuberância e saber que existe uma única vida sob incontáveis formas.
Conhecer essa vida significa saber que o poder está no momento presente, que eu sou ela, que você é ela, que tudo isto é ela e ela é tudo o que existe.
Um poeta indiano, Rabindranath Tagore, disse: o mesmo rio da vida que corre pelo mundo corre constantemente pelas minhas veias e baila ao som de sua própria música...
É a mesma vida que grita de alegria, perfurando a terra com incontáveis lâminas de relva, e explode em agitadas ondas de flores. Ele chamou a isso o palpitar das eras dançando em meu sangue neste exato momento.
Ter gosto pela vida é entrar em contato com essa dança. É enfrentar o que vem pela frente com despreocupação e liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades que existe em cada instante.
Nele encontramos liberdade, vamos além dos condicionamentos do passado e muito além da prisão do espaço e do tempo.
Como disse Don Juan a Carlos Castañeda: Não importa qual seja nosso destino específico, desde que o enfrentemos com o máximo de abandono. Isso é desprendimento. Isso é alegria. Isso é liberdade, gosto pela vida.
Queria não ter tanto amor guardado pra você. Queria que essa dor não me fizesse sofrer. Queria que este sentimento não estivesse em meu peito. Queria dizer que já o esqueci e que a essa dor, sobrevivi. Queria dizer que encontrei a saída e que esse amor não faz mais parte da minha vida. Queria de verdade, não sentir saudade. Mas como esquecer seu sorriso? Se ele me levou ao paraíso! Como esquecer sua boca? Se ela ainda me deixa louca! Como esquecer seu olhar? Se ele me ensinou a amar! Como esquecer você? Se sem você não sei viver!
Ao coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;
E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
Parabéns, amiga! Agora você está ainda mais completa, tudo tem ainda mais força e seu coração vive ainda mais apaixonado. Estou muito feliz pelo nascimento do seu bebê! E desejo seu lar fique ainda mais apaixonante.
Nem imagino a felicidade que você está sentindo; calculo que nunca se sentiu assim tão realizada. Mas você merece, merece isso e ainda mais. Adoro você, amiga! Desfrute da sua nova vida!