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Estamos em plena Era da mediocridade.
Nunca antes se viu tantas pessoas incompetentes.
Temos uma quantidade enorme de políticos incompetentes, de médicos incompetentes, de advogados incompetentes, de policiais incompetentes, de professores incompetentes, de artistas incompetentes, de balconistas incompetentes, de pais incompetentes, etc... ufa!
Parece que somente os ladrões proliferam feito moscas e são cada vez mais competentes!
A picaretagem está à solta.
É profundamente lamentável!

Bom mesmo é encontrar alguém diferente do resto, que sabe te ouvir, que te entende, que te faz sorrir, te faz se sentir especial e que acaba te surpreendendo ao ficar quando tu já se acostumou com o fato de que o resto todo sempre vai embora.

Meu amigo, eu sei que amizade é algo que nasce e se dá gratuitamente, sem que se coloque a necessidade de retribuição ou qualquer tipo de pagamento. Você me ensinou isso também, e por esse fato ainda sinto mais gratidão a você e mais necessidade de agradecer por tudo.

Você sempre foi um amigo verdadeiro, alguém que esteve ao meu lado no bom e no menos bom. É graças ao seu apoio e incentivo que hoje cheguei onde estou, e nunca vou esquecer de tudo que já fez por mim. Minha gratidão por você é infinita e eterna, amigo!

Ao pensar em você, meu olhar se perde imaginando o azul do mar, procurando no manto sedoso do céu um vestígio do seu olhar, da sua necessária presença.

Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...