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Meu coração acordou com saudades suas! E você tão perto de mim. O amor tem coisas estranhas mesmo. Lembro de adormecer com seu rosto no meu pensamento, com seu sorriso ímpar alegrando minha noite e preparando mais um sonho inesquecível.

Eu amo você, vou amar sempre e cada novo dia mais do que o anterior. Sinto que hoje algo mágico vai acontecer! Bom dia, meu bem!

Sentimento inexplicável, indescritível e aterrador, pois só quem sofre pela dor da saudade sabe o sofrimento que ela traz...
A alma está carente, o coração machucado e os pensamentos perdidos, na ausência que você me traz, saiba que se eu pudesse...
Te mostraria que nem a quantidade de estrelas seria maior que meu amor por você, se eu pudesse...
Olharia no fundo de seus olhos e mostraria com o meu olhar o que nem mesmo todas as palavras poderiam lhe dizer sobre o que ainda sinto por você, ah... Se eu pudesse...
Talvez ainda poderia dizer com o meu sorriso a saudade que meus lábios sentem dos seus...
Mas isso tudo se eu pudesse...
Depende de você agora para diminuir essa distância entre nós dois...
Mas se você acha que tudo isso não vale a pena, eu entenderei, assim como entenderei que terei te esquecer, e, me acostumar com essa ferida que se abre a cada dia, a minha dor, a dor da saudade que sinto de você!

O verdadeiro amor nunca morre,
ele apenas adormece,
para um dia despertar mais forte!
Quem ama sofre,
quem sofre sente,
quem sente luta, quem luta vence.

Volta para mim!

Tem batalha que a gente luta, e ninguém sabe.
Tem dor que lateja de vez em quando, e ignoramos.
Tem palavra que machuca e apenas sorrimos.
Tem lágrima que implora pra sair, e desabafo que grita nos olhos.
Tem lembrança que machuca a mente, e finca como espinho no coração.
Tem coisas que machucam mais do que o primeiro tombo de bicicleta.
E no meio disso tudo, a gente só quer que alguém leia-nos, pelas entrelinhas, nos embale no peito, e sussurre que tudo vá ficar bem, ainda que tudo diga que não.
Porque só o amor cura as feridas da alma.

Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que pensa que tenho sentimento, memória, ideias? Muito bem, eu me calo. Você me vê entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Você entende que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento. Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.

Voltaire