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A maioria concorda que dizer adeus é uma das ações mais difíceis de suportar. Uma despedida de alguma coisa ou de alguém implica sempre esforço emocional, seja a despedida de algo que deixará saudades ou não. Mas tal como pode ser muito complicado, dizer adeus pode também ser muito benéfico para você.

Se há algo ou alguém que estão impedindo você de progredir, diga-lhes adeus; se há algo ou alguém ferindo você com sua presença, diga-lhes adeus; se há memórias pesando e prendendo você ao passado, diga-lhes adeus!

Às vezes parece difícil, quase impossível, deixar ir algumas lembranças, desprender-se de algumas pessoas, locais ou objetos, mas se eles apenas existem para fazerem você sofrer, diga-lhes adeus!

Diga adeus e não olhe mais para trás. Afaste-se sem pedir desculpa. Se é para seu bem, pela sua felicidade, seja forte e corte em definitivo com o que está prejudicando você! Sua felicidade é seu direito e lutar por ela é seu dever!

Receba esta mensagem com muito carinho, pois minha preocupação é sincera. Soube que você está doente e quero manifestar todo meu apoio e solidariedade para tudo que precisar.

Desejo-lhe rápidas melhoras! Você é forte o suficiente para ultrapassar esse momento menos bom e tenho certeza que em breve voltará a estar em perfeita saúde.

Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava à mesa
para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca,
deixava sempre cair um bocado pelos cantos.
O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho
se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e - o que era pior - nem lhe
davam bastante.
O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.
Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com
ele, que não disse nada, só suspirou.
Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha que comer.
Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de oito anos, estava
brincando com uns pedaços de pau.
- O que é que você está fazendo? - perguntou o pai.
O menino respondeu:
- Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.
O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o
avô de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava
alguma coisa, ninguém dizia nada.

A geografia da cidade é plana – traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que podes aparecer, de súbito, na dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão da casa.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a um ponto exato do corpo – fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho de nada e entre tudo o que é vital. Dizem que o amor sem sofrimento não é amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência. amacia-se a voz porque se conhece o desespero. aumenta-se a doçura porque se passou pela dor!
Foi assim que aprendemos a conhecer o fundo do coração – entre a presença e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós – a esta vontade de destruir a dor a qualquer preço.
Acabamos sempre rendidos por um amor maior que de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão longe que estás não te digo que tenho saudades tuas.
Este disparate de ter saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado nesse hábito que tens de odiares guarda-chuvas.
Afinal és todas as pequeninas coisas do quotidiano, as coisas simples – é delas que tenho saudades: tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será isto maior que dizer que tenho saudades tuas?

Ouvindo pássaros ao longe Me perco a pensar, no amor Ouvindo, uma linda melodia Me vejo embalado, nos braços da paixão
Me envolvo facilmente pela paixão Paixão pela vida, por tudo que proporciona Por todos os sentimentos que tivemos E por todos que vamos ter
Não nos é deixado o legado de predizer Mas nos é permitido o livre-arbítrio Com ele podemos decidir tentar ou não Às vezes este tentar nos recompensa
Graças aos nossos, quatro sentidos Pode mostrar vários sentimentos Só depende de nós querermos ou não Tudo depende de quanto temos de coragem
A paixão pela vida nos torna forte Forte o bastante para sabermos viver Pois a vida, esta continua, não para O importante é estar se descobrindo dia-a-dia
Viver a vida intensamente Seja numa grande paixão Seja "solitariamente" Não importa a forma, mas sim como se vive.