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O homem que não tiver virtude própria sempre invejará a virtude dos outros. A razão disso é que a alma humana se nutre do bem próprio ou do mal alheio, e aquela que carece de um, aspira a obter o outro, e aquele que está longe de esperar obter méritos de outrem, procurará se nivelar com ele, destruindo a sua fortuna.
As pessoas que são curiosas e indiscretas são geralmente invejosas; porque conhecer muito a respeito da vida alheia não pode resultar do que concerne os próprios negócios. Isso deve provir, portanto, de tomar uma espécie de prazer teatral a admirar a fortuna dos outros. Aliás, quem não se ocupa senão dos próprios negócios não encontra matéria para invejas. Porque a inveja é uma paixão calaceira, isto é, passeia pelas ruas e não fica em casa.

Francis Bacon

A vida é como uma estrada, onde viajamos com destino à perfeição. Cada pessoa percorre um caminho particular, onde o final é sempre o mesmo.
Se sua estrada é acidentada, cheia de abismos, de curvas e obstáculos, e a de outros é tranquila, reta e sem dificuldades, não inveje a estrada alheia.
Siga em frente com paciência, calma e vigilância. Supere os obstáculos, desvie dos abismos e faça as curvas com segurança.
Lembre-se, porém, que as estradas retas e tranquilas sempre são enfadonhas e monótonas e, geralmente, os viajantes deste caminho privilegiado costumam acomodar-se.

Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada, onde vendia cachorro-quente. Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Tinha problemas de visão, por isso não lia jornais.
Mas ele vendia cachorro-quente.
Colocava cartazes na estrada, fazendo propaganda da qualidade de seu produto. Ficava na beira da estrada e oferecia o seu produto em alta voz, e o povo comprava.
Lentamente foi aumentando as vendas e cada vez mais aumentava a compra de salsicha e de pão. Comprou um fogão industrial para melhor atender os fregueses. O negócio prosperava: o homem conseguiu até mesmo enviar seu filho para estudar na capital.
Certo dia, o filho, já formado, retornou para cuidar do pai e viu que as coisas não mudavam naquele lugar. Em casa, chegou logo dizendo ao pai: Você não ouve rádio! Nem lê jornais! Há uma crise no mundo. A situação na Europa é terrível e a do Brasil ainda pior. Tudo está indo para o vinagre.
O pai logo pôs-se a refletir: "Meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio e só pode estar com a razão." Então resolveu reduzir as compras de salsicha e de pão. Tirou os cartazes de propaganda e já não anunciava tão alto seu cachorro-quente, abatido que estava pela notícia da crise.
As vendas foram caindo, caindo, caindo...
Então o pai finalmente disse ao filho: - Você estava certo, meu filho. Nós certamente estamos vivendo uma grande crise.

Sou a voz desesperada que grita no deserto, e tu amigo, me encontrastes. Em tua mente encontro espaço Em teu coração faço morada compartilho contigo meus anseios te faço conhecer os meus sonhos por ti, me transformo num exército Só para te defender.
Se me chamas estou pronto a te servir, não há muros nem barreiras para separar nossa amizade, se tu estás triste, choro contigo, se tu estás feliz, me alegro contigo se vais para a guerra, serei a linha de frente se paras de guerrear, serei a bandeira branca
Sou confissão, sou ouvidos sou aquele que te estende a mão, sou aquele que compartilha o momento e a decisão mas se não fosse nada disso seria apenas um simples amigo atento a qualquer reação.
Sou seu amigo, de coração.

Escrevi o seu nome na areia,
o mar apagou.
Escrevi o seu nome na parede,
o pintor pintou.
Escrevi o seu nome no meu coração,
e lá ficou!