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Você está atravessando um momento difícil em sua vida, e o desespero, a dúvida e o desanimo estão constantemente batendo na sua porta. É compreensível, mas deve lutar com todas as suas forças contra esses sentimentos.

Tudo na vida é passageiro, mesmo o que é mau, por isso você não deve perder a fé. Em breve dias melhores irão nascer para você, mas para isso deve manter o otimismo, e tentar aprender e crescer com as dificuldades.

Quando a dor for insuportável, confie seu coração a Deus, pois Ele estará sempre ao seu lado e ajudará você a superar qualquer dificuldade. Força e jamais perca a esperança!

O construtor de pontes, Charles Eliet, foi contratado para construir uma ponte suspensa sobre o rio Niagara.
O primeiro problema que ele enfrentou era descobrir uma forma para esticar o seu primeiro cabo através da larga extensão de águas. Se um barco tentasse cruzar o rio seria varrido sobre as quedas.
Eliet pensou em uma ideia muito simples. Se uma pipa pudesse voar até a margem oposta usando um leve cordão, um cordão mais forte poderia ser amarrado à este e poderia ser puxado para o outro lado, então um cordão mais forte seria puxado através deste e assim por diante até que o cabo de aço desejado pudesse ser unido e arrastado até o outro lado.
Eliet indicou uma competição de pipas e um jovem chamado Homan Walsh prosperou na sua segunda tentativa. O plano simples de Charles Eliet funcionou e a ponte foi construída.
Na nossa vida, muitas vezes nos sentimos como não tendo um papel muito importante à desempenhar. O que fazemos parece tão insignificante. Mas não é bem assim. Cada cristão tem uma parte importante no jogo da vida. O todo é uma soma das numerosas "pequenas coisas" que somos chamados a fazer todos os dias.
Jesus começou a espalhar o evangelho pelo mundo inteiro por simplesmente enviar seus discípulos de dois em dois! Então, nunca subestime a importância do que Deus lhe chamou a fazer. O importante é persistir – dia após dia!
E ao deitar-se à noite, agradeça: "Querido Deus, agradeço-Lhe por usar pessoas comuns como eu para fazer o Seu trabalho nesta terra. Ajude-me a compreender que minha parte – não importa quão pequena – é uma parte vital do quadro inteiro. Ajude-me a ser responsável e nunca decepcionar ao fazer minha parte. Obrigado por me ouvir e responder minha oração. Que assim seja".

Oh, eu queria tanto que você se lembrasse
Dos dias felizes em que éramos namorados
Nesse tempo, a vida era mais bela
E o sol mais ardente do que hoje
As folhas mortas se juntam aos montes
Estás vendo? Eu não esqueci...
As folhas mortas se juntam aos montes
As lembranças e os desgostos também
E o vento norte as carrega
Para a noite fria do esquecimento
Está vendo? eu não esqueci
A canção que você me cantava
É uma canção quem me imita
Você que me amava, eu que a amava
E nós vivíamos
Os dois juntos
Eu que a amava, você que me amava
Mais a visa separa os que se amam
Bem suavemente sem fazer ruídos
E o mar apaga sobre a areia
Os passos dos amantes separados
Mais a vida separa os que se amam
Bem suavemente sem fazer ruído
E o mar apaga sobre a areia
Os passos dos amantes separados.

Certa tarde o paizão saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos.
Em determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.
O pai respondeu que estava também muito fatigado, e diante da resposta a garotinha começou a choramingar e fazer "corpo mole".
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo:
- Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente. A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros.
Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena?
O pai sorriu e respondeu dizendo:
- Assim é a vida, minha filha. Às vezes a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Mas encontramos então um "cavalinho" qualquer que nos dá ânimo outra vez.
Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção... assim, quando você se sentir cansada ou desanimada, lembre-se de que sempre haverá um cavalinho para cada momento, e nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.
E sorria!

Eu já sentia saudades de você...
Que me fala de coisas que eu,
de alguma maneira, já tinha ouvido de você.

Eu já sentia saudades,
mesmo sem nunca ter te visto.
Já te imaginava assim: terno, doce
e com um carinho muito grande por mim...
Sim, eu já imaginava você...
Podia até adivinhar como seria te encontrar,
pois eu já sentia muitas saudades de você...

Um você que demorou a chegar,
um você que me fez tanta falta,
um você que se escondeu durante tanto tempo
para só agora aparecer e mudar tudo.
Em segredo me encantar,
me trazer de volta uma felicidade
que eu há havia desistido de sentir...
Me trazer essa paz
que está me fazendo tanto bem!

Eu já sentia saudades desse sentimento,
essa estranha alegria que está em mim
ao lembrar de você.
Para mim é como se tudo isso
já tivesse acontecido.
Cada gesto seu, eu já conhecia;
cada olhar que me lança,
eu já havia esperado.

E eu sabia que seria assim:
uma calmaria dentro do meu coração
e ao mesmo tempo uma enorme chama que queima...

Eu sabia que o nosso primeiro momento
seria como foi: único, sereno, natural, mágico...

E agora que te encontrei,
sinto que você é muito mais do que eu imaginava.
É muito melhor.

E eu começo a sentir a sua falta o tempo todo,
mesmo tendo te visto ainda a pouco...

Vilma Galvão