Ainda que você não venha a cometer nenhum deslize, o invejoso sempre lhe imputará algum defeito; a fofoqueira inventará alguma mentira a seu respeito; e o despeitado espalhará boatos falsos e maldosos para destruí-la a todo instante. São todas almas doentes. Ignore-as!
Deus... Dai-me o poder de não desanimar De poder olhar para o futuro com alegria De esperar todos os dias algo de bom...
Deus... Não me deixe desistir Levante-me os olhos para a vida, e que ela possa me parecer linda sempre.
Deus... Não permita que eu saia do meu caminho, mesmo ele estando em dificuldades, mesmo que pareça impossível chegar ao fim.
Meu querido Deus... Não deixe que eu me esvazie, que me sinta triste e sem coragem. Não deixe que eu pare diante de situações difíceis... Que eu me distancie dos meus sonhos!
Deus... Só o Senhor tem o poder de me iluminar, então, faça da minha vida uma claridade plena, faça que meu coração sinta a luz do amor, e que eu possa dar amor ao meu irmão sem medir esforços.
Deus meu... Eis um filho seu implorando ajuda, pois sem a sua mão estendida, nada neste mundo pode ser perfeito. Por isso, venho aos seus pés e peço: - Me dê a chance de acertar, de lhe dar orgulho em ser do seu reino, de saber o seu valor.
Deus... Lhe peço ainda: - Não me deixe parar nunca, e que minhas esperanças se renovem a cada dia!
Conta-se que um homem chamado Okiba teve que abandonar sua terra por motivos particulares, e, assim, peregrinou em regiões inóspitas e desérticas. Levava consigo um candeeiro para estudar a Escritura, e um galo que lhe servia de despertador. Para não andar sempre a pé, ia montado num burrinho.
Certa noite, chegando a uma pequena vila, procurou lugar para repousar, mas ninguém deu abrigo ao estranho. Desolado, Okiba foi dormir em baixo de uma frondosa árvore. Acendeu o candeeiro, fez suas preces e iniciou a ler a Escritura, mas um vento forte apagou o candeeiro.
Pacientemente disse: "Deus sabe o que faz!". E assim, procurou dormir. Durante a noite, um lobo devorou o galo e um leão o jumentinho. "Deus sabe o que faz", pensou Okiba.
Ao amanhecer, foi à aldeia para ver se arranjava alguma coisa para comer. Mas, que horror! Ali não havia ninguém, tudo saqueado, com corpos mutilados, estendidos em todas as partes.
Uma tribo inimiga assaltara durante a noite e exterminara a população da pequena vila! Então pensou Okiba: Se tivesse dormido na vila teria morrido com os outros. Se o candeeiro tivesse ficado aceso durante a noite, ter-me-iam achado. Se o galo tivesse cantado de madrugada ou o burro zurrado, como costumam fazer às madrugadas, os salteadores teriam me localizado e a esta hora estaria morto... Portanto: "Deus sabe o que faz!"
Na doença, na dificuldade, na alegria, nos contratempos do dia-a-dia, lembre-se: Deus sabe o que faz.
Lembre-se:
Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. (Romanos 8:28)
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum...
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas...
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar... O seu mau humor não modifica a vida...
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...
A sua tristeza não iluminará os caminhos...
O seu desânimo não edificará a ninguém...
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade...
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você...
Não estrague o seu dia... Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.
Muita energia positiva para você.
Chico Xavier
Nós nos perdemos de nós sem aviso. Desaparecemos sem nos despedir, matamos o nosso amor sem dá-lhe direito a um último pedido, e ainda abafamos o último suspiro.
Podíamos ter feito tantas coisas boas. Podíamos ter vivido os sonhos sonhados.
Podíamos ter escolhido um caminho mais fácil e carregado bagagens mais leves.
Mas não, preferimos complicar as banalidades do cotidiano e fazer tudo que era simples se tornar difícil. Preferimos o silêncio solitário, preferimos nos fechar com nossas razões do que dialogar.
Agora estamos separados, cada um para o seu lado, com um amor que morreu sem motivo e que agora está entre nós, não como uma ponte que nos liga, mas como um muro que nos separa.
De tudo que vivemos, o que sobrou foi um amor é perdido, desperdiçado, despedaçado. E agora é tarde, agora é longe, agora é triste.