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Eu sou o futuro do incerto, o oposto do talvez, a contradição do contraditório. A luz de Jah, sou a água em pleno ar. Sou o contrário do que dizem, e o oposto do que pensam. Sou o certo de 2 minutos atrás e o errado de agora. Sou o confuso do inconfundível, a certeza do impossível. Sou o louco da lucidez, a lucidez de um louco. Um louco como poucos e um pouco louco. Sou o eu de mim mesmo, o dono das minhas ideias. Sou a palavra do silencio, a visão no meio dos cegos. Sou a ideia da certeza em plena duvida. Sou o contrário do que você pensa e a certeza de quem sou eu. O equilíbrio do desequilibrado, o surto do descontrolado. Sou o soar do vazio, a voz da minha mente. Sou o cara aí de cima. Sou eu mesmo a falar.

A volta já vem e eu vou também, mas se eu não ir só quero que me tire daqui a noite vem chegando, junto com ardor se existe um Senhor me tire do rancor.
A cabeça gira, mas o corpo também se não me tira não vejo meu bem por não te esqueço mas o amor e igual com a medida certo pro natal...
Se ele chegar o amor vem também se tenho você não chamo o mal de bem...

Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com frequência: um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido.
Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa. O navio dança sobre as ondas. Parece estar sob o poder e à mercê delas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição. pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado.
Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido. Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranquilidade? Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado! A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas.
Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar. Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano. Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade.
Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas. Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida.
Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

Meu pai, meu querido e amado pai... Você era o meu herói, a fortaleza, a generosidade e a integridade personificadas, e agora você partiu para sempre, me entregando à solidão da sua ausência, a uma saudade terrível e uma dor que não se calará nunca.

Você era, e para sempre continuará sendo, o meu maior exemplo de vida, a minha melhor inspiração. Eu para sempre vou amar você, meu pai, e sei que jamais me abandonará esta saudade de você...

Assim como o ar que recebemos livremente e respiramos sem pensar que é algo vital para nós, muitas outras coisas passam despercebidas pela nossa vida. Mas é preciso encontrá-las para usufruirmos mais de todo o bem. Todas as coisas têm uma mensagem, uma razão para existir, assim como o sol que com sua luz e calor chegando todos os dias nos diz que sempre devemos recomeçar.