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Você é dona do coração mais bondoso, do jeito de ser querido, do modo de falar contagiante. Você é o amor da minha vida e nosso amor vai durar para a eternidade. Nunca me vou cansar do seu toque, do seu perfume, do seu modo de comer! Tudo em você é valioso, inclusive eu! Não tenho dúvida que seremos felizes para sempre, até porque meu sentimento por você é sempre crescente!

Passar o Natal longe de ti vai ser terrível, mas quero que saibas que no momento em que estiveres a abrir os teus presentes ou a morder aquela enorme coxa de peru o meu pensamento e a minha carinhosa saudade estarão dirigidos a ti.
O meu consolo, filhote, é saber que estarás bem e cercado de outras pessoas que te amam muito. Sabes que eu gostaria muito de estar ao teu lado na noite de Natal, mas nem sempre podemos fazer tudo aquilo que desejamos... No entanto, vou tentar adiantar os meus compromissos, ajustar a minha agenda para estar contigo o mais breve possível.
Penso em ti todos os dias, com todo o amor e carinho, com o mesmo amor e carinho que eu sinto quando te pego ao colo, quando brincamos juntos, quando dormimos abraçadinhos.
Quero que tenhas um Natal muito feliz e iluminado. Que o Menino Jesus te abençoe e que o Pai Natal seja muito generoso.
Quero que saibas que eu tenho muito orgulho em ti. És o melhor presente que um pai poderia receber.
Um beijo grande e Feliz Natal!

Você é minha irmã! E é com alguma tristeza que enxergo sua inveja em alguns momentos. Somos família! Como é possível você ter esse sentimento para mim? Eu faria qualquer coisa para nossa relação melhorar.

Na verdade, tenho certeza que nossas diferenças acabarão por se tornar semelhanças com o tempo. Sim, porque temos muita coisa em comum apesar de você achar o contrário!

Mas, minha irmã, eu gosto de você de um jeito único; gosto de verdade e queria que tudo fosse bem diferente entre nós. Beijo!

Amizades verdadeiras são como flores de um jardim; é preciso cuidar carinhosamente delas para que mostrem toda sua beleza.

Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!