Ao sentires aflição ou uma espécie de abandono, não deixes que a depressão tome conta de teu espírito.
Mas lembra que bem perto de ti está o Deus das consolações com Jesus que te amou tanto, a ponto de morrer por ti, e que te olha com ternura e paterna expressão de amor. perto de ti está o Espírito Santo, o verdadeiro consolador...
Com estes pensamentos expresso o meu desejo ardente de que teu coração se sinta consolado.
Cada pensamento nosso, no qual colocamos crédito, provoca uma atitude. Nossas atitudes são frutos de nossas crenças. Agimos de acordo com elas. Cada atitude nossa movimenta as energias ao nosso redor e promove uma reação. É como quando estamos dentro de uma piscina. Qualquer gesto movimenta a água em ondas que vão e vêm, reagindo ao nosso contato.
Estamos todos mergulhados na mente universal, como quando estamos dentro da água, cercados de energias. Elas são neutras. São nossas atitudes que lhes dão padrão e as projetam para o futuro, provocando reações dentro do sistema, que reage e responde, devolvendo o resultado.
Toda atitude nossa tem, portanto, uma resposta da vida. Mas como ela age sempre pelo melhor, essa situação não é definitiva. Quantas vezes vimos predições ruins que nunca se realizaram? É que as leis universais não agem para nos castigar ou punir. Em sua sabedoria, sabem que a punição ou o castigo nunca educaram ninguém. Ao contrário, quando modificamos nossas atitudes, elas apagam e substituem aquelas energias negativas que emitimos anteriormente pelas novas e melhores de agora. Com esse critério, aquelas reações dolorosas que estavam programadas em nossa vida são modificadas.
Zíbia Gasparetto
De todo o tipo de amor, o de mãe para seus filhos é, sem sobre de dúvida, o mais forte. O arrebatador. Esse sentimento é o que eu tenho por vocês, meus filhos, meus amores.
Fiquem sabendo – e sei passo a vida dizendo isso – que dava minha vida por vocês. Faria tudo, aliás, eu sei que faço tudo pela bem-estar de vocês. Essa é minha missão aqui. E é isso que me deixa em paz.
Sempre pedi a Deus que me desse filhos perfeitos. Nunca de forma estética, sabem? Mas por dentro. De coração. E Deus me ouviu. Vocês meus queridos, são, para mim, o rosto da graça que é a vida! O que mais posso pedir? Se pedir algo mais a Deus, estarei sendo ingrata! Ele já me dá tanto.
Sempre que me encontrarem alegre, feliz, por favor, se lembrem que a razão de toda minha sorte e alegria é a vossa existência. O resto são apenas pormenores!
Façam sempre o que sempre fizeram até hoje.
Amo vocês por serem como são.
Vossa casa é em meu coração.
O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
Quero um amor que assista um filme comigo mexendo no meu cabelo, que quando eu chorar me faça rir, que me chame de linda quando eu chamá-lo de idiota, que ande de mãos dadas comigo, que me beije na chuva e quando eu falar de mais, que durma de conchinha e me esquente nas noites frias de inverno, que me mande rosas com um cartão, que eu goste do seu perfume. Um amor que passe as tardes comigo dormindo ou simplesmente fazendo nada, apenas deitados na cama, eu quero um amor que me entenda quando não estou nos meus melhores dias, resumindo: eu quero alguém que com pequenas coisas me faça feliz.