Casa é uma construção de cimento e tijolos. Lar é uma construção de valores e princípios. Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio. Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.
Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.
Numa casa criamos e alimentamos problemas. O lar é o centro de resolução de problemas.
Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam. Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apoiam e nas lutas se solidarizam.
Numa casa desdenha-se dos nossos valores. No lar sonhamos juntos.
Numa casa há azedume e destrato. Num lar sempre há lugar para a alegria. Numa casa nascem muitas lágrimas. Num lar plantam-se sorrisos.
A casa é um nó que oprime, sufoca. O lar é um ninho que aconchega.
Se você ainda mora em uma casa, nós o(a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que Jesus seja sempre o seu convidado especial.
Meu amor,
você sabe que eu te adoro, mas o que você não sabe é o quanto eu me sinto em paz quando recebo o calor do teu abraço carinhoso e protetor...
Ao seu lado eu me sinto segura e protegida. Quando tenho você por perto ou quando sinto o calor do seu abraço sei que nenhum mal poderá me atingir.
Quando você envolve carinhosamente o meu corpo, quando adormeço com os seus suaves toques nos meus cabelos até os meus sonhos ficam mais lindos e coloridos.
Você dá segurança ao meu corpo e conforto à minha alma, e faz com que eu me sinta a mais feliz das mulheres.
Você é o meu protetor, meu amado e querido anjo da guarda, e eu serei sempre fiel ao amor e ao carinho que recebo de você. Como é bom saber que tenho você para cuidar sempre de mim.
Meu querido, receba um beijo grande da sua amada!
Um instante de silêncio Uma incurável saudade
No silêncio adormeço Nos meus sonhos viajo
Busco esquecer os sons Que perturbam meus ouvidos.
Sua voz não se cala Murmura ao meu coração Que me ama, Que não quer que nosso amor adormeça Junto dos meus pensamentos
O toque da sua pele Está nas pontas dos meus dedos, Seu carinho está em meu corpo, Seu perfume não sai do ar que respiro, Seu olhar não desaparece Em meio de tantos outros olhares
Eu te amo em silêncio Eu te quero em segredo, Sinto saudade sem culpa.
Eu te busco Sem saber aonde te encontrar.
Sonho com você Chegando de repente Me tomando em seus braços E dizendo que não vai mais partir, Que essa saudade vai se curar Simplesmente porque juntos Iremos Nos Amar
Bom início de semana, meu amor!
Se eu pudesse estaria com você durante todos os dias que teremos pela frente. De segunda-feira a sexta-feira o amor seria o nosso modo de vida e eu não permitiria que você sentisse qualquer amargura.
Infelizmente não podemos fazer as coisas desse jeito. O nosso dia a dia não é um filme de romance, mas sim uma sucessão de etapas com vários desafios. Ainda assim, eu estou do seu lado para enfrentar todos eles. E se permanecermos juntos, tudo será mais fácil.
Certa vez, uma jovem esposa, depois de dez anos de casamento, decidiu deixar o lar. De algum tempo, a situação se fazia insustentável e ela decidiu começar vida nova. Abandonou esposo e filho, garoto de seis anos.
Dois anos depois, já com um novo amor a lhe fazer bater o coração descompassado e um trabalho em agência de Correios, foi surpreendida por um papel dobrado em quatro, que caiu dentre os tantos envelopes que ela separava para envio.
Era uma folha de caderno, sem envelope, destinada simplesmente a Jesus. A curiosidade fez com que ela abrisse a folha e começasse a ler.
Dizia a carta, escrita em letra infantil: "Jesus, eu estou muito doente. Tenho muita tosse. Sei que papai cuida de mim, em todas as horas que não está no trabalho. Tia Margarida e tia Magda também. Mas Jesus, eu estou tão doente. E por isso eu escrevo esta carta para lhe pedir um presente. O meu aniversário está próximo. Seria possível me trazer, no dia em que eu vou completar oito anos, a minha mãe de volta? Não sei onde ela se encontra mas o senhor deve saber, com certeza. Se o senhor puder, por favor, Jesus, traga minha mãe de volta. Se ela voltar, a nossa casa vai se alegrar outra vez. Haverá flores nas janelas. E eu melhorarei.
A minha tosse vai passar. Jesus, eu queria tanto, no meu aniversário, abraçar minha mãe outra vez. Sei que eu não sou um bom menino, mas eu peço assim mesmo porque quando minha mãe estava conosco ela sempre dizia que tudo o que se pedisse a você, você conseguiria. Eu vou ficar esperando, Jesus, por favor, traga de volta minha mãe."
A assinatura não deixava dúvidas. Era do seu filho, o garoto que deixara aos seis anos, quando partira para sua nova vida.
Rita deixou o trabalho naquele dia e voltou para casa. Bateu à porta e surpresa, tia margarida a viu entrar. Passou pela sala e o marido, igualmente surpreendido, somente a olhou sem nada dizer. Foi ao quarto do filho, que tossia, deitado em sua cama.
Ao vê-la, o garoto sorriu, abriu os braços e exclamou:
– Mãe, Jesus trouxe você!