Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vaga-lume que só vivia para brilhar.
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
No terceiro dia, já sem forças o vaga-lume parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém – disse a cobra – mas já que vou te comer mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Te fiz alguma coisa?
- Não.
- Então por que você quer me comer?
- Porque não suporto ver você brilhar.
Cuidado!
Teus atributos e o teu sucesso também podem fustigar as "cobras" que estão ao teu redor...
Eu, eu quero ficar com você. Eu, eu quero grudar em você. Eu, eu quero me bordar em você. Quero virar sua pele, quero fazer uma capa, quero tirar sua roupa.
Mais uma semana está começando, mais sete dias para vivermos e desfrutarmos ao máximo. Boa semana a todos vocês, queridos colegas de trabalho!
Espero que os dias que nos esperam tragam muitas alegrias e realizações, que o trabalho seja sempre feito com empenho e que o sucesso venha coroar todas as nossas tarefas.
Trabalhar e dividir a maior parte dos meus dias com vocês é um prazer, e assim espero que possamos continuar, triunfantes, amigos e companheiros durante muito tempo.
Certo dia um homem saía para trabalhar, pensando que aquele seria um dia comum como todos os outros.
Mas não era.
Seu pequeno filho, ao vê-lo saindo, gritava-lhe o nome, pedindo ao pai que o levasse junto ao trabalho.
O pai não resistiu ao olhar e ao pedido de seu filho. Aquele olhar meigo e amoroso de seu filho.
Então, pegando seu filho no colo, lhe beijou a face e o levou para o trabalho.
Os dois estavam muito felizes.
O homem trabalhava em uma ponte levadiça, e sua função era erguê-la para a passagem dos navios por ali, ou abaixá-la para a passagem dos trens, pois a ponte era de trilhos.
Por volta das 9:00 da manhã, o homem ouviu um apito de trem, e percebeu que era de passageiros, esse tipo de trem, na maioria das vezes transportavam aproximadamente umas 200 pessoas, então ele pensou logo em baixar a ponte, mas algo lhe tirou o fôlego.
Ele viu que seu filhinho estava brincando no meio das engrenagens da ponte, então começou a suar frio e entrar em desespero, pois não havia tempo para tirá-lo de lá.
Ele tinha que fazer uma escolha muito difícil, salvar a vida de seu único filho, e assim condenar aquelas 200 pessoas à morte, sem ao menos saberem o porquê, ou salvar a vida daquelas pessoas sacrificando assim seu único filho, ele tinha que escolher rápido, pois o trem se aproximava cada vez mais, então, com lágrimas nos olhos o homem disse: meu filho, me perdoe, e então ele baixou a ponte, e seu filho morreu.
Sei que esta história é muito triste, mas não se preocupe, ela é apenas ilustrativa.
Nesta história, o homem representa Deus e seu filho representa Jesus, e aquelas 200 pessoas representam você, sua família, seus amigos.
Um mercador que tinha um papagaio preso a um poleiro. Um dia resolveu viajar para Amazônia e perguntou ao louro o que desejava de lá. Este lhe pediu:
– Se vires algum bando de papagaios livres, pergunta-lhes como também posso ser livre e voar.
Na Amazônia o mercador viu um bando de papagaios e gritou-lhes a mensagem do louro. Ao ouvi-lo, o guia do bando caiu como morto. O homem, penalizado, pensou:
– Coitado, devia ser parente do meu papagaio.
Ao voltar, contou o sucedido a seu papagaio e este, para seu espanto, tombou como morto. O homem lamentou, mas, resignado desprendeu o louro inerte e o atirou ao quintal. No próprio impulso com que foi jogado, ele alçou voo e pousou num galho. O mercador, muito admirado, perguntou:
– Afinal, que significa tudo isso?
E o papagaio respondeu:
– Apenas segui a lição.
Não basta adquirir sabedoria, é preciso também saber usá-la.