Com uma vida tão curta e passageira, será que não vale a pena ousar um pouco mais para alcançar aquilo que tanto deseja? Apesar da facilidade de informação que nos é disponibilizada atualmente, ao mesmo tempo nos deparamos com inúmeras dificuldades e impedimentos.
Se pensarmos que tudo é difícil demais para ser ultrapassado, uma simples ida ao trabalho pode se tornar algo complicado. Não podemos nos prender as dificuldades, e sim como contorna-las para tonar aquele sonho realidade. Obviamente tudo deve ser sempre muito bem pensado e articulado, com um planejamento bem estruturado e a partir daí, já é possível passar para o segundo passo.
O que também deve ser tratado com grande importância é lembrar que nenhuma ambição pode imperar sobre a honestidade. Não adianta ter o seu projeto de vida concretizado sem permanecer com a dignidade ao seu lado. O caráter e a integridade nunca deve ser moeda de troca para conseguir ter um sonho realizado.
Mas onde houver bons sentimentos envolvidos em qualquer desejo, basta juntar um pouco de ousadia e coragem para que o mundo conspire executá-lo. Pode demorar um pouco, mas a sensação de liberdade a partir de uma atitude ousada, é muito mais intensa que qualquer outra percepção de vivacidade.
Se eu morresse amanhã, seria bem grande minha dor
Findaria os meus sonhos... ilusões e amor.
Se eu morresse amanhã... importaria o hoje?
Faria mais falta o ontem e cada momento que passou.
Se eu morresse amanhã não veria seus sorrisos
Não ouviria sua voz... tão doce a me embalar.
Ah! Se eu morresse amanhã... perderia seus abraços
Suas mãos entre as minhas... sua presença enfim.
O que seria mais triste se eu morresse amanhã?
Não ter sentido seus lábios, num doce beijo roubado!
Se eu morresse amanhã... o que levaria comigo?
Projetos não realizados... erros... vícios... pecados!
Se eu morresse amanhã, o tempo voltaria atrás?
Para estarmos juntos outra vez, sem perdê-lo jamais?
Onde o filho desejado... se eu morresse amanhã?
Onde o olhar mais ousado... se eu morresse amanhã?
Por Deus! O que seria de mim?
Relembraria minha vida? Analisaria meus gestos?
Te escreveria estes versos?
Ah! Se eu morresse amanhã...
Voltaria no tempo... mesmo que em pensamento
Te cobriria de beijos... carinhos...
Te envolveria em meus braços.
Se eu morresse amanhã...
A única certeza a ficar
Seria você em meus dias
Como a mais bela poesia
A me acompanhar!
Você é o homem da minha vida. É maravilhoso poder receber seu amor e ainda ter todos os dias um pouco da sua amizade. Você conversa comigo e diz sempre as palavras certas quando estou triste e do seu lado eu tenho vivido momentos inesquecíveis.
Tenho o privilégio de dizer que a pessoa que amo é o meu melhor amigo e eu não trocaria isso por nada deste mundo.
Você continua vivendo no meu coração! Seu nome continua tatuado na minha cabeça. Não consigo tirar você do meu pensamento. Você é o grande amor da minha vida, o homem que mexe com meus sentimentos.
Por favor, volte para mim! Não é possível que nosso amor tenha desaparecido. Não somos ex-namorados, somos apaixonados para sempre! Me abrace novamente, cuide de mim; me ame até ao fim da vida!
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...