Fui a festa do meu amigo. Muita bebida, a noite prometia. Saí travado! Indo pela rodovia, avistei uma blitz.
Comecei a rezar... Quando parei, quase atropelei o guarda, ele pediu para eu descer do carro. Ouvi o que qualquer bêbado teme:
– Teste do bafômetro!
Estou frito! Pensei. Quando os santos resolveram me atender. Um caminhão bate na outra pista e os guardas me dizem:
– Vá embora, vamos socorrer aquele acidente.
Eu mais que depressa entrei no carro e fui.
Feliz da vida. Cheguei em casa, guardei o carro e fui dormir.
No outro dia, minha filha me acorda perguntando:
– Pai, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?
Na próxima vez que você tiver que fazer uma tarefa que não lhe agrada, pare antes de começar e mude toda a sua maneira de encará-la.
Pense que você estará fazendo o trabalho por Deus, e se o seu amor por Ele é como deveria ser, então você encontrará, verdadeira alegria e prazer em executá-lo com perfeição.
E mais, você perceberá que lhe sobra tempo para fazer tudo o mais que é preciso fazer.
Não desperdice seu tempo tentando se convencer que você não tem tempo e é muito ocupado.
Simplesmente vá em frente e faça o que tem que ser feito.
Permita que sua vida corra suave e calmamente, sem sensação de pressa.
Começando o dia da maneira certa, com o coração cheio de amor e gratidão e a certeza que será um dia ótimo e que tudo vai correr perfeitamente, você vai atrair tudo isso para si mesmo.
Parece que o mundo todo está sofrendo um desvio comportamental, um desvio do septo nasal, um desvio padrão, um desvio ocular, um desvio funcional, um desvio postural, um desvio social, um desvio intestinal, um desvio de atenção, um desvio de equilíbrio, um desvio de inteligência.
Ana Cintra conta que seu filho pequeno – com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado – perguntou-lhe: "Mamãe, o que é velhice?"
Na fração de segundo antes da resposta, Ana fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta. "Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
"Mamãe! Como a velhice é bonita!"
Quando o amor resolve partir geralmente ele não sabe pra onde ir. Ele também nunca deixa um recado e segue por aí arrasado.
Quando ele decide que chegou a sua hora, não existe nenhuma história que consiga prendê-lo, nenhuma lembrança que possa detê-lo, nada que o faça ficar.
Quando acontece do amor acabar não nos avisa se depois vai voltar, não nos confidencia se vai reviver.
Quando ele termina, só nos faz sofrer.
Quando o amor desliza por entre os dedos cheio de medos e não ouve os nossos apelos é sinal que ele se atropelou, se partiu e se quebrou.
Quando o amor vai embora deixa uma chaga aberta no peito, uma esperança de vê-lo refeito.
E quando ele foge para lugares distantes.
Quando se perde por entre momentos intrigantes, por entre frases decepcionantes, é sinal que ele ficou fraco, que virou um farrapo.
Amor de verdade tem que ter qualidade, equilíbrio e quantidade. Tem que ter sinceridade. Pode ser passivo de estragos, mas com consertos pode esmorecer, mas tem que saber sobreviver.
Quando o amor realmente vai embora e com ele carrega um peso dos ombros e consegue logo remover os escombros é porque ele definitivamente acabou, mas quando o amor vai embora alguma cicatriz ele deixou, algum arrependimento, alguma dor, algum lamento. E aí vem o tempo... O grande companheiro e faz parecer que nada foi verdadeiro.
Cada dia que passa, cada ano que se vai carrega todas as lembranças, carrega as tristezas e as desconfianças... E aí... Tropeça-se em outro amor, esquece que já se viveu tanta dor.
Quando um amor vai embora significa que chegou a hora de apagar o passado, olhar para o lado... E recomeçar, quem sabe um novo amor encontrar.