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Justificação do homem no sangue derramado na cruz Edifício admirável de se ver, pedra angular Salvação eterna para quem por ele à Deus se conduz Ungido por Deus pai, Rei das nações, veio nos amar Santo dos santos, Rei dos reis, Único caminho que leva á luz
Caminho da salvação, enviado de Deus para rasgar o véu Restaura os templos para ser morada do espírito santo Inigualável, pois és único, és verdadeiro na terra e no céu Singular ao dar a vida por nós e nos cobrir com seu manto Transformador de vidas, pois ele é o alfa e o Omega o principio e o fim.

Duas sementes descansam lado a lado no solo fértil da primavera. A primeira semente disse:
- Eu quero crescer! Quero enviar minhas raízes as profundezas do solo e fazer meus brotos rasgarem a superfície da terra...
Quero abrir meus botões como bandeiras anunciando a chegada da primavera...
Quero sentir o calor do sol em meu rosto e a benção do orvalho da manha em minhas pétalas! E assim ela cresceu.
A segunda semente disse:
- Tenho medo. Se eu enviar minhas raízes as profundezas, não sei o que encontrarei na escuridão. Se rasgar a superfície dura, posso danificar meus brotos... e se eu deixar que meus botões se abram e um caracol tentar come-los?
E se abrir minhas flores e uma criança me arrancar do chão? Não é muito melhor esperar até que eu me sinta segura? E assim ela esperou.
Uma galinha ciscando no solo da primavera recente, a procura de comida, encontrou e rapidamente comeu a semente que esperava por segurança.
E a segunda semente descobriu, tarde demais, que os que se recusam a correr riscos e crescer são engolidos pela vida.

O mar, o amor e a eternidade...
Compare o amor ao mar, que é grandioso em si mesmo, tem uma força ainda desconhecida, e é capaz de encantar e até matar, quem não tiver a devida atenção.
O amor e o mar se igualam na beleza, onde gente grande vira criança, os olhos brilham, o coração acelera, a vida tem outro sentido diante do amor, a beleza tem outra visão diante do mar, a vida tem outros valores diante do amor.
Assim como o mar, o amor se renova em ciclos, no mar são as marés, que elevam e abaixam as águas, no amor, são os pequenos gestos, as
delicadezas.
O respeito, a admiração pelo outro, as lembranças, que vão construindo um sentimento maior que o mar, maior que o próprio amor, avançando com a idade, sendo tão generoso que abre mão de si mesmo, quando deixa de ser uma paixão, para se tornar cumplicidade.
Diante do mar, vejo as ondas no vai e vem sem fim, e posso ter esperanças, que assim como as ondas, o amor que se foi, pode voltar, ou se renovar, e assim como estou diante do mar, poderei estar diante de um novo amor, para um recomeçar, num indo e vindo infinito, como o próprio mar, como o próprio amor...

Você é assim, um sonho pra mim. E quando eu não te vejo, eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito. Eu gosto de você, e gosto de ficar com você. Meu riso é tão feliz contigo. O meu melhor amigo é o meu amor. Seus olhos meu clarão, me guiam dentro da escuridão. Seus pés me abrem o caminho, eu sigo e nunca me sinto só.

Num mosteiro reinava o egoísmo. Os monges não eram amigos nem felizes.
O abade, muito preocupado com esta situação, interrogava-se acerca desta falta de vida santa. Não sabia que fazer para mudar a situação.
Um dia, decidiu ir pedir conselho a um santo homem, que lhe disse:
– Diga aos seus frades que um deles é Cristo disfarçado e ninguém sabe quem é.
Ao regressar ao mosteiro, o abade contou isto aos monges. E todos começaram a interrogar-se: Quem será Cristo disfarçado? Será o porteiro? O cozinheiro?
Como não sabiam qual deles era o Cristo disfarçado, começaram a tratar-se uns aos outros com o todo o respeito e amizade.
E foi assim que o ambiente do mosteiro mudou completamente.
Se cada um de nós tratasse os outros como trataria Cristo, as relações humanas seriam certamente muito diferentes e todos seríamos mais felizes.