A sua lembrança me dói tanto
Eu canto pra ver
Se espanto esse mal
Mas só sei dizer
Um verso banal
Fala em você
Canta você
É sempre igual
Sobrou desse nosso desencontro
Um conto de amor
Sem ponto final
Retrato sem cor
Jogado aos meus pés
E saudades fúteis
Saudades frágeis
Meros papéis
Não sei se você ainda é a mesma
Ou se cortou os cabelos
Rasgou o que é meu
Se ainda tem saudades
E sofre como eu
Ou tudo já passou
Já tem um novo amor
Já me esquece
Chico Buarque
Há longo, longo tempo, compareceram no Tribunal Divino dois homens recém-chegados da Terra. Um trazia o sinal da muleta em que se apoiara. Outro mostrava a marca da coroa que lhe havia adornado a cabeça.
Fariam prova de humildade para voltarem ao mundo ou seguirem além... Postos, um a um, na balança. O primeiro acusou enorme peso. Era ainda presa fácil de lutas inferiores, parecendo balão cativo.
O seguinte, no entanto, revelava grande leveza. Poderia viajar em demanda dos cimos. Inconformado, contudo, disse o primeiro: – Onde a justiça divina? Fui mendigo paupérrimo, enquanto ele...
E indicando o outro: – Enquanto ele era rei... Passei fome, ao passo que muita vez o vi no banquete lauto. Esmolava na rua, avistando-o na carruagem. Conheci a nudez, reparando-o sob o manto dourado, quando seguia em triunfo. Vivi entre os últimos, ao passo que ele sempre aparecia como o primeiro entre os primeiros.
O outro baixou a cabeça, humilhado, em silêncio.
Mas o amigo sereno, que representava o Senhor, falou persuasivo: – Viste-o na mesa farta, mas não lhe percebeste os sacrifícios ao comer por obrigação. Notaste-o de carro. entretanto, não lhe observaste o coração agoniado de dor, ante os problemas dos súditos a que devia assistência. Fitaste-o sob dourado manto, nos dias de júbilo popular. todavia, não lhe contemplaste as chagas de sofrimento moral, diante das questões insolúveis.
Conheceste-o entre os maiorais da Terra. entretanto, não sabes quantos punhais de hipocrisia e de ingratidão trazia cravados no peito, embora fosse obrigado a sorrir. Na situação de mendigo, não fostes lançado a semelhantes problemas da tentação. Diante do companheiro triste, o ex-monarca recebeu passaporte para a ascensão sublime.
Sozinho e em lágrimas, perguntou, então, o ex-mendigo: – E agora?
O ministro angélico abraço-o, sensibilizado, e informou: – Agora. Renascerás na Terra e serás também rei.
Querida irmã, que alegria é para mim conferir que vinte e cinco anos depois, você continua tão ou mais feliz como então. Felicidades pelas boas de prata!
Nunca duvidei que o seu casamento seria um sucesso, mas é muito gratificante ter assistido ao seu início e agora passados todos esses anos, ver como essa união triunfou e se fortificou com o tempo.
Parabéns aos dois, e muitas felicidades hoje e sempre! Desejo muitos mais anos de amor, amizade, companheirismo e muita muita felicidade!
A confiança é tudo em uma relação amorosa. Não é possível entregar o coração a uma pessoa de quem desconfiamos, nem tampouco dar o nosso melhor por alguém em quem não acreditamos. O amor, esse sentimento que nos preenche, não pode ser vivido se não for de modo pleno.
Se a confiança está faltando no seu relacionamento, trabalhem juntos para que ela reapareça. Caso as dúvidas persistam, isso é sinal que algo não vai bem entre os dois e que é necessária uma grande mudança.
Um paciente de 32 anos procurou um terapeuta para que ele pudesse ajudá-lo com o seu problema.
No dia marcado o paciente falou: - Preciso de ajuda, não consigo parar de chupar o dedo.
O Terapeuta, com a tranquilidade de quem sabe respondeu: - Não ligue para isto, mas chupe um dedo diferente a cada dia da semana.
A partir deste momento, o paciente, toda vez que levava a mão a boca, era instintivamente obrigado a escolher o dedo que devia ser objeto de sua atenção naquele dia.
Antes que a semana terminasse ele já estava curado.
Com esta historinha aprendemos que quando temos um hábito, torna-se difícil lidar com ele porque é uma rotina, um automatismo, mas, quando ele passa a nos exigir atitudes novas, decisões, escolhas, então temos consciência de que não vale tanto esforço para mantê-lo.
"A sabedoria é o equilíbrio do discernimento com o amor na manifestação da consciência"