Poema - Mensagens

Eu te amo é uma das mais curtas sentenças que existe. E é também uma das mais significativas. Não importa a idade, muitas pessoas podem ainda se lembrar da primeira pessoa que romanticamente amou.
Existem vários tipos de amor: amor por irmão ou irmã, pais, cônjuge, criança, amigo, objeto, animal de estimação ou até mesmo por um estranho. Nos relacionamos com muitas pessoas a cada dia e todos os dias, mas é somente em ocasiões especiais que damos uma parada e mostramos à alguém o quanto nós realmente o amamos.
Um dos presentes mais preciosos que já dei à minha esposa me custou $0,02. O preço de um pedaço de papel e um pouco de tinta. Embora não tenha custado muito dinheiro, o poema que a escrevi, mostrou a ela o meu amor e carinho.
Dê um tempo em sua agenda e apenas escreva uma pequena nota para as pessoas que significam alguma coisa em sua vida, mostrando para elas o quanto significam para você.
Não deixe em qualquer lugar, seja criativo e deixe em algum lugar onde não esperariam encontrar. Eu deixei para minha esposa, colado com durex no espelho do quarto, uma nota dizendo: "Aqui vive a mais bela mulher do mundo!", com uma seta apontando para o seu travesseiro.
Presentes de coração não custam muito caro, mas sem eles você e as pessoas que você ama perdem muito. Então, pegue sua caneta.

Nas glórias de um amor maior
eu não resisto ao tempo ou ao
mar, à flora ou à terra e a tudo
que permitir uma vida em paz.

E se nascer algo mais belo que
para você seja algo menor ou
até esperança ou uma clara ou
escura harmonia de dois corações.

E fujo da estrada ou volto a ela
ou corro mais rápido ou abrando
minha velocidade e tento escapar
das garras do amor se você quiser.

Nas costas do céu o amor vive em
pensamento das flores sem pétala ou
flores ao vento, à guerra ou à sorte
vive o amor nosso tão nosso.

Quero nascer de novo cada dia que nasce "Quero nascer de novo cada dia que nasce. Quero ser outra vez novo, puro, cristalino. Quero lavar-me, cada manhã, do homem velho, da poeira velha, das palavras gastas, dos gestos rituais.
Quero reviver a primeira manhã da criação, o primeiro abrir dos olhos para a vida. Quero que cada manhã, a alma desabroche do sono como a rosa do botão, e surja, como a aurora do oceano, ao sorriso dos teus lábios, ao gesto de tua mão.
Quero me engrinaldar para a festa renovada com que cada dia nos convidas e desdobrar as asas como a águia em demanda do sol.
Quero crer, a cada nova aurora, que esta é a definitiva, a do encontro com a felicidade, a da permanência assegurada, a de teu sim definitivo."
(Chico Xavier)

Será que um simples lápis, desses que estão a ser substituídos pelas esferográficas, nos podem dar lições para a vida?
Um dia, uma avó estava a escrever com o lápis. Na mesa, estava também uma borracha e um afia-lápis. Aproximou-se dela um netinho e perguntou-lhe:
– Avó, o que é que está a escrever?
– Estou a tentar escrever um poema para passar o tempo. Mas gostaria de te dizer uma coisa.
– Diga, avó!
– Gostaria que tu, quando cresceres e fores grande, fosses como este lápis.
– Avó, mas o que é que um lápis tem de especial?...
– Depende do modo como olhas para as coisas. No lápis há qualidades que, se as conseguires manter ao longo da tua vida, serás uma pessoa feliz.
Então a avó explicou-lhe as cinco qualidades do lápis.
Primeira qualidade: O lápis redige belos textos ou faz lindos desenhos, mas para isso tem que ter uma mão a guiá-lo. Cada pessoa deve também deixar-se conduzir por quem a orienta para a felicidade.
Segunda qualidade: O lápis, de vez em quando, necessita de ser afiado e para isso utiliza-se o afia-lápis. Isto faz com que ele sofra um bocado. Cada pessoa necessita também de suportar sacrifícios na vida.
Terceira qualidade: O lápis permite que utilizemos uma borracha, sempre que é preciso apagar aquilo que está errado. Cada pessoa necessita de ir apagando os erros que faz e fazer cada vez menos.
Quarta qualidade: O que realmente é importante no lápis não é a madeira, mas a qualidade do grafite que está dentro. Cada pessoa vale não pelo aspecto exterior, mas pelo amor e sabedoria que tem no seu íntimo.
Quinta qualidade: O lápis, ao escrever ou desenhar, deixa sempre uma marca mais ou menos bela. Cada pessoa, com a sua vida, deixa no mundo traços de maior ou menor beleza. Depende do seu coração.

Uma pétala que cai no vento
e voa sob o chão e sobre as
nuvens e é regada com a
água do mar e com o frio
do olhar de quem deixou de
amar.

Uma flor de jardim que é
mais do que deixou de ser
como que esgotando o ar
e o saber sem que limites
se coloque à paixão de
querer.

Alguém houve na Terra que nascido na palha não desesperou da pobreza a que o mundo lhe relegara a existência, transformando o berço apagado em poema inesquecível.
Assinalado por uma estrela em sua primeira hora humana, nunca se lembrou disso em meio das criaturas.
Com a sabedoria dos anjos, falava a linguagem dos homens, entretendo-se à beira de um lago em desconforto, com as criancinhas desamparadas.
Trazendo os tesouros da imortalidade no espírito, vivia sem disputar uma pedra onde repousar a cabeça e dispondo da autoridade maior escolhia servir, ao invés de mandar, levantando os doentes e amparando aos aflitos.
Em permanente contato com o Céu, ninguém lhe ouviu qualquer palavra em torno dessa prerrogativa e podendo deslumbrar o cérebro de seu tempo, preferia buscar o coração dos simples para esculpir na alma do povo as virtudes do amor no apoio recíproco.
Esquecido, não se descurava do dever de auxiliar sempre. insultado, perdoava. traído, socorria aos verdugos, soerguendo-lhes o espírito através da própria humildade.
Golpeado em suas esperanças mais belas, desculpava sem condições a quantos lhe feriam a alma Angélica.
Amparando sem paga, ninguém lhe escutou a mais leve queixa contra os beneficiários sem memória a lhe zurzirem a vida e o nome com as farpas da ingratidão.
Vendido por um dos companheiros que mais amava, recebeu-lhe, sereno, o beijo suspeitoso.
Encarcerado e sentenciado, à morte sem culpa, não recorreu à justiça por amor àqueles que lhe escarravam na face, deixando-se sacrificar com o silêncio da paz e o verbo do perdão.
E ainda mesmo depois do túmulo, ei-lo que volta à Terra estendendo as mãos aos amigos que o mal segregara na deserção, reunindo-os de novo em seus braços de luz.
Esse alguém era humilde. Esse alguém é Jesus.

E no seu olhar triste, carente
mas ao mesmo tempo for, imponente
faz de mim, simples serva, tão somente
Faz do meu desejo instrumento de felicidade
E cada verso que escrevo parece
um dos meus dedos te tocando
Cada palavra que penso
são flores no meu caminho,
que me levam a você, doce destino
Infelicidade vai ser quando você
sair do meu quarto, sozinho
E eu, aos prantos, implorando
que você fique um última noite
aqui comigo, sussurrando esse poema de amor
no meu ouvido a meia luz, inteiro vazio
Vem preencher esse vazio em mim
Mas não abuse assim
pois se, tens cara de santo:
atitudes de demônio
Fala que é anjo
mas onde estão as asas?
Fala que é certo;
diz coisas erradas...
Mas mesmo assim,
basta me fazer feliz.

Como uma promessa és tu, és tu, como uma manhã de verão, como um sorriso és tu, és tu, assim, assim és tu.
Toda minha esperança és tu, és tu, como chuva fresca em minhas mãos, como uma forte brisa és tu, és tu, assim, assim és tu.
És tu como a água de minha fonte, És tu o fogo de minha lareira. És tu, algo assim como o fogo de minha fogueira algo assim és tu, algo assim és tu...
Como um poema és tu, és tu, como uma guitarra na noite, como o horizonte és tu, és tu, assim, assim és tu.
És tu como a água de minha fonte,
És tu És tu, algo assim como o fogo de minha fogueira algo assim és tu, algo assim és tu... És tu como a água de minha fonte, És tu

Não são borboletas, são corações
seriam flores de outras ocasiões
ou amores de certas devoções
dores de novas canções.

Seria infeliz o que do amor vive

ou em harmonia constante da
paixão vive desamparado ou
até do mar vive só o apaixonado.

Seria capaz qualquer olhar junto ou

ou em paz se sozinho vivesse o amor
que de rosas vivem espinhos e flores
vivem da suave sensação do vento cru.

Não são loucos ou deuses, são de
osso e com língua falam o que
mudos corações sem tamanho
sentem quando algo bate mais forte.

Tenho irmãos que moram longe! Nunca verei a expressão de seus olhos, assim como eles jamais focarão em mim os seus olhares.
Nunca sentirei o calor de seus abraços, nunca apertaremos nossas mãos, nunca enlaçaremos nossos braços.
Nunca sentaremos num barzinho pra jogar conversa fora. Jamais faremos caminhadas pelas mesmas trilhas. Nunca tocarei nem cantarei para eles, assim como jamais os ouvirei tocando ou cantando para mim.
Nunca deitaremos nossas cartas na mesa e nem falaremos das penosas cartas que a vida nos fez ocultar nas mangas. Nunca eles saberão de fato como é o meu cotidiano e nem eu saberei como eles são no seu dia-a-dia.
Nunca riremos juntos por qualquer pequena ou grande alegria, nem estaremos juntos nas horas das nossas crises, angústias ou agonias. Sei que existem, que me amam e sentem a minha falta. Sei que eu os amo tanto, que neles me diluo!
Eu os vejo todos os dias nesta pequenina tela de ilusão: frágeis e irisadas libélulas que cá chegam nas asas de uma canção, prosa ou poema.
(...) enquanto eu os alcanço todos os dias levando-lhes um tantinho do meu amor, em meio às minhas sublimadas mensagens que tomam forma de tudo, mas redundam sempre na mesma – e tão antiga – cantilena.
Sinta no seu corpo as alegrias que o dia, e o momento lhe traz. O prazer é uma parte linda da vida, não há culpa nenhuma em se entregar a ele. E principalmente, render-se, e gritar por dentro, e dizer baixinho "Eu te amo"

Bom fim de semana!

Eu não sei, não sei dizer
Mas de repente essa alegria em mim
Alegria de viver
Que alegria de viver
E de ver tanta luz, tanto azul!
Quem jamais poderia supor
Que de um mundo que era tão triste e sem cor
Brotaria essa flor inocente
Chegaria esse amor de repente
E o que era somente um vazio sem fim
Se encheria de cores assim

Coração, põe-te a cantar
Canta o poema da primavera em flor
É o amor, o amor chegou
Chegou enfim

Vinícius de Moraes

Quero ser o teu amigo Nem demais e nem de menos Nem tão longe, nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder Mas amar-te, sem medida E ficar na tua vida, Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade Sem jamais te sufocar Sem forçar tua vontade Sem falar quando for hora de calar, E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais Simplesmente, calmamente, SER-TE PAZ...
É bonito ser amigo. Mas confesso, é tão difícil aprender!
É por isso que te suplico paciência Vou encher este rosto de lembranças. Dá-me tempo de acertar nossas distâncias!

Noite eterna este sentimento
Que rola ardente dentro do peito
Tortura e mágoa, é dor presente
Saudade do amor ausente
Quisera ser o vento
Seguir na existência o tempo
Da tempestade participar com alegria
E a saudade espalhar nas areias
Deixar onde haveria de estar
E entre lamentos fazer-me ouvir
Nos uivos sibilantes
Daquele vento cortante
Grito d'alma errante
E dizer-te: Adeus saudade!

Situação estranha quando estou longe de você Situação confortável é ouvir meu bem querer
Te amo é verdade nossa história é de cinema Muito mais que isso nossa história é um poema
Tu sabe que eu faço tudo que você quiser Assumo sou seu homem e você é minha mulher
Mas não perco sentido nem a sua compulsão Formamos um belo par sem fachada e ilusão
Sabemos encarar o dia-a-dia honestamente Sempre com disciplina, pois tudo foi de repente
Mas tenho um alívio que encontro no seu beijo Me faz ficar em paz, é só você que eu desejo
Desejo e te vejo numa praia anoitecendo Deitada no meu colo, meu casaco te aquecendo
É difícil encontrar palavra que te descreva Só sei que vou te amar onde quer que você esteja...

A mulher é um bicho lindo, cheio
de cores e de amores perdidos
vivem os homens e de odores
infinitos saboreiam os loucos
de tanta paixão por suas musas.

Mulher é bela desde que acorda
até deitar e ao adormecer a pele
rejuvenesce ou volta a nascer e
no sono relaxam o corpo cheio
de curvas puras e bem desenhadas.

Mulher, mulher, mulher,
você é tudo para mim
e para você quero tudo
ser!

Mulher, mulher, mulher,
você é linda demais e
mais bela do que outra
flor!

A criança sopra o brinquedo, e no ar as bolhas te trazem, em risonhos trejeitos, linda, sonhadora, a princesa dos sete mares, a musa delicada abrindo meu poema encantado na violeta, exposta e formosa em meu jardim!
Vejo-te pelo firmamento alimentando meu cordel, colorindo a face pequena, brilhando ao cair da lágrima donde me pego escrevendo ao sentir teu beijo, puro, apaixonado e transcendental!
No passeio das bolhas, vem sedutora, em ópio desejado e aclamado no peito nu, a pele arrepiada exclamando d'alma o sussurro insano, o delírio do abraço nas águas em colisão!
Enfim digo-te, é a bela entre as feras, a alva pétala entre as vestes, que te trazem menina, diva, a mulher do estreito sentido!

Meu caro poeta, se entregue de corpo e alma, coração e mente, deixe a luz escrevente devanear com você!
- Que seja feita sua vontade, e assim entrego minhas letras floydianas ao desabrochar da flor em fulgor!
- Na sinceridade dos versos aqui tatuados, me deixo despir em luzeiros, para ter você por inteira no sabor da laranjeira!
Caro amigo poeta, se entregue ainda mais, você pode, você deve buscar sua felicidade, a luz e seu caminho!
- Que o meu arco-íris, mostre-se ainda mais belo, espelhando nos olhos da amada, minha frase pura e apaixonada!
Nas águas dos meus reversos, aqui abertos ao universo, faço-me em prantos, para ter você, perolada a paixão, cristalina ao amor!
Meu caro poeta, deixe-se falar com a emoção de suas lágrimas, pois são verdadeiras e o levam ao cume do poema explosão!

Solto-me em brasas percorrendo seu corpo, sedenta de você, grito seu nome. Sinto no céu da minha boca, seu beijo iluminando minha noite, e estremeço nesse desejo enorme que toma meu corpo deixando-me louca.
Vibra meu corpo, somem meus sentidos, viro estrela em constelações inexistentes.
Nesse momento, faço-me sua, dou-lhe da vida que canta em mim em acordes de harmonia, o sol se faz presente e toca minha pele iluminando a noite escura.
Sou vida onde você é luz que toca meu corpo, ponto a ponto, fazendo-me feliz. Nesse momento, as areias do tempo seguro em minhas mãos, somos eu e você possuindo o universo inteiro e vejo-me sua, abrigo que sempre quis, amor sem limites que toca minha alma com tamanha paixão.

Porquê tanto me fazes sofrer, se eu vivo só pra te fazer feliz...
Porquê tanto desconfias de mim, se minha vida gira em torno só de ti...
Porquê tanto raiva e rancor, se nossos corações estão cheios do mais puro
amor...
Porquê tantas palavras ruins saem da mesma boca que saem palavras tão
doces...
Porquê não olhas em meus olhos, se olhando nos meus olhos verá a pureza de
minha alma...
Porquê dizes que me ama tanto, mas dizes que conseguiria me esquecer...
Porquê, eu me pergunto. Mas as respostas não veem a mim...
Porquê?
Porquê palavras tão puras e verdadeiras se sincronizam nesse poema?
Porque?
Porque meu coração está transbordando de PORQUÊS?

Ficar de novo pequenina
Olhando as crianças brincando Comecei a pensar Talvez quando eu era criança Adulta eu queria ficar...
E mil lembranças Voltam em minha mente De quando eu era pequenina Uma criança somente...
Muitas recordações... Dias felizes... As emoções E até das tristezas Que um dia tive...
Será mesmo que aproveitei? Será que eu valorizei? A grandeza... A alegria... Aquela vivência em plena "folia"?
Será que o adulto eu analisei? Será que eu acreditei? Que tudo seria melhor quando eu crescesse? E adulta eu fiquei!
E hoje quero confessar Que a infância me fascina... E que eu daria tudo... Pra ficar de novo pequenina!

A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe... Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante é uma sublime forma de possuí-la.
Felicidade é chuva que cai na madrugada, quando dormimos. O que vemos é a terra agradecida, pronta para fecundar o que nela está sepultado, aguardando a hora da ressurreição.
Felicidade é coisa que não tem nome. É silêncio que perpassa os dias tornando-os mais belos e falantes. Felicidade é carinho de mãe em situação de desespero. É olhar de amigo em horas de abandono. É fala calmante em instantes de desconsolo.
Felicidade é palavra pouca que diz muito. É frase dita na hora certa e que vale por livros inteiros. Eu busco a frase de cada dia, o poema que me espera na esquina, o recado de Deus escrito na minha geladeira... Eu vivo assim... Sem doma, sem dona, sem porteiras, porque a felicidade é meu destino de honra, meu brasão e minha bandeira. Eu quero a felicidade de toda hora. Não quero o rancor, não quero o alarde dos artifícios das palavras comuns, nem tampouco o amor que deseja aprisionar meu sonho em suas gaiolas tão mesquinhas.
O que quero é o olhar de Jesus refletido no olhar de quem amo. Isso sim é felicidade sem medidas. O café quente na tarde fria, a conversa tão cheia de humor, o choro vez em quando.
Felicidades pequenas... O olhar da criança que me acompanha do colo da mãe, e que depois, à distância, sorri segura, porque sabe que eu não a levarei de seu lugar preferido.
A felicidade é coisa sem jeito, mas com ela eu me ajeito. Não forço para que seja como quero, apenas acolho sua chegada, quando menos espero. E então sorrio, como quem sabe, que quando ela chega, o melhor é não dispersar as forças... E aí sou feliz por inteiro na pequena parte que me cabe.
O que hoje você tem diante dos olhos? Merece um sorriso? Não pense duas vezes...

No dia 30 de janeiro se comemora o Dia da Saudade. A palavra vem do latim solitate, que na tradução literal quer dizer solidão. Mas em nossa língua ela adquiriu um significado bem mais romântico, como nos mostra o Dicionário Aurélio:
Saudade – Substantivo feminino. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las. nostalgia.
Este sentimento sempre foi tema de músicas, poemas, filmes e não há quem já não o tenha sentido.
Temos saudades de pessoas, de momentos, de situações, de lugares. Sentimos falta de tudo o que nos faz bem. E, como dizem que relembrar é viver, a saudade nos transporta para um tempo em que fomos mais felizes, trazendo, muitas vezes, lembranças doloridas.
E para desejar a todos um Dia da Saudade cheio de boas lembranças, nos apropriamos de um poema do grande Mario Quintana:
Saudade na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas, nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.
Via você no ontem, no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.
Que saudade...