Poema - Mensagens

Tão estranho à forma de amar, amamos e sentimentos ciúmes, ciúmes bobo, muitas vezes inconveniente. Amamos e sentimos medo, um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem sem lhe presentear com uma passagem para o mesmo lugar. Amamos e sentimos raiva, raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender pelo menos naquele momento que mais estamos chateados. Amamos e sentimos muitas vezes rejeição, pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo, a nova roupa, a nova investida. Amamos e nos tornamos loucos, loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados. Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos. Tão estranho à forma de amar, Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos... Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine. Pois amor que é AMOR, é tudo... É certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno. Tão estranho esta forma de amar, que me perco até nos versos mais simples de um poema, pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas, mas todas com o mesmo sentido, que o amor tudo supera.

Às vezes deixamos de prestar atenção no que está nos acontecendo, nas pessoas que estão cruzando nosso caminho, no que estamos falando, no que estamos sentindo. Na correria do dia a dia, perdemos o mais importante, que é viver, respirar, sentir e conhecer o agora, tanto que até o nome é PRESENTE.
Tudo acontece muito rápido e quando você se dá conta, cadê a VIDA? Ela se foi e quando isso acontece percebemos que perdemos o melhor da viagem, que é o caminho.
É tão fácil perder de vista o que é importante! Este poema foi escrito por uma menina em estado terminal de doença, num hospital de Nova York.
Dança Lenta... Alguma vez você já observou crianças num carrossel? Ou ouviu a chuva batendo no chão? Alguma vez já seguiu o voo errático de uma borboleta?...ou fixou o olhar no sol no crepúsculo? É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...o tempo é curto, a música vai acabar... Você corre através de cada dia voando? Quando você pergunta Como vai? Você escuta a resposta? Quando o dia finda, você fica deitado na cama, com os próximos afazeres rolando por sua cabeça? É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...o tempo é curto, a música vai acabar... Você disse alguma vez a uma criança: Vamos deixar para fazer isto amanhã?
E na sua pressa, não viu a tristeza dela? Perdeu contato, deixou uma boa amizade morrer porque você nunca tinha tempo para ligar e dizer Oi ? É melhor você diminuir o passo. Não dance tão depressa...o tempo é curto, a música vai acabar...
Quando você corre tão depressa para chegar a algum lugar, você perde metade da satisfação de chegar lá. Quando você se preocupa e se apressa em seu dia todo, é como se fosse um presente que não foi aberto... um presente jogado fora!
A vida não é uma corrida... Leve-a mais devagar... Ouça a música... Antes que a canção ACABE!

O vento entra por minha janela!
Traz o frio, traz a chuva,
Mas não traz o que quero... Você!
Procuro por você,
Te encontro... Dentro de meu coração!
Mas te queria ao meu lado!
Luto por isso!
Sinto a sua presença,
Olho ao meu redor,
Mas não te vejo!
É meu coração me pregando uma peça!
Sinto seu perfume!
Mas cadê você?
São aromas exalados por flores de um jardim,
Que se misturam,
Mas você, a mais bela flor,
Não encontro!
Ah! Como dói essa solidão!
Quanta falta sinto de você ao meu lado!
Cartas e telefone podem disfarçar,
Mas não enganar meu coração!
Mas vou vencer!
Vou vencer o tempo e a distância!
Lutarei para te ter!
E quando me lembrar desse poema, vou sorrir!
E chorar... De alegria!
Porque nessa hora,
Nesta hora você estará comigo
Ao meu lado!

Amigo,
Quando você estiver triste,... Eu vou te deixar bebaço e te ajudar a planejar uma vingança contra o pobre filho-da-mãe que te deixou assim.

Quando você me olhar com desespero,... Eu vou enfiar o dedo na sua goela e te fazer pôr pra fora o que estiver te engasgando.

Quando você sorrir,... Eu vou saber que você finalmente deu uns pega.

Quando você sentir medo. Eu vou te chamar de viadinho e tirar uma da sua cara sempre que tiver chance.

Quando você estiver preocupado,... Eu vou contar histórias horríveis sobre o quão pior você poderia estar e te mandar parar de choramingar.

Quando você estiver confuso,... Eu vou explicar pra você com palavras bem simples porque eu sei o quanto você é burro.

Quando você estiver doente,... Fique bem longe de mim até se curar. Eu é que não quero pegar o que quer que você tenha.

Quando você cair,... Eu vou apontar pra você e rolar de rir do seu desengonço. Esta é minha jura, eu garanto, até o fim.

Você me pergunta, Por Quê? Porque você é meu amigo!

Agora mande este poema a dez dos seus amigos mais próximos e espere pra ficar em depressão quando perceber que você só tem dois amigos, e um deles está de mal com você.

Bordo minha canção dia após dia, deixando-me inundar pelo sabor da tangerina, zil metal dos contos apaixonados, birô dos meus devaneios, poetando-te, te escrevendo em gotas de chuva, te tendo nas cores do arco-íris!
Ah! minha ciganinha, vamos ganhar o mundo, levando em nossos corações, o flamenco gostoso, a palavra sagrada ditada pelo baralho, a luz emanada na runa que escorre em tua alma paixão!
Na linha do horizonte, versejo-te ao som das castanholas, intuindo em ti o linguajar, o dançar e o frenesi, o brilho do teu olhar, cigana do meu lamentar!
Ao pôr do sol anuncio a opera dos andarilhos, o mosaico, o vitral vivo desenhando teu jeito de amar límpido, aromático, o beijo molhado nas preces deste poema rabiscado nas chamas da tua sedução!

Hoje eu decidi
Vou deixar a saudade chegar
Vou deixar a saudade
me abraçar com seu manto
E se for preciso chorar, vou chorar
Quem sabe entre uma lágrima
e outra, o riso aparece?
Afinal, a mesma saudade
que machuca também acaricia
com suas lembranças

Hoje eu decidi
Não vou evitar a saudade
Vou aceitá-la de coração
e braços abertos
Vou cantar para ela
a nossa canção preferida
Vou recitar aquele poema de amor
que você um dia me dedicou

Quem sabe se eu abrir
as portas da minha casa e meu coração
A saudade me dê uma trégua
E se torne um aconchego
ao invés de um tormento
Quero fazer as pazes com a saudade
Preciso fazer as pazes com a saudade
Já que ela é minha companheira,
não posso mais evitá-la

Venha saudade
Encha minha casa tão vazia
Escute as minhas canções de amor
E meus poemas inacabados
Dancemos essa valsa solitária
E enquanto um novo amor não chega
Você será bem vinda

Por que tanto me fazes sofrer,
se eu vivo só para te fazer feliz?
Por que tanto desconfias de mim,
se minha vida gira em torno só de ti?
Por que tanta raiva e rancor,
se nossos corações estão cheios
do mais puro amor?
Por que tantas palavras ruins saem
da mesma boca de onde saem
palavras tão doces?
Por que não olhas em meus olhos, se
olhando nos meus olhos verás a
pureza da minha alma?
Por que dizes que me amas tanto, mas
dizes que me conseguirias esquecer?
Por quê? Eu me pergunto.
Mas as respostas não vêm a mim.
Por quê? Por que palavras tão puras e
verdadeiras se sincronizam
neste poema?
Por quê? Por que meu coração está
transbordando de porquês?

Sou um autor desconhecido sim, quando nas manhãs onde todos dormem, estou aqui, colocando meus pensamentos em palavras, expondo minhas dores e minhas vivências muitas vezes como ferida ainda aberta.
Sou um autor desconhecido quando acordo no meio da noite com uma ideia e corro pra anotar para que amanhã isso não fique esquecido.
Sou ainda um autor desconhecido quando passeio por blogs e sites e reconheço minhas palavras, meus sentimentos e posso dizer o que senti no exato momento em que aquele meu filho foi gerado e veio ao mundo, mas não me vejo.
Sou um autor desconhecido quando choro sozinha, quando preciso brigar pra dizer que é meu o que não teria nascido se não fosse eu, porque as palavras não nascem do nada e cada texto, cada poema é coisa única.
Sou autor desconhecido quando acham que o que escrevi é tão bonito que uma simples mortal não teria escrito e então atribuem a autoria a alguém que todos já conhecem.
Sou autor desconhecido quando meus filhos se perdem de mim, quando são "adotados" por pessoas que gostariam de tê-los gerado.
Sou ainda, autor desconhecido quando, cansada, baixo os braços e me pergunto se vale a pena lutar se de qualquer maneira amanhã tudo recomeça.
Mas... desconhecida ou reconhecida, não desisto. Meus pedaços de mim espalhados por aí são e sempre serão pedaços de mim, que eu reconheço, que quem me conhece, reconhece, que eu abrigo e que ninguém pode tirar de mim.