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O amor é uma coisa que não vemos,
mas basta senti-lo para saber que ele existe.

Existe alguma coisa que você precisa fazer, mas preferia não fazer? Existe algo que lhe traria sucesso e realização, mas que simplesmente você não consegue fazer?
Por que não? É tão ruim assim? Ou você tem evitado essa situação há tanto tempo que criou uma barreira contra ela? Hábitos e atitudes se perpetuam.
E frequentemente achamos necessário nos livrarmos deles.
Provavelmente você já passou por muitas outras situações tão arriscadas, desagradáveis ou difíceis quanto essa que está evitando. Não é a situação que está lhe barrando.
É você mesmo. Na verdade, algumas atitudes que você toma tentando fugir dessa situação são tão desconfortáveis quanto dar uma solução a ela.
Faça o que tiver de ser feito! Livre-se dessa atitude limitante. Você pode lidar com qualquer desafio que se apresente.
Pare de reprimir-se e aprenda a desfrutar das ações que levam ao sucesso.

Quem é que disse que o amor não vale a pena?
Que faz doer o coração, que pode trazer decepção?
Pode até ser que o amor não traga felicidade plena!
E que com o fim da paixão, o amor pareça uma simples uma ilusão.
Ora, mas se o amor é mesmo forte,
Vale a pena, a alma e a pele arriscar!
Já dizia o poeta, quem entra na chuva é para se molhar!
Quando o coração acelera, não consegue mais frear.
E na pista molhada é ainda mais difícil parar!
Se foi para a chuva, agora é cantar e dançar.
E se no final, o amor não correr bem,
A água vai secar, e logo a dor vai passar
E para voltar a se alegrar, basta lembrar:
depois da tempestade, vem a sempre a bonança.
No fim do arco-íris, há sempre a esperança de um tesouro.
E o seu tesouro pode ser um amor que vale ouro.

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
" Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. "
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
" A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença..."

Olhos estremecidos Coração palpitante Declarações sem sentidos, Flores sem perfumes Pensamentos imaturos Gestos inocentes.
A mulher é inocente demais Ela se entrega, Mergulha numa ilusão Sem pensar nas consequências.
Se declara Sem temer a solidão.
No final se desilude Se rende a dor de um amor.
Joga pro alto seus sonhos E vive em funções de lembranças.
Se nega a sorrir.
Anos se passam, O corpo diz não Mas a alma e o coração dizem sim.
A alma de uma mulher É extremamente sensível, Ela comanda verdadeiros sentimentos.
Sentimentos incompreensíveis, Sentimentos secretos, Sentimentos sonhados Por uma alma de mulher.