Um dia, Deus me deu o melhor presente que eu poderia receber, a sua amizade! Você simplesmente em um ano me ajudou em tudo que era necessário, em tudo que eu precisava, você sempre esteve ao meu lado, me ajudando, apoiando, etc.
Por isso, e por outros motivos, eu venho aqui lhe agradecer por todo carinho, amor e atenção que você me dá. Obrigada de coração!
Amigo, hoje faz um ano que nos conhecemos, porém parece que o conheço há séculos. Como posso ter tanta admiração e carinho por uma pessoa em tão pouco tempo?! Mas tem coisas na amizade que ninguém explica!
Obrigada por tudo, e sempre que precisar estarei aqui! Eu te amo muito!
Nesta PÁSCOA...
Abra o seu CORAÇÃO...
E deixe que a fé e o amor façam eterna moradia.
A Páscoa me deixa muito feliz e tenho a agradável
certeza de que estaremos sempre juntos, pois o maior
responsável por minhas alegrias é você.
Faço votos que você seja sempre feliz.
Já que a Páscoa é amor, desejo que este amor
se fortaleça a cada ano, a cada dia.
Que a nossa cumplicidade possa permanecer sólida.
Que possamos continuar acreditando no amanhã, pois
o caminho é longo e eu estarei ao seu lado.
Tudo o que puder fazer, farei para te ver feliz,
por que EU TE AMO.
A casa da Joaninha
fica bem vizinha à minha.
Vou lhe fazer uma visita
porque moramos bem pertinho.
Toc, toc, toc
(bato à porta
porque não tem campainha).
"—Aqui é sua vizinha,
Dona Baratinha,
vim fazer suas unhas!"
Ela responde enfadonha:
"— Pode entrar, estou no banho!
Falta secar minhas asinhas!
Espere só um minutinho."
"— Não tenha pressa - eu replico -
vou esperar na cozinha
que é meu local preferido."
E fiquei ali sozinha,
comendo um pedaço de sonho
e assistindo desenho.
Acabou me dando um
Soninho
Conheço teu medo, a tua felicidade e os teus sonhos. Conheço tua estrada e sei exatamente o teu destino. Conheço-te por dentro...
E sem que tu tenhas que me pedir, eu entendo o que tu queres. Conheço o teu sorriso, e sei tudo que está dentro do teu coração. Conheço e te reconheço em qualquer lugar...
Sei do teu amor, da tua saudade, dos sonhos que movimentam a tua vida e da esperança que te faz lutar. Amo-te pelo que tu és, e para mim, és um ser valioso. Amo-te, mesmo quando perdes a confiança em mim. Amo-te, mesmo sem saberes... Acompanho-te desde sempre! Estou ao teu lado mesmo quando pensas que te abandonei...
Vibro em cada minuto da tua felicidade. Choro com cada lágrima tua. Sofro com toda a tua dor, e te estendo as mãos a todo momento, embora muitas vezes teimes em não me pedires ajuda, mesmo assim, continuo a te proteger...
Conheço-te e sei que és muito especial, como é especial cada filho meu, mas cada um com as suas diferenças, ainda assim o meu amor é incondicional, e ele é o maior amor do mundo. Conheço-te, porque eu te criei...
Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra. (Salmo 46:10)
O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.
Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.
Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.
Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.
Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.
Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).
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