Havia, certa vez, um rei sábio e bom, que já se encontrava no fim de sua vida.
Certo dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, tirou do dedo um anel e deu-o a ele dizendo: – Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.
E o rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara. Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho, que acabaram culminando numa terrível guerra. O jovem rei, à frente do seu exército, partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente. Mortos, feridos, tristeza, dor... O rei lembra-se do anel, tira-o e lê a inscrição: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
E ele continua a luta. Perde batalhas, vence outras tantas, mas ao final, sai vitorioso. Retorna, então, ao seu reino e, coberto e glória, entra em triunfo na cidade. O povo o aclama. Neste momento ele se lembra do seu velho e sábio pai. Tira o anel e lê: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
Sempre que começa um novo dia, algumas dúvidas invadem nosso coração. O futuro é sempre uma incerteza e na vida nada é garantido, mas isso não nos pode impedir de sermos positivos e de mantermos a motivação em alta para tudo que fazemos.
Já que as expectativas são a única coisa que podemos controlar na totalidade, é tempo de acreditarmos que grandes coisas estão por vir. Ter fé é o primeiro passo para qualquer conquista e uma boa ajuda para as lutas que travamos vez após vez. Bom dia!
Bem-vindo, estimado genro. Agora também faz parte da nossa família e é muita a felicidade por você se juntar a nós. Pelo que já pudemos conhecer de você, será um prazer criarmos laços de amizade e desfrutarmos muito da sua companhia. Queremos que se sinta bem entre nós e que acima de tudo possa viver momentos de amor e alegria junto da nossa filha.
Pode parecer bobagem, mas não sei mais o que fazer para te esquecer. Você definitivamente virou mania que não consigo deixar.
Já tentei de tudo, me distanciar, imaginar que havia mudado de planeta e nada, absolutamente nada surtiu efeito.
Me diz onde foi que eu erei, pois nem de mim sei mais, as vezes vejo-me no escuro e sinto que a única coisa que pode clarear-me é a ilusão de um dia ter você...
Tolice, sei que nunca terei sei amor, pois já fiz por merecer e não aconteceu. Não posso obriga-lo a gostar de mim, mas como seria mais fácil ser feliz assim. Bem fiz o que pude sei que também tentou, mas não deu.
O meu amor é bastante grande não sei quando acabará e se é que um dia ele acabará.
Hoje a única certeza que tenho é a de que preciso ser feliz, mesmo que não esteja ao meu lado.
Saiba que eu sonhei e você fez parte de cada sonho, mas para encontrar a real felicidade terei de deixar de sonhar com você, com o seu amor.
Busco o que não conseguiu me dar, busco a felicidade, a felicidade de viver e simplesmente viver...
Até um dia!
Pois sei que nos encontraremos e será neste instante que terá a certeza de que ninguém te amou com eu te amei.
As crianças apresentam-se em tamanhos, pesos e cores sortidas. Encontram-se em toda parte, em cima, em baixo, fora, trepada, pendurada, caindo, correndo, saltando. Os pais as adoram, as visitas as detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos as toleram e o Céu as protege.
Uma criança é a verdade de cara suja, a sabedoria de cabelos despenteados, a esperança de calças caindo. Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do busca-pé e tem cinco polegares em cada mão quando pratica suas reinações.
Adora chicletes, sorvetes, carrinhos, bonecas, a Páscoa e o Natal, e gosta de ar livre, da água, dos animais grandes, dos automóveis e aviões e dos domingos. Detesta as visitas, os livros sem figura, cortar os cabelos, dias de chuva, tomar banho e a hora de dormir. Levanta cedo e está sempre atrasada para as refeições. Entre seus pertences há sempre um tesouro: um canivete enferrujado, uma fruta verde mordida, um barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude, um pedaço de substância desconhecida e um objeto raro que lhe é precioso por, quando muito, vinte e quatro horas.
É uma criatura mágica. Você pode fechar-lhe a porta de seu quarto de ferramentas, mas não a de seu coração. Pode expulsá-la de seu escritório, mas não de seu pensamento. Toda sua importância e sua autoridade desmoronam-se diante dela, que é seu carcereiro, seu chefe, seu amo... Ela é uma ruidosa e despótica ditadora.
Mas quando você volta para casa, à noite, com esperanças, ambições e nervos despedaçados, ela pode recompô-los num instante com suas palavrinhas mágicas: –
"Oi Pai, Oi Mãe." Parabéns por ter uma em casa!
Eu, nunca deixei morrer a criança que um dia viveu dentro de mim. Me apaixonei pela sua maneira de ser, e até hoje sou exatamente assim. A alegria, faz o coração feliz. O espírito e a alma, ficam em êxtase, diante do amor e paz.