Minha mãe, queria eu que existissem mais e melhores palavras para que pudesse com maior justiça lhe agradecer e prestar a devida homenagem. Mãe, você não me trouxe ao mundo, mas a você eu devo tudo, e julgo que até a própria vida. Pois se não tivesse sido resgatado pelo seu coração de tamanho e generosidade infinitas, talvez eu não estivesse aqui, e se estivesse noutro lugar, certamente não seria tão feliz.
Minha mãe, diariamente você faz com que eu esqueça que é minha mãe adotiva, e esse é o seu maior ato de amor. Obrigado! Eu te amo!
Corri em busca de descobertas,
Descobertas que desvendam mistérios,
Mistérios sagrados do amor.
Tive sede e fome nessa corrida
Mas aguentei...
Continuei a correr.
Sabia que valia a pena,
De que essas descobertas me mostrariam
Um novo mundo,
Um mundo de sonhos.
Enfim,
Cheguei ao final dessa corrida
E lá estava o mais doce mistério,
De que eu estava frente a frente
com minha cara metade...
Era o reencontro de duas partes
perdidas no mundo.
Um mundo sombrio
Que transformou as sombras em sonhos.
Corri a vida inteira,
Atrás de um mistério que mudou a
minha vida.
Um mundo que me apresentou a felicidade
Depois do cansaço, sede e da fome...
Um mundo que me deixou desvendar um
DOCE MISTÉRIO.
Boa noite, meu amigo e marido, meu amor! Especialmente hoje, estou sentindo sua falta. Adorava ter o poder de encurtar essa distância que nos separa, meu bem! É que estou morrendo de saudades do seu abraço, do seu beijo ao deitar e ao amanhecer, dos seus gestos e até das nossas brigas!
É que nos momentos de solidão, de tristeza, até as coisas menos positivas enchem o coração de nostalgia. Estou ansiosa com seu regresso, meu amor! Que o tempo passe a voar para nosso lar voltar a estar completo. Durma bem e até logo!
Um dia pouco depois de te conhecer Sonhava conosco Um paraíso nos era mostrado Estávamos unidos Para sempre Pelo nosso sentimento A lua brilhava sombria no céu da noite As estrelas nos sorriam Nós nos amávamos Na noite em que nos conhecemos Com sua ajuda mudei meus pensamentos E assim surgia nosso amor Acordei E pela janela aberta Refulgindo em prata e ouro A Lua me sorria E me dizia que aprovava nosso amor E que levaria minha mensagem a você Eu a ouvia E tudo que pude lhe dizer Foi que pra sempre o mundo vai ouvir minha voz Dizendo que te ama em todas as línguas
Je vous aime... I love you... Te vollo bene...
Eu te amo
E sei que nunca vou te decepcionar
Certa ocasião em alto mar, no meio da tripulação de um navio existia um marujo que pelo fato de ser crente, novo convertido, era motivo de insultos e zombarias por parte dos seus colegas.
Num belo dia, o capitão do navio, reunindo os marinheiros no convés, pegou uma luneta e, de um lado para outro, começou a olhar no horizonte. Olhava, olhava até que os marinheiros, curiosos, quiseram saber do que se tratava. Aí o capitão, tirando os olhos da luneta, dirigiu-se ao marujo crente e lhe disse:
– Olhei por todos os lados. Olhei e cansei de olhar, mas não consegui ver a Deus.
Então o marujo, levantando-se, tomou a Bíblia, e abrindo-a no livro de Mateus, capítulo 5, versículo 8, leu esta joia rara do amado Mestre:
"Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus".
Jamais aquele capitão poderia ver a Deus. Os males do seu pecado o deixaram em trevas, a ponto de não poder enxergar a Deus e adorá-lo em espírito e em verdade.
Tais pecados não só impedem que Deus nos ouça as orações e estenda-nos as mãos para nos abençoar, como também impedem nossa própria visão das coisas espirituais.
Não é de admirar que exista muita gente que, apalpando espiritualmente, vive totalmente cega.