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Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é
uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
As pessoas são diferentes, agem diferente, pensam diferente.
Nunca julgue, apenas compreenda.

O marido e a mulher não se falavam há uns três dias... Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.
Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo.
Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
"Acorde-me às 6 horas da manhã".
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h 30min.
O homem teve um ataque e pensou:
-"Que absurdo, que falta de consideração, ela nem me acordou..."
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito:
"...São seis horas, levanta!!!"
Moral da História:
Não fique sem falar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são geniais nas suas vinganças.*

Saudades não consistem em perdas... não é tristeza... não é errado.
Saudade não é lágrimas... não é estar sozinho...
Saudade é um sentimento, inigualável...
Sentimento indispensável, que frisa a beleza e a especialidade de alguém. Isso é saudade...
Saudade é estar perto mesmo estando longe...
Unir pensamentos... em prol de um objetivo: NUNCA ESQUECER DE QUEM SE GOSTA!
É sentir falta de quem se ausentou... mesmo que por um minuto.
É amar... irmão... amigo... seja quem for...
é se lembrar de quem passou pela nossa vida, e deixou alguma marca importante...
Saudade é tudo isso e um pouco mais...
Coisas que se resumem em: Estar entre milhões de pessoas e sentir a falta de uma...
Por isso venho dizer que sinto saudades de você...
Pois sinto a falta de um alguém que deixou marcas inesquecíveis em minha vida...
Não sinto que te perdi... pois um verdadeiro amigo nunca se perde...
Mas sinto que sua companhia era tudo o que faltava para completar minha vida... minha felicidade.
Por isso... sinta-se feliz... você é uma pessoa importante e amada por alguém que esteve contigo, e que nunca se esqueceu de seu jeito amigo de ser!

A Força da Amizade A força da amizade vence todas as diferenças... Aliás... Para que diferenças se somos amigos?
Quando erramos... Nos perdoamos e esquecemos Se temos defeitos... Não nos importamos... Trocamos segredos... E respeitamos as divergências...
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo... Amigos sem cor... Sem sexo... Sem idade... Amigo é só amigo... Nos amparamos... Nos defendemos... Sem pedir... Fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...
Nos reverenciamos... Adoramos... Apreciamos... Admiramos.
Nos mostramos amigos de verdade, quando dizemos o que temos a dizer... Nos aceitamos, sem querer mudanças... Estamos sempre presente, não só nos momentos de alegria, compartilhando prazeres, mas principalmente nos momentos mais difíceis...
Não tiramos a liberdade... Não sufocamos... Não forçamos nossa presença... Estamos perto quando de nós necessitam... E ao nos afastarmos, respeitamos sempre a individualidade alheia.
A amizade não se força... Mas tem uma força que se intensifica a cada instante... É dessa maneira que sou tua amiga!

Em um deserto distante, vivia uma solitária flor. Tão bela, delicada e com um perfume tão bom que a própria areia desviava-se com a ajuda do vento para não molestá-la.
Afinal, era a única flor do deserto... Ela dava à paisagem árida um toque de vida e luz. - Por que nasci assim? – pensava ela – tão longe de minhas irmãs e primas?
Olhava ao redor e só via areia clara e o céu azul. Os grãos de areia adoravam visitá-la. Ela, tão linda e colorida, alegrava e dava vida àquele deserto.
Alguns grãos de areia viajavam dias e dias para conhecê-la. Comentavam entre si como era mais bela a paisagem graças à presença daquela flor. Mas a flor, por não entender sua missão, sentia-se muito só. Se existia um motivo para a sua vida, qual seria ele?
Os grãozinhos de areia tentavam se comunicar com ela, mas por pertencerem a dimensões, ou reinos diferentes (vegetal e mineral), eles não conseguiam transmitir à flor o quão importante e necessária era a sua presença ao deserto.
Em cada amanhecer, a flor olhava ao redor em busca de algum sinal de vida. Deprimida, ela, então, definhou e morreu. Os grãos de areia, que nada puderam fazer, entristeceram-se. Já não queriam mais passear e até o vento, naqueles dias, desistiu de soprar... Perguntavam eles:
- Será que a flor que procurava vida ao seu redor não percebeu que ela era a própria vida?
Ela era a alegria e o colorido da paisagem! Por que insistiu em procurar fora aquilo que estava dentro dela?