Gostaria de poder tocar as nuvens do céu,
mas isso é tão impossível,
quanto termos a certeza de algo absoluto.
Queria compreender o amanhã,
mas como?
Se nem o hoje entendo...
Gostaria de ter você só pra mim.
É duro quando perdemos algo e
não sabemos onde achar (Onde estás?)
Procuro em tantos lugares
e só acho o vazio,
talvez eu também esteja perdida,
perdida em você...
Perdida em loucos pensamentos
em diversos sentimentos...
Por favor, ajude-me à me encontrar!
Quando você chegou, a vida de todo mundo melhorou! Sua inocente alegria cativou todos os rostos e eu me apaixonei de verdade por esse novo membro da família.
Você, meu irmão, é como um filho para mim. Te adoro acima de qualquer coisa! Na verdade, nem saberia respirar sem você do meu lado, sabe? É que somos parte um do outro; somos amor para toda vida, somos cúmplices. Somos irmãos!
Não consigo esconder o quanto gosto de você. Sinto que somos parecidos – mesmo com todas as diferenças. Sinto que nada nos poderá separar – mesmo com todas as reviravoltas que a vida possa dar.
Quero mais do que amizade, pretendo conhecer mais e melhor o amor, a paixão, a beleza dos sentimentos. Preciso de você como de ar para respirar. Aceita namorar comigo?
Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra De árvores alheias.
A realidade Sempre é maios ou menos Do que nós queremos.
Só nós somos sempre Iguais a nós próprios.
Suave é viver só Grande e nobre é sempre Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses.
Pensava eu que amigos eram para sempre. Que as amizades, ao contrário do amor, não mudavam seus protagonistas. Mas você e eu provamos o contrário. Percebemos que todas as relações humanas não sobrevivem sem uma dose adequada de compromisso e dedicação. E agora sentimos amargura, tristeza profunda do nosso afastamento.
Nossa amizade se desvaneceu aos poucos, fugiu da nossa mão como areia fina. Alguns erros não foram esquecidos, as mágoas que outrora afirmamos perdoar. E não lutamos por estar mais perto, pela confiança mútua e por nossa cumplicidade.
O que resta de uma amizade que acabou, senão histórias de tempos passados? Mas para quê continuamente lembra-las, se não é nosso desejo as podermos reviver? Não quero ganhar ressentimento, ódio de alguém que já significou tanto. É melhor nos acomodarmos a esta distância. Pensar que um dia, quem sabe, nos voltemos a cruzar e talvez retomar o que tanto nos uniu.