Que você não me conhece...
E eu tenho que gritar isso porque você está surda e não me ouve!
A sedução me escraviza à você...
Ao fim de tudo você permanece comigo, mais presa ao que eu criei e não a mim.
E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo maior nos separa...
Você não tem um nome, eu tenho...
Você é um rosto na multidão, e eu sou o centro das atenções,
Mas a mentira da aparência do que eu sou, é a mentira da aparência do que você é.
Por que eu, eu não sou o meu nome, e você não é ninguém...
O jogo perigoso que eu pratico aqui, ela busca a chegar ao limite possível da aproximação.
Através da aceitação, da distância, e do reconhecimento dela.
Entre eu e você existe a notícia que nos separa...
Eu quero que você me veja nua, eu me dispo da notícia.
E a minha nudez parada, te denuncia, e te espelha...
Eu me relato, tu me delatas...
Eu nos acuso, e confesso por nós.
Assim, me livro das palavras,
Com as quais você me veste.
Ontem: ''Eu te amo''
&
Hoje : ''Não te amo mais''
Quem ama realmente, não esquece do próprio amor que diz sentir...
Não desiste fácil do que quer...
Não da ouvidos a outras pessoas, seguem o seu próprio coração, é capaz de escolher sozinho o caminho da felicidade... Quem ama não trai, quem ama não mente, não esconde, não esquece, não desiste... pois o verdadeiro amor nos motiva a fazer tudo...
Dizer que ama, é muito fácil, difícil mesmo é provar este sentimento, e provar pra si mesmo esta paixão...
Se você não sabe o significado do amor, ou não aprendeu a amar, conheço um ótimo professor pra isso: O Tempo.
Foi com ele que aprendi muitas coisas como: amar, falar, escutar o próprio coração...Só não consigo aprender uma coisa:
''a esquecer alguém que amo.?
Mas com o tempo isso passa, nada melhor que o tempo, por que separar de um grande amor é amar e não ser amado.
O pior ainda é quando as duas situações estão no mesmo caso, ai que lembramos do velho ditado:
''Nada melhor que Um pra esquecer o outro.''
Apesar de estar certo, em partes não concordo muito com este ditado, por que se você realmente ama alguém que não te ama, você não ira conseguir esquecer esta pessoa, ficando com outra, mais se percebe que realmente, este amor não vale a pena, ainda existe um professor ainda melhor que o tempo... exatamente o seu coração. Sempre siga o seu coração, e nunca de ouvido aos outros...
Quem ama não deixa o outro sofrer por amor.
Feliz Bodas de Prata, tios! Vocês merecem todo gênero de celebração. Já passaram por tanta dificuldade, mas sempre se mantiveram unidos, juntos. Isso sim é o amor!
E só com amor se atinge a longevidade que vocês estão atingindo hoje mesmo. É que vinte e cinco anos não são vinte e cinco dias – e já parece muito. Parabéns. Continuem felizes!
Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...
Eu preciso tanto, tanto do teu sorriso. Preciso dos teus lábios colados nos meus. Preciso do teu cheiro na minha roupa. Da tua voz sussurrada ao pé do meu ouvido. Das tuas mãos me apertando forte. Preciso de você. De nós. Hoje, amanhã, depois, até onde der.