Todos sabemos identificar uma criança, e não apenas pelo tamanhinho, mas pelo brilho do seu olhar, pela ilusão e pureza que vivem em seu coração, características que alguns conseguem manter vivas através da idade. Então feliz dia das crianças, para as pequenas e para as grandes!
E que maravilha é nunca perder a vontade de sorrir, a ilusão de viver; que bom é sonhar, se deixar levar pela imaginação e nunca permitir que a vida nos roube a esperança e a sabedoria de viver o agora. Acordem a criança que um dia foram e continuam sendo, e sejam felizes!
É com o coração aos pulos e cheio de uma alegria que não dá para exprimir por palavras, que hoje queremos anunciar que esperamos a chegada do nosso primeiro bebê! E não há no mundo pessoas com as quais desejaríamos mais compartilhar este mágico momento que com a nossa amada família.
Ainda vai demorar para conhecermos as feições daquele por quem esperamos ansiosamente. Mas seu coração pequenininho já bate, e sua existência desde o primeiro instante que é incondicionalmente amada por nós.
Mas também no seio da família onde tanto conforto sempre encontramos, gostaríamos que também ele encontre apoio, amor e proteção. Nossos corações exultam de felicidade, e esperamos que também os seus se alegrem com a chegada do nosso primeiro filho!
Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!
Eu não dormia sem pensar em você, e ouvir sua voz me bastava pra te sentir perto. E planejar nós dois era o suficiente pra acreditar que um dia serias meu. Te sentia junto de mim enquanto você me comia com as palavras, e matava a minha vontade com a sua. Promessas de um amanhã não muito distante, que nunca chegou, mas me fez tão feliz.
Eu te quis tanto que acho que sobrou querer pra vida inteira. Você foi a sacanagem mais doce que eu já vivi, o cara que me teve mesmo sem rótulos, e me fez sentir amada mesmo sem ter dito que era amor. Mas foi amor quando você me ligou no meio da noite, falando de saudade. Foi mais amor ainda quando, mesmo entre tantas, fez com que eu me sentisse única.
A nossa história terminou sem ter fim. E a sua ausência é um vazio que cara nenhum conseguiu preencher. Tô te esperando voltar pra escrever nosso recomeço e, entre linhas, coxas e lábios, me sentir (só) tua outra vez.
Um jornalista perseguia o escritor francês Albert Camus, pedindo que explicasse detalhadamente o seu trabalho. O autor de A peste se recusava: " Eu escrevo, e os outros julgam como entendem".
Mas o jornalista não sossegava. Certa tarde, conseguiu encontra-lo em um café de Paris.
"A crítica acha que o senhor nunca aborda um tema profundo" disse o jornalista. " Eu lhe perguntaria agora: se tivesse que escrever um livro sobre a sociedade, aceitaria o desafio?"
"Claro", respondeu Camus." O livro teria cem páginas. Noventa e nove seriam em branco, pois não há o que dizer. No final da centésima página, eu escreveria:
"o único dever do homem é amar".