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Vovozinha querida, que maravilha você viver junto a nós, este dia do seu aniversário. É com imenso prazer que a cumprimento com essa mensagem, desejando a você, paz em Cristo, saúde e a felicidade estampada em seus olhinhos como de costume.
Duas vezes mãe, que responsabilidade nosso Deus lhe deu, e você, com amor e dedicação, pela vida toda, desempenhou de maneira brilhante a ordem divina em bem criar, educar e encaminhar seus filhos de duas gerações pelo caminho do bem.
Alegria de nossas vidas, um grande abraço para você vovó.

A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.
Um homem diz: Acho que sempre serei um batalhador. Aí, ele para de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque não adianta mesmo... Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.
Já outro homem diz: Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário. aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!. E o homem consegue!
Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: É tudo tão difícil! Faça isso por mim. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente.
Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.
Em poucas palavras: somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isso: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar.
Vê, não vendo.
Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia sem ver.
Parece fácil, mas não é.
O que nos é familiar já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.
De tanto ver, você não vê.

Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo porteiro.
Dava-lhe "bom dia" e, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia, o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara, sua voz, como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu.
Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se um dia, no seu lugar estivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser que ninguém desse por sua ausência.

O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.
Mas, há sempre o que ver: gente, coisas, bichos.
E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que um adulto não vê, pois tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo.

O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho, marido que nunca viu a própria mulher.

Isso exige muito. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia.
É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

Eu juro que um dia vou esquecer de você. Mas sabe aquele tipo de promessa que a gente faz no calor da hora sabendo que não vai cumprir? Te esquecer é uma delas, não conseguiria nem por um dia, nem por uma hora. Mas eu queria, ah como queria...

Vocês transformam minha vida em algo especial. E especialmente hoje, dia do meu aniversário, eu sei que não faltarão motivos para sorrir, para encontrar a felicidade.

É por isso que agradeço aos melhores amigos que são como família – vocês! Sou uma pessoa melhor a cada novo dia porque compartilho meus sentimentos e minhas experiências com vocês. Agradeço por tudo e para sempre!