Você tem andado distante. Não tem sido a pessoa que era. Tudo está diferente na nossa relação! Você tem estado frio! Eu preciso compreender o que está se passando.
Agora já não tenho um namorado presente, amigo, confidente, cúmplice! Você já não me ajuda, já não apoia minhas decisões. Algo está errado! Por favor, fala verdade!
Meu Deus, me perdoe por todas as vezes que me faltou fé. Algumas vezes me deixo cair, me deixo abater pela fraqueza, me deixo chorar. Eu sei, Meu Deus, que eu deveria sempre colocar a minha vida em suas mãos e confiar sempre no Senhor, mas algumas vezes não tenho forças para crer.
Meu Deus, por favor, me ajude a ter mais confiança no Seu poder e na Sua palavra. Eu quero crer, eu preciso ter fé no Seu amor, eu preciso ter fé na vida. Eu rezo para que consiga confiar plenamente em Suas mãos a minha família, a saúde e a vida dos meus filhos, a minha vida financeira, o meu trabalho, e a minha felicidade.
Eu lhe peço que o Seu poder toque o meu coração e me dê a serenidade de saber que há um ser maior que do eu e maior do que tudo que olha por mim.
Meu Deus, obrigada por tudo que o Senhor fez e faz por mim, por tudo e por todos que o Senhor coloca em minha vida! Humildemente eu Lhe agradeço pelas coisas boas e más, pois tenho certeza que sempre hei de tirar respostas e lições de todas elas e me tornar, assim, uma pessoa melhor e mais forte, pois eu sei que o Senhor me ama e jamais causaria um mal em minha vida.
Meu Deus, obrigada pela Sua justiça, pelas Suas graças e Suas glórias em minha vida! Obrigada pela Sua paciência e generosidade! Que em minha vida seja sempre feita a Sua vontade. Amém!
A principal utilidade do avental de vovó era proteger o vestido embaixo, mas junto com isso, serviu como um pegador para retirar panelas quentes do forno. era ótimo para secar lágrimas das crianças, e em algumas ocasiões foi usado até mesmo para limpar orelhas sujas.
No galinheiro o avental foi usado para carregar ovos, pintos inquietos, e às vezes, para levar ovos que precisavam ficar aquecidos na chocadeira.
Quando estranhos apareciam, o velho avental era esconderijo perfeito para crianças tímidas. e quando o tempo estava frio, vovó o enrolava em seus braços. Aquele grande velho avental limpou muito suor da testa, que transpirava debruçado sobre o quente fogão à lenha. A lenha era trazida até a cozinha nesse avental.
Da horta carregou todo tipo de verdura. Depois servia para jogar as cascas no lixo. No pomar, foi usado para trazer as maçãs que tinham caído das árvores.
Quando inesperada visita surgia no alto da estrada, surpreendia quantos móveis aquele velho avental deixava sem poeira numa questão de segundos.
Quando o jantar estava pronto, vovó saia na varanda gritando e acenando com seu avental, e os homens sabiam que era hora de deixar o campo.
Levará um longo tempo até que alguém consiga inventar algo que substitua aquele antigo avental que serviu a tantos propósitos.
Esta leitura lhe trouxe recordações?
Lembra quando todos eram mais felizes, sorriam por qualquer motivo e as coisas mais importantes eram ver o riso de uma criança, o pôr-do-sol, um grande amor e a paz de um domingo? Que será que fizemos para apagar o riso, porque será que as cores ficaram mais pálidas?
O que fizemos contra nós mesmos para esquecermos de caminhar na chuva e espiar ninhos de passarinhos? Morreu a fantasia, morreu a criança que vivia dentro de nós?
Deixamos tudo isso acontecer e nem nos apercebemos. Gastamos nosso tempo na televisão, no telefone, na Internet e deixamos para trás a nossa alma, as horas de papo com os amigos, o passeio de mãos dadas e o cafezinho no boteco...
Queria te convidar a sonhar. Não, não é para mais um sonho do que se vai comprar, adquirir e se entupir. Sonhar infantilmente, por nos olhos a candura pueril, os lábios quase falando a ânsia da alegria, navegar na fantasia!
Vá correr sem medo e, em todo o desapego, igual correr na estrada com poeira sem pensar na sujeira, brincar com o sentimento, ser novamente num momento apenas garoto, maroto, arteiro e eterno.
Pois não há inverno para quem corre no sol, não há inferno para quem tem nos olhos o brilho de um farol. Nunca haverá paz em qualquer rincão do universo se dentro de nós, frutos da criação, ela não habitar antes.
A muito tempo no Japão antigo existia um Velho Samurai que morava em um pequeno vilarejo, seu nome era Hatori Hanzo. Foi um grande general do imperador lutou inúmeras batalhas e guerras. Mas agora, estava velho e decidiu se ausentar já que não havia mais guerras e seu país estava em paz, neste vilarejo ele ensinava a arte de combate aos jovens e era respeitado e admirado por todos.
Certo dia chega um samurai mais jovem neste vilarejo procurando por Hanzo, sabendo que ele era um lendário samurai lança o desafio:
- Então você é o lendário Hatori Hanzo, não passa de um velho mas vim aqui desafiá-lo.
O velho samurai aceitou o desafio e ao amanhecer do dia seguinte foi ao centro do vilarejo onde estava seu desafiante, que arrogantemente blasfemou, xingou, cuspiu e ofendeu Hanzo.
O velho apenas ficou ajoelhado sem se mover ou dizer algo e sem se desviar das pedras que o seu desafiante atirava em sua direção. Logo entardeceu e todos estavam espantados pois "o lendário Hatori Hanzo estava com medo?!"
Depois de horas o jovem e arrogante samurai deu as costas frustrado e foi embora se vangloriando de uma vitoria que não existia.
Um dos jovens alunos de Hanzo se aproximou e perguntou:
- Mestre, o senhor poderia tê-lo vencido com apenas um golpe e ter calado aquele verme, por que ficou calado imóvel sem revidar?
Com um olhar paciente e um sorriso Hatori Hanzo respondeu ao seu aluno:
- Se alguém lhe oferecer um presente e você não aceitar, a quem o presente pertence?
O aluno responde:
- Ele pertencerá a ninguém mais do quem me ofereceu.
- Exato - responde Hanzo
- O mesmo acontece com alguém que te insulta, blasfema, xinga...se você não aceitar isto tudo retorna a quem lhe ofereceu.
Moral: A honra não está em vencer seu oponente com apenas um golpe, mas sim em ensinar-lhe a disciplina e o respeito através de superioridade moral. A maior batalha é aquela que não acontece.