Hasan de Basra relata: Eu havia me convencido de que eu era um homem de humildade e mais do que humilde em meus pensamentos e na minha conduta com os outros.
Então, um dia, parado à margem de um rio, vi um homem sentado. A seu lado havia uma mulher e, na frente deles, um cantil de vinho.
Pensei: - Se pelo menos eu pudesse transformar esse homem e fazê-lo como eu sou, em lugar da criatura degenerada que ele é!
Nesse momento, vi um barco no rio, começando a afundar. O homem imediatamente atirou-se na água, onde sete pessoas se debatiam, e trouxe seis delas, salvas, para a margem.
Depois, o homem veio a mim e disse: - Hasan, se você é um homem melhor do que eu, em nome de Deus, salve aquele homem, o último que resta.
Descobri, então, que não podia nem salvar um homem, e ele se afogou.
E o homem me disse: - Esta mulher aqui é minha mãe. Este cantil de vinho contém apenas água. É assim que você julga, é assim que você é.
Joguei-me aos seus pés e implorei: - Assim como você salvou seis desses sete homens em perigo, salve-me de me afogar no orgulho disfarçado de mérito!
O estranho me disse: - Rezo para que Deus realize seu objetivo.
Quem é realmente humilde nem cogita em sê-lo, não julga o outro, mas trabalha verdadeiramente para seu aprimoramento.
Sei que é fácil falar, que dizer 'você precisa ter ânimo' e coisas parecidas saem com facilidade da nossa boca, mas para quem está em baixo, para quem sofre realmente, esse tipo de apoio vazio nem sempre resulta e às vezes até irrita.
Nesse espírito, minha amiga, e sabendo como está triste, eu não vou pedir para que faça aquilo que você sabe que deve fazer, pois é inteligente suficiente para decidir por si. Hoje eu peço apenas um sorriso, pois amo vê-la sorrir. Você é linda de qualquer jeito, mas quando sorri é muito mais.
Faça isso, apenas isso, por mim, por nossa amizade, por todo amor que eu lhe tenho, e talvez esse sorriso, repetido algumas vezes por dia, acabe ficando no seu rosto e depois no seu espírito.
Adoro você, meu bem, e parte meu coração vê-la triste. Sorria, um pouquinho, por favor!
Viver em um país com tanta injustiça e anseios por mudança, sonhar com a transformação não será suficiente para concretizar uma mudança. É preciso focar nos reais objetivos e começar a planejar dos os recursos que podem ser utilizados para tornar a concretização do propósito possível.
Infelizmente, somos cercados pela burocracia, mas isto não deve ser visto como um empecilho, apenas como um dos obstáculos que precisam ser vencidos. Se ainda for difícil compreender o funcionamento dos absurdos que vivenciamos diariamente, se informe, pesquise, entenda como o problema apareceu e se una às pessoas que compartilham do mesmo sentimento que uma mudança deve acontecer o mais rápido possível.
Não permita que o seu país permaneça para sempre numa sociedade tão desequilibrada, seja a voz daqueles que ainda não sabem que um futuro melhor ainda é possível, e dissemine a possibilidade da mudança e a torne perceptível.
Comece a despertar este sentimento na sua família e com o tempo perceberá esta luta não será enfrentada sozinha. Se conecte com outras pessoas que compartilham do mesmo pensamento, ouça outras ideias e complemente com os seus fundamentos. Ninguém muda um país sozinho, vamos nos unir para mostrar que existe um melhor caminho.
Para os que escolheram se apaixonar, abrindo o seu coração à vida e procurando em cada troca de olhares uma inesquecível história de amor!
Para aqueles que vivem uma paixão no limite das suas forças, tornando cada momento em uma canção eternizada no tempo!
Para quem beija até perder o fôlego e para quem daria a sua vida pela vida de quem ama!
A todos vocês, perdidamente apaixonados, uma boa noite!
Quando algo em nós morre, quando alguém que amamos morre, ou quando morre um amor, é preciso viver o luto. É preciso elaborar a dor. Não podemos simplesmente fazer de conta que aquilo não aconteceu e seguir com a vida, com a dor escondida em um lugar qualquer do peito.
É preciso encarar a dor da perda de frente. Por mais que isso doa, massacre. É preciso ser forte, mas também podemos nos permitir sofrer. A força é justamente reconhecer o tamanho da dor, vivê-la, tentar sobreviver a ela, e um dia transformar essa dor em saudade, sabedoria, maturidade.
Depois do luto, é preciso lutar. Lutar para seguir com a vida, abrir-se para o que de novo a vida tem a nos oferecer. Enquanto a morte vem nos arrancar um pedaço da vida, um pedaço de nós, a vida segue. E temos que nos agarrar àquilo que sobra da vida. Vale a pena viver, apesar de tudo, apesar do sofrimento.
Em honra e memória da vida daqueles que se foram, em respeito a nós e à nossa vida, é preciso viver e buscar alegria e sentido em tudo o que fazemos. Em muitos momentos não será fácil, em muitos momentos será mais fácil querer desistir. Mas é nessas horas que se separam os fortes dos fracos. Tenha fé em você!