Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo! Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa, o sujeito da oração é você. Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros, reescreva-se, republique-se, reinvente-se, e transforme-se na melhor edição feita de você.
Um casamento feliz é a experiência sentimental mais satisfatória que uma pessoa pode ter na vida. Para ter um casamento feliz é preciso haver afinidade, é preciso haver respeito. A história de que os opostos se atraem pode até ser verdade, mas os opostos não se suportam por muito tempo. Por isso, um dos segredos para um casamento feliz é descobrir se há afinidades entre o casal.
Mas ao contrário do que muitos pensam, em um casamento feliz os dois não devem se tornar um, não é porque há afinidades que deve se perder a individualidade. O casal deve ser capaz de aceitar e conviver bem com as diferenças, com companheirismo, amizade e compreensão.
Com o passar do tempo, também é comum que aqueles pequenos defeitos do dia a dia tomem o foco de atenção e muitas vezes ganhem uma dimensão maior do que têm na realidade. Precisamos fazer o exercício de olhar para o outro, para o nosso parceiro, e rever nele aquilo que despertou a nossa paixão, olhar com compaixão para aquilo que consideramos defeitos, e reconhecer aquele que amamos.
Acima de tudo, para ter um casamento feliz é preciso querer, é preciso dedicação. Amar é um exercício diário.
A gente ouve falar desse tal amor desde criança: contos de fada, príncipes, sapos, novelas, desilusões, felizes para sempre... Aí a gente cresce um pouquinho, cai na adolescência e acha que ralar os joelhos é o mesmo que ter o coração irremediavelmente partido. Sim, porque na adolescência 99% de nós gosta de quem não gosta da gente. O tempo passa mais um pouquinho e aí você entende (ou pelo menos deveria entender) que o amor não tem nada a ver com sapo, cavalo branco ou perfeição. Porque o amor é grande demais para caber numa história com ponto final.
Agradeça sempre por tudo aquilo que se tem. A humildade sobrepõe o homem e qualquer uma de suas filosofias.
Lembre-se que não basta apenas correr atrás de suas metas. Dar valor as coisas obtidas também nos engrandece e faz lembrar o quanto almejamos e lutamos por tudo aquilo que já temos.
Se você alcançou até a última letra destas minhas breves linhas, eu mais uma vez gostaria encarecidamente de te dizer obrigado.
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!