A escola é um lugar lindo, onde crescemos, estudamos e aprendemos. No dia 15 de março comemora-se o Dia da Escola.
Então neste dia, vamos reviver o passado, lembrar do bons momentos que a escola nos proporcionou, das brincadeiras, dos amores, das encrencas com professores e de tudo que foi lindo enquanto vivemos na escola.
Feliz Dia da Escola!
Ainda dói muito aceitar sua perda, vovó! Você sempre foi muito importante para mim; uma segunda mãe que me apoiou, me ajudou, me deu força e ânimo para todas as coisas da vida.
E agora você partiu! Preciso que você saiba que é com muito amor e carinho que guardo todas as memórias felizes e alegres de você! Até um dia, vovó!
Quando os olhares não se cruzam e o tempo não traz de volta essa pessoa que é nossa, tudo se questiona e o mundo caminha para o abismo. De repente sobram recordações, uma vida a dois inacabada, e feridas que ardem da separação. O que foi que nos aconteceu? Porque caminhamos para este fim?
Pensávamos ser mais fortes que tudo, julgamos controlar o amor mesmo à distância. Subestimamos a saudade e era ela quem nos corroía lentamente. As palavras eram escassas em nossos telefonemas e nossas vidas cada vez mais independentes. E quando nos víamos, sentíamos que nada era mais igual.
Esta distância que nos separou, levou também tudo que nos unia. Mas fomos nós que deixamos, fomos nós que consentimos a queda de um amor que demorou a construir. E é por isso que hoje sofremos e não queremos mais tentar. Enquanto esta distância persistir em durar, não podemos prometer amor eterno.
Ninguém tem culpa
daquilo que não fomos.
Não ouve erros.
Nem cálculos falhados.
Sobre a estipe de papel;
Apenas não somos os calculistas.
Porem os calculados.
Não somos os desenhistas.
Mas os desenhados.
E muito menos escrevemos versos.
E sim somos escritos.
Ninguém é culpado de nada.
Neste estranhar constante.
Ao longe uma chuva fina.
Molha aquilo que não fomos...
Paulo Bonfim
Enfermeira não fala, coordena vibrações nas cordas vocais,
Enfermeira não pensa, faz sinapse.
Enfermeira não toma susto, recebe respostas galvânicas incoerentes.
Enfermeira não chora, produz secreções lacrimais.
Enfermeira não espera retorno de e-mail, espera feed-back.
Enfermeira não perde energia, gasta ATP.
Enfermeira não divide, faz meiose.
Enfermeira não beija, permuta microorganismos.
Enfermeira não se olha no espelho, faz avaliação postural.
Enfermeira não respira, faz trocas gasosas.
Enfermeira não sente dor, tem estímulos nociceptivos.
Enfermeira não espreguiça, faz alongamento.
Enfermeira não tem estresse, tem arritmia sinusal...
Enfermeira não come, degusta.
Enfermeira não cheira, olfata.
Enfermeira não toca, tateia.
Enfermeira não respira, quebra carboidratos.
Enfermeira não elogia, descreve processos.
Enfermeira não tem reflexos, tem mensagens neuro-transmitidas involuntárias.
Enfermeira não facilita discussões, catalisa substratos.
Enfermeira não admite algo sem resposta, analisa o hereditário.
Enfermeira não se apaixona, tem comportamento de padrão motor ativado pelas reações químicas induzidas pelas respostas emocionais.
Ser Enfermeira é... uma arte!
Marcelo Fouquet Rosembrock