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Descubro a cada dia mais um pouco deste sentimento que cresce em mim. Você é a companhia perfeita que desperta o melhor que tenho no coração. Amizade já é pouco para qualificar aquilo que nos une e eu só sei que não quero perder você.

Fique comigo, vamos caminhar mais um pouco lado a lado para descobrir o que a vida nos reserva. Talvez a nossa felicidade se resuma a darmos as mãos.

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...
Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas...
Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: "chikabon, tombon, eskibon..." Tudo danado de bom!
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.
Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.
Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, "ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda".
Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós... Deixe-a sair, brincar e sonhar... Uma das poucas coisas que ainda Podemos fazer sem ter de pagar impostos!

Há muito tempo, um homem castigou sua filhinha de três anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte a menininha levou o presente a seu pai e disse-lhe: Isto é para você, paizinho! Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a explodir quando viu que a caixa estava vazia. Gritou para ela, dizendo-lhe: Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?! A pequena menina olhou para cima com lágrimas nos olhos e disse-lhe: Oh, paizinho, não está vazia. Soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, papai. O pai, envergonhado, abraçou a menina e suplicou-lhe que o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali. De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos. Ninguém poderá ter propriedade ou posse mais bonita que essa.

Com cada vez mais estímulos e possibilidades de encontrar a felicidade, ainda existem muitas pessoas que engrandecem a solidão, mesmo quando momentos de alegria estão longe se ser uma realidade.

A tecnologia está nos deixando cada vez mais independente, o problema é que esta autonomia nos ensinou que a solidão já não é algo optativo e sim naturalmente estabelecido. O contato físico com outras pessoas deixou de ser relevante, computadores, tablets e smartphones viraram intermediários obrigatórios para os mais diversos tipos de diálogos.

Passamos a apreciar a solidão e nos permitimos cada vez mais a continuar vivendo em um mundo individualista e solitário. Não podemos excluir das nossas vidas os benefícios trazidos pela interação entre pessoas, que jamais serão completamente substituídos.

Precisamos abraçar a solidão um pouco menos, e valorizar mais as boas sensações que o contato humano nos permite, curtindo as mais verdadeiras relações e todos os conflitos que não deixam nosso aprendizado tão restrito.

Sejam bem vindos, ávidos alunos! Espero que todos estejam com as energias no ponto certo para juntos apreendermos tudo que é realmente importante. E para que compartilhemos pedaços do que somos, pois só assim acabamos por crescer, por evoluir!

Contem comigo para tudo que precisares e nunca esqueçam que todos temos um papel na sala de aula. Eu e vocês somos iguais!