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Quando estamos a sós, quando teu corpo enlaço e mergulho meu rosto em teus cabelos soltos, por Deus, nem sei o que sinto, o que faço.
Há em mim a confusão de desejos revoltos tendo os lábios aos teus longamente apertados, misturo em nossa boca a nossa própria vida, e ao te sentir pesar em meus braços vencida, o mundo é um caos que gira em meus olhos cerrados.
Quando encontro em meu corpo o teu corpo macio, os seios soltos, nus, fremindo no meu peito.
Abraço-te numa ânsia e depois que te estreito, sou como um tronco em queda a soltar-se num rio.
Eu te quero, te quero e te desejo.
Esse amor que me dás é uma alucinação que cega os meus sentidos.
Meus braços te enlaçando querem sempre mais, até que nossos corpos rolem confundidos...
Não há nada no mundo, eu junto a ti sou, sou franco, desprezo todos os tesouros para poder beijar o teu pescoço, desmanchar com as mãos os teus cabelos.
Sou teu, cobre-me de carícias que me sinto nu, e aperta-me a teu peito que em teus braços morro.
Te quero...

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.

Martha Medeiros

Estamos todos aqui neste planeta, por assim dizer, como turistas. Nenhum de nós pode morar aqui para sempre. O maior tempo que podemos ficar são aproximadamente cem anos.

Sendo assim, enquanto estamos aqui, deveríamos procurar ter um bom coração e fazer de nossas vidas algo de positivo e útil. Quer vivamos poucos anos ou um século inteiro, seria lamentável e triste passar este tempo agravando os problemas que afligem as outras pessoas, os animais e o ambiente.

O mais importante de tudo é ser uma boa pessoa.

Dalai Lama

Hoje, dia 26 de abril, comemora-se o dia da mais sofrida personalidade dos gramados.
É o dia do goleiro.
Sim, aquele mesmo. O papel que na infância e
ou na várzea costuma ser ocupado pelo último a ser escolhido. Aquele com menos habilidade. Afinal, usar apenas os pés é demais para ele, então o perna-de-pau joga na função onde pode igualmente fazer lambança com as mãos.
Mas no futebol profissional a coisa muda de figura. Ser goleiro é atuar numa função que exige muito treino, dedicação, reflexo, elasticidade e atenção. E ainda um pouco de habilidade, para não bater desespero na hora em que a coisa aperta e tem que sair jogando com os pés.
Não é para qualquer um!
E é uma função inglória: precisa ter uma participação impecável para aparecer com destaque, e precisa de muitos jogos para se tornar um herói. Mas basta uma falha para manchar tudo o que construiu, e tornar-se a segunda pessoa mais odiada do mundo do ludopédio, só perdendo para o juiz.
Não é todo mundo que sabe reconhecer a importância desses gigantes protetores das redes. Mas eu sei! E, dessa forma, deixo aqui belas cenas de participações marcantes de tão importante profissional da bola!
Parabéns, goleiros!

Não preciso me drogar
Para ser um gênio,
Não preciso ser um gênio
Para ser humano,
Mas preciso do seu
Sorriso para ser feliz.

Por favor Sorria!