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Eu queria um amor assim...
... Sem medo, sem mancha, sem mágoa, sem dor.
sem preconceito de dar, sem esperar receber, sem dúvidas...
Eu queria alguém assim...
... Que me deixasse em liberdade de falar, pensar, sentir, agir
que me deixasse demonstrar o meu amor de
forma simples e sensível...
Queria alguém que falasse de paz,
que me chamasse para caminhar por aí
pelo simples prazer de estar ao meu lado.
Que chorasse no meu ombro,
sentindo o conforto do meu carinho.
Eu queria lhe oferecer meus sonhos,
meus pensamentos de romance,
todo o brilho que existir em meu olhar,
toda a beleza da juventude que existisse em mim.
Procura-se alguém capaz de amar
uma sonhadora como eu!

Às vezes é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, se libertar de coisas que nos prendem... Espere sempre o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier. Ouse, arrisque, não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguém precisou de resto para ser feliz.

As pessoas são capazes das maiores proezas. Elas conseguem erguer muralhas pintadas a lápis de cor, mas são capazes de destruir esses muros com as próprias mãos. Você, minha grande amiga, é daquelas mulheres que constroem as muralhas.

Acontece que você está rodeada de pessoas que querem estragar tudo aquilo que você conquista. São pessoas mesquinhas, invejosas, que sentem ciúme por você ser linda por dentro e por fora. Na verdade, as pessoas sentem medo de quem é empenhado, de quem corre atrás dos objetivos.

É por isso que você tem de ser forte, não pode dar importância para esses ciumentos, para esses invejosos. Levante a cabeça sempre! Coloque um sorriso no rosto e continue seu caminho sem receios!

Hoje me sinto triste e desanimado. Não consigo controlar as lágrimas que insistem em cair. O céu está cinzento, o vento está forte, o mar agitado, e as nuvens estão carregadas. Sinto-me sem chão, meu mundo parece que ruiu.

Mas sei que nem sempre foi assim. Dias cinzentos vêm e vão. As nuvens pesadas se transformam em chuva, e depois da chuva, sei que o sol vai brilhar, e pode até ser que apareça um belo arco-íris. As lágrimas dos meus olhos irão secar, ou se eu chorar sei que poderá ser de alegria. Sei que vou me recuperar e vou reconstruir os meus castelos.

Não há sofrimento que dure a vida toda! Não há dor que não passe. Preciso dizer à tristeza que vá embora, porque a alegria está quase para chegar. Afinal, depois de tantos sofrimentos, uma coisa aprendi na vida: o segredo da felicidade é ter uma péssima memória!

No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Mas quando o vendedor soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, cheio de pena, deu-lhe o óleo. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido:
"Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação".
Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado, mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando um discípulo chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: "Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia" e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse: — Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.
- Por que não? - Perguntou o discípulo de Buda.
- Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.
Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecida como Luz da Lâmpada.