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Onde tu estas que não o encontro!
Cadê aquele amor que sempre sonhei em encontrar?
Onde estas?
Ansiosa fica aqui a esperar e esse dia que nunca chega, ou talvez nunca chegara!
Procuro esse amor desesperadamente, não sei, será que um dia você vai chegar?
Será que um dia eu poderei te encontrar?
Vem depressa preciso de você.
Preciso de teus beijos, do teu abraço, preciso de teu calor.
Preciso de teu amor!
Engraçado eu precisar de alguém que nunca conheci.
Mas parece que até tentei, mas não consegui, muitos chegaram, me enganaram me iludiram, me desesperaram, me fizeram chorar.
Mas nenhum ficou, todos partiram de minha vida, tentei, mas nunca consegui, tudo teve um fim!
Fim esse que machucou meu pobre coração, me deixando tristes lembranças, preciso de você, que ainda nem sei quem possa ser, que, às vezes, até já encontrei, mas não percebi.
Ou não, quem sabe?
Quem poderá afirmar algo, às vezes, você possa estar tão longe ou até tão perto!
Não sei só sei que preciso de você!
Preciso te amar, de ti cuidar, te conhecer.
Isso acho que às vezes preciso te conhecer.
Vem logo, não demore, estou ansiosa a te esperar, para que um dia eu possa te dizer:
Amo você!

Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.

Você, minha amiga, é um orgulho para mim e todos que conhecem você. Aliás, você é daquelas pessoas que apenas alguns de nós têm o privilégio de conhecer uma vez na vida, pois não existem muitas assim.

Você é uma força da natureza, uma guerreira de verdade, pois quase sem ajuda é uma mãe completa e maravilhosa, uma amiga dedicada, uma profissional competente.

Mesmo sozinha você nunca fraquejou ao enfrentar os desafios de ser mãe, e tudo que alcançou na vida deve quase exclusivamente a você. Deve sentir orgulho de ser quem é, e nunca permitir que diminuam seu valor, pois você vale por mil. Eu admiro muito você e sinto que é um privilégio ter sua amizade. Te adoro, amiga!

Não consigo parar de pensar!
Inquietantemente penso, mesmo quando não desejo pensar!
O mais profundo relaxamento,
não paralisa a produção do meu inquietante pensamento,
tampouco o desacelera!
Penso nisso! Penso naquilo! Porque pensar é saudável!
Mas não consigo resolver um problema,
dentre os inúmeros que emaranham meus inquietantes pensares!
Meus pensamentos inquietantes geram-me ansiedade!
Me estressam o cérebro!
Aniquilam a minha inteligência!
Abatem o meu lado religioso destronando o meu ?eu? Pobre!
Inquietantemente penso sem descansar!
Nobremente resolvo os problemas dos outros, menos os meus!
Às vezes fico cansado pelo gasto das energias de tanto pensar.
Então, meu cérebro mexe na caixa preta da minha inteligência!
estimulando o ator coadjuvante,
existente no teatro dos meus pensamentos inquietantes,
que passa a atuar com um excelente profissional,
estrangulando o meu inquietante pensamento e, fazendo-o,
encenar a tranquilidade e o encanto,
que ainda me resta desse resto de vida.

Um filósofo muito antigo, Aristóteles, já dizia: "Felicidade é ter o que fazer".
Tem gente que não consegue ficar parado e sempre acha alguma coisa pra fazer, porque sabe disso e assim encontra a felicidade nas ações. Quando estamos em ação participamos da história da humanidade, da construção do mundo, do futuro. Quem não atua, além de triste nunca encontra seu papel, sua missão na construção do novo mundo. E daí nascem as crises que afetam a autoestima e produz seres opacos que simplesmente são levados pelas ondas para qualquer direção.
Para ser alguém na história não existe outra maneira que não seja o fazer. É fazendo, que nos estruturamos como agentes positivos da humanidade. É agindo que nos tornamos alguém.
Não basta orar. A fé move montanhas, mas enquanto reza empurre a montanha. Todas as pessoas dispostas ao trabalho estão inseridas no sistema positivo de criação de um novo mundo. O trabalhador da limpeza, da plantação, da colheita, do torno, da máquina, do transporte, da gerência, da venda, da compra, do hospital, todos estão envolvidos nesta cadeia de trabalho produtiva. Então, você tem que estar dentro dessa cadeia de alguma forma. Não precisa necessariamente ser profissional remunerado, mas precisa fazer alguma coisa pelos outros. Ache o que fazer, pois quanto mais você faz mais você ganha em felicidade. Felicidade é ter o que fazer. Use a sua energia para fazer bem o bem.