Acho que estou indo bem nessa de te esquecer. Hoje vi uma foto sua e meu coração nem disparou. Tá, eu respirei fundo, mas isso não vale.
A saudade que é maior do que a vida, maior do que o tempo, maior do que a razão, do que qualquer entendimento, que é maior do que a própria saudade, é causada pela dor de perder um filho...
É a saudade que apenas encontra um pouco de conforto nas roupinhas sem uso, nos brinquedos arrumados, na caminha que esfriou para sempre.
Essa é saudade que todo o dia me consome e para a qual não existe cura. É a saudade que é impossível matar, que para sempre viverá plantada em meu coração, e que apenas crescerá com o tempo.
Eu te amo, meu filho! Eu vou amar por toda a eternidade. Você não deixou de ser meu filho porque se transformou em um anjinho. E até ao momento em que Deus me chamar para junto de você, eu vou amar você, e as saudades vão viver no lugar da vida que lhe foi encurtada.
Meu amor! Eu só tenho a agradecer você, por me fazer a mulher mais feliz, a mulher mais completa, a mulher mais apaixonada. Só sou feliz se for ao seu lado, porque o destino me pousou em suas mãos! Basta o seu olhar para disparar meu coração.
Eu amo você mais que tudo nessa vida amor, e sem você eu não sou nada! Desde o primeiro dia em que eu vi você, soube que iríamos viver uma linda história de amor. Eu e Você, para sempre!
Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.
Immanuel Kant
Áurea doce mulher encanto de beleza e ternura quantas Áureas eu quero ter Desta forma basta uma!
Áurea minha morena bonita És tudo que querias ser mas cuide mais um pouquinho Do amor que vais viver
Quando Áurea chora É porque desabrocha Um lindo sentimento que a sua mãe incomoda
Áurea pequena, formosura Áurea média, muita ternura Áurea grande, momentos eternos e com bastante bravura!
Áurea mulher bonita Cheia de grandes paixões Todo teu engrandecimento Demonstra muita paixão!