Eu prefiro morrer sua amiga do que quebrar algum elo misterioso e te perder para sempre. Te perder como sempre. Tenho vontade de perguntar baixinho: Você não gosta nem um pouquinho de mim? Nem sequer um tiquinho? Eu sempre me apaixono por você. Todas as vezes que te vi, eu sempre me apaixonei por você.
Minha querida amiga, quem diria que este dia iria chegar. Confesso que fiquei surpreendida com a notícia. Não que eu lhe visse como aquela que ficou para titia, mas nunca cheguei a imaginar você como mamãe.
Agora que sei que você carrega no seu ventre uma sementinha de felicidade, já começo a lhe ver com outros olhos e tenho certeza que você será uma mãe maravilhosa! Ser mãe é algo lindo e enriquecedor. Dizem que quando nasce um bebê, nasce também uma mãe. Eu já vejo uma super mãe florescer em você.
Desejo que você curta ao máximo cada fase desse momento mágico. E não tenha medo de nada. Muitas felicidades e luz na sua vida!
Parabéns!
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida...
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a 'dor-de-cotovelo'
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
Três minutos para a maior batalha da nossa vida profissional. Tudo depende de hoje. Ou nos curamos como equipe ou vamos nos desintegrar. Estamos no inferno agora, cavalheiros. Acreditem em mim. E podemos ficar aqui, e levar merda na cara, ou podemos lutar, e voltar à luz. Podemos sair do inferno, mas eu não posso fazer isso por vocês. Nos dois jogos, na vida ou no futebol, a margem de erro é tão pequena, meio passo antes, ou depois, e você não consegue. Meio segundo antes, ou depois, e você não agarra. As polegadas de que precisamos estão ao nosso redor. Estão em cada brecha do jogo, em cada minuto, em cada segundo. Neste time, nós lutamos por esta polegada. Neste time, nós nos dilaceramos, e a todos ao nosso redor, por essa polegada. Nós agarramos com as unhas esta polegada. Porque sabemos que, quando juntarmos todas as polegadas, Isso fará toda a diferença entre vencer ou perder! Entre viver ou morrer! Eu garanto: em qualquer luta, é o cara que está disposto a morrer quem as ganha. E sei que, se eu ainda tiver alguma vida, é porque ainda estou disposto a lutar e morrer por aquela polegada. Porque isso é que é viver! Não posso obrigá-los a nada. Olhem para o cara ao seu lado, olhem nos olhos dele! Você verá um cara que lutará por essas polegadas com você! Você verá um cara que vai se sacrificar pelo seu time. Porque ele sabe que, quando chegar a hora, você fará o mesmo por ele! Isso é uma equipe, cavalheiros. Ou nos curamos, agora, como uma equipe, ou morreremos como indivíduos.
Agora, o que vocês vão fazer?
Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranquilidade traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.
Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.
Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.
Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.
Chico Xavier