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Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?

Completar 15 anos, chegar ao limiar da juventude, transformar-se em adolescente, deixar para trás a infância ainda tão próxima e preparar-se para novas responsabilidades, novas descobertas, novas emoções.
Este dia do seu aniversário, é mais um na sua existência o qual fará você perceber o quanto já viveu e aprendeu e o quanto ainda falta aprender, durante todo o tempo que resta da sua vida terrena.
Ame verdadeiramente a si mesma, valorizando-se em todos os sentidos, tente fortalecer sua mente através de boas leituras, boas amizades, navegando em águas tranquilas e se fortalecendo para enfrentar as águas turbulentas, sem se deixar ferir.
Olha menina-mulher! Reserve momentos para ficar consigo mesma, para o seu crescimento e fortalecimento interno. Isto é muito bom! Fortalece a nossa individualidade e autoestima para enfrentarmos os altos e baixos da vida e nos mantermos em equilíbrio.
Guie seu caminho em direção a uma paz interna, só assim você estará fortalecida contra toda a violência externa. Se você estiver bem consigo mesma, nada de ruim externamente a atingirá.
Sendo perseverante, observadora e perspicaz, conseguirá perceber, de forma sensata, tudo aquilo que á levará a encontrar melhores soluções para os problemas da vida, e que a cada dia do seu aniversário você consiga lembrar as boas experiências que passou, preservando-as sempre, e apagar as ruins e se sentir plenamente feliz.
Parabéns!

Amor palavra tão linda
Que alguns dizem por dizer
Não sabem o que é o amor
Nem o que por ele é sofrer
O amor é muito mais
Que o dele falar
É entrega de alma e coração
É sentir alegria e felicidade
Não dizer amo te por falar
Amor é compreensão
É tudo a gente partilhar
Amor não e só desejo
De possuir e também o sentir
É ouvir o outro
Não o deixar chorar
É amar, acarinhar e apoiar
É linda a palavra amor
Quando sai do coração
Não e só dize-lo
Para criar ilusão
O amor não aceita mentiras
Nem desilusões
O amor é a união de dois corações
Mas quantos só o usam
Para satisfazer suas intenções
Não sabem como ferem corações.

Finalmente a semana de trabalho terminou! É sexta-feira, amigas! Se existe hora para comemorar, essa hora é hoje.

Precisamos descontrair, dar uma relaxada, conversar sobre futilidades e outras coisas mais importantes, mas acima de tudo estamos precisando rir, rir muito, dar gargalhada para expulsar toda tensão que a semana proporcionou! É bom demais ter amigas assim – como vocês, para esquecer todos os problemas e lembrar que a diversão faz parte da vida!

Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo,
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.

Padre Fábio de Melo