Às vezes perdemos as pessoas que amamos e pensamos em estar sós, ficamos com raiva da vida e passamos a olhar o mundo como um buraco fundo e escuro no qual vivemos. E quando menos esperamos descobrimos que esse buraco é ainda mais fundo e escuro. Nos decepcionamos muito com a vida, e pensamos que ela já não vale mais a pena, e de repente descobrimos que o mundo é mais triste e mais sombrio do que imaginávamos.
Nos fechamos, nos calamos, nos escondemos, fechamos os nossos olhos à espera de um milagre, que nem sempre acontece. Só que um belo dia descobrimos que há sim um jeito de iluminar o tão terrível buraco. É uma coisa bem simples, ao alcance de nossas mãos, que ilumina a todos que estão por perto, um simples sorriso, o primeiro passo para a felicidade.
Só que mais tarde descobrimos que não adianta sorrir somente, mas o mais importante é olhar para o buraco escuro e sorrir estendendo a mão para que muitos a segurem; é aprendam a sorrir. Somente assim podemos, com um belo sorriso, transformar esse buraco em um belo paraíso, que no fundo está ao alcance de todos, dentro de cada um de nós, e é preciso somente um empurrãozinho para que a nossa luz ilumine o nosso buraco que ainda é fundo, mas não é mais sombrio.
Tudo começou como uma brincadeira, eu olhei pra você, você pra mim, e algo estranho aconteceu em nossas vidas, e tudo aquilo que era uma brincadeira foi se tornando em um grande amor, você se dedicava toda em todos os momentos para dar-me toda a felicidade que eu procurava nas outras pessoas e não achava, e você ali, junto a mim sempre carinhosa e atenciosa, dedicava-se mais e mais.
Hoje eu não tenho você, e a minha vida se transformou, o que era belo, já não tem tanta beleza, as coisas deixadas por você ainda guardam a sua lembrança, as flores que você plantou morreram, assim como toda a felicidade que você deixou.
Muito obrigado por me amar, mas
Volte.
Quando pequenos fazemos tantos trabalhos em grupo na escola, que provavelmente nunca lhe passou pela cabeça a importância que eles trariam para sua vida profissional. Hoje em dia, por mais que alguém tenha certa independência financeira e seja trabalhe até sozinho numa pequena empresa, é impossível conseguir trabalhar completamente só. Por mais que tenha autonomia sempre haverá uma mínima dependência, nem que sejam através dos fornecedores e clientes, pra limitar ou até especificar como será o direcionamento da empresa.
Aqueles trabalhinhos da escola falado anteriormente servem não somente para aprendemos as dividir tarefas, mas principalmente para conseguirmos interagir positivamente com as ideias dos outros colegas para finalizar o trabalho de maneira positiva e eficiente. Da mesma forma que vivemos profissionalmente, onde cada um tem uma função complementar a outra, onde juntas concluem a proposta final da empresa.
Para além de unir diversas opiniões que certamente enriquecem profundamente no dia-a-dia profissional, trabalhar em equipe nos dar a oportunidade de conhecer novas pessoas, ampliar nosso repertório e principalmente expandir o nosso olhar para a vida. Concordando ou não com o colega, toda opinião é bem vinda e extremamente relevante, não podemos nunca esquecer que somos todos diferentes e as ouvir as diversas visões sobre o problema é a melhor maneira de resolvê-lo.
Contam que em uma marcenaria houve uma estranha assembleia.
Foi uma reunião, onde as ferramentas juntaram-se para acertar suas diferenças.
Um martelo estava exercendo a presidência, mas, os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa? Fazia demasiado barulho e além do mais passava todo tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Neste momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembleia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
– Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.
Então a assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos.
Moral da história: O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... Isto é para os sábios!
Sabe aqueles dias que tudo parece estar distante, vazio e incompleto?
Dias em que tudo some de circulação e nada fica focado?
Parece que memórias do ontem nos prendem no hoje e impedem todo o planejamento do amanhã.
Perdemos até o ar.
Os amigos não estão por perto e tampouco nós os buscamos.
Tentamos procurar distração nas coisas que, geralmente, nos deixam "ocupados".
O pior é que muitas vezes não conseguimos.
Deitamos-nos, o sono vem chegando aos poucos,
fazendo-nos esquecer momentos em que não deixamos que o nosso "eu"
respondesse pelas nossas angústias.
Já não sentimos mais nada, mas até inconscientemente,
percebemos que os sonhos já não aparecem constantemente.
Estranho...
O diferente se torna monótono. O desconhecido, desinteressante.
O errado continua errado, mas o certo todos querem questionar e, mesmo assim, nem todos aceitam.