Um elogio será sempre agradável de receber e também de dar. Ele é capaz de provocar sorrisos no rosto de quem o recebe e uma sensação de calor no coração, mas para isso ele deve sempre ser sincero.
Pois, e se o elogio não for genuíno, se não tiver verdadeiro sentimento, ele pode ferir o coração de quem o recebe, e provocar mais danos que um insulto.
Um homem estava preocupado em fazer um quarto a prova de som, já que ele tinha problemas com o filho que tocava uma bateria e ninguém aguentava a intensidade do barulho nas horas dos ensaios.
Contratou uma equipe para fazer a experiência de um quarto no fundo do quintal que fosse a prova de barulho.
Com o quarto quase pronto o homem pediu para que fosse feita uma experiência. Atendendo a solicitação o construtor pediu para um de seus empregados que lá estavam trabalhando que entrasse naquele cômodo e gritasse qualquer coisa, com toda a força que era capaz.
O empregado entrou no tal cômodo sem saber o que fazer. - Vou gritar o que?
Ficou alguns segundos pensativo. Não tinha a menor ideia do que gritar. De repente num impulso gritou três vezes: - JESUS ME SALVE...
O quarto construído no fundo do quintal estava na divisa de um terreno baldio, e ali havia chegado nessa mesma hora um senhor que desgostoso da vida, havia ido até ali para suicidar-se e quando levou o revolver até a altura da cabeça escutou muito longe aquele JESUS ME SALVE...
Lembrou-se de Jesus Cristo... jogou o revolver fora e foi procurar de onde tinha vindo aquele apelo... e chorando abraçou o autor dos gritos e agradeceu por ter-lhe salvo a vida.
Um menino vivia com sua avó quando sua casa incendiou-se. A avó, tentando alcançar o andar superior para salvar o menino, morreu nas chamas. Os gritos do menino por ajuda finalmente foram respondidos por um homem que subiu por um cano de esgoto de ferro e voltou para baixo com o menino pendurado ao seu pescoço.
Várias semanas mais tarde, uma audiência pública foi realizada para determinar quem receberia a custódia da criança. Um fazendeiro, um professor e um cidadão bem sucedido do povoado apresentaram suas razões pelas quais sentiam que deveriam ser escolhidos para dar um lar ao menino.
Enquanto conversavam, os olhos do menino permaneciam fixos no chão. Então, um estranho avançou e lentamente tirou as mãos dos bolsos, revelando terríveis cicatrizes nelas.
Enquanto a multidão assistia, o menino chorou em reconhecimento. Aquele era o homem que tinha salvado sua vida. Suas mãos tinham sido queimadas quando subiu o cano quente. Com um salto o menino jogou seus braços em torno do pescoço do homem.
Os outros homens silenciosamente saíram, deixando o menino com seu salvador. Aquelas mãos danificadas tinham encerrado o assunto.
Este relato é bom para nos fazer lembrar que há alguém cujo corpo teve as mãos terrivelmente feridas por pregos numa missão de salvamento. É este alguém que, acima de qualquer interesse, merece ter a nossa custódia e por nossa própria e espontânea vontade.
Meu amor, a você que é o mais perfeito dos maridos, obrigada! Obrigada por existir. Obrigada por ter unido os seus passos aos meus neste percorrer do caminho da vida. Obrigada por ser a pessoa incrível que você é. Obrigada por me amar e me permitir amar você.
Você cuida de mim, me mima, me ama, me respeita. Você justifica a minha existência, você significa a vida. No seu olhar eu vejo todas as maravilhas do universo. Na suavidade e no carinho do seu toque eu sou feliz. Na sua voz eu ouço a melodia mais harmoniosa, e nas suas palavras eu leio a poesia mais perfeita.
Obrigada, meu marido, meu companheiro. Eu lhe agradeço por tudo e por muito mais. Eu amo muito você e descobrir o mundo ao seu lado tem sido a mais extraordinária das aventuras!
Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo. Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, das pessoas falando em voz alta.
De repente, o índio falou: "Ouço um grilo!"
O amigo espantado retrucou: "Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!"
O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.
"Como?" Perguntou o amigo, ainda sem crer.
O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou.
"Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho. As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionados a reagirem a esse tipo de estímulo." Depois arrematou: "A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir."
Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõem que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permitem perceber o Divino.
Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de Deus.
Desejo que todos consigamos, apesar do tumulto que nos cerca, escutar o sussurro de Deus.