Feliz Aniversário para nós, meu amor! Você é a melhor pessoa que algum dia conheci na vida! Não tenho dúvida quando falo que foi você que me revelou o amor e os verdadeiros sentimentos.
Hoje, nosso casamento é meu ponto de abrigo, meu refúgio para viver intensamente os momentos mais lindos da minha existência. É um privilégio ser casado com você, meu bem! Eu te amo e amarei todos os dias ainda mais! Beijo.
Sim meu amigo
Meu amigo
Eles me libertaram novamente
Sim meu amigo
Meu amigo
Estou nas nossas ruas novamente
As barras de ferro não poderiam me segurar
A força não poderia me controlar agora
Eles tentam me rebaixar
Mas Deus me circunda
Sim, eu fui acusado
Indevidamente abusado, agora
Mas através dos poderes do Todo poderoso
Eles por sua vez me soltaram, hum
Não tentem me tranquilizar sob esta ponte, agora
Eu tenho que alcançar o Monte Sião
A região superior
Se você é valentão,
Deixe-me te dizer que
Eu sou um conquistador duplo, conquistador!
Sim, meu amigo
Meu amigo
Eles me libertaram novamente
Sim meu amigo
Eles por sua vez, me soltaram novamente
Não tentem me tranqüilizar sob esta ponte, agora
Eu tenho que alcançar o Monte Sião
A região superior
Se você é valentão,
Deixe-me te dizer que
Eu sou um conquistador duplo, conquistador!
Sim, meu amigo
Meu amigo, meu amigo, meu amigo
Nós estamos em nossas ruas mais uma vez
Sim, Meu amigo, meu amigo, meu amigo
Eles me libertam de novo
Não tente provar
Você faz, seu amigo, eles rirem
Wa ta lala!
Mas irei te excluir
E darei a última risada
Estou chorando
Sim, meu amigo
Nós estamos em nossas ruas mais uma vez
Sim, meu amigo, meu amigo, meu amigo...
Bob Marley
Pai, perdoa-me pelas vezes que sentei ao seu lado, mas não ouvi o que dizias...
Pai, perdoa-me pela visita rápida de fim de tarde, antes do jantar de domingo...
Pai, perdoa-me pela pouca paciência, quando querias aconselhar-me nos negócios...
Pai, perdoa-me por achar que tuas ideias já estavam ultrapassadas...
Pai, perdoa-me por ignorar tua experiência de vida...
Pai, perdoa-me pela minha falta de tempo para passar contigo...
Pai, perdoa-me pelo teu convite que recusei porque ia sair com meus amigos...
Pai, perdoa-me pela minha insensibilidade na hora da tua dor...
Pai, perdoa-me pelas vezes em que meus filhos não te trataram com o respeito que merecias...
Pai, perdoa-me pelo abraço que não te dei, pelo carinho que não te fiz...
Pai, perdoa-me por não ter reconhecido em ti o próprio Cristo...
Pai, abençoa-me...
Fui, em pequena, uma menina muito estabanada. Num só dia, conseguia quebrar a tesoura de mamãe, arrancar os cabelos de minha boneca ao trepar em uma árvore com ela no colo, e, finalmente, quebrar um prato valioso, ao ajudar a enxugar a louça.
Depois de cada desses desastres, corria para minha mãe e dizia apressada:
– Desculpe, mamãe! E estava crente de que, pronunciando essa senha mágica, obtinha completa absolvição.
No dia seguinte a uma dessas estripulias, aconteceu-me derramar café na toalha da mesa.
– Desculpe, mamãe! disse eu logo.
Mas mamãe, sorrindo, tomou uma toalha e enrolou-a em minha cabeça, como um turbante. E pôs na minha mão uma varinha que, propositadamente, deixara por perto. E disse bem humorada:
– Você agora é um mágico, com uma varinha de condão. Diga as palavras mágicas: "Desculpe, mamãe!", dez vezes, sobre essa mancha de café.
Eu repeti as palavras enquanto o resto da família me olhava fingindo seriedade e segurando um acesso de riso.
Quando terminei, tomada de intensa curiosidade, perguntei a minha mãe: – E a mancha, desapareceu?
– Não! ela respondeu com naturalidade.
Caindo em mim, comentei chorando de decepção: – E não podia mesmo desaparecer, embora eu dissesse mil vezes "Desculpe!"
– Então, disse mamãe, isso significa que "Desculpe!" não é uma palavra mágica. Não é interessante? Um "Desculpe!" não pode fazer desaparecer, em dois minutos, uma mancha de café que a gente, com apenas dois segundos de atenção, pode evitar. Bem, você quer que eu encha sua xícara outra vez?
E minha mãe não precisou, nunca mais, repreender-me. Quantas vezes eu penso ter esquecido a lição, volta-me à lembrança aquele turbante de toalha e a varinha de condão improvisada.
Continue se divertindo... Sorria, você fica bem assim alegre... Transmite força e paz...
Uma Serpente, tendo feito sua toca perto da entrada de uma cabana, deu uma mordida no filho menor do Lavrador que ali morava, e este veio a falecer, causando grande angústia e aflição aos seus pais.
O Pai da criança resolveu então matar a serpente. No dia seguinte, quando ela saiu do buraco em busca de alimento, ele desferiu-lhe um golpe com seu machado. Mas, na ânsia de acertar com um só golpe antes que ela escapasse, errou a cabeça, e cortou apenas a ponta da sua cauda.
Depois de algum tempo, o camponês, com medo de também ser atacado pela serpente, resolveu fazer as pazes, e para agradá-la, deixou perto do buraco, uma porção de pão e sal.
A Serpente então disse: "Doravante, não pode existir paz entre nós, pois sempre que eu ver você, lembrarei da minha cauda cortada, enquanto que, sempre que você me ver, lembrará da morte do seu filho."
Moral da História: É muito difícil esquecermos das injúrias sofridas, especialmente na presença dos seus causadores.