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Se antes de você aparecer eu já te amava, já te esperava, já sabia que você existia... Como eu posso não te amar agora que você tem forma, sorriso, coração e nome?

Bons tempos era quando não tinha mais ninguém entre nós. Eu sempre pensei que eu fosse a sua melhor amiga. Pensei que nós faríamos tudo juntas, e que compartilharíamos todos os momentos e as confidências importantes das nossas vidas.

Mas pelo que vejo, as coisas não são bem assim. Você pode até achar que isso é uma crise boba de ciúmes, mas eu sei que não é apenas isso. Eu me decepcionei com você, você traiu a minha confiança.

Achei que eu era a amiga em quem você confiava os seus segredos, mas vi que estava enganada. Mas não faz mal, todo mundo passa por decepções na vida. Mas apesar de tudo, quero que você saiba que sou sua amiga, que gosto de você e que espero que um dia a nossa amizade volte a ser como era antes.

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.

William Shakespeare

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.

Boa reflexão!

Uma enfermeira de um consultório pediátrico, antes de ouvir o peito dos pequenos, coloca o estetoscópio em suas orelhas e os deixa escutar o próprio coração.
Os olhinhos sempre brilham admirados. Mas ela nunca recebeu uma resposta igual a de David, um garoto de quatro anos.
Ela suavemente enfiou o estetoscópio em suas orelhas e colocou o disco sobre o seu coração. - Escute. Ela disse, – O que você acha que é?
Ele franziu as sobrancelhas junto com um ar de intrigado e olhou para cima como que perdido no mistério do estranho toc-toc-toc vindo do fundo de seu peito.
Então, em seu rosto surgiu um maravilhoso sorriso, - É Jesus batendo, não é?