Sei que está doente, e também sei que viver um momento desses é desagradável e às vezes nos desencoraja o ânimo. Mas tenha fé e esperança, pois para uma rápida recuperação é fundamental manter o pensamento positivo.
Deus está do seu lado, assim como todos os seus amigos e familiares. Eu, em particular, desejo umas rápidas e completas melhoras, e muita força para lutar por elas!
Estamos todos em uma viagem interminável, através da eternidade e, o tempo que passamos neste plano, não é mais que um breve instante.
Escolhemos vir a este Planeta para aprender, trabalhar em nosso crescimento espiritual, e expandir nossa capacidade de amar.
Não existe hora certa ou errada de chegarmos ou partirmos.
Sempre chegamos no meio do filme da vida e também saímos no meio.
Partimos sempre deste Planeta quando nossa missão termina.
Viemos com o objetivo de abrir nosso coração, dentro de um nível mais profundo.
A capacidade de amar é a única coisa que levaremos quando partirmos.
Se você partisse hoje, quanto amor você levaria?
O trabalho que você está fazendo para evoluir não é uma meta, mas um processo que levará sua vida inteira.
Portanto ame muito nesse processo.
Hoje sinto uma alegria que parece não caber dentro do meu peito.
Passaram-se os anos, mas consegui ver sua formatura.
Não importa para mim quanto dinheiro gastei, quanto tempo trabalhei, o que importa na verdade é saber que hoje você está recebendo seu diploma universitário e isso vai ficar marcado na minha mente.
A partir desse momento você está apto a dar sua contribuição para a nação.
Faça jus ao suor que derramei para ver você ser o que é hoje e exerça sua profissão com sabedoria, dignidade e competência.
Faça aos outros o que gostaria que fizessem por você e lembre-se que no céu tem um ser que te guia, Deus e na terra alguém que te ama, eu.
Parabéns filho, que Deus te dê vida e saúde para que seja sempre um vencedor.
Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz: – Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda: – Não há nenhum jardineiro.
Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível?
Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos... Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:
– Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:
– Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?
O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:
– Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.
– Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos. E o outro responde:
– Lógico que não!
-O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com aquele que com tanto amor cuida deste jardim?
Quantas vezes bloqueamos a espontaneidade das crianças, esquecendo-nos do quanto isso nos doeu na nossa infância... Quantas vezes exigimos mais maturidade dos adolescentes sem lembrarmos o que passamos quando nos exigiram isso...
Quantas vezes nos queixamos dos colegas de trabalho e não nos perguntamos se eles também têm queixas sobre nós... Quantas vezes nos irritamos nas ruas sem perceber que nossa irritação também causa mal aos outros...
Quantas vezes queremos implantar paz na família expressando-nos aos berros... Quantas vezes esperamos dos nossos parceiros o que não estamos dispostos a dar-lhes... Quantas vezes esperamos dos nossos filhos o que não demos aos nossos pais...
Quantas vezes esperamos dos nossos pais o que não damos aos nossos filhos... Quantas vezes perdemos a paciência com idosos, esquecendo que a velhice chega para todos...
Quantas vezes repelimos animais e nos comportamos como seres irracionais... Quantas vezes pedimos aos amigos coisas que não gostaríamos que eles nos pedissem...
Quantas vezes, na maior parte da vida, deixamos a vida passar sem senti-la no coração... Afinal, quantas vezes você já pensou em reverter tudo isso?
Uma sugestão: que tal hoje?