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Que sua verdadeira força seja sempre revelada através da sua sensibilidade. Feliz Dia do Homem!

Como dizer o nome desta dor que no meu coração encaixou?
Como se chamar esta dor que em meu peito bate feito um tambor?
Esta dor que me tira o sono, me deixando enlouquecida, perdida pensando em quem amo.
Esta dor que quando ouço o seu nome, meu coração dispara, por um momento me sinto fora do chão, parece que vou desmaiar. Saudade, só podia ser a antiga saudade.
Saudade tem sabor de amizade, amor talvez, mas a dor é mais forte que todas as dores.
Não sei até quando nem até que horas, mas por te meu coração chora.
Só sei que a saudade te me consome, e a cada voz ouço o seu nome.

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? Pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão.
A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.
Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo.
E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

Hoje pela manha alguém me sorriu, e eu também comecei a sorrir... Dei a volta numa esquina e alguém viu minha expressão.
Disse: "Olá" – e também sorriu.
Compreendi que já lhe havia contagiado! Então pense sobre esse sorriso e compreenda seu valor. Um único sorriso pode viajar ao redor do mundo.
Se você sente que um sorriso começa, não o evite. Espalhe rápido essa epidemia, e vamos torcer para que o mundo inteiro seja contagiado.
Afinal de contas...
Todos necessitamos de um SORRISO!

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente.
O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [... ] Deverei continuara acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura.
Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.