Ao lado de uma bela roseira, morava um velho galho e suas já poucas folhas.
Uma rosa dirigindo-se ao galho, perguntou o porque, do seu silêncio. - É a solidão a qual, me encontro, neste local. Mas agora estou melhor, pois, você falou comigo. Tenho me sentido muito só.
Quando eu era jovem como você, todos que por aqui passavam, me davam atenção. A partir daquele dia, o galho mesmo sabendo que não possuía mais o brilho da juventude, começou a sentir que estava mais vivo do que nunca. A rosa conversava todos os dias com ele, ouvindo com muito interesse, os conselhos, que dele recebia!
Esta pequena fábula nos mostra, que a velhice para alguns, é o fim de tudo. Isto acontece, por sentirem-se discriminados, pelo fator idade. As pessoas precisam conscientizar-se, de que os anos e a vida do ser humano velho, conta mais que qualquer currículo escolar.
O jovem na sua maioria é idealista e entusiasmado, mas sempre falta algo, que se chama experiência. As nossas vitórias na vida dependem de nós e das oportunidades, que os outros nos oferecem. Dizer que vencemos ou perdemos sozinhos, não é verdade...
No universo tudo está em constante mutação. A mudança é uma condição da vida em sociedade e naturalmente da vida individual de cada um. Sem ela não existiria evolução, sem ela não haveria crescimento.
Mudar o nosso comportamento faz parte dessa evolução, desse crescimento. Resistir à mudança não é uma atitude saudável, pois devemos sempre nos esforçar por mudar para melhor.
Quando te encontrares em qualquer dificuldade emocional, recorda o silêncio como instrumento divino de construção e paz. Confuso, ele te ajudará a encontrar soluções adequadas.
Indeciso, ele te ajudará a fortalecer a ideia de maior equilíbrio. Desacreditado, ele te ajudará a reconhecer que o mais importante é acreditares em ti mesmo. Perseguido, ele te ajudará a compreender os perseguidores.
Injuriado, ele te ajudará a continuar apesar dos espinhos. Vencido, ele te ajudará no refazimento de tuas forças. Revoltado, ele te ajudará a entender o valor da resignação no processo de auto aperfeiçoamento. Ressentido, ele te ajudará a lutar contra o melindre.
Injustiçado, ele te ajudará a perceber que o perdão rompe a cadeia do mal. Incompreendido, ele te ajudará a sustentar a paciência.
Toda vez que te sentires em dificuldades emocionais, pensa um pouco mais antes de qualquer atitude impetuosa e recorda que, diante de Pilatos, o silêncio de Jesus representou, para sempre, a vitória do bem imperecível sobre a incompreensão transitória.
Flores não nascem com espinhos Espinhos se desenvolvem
Se desenvolvem e são implantações, Implantações dolorosas! Se desenvolvem quando a flor descobre, Que habita um jardim de insensibilidade.
Espinhos machucam, dói! Mas se dói, se sente, Maldita sensibilidade induzida!
Jardineiros de mãos grossas as destroem Retiram-nas do jardim não para salvá-las, Deixam-as secar depois do encanto da amada. Secam, desnutridas de carinho.
Flores jovens e inocentes querem fugir, Saltam-se nas mãos dos jardineiros Pedem cuidado...
Mas sua pétalas são frágeis E mãos de jardineiros são grossas em demasia.
Pobres flores que se entregam sem reservas, E ainda têm de aceitar devolução
E quando devolvidas voltam secas, Chegam arrastadas e tentam alertar as flores-crianças Flores crianças, última esperança do jardim,
-Salvem-no! Solidárias flores que quase mortas ainda alertam, Solidárias flores que mesmo mortas ainda adubam.
A partir de hoje, Olharei as coisas com amor e renascerei...
Amarei o sol, pois aquece meu corpo...
No entanto, amarei a chuva, pois purifica o meu espírito...
Amarei a luz, pois me mostra o caminho...
Amarei também a escuridão, pois me faz ver as estrelas...
Receberei a felicidade, que engrandece meu coração, mas tolerarei a tristeza, pois abre minha alma...
Receberei as recompensas pois elas me pertencem, mas também aceitarei de bom grado os obstáculos, pois eles são os meus desafios...
A partir de hoje, Olharei as coisas com amor e renascerei...