Quantas vezes pensamos que teremos o amanhã para fazer ou dizer aquilo que tanto queremos fazer ou dizer? Demasiadas! Eu sei disso, pois tanto ficou por fazer e dizer a você, meu amigo, e agora você partiu para sempre...
Hoje me despeço de você com o coração quebrado em infinitos pedaços e a terrível consciência de jamais lhe poder dizer o quanto o amava.
Hoje tudo dói, o corpo e o espírito, pois hoje respiro o ar da sua ausência... A sua eterna ausência. Meu amigo, meu bom amigo, adeus e até sempre!
O amor não se faz apenas de carinho, mas de sentimento.
O amor não olha apenas aparência, mas o que há por dentro.
Ele é sofredor, é amigo, é companheiro, é querido.
E hoje, olhando para você, que me mostrou verdadeiramente o amor, eu posso dizer com certeza: te amo, te quero, te espero...
E a cada dia que passa, a cada momento que vivo, essas palavras só aumentam, e mesmo sofrendo ou lutando, eu vou continuar falando: te amo!
O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.
Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.
Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.
Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.
Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.
Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).
As Mais Belas Histórias Budistas
Sonhe alto, não importa que os outros não consigam ver o que você vê. O sonhador voa alto, então é perfeitamente compreensível que ele veja coisas que os outros não veem e locais onde quer chegar que outras pessoas nem sonham que existem.
Quando estiver lá do outro lado colhendo os frutos do seu esforço aqueles mesmos indivíduos que lhe condenavam e criticavam vão lhe admirar e dizer que sempre souberam que você conseguiria.
O engraçado que na hora de ajudar a escalar, ninguém ajuda, mas depois de estar no topo vão ser inúmeras as pessoas que lhe pedirão para que jogue uma corda para ajudá-las a subir também.
E então, o que você vê do outro lado da montanha?
Como pode o mar sem as ondas ser belo?
Como pode o sol sem dia existir?
Eterno amor
Nascemos assim: um para o outro, A asa e o voo para sempre Eterno Amor!
Assim como o anjo pertence ao céu, pertenço a você, na divina forma de amar.
Nascemos assim: um para o outro, e você pertence a mim, assim como a noite pertence ao luar!
Eteno amor
Somos assim: o caule e a flor Pra sempre...
Eterno Amor!