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Era uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista calma.

Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.

Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.

- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado. Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.

MORAL: Temos de saber ao certo quem está no comando.

Não voltaria a cometer o mesmo erro. Eu juro que nunca mais vou fazer você sentir assim, minha mãe! Por favor, me perdoe, me desculpe! Não acene com a cabeça; responda "sim" com um abraço forte, pois é isso que estou precisando.

O arrependimento é um monstro terrível, um monstro que morde sem largar, um monstro que invade nossa cabeça. Então me ajude, mãe, e me perdoe! Eu adoro você!

Se o que você está percorrendo é o caminho dos seus verdadeiros sonhos, comprometa-se com ele.

Não deixe a porta de saída aberta, através da desculpa: "Ainda não é bem isto que eu queria".

Esta frase guarda dentro dela a semente da derrota. Assuma o seu caminho, mesmo que precise dar passos incertos, mesmo que saiba que pode fazer melhor o que está fazendo.

Se você aceitar suas possibilidades no presente, vai melhorar no futuro, mas se negar suas limitações, jamais se verá livre delas. Enfrente seu caminho com coragem, não tenha medo da crítica dos outros.

E, sobretudo, não se deixe paralisar por sua própria crítica. Deus estará sempre com você nas noites insones, e enxugará com seu amo as lágrimas ocultas.

Deus é o Deus dos valentes.

Paulo Coelho

Um louco tinha acabado de ter alta do hospício. Caminhava calmamente pela rua, quando resolveu parar. Olhando para a janela do alto de um prédio, lembrou-se da sua tentativa de suicídio e pensou alto:
- Socorro.
A moça que passava com uma criança, ao ouvir o pedido de socorro, parou para olhar na mesma direção e ao ver uma criança perto da janela, abraçando mais apertado a sua criança, apoiou o louco e gritou: - Socorro!
Alguns rapazes se aproximavam despreocupados e começaram a olhar também. Não sabiam se o problema era com o rapaz do primeiro andar ou com a moça do segundo. Mas, agitados e solícitos, apoiando o louco e a mulher com a criança, gritaram mais alto ainda: - Socorro!
Dez minutos depois, tinha se instalado uma grande plateia. Esperavam o velhinho do sétimo andar se jogar pela janela.
Alguém mais prático resolveu chamar os bombeiros, que logo chegaram para recolher o corpo de uma pobre mulher assassinada e acabaram provocando a descida de todos os moradores do prédio, apavorados com o incêndio que tinha começado no penúltimo andar, e que, desesperados, gritavam:
- SOCORRO!
Afinal, quem era mesmo o louco da história?

A cada frase que escrevo, uma nova lágrima se forma nos meus olhos.

Mas isso deve ser um bom sinal, sinal de que pelo menos por algum tempo conheci o mais puro e valioso sentimento que pode existir entre as pessoas...

O amor