O casamento é como a construção de uma casa, ele é feito para durar uma vida inteira, mas para que isso aconteça é necessário que sabiam cuidar dele de uma forma adequada. Tudo que perdura no tempo é o resultado de muita dedicação, principalmente se sentimentos estão também envolvidos.
Pense se está dando seu melhor à pessoa que tem ao seu lado, reflita se está cuidando da união do seu matrimônio. Algumas distrações podem aos poucos fazer com que se perca a felicidade de outros tempos. Não permita que isso aconteça!
Páscoa é sinônimo de comunhão, de perdão, do derradeiro e maior amor. É sinônimo de vitória, de vida, de renovação. O verdadeiro significado da Páscoa está no maior sacrifício do amor de Cristo. Na sua vitória, na sua ressurreição, devemos nos alegrar, celebrar a vida através do seu triunfo.
Páscoa é renovação, é fazer renascer com fervor em nós a fé, o amor, a paz, a fraternidade, a comunhão. Páscoa é alegria! Feliz Páscoa!
Eu lhe peço desculpas, eu lhe peço perdão. Sim, eu sei, foi minha culpa, mas não sei controlar essa minha obsessão. Sinto ciúmes, mas não tenho o direito de duvidar do seu coração.
Você é tão linda, tão perfeita que muitas vezes não acredito que eu tenha a sorte de ter você para mim. E da mesma forma que eu amo, desejo e admiro você, sei que mil homens sentem o mesmo por você.
Eu sei que é pura insegurança, mas não consigo parar de sentir ciúmes. Me perdoa, eu prometo que vou me controlar, vou segurar os meus ciúmes. Eu preciso de você ao meu lado para ser feliz. Eu te amo! Você é minha verdadeira paixão.
Em uma sala de aula, uma das crianças perguntou á professora:
– Professora, o que é o amor?
Já sabendo como explicar, a professora aproveitou o intervalo para o recreio e pediu que cada criança trouxesse, quando voltassem, alguma coisa que demonstrasse nele o sentimento de amor.
Quando voltaram, a professora pediu para que os alunos viessem a frente e mostrassem o que e porque trouxeram:
– Eu encontrei esta flor professora, não é linda? – disse a primeira criança.
– Eu encontrei essa borboleta. Vou deixá-la junto com as outras na minha coleção. – disse a segunda criança.
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele tinha caído do ninho junto com outro filhotinho. Não é uma gracinha? – disse a terceira.
E assim, cada uma ia mostrando o que encontrou para demonstrar amor, cada uma mais feliz que a outra. Mas a professora percebeu no fundo da sala, uma garotinha que não falava nada desde o termino do recreio, só estava vermelha de vergonha, pois chegou de mãos limpas.
A professora então foi até ela e perguntou:
– Querida, por que você não trouxe nada?
E a criança com os olhos cheios d'água respondeu:
– Desculpa professora. Encontrei a flor, senti seu doce perfume e fiquei com pena de arrancá-la e matá-la. Depois eu procurei e encontrei a borboleta, linda e toda colorida. Estava tão livre e feliz voando que não achei certo prende-la. Vi o passarinho também, mas quando olhei para o ninho me deparei com a mãe dele, tão tristinha que resolvi devolve-lo para ela. Por isso eu trouxe o que não é concreto: o perfume da flor, a liberdade da borboleta e a gratidão no olhar da mãe do passarinho. Por isso vim de mãos vazias, professora.
A professora ficou emocionada e deu a criança a nota máxima.
Moral da história: O amor verdadeiro é aquele que trazemos no coração.
Minha princesa, eu amo tanto você que em cada segundo que estamos separados eu enlouqueço de saudades. Às vezes, mesmo ao seu lado eu sinto saudades suas, pois temo a todo instante ficar longe de você.
Quando estamos afastados, no silêncio da sua ausência, eu penso escutar sua voz me sussurrando palavras de amor. Mas na verdade, é apenas a saudade que eu escuto reprovando a minha existência longe da sua.
São as saudades dos seus beijos doces que me enfeitiçam; são as saudades do calor da sua pele macia, da suavidade do seu toque, da intensidade do seu abraço.
Você é o combustível que alimenta e a luz que ilumina os meus dias, e sem você por perto a luz se apaga, o silêncio reina e a saudade consome...