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Como sinto tua falta! Neste mundo triste, como sinto!
É como a lâmina seca de um gládio, perfurando-me o peito, com afinco
Oh, quanta mágoa no ar! Amarga! Umedecida pelo rancor,
Céus! Isto aqui se assemelha ao inferno, de descontentes, com ardor!
Como preciso de teus lábios, iluminados pelas estrelas cadentes!
E esta minha vida severa, árdua, se resume a desejos onipotentes!
Estás muito longe de meu corpo, não consigo te sentir!
Oh belo! Durante anos, por esse amor, não consigo rir!
Apenas pranto! Choro com meus olhos decadentes e solitários,
Soluço, com meus lábios sérios e pragmáticos! Sim!
Apenas isso, que faço em minha vida, sem objetivos vários,
Fico cada vez mais cansada, distante de teus sentidos sem fim,
Diante páginas, e mais páginas de solidão, que vivo
sem ter-te perto de mim, apenas sobrevivo...
Atire-me na fronte, uma flecha envenenada!
Pois estou muito mais que unicamente desesperada.
Por favor, devolva-me minha alma. Eu sei: ferida e desigual,
Que me importa? O que preciso é ter de volta, minha vida imortal!
Aos poucos, posso tentar sanar meus ferimentos, meus desalentos...
E, assim, esquecer todos os vãos momentos.

Um Leão e um Asno combinaram que iriam caçar juntos. Em sua busca por presas, logo os caçadores viram um grupo de Cabras Selvagens que se esconderam numa caverna, e então resolveram traçar um plano para capturá-las. O Asno entraria na caverna e se encarregaria de atraí-las para fora. O Leão, claro, ficaria do lado de fora à espreita, pronto para atacá-las, tão logo de lá saíssem.

O plano funcionou com perfeição. Estando as Cabras tranquilas, distraídas e confiantes de que estavam em segurança no seu retiro, não perceberam que o Asno ali adentrara. O animal invasor, de surpresa, fez um barulho tão assustador, pulando e zurrando, com toda força que lhe era possível dispor, que as Cabras, tomadas de pânico, não tiveram outra reação senão correrem para todos os lados assustadas.

E logo, um pouco recuperadas do susto, conseguiram encontrar a saída do confinamento, e julgando que estariam mais seguras do lado de fora, saíram dali correndo em disparada, apenas para caírem indefesas nas garras do Leão que, de prontidão, as aguardava à entrada da caverna.

Orgulhoso do seu feito, o Asno saiu para fora da caverna e disse: "Você viu como coloquei todas à correr?".

Ao que o Leão respondeu: "Sim, sem dúvida, e se eu não conhecesse você tão bem, certamente que faria a mesma coisa que elas".

Moral da História:

O fanfarrão com seu vozeirão e exibicionismo, não é capaz de impressionar aqueles que já o conhecem.

Um cachorrinho, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção.

Pensa rápido, vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los.

Então, quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

- Ah, que delícia este tigre que acabo de comer!

O tigre pára bruscamente e sai apavorado correndo do cachorrinho, e no caminho vai pensando:
"Que cachorro bravo!

Por pouco não come a mim também!"

Um macaco, que havia visto a cena, sai correndo atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado.

O tigre, furioso, diz:

- Este Cachorro Vai me pagar!

O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.
"Ah, macaco traidor!

O que faço agora?", pensou o cachorrinho.

Em vez de sair correndo, ele ficou de costas, como se não estivesse vendo nada. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

- Macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer um outro tigre e ele ainda não voltou!

"EM MOMENTOS DE CRISE, SÓ A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE QUE O CONHECIMENTO."

Albert Einstein

Hei, você. É, você mesmo!
Quero te agradecer, por inúmeras coisas... Pelas inúmeras vezes que me consolou, pelas inúmeras vezes que colocou à minha disposição ombro e palavras amigas!
Muito abrigado, meu(minha) amigo(a)!
Eu gostaria muito, que nada e nem ninguém destruísse a nossa amizade. Quem sabe ela se concretiza em algo maior.
Mas por enquanto, eu agradeço a ti, por tudo que fez por mim!
Obrigado, meu(minha) amigo(a)!

Você é motivo de festa. A vida, o mundo são razões de sobra para festejar. Está claro que o Carnaval é a ostentação da carne, o jubilo de adoração a imagens desconhecidas para o coração. Por isso você sabe que sua estrada é a da verdade.

A luz é enobrecer Deus e a sua voz. Você é tão feliz por saber que está vivendo à semelhança da sua palavra! A celebração desta época festiva para alguns, o Carnaval, é um mar de excessos e desvarios. É uma época onde toda a doutrina de Deus é colocada à prova. As danças insultuosas, os excessos, o desrespeito ao próximo, tudo isso está aos olhos do mundo e cabe a você, querido evangélico, decidir o que fazer.

Seja qual for sua decisão, Deus estará a seu lado, porque ele te protege. Se quiser embarcar nas celebrações do Carnaval, coloque em prática os princípios do Evangelho.