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Quem não precisa de um amigo, de alguém para partilhar suas coisas? Ter amigos é ter a melhor relação com o mundo, é jamais pensar que se está só, sem ninguém.
Quem tem amigos na verdade possui tesouros. Mas devemos tratá-los com o devido cuidado, como se fosse uma joia preciosa de grande valor que não encontramos em todo lugar.
À você, o meu muito obrigado por tudo. Quem tem um amigo nunca está só, está sempre em boa companhia e eu tenho em você uma grande pessoa, uma grande amizade. Você é a honestidade, sinceridade e o carinho que traçam o perfil de uma amizade completa.
Obrigado por sua amizade!

Entre em cada atividade sem dar reconhecimento mental para a possibilidade do fracasso. Concentre em suas forças, ao invés das suas fraquezas, em seus poderes, ao invés dos seus problemas.

Meus olhos ficaram em lágrimas e meu coração não se conteve de alegria quando recebi a notícia de sua gravidez. E entre todos esses sentimentos tão especiais que me invadiram a alma, a única coisa que consigo dizer é: obrigada, minha querida nora.

Nunca existirá outro presente à face da terra capaz de me deixar tão feliz. Ter um neto será um momento único na minha vida e você está de parabéns por ter entrado nessa nova fase tão maravilhosa e inesquecível.

Fecho os olhos
e te sinto chegar devagarinho...
E, com um beijo apaixonado,
vou me prendendo aos teus carinhos.

Olhar sedutor,
boca sedenta de amor,
cheiro de prazer,
vontade de te ter!

Vou me perdendo nos teus beijos,
me aquecendo nos teus abraços,
me inspirando nos teus desejos.
me entregando às fantasias...

Sinto tuas mãos quentes deslizando pelo meu corpo,
tua respiração ofegante...
Sinto o meu corpo tremer
e passo a delirar de prazer!

Amor selvagem!
Irresistível, apaixonado,
terno e carinhoso,
com gostinho de quero mais!
É assim que te imagino, meu amor!

Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...