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Hoje eu tive uma noite tranquila, só com sonhos maravilhosos, mas acordei agitada, querendo conversar com alguém. Estou ansiosa para comentar a festa do nosso noivado. A felicidade é tão grande que recordar aqueles momentos, é só o que sei fazer agora.
Tenta calcular a emoção que senti, no instante que tu colocaste este anel no meu dedo da minha mão direita, diante de todos os amigos e parentes. A realização de um sonho lindo, o compromisso que vai nos levar, se Deus quiser, à felicidade completa no dia do nosso casamento.
Quando estivermos juntos no altar, na hora do enlace, lembraremos da nossa festa de noivado, da noite maravilhosa que passamos dançando. Depois o teu pedido, feito bem baixinho no meu ouvido, enquanto na taça de champanhe com que brindamos, apareceu o anel de noivado.
Que momento de rara felicidade. O beijo que trocamos pareceu muito mais significativo, nem por isso, menos ardente. Tu naquele instante eras o meu príncipe encantado, ao realizar o meu sonho com toda a pompa, numa noite inesquecível e maravilhosa.
Por essas e outras, é que eu me apaixonei por ti. Esse amor é tão grande e sei que nunca desvanecerá. Quero que percebas então, porque poucas horas depois de viver esse sonho, já estou aqui a derreter-me toda, diante do meu amado, tão querido e carinhoso.

O que é a verdade? Quantas vezes já acreditamos em coisas que mais tarde descobrimos serem bem diferentes daquilo que pensávamos? Quantas vezes a "ciência" nos provou por meio de estudos e experimentos "científicos" que certas coisas seriam improváveis e até impossíveis de acontecer e errou?
Não é preciso se esforçar muito para lembrar de fatos como o ocorrido na década de 30, no qual um notável físico da época provou por meio de cálculos físicos e matemáticos que era impossível existir televisor a cores, ou de um artigo publicado na revista "The Westing House Engineer" no final da década de 50 onde utilizando-se de todo o conhecimento adquirido até a época e com base em cálculos físicos e matemáticos, foi provado que um computador jamais superaria a impressionante marca de 1MHz de velocidade de processamento.
A verdade é que a verdade está em cada um de nós.
Depende de nossas vivências, nosso conhecimento, experiência e bagagem. Cada pessoa possui sua própria verdade, e tudo aquilo em que uma pessoa acredita passa a ser a sua verdade.
O que nós não podemos fazer é "parar" no tempo, nos fechar para outras possibilidades e ideias, pois o que hoje acreditamos ser o correto, pode ser provado amanhã o contrário.
Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"A corrente de ferro da Verdade, que nós (homens) qualificamos de invariável, nos mantém cegos em um círculo vicioso. Tecnicamente pode-se ter razão nos fatos e, no entanto, estar-se eternamente equivocado na Verdade" (Operação cavalo de Tróia 3 – J.J.Benítez).
Devemos parar de temer a Verdade. A Verdade é nossa amiga e nossa aliada.
"O Homem permanece no recanto das trevas por medo que a luz da Verdade lhe faça ver coisas que desmoronariam as suas conjecturas" (OVNIs: S.O.S. à Humanidade – J.J.Benítez).
Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"Devemos ter ciência que a Verdade não é propriedade de ninguém, de nenhuma raça. Nenhum indivíduo pode reclamar sua exclusividade. A Verdade é a natureza simples de todos os seres..."

Sinto seu amor a toda a hora! Acho isso inacreditável, meu bem! Você tem conseguido encurtar a distância que nos separa com enorme empenho e isso é uma grande prova de amor. Não tem sido fácil conviver com a saudade. Você foi sempre um namorado presente e estava acostumada a ter você por perto para tudo que precisasse.

O calor de seu abraço, suas palavras românticas, seu toque na hora certa, tudo isso me faz soltar uma lágrima, sabe? Acontece que quando penso nessas coisas, me lembro sempre que em breve você me vai dar isso e muito mais. Volte rápido! Eu adoro você!

Seguir em frente tem os seus desafios. É preciso coragem para mudar de vida e para fazer novas escolhas, mas isso é necessário quando os problemas parecem crescer a cada dia que passa.

Faça o esforço de encarar cada obstáculo, de tomar uma atitude que levará você a um novo rumo. Mesmo que avançar cause por momentos algum sofrimento, no final compensará muito ter feito esse sacrifício.

O homem chegou em casa, naquela noite, trazendo o mau humor que o caracterizava há alguns meses. Afinal, eram tantos os problemas e as dificuldades, que ele se transformara em um ser amargo, triste, mal humorado.
Colocou a mão na maçaneta da porta e a abriu. A luz acesa na cozinha iluminava fracamente a sala que ele adentrou. Deteve o passo e pôde ouvir a voz do filho de seus quatro anos de idade:
-Mamãe, por que papai está sempre triste?
-Não sei, amor, respondeu a mãe, com paciência. Ele deve estar preocupado com seus negócios.
O homem parou, sem coragem de entrar e continuou ouvindo: -Que são negócios, mamãe?
-São as lutas da vida, filho.
Houve uma pequena pausa e depois, a voz infantil se fez ouvir outra vez: -Papai fica alegre nos negócios?
-Fica, sim, respondeu a mãe.
-Mas, então, por que fica triste em casa?
Sensibilizado, o pai de família pôde ouvir a esposa explicar ao pequenino:
-Nas lutas de cada dia, meu filho, seu pai deve sempre demonstrar contentamento.Deve ser alegre para agradar o chefe da repartição e os clientes. É importante para o trabalho dele. Mas, quando ele volta para casa, ele traz muitas preocupações. Se fora de casa, precisa cuidar para não ferir os outros, e mostrar alegria, gentileza, não acontece o mesmo em casa. Aqui é o lar, meu filho, onde ele está com o direito de não esconder o seu cansaço, as suas preocupações.
A criança pareceu escutar atenta e depois, suspirando, como se tivesse pensado por longo tempo, desabafou:
-Que pena, hein, mãe? Eu gostaria tanto de ter um pai feliz, ao menos de vez em quando. Gostaria que ele chegasse em casa e me pegasse no colo, brincasse comigo. Sorrisse para mim. Eu gostaria tanto...
Naquele momento, o homem pareceu sentir as pernas bambearem. Um líquido estranho lhe escorreu dos olhos e ele se descobriu chorando. Meu Deus, pensou. Como estou maltratando minha família.
E, ainda emocionado, irrompeu pela cozinha, abriu os braços, correu para o menino, abraçou-o com força e lhe convidou: -Filho, vamos brincar?