Tanto sonhei com este momento, meu bem! Tanto imaginei ter você em meus braços, compartilhar meus dias com você, acariciar seu rosto a toda a hora.
Sempre admirei seu jeito tranquilo de falar, seu modo de olhar as pessoas, sua forma de ver o mundo. Sinto que sou a pessoa mais abençoada do mundo por iniciar este namoro, esta nova e linda história de amor. Um sonho que virou realidade!
Deite sua cabeça no meu peito, ouça a batida do meu coração. Passe sua mão nos meus cabelos, deixe seus lábios envolvidos nos meus, fique presa em meu corpo, vem morar nos meus braços e abraços.
Um ano passou e tudo foi memorável, todos os dias vão permanecer em minha memória com o carinho e a intensidade do momento real. Feliz primeiro aniversário de namoro para nós, meu amor!
Temos um lindo futuro – tenho certeza. Nosso amor é capaz de cometer as proezas mais encantadoras e românticas que o mundo já viu; e isso me deixa feliz! Continue a ser meu príncipe, meu herói, meu namorado. Eu te amo!
O amor tem tudo para ser uma linda história, mas nem todos os seus intervenientes contribuem para um final feliz. Alguns insistem em querer mudar sua forma de estar e viver o sentimento a cada novo capítulo e o resultado acaba por ser sofrimento e lágrimas de decepção.
Quem não tem capacidade de cuidar da pessoa que tem junto ao seu peito, nem deveria ter aberto os braços para a agarrar. Há feridas que não desaparecem e corações quebrados que não voltam a colar, por culpa de mágoas profundas que podiam ser evitadas.
Dois rapazes moravam na mesma fazenda quando o pai morreu.
O que era solteiro ficou morando na casa em que o pai morreu.
O casado morava na casa ao lado.
Eles tinham uma plantação imensa de arroz e um celeiro em comum, e combinaram de trabalhar juntos e dividir tudo.
Colheram dezenas de sacos de arroz, metade para um e metade para o outro, e assim fizeram dois celeiros.
Fizeram uma boa colheita, estavam com os depósitos cheios.
No final da tarde, o irmão solteiro começou a pensar que aquela divisão não estava certa.
Pensava: *“Eu sou solteiro e meu irmão é casado, tem mulher e filhos. Ele precisa de mais arroz que eu, pois sou sozinho.”*
À noite, ele se levantou, foi ao celeiro dele, pegou um saco de arroz, escondido, e colocou no celeiro do irmão.
O irmão acordou na manhã seguinte e começou a pensar:
*“Essa divisão não está justa, pois sou casado, tenho minha mulher e meus filhos. E eles vão crescer e poderão me ajudar. Mas meu irmão, coitado, ele é sozinho. E se ele não casar, não vai ter ninguém por ele. O certo é ele ganhar uma parte a mais que eu.”*
Levantou, foi ao seu celeiro, pegou um saco de arroz e colocou no celeiro do irmão.
E assim foram vivendo: a cada colheita, um levava uma parte a mais para o outro.
Só não entendiam como é que sempre ficava a mesma quantidade para cada um.
Uma bela noite, o relógio biológico se confundiu.
Horário de verão e os dois se levantaram na mesma hora e se encontram no meio do caminho.
Um olhou para o outro. Colocaram o arroz no chão, se abraçaram, e choraram.
A partir daquele dia, fizeram um único celeiro.
É preciso partilhar os dons, é preciso dinamizar.
Para quem pensa só em si resta somente a estagnação.
É preciso frutificar os dons.
Peça ao Senhor a graça de fazer a experiência do amor infinito, que divide, que cura e transforma sua história.
*Dá-me, Senhor, a graça de aprender partilhar.* Amém!