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Fim de semana vou passear, reunir os amigos pra conversar. Há muitos assuntos para tratar, é sentar-se à mesa e começar.
Eu vou à praia, à beira mar, vou a um clube ou a um bar. Vou a um descampado para jogar, também vou para acampar.
Fim de semana vou passear, há muitos lugares, é só inventar. Amizades ficam, a juventude passa, aproveite agora, arrependimento mata.
Reúna os amigos e aproveite a vida para relaxar, quem sabe uma sexta ou um sábado, é só combinar...

Atenção! Vai começar uma nova semana e com ela muitas bençãos... Muita saúde. Vamos aplaudi-la e entregá-la nas mãos de Deus. Feliz semana!

Não, Marquito não sentia inveja dos meninos que tinham violões de verdade porque ele vivia sonhando que tinha um também. Ele fazia vibrar suas cordas invisíveis, com o rosto iluminado e os olhinhos brilhando de emoção. Havia quem achasse que Marquito era meio lelé-da-cuca.
Claro, era gente que não tinha imaginação suficiente para saber que "aquele" violão só podia ser visto (e ouvido) por outros sonhadores, como Marquito. Essas pessoas ignoravam também que ele não se conformava com a realidade que havia, vivendo a sonhar com a realidade que devia haver. Tendo seu violão imaginário como bandeira, Marquito via um mundo novo.
Um mundo em que as coisas são das pessoas que as entendem. E não só das pessoas que podem comprá-las. Ah, quanta gente tem um violão na sala de visitas servindo de enfeite, sem tocá-lo nunca! E lá ia Marquito dedilhando seu violão de sonho, tirando as músicas lindas que seu coração compunha. Depois, limpava-o cuidadosamente com uma flanela bem macia feita de nuvens. Ele o guardava com carinho numa capa cor de céu todo estrelado. Daí, ele pegava seu violão mais que exclusivo e o escondia debaixo da escada secreta que usava para subir ao seu paraíso particular.
As pessoas que não entendiam Marquito, tadinha delas, até pensavam em levá-lo a um psicólogo para saber se ele tinha alguma coisa. Como resposta, ouviam: "Não, ele não tem uma coisa, mas sonha com ela, e assim, faz de conta que a tem". Um dia, os que só sonhavam quando dormiam resolveram dar um violão de verdade para o menino que sonhava acordado. Ao recebê-lo, Marquito abraçou-se ao violão, comovido, e disse: "Obrigado. Agora tenho dois".

Há alguns anos conheci uma família muito eficiente na arte de usar a tesoura. Os amigos de cada uma das pessoas da família passavam por constante votação para determinar se estavam à altura dos padrões impostos pela mãe e pelo pai. Um deslize resultava em afastar alguém do estreito círculo de "amigos". Qualquer um que não reagisse imediatamente com grande gratidão era eliminado da lista da próxima vez. Cortado!
Um dia eu também passei pela tesoura daquela família. Nunca soube exatamente o motivo, mas soube também reconhecer que, uma vez cortada, não havia mais esperanças de ser readmitida na vida deles.
No ano passado, a mãe da família morreu. O pai e as filhas, esperando que uma grande multidão comparecesse para o último adeus, pediram a ajuda da polícia local para controlar o trânsito. Enviaram telegramas, telefonaram, os hotéis da localidade foram avisados.
Contudo, no final, apenas o marido, as filhas, os genros e um neto ou dois participaram do ofício fúnebre.
Cortar as pessoas imperfeitas de nossa vida é um convite à solidão. Quem sobraria para ser nossos amigos?
Existe alguém que você gostaria de incluir novamente em seu rol de amigos? Que tal dar-lhe um telefonema?

Quando alguém de quem gostamos muito fica doente, às vezes a impotência e a frustração que surgem da opressão da doença nos levam a perder a fé e a esperança.

Mas não se desespere, pois a sua força, a sua fé e a esperança na recuperação vão ser fundamentais para quem está doente.

É importante acreditar, lutar, manter o otimismo para que a pessoa doente se alimente também desses bons sentimentos, e juntos possam lutar contra a doença e sair vitoriosos.