Um cara fica peladão para tomar banho, de repente uma conversinha surge do nada:
_ vida boa em meu amigo?! era o pinto que estava conversando com pé.
_vida boa um cassete, eu levo o meu dono para todos os lugares, sirvo de suporte para espelho quando ele quer ver a calsinha das meninas, estou sempre sustentando ele, e quando ele sai a primeira coisa que faz é me esconder, me mete num sapato fedido, e com meias rasgadas.
Já você, todas as mulheres te querem, te beijam, e ele divide todas com você, isso que é bom...
__ Bom?! Ele me amassa todinho, eu fico todo inchado, me enfia num buraco escuro que fede a peixe, e como se não bastasse fica tirando e colocando toda hora, como que se arrependesse até que eu fico tonto, vomito e desmaio.
Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo: – Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito. tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde: – Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui: – Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde: – Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca: – Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino. afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com frequência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido.
Você que me deu o bem mais precioso, a vida. Me esperou com tanto carinho. Me ensinou os primeiros passos. As primeiras palavras.
As lembranças mais antigas que tenho em você, é a sua mão segurando a minha para me dar proteção. Sua voz doce, cantando cantigas de ninar, me fazendo dormir e sonhar. Um sonho sereno, tranquilo, sabendo que você estaria ali a me proteger.
Você que lutou, sorriu, chorou. Mas não deixou a amargura tomar conta de seu coração. Você que me ensinou a ser mulher, mas continuar com meus sonhos de criança. A ser forte, sem ser amarga. Abrir meus caminhos, tomando sempre cuidado com as plantinhas ao redor.
Com você aprendi a ser gente que respeita gente. Aprendi a ter fé, aprendi a aceitar os defeitos das pessoas. Aprendi que o amor tem que ser incondicional.
Minhas melhores lembranças, são as que você cria todos os dias... No amor que sinto em tudo o que você faz. No brilho do seu olhar.
Mãe, que Deus a proteja sempre, te ilumine, te dê forças para continuar sua batalha. E que eu possa sempre sentir e ter esse amor maior em todos os momentos de minha vida.
Reza a lenda que um monge, próximo da idade para se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo.
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para colocar a sabedoria dos dois à prova.
Ambos receberam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreenderem a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos.
As bolhas em seus pés já sangravam causando-lhe imensa dor.
Por causa disso ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.
Prova encerrada, todos voltam ao pé da montanha para ouvirem do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta ao seu oponente como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei – foi a resposta.
Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...
APRENDA A COZINHAR SEUS FEIJÕES!
Meu amor,
você sabe que eu te adoro, mas o que você não sabe é o quanto eu me sinto em paz quando recebo o calor do teu abraço carinhoso e protetor...
Ao seu lado eu me sinto segura e protegida. Quando tenho você por perto ou quando sinto o calor do seu abraço sei que nenhum mal poderá me atingir.
Quando você envolve carinhosamente o meu corpo, quando adormeço com os seus suaves toques nos meus cabelos até os meus sonhos ficam mais lindos e coloridos.
Você dá segurança ao meu corpo e conforto à minha alma, e faz com que eu me sinta a mais feliz das mulheres.
Você é o meu protetor, meu amado e querido anjo da guarda, e eu serei sempre fiel ao amor e ao carinho que recebo de você. Como é bom saber que tenho você para cuidar sempre de mim.
Meu querido, receba um beijo grande da sua amada!