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Enquanto a felicidade não vem, trate de colocar a sua casa "alma" em ordem, faça uma faxina em seus pensamentos, esvazie-se das dores e decepções, esqueça as frustrações, o momento é esse, hoje é o seu dia.
Enquanto a felicidade não vem, prepare a esperança para renascer, sonhe novos sonhos, vista-se de alegria, ainda que efêmera, a paz está em nós, onde nós a colocamos, zele por ela.
Enquanto a felicidade não vem, mude de atitude, experimente novos rumos, mude de vestuário, experimente uma nova cor, mude o penteado, troque de bolsa, experimente o "experimentar".
Dê-se ao luxo de sorrir para as flores, cumprimentar as plantas, ser feliz no seu minúsculo quarto, ser mais você, mesmo sentindo-se tão só. Enquanto a felicidade não vem, faça uma festa comemore-se!
Você é o convidado principal da sua vida, todos querem dançar com você, tirar fotos ao seu lado. No grande baile da sua existência, a vida é apenas uma criança, que começa agora em passos incertos, e vai até a eternidade do seu amadurecimento.
Faça-se melhor a cada dia, felicidade não tem idade, tem tempo de amadurecer em você.

Há pessoas que não sabem o que é o sorriso. E por isso o trocam por uma lágrima. Não sabem o que é um canto. E o trocam por um grito de agonia. Não sabem o que é uma amizade. E a trocam pela antipatia.
Não sabem o que é o amor. E o trocam por um grande ódio. Não sabem o que é a paz. E a trocam pela intriga. Não sabem o que é a verdade. E a trocam por um mundo corrido de mentiras.
Não sabem o que é uma flor, uma árvore, uma paisagem. E trocam-nas por uma poluição desenfreada não sabem o que é o diálogo. E se trancam dentro de si mesmas. Não sabem o que é união. E vivem isoladas. Não sabem quem é Deus.
E o trocam por superstições vazias. Não sabem o que é vida. E vivem trocando-a pela morte. Todas estas trocas são feitas porque o mais cômodo tem caminhos mais fáceis. Mas a verdade é uma só: lutar, perseverar, servir, servir.
As trocas pelo mais cômodo, pelo mais fácil, não levam a lugar nenhum. Pelo contrário: atrapalham, esvaziam, machucam, destroem.
Reflexão Fortalece o teu espírito, para que não te destruam desgraças inesperadas. Mas não inventes falsos infortúnios

Não consigo me controlar mais
Já não encontro mais paz
Está difícil de esconder
Quero fazer amor com você!
Quero mergulhar no seu prazer
Não consigo controlar este desejo
De querer sentir o gosto do seu beijo.
Quero fazer amor com você!
Quero te amar pra valer
quero que nossa paixão a cada dia aumente.
Quero fazer amor com você!
Te abraçar, te beijar, te querer
Até o êxtase total
Te fazer sentir-se muito especial
Quero fazer amor com você!
E de tudo, neste momento, esquecer
Quero fazer seus olhos brilharem
Quando minhas mãos, com carinho, te tocarem.
Quero fazer amor com você!
E quando essas palavras tocarem seu coração
E você sentir a mesma emoção
Então você vai realmente saber...

Nos últimos anos, o mundo globalizado vem experimentando intensamente grandes mudanças de conceitos e valores. Na busca febril por um espaço para se viver com dignidade, presenciamos momentos de grande expectativa pelo futuro, o que nos leva a cultivar um estresse totalmente desproporcional à nossa capacidade de suportá-lo.
Nesses processos de transformação, precisamos manter o foco na nova visão de se administrar coisas e pessoas. Os investimentos na área do conhecimento humano passam a ser uma prioridade: uma árvore que, bem cuidada, poderá nos trazer excelentes frutos.
O caminho para a felicidade no novo mundo que estamos construindo passará em primeiro lugar pela mente humana, fator que irá determinar quem vai vencer ou perder.
A escolha pela vitória no mundo globalizado será determinada pelo capital intelectual, pelo aperfeiçoamento diversificado, pelo estudo constante e pela boa vontade de se adaptar. Estamos nos transformando em camaleões do futuro.

Fui, em pequena, uma menina muito estabanada. Num só dia, conseguia quebrar a tesoura de mamãe, arrancar os cabelos de minha boneca ao trepar em uma árvore com ela no colo, e, finalmente, quebrar um prato valioso, ao ajudar a enxugar a louça.
Depois de cada desses desastres, corria para minha mãe e dizia apressada:
– Desculpe, mamãe! E estava crente de que, pronunciando essa senha mágica, obtinha completa absolvição.
No dia seguinte a uma dessas estripulias, aconteceu-me derramar café na toalha da mesa.
– Desculpe, mamãe! disse eu logo.
Mas mamãe, sorrindo, tomou uma toalha e enrolou-a em minha cabeça, como um turbante. E pôs na minha mão uma varinha que, propositadamente, deixara por perto. E disse bem humorada:
– Você agora é um mágico, com uma varinha de condão. Diga as palavras mágicas: "Desculpe, mamãe!", dez vezes, sobre essa mancha de café.
Eu repeti as palavras enquanto o resto da família me olhava fingindo seriedade e segurando um acesso de riso.
Quando terminei, tomada de intensa curiosidade, perguntei a minha mãe: – E a mancha, desapareceu?
– Não! ela respondeu com naturalidade.
Caindo em mim, comentei chorando de decepção: – E não podia mesmo desaparecer, embora eu dissesse mil vezes "Desculpe!"
– Então, disse mamãe, isso significa que "Desculpe!" não é uma palavra mágica. Não é interessante? Um "Desculpe!" não pode fazer desaparecer, em dois minutos, uma mancha de café que a gente, com apenas dois segundos de atenção, pode evitar. Bem, você quer que eu encha sua xícara outra vez?
E minha mãe não precisou, nunca mais, repreender-me. Quantas vezes eu penso ter esquecido a lição, volta-me à lembrança aquele turbante de toalha e a varinha de condão improvisada.
Continue se divertindo... Sorria, você fica bem assim alegre... Transmite força e paz...