Ser mãe e ser pai ao mesmo tempo é uma responsabilidade que tem os seus desafios, mas também as suas alegrias. Quis o rumo desta vida tão imprevisível que um filho ficasse nas mãos de uma mulher desamparada. Mas essa mulher não se deixou abalar. Ela é forte e corajosa e, com muito amor em seu coração, batalha para dar o seu melhor por quem mais ama.
São noites e noites sem dormir, por tantas preocupações que moram na cabeça de quem carrega os problemas da família sozinha. Mas, quando a tristeza e o desânimo chegam, a mulher que é mãe e ao mesmo tempo pai, olha nos olhos do seu bem precioso, o filho que tanto desejou e do qual nunca se arrependeu, e sente as suas forças renovadas para continuar seu caminho.
Não há nada que faça uma mulher assim desistir. O seu coração é do tamanho do mundo e a sua determinação uma chama eterna.
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...
Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:
- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.
O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:
- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?
E o menino respondeu:
- Ela é minha amiga...
Mas você tem dúvidas que em breve tudo vai melhorar? Você é forte e é capaz de superar esse grande desafio. Eu sei que parece difícil, que nem sempre dá vontade de lutar. Mas essa é sua única missão: batalhar!
Acredite que é possível, levante a cabeça e jogue fora qualquer pensamento negativo. Tenha fé, por favor! E não esqueça que estarei sempre perto para o que for necessário! Força!
Pra você quantos lados tens uma moeda?
A minha têm três, frente, verso e lateral.
A vida é feita de escolhas e caminhos que seguimos, neles cometemos erros e acertos, que no final terão consequências, sejam elas boas ou ruins.
Tudo depende da forma que olhamos as coisas, na vida toda situação exige uma reflexão, uma forma mais ampla de ver as coisas, basta olharmos para o lado certo e escolhermos o caminho a ser seguido, tirarmos o que tens de melhor de cada situação, cada caminho escolhido, para que no final olhemos para trás e tenhamos a certeza -"fiz valer a pena".
Ser mãe solteira é carregar uma pesada responsabilidade. Nem sempre estamos prontas para sofrer uma mudança dessas na nossa vida, mas o amor que sentimos por esse presente a quem chamamos de filho, torna a nossa mentalidade mais madura.
São tempos de dúvidas e incertezas que apertam o nosso coração. São momentos de receios sobre se vamos ter o necessário para cuidar do nosso bebê. Mas ser mãe hoje em dia é um ato de coragem e quando isso acontece jamais nos devemos arrepender.