Eu não fui sempre assim sozinha havia perto de mim sempre muita gente.
A alegria era constante Necessária porque era um sonho itinerante aquela árvore colorida e brilhante.
O riso de crianças brincando felizes à espera de um papai noel completamente diferente.
Que não chegava na janela quieto pelo contrário, era barulhento a sua fantasia não convencia.
Ano após ano, a cena se repetia vida era o sentido que se tinha nas nossas noites de natal.
A peça fundamental dessa festa mãe nunca pensei que um dia ela não mais estaria.
E eu ficaria na janela, vendo lá fora o mundo como se não pudesse entrar por não querer ou não precisar.
Ah! Que belas noites de Natal eu sei que não verei jamais noites tão belas, noites iguais aquelas.
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras. Ninguém sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor. Logo pensou em Deus. Cortou a flor e a levou para a Igreja.
Mas após uma semana a flor tinha morrido. Passou um homem, viu a flor pensou em Deus, agradeceu e a deixou ali. não quis corta-lá para não mata-lá.
Mas dias depois veio uma tempestade e a flor morreu... Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida com ela: Bonita, mas sozinha. Decidiu voltar todos os dias. Um dia regou, outro dia podou, depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor, havia um jardim! Assim se cultiva uma amizade...
Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada, onde vendia cachorro-quente. Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Tinha problemas de visão, por isso não lia jornais.
Mas ele vendia cachorro-quente.
Colocava cartazes na estrada, fazendo propaganda da qualidade de seu produto. Ficava na beira da estrada e oferecia o seu produto em alta voz, e o povo comprava.
Lentamente foi aumentando as vendas e cada vez mais aumentava a compra de salsicha e de pão. Comprou um fogão industrial para melhor atender os fregueses. O negócio prosperava: o homem conseguiu até mesmo enviar seu filho para estudar na capital.
Certo dia, o filho, já formado, retornou para cuidar do pai e viu que as coisas não mudavam naquele lugar. Em casa, chegou logo dizendo ao pai: Você não ouve rádio! Nem lê jornais! Há uma crise no mundo. A situação na Europa é terrível e a do Brasil ainda pior. Tudo está indo para o vinagre.
O pai logo pôs-se a refletir: "Meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio e só pode estar com a razão." Então resolveu reduzir as compras de salsicha e de pão. Tirou os cartazes de propaganda e já não anunciava tão alto seu cachorro-quente, abatido que estava pela notícia da crise.
As vendas foram caindo, caindo, caindo...
Então o pai finalmente disse ao filho: - Você estava certo, meu filho. Nós certamente estamos vivendo uma grande crise.
Você é um amigo super chato, pois você pega no meu pé, me faz estudar, me tira a paciência, enche meu saco, me bate, grita comigo, puxa meu cabelo, me dá conselhos, me abraça (super) forte quando estou me sentindo mal.
Diz que sente saudade, enxuga minhas lágrimas, aguenta as minhas tolices, ri das minhas piadas sem noção e mostra que me ama incondicionalmente, independentemente de qualquer coisa que eu venha a fazer.
Afinal, é para isso que servem os amigos! Obrigada por tudo, meu amigo, pois eu sei que você é capaz de fazer qualquer coisa por mim. Te amo, muito mesmo!
Há vários anos, tive a oportunidade de observar como o pensamento mesquinho da designação de um escritório destruiu as possibilidades futuras de um jovem publicitário.
Quatro jovens chefes, todos do mesmo nível, foram transferidos para novos escritórios. Três dos gabinetes eram idênticos em tamanho e decoração. O quarto era menor e menos enfeitado. J. M. recebeu esse quarto escritório. Isso consistiu um verdadeiro golpe em seu amor-próprio. Pensamentos negativos, ressentimento, amargura, inveja fizeram que ele se sentisse desajustado.
Como resultado, J. M. passou a hostilizar seus companheiros. Em vez de cooperar, fez o que pôde para mimar seus esforços. E as coisas foram piorando tanto que, três meses mais tarde, a direção não teve outra alternativa senão despedir J. M.
Um pensamento mesquinho sobre um assunto insignificante paralisou J. M. na ânsia de sentir que estavam contra ele, J. M. deixou de observar que a companhia estava se expandindo rapidamente e que o espaço para os escritórios era uma questão vital. Não parou um só momento para pensar que o diretor que fez as designações dos gabinetes nem sabia qual era o menor deles! Ninguém na organização, a não ser o próprio J. M., encarou o seu gabinete como índice do seu valor.
Pensar mesquinhamente sobre coisas insignificantes tais como ver o seu nome em último lugar, nos memorandos da companhia, ou receber a quarta via deles, pode ferir você.
Pense com grandeza e nenhuma dessas pequeninas coisas será capaz de impedir seu progresso.