Nunca é tarde para lembrarmos os amigos que desde cedo surgiram na nossa vida. Foram essas pessoas importantes que contribuíram para nossas vitórias e que estiveram do nosso lado em cada fracasso.
Os dias chegam ao seu fim e eu nunca me esqueço de pensar em todos vocês. Nossa amizade é um bem precioso que sempre guardarei em meu coração. Boa tarde!
Este fim de semana, aconteça o que acontecer...
Lembre que o poder para mudar as suas atitudes e hábitos está dentro de você. Acredite em Deus e no Seu poder para transformar a sua vida.
Abandone todos os sentimentos de raiva, rancor, ingratidão e tristeza.
E acima de tudo, tenha fé, força e coragem!
Um ótimo fim de semana para você!
- Não consigo subir nesse morro – disse o menininho. – É impossível. O que vai me acontecer? Vou passar a vida inteira aqui no pé do morro. É terrível demais!
- Que pena! – disse a irmã. – Mas olhe, maninho! Descobri uma brincadeira ótima! Dê um passo e veja se consegue deixar uma pegada bem nítida na terra. Olhe só para a minha! Agora, veja se você consegue fazer uma tão boa assim!
O menininho deu um passo: - A minha está igual! - Você acha? – disse a irmã. – Olhe a minha, de novo, aqui! Eu faço mais forte que você, porque sou mais pesada e por isso a pegada fica mais funda.
Tente de novo.
- Agora a minha está tão funda quanto a sua! – gritou o menininho. – Olhe! Esta, esta e esta, estão mais fundas!
- É, está muito bom mesmo – disse a irmã –, mas agora é minha vez, deixe eu tentar de novo e vamos ver!
Eles continuaram, passo a passo, comparando as pegadas e rindo da nuvem de poeira cinzenta que lhes subia por entre os dedos descalços.
- Ei, – disse o menininho – nós estamos no alto do morro!
- Nossa! – disse a irmã. – Estamos mesmo...
E você, continua dando seus passos...?
Era um pequeno menino que visita seus avós na fazenda. Lhe foi dado uma espingarda de chumbinho para brincar, do lado de fora, nas árvores. Praticou nas árvores, mas nunca poderia atingir um alvo de verdade. Desanimado, ele voltou pra casa, para o almoço.
Enquanto andava, viu o pato de estimação da vovó. Em um impulso, mirou na cabeça do pato e o matou. Ficou chocado e aflito. Em pânico, escondeu o pato inerte na pilha de lenha. Então descobriu que sua irmã lhe observava. Sally tinha visto tudo, mas não disse nada.
Após o almoço daquele dia, vovó disse, - Sally, me ajude a lavar os pratos.
Mas Sally respondeu, - Vovó, Johnny disse-me que quer ajudar hoje na cozinha, não é Johnny?
E então lhe sussurrou, - Lembra-se do pato?
Assim Johnny ajudou com os pratos.
Mais tarde, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, e vovó disse, - Sinto muito, mas eu preciso que Sally me ajude.
Mas Sally sorriu e disse, - Bem, isso não é problema porque Johnny me disse que queria ajudar.
E sussurrou outra vez, - Lembra-se do pato?
Sally foi pescar e Johnny ficou.
Após alguns dias com Johnny fazendo o seu trabalho e o de Sally, finalmente não poderia esperar mais. Foi até a vovó e confessou que matara o pato. Ela ajoelhou-se, deu-lhe um abraço e disse - Querido, eu sei. Eu estava na janela e vi a coisa toda. Mas porque eu te amo, eu o perdoei.
E ela continuou, - E também porque eu te amo, eu queria ver por quanto tempo você deixaria que o medo e a mentira, fariam com que você deixasse Sally fazer de você o seu escravo.
Que mundo é esse?
Um mundo que são raríssimas as verdadeiras amizades, um mundo repleto de gente louca, um mundo que faz pessoas sofrerem sem motivo...
É... um mundo de decepções.
Muitas pernas não aguentam tamanho peso de tristeza, mas muitas aguentam com esperança.
De que adianta uma vida sem pessoas que possamos contar, além de Deus?
Evoluímos muito com decepções e tristezas, mas se não tivermos um pingo de confiança em alguém e um ombro amigo, o que fazemos?