Um velho monge rezou muitos anos para que pudesse ter uma visão de Deus e fortalecer a sua fé, mas a visão nunca veio. Ele quase perdeu a esperança quando, um dia, uma visão apareceu. O velho monge estava jubiloso. Mas então, no meio da visão, tocou o sino do mosteiro.
O badalar do sino indicava que era hora de alimentar os pobres que se juntavam diariamente no portão de mosteiro. E era o velho monge quem tinha a tarefa de os alimentar. Se ele não aparecesse com comida, os pobres partiriam, pensando que o mosteiro não tinha nada para lhes dar naquele dia.
O velho monge estava dividido entre o seu dever terrestre e a sua tão esperada visão divina. Porém, antes do sino deixar de soar, o monge tinha tomado a decisão. Com o coração pesado, ele deixou a visão para trás e foi alimentar o povo.
Quase uma hora depois, o velho monge voltou ao seu quarto. Quando abriu a porta, quase não acreditava em seus próprios olhos. Lá no quarto estava a visão, esperando por ele. O monge deixou-se cair de joelhos em ação de graças e a visão lhe disse:
- Meu filho, se não tivesse ido alimentar aos pobres, eu não teria ficado. Porque a melhor maneira de servir a Deus é estender as mãos em serviço para nossos irmãos e irmãs, especialmente, aqueles menos afortunados do que nós.
Não é à toa que a palavra calma tem uma alma dentro dela. Toda alma inteira precisa de uma paz verdadeira para permanecer tranquila. Não é à toa que a palavra coração tem uma oração dentro dela. Tudo que nos toca fundo deve ser respeitado como uma religião e sentido com fé, como uma reza pura. Não é à toa que o verbo amar tem um mar inteiro dentro dele.
Somente na calmaria no coração, que nossa oração se agiganta na alma e nos leva e traz no trajeto horizonte-areia, renovando nossas crenças. E se, por fim entendermos que as coisas mais sagradas são as que trazem nossa natureza interior para perto, temos metade do caminho sonhado, fazemos de qualquer marquise em dia de chuva, um teto perfeito, quase um ninho. E não é à toa, que, quando a semente é boa, Deus ajuda a regar quietinho.
Eu não sabia direito como expressar e aí me lembrei de quando eu ainda cabia direitinho em seu colo...me lembrei de quando você me abraçava quando os trovões esbravejavam no céu e fui me lembrando de tantos momentos que hoje vejo...quantas vezes você abriu mão de você mesma por mim?
Agora é que não sei mesmo o que falar, mãe...
Aprendi com você mesma a amar porque você me ensinou do melhor jeito, mãe: amando!
Eu te amo!
São horas que voam, dias que passam, semanas que desaparecem e eu continuo sem você. Preciso acariciar seu rosto sem medo que o mundo leve você de mim.
Preciso beber seu amor como se de água se tratasse. Quero voltar a ser sua namorada! Não tenho medo; você é tudo para mim; é o namorado exemplar, o homem completo, o amor da minha vida! Eu te amo, meu bem!
Estava pensando em algo esta noite (madrugada) e pensei em você.
Se a vida foi feita para viver, quero ver, quero ouvir, quero ter.
Quero sentir emoções que acrescentem valor à minha alma, compartilhar sentimentos que ajudem na compreensão da
concepção.
Forma de valor único que trás à nós o sabor do amor.
Frutos sentinelas que habitam a janela do amor e, nos policiam indicando a direção que devemos seguir.
Nunca duas almas se cruzaram de tal forma, questionando se a passagem vale a pena, se somos tão egoístas à ponto de nos
reprimirmos em uma só maneira de lutar pela sobrevivência.
Poemas são reflexões e você está nelas, lindas orquídeas nas janelas.
Estranho pudor sem cor.
Sua forma habita minha mente e às vezes, de tão sorridente, me faz um adolescente.
Talvez a forma mais pura de um ser humano terrestre.
Aluno rebelde, sem calças, sem asas.
Que apenas que vive impertinente a semente da vontade reprimida da conquista.