Toda vida escutei que a amizade não tem preço. Sempre acreditei que isso seria verdade, mas é falso; é mentira! A amizade é a ligação mais forte que pode existir, é o sentimento mais puro.
E por essas razões eu concluo que a amizade até pode ter um preço desconhecido, mas tem valor! É algo imensamente valioso e que merece reconhecimento todos os dias, em todos os momentos – sempre! O valor da amizade é aquele que você acha que ela merece!
1. Elogie ao menos três pessoas por dia;
2. Assista ao nascer do sol pelo menos uma vez ao ano;
3. Tenha um aperto de mão firme;
4. Olhe as pessoas nos olhos;
5. Cante no chuveiro;
6. Gaste menos do que você ganha;
7. Reconheça seus erros; Saiba perdoar a si e aos outros;
8. Aprenda a conviver em grupo, você não está sozinho no mundo;
9. Devolva tudo o que pegar emprestado;
10. Trate a todos que você conhece, assim como gostaria de ser tratado.
11. Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser tudo que ela tenha;
12. Saiba guardar segredos;
13. Sorria, não custa nada e não tem preço, o sorriso aformoseia o rosto;
14. Não ore pedindo coisas, e sim sabedoria e coragem;
15. Dê as pessoas uma segunda chance, você pode vir a precisar dela;
16. Não tome nenhuma medida enquanto estiver zangado;
17. Dê o melhor de si no seu trabalho;
18. Faça sempre novos amigos;
19. Não adie uma alegria;
20. Viva cada instante como se fosse o último.
Um homem queria pendurar um quadro. O prego ele já tinha, só faltava o martelo. O vizinho possuía um, e o nosso homem resolveu ir até lá pedi-lo emprestado.
Mas ficou em dúvida: - E se o vizinho não quiser me emprestar o martelo? Ontem ele me cumprimentou meio secamente. Talvez estivesse com pressa.
- Mas isso devia ser só uma desculpa. Ele deve ter alguma coisa contra mim.
- Mas por quê? eu não fiz nada! Ele deve estar imaginando coisas. Se alguém quisesse emprestar alguma ferramenta minha eu emprestaria imediatamente.
- Por que ele não quer me emprestar o martelo? Como é que alguém pode recusar um simples favor desses a um semelhante? Gente dessa laia só complica a nossa vida. Na certa, ele imagina que eu dependo dele só porque ele tem um martelo.
- Mas, agora chega!
E correu até o apartamento do vizinho, tocou a campainha, o vizinho abriu a porta. Mas antes que pudesse dizer - Bom Dia...
O nosso homem berrou: - Pode ficar com o seu martelo, seu imbecil!
É que é bom, sabe? É bom você ter alguém que se importe, que te peça pra ficar, que te faça ir dormir sorrindo, entende? A vida anda tão sem graça, sem sentido, monótona, tão cheia de gente vazia. E quando aparece alguém assim, tão cheia de tudo, começamos a pensar diferente, aí sim passamos a acreditar que existem pessoas que valem a pena.
Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.