Agora que mais um ano se acaba eu volto a pensar no que seria desse ano, e da vida em geral, se eu não tivesse meus queridos amigos para com eles compartilhar alegrias e dividir as tristezas. Vocês são os melhores amigos do mundo, e por vocês a vida é muito melhor e mais fácil.
A todos eu quero desejar um Feliz Ano Novo! Que este venha renovado de esperança, amor e ilusão, e principalmente que continuemos juntos e a amizade prevaleça sobre todas as coisas!
Onde tu estas que não o encontro!
Cadê aquele amor que sempre sonhei em encontrar?
Onde estas?
Ansiosa fica aqui a esperar e esse dia que nunca chega, ou talvez nunca chegara!
Procuro esse amor desesperadamente, não sei, será que um dia você vai chegar?
Será que um dia eu poderei te encontrar?
Vem depressa preciso de você.
Preciso de teus beijos, do teu abraço, preciso de teu calor.
Preciso de teu amor!
Engraçado eu precisar de alguém que nunca conheci.
Mas parece que até tentei, mas não consegui, muitos chegaram, me enganaram me iludiram, me desesperaram, me fizeram chorar.
Mas nenhum ficou, todos partiram de minha vida, tentei, mas nunca consegui, tudo teve um fim!
Fim esse que machucou meu pobre coração, me deixando tristes lembranças, preciso de você, que ainda nem sei quem possa ser, que, às vezes, até já encontrei, mas não percebi.
Ou não, quem sabe?
Quem poderá afirmar algo, às vezes, você possa estar tão longe ou até tão perto!
Não sei só sei que preciso de você!
Preciso te amar, de ti cuidar, te conhecer.
Isso acho que às vezes preciso te conhecer.
Vem logo, não demore, estou ansiosa a te esperar, para que um dia eu possa te dizer:
Amo você!
Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família rica. A família era inóspita e recusou-se a deixá-los ficar no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, os mandaram dormir num pequeno e frio espaço do porão. Quando estavam fazendo suas camas no chão duro, o anjo mais velho viu um buraco na parede e consertou-o. O anjo mais novo achou estranho o que viu e perguntou-lhe o porquê daquilo. O anjo mais velho respondeu-lhe: As coisas nem sempre são o que parecem ser. Na noite seguinte, os anjos foram descansar na casa de pessoas muito pobres, mas extremamente hospitaleiras: um fazendeiro e sua esposa. Depois de dividir o pouco de comida que tinham, o fazendeiro e sua mulher acomodaram os anjos na sua cama, onde poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando o sol nasceu na manhã seguinte, os anjos encontraram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua vaca, cujo leite era a única fonte de renda da família, estava morta no campo. O anjo mais novo estava furioso e perguntou ao outro anjo: Como pôde deixar isso acontecer? O primeiro homem tinha tudo e você o ajudou. A segunda família tinha pouco, dividia tudo com os necessitados e, no entanto, deixou que a vaca deles morresse. O anjo mais velho, então, respondeu-lhe: As coisas nem sempre são o que parecem ser. Quando ficamos no porão daquela mansão, vi que havia ouro guardado naquele buraco da parede. Sendo o dono totalmente obcecado por dinheiro e incapaz de dividir sua fortuna, tampei o buraco para que ele não achasse o ouro. E, na noite passada, quando estávamos dormindo na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio buscar sua esposa, mas lhe dei a vaca no lugar dela. Como vê as coisas nem sempre são o que parecem ser. Algumas vezes é isso que acontece quando as coisas não se concretizam do jeito que pensamos. Se tiver fé, só precisa acreditar que tudo o que acontece é em seu favor.
Antes, com o sentimento adormecido,
Sentia-me tranquila, porém, sozinha.
Ao te reencontrar, a paz mascarada, que em mim havia, caiu vazia.
Despertando saudades do pouco que tivemos e desejos de vivermos o que antes não vivemos.
É difícil admitir, mas o nosso reencontro
foi marcante, e muito especial pra mim.
Sei, que sem querer e sem perceber, deste me
um novo fôlego de vida,
uma pequena esperança até então perdida.
Ah!... Se ao menos soubesse se faço parte dos desejos do teu coração.
Tomaria com certeza uma decisão.
Agora depois que te reencontrei, difícil mesmo será prosseguir a vida,
da mesma forma que seguia, na mesma direção e vazia.
E o RIO corre sozinho.
Vai seguindo seu caminho.
Não necessita ser empurrado.
Pára um pouquinho no remanso.
Apressa-se nas cachoeiras.
Desliza de mansinho nas baixadas.
Precipita-se nas cascatas.
Mas, no meio de tudo isso vai seguindo seu caminho.
Sabe que há um ponto de chegada.
Sabe que seu destino é para a frente.
O rio não sabe recuar.
Seu caminho é seguir em frente.
É vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando no mar.
O mar é sua realização.
É chegar ao ponto final.
É ter feito a caminhada.
É ter realizado totalmente seu destino.
A vida da gente deve ser levada do jeito do rio.
Deixar que corra como deve correr.
Sem apressar e sem represar.
Sem ter medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras.
Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.
A vida é como o rio.
Por que apressar?
Por que correr se não há necessidade? Por que empurrar a vida?
Por que chegar antes de se partir?
Toda natureza não tem pressa.
Vai seguindo seu caminho.
Assim é a árvore, assim são os animais.
Tudo o que é apressado perde gosto e o sentido.
A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.
Tudo tem seu ritmo.
Tudo tem seu tempo.
E então, por que apressar a vida da gente?
Desejo ser um rio.
Livre dos empurrões dos outros e dos meus próprios.
Livre das poluições alheias e das minhas. Rio original, limpo e livre.
Rio que escolheu seu próprio caminho.
Rio que sabe que tem um ponto de chegada.
Sabe que o tempo não interessa.
Não interessa ter nascido a mil ou a um quilômetro do mar.
Importante é chegar ao mar.
Importante é dizer "cheguei".
E porque cheguei, estou realizado.
A gente deveria dizer: não apresse o rio, ele anda sozinho.
Assim deve-se dizer a si mesmo e aos outros: não apresse a vida, ela anda sozinha.
Deixe-a seguir seu caminho normal. Interessa saber que há um ponto de chegada e saber que se vai chegar lá.
É bom viver do jeito do rio!
"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente.