Certa vez um milionário promoveu uma festa em uma de suas mansões e, em determinado momento pede que a música pare e diz, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos.
Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros. Alguém se habilita?
Espantado, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste: – Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões.
O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece: – Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.
Neste momento, alguém salta na piscina. A cena é impressionante. Luta intensa, o destemido se defende como pode, segura as bocas dos crocodilos com pés e mãos, torce os rabos dos répteis.
Parecia um filme do Crocodilos Dundee! Após alguns minutos de terror e pânico, sai do outro lado da piscina o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase nu. Um bagaço.
O milionário aproxima-se, dá-lhe os parabéns e pergunta: – Aonde quer que lhe entregue os carros e os aviões?
Obrigado, mas não quero seus carros e aviões respondeu o desafortunado.
Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta: E as mansões?
– Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada de que é seu.
Impressionado, o milionário pergunta: – Mas se você não quer nada do que ofereci, o que quer então?
E o homem responde irritado: – Achar o safado que me empurrou na piscina!
Moral da história: Somos capazes de realizar muitas coisas que às vezes nós mesmos não acreditamos. Basta apenas um empurrãozinho...
Eu sou a luz das estrelas
Eu sou a cor do luar
Eu sou as coisas da vida
Eu sou o medo de amar
Eu sou o medo do fraco
A força da imaginação
O blefe do jogador
Eu sou, eu fui, eu vou
Eu sou o seu sacrifício
A placa de contra-mão
O sangue no olhar do vampiro
E as juras de maldição
Eu sou a vela que acende
Eu sou a luz que se apaga
Eu sou a beira do abismo
Eu sou o tudo e o nada
Das telhas eu sou o telhado
A pesca do pescador
A letra A tem meu nome
Dos sonhos eu sou o amor
Eu sou a dona de casa
Nos pegue-pagues do mundo
Eu sou a mão do carrasco
Sou raso, largo, profundo
Eu sou a mosca da sopa
E o dente do tubarão
Eu sou os olhos do cego
E a cegueira da visão
Eu!
Mas eu sou o amargo da língua
A mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio
O início, o fim e o meio
O início, o fim e o meio
Eu sou o início
O fim e o meio
Eu sou o início
O fim e o meio
Raul Seixas
Simplesmente não digo nada pelo simples fato de você não se importar nem um pouco com o que eu sinto. Você ama outra pessoa, vou te poupar do meu drama, pare de perguntar o que houve comigo, porque eu sei, você não deseja saber.
Não criarás prosperidade desencorajando a poupança.
Não fortalecerás os fracos enfraquecendo os fortes.
Não ajudarás os homens pequenos derrubando os homens grandes.
Não levantarás o assalariado, rebaixando o pagador de salários.
Não ajudarás o pobre, destruindo o rico.
Não criarás estabilidade permanente com dinheiro emprestado.
Não conseguirás promover a fraternidade no homem incitando o ódio entre as classes.
Não evitarás problemas gastando mais do que ganhas.
Não construirás o caráter e coragem, destruindo a iniciativa e independência dos homens.
E você nunca ajudará os homens de forma permanente se fizer por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos.
William J. H. Boetcker
Não vou falar "adeus" para você. Não vou sequer mencionar mais uma vez que vou partir.
Vou só abraçar sua foto, aquela que levo comigo, todas as noites, todos as manhãs e sempre que olhar para ela. Para seu rosto estampado na fotografia.
Vou só pedir a Deus que faça o tempo correr.
Quero que você saiba que já sinto saudades suas.
Até breve!