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Meus olhos se lançam no imenso azul Minha alma desliza nas asas da luz Meus pés dançam e dançam na dança da terra Meus lábios se põem a cantar canções de amor!
Eu sou a luz, eu som o som Eu sou o tom da canção querida Eu sou a luz, eu sou o som Eu sou o tom da canção da vida!
Meus dedos digitam e tocam na música Navego e componho na pauta do mar Respiro e me inspiro na brisa entre flores Recrio nas cores, a pura emoção de te amar!
Eu sou o mar, sou o luar Sou o movimento. Sou água viva Eu sou o ar, sou o luar Sou movimento, planeta vida!
Meu corpo criado num cósmico plano Sou eu, sou você, eu sou nós, sou humano Sou voz, sou palavra, sou larva e sou sonho Memória da história, da luta, vitória eu sou!
Eu sou a cor, sou o calor Sou o amor do amor na vida Eu sou da paz, seu sou bem mais Sou sacramento divina vida!

Tenho ânsia de te encontrar. De conversar Contigo. Dizer o que penso e o que sofro.
Por isso, ensina-me a te ver, em todos os instantes dos meus dias, na primeira face que eu encontrar no caminho, no primeiro olhar que me for dirigido, na primeira voz que eu escutar, no primeiro aperto de mão.
No vento, que me toca de leve, na água cristalina que me serve, no sol que beija o meu rosto, na beleza da noite silenciosa e amiga.
Pois, só tu és a minha paz.
Pare. Reflita um pouco. Só o amor pode equilibrar a sua vida. Tudo pra você e por você

Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?

Quem gosta de você vai te tratar bem.
Quem gosta de você se importa, quer o melhor, te procura, te liga, te dá satisfação.
Quem gosta quer estar junto.
Quem gosta demonstra.
Quem gosta faz planos.
Quem gosta apresenta para a família e amigos.
Quem gosta manda uma mensagem bobinha só pra dizer que ama.
Quem gosta carrega uma foto sua dentro da carteira pra ver quando dá saudade.
Quem gosta abraça na hora de dormir.
Quem gosta dá um beijo de boa noite e de bom dia.
Quem gosta aguenta suas reclamações, sua cólica infernal, suas manhas e manias.

Algumas pessoas quando não as conhecemos pessoalmente, apenas através de fotografias, desperta em nós um misto de curiosidade e satisfação. Aguardamos, ansiosos à chegada do grande dia... e, de repente, ao conhecê-las um pouco melhor, a curiosidade termina, o prazer se desvanece e fica apenas uma enorme decepção.