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Amor verdadeiro é símbolo mágico, é encontro de almas conhecidas, almas antigas, é demonstrar a paciência e a alegria, em pequenos gestos, em grandes encontros, é alimentar a semente da felicidade em gotas de doçura, de apoio e acalanto, de companhia e conforto.
Quem conhece o amor verdadeiro jamais se engana com palavras fúteis ou promessas vagas, pois o verdadeiro amor não tem preço, não se encontra na esquina, nem se reserva na próxima estação.
É hora certa para momento oportuno, pois encontro marcado a vida reserva no próximo ponto, e assim se reconhece quando o amor verdadeiro bate a sua porta.
Ele é generoso, simples e sente a paz ao seu lado, pois almas antigas se reconhecem pelo olhar, pelo coração, pelo som mágico que declara assim que acontece.

É muito comum associar a figura do pai ao trabalhador, sério, sisudo, guerreiro, preocupado somente em prover o lar de recursos para a alimentação, a saúde, a educação etc.

Aqui nos ajuda o compositor
poeta Gonzaguinha: "Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis. Guerreiros são meninos, no fundo do peito... É triste ver um homem, guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros. Eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra, a dor que tem no peito, pois ama e ama (...) Um homem se humilha, se castram seus sonhos, seu sonho é sua vida, e vida é trabalho, e sem o seu trabalho, um homem não tem honra, e sem a sua honra, se morre, se mata..."

Assim, a figura do pai aparece como autoridade, quando não como autoritarismo. Mas a verdadeira autoridade nasce de uma boa relação afetiva entre pais e filhos. Ela não deve ser imposta. Daí a importância de aprender com as crianças a dar valor às coisas que parecem não levar a nada, como as brincadeiras, mas que aproximam e criam vínculos afetivos para toda a vida. Penso que a dimensão lúdica e afetiva dos homens-pais foi atrofiada em nossa cultura. Ela precisa ser despertada, sabendo que isso é um acréscimo e não uma perda em relação a outras dimensões, como o trabalho, que continuarão a ter o seu valor. É o pai, guerreiro e forte, mas também menino e frágil.

Rui Antônio de Souza

Hoje o dia amanheceu mais cedo, pra lhe dar os parabéns.
Hoje o sol está mais brilhante, para iluminar ainda mais o seu grande dia.
Hoje as nuvens se esconderam, para preparar uma surpresa pra você.
Hoje a tarde virá mais devagar, para dar tempo de todos lhe desejar felicidades.
Hoje o pôr do sol será mais lento, para a lua vir com as estrelas e festejar com você.
E quando chegar a noite não esqueça de agradecer o seu dia, assim como eu agradeci por ter te conhecido.
Te Amo!

É fácil usar o estilingue. o difícil é ajudar quem errou. É fácil descer a lenha no casal irresponsável. o difícil é ir procurá-los e oferecer ajuda. É fácil falar do ladrão que incomoda a vila. o difícil é tentar mudá-lo com amizade e ajuda. É fácil falar da menina grávida que nem sabe quem é o pai.o difícil é ouvi-la e ajudá-la a enfrentar o drama de seu erro.
É fácil rir dos chifres do marido traído e falar da mulher dele com risos e piadinhas engraçadas. o difícil é ajudar os dois a se amarem de novo sem mágoas ou novas traições. É fácil falar do padre, do pastor, do papa, do bispo, do governante, do político, do rapaz e da menina que aparecem um pouco mais do que nós. Damos uma estilingada com a língua e pronto, está quebrada a sua luz. Pouquíssimos de nós podem dizer que não atirarão pedras em alguém que está por baixo. Jesus tinha razão ainda esta vez.
A mulher fora surpreendida em adultério e um monte de adúlteros a trouxeram para que Ele os ajudasse a apedrejá-la. Só haviam esquecido de trazer o companheiro de adultério, já que, também naquele tempo, era impossível uma mulher praticar o adultério sozinha. Trouxeram a adúltera e não trouxeram o adúltero. Jesus ameaçou desmascará-los. Foram todos embora com seus estilingues.
Ficou a mulher adúltera que Jesus perdoou, mas a quem pediu que nunca mais pecasse. Não atirou a primeira, nem a segunda, nem a centésima pedra. Ajudou-a, acolheu-a. Conversou com ela. Propôs mudança de vida. Não sei que lição vamos levar do Evangelho. O que sei é que eu, você e todos nós, de vez em quando, falamos mal da vida alheia. E julgamos e apedrejamos por nossa própria conta homens, mulheres, moças, rapazes, padres, freiras, pastores, políticos, vizinhos e até amigos.
A nossa pedra é sempre a primeira, mesmo quando não fomos os primeiros a atirar. Deixemos de imaginar o pior, o mais errado e o mais sujo dos outros. Seremos melhores e a vida será melhor. Queimemos nossos estilingues de moleques crescidos.

Apenas um segundo
Foi o tempo que levou
Para ver você ali
Sorrindo, inocentemente lindo!

Teus cabelos me prenderam
Pensamentos voaram
Todo corpo estremeceu
Quando teus olhos tocaram.

Fecho os olhos,
Sinto tua respiração
Tua boca roçando meu pescoço
Gosto de sexo, tesão...

Apenas um segundo
Foi o tempo que levou
Para me entregar,
deliciar em tuas mãos!