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Rótulos
Diz o velho ditado: A primeira impressão é a que fica. Cuidado! Na vida, nem tudo é sempre assim.
Muitas vezes mal conhecemos pessoas e já atribuímos de imediato rótulos pré-determinados, que não deixam de ser pré-conceitos.
Para se conhecer melhor uma pessoa é preciso tempo, muita conversa e muita interação com a vida da outra pessoa. Em determinadas ocasiões nos escondemos atrás de máscaras, como forma de protegermos a nossa intimidade dos transtornos do dia-a-dia.
Este tipo de proteção gera uma imagem que não corresponde à verdadeira essência das pessoas. A partir de hoje, olhe para as pessoas com olhar de esperança e muita fé.
Procedendo assim, deixaremos de cometer sérios enganos, que nunca trazem bons frutos no futuro.

Procure distanciar-se do mal O reino do Soberano está se aproximando Pois tudo neste mundo é passageiro Tu podes acabar se prejudicando
Seja cristão, não seja mundano Acredite na palavra divina Não dê ouvidos ao inimigo Leia sempre a santa bíblia
O maligno quer tirar a tua vida Ele é lobo disfarçado de cordeiro Aparenta oferecer o melhor Ilude as pessoas com drogas e dinheiro
É mentiroso e traiçoeiro Almeja destruir a tua felicidade Escraviza o corpo e a alma E nos tenta com enfermidades
A vida é tua, tens a liberdade És discípulo de Deus ou do outro lado? Andas pelo caminho estreito ou pelo largo? Por quem estás sendo usado?

Meu amor,
Você me faz feliz todos os dias. Testemunho de perto o amor sem limites, a loucura de uma paixão eterna, o fogo da existência. A alegria vive dentro de nós, porque você é o homem da minha vida! Na verdade, você é tudo para mim!

É meu companheiro, meu marido, meu namorado, meu amigo. Prometo que juntos vamos continuar construindo uma das histórias de amor mais lindas de sempre. Eu sou apaixonada por você! Beijo, meu bem!

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente.
O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [... ] Deverei continuara acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura.
Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.

A razão porque a despedida nos dói tanto é que nossas almas estão ligadas. Talvez sempre tenham sido e sempre serão. Talvez nós tenhamos vivido mil vidas antes desta e em cada uma delas nós nos encontramos. E talvez a cada vez tenhamos sido forçados a nos separar pelos mesmos motivos. Isso significa que este adeus é ao mesmo tempo um adeus pelos últimos dez mil anos e um prelúdio do que virá.