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Minha consciência está tranquila, meu amor! E isso é o melhor que pode acontecer a alguém. Você tem sido um marido exemplar e nada me deixa tão feliz como a certeza que retribuo cada gesto seu; cada palavra que sai da sua boca.

Não faço as coisas por obrigação – faço por gosto, por prazer, mas sinto que cumpro meu dever como esposa e como amiga. É bom demais estar casada com você, meu amor! Beijo.

Rezar ou pedir por alguém a Deus, em vida ou após a morte deste, que sempre tenha se destacado por sua bondade e honradez, numa análise mais profunda, poderia até ser embaraçoso junto ao Pai, pois quem melhor que Ele para saber dos privilégios deste conseguido, e com louvor, numa vida inteira de retidão? Poderia soar como que achássemos não ser Ele, em sua infinita sabedoria, capaz de ter mais ciência que nós das intimidades na evolução desta alma provavelmente já iluminada.

Uma situação diferente porém poderá se observar no caso daquele provido de virtudes e em comunhão com Deus, ao rezar ou pedir por alguém em vida ou que se fora, após uma existência desregrada e de desrespeito com seus semelhantes, onde dele só poderia se esperar atos de egoísmo. Neste caso Deus, do alto de sua bondade, poderá levar em consideração tal pedido, pois fora este o desejo de alguém com créditos conseguidos ao longo de sua jornada nesta vida, mesmo porque este pedido fora feito por alguém em benefício de outro o que torna tal atitude mais valorosa.

É por este e outros motivos que devemos muito mais agradecer a Deus do que lembrarmos Dele apenas para pedir. Se Ele sabe muito mais que nós de nossa própria existência, porque forçarmos para termos um destino diferente daquele já por Ele traçado?

Se nosso desânimo momentâneo vier à tona, muitas vezes por mesquinharias não conseguidas em nossa ânsia de sempre mais querer, certamente é porque Ele em seu infinito discernimento sabe que aquele desejo sendo realizado, poderia nos trazer muito mais infelicidade do que suportaríamos ao vivenciá-lo.

Sofro por um perdão,
Um perdão que parece impossível,
Será?
Será que você é capaz de me perdoar?
Será que atingi mesmo foi o seu coração?
Ou aquele, aquele, seu ego masculino?
Só você pode devolver a minha vida,
Devolver a minha felicidade,
Será que você pode mesmo?
Me dar uma última, que seja última chance?
Tente.
Por favor, faça isso.
E devolva a minha vida e ao meu coração tudo o que perdi.

Numa noite, estava uma senhora negra, americana do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.

Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.

O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram a porta da casa do rapaz.

Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida com o console e tudo estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole".

Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz: – Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda: – Não há nenhum jardineiro.
Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível?
Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos... Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:
– Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:
– Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?
O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:
– Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.
– Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos. E o outro responde:
– Lógico que não!
-O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com aquele que com tanto amor cuida deste jardim?