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Um feiticeiro africano conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com agilidade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro, e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegam a um lugar sagrado. Sem parar, o feiticeiro dá meia volta e começa a viagem de volta. - Você não me ensinou nada hoje diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende! Responde o feiticeiro. Estou tentando lhe ensinar como se lida com os erros da vida.
- E como lidar com eles? - Como deveria lidar com seus tombos responde o feiticeiro. Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que te fez escorregar.
MORAL DA HISTÓRIA:
Devemos procurar a raiz de nossos erros e levantarmos com sabedoria e força.

Quem não troca de ideias, não troca de discurso,
só para evitar as próprias contradições.

Destrói-se...
Quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado.
Destrói-se...
Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova.
Destrói-se lentamente quem faz da TV, sua maior e mais querida companhia.
Destrói-se...
... lentamente quem não tem compaixão com os animais, as crianças, os idosos, os deficientes e os eficientes.
Quem desconhece o valor da afetividade, da família, da amizade, e da saudade.
Destrói-se...
Quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho.
Destrói-se...
Quem não viaja, não lê, não ouve música, não assiste filmes nem vai passear de mãos dadas.
Destrói-se...
Quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar, quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante.
Destrói-se...
Quem desiste de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece, e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Destrói-se...
Quem prefere o preto no branco e os pingos nos is, à um turbilhão de emoções indomáveis... Justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos e suspiros...
Quem não abre seu coração, com medo dos tropeços...
Quem esconde seus sentimentos...
Quem tem medo de amar...

Evitemos definhar em suaves prestações, lembrando sempre, que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente RESPIRAR.

Quando ouço falar em famílias que mantêm uma união incondicional sinto um amargo aperto no peito. É uma grande tristeza saber que eu poderia ter também uma família assim, mas infelizmente tudo aconteceu ao contrário na minha vida.

Nos momentos difíceis eu tive que lutar sem ninguém para me apoiar. Chorei lágrimas de desespero sem ouvir uma palavra de conforto das pessoas que queria ter perto de mim. Mas tudo o que vivi me ensinou a perceber com quem não posso contar. Felizmente há adversidades que nos fazem abrir os olhos em relação a tudo o que nos rodeia.

As crianças apresentam-se em tamanhos, pesos e cores sortidas. Encontram-se em toda parte, em cima, em baixo, fora, trepada, pendurada, caindo, correndo, saltando. Os pais as adoram, as visitas as detestam, as irmãs e os irmãos mais velhos as toleram e o Céu as protege.
Uma criança é a verdade de cara suja, a sabedoria de cabelos despenteados, a esperança de calças caindo. Tem o apetite do cavalo, a digestão do avestruz, a energia da bomba atômica, a curiosidade do mico, os pulmões de um ditador, a imaginação de Júlio Verne, a timidez da violeta, a audácia da mola, o entusiasmo do busca-pé e tem cinco polegares em cada mão quando pratica suas reinações.
Adora chicletes, sorvetes, carrinhos, bonecas, a Páscoa e o Natal, e gosta de ar livre, da água, dos animais grandes, dos automóveis e aviões e dos domingos. Detesta as visitas, os livros sem figura, cortar os cabelos, dias de chuva, tomar banho e a hora de dormir. Levanta cedo e está sempre atrasada para as refeições. Entre seus pertences há sempre um tesouro: um canivete enferrujado, uma fruta verde mordida, um barbante, dois botões e algumas bolinhas de gude, um pedaço de substância desconhecida e um objeto raro que lhe é precioso por, quando muito, vinte e quatro horas.
É uma criatura mágica. Você pode fechar-lhe a porta de seu quarto de ferramentas, mas não a de seu coração. Pode expulsá-la de seu escritório, mas não de seu pensamento. Toda sua importância e sua autoridade desmoronam-se diante dela, que é seu carcereiro, seu chefe, seu amo... Ela é uma ruidosa e despótica ditadora.
Mas quando você volta para casa, à noite, com esperanças, ambições e nervos despedaçados, ela pode recompô-los num instante com suas palavrinhas mágicas: –
"Oi Pai, Oi Mãe." Parabéns por ter uma em casa!
Eu, nunca deixei morrer a criança que um dia viveu dentro de mim. Me apaixonei pela sua maneira de ser, e até hoje sou exatamente assim. A alegria, faz o coração feliz. O espírito e a alma, ficam em êxtase, diante do amor e paz.

Recentemente, eu visitei a casa de minha infância. Com quase 70 anos, a casa tinha problemas que exigiam que muitas das paredes interiores fossem derrubadas para fazer reparos. Olhando para aquela casa que já tinha sido tão bonita, hoje cheia de entulho de construção e grandes buracos nas paredes e pisos, fiquei imaginando:
- Quem iria querer uma propriedade com aparência tão feia?
A nova compradora chegou e começou a nos mostrar todas as coisas que ela planejava fazer em nossa velha casa. Pelo fato de ela restaurar casas como profissão, o que nos pareciam problemas caros eram simples reparos para ela.
Além disso, como a casa viria a ser o seu lar, tinha-se tornado um projeto especial para ela – ao qual dedicaria todo o seu carinho e conhecimento. O que enxergávamos como um fardo, ela recebia como uma aventura e um desafio.
Ao refletir sobre isso, comecei a fazer um paralelo espiritual. Nossas vidas podem estar em mau estado, mas Deus, o especialista em restaurações, o Empreiteiro, trabalha pacientemente para nos restaurar para o serviço e honra no Reino.
Talvez pensemos que nunca poderemos ser recuperados enquanto, o tempo todo, Deus está apenas esperando pelo convite para nos restaurar, curar e abençoar.