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Adaptação Apenas quando permanecemos leves e fáceis nos sentimos adaptados às novas situações e diferentes formas de fazer as coisas. Frequentemente, resistimos às ideias dos outros e às mudanças nas circunstâncias porque ficamos ressentidos e desconfiados. Ao deixar tal atitude, começamos a ver tudo com uma visão mais positiva. Assim, aceitamos as novas cenas da vida com um senso de abertura e aventura.
Generosidade A segunda qualidade para chegar na paz é a generosidade. É dizer seu ao invés de meu. É doar riqueza e bons sentimentos ao invés de tomar. É compartilhar conhecimento e experiência ao invés de acumular. É soltar aquilo a que sou apegado. É abrir mente e coração para ideias e pessoas diferentes de mim. Generosidade é praticar o amor incondicional.

Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, a toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
Bebê: Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
Mãe: Claro! O que esta incomodando o meu filhote?

Bebê: Porque os camelos tem corcova?
Mãe: Bem, meu filhinho, nos somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

Bebê: Certo, e porque nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
Mãe: Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! - disse a mãe, toda orgulhosa.

Bebê: Certo! Então, porque nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles
atrapalham minha visão.
Mãe: Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! disse a mãe com orgulho nos olhos.

Bebê: Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então que diabos estamos fazendo aqui no Zoológico?

Moral da estória:
"Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências são úteis se você estiver
no lugar certo."

Um dia um homem foi ao barbeiro. Enquanto tinha seus cabelos sendo cortados, conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não aguentou e falou: - Deixa disso, meu caro, Deus não existe. - Por quê? - Se Deus existisse, não haveria tantos doentes, mendigos, pobres... Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar. - Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é? - Sim, claro. Pois bem. O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo, com longos cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro: - Sabe, não acredito em barbeiros. - Como assim? - Se existissem barbeiros, não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas. - Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim, não vão ao barbeiro. Eu não tenho culpa. - Ah... Agora eu entendi porque você não acredita em Deus.

Ah! Paixão desgraçada
Ah! Morte que tarda em findar
Esta imensa dor que meu peito guarda
Que contra tudo hesito em lutar

Que venha a peste, que venha a morte
As duas juntas, oh! alívio sedutor
Que com a vida se esvaia todo
O sofrimento desse meu amor

Pois um coração que já não pulsa
Não consegue mais viver
Abençoado pelas trevas
Venho, agraciado, a morrer...

Numa sala de aula, havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:

- Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:

- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:

- Eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda criança falou:

- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

A terceira criança completou: Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando.

Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:

- Meu bem, por que você nada trouxe?

E a criança timidamente respondeu:

- Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração".