Eram uma vez, uma ilha onde todos os sentimentos moravam.
A alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor, a riqueza, o tempo e outros.
Um dia avisaram aos moradores desta ilha que ela seria inundada apavorado o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem, ele disse:
-Fujam a ilha será inundada!
Todos correram e pagaram seus barcos para irem até um morro bem alto.
Só o amor não se apresou. Ele queria ficar uma pouco mais com sua ilha.
Quando estava quase se afogando correu para pedir ajuda.
Vinha vindo a riqueza e ele disse:
-Riqueza leve-me com você?
-Não posso! Meu barco esta cheio de prata e ouro e você não vai caber dentro do barco e é perigoso você querer roubar minha prata e meu ouro.
Passou então a vaidade e ele pediu:
-Vaidade leve-me com você?
-Não posso! você vai sujar meu barco novo.
Daí passou a tristeza e disse para a mesma pergunta:
-Há! Amor estou tão triste que prefiro ir sozinho.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que não ouviu o amor. Já desesperado o amor começo a chorar. Daí então passou uma barco com um velhinho, e ele falou:
-Sob amor, eu te levo
O amor fico tão feliz que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro alto ele perguntou sabedoria:
-Sabedoria; quem é o velhinho que me trouxe até aqui?
-O tempo.
-O tempo? Mas Por que só o tempo me trouxe aqui?
-Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender uma grande amor!
Finalmente você vai dar esse passo tão importante para sua vida – seu casamento, minha irmã! Pensava que você ia ficar para tia, mas você me surpreendeu, aliás, surpreendeu todo mundo com essa bela notícia.
Tenho certeza que essa decisão vai melhorar sua vida e vai dar conforto para seu coração. Isso é o mais importante! É que não há hora para ser feliz, a felicidade simplesmente acontece e você agarrou ela sem medo. Estou muito orgulhosa de você! Mil Beijos!
Sua amizade é tudo para mim! Poder compartilhar meus sucessos e meus fracassos com você é brisa que me alegra o coração. Toda nossa cumplicidade me deixa feliz, porque confio verdadeiramente em você, minha amiga!
Sinto que lhe devo um "obrigada" a toda a hora por tudo que você me ofereceu até hoje. É que você está sempre disponível quando preciso. Nossa relação não é um faz de conta, não!
A gente não se junta somente para conversar acerca da meteorologia ou de outras coisas pouco significativas. Nossas conversas são soluções para nossos dias! Obrigada por tudo, minha grande amiga!
Sustentabilidade é quando podemos ver; sentir; tocar numa flor, numa árvore, comer uma fruta, sentir o perfume das manhãs, respirar ar puro, tomar a água límpida de um riacho e deixar tudo lindo para que nossos filhos e netos possam sentir, comer, tocar, ver, beber e respirar o mesmo ar puro que um dia tivemos para nós.
Smilinguido caminhava feliz, carregando uma pesada frutinha silvestre para o formigueiro. De repente apareceu no meio do caminho, uma "coisa" grande, que lhe fechava a passagem. Como todas as formigas, porém, Smilinguido poderia superar aquele obstáculo, apenas subindo e passando por cima dele. Mas quando ele começou a tentar "escalar" a pata da enorme anta, ela sentiu os seus passinhos de formiga, reagiu às cócegas e, sacudindo a pata com força, derrubou-o no chão.
- Ui! ah...Olá, dona Anta! Será que a senhora poderia fazer o favor de levantar a sua pata um instantinho ? Assim eu poderei levar esta frutinha para o formigueiro sem me cansar nem lhe fazer cócegas.
- Que audácia! Olha só o seu tamanho! Um minúsculo bichinho como você ainda tem coragem de me mandar sair do meu lugar?
- Eu estou vendo que a senhora é grande e forte, dona Anta. Mas também estou vendo que perto desta árvore, fica bem pequenininha.
A anta virou-se e viu que ali estava, de fato, uma enorme árvore. Perto dela, sentiu-se como uma formiguinha.
- Puxa, é mesmo...
Smilinguido, todo entusiasmado, falou:
- Eu posso chegar até lá em cima! E além disso, sou capaz de carregar uma frutinha que é 3 vezes mais pesada do que eu! Sabe, dona Anta, para o nosso Criador somos importantes da mesma forma! Ele não me deu tamanho, mas capacidade para fazer o que os grandes animais não podem! Ao ouvir essas palavras, a anta ficou muito pensativa, tirou sua pata do caminho e deixou Smilinguido passar. E lá se foi Smilinguido levar sua frutinha ao formigueiro, enquanto a anta olhava para a grande árvore e pensava no Criador.