No Verão, você tem oportunidade de fazer germinarem, em plenitude, as sementes de suas esperanças, em realizações largas e sólidas.
No Outono, deve descansar do trabalho mais intenso, e dar um acabamento final à obra já conclusa.
O Inverno lhe dará ensejo de refletir sobre o que foi feito, de eliminar o que precisa ser eliminado e de deixar tudo em processo de avaliação, para a gestação do melhor.
E a Primavera, por fim, será a grande ocasião para florescer o que estava desfalecido e, com isso, encetarem-se as primeiras iniciativas de efetiva renovação de sua existência.
Você pode estar em qualquer uma das estações de sua vida, que se repetem, intercalam-se e mesmo interceptam-se, em vários âmbitos existenciais, paralelamente, mas uma lei é a fundamental para o fluxo de todo o processo: a sobrevivência ao Inverno. Se você passa pelo pior, está necessariamente preparado para o melhor.
Faça o melhor que puder, quando estiver no seu pior, e estar-se-á garantindo excelência e eficiência, justamente quando tudo parece estar contra você e seu projeto de ser feliz.
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a
mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e, Difícil é segui-las...
Carlos Drummond de Andrade
Ah, amor, vem e me abraça. Não precisa de mais nada, não precisa de juras de amor, nem música ao fundo. Eu só preciso sentir o seu coração a intercalar suas batidas com as minhas e seu hálito fresco em meu pescoço, arrepiando-me os pelos. Preciso te sentir ao meu lado, pra que essa dor de saudade deixe o meu coração. Vem amor, vem e fica.
Esperança?! Doce palavra
Que chance me dás?
Devo cultivá-la em meu peito?
Esperança? És real?
Ainda existe em meu viver?
Onde encontrá-la?
No seu sorriso?
No seu olhar que às vezes não enfrenta o meu?
Nos raros momentos que a vida nos une?
Esperança? Que chance me dás?
Modifica minha vida?
Me dá um amanhã?
Esperança...
Que não finda meus sofrimentos...
Não seca minhas lágrimas...
Não acalma o meu amor?
Esperança?
Você ao meu lado... tão dentro de mim
Minha razão de viver! Única razão!
Esperança... Você!
Esperança... Amor!
Maior que minha vida
Maior que meu ser!
Esperança?!
Espero em vão?!
Não há outro jeito!
Pois se tirá-lo do peito...
Morre o meu coração!
Sinto muito se te magoei.
Sinto muito se te incomodei demais.
Sinto muito por tudo que fiz a você.
Desculpe-me amiga, mas não pensei na hora de falar.
Se você me desculpar... Não posso lhe dar nada, apenas novamente...
Nossa amizade!
Desculpe-me!