Quando escolhi você para ser minha esposa, eu tive a certeza que estava fazendo a melhor escolha da minha vida. No seu olhar eu sentia a paz que queria para o meu dia a dia e a verdade é que você superou as minhas maiores expectativas. Agora que terá o privilégio de ser mãe, posso lhe dizer que acredito cegamente que você desempenhará essa função de uma forma muito especial.
Estou feliz em saber que nosso filho estará nos braços de uma mulher carinhosa que cuida muito bem das pessoas que ama. Fico maravilhado em ver que a gratidão irradia seu rosto e que dará seu melhor para que o tesouro que está em seu ventre cresça em um ambiente perfeito.
Obrigado, meu amor, por me dar o privilégio de amar você. Obrigado por permitir que partilhemos nossas vidas e que juntos construamos aquilo que chamamos de família. Você faz com que cada momento do seu lado valha muito a pena.
Uma história termina, outra logo começa. É assim que você tem de pensar, amiga! Sua relação amorosa chegou ao fim, acabou!
Encare essa realidade de rosto levantado e com a certeza que tudo tem sentido na vida, por vezes demora a surgir, mas ele existe. Por favor, não deixe que essa fase permaneça em sua vida num presente próximo. Se liga! Siga em frente e permita que a alegria contagie seu coração em breve!
Solidão-inquietação, insatisfação...
Palavras se atropelam na imensidão confusa da dor.
Sentimento de desprezo, de insignificância humana...
Desejo insaciado, grito de amor calado pela indisplicência alheia.
Murmúrio de dor, espinho de flor no fundo da alma contido.
É o não querer daquilo que mais se quer.
É a dor mais profunda na vida de uma mulher.
Planos de um futuro jogados no fundo do poço.
Um sentimento puro, recíproco por miséria sentimental.
Fere o coração como ao corpo o punhal, desfalecendo-o pois enfim é mortal.
Ter solidão na vida é viver sem ter vida
É morrer de uma morte que na realidade não mata
Que destrói aos poucos o que já não existia...
Grito sufocado, choro da alma, nostalgia.
Solidão é a dor que amortalha
É uma dor inclemente que a nossa vida estraçalha.
Em um ano muitas coisas acontecem, mas entre nós houve apenas amor. Amor sentido de uma forma intensa e vivido em todos os momentos das nossas vidas. Uma história que temos construído com todo o carinho e que nos tem unido cada vez mais.
Hoje fazemos um ano de namoro e apenas lhe quero dizer que o tempo voou. Foi maravilhoso ter conhecido você mais profundamente e ter aprendido também o verdadeiro significado do altruísmo e da cumplicidade.
Que mais anos se possam repetir comigo do seu lado!
Nunca se lance em várias empresas ao mesmo tempo: você não será admirado por se dispersar. Mais vale ser bem sucedido numa única, mas brilhante. Falo por experiência.
No início da tua carreira, não se poupe nem a longas horas de reflexão nem aos mais rudes esforços. Também não tome iniciativas, se não tiver a certeza de ter bom êxito. Tão brilhante quando se estreia como em qualquer outra coisa: uma vez conquistada a fama, mesmo os teus erros serão títulos de glória.
Quando estiver assoberbado por um assunto que te compete, recusa completamente tudo o que possa distrair a tua atenção. De fato, se perceberem que você errou - ainda que minimamente - aos deveres do teu cargo, imediatamente isso te será apontado. E, não obstante tudo o mais que você possa ter feito, não obstante o fardo das preocupações que te oprimiam, a tua falha será imputada a essa tarefa suplementar.
Quando você se lança numa empresa, nunca se associe a uma pessoa mais competente ou mais experiente que tu. De igual modo, quando você visita alguém, não se faça acompanhar por um terceiro que tenha melhores relações com o anfitrião que você.
Se tiver que deixar um cargo, faça isso de maneira que os teus sucessores não possuam talentos que superem muito claramente os teus.
Escreve os episódios gloriosos da história da tua linhagem, sem se importar com os invejosos, que não deixarão de troçar do teu orgulho. O que conta é que os escritos, verídicos ou complacentes, tenham para os futuros a aparência da verdade - pois as palavras morrem com quem as pronuncia, ou mesmo antes.
Jules Mazarin