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O Natal chegou e mais uma vez é tempo de puxar o saco do Papai Noel para ver se ele é mesmo um bom velhinho e dá presentes legais! Mas não adianta nada se lembrar de ser um bom menino somente agora no fim do ano.

Se você não se comportou bem, passou o ano inteiro enchendo o saco de todo mundo, não cumpriu as promessas de ano novo, foi uma pessoa irresponsável, não fez a cama todos os dias de manhã, não ajudou nenhuma senhorinha a atravessar a rua e nem fez nenhuma outra boa ação, não vai ter presente para você no saco do Papai Noel este ano. O Papai Noel vai apenas rir de você... ho ho ho!

Agora, só lhe resta esperar pelo próximo Natal. Mas lembre-se: faça o bem que o seu Papai Noel vem!

Mas de qualquer forma, sem o abraço dos amigos você não fica!
Um Feliz Natal e Um Próspero Ano Novo! Boas Festas!

Parabéns! Hoje vocês estão comemorando o primeiro grande marco no casamento. As bodas de papel! Consigo sentir a alegria batendo forte no meu coração, amigos!

É que vocês representam o que existe de melhor no mundo. Vocês são o amor, a união e o respeito. Vocês são a maior verdade do mundo: o amor. E isso é muito valioso. Assim vale a pena viver! Continuem celebrando o amor todos os dias, meus amigos! Felicitações!

Mas você tem dúvidas que em breve tudo vai melhorar? Você é forte e é capaz de superar esse grande desafio. Eu sei que parece difícil, que nem sempre dá vontade de lutar. Mas essa é sua única missão: batalhar!

Acredite que é possível, levante a cabeça e jogue fora qualquer pensamento negativo. Tenha fé, por favor! E não esqueça que estarei sempre perto para o que for necessário! Força!

Que o dia de hoje esteja trazendo o novo, a mudança e o grande voo!
Que o agora seja vibrante em nossos corações sem projeções futuras, sem memórias passadas.
Vamos experimentar o abandono dos pesos, vamos tentar ser como o pássaro que canta lá fora nesse exato momento, ser como a árvore que faz a sombra amena, como o sol que reflete vida a cada segundo.
Sintonizar o nosso eu nesse instante que está chegando, porque ele revela a única existência verdadeira e respira cheio de possibilidades reais.
O instante de agora traz nele a mais pura semente germinável, aquela que é capaz de transformar todos os nossos conceitos condicionados.
Sentir o contato, o toque suave desse dia, fechar nossos olhos e tentar absorver o agora o entendendo como o grande presente da energia, percebendo a grandiosidade que nos é oferecida quando abrimos realmente os braços para recebê-lo sem tensões, sem as interferências da mente, sem os pensamentos que o anulam.
Recebê-lo com as portas do coração abertas e renascer, mergulhar, conhecer a consciência de ser na exuberância desse instante.
Como borboletas que seguem em direção à luz, que cada um de nós saiba abandonar os antigos casulos e voe em direção ao brilho da vida que está começando agora.

Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias Do despontar da existência!
Respira a alma inocência Como perfumes a flor. O mar é lago sereno, O céu um manto azulado, O mundo um sonho dourado, A vida um hino de amor Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia
Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado destrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã!
Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, Pés descalços, braços nus Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar. Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!