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Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
Por que está fazendo isso, perguntou o escritor.
Você não vê, explicou o jovem... A maré está baixa e o sol está brilhando, elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia, continuou.
O escritor espantou-se:
– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor dizendo:
– Para essa aqui, eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Seja a diferença!

Quando algo em nós morre, quando alguém que amamos morre, ou quando morre um amor, é preciso viver o luto. É preciso elaborar a dor. Não podemos simplesmente fazer de conta que aquilo não aconteceu e seguir com a vida, com a dor escondida em um lugar qualquer do peito.

É preciso encarar a dor da perda de frente. Por mais que isso doa, massacre. É preciso ser forte, mas também podemos nos permitir sofrer. A força é justamente reconhecer o tamanho da dor, vivê-la, tentar sobreviver a ela, e um dia transformar essa dor em saudade, sabedoria, maturidade.

Depois do luto, é preciso lutar. Lutar para seguir com a vida, abrir-se para o que de novo a vida tem a nos oferecer. Enquanto a morte vem nos arrancar um pedaço da vida, um pedaço de nós, a vida segue. E temos que nos agarrar àquilo que sobra da vida. Vale a pena viver, apesar de tudo, apesar do sofrimento.

Em honra e memória da vida daqueles que se foram, em respeito a nós e à nossa vida, é preciso viver e buscar alegria e sentido em tudo o que fazemos. Em muitos momentos não será fácil, em muitos momentos será mais fácil querer desistir. Mas é nessas horas que se separam os fortes dos fracos. Tenha fé em você!

Foi com muita ansiedade que vivi estes quatro dias que passaram, mas finalmente chegou a sexta-feira, o melhor que a semana tem.

É tempo de esquecer o que ficou para trás e recuperar o ânimo para o que está para chegar. Desejo que seu dia seja pleno de alegria e que se transforme em um bom começo para o esperado final de semana!

Eu gosto de você porque você me faz gostar de mim. Porque, quando eu estou com você, sinto como se tudo fosse possível, como se não houvesse nada errado ou fora do lugar. Você me faz tão bem, faz me sentir confiante e me faz completa. Eu gosto de você porque você está mais presente em mim do que eu imaginava.

Tantas vezes nos esquecemos de escutar a natureza, o que de mais verdadeiro existe à nossa volta, pois andamos irremediavelmente imersos no nosso mundo de muros altos e sólidos.

Mas ela continua lá, todo o dia e incansavelmente gerando vida e nos proporcionando um mundo onde possamos viver, onde com segurança caminhamos e respiramos. E nós, nós continuamos ignorando-a.

Então levante seus olhos da tela, desligue a televisão, saia por uns instantes para lá dessas paredes opacas e contemple a maravilha de um céu limpo ou carregado. Escute um passarinho cantar, pois o seu canto é uma homenagem à sua mãe natureza e faça como ele, homenageie a natureza com um pouco da sua atenção.

Respire fundo, olhe atentamente, escute com calma e sinta como o mundo que rodeia você é extraordinário, e como esse passarinho tem razão!