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Certa vez, um rico perdeu uma bolsa com quatrocentas moedas de ouro. Então, anunciou nos jornais da cidade que daria uma boa gratificação a quem achasse a bolsa. Dias depois, apareceu um pobre, muito honesto, conhecido na cidade, trazendo-lhe a bolsa com as quatrocentas moedas.
O rico contou as moedas: quatrocentas certinho. mas, como era muito avarento, procurou um jeito de não dar a gratificação. Então, olhou para aquele homem humilde e bom e lhe disse:
- Faltam cem moedas. Tu não mereces gratificação nenhuma.
O pobre homem honesto foi expor o fato ao juiz. O juiz chamou o rico e perguntou-lhe:
- Quantas moedas havia na bolsa que perdeste?
- Quinhentas – respondeu-lhe o rico.
- E quantas há na bolsa que este homem trouxe?
- Quatrocentas – respondeu o rico.
Então o juiz disse ao rico:
- Então essa bolsa não é a tua. Devolve a este homem e vai embora. Quando aparecer o verdadeiro dono, ele a entregará.
Devemos ter atitudes de verdadeiros filhos de Deus, proceder com dignidade e ser testemunhas vivas da ação de Deus em nós. Por isso não retenha a si todas as coisas, mas compartilhe com quem precisa principalmente o amor de Jesus.

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco. Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira. Os amigos disseram ao velho: Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu: Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês. As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Ele tinha fugido para a floresta. Na volta, trouxe uma dúzia de cavalos selvagens com ele. As pessoas se reuniram de novo e disseram: Velho, você tinha razão. Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.
E o velho disse: Vocês estão se precipitando de novo. Quem pode dizer se é uma benção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta...
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar: E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas. E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein? Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção...
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho. E os que foram para a guerra, morreram...
Quem é obcecado por julgar cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação. E isso leva a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa. Quando uma porta se fecha, outra se abre...
Às vezes enxergamos apenas a desgraça, e não vemos a benção que ela nos traz...

Dissemos adeus, nos separamos e entre os dois dividimos o que restou do nosso amor. Cada um levou consigo o que lhe cabia na despedida, um pedaço da nossa história e as memórias que em breve se desvanecerão na neblina do tempo. Depois do adeus era imperioso que reaprendesse a viver sem você, e ainda que empenho não me tenha faltado, a verdade é que me é impossível e insuportável a vida sem você... Ainda amo você, hoje como antes, ou até mais, pois são tão grandes e profundas as saudades que eu sinto dos seus braços!

Me perdoe, meu amor! Daria o que me fosse pedido para voltar a chamar você de namorado, para voltar a sentir o seu beijo doce e suave, para voltar a me sentir apertada em seus braços fortes e seguros.

Volta para mim, meu amor! Foi necessário todo um turbilhão de emoções para entender o que sempre estivera tão claro no meu coração, que eu não posso viver sem você, que a vida não existe longe da luz do seu olhar...

Se pudesse voltar no tempo, acredite que teria reagido de forma diferente à sua presença em minha vida. É que tive medo de suas reais intenções, sabe? Julguei que ia tentar apagar o nome de minha mãe, mas não, você nunca tentou ser mais que minha madrasta, que minha amiga.

Fui infantil, egoísta, mas estou profundamente arrependida! Espero que me perdoe e que possamos viver em harmonia. Beijo!

Espero que não seja tarde. Tarde para te pedir desculpas por tudo o que fiz e estou fazendo você passar.
Hoje, somente hoje depois de pensar muito entre uma lágrima e outra decidi não mais me entristecer. Só o que quero é amar você.
O medo que sinto é o de um dia te perder. Eu não conseguiria viver sabendo que fui o culpado por não estar com você.
Se ainda estiver em tempo, se ainda quiser, se puder me perdoar, estou louco para te amar.