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"O pecado da luxúria é ser dominado pelo desejo desmedido de sensualidade e exuberância dos sentidos. É o melhor lugar nesse estudo para entendermos o que Santo Agostinho nos diz: "O pecado é o excesso do bom."
De difícil compreensão, a luxúria, que é a orgia dos sentidos, é facilmente confundida com a primária gula sexual. A civilização romana e, infelizmente a civilização atual, têm inúmeros exemplos da voraz gula sexual e de seus rodízios carnais.
O pecado da luxúria está relacionado com o 5° Chakra (chakra da garganta, localiza-se no plexo laríngeo ou cervical). Corresponde à glândula tireoide responsável pela expressão, emitindo os impulsos de comunicação, expressão pessoal nos níveis lógicos, sensoriais e de criação artística, o centro da expressão criativa. 0 5° Chakra seleciona e purifica os impulsos originados na região lateral do quadril - centro da criação; ativa e filtra os movimentos de crescimento físico e emocional, conecta os centros básicos aos centros mais sutis e ativa as sensações de vibrações e abundância.
A sofisticada luxúria deseja a qualidade, a expressão criativa, a liberdade e a sexualidade obtidas por meio do esplendor dos sentidos. É necessário evocar na memória a civilização Grega e sua decadência para captar o sentido da luxúria e sua embriaguez do corpo, da alma e das sensações.
Como ensina a cozinha francesa, clássico exemplo de luxúria do paladar, é preciso se entregar às nuanças criativas, às sutilezas da qualidades para atingir as altas voltagens do prazer com todos os seus sentidos, instalando-se então o deleite e o prazer oferecido pela volúpia.
O desejo intemperante de volúpia torna a liberdade libertinagem e a sensualidade impõe o desfrutar ilimitado. Sem a virtude da temperança, que pertence à arte do sentir, a sensualidade é prisioneira fácil da paixão, torna-se escrava de seus vícios. O pecado da luxúria, então corre o risco de com suas exigências desmedidas se ver rebaixado à condição de gula empanturrada ou de buscar os efeitos dos narcóticos e drogas que só a sua irmã indolência conhece. "

Mãe é sinônimo de amor incondicional, de certeza de termos alguém que nos quer tão bem ou mais ainda que a si mesma.

Ter uma mãe como você, é ter por toda a vida um coração generoso e sincero onde descansar minhas tristezas, onde festejar minhas alegrias. Ter uma mãe como você é ter uma amiga verdadeira para toda a vida.

Em você eu posso confiar e confio mais que em mim mesma, pois sei que apenas deseja minha felicidade. Nós nos entendemos, nos respeitamos, e em você eu sempre encontrei, além da mais dedicada das mães, uma amiga sincera para todas as ocasiões.

Você sempre foi uma mãe exemplar, e é uma amiga presente e excepcional. Eu a amo muito, mamãe, e reconheço em você a maior das bênçãos que enriquecem a minha vida!

Minha irmã, quem diria que já se passou um ano desde o dia fantástico que foi seu casamento. Feliz bodas de papel! Espero que este ano tenha superado todas as suas expectativas. E que tenha servido de rampa de lançamento para um casamento longo e onde sempre reinem a paz, o amor, a amizade e o companheirismo.

Vê-la feliz e realizada é tudo que mais quero, pois você sabe que a amo muito, pelo que até agora meu cunhado tem feito um bom trabalho. Parabéns ao casalzinho, e muitas, muitas felicidades!

Eu sei que pode parecer estranho, meus amigos, mas gosto tanto do dia de hoje como do final de semana! É o dia em que lembro que o trabalho e o sacrifício estão pela metade.

É como se hoje fosse o dia que começamos descendo a montanha rumo ao solo mais paradisíaco! Falta pouco para descansarmos devidamente, mas principalmente para abraçarmos a diversão com todo entusiasmo. Feliz Quarta-Feira, amigos!

Sabe aqueles dias que tudo parece estar distante, vazio e incompleto?
Dias em que tudo some de circulação e nada fica focado?
Parece que memórias do ontem nos prendem no hoje e impedem todo o planejamento do amanhã.
Perdemos até o ar.
Os amigos não estão por perto e tampouco nós os buscamos.
Tentamos procurar distração nas coisas que, geralmente, nos deixam "ocupados".
O pior é que muitas vezes não conseguimos.
Deitamos-nos, o sono vem chegando aos poucos,
fazendo-nos esquecer momentos em que não deixamos que o nosso "eu"
respondesse pelas nossas angústias.
Já não sentimos mais nada, mas até inconscientemente,
percebemos que os sonhos já não aparecem constantemente.
Estranho...
O diferente se torna monótono. O desconhecido, desinteressante.
O errado continua errado, mas o certo todos querem questionar e, mesmo assim, nem todos aceitam.