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Eu só queria te dizer que você foi a melhor coisa que me aconteceu. Você me ensinou a querer só alguém e mais nada, a querer até mesmo o jeito errado dela.

Você me fez ver que amar faz bem, que sentir o cheiro da pessoa do nada é paixão e que estar com ela e não querer mais nada é só porque você a ama realmente. Você me fez crer que é possível acreditar de novo que um garoto não é como todos os outros babacas, mesmo que quando chegou ao fim você tenha sido.

Você me ensinou a te desejar, te querer, te procurar, te precisar. Teu cheiro, teu corpo, teu olhar, tuas manias, teus defeitos, sua forma de dizer, você. Você foi o meu erro mais surpreendente. Você me fez olhar pro céu e lembrar da nossa noite vendo as estrelas. Você me fez ouvir músicas e me fez ter mais noção sobre suas letras ao ver que eu estava perdidamente apaixonada.

Você me fez ter saudade de você mesmo tendo te visto a menos de 30 minutos. Você sempre foi a pessoa que eu mais tive dificuldade de me despedir e você sabe disso. Você sempre foi o mais sincero, verdadeiro, romântico nas melhores horas. Você sempre foi perfeito, você sempre foi errado o suficiente para me completar. E você sabe que eu me apaixonei pelo teu jeito e você sabe que eu ainda sou apaixonada por você mesmo com todos os meus defeitos e você também sabe que eu te quero bem.

Então eu te agradeço, te agradeço por ter me feito suspirar, tremer, chorar, rir, por ter me feito me apaixonar por isso tudo aí.

Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria. O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama dali foi desaparecendo.
Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma apática figura. Então a soltou.
Agora estava livre! Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.
Nascemos tendo nossos horizontes como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação.
Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo".
O mercado sempre coroa com reconhecimento aqueles que inovam, criam chamam a atenção. O segredo do sucesso está na criatividade.
Criar é pôr em prática algo que não existe. É correr o risco. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?

A pérola é o resultado da entrada de uma substância estranha (por exemplo, um grão de areia) no interior da concha que contém a ostra. A parte interna da concha é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia nela penetra, as células do nácar entram em ação e recobrem o grão com várias camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando no seu interior. Uma ostra que nunca foi ferida não produzirá pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas ideias e atitudes já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Então produza uma pérola! Cubra suas mágoas e as rejeições sofridas, com camadas e camadas de perdão e amor.
Infelizmente, são poucas as pessoas que aprendem a não cultivar ressentimentos, e por isso deixam as feridas abertas, alimentando-as com sentimentos inferiores, não permitindo que cicatrizem, e daí o haver tantas ostras vazias!
Não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam compreender, perdoar e transformar a dor em amor. Fabriquemos pérolas!

Há momentos onde a tristeza ultrapassa a doce alegria que nos acompanha e explodimos em choro.
Há momentos onde a desistência fala mais alto, porque sentimos apenas um vazio sem perspectivas restando apenas a entrega.
Há momentos onde o cansaço excede o conforto e a esperança de estar bem.
Há momentos onde somos obrigados a dar limites, quando na realidade gostaríamos de seguir livres pelos caminhos que escolhemos.
Há momentos onde falar mais alto parece ser mais importante que calarmos na doçura do silêncio e da compreensão. Há tantos momentos!
Há momentos bons também, claro! Onde a alegria, energia, brilho da vida se fazem presentes. Mas esse é o momento que parei para analisar os que doem. Peguei esses porque nos últimos tempos, você esteve presente em minha vida. Deu ombro, colo, ouvidos, falou, se calou dividiu forças, dor, chorou comigo.
E agora, esse é o momento que, quero agradecer todo carinho e a dedicação que tem demonstrado com minha vida. Você foi e tem sido muito importante. Obrigado por fazer parte de minha vida!

O mar, o amor e a eternidade...
Compare o amor ao mar, que é grandioso em si mesmo, tem uma força ainda desconhecida, e é capaz de encantar e até matar, quem não tiver a devida atenção.
O amor e o mar se igualam na beleza, onde gente grande vira criança, os olhos brilham, o coração acelera, a vida tem outro sentido diante do amor, a beleza tem outra visão diante do mar, a vida tem outros valores diante do amor.
Assim como o mar, o amor se renova em ciclos, no mar são as marés, que elevam e abaixam as águas, no amor, são os pequenos gestos, as
delicadezas.
O respeito, a admiração pelo outro, as lembranças, que vão construindo um sentimento maior que o mar, maior que o próprio amor, avançando com a idade, sendo tão generoso que abre mão de si mesmo, quando deixa de ser uma paixão, para se tornar cumplicidade.
Diante do mar, vejo as ondas no vai e vem sem fim, e posso ter esperanças, que assim como as ondas, o amor que se foi, pode voltar, ou se renovar, e assim como estou diante do mar, poderei estar diante de um novo amor, para um recomeçar, num indo e vindo infinito, como o próprio mar, como o próprio amor...