Uma família de cinco pessoas estava passeando um dia na praia.
As crianças estavam tomando banho de mar e fazendo castelos na areia, quando, ao longe, apareceu uma velhinha.
Seu cabelo grisalho esvoaçava ao vento e suas roupas eram sujas e esfarrapadas. Resmungava qualquer coisa, enquanto apanhava coisas da praia e as colocava em um saco.
Os pais chamaram as crianças e lhes disseram para ficar longe da velha.
Quando esta passou, curvando-se de vez em quando para apanhar coisas, sorriu para a família, mas seu cumprimento não foi correspondido.
Muitas semanas mais tarde, souberam que a velhinha dedicara a vida à cruzada de apanhar caquinhos de vidro da praia para que as crianças não cortassem os pés.
Em nossas vidas é assim... Algumas pessoas passam a vida inteira nos protegendo sem que saibamos... Em troca nem bom dia... Quanto mais um obrigado.
O que fazes com tuas mãos, pode produzir luzes de esperança ou sentenças crudelíssimas.
Quando o Senhor da vinha permitiu que o principio espiritual se aprimorasse até alcançar a condição de Espírito encarnante, e com isso aprimorando as sutilizas regidas pelo sistema nervoso central, permitiu-lhe ter nas mãos o instrumento das revelações das sábias verdades.
Desta maneira, podes através de tuas mãos, tornar-te carta viva do mais alto, reeducando-te e pacificando o coração de teus irmãos que pedem preces no além e daqueles que ora reencarnados necessitam de letras edificantes.
As mãos dos sábios e felizes diferenciam-se das mãos dos déspotas e tolos, por se negarem a compactuar com frases pervertidas, lições de comodismo, obras demoníacas, decretos autoritários, frases dementadas e literaturas de aspecto suicida.
O homem de bem, não apenas fala com sanidade, como escreve com peculiaridades, mesmo oscilante entre o nevoeiro intimo e as estrelas que o guiam, é capaz de em momentos próprios alçar voos intuitivos e trazer na escrita as mensagens medianímicas que consolam, os unguentos que amenizam dores, a sopa que acalma estômagos torturados, o passe reconfortante, os sinais aos surdos, o carinho aconchegante a orfandade.
Desta maneira, sê tu aquele que derrama a mancheias as palavras de vida eterna. Palavras escritas com fidelidade ao bem, edificando o próprio pensamento para que teu instrumento de ascensão (as mãos), não se torne charrua enferrujada ou veículo de tropeço a outrem.
Com tuas mãos, escreva a esperança, a iluminação... A vida. Escreva em teu livro da vida páginas que o tempo não destruirá em linhas que te farão liberto de erros passados.
Meus amigos que eu amo tanto, bom dia! Hoje eu quero agradecer a cada um de vocês por tanta alegria, companheirismo, apoio, pela verdadeira amizade.
Vocês são pessoas maravilhosas que iluminam e dão significado à minha vida, e todo o dia eu dou graças a Deus por cada um de vocês.
Tenham um dia lindo e pintado pelos sorrisos mais sinceros. Que seus corações se encham de amor, paz e esperança, hoje e sempre!
Quando eu era menino indagava e tentava entender: o bêbado. Por que alguém que, embora não tivesse labirintite, adorasse ficar tonto; que embora não fosse gago, adorasse gaguejar e, mesmo não tendo dislexia e nem disfonia, adorasse falar e escrever errado; que embora não fosse astigmático, preferisse tudo enxergar embaralhado; que embora tivesse moradia preferisse ficar dormindo ao relento na calçada da rua; que embora não tivesse gatismo, incontinência urinária e nem intestinal, preferisse na roupa urinar e defecar?! Seria uma simples escolha ou profunda loucura de alguns seres humanos?
Hoje, entendo trata-se do alcoolismo, uma doença perversa, degenerativa (se bem que nem todos que façam uso da bebida sejam alcoólatras) que precisa de um tratamento bem variado, com medicamentos apropriados, com auxilio de associações de autoajuda, com muita força de vontade da pessoa e principalmente de muito apoio e carinho familiar.
Desculpa se um dia eu te amei
E se alguma vez te quis
Ou demais contigo sonhei
Apenas quis ser feliz
Desculpa por ter feito planos
Te amar e querer bem
E no meio de tantos desenganos
Descobrir que sem você, sou ninguém
Desculpa por corresponder
Ao teu amor não correspondido
Mas juro que não vou sofrer
Se já tiveres me esquecido
Só te peço meu perdão
Porque você eu sempre quis
Sem a tua permissão...
Desculpa por me fazer feliz.