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Acima de tudo quero ser seu cúmplice!
Quando ficar triste, me diga antes que eu perceba. Não tente me esconder. Não me vire as costas. Senão, vou sofre até descobrir o que você tem...
Se quiser ficar só, me diga, eu compreendo... Também gosto de ficar sozinho de quando em vez. Também sentimos saudades da solidão e do silêncio...
Nunca terei medo daquilo que você quer falar... Saberei escutar e tentarei ajudar. Acima de tudo quero ser seu cúmplice !
Não se culpe pelo meu sofrimento... Renascer dói... As pressões chegam a ficar insuportáveis... às vezes perco a paciência.
Desculpe-me quando fico diferente... Mas nunca indiferente... Posso ficar inquieto, inseguro... Mas nunca indiferente...
Eu sou o seu cúmplice!

Se hoje o teu amor partir
na certa que o teu sol não vai raiar,
mas não deixes de sorrir
e para variar
esqueça a fita métrica
surfa sem te martirizares pelo tamanho das ondas
deixa que a poesia da vida encontre ali a sua métrica
pode ser que por traz das calemas
as sereias estejam empenhadas a edificar um futuro risonho para aquele coração que hoje é o mais tristonho.

Fiquei impressionado com as imagens de bandidos fugindo, morro acima, em uma região de conflitos na cidade do Rio de Janeiro. Bandos surgindo e fugindo entre a vegetação. Feridos sendo arrastados e até abandonados. Chocante!

A violência acaba também, infelizmente, virando show para alguns veículos de comunicação. A própria polícia tem reclamado dos helicópteros das grandes redes de televisão que, de alguma forma, acabam atrapalhando as operações e colocando em risco os próprios profissionais dessas empresas.

Lamentável, porém, é o ponto em que a situação acabou chegando. Caos puro. O medo e a insegurança apavoram inocentes cidadãos de bem. E com razão. Em meio ao fogo cruzado estão trabalhadores, cristãos sinceros, crianças e mulheres impotentes diante do nítido quadro de uma guerra civil.

O que fazer diante de tudo isso? Em seu twitter o locutor Cid Moreira (@cidfantastico) questiona e sugere: Em que podemos ajudar para minimizar isso? Qual nossa contribuição? Podemos orar, vamos fazer isso!!! Invocar nosso Deus?

O problema não é só no Rio. O mundo está tomado pela violência. O profeta Ezequiel descreve, profeticamente, o triste quadro: Tudo é confusão e as cidades estão cheias de violência (7:23). Para o estudante da Bíblia, porém, é preciso crer, esperar e confiar: não percam a coragem, nem fiquem com medo das notícias que ouvirem, são notícias de violência na terra (Jeremias 51:46).

Há esperança? Sim!!! Tudo isso vai terminar em um final feliz. Para os amantes da paz. Leia Apocalipse 21 e 22. O novo tempo prometido por Jesus é garantido e urgente: Eis que venho sem demora ( 22:7). Eu creio. E você?

Mais tarde ou mais cedo todos nós acabamos por ter de dizer um adeus. Há despedidas que encaramos com normalidade e há outras que são muito dolorosas, mas o mais importante é sabermos lidar com o que sentimos nesses momentos.

Temos de aprender que algumas pessoas vão embora e nós não podemos evitar isso. Por vezes, o melhor é mesmo abrir mão de tudo o que nos une e nos liga a quem partiu. Existem despedidas que temos de deixar que aconteçam, por mais que isso nos faça sofrer!

Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que
continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranquilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos.