Dizer sim quando quero dizer não é dar mais valor aos outros do que a mim, é não colocar meus limites, e isso é não me respeitar... É o mesmo que dizer que o que eu sinto não vale nada, que os ouros podem passar por cima de mim à vontade. E eles passam, sem dó nem piedade.
Hoje estou aprendendo a dizer não. Quando não quero alguma coisa, simplesmente digo não. Sem raiva nem emoção. Um não é só uma negativa. É nosso limite. Um direito que temos de decidir o que desejamos ou não fazer. A isso se dá o nome de dignidade. Quando nos colocamos com sinceridade, dizendo o que sentimos, somos respeitados.
Zíbia Gasparetto
Sempre haverá uma oportunidade para recomeçarmos.
Sempre poderemos voltar a sorrir e acreditar num novo amanhecer.
As feridas, com o tempo, deixarão de ferir nosso coração.
As lágrimas cessaram e, em seu lugar, brotará a esperança.
A doença cederá lugar a um Espírito renovado.
As desilusões ficarão para trás e a Verdade irá nos acompanhar em novos caminhos.
As tristezas perderão a sua força e novas alegrias irão nos envolver.
Antigas mágoas serão esquecidas e novos ideais farão parte do nosso dia a dia.
A insegurança será vencida pela confiança.
O desespero será substituído pela fé verdadeira.
A tempestade após harmonizar o ambiente, irá dar lugar a um intenso sol.
A dúvida, se calará quando realmente confiarmos nos desígnios da Providência Divina.
O medo será derrotado quando usarmos a perseverança como aliada.
As tormentas passarão quando nos sintonizarmos com a luz divina.
Os problemas serão mais facilmente resolvidos quando buscarmos a reflexão e ouvirmos o nosso íntimo.
Os sofrimentos serão combatidos com a prática dos ensinamentos que o Mestre nos deixou.
O orgulho não terá chance se semearmos a fraternidade por onde andarmos.
O ódio acabará quando não tivermos receios de demonstrar o amor.
Sim, sempre haverá uma oportunidade para recomeçarmos.
Mas para isso, é necessário que confiemos e sigamos em frente, pois o Pai aguarda por nós...
A reação natural à hostilidade é... hostilidade. Ainda assim, muito da hostilidade que encontramos se deve à ignorância e à incompreensão. Com frequência, quando as partes desenvolvem um melhor entendimento uma da outra, a causa da ira desaparece.
Na próxima vez que você encontrar hostilidade, tome o tempo necessário para explicar-se, clara e pacientemente, com sinceridade, sem amargura ou sarcasmo. Coloque-se no lugar da outra pessoa e esforce-se para entender sua perspectiva.
O modo como você reage à hostilidade depende de você. Você pode seguir com a luta até o ponto em que ninguém ganha. Ou você pode tentar a compreensão. A compreensão serve para esfriar a ira. Pode revelar bases comuns para o entendimento e a cooperação.
Sim, existem pessoas que preferem a ira, não importa o que aconteça. Mas existem muitas outras que desejam simplesmente sentir-se compreendidas.
Existe um lugar no meu coração que insiste em querer apenas o seu carinho.
Por maior que ele seja, o seu espaço destinado ao amor é só seu, e eu nada posso fazer para mudar esse sentimento.
Você entrou de uma maneira tão suave, tão branda na minha vida, que acabou preenchendo os espaços, sem me deixar opção para escolher.
Fiquei entre te amar ou amar-te. Resolvi amar-te.
Amar-te é entregar todos os meus sonhos e dividi-los com você. Amar-te é pegar os teus sonhos e dividi-los comigo.
Amar-te é ansiar por sua volta, e mesmo longe sentir a tua presença.
Amar-te é respeitar o teu silêncio, com a certeza de que estou dentro dele.
Amar-te é deixar-te livre para ir, voltar e estar sempre aqui.
Amar-te é o respeito por seus ideais, é a compreensão que dividimos até naquilo que não concordamos.
Amar-te é mais profundo que simplesmente te amar.
Amar-te é todo um compromisso, é toda uma entrega.
Amar-te é vida, é emoção, é desejo, é cumplicidade.
Amar-te é a certeza de que o tempo vai passar, as emoções vão se modificar, mas eu vou continuar a amar-te, porque amar-te é uma razão que não vem apenas da emoção, mas da certeza de que somos cúmplices desse amor que ultrapassa os limites da paixão.
Nesse dia especial, quero amar-te com mais intensidade, simplesmente dizendo: eu te amo!
* O General Douglas MacArthur foi recusado na Academia Militar de West Point, não uma vez, mas duas. Quando tentou pela terceira vez, foi aceito e marchou para os livros de história.
* O superstar do basquete, Michael Jordan, foi cortado do time de basquete da escola.
* Winston Churchill repetiu a sexta série. Veio a ser primeiro ministro da Inglaterra somente aos 62 anos de idade, depois de uma vida de perdas e recomeços. Sua maior contribuição aconteceu quando já era um ?cidadão idoso?.
* Albert Einstein não sabia falar até os 4 anos de idade e só aprendeu a ler aos 7. Sua professora o qualificou como ?mentalmente lerdo, não-sociável e sempre perdido em devaneios tolos?. Foi expulso da escola e não foi admitido na Escola Politécnica de Zurique.
* Em 1944, Emmeline Snively, diretora da agência de modelos Blue Book Modeling, disse à candidata Norman Jean Baker ( Marilyn Monroe) : ?É melhor você fazer um curso de secretariado, ou arrumar um marido. ?
* Ao recusar um grupo de rock inglês chamado The Beatles, um executivo da Decca Recording Company disse : ?Não gostamos do som. Esses grupos de guitarra já eram.?
* Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, não tocou o coração de financiadores com o aparelho. O Presidente Rutheford Hayes disse: ?É uma invenção extraordinária, mas quem vai querer usar isso ?
* Thomas Edison fez duas mil experiências para conseguir inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o que ele achava de tantos fracassos. Edison respondeu : ?Não fracassei nenhuma vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2.000 passos.?
* Aos 46 anos, após anos de perda progressiva da audição, o compositor alemão Ludwig van Beethoven ficou completamente surdo. No entanto, compôs boa parte de sua obra, incluindo três sinfonias, em seus últimos anos.
Por isso não devemos achar nunca que NOSSO TEMPO acabou. Enquanto estivermos aqui, há algo para aprendermos e, muito possivelmente, alguém para aprender conosco também.
VAI DESISTIR?