Todas as manhãs tenho sempre três desejos: seu sorriso, seu beijo e seu abraço. Amar você é tudo que preciso para ser feliz e você me confirma a toda hora que é a pessoa que preenche minha vida.
Quando você está longe sinto que não sou nada e um grande vazio cresce dentro de mim. Só peço que não demore a chegar o momento do nosso reencontro apaixonado. Bom dia, meu amor!
Você precisa ter sonhos,
para que possa se levantar
todas as vezes que cair.
Acreditar, que a toda hora,
acontecerá coisas boas e
mudará o rumo da sua vida.
Você precisa ter sonhos grandes e pequenos,
os pequenos, são as felicidades mais rápidas,
os grandes, lhe darão força para suportar
o fracasso dos sonhos pequenos.
Você tem que regar os teus sonhos todos os dias,
assim como se rega uma planta, para que cresça...
Você precisa dizer sempre, a você mesmo:
- vou conseguir!
- vou superar!
- vou chegar no meu sonho!
Fazendo isso, você estará cultivando sua luz,
a luz de sempre ter esperanças,
que nunca poderá se apagar,
pois ela é a imagem
que você pode passar para as outras pessoas,
e é através dessa luz que todos vão lhe admirar,
acreditar em você e te seguir.
Mire na Lua,
pois se você não puder atingi-la,
com certeza irá conhecer grandes estrelas...
ou, poder ser uma delas.
Vilma Galvão
Quantas vezes pensamos: Ah, se eu pudesse começar de novo, faria tudo diferente...
Começar de novo não é necessariamente começar novo. Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, pense novo. Às vezes, essas oportunidades chegam em forma de rupturas, mudanças dramáticas, perdas, rejeição, doenças. Às vezes, a chance se esconde no fim das grandes crises, das guinadas da sorte, das puxadas de tapete. Às vezes, só criamos coragem depois que perdemos o rumo, o chão. Na maior parte das vezes, só enxergamos com clareza quando estamos de fora.
Começar novo não é reiniciar, é inventar outro padrão. É preciso reconhecer os erros, os nossos e os alheios, as fraquezas, os excessos, os entraves. Começar novo é permitir-se inclusive novos enganos, erros, fragilidades mas não os mesmos.
Só quem já apanhou da vida é capaz dessa façanha: passar os planos a limpo, faxinar os porões do coração, despedir-se daquelas dores crônicas, libertar-se do passado. Quando os velhos modelos falem, os antigos códigos não dizem mais nada, o futuro imaginado desaparece e até os sonhos murcham mas a despeito de tudo você percebe saídas, diagnostica a crise, identifica as fragilidades e não se dá por vencido, nesse momento você está engendrando o novo. Não uma retomada mas uma nova história.
Só quem viveu bem suas perdas e enganos pode começar novo. Só quem conhece o peso do fracasso, da solidão e da esperança perdida pode trocar de pele, escolhas, script. Como disse o filósofo: O que não me mata, me fortalece. Alguns caminhos, erros e ideais só se percorre, comete e persegue uma vez. Muitos deles têm prazo de validade. Nossas escolhas, certezas e sonhos não são estáticos nem imexíveis; muitas vezes são eles que se mudam de nós, desistem de nós. Insistir é burrice, é prolongar o desgaste.
Quando a vida lhe der uma oportunidade de recomeçar, seja generoso, diga sim, surpreenda-se e experimente ser a pessoa que você se tornou depois que enfrentou suas noites traiçoeiras, chorou suas perdas, atravessou seus desertos, matou seus leões.
Hilda Lucas
Escolha um trabalho promissor. Escolha uma carreira de sucesso. Escolha fazer o seu primeiro milhão antes dos 30 anos. Escolha uma família de comercial de margarina, com um cão e um gato. Escolha não fazer parte da vida da sua família, porque prefere trabalhar 14 horas por dia para multiplicar o seu primeiro milhão. Escolha um carro de parar o trânsito. Escolha construir uma grande casa, com uma grama verde de fazer inveja aos vizinhos. Escolha ter um plano de saúde caro e seguro de vida contra acidentes pessoais. Escolha ter apenas amigos bem sucedidos e ricos. Escolha fazer viagens de férias com destinos exóticos em primeira classe. Escolha sempre hotéis cinco estrelas. Escolha ver o mundo de cima. Escolha sentar-se confortavelmente no seu sofá de couro enquanto confere os rendimentos das suas aplicações financeiras. Escolha ter casos extra-conjugais. Escolha o whisky 18 anos e charutos cubanos. Escolha mandar os seus filhos para colégios internacionais. Escolha os encontros sociais em vez dos encontros com os amigos. Escolha envelhecer sozinho, numa casa grande e fria, com o cofre cheio de dinheiro e a vida vazia. Escolha a sua vida hoje. Escolha o seu futuro. Escolhas são renúncias.
A Mãe e o Pai estavam assistindo televisão, quando a Mãe disse: – Estou cansada e já é tarde. Vou me deitar.
Foi à cozinha fazer uns sanduíches para o lanche do dia seguinte na escola, passou uma água nas taças, tirou carne do freezer para o jantar do dia seguinte, confirmou se as caixas dos cereais não estavam vazias, encheu o açucareiro, pôs tigelas e talheres na mesa e preparou a cafeteira do café para estar pronta para ligar no dia seguinte. Pôs ainda umas roupas na máquina de lavar, passou uma camisa e pregou um botão que estava caindo.
Guardou umas peças do jogo que ficaram em cima da mesa, e pôs a agenda do telefone no lugar dela. Regou as plantas, colocou o lixo, e pendurou uma toalha para secar.
Bocejou, espreguiçou-se, e se dirigiu para o quarto. Parou ainda na secretária e escreveu uma nota para o professor, pôs num envelope o dinheiro para uma visita de estudo, e apanhou um caderno que estava caído debaixo da cadeira.
Assinou um cartão de parabéns para uma amiga, selou o envelope, e fez uma pequena lista para o supermercado. Colocou ambos perto da carteira.
Nessa altura o Pai disse lá da sala – Pensei que você tinha ido deitar – Estou a caminho, respondeu ela.
Pôs água na tigela do cão, e chamou o gato para dentro de casa. Certificou-se que as portas estavam fechadas.
Espreitou para o quarto de cada um dos filhos, apagou a luz, pendurou uma camisa, atirou umas meias para o cesto da roupa suja, e conversou um bocadinho com o mais velho que ainda estava estudando.
Já no quarto, acertou o despertador, preparou a roupa para o dia seguinte e arrumou os sapatos. Depois lavou o rosto, passou creme, escovou os dentes e acertou uma unha partida.
A essa altura, o pai desligou a televisão e disse: – Vou me deitar... E foi... Sem mais nada.
Notam aqui alguma coisa de extraordinário? Ainda perguntam porque é que as mulheres vivem mais...?