Dizer adeus é sempre difícil, as separações são sempre dolorosas. Mas chega uma fase da vida em que o tempo se torna deveras valioso para desperdiçarmos com pessoas que não valem a pena ou que não sabem reconhecer o nosso devido valor.
Em alguns relacionamentos, chega um momento em que já não vale mais a pena lutar, pois já não há pelo que lutar! Nessas horas, para podermos seguir em frente, é preciso saber enfrentar o momento da separação, por mais que doa.
As separações são momentos difíceis de ruptura, muitas vezes podemos não querer aceitar que o amor acabou, que aquele projeto de vida em comum já não existe. Mas o corpo e a alma sentem quando algo não está bem, e este pedido de separação que vem do coração é um pedido de socorro para você voltar a ser feliz.
Se depois de muito tentar, de muito refletir e sofrer, você chegar à conclusão de que o melhor é a separação, não tenha medo da mudança. Tenha coragem e pense neste momento como um renascimento, uma nova fase e oportunidade para ser feliz.
Não sei se saudades tem cor.
Dizem que sim
O que eu sei é que ela tem forma
Tem gosto. Tem cheiro e peso também.
E, acreditem, ela tem asas!
Se não, como nos transportaria
Tantas vezes a lugares
Tão distantes?
E sei ainda que ela se agiganta
Quando mais tentamos
Diminuí-la.
Sei que ela dói de dor
Intensa e sem remédio
Se não fosse ela, não sei se teríamos consciência
Do tamanho da importância
Das pessoas para gente
Porque quando amamos alguém
A saudades já chega por antecipação, sorrateira
Disfarçada de algo que não conseguimos decifrar
É aquela dor fininha
De não sei o que, a angústia boba que nos invade só de imaginar
A separação
E a gente fica meio sem saber
O que fazer
Mas é assim...
É uma dor que gostamos
De sentir, um sabor que
Queremos provar, é algo
Que não sabemos explicar
Mas é quase palpável
É amor disfarçado de muita coisa
São emoções guardadas bem lá no fundo
Saudades... Do que foi
E do que vai ser
Saudades
Que nos acompanha para
Diminuir a solidão
E que nos mostra, sobretudo
Que estamos vivos.
Aprendi ainda que saudades não mata.
É só quase
A gente pensa que vai morrer
Mas sobrevive sempre
Porque ela traz escondidinha nela uma outra coisa
Que chamamos de esperança
Que nos ajuda a caminhar
Porque saudades, como o amor, não é cega
Saudades vê mais além.
Eu gosto dos abraços, desses entrelaçados, daqueles que deixam o cheiro do outro na roupa. Abraços coloridos, abraços deferidos, abraços amorosos. Abraços, dois pares de braços enroscados, jogados além do querer ou dever. Assim simples ou complicado, com tesão e pegada, abraço que escorrega o braço, deixa a mão na cintura. Um daqueles que pede mais, que obriga a mais. Por isso abrace-me e o resto eu tomo partido.
Eu te deixo livre pra ir, porém, não pense que vai poder voltar a hora que quiser. Se for pra ir, vá, mas nunca volte. Não estou sendo insensível, ou talvez esteja, mas de uma coisa eu tenho certeza: quem quer ficar, não vai.
Não sabes o quanto fico aflita à espera do fim de semana quando, finalmente, posso encontrar-me contigo...
Desde o momento em que nos despedimos, no domingo, até chegar novamente o sábado, as horas demoram a passar... Segunda-feira é um tormento. terça, um tédio. quarta, uma angústia. quinta, um desespero. e, apenas na sexta me vêm novamente a esperança e a alegria, pois sei que está próximo o momento de rever-te.
É na sexta-feira que o meu coração começa a ficar feliz outra vez. Na verdade, ele só bate mais feliz quando eu te abraço e te beijo!
Não existe nada pior do que a saudade... Eu fico tão triste quando não estás por perto que fico a olhar para o relógio constantemente, à espera que anoiteça depressa para que eu possa dormir e sonhar contigo.
Adoro sonhar contigo! Mas gosto mais ainda quando chega o sábado e vens encontrar-te comigo! Precisavas de morar tão longe, querido?