Muitas pessoas dizem que ser mãe é fazer sacrifícios, que é deixar de lado tudo que se gosta para viver apenas pelos filhos. Mas eu, meu filho, nunca vi as coisas assim. Desde que você nasceu que eu sinto que ser mãe foi a melhor coisa que me aconteceu, que é uma bênção sem igual.
Tudo que faço e fiz por você nunca encarei como sacrifício, mas pelo contrário. Pois tudo que faço por você eu faço por amor e me faz sentir feliz e realizada. Você é meu tesouro, meu maior amor na vida, e hoje, amanhã e sempre eu tudo farei pela sua felicidade sem qualquer hesitação.
Te amo, meu filho! Obrigada por todos os dias me fazer a mãe mais feliz e orgulhosa do mundo!
Foi sempre você que me demonstrou as possibilidades que existem em amar alguém! O sentimento que nos une, minha filha, é o mais belo de todos.
É o que alimenta meu coração; é o que me faz sorrir pela manhã, o que me faz sonhar! E acredite que faria qualquer coisa para você estar mais próximo, mas às vezes a vida nos coloca desafios para medir a intensidade das coisas.
Mas como nossa ligação é forte, pode ter certeza que vamos superar toda saudade. Só preciso de ver você bem! Beijo, filha. Te amo!
Contigo esqueço das horas. Os problemas dessa vida são insignificantes. Tudo fica perfeito. As músicas são mais lindas. Me olho no espelho e tudo está bem. Meu sorriso está mais feliz. Dentro de mim um coração em festa.
Passar os dias com você tem sido especial, algo inabalável. Quero alcançar o objetivo único de ter você sempre ao meu lado.
Te namorar hoje, amanhã e o tempo todo.
Haja o que houver, lembre-se: nasci para te amar.
É interessante notar que todos que se sentem oprimidos queiram ter seu dia de comemoração:
dia da criança, dia da mulher, dia do idoso, dia do negro, dia do homossexual e tantos outros.
Sugiro que seja criado o dia do mendigo, do gordo, do feio, do analfabeto, do amarelo, do branco, do adulto, do novo, do baixo, do casado, do rico, do sadio, do civilizado etc. Pura bobagem!
Enquanto houver esses tristes apelos o mundo será uma estonteante e beligerante droga, um mar de preconceitos.
Somos todos irmãos!
Ser mãe adotiva é amar um filho que não geramos em nosso ventre, mas que se fixou para sempre no nosso coração. É chorar, sorrir, sofrer e sonhar com a mesma intensidade que uma mãe de sangue. É proteger e amar incondicionalmente. É olhar nos olhos daquele que aprendemos a amar depois do nascimento, e reconhecer o nosso filho. É, simplesmente, e apesar do que a genética diz, saber que somos a mãe daquele que é nosso filho, sem importar tudo resto!