Namorar é muito mais que um casal de apaixonados, é muito mais que um simples 'eu te amo'. Namorar vai muito além de beijos na boca e andar de mãos dadas pelas ruas.
Namorar é saber esperar, é saber entender o outro. É confiar de olhos fechados, é apoiar, é dividir a tristeza e doar as alegrias. É saber aturar as crises de TPM dela, é sentir ciúmes de coisas bobas, pois se tem ciúmes, tem amor e, principalmente, é saber ser fiel.
Namorar é pra quem sabe, é pra quem realmente sente o que é o amor.
Ah...que Sorriso!
Mágico! Busco fantasias.
Enigmático! Descubro seus mistérios.
Alegre! Tenho a felicidade,
Ingênuo homem Menino!
Meigo! A magia da ternura
Forte! Confiança
Sedutor! Onde busco meus, nossos Devaneios.
Ah...que Sorriso!
Nele realizo-me,
Sou Menina, moleca, amante, fêmea...
SOU MULHER!
AH..que SORRISO!
1. O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2. O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.
3. A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4. O jeito que têm de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5. Como são encantadoras quando comem.
6. Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7. Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8. Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans, camiseta e rabo-de-cavalo.
9. Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10. Como ficam lindas quando discutem.
11. O modo que têm de sempre encontrar a nossa mão.
12. O brilho nos olhos quando sorriem.
13. Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.
14. O jeito que têm de dizer "Não vamos brigar mais, não.."
15. A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
16. O modo de nos beijarem quando dizemos "eu te amo".
17. Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18. O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19. O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20. O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21. O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora jamais admitamos que doeu).
22. O jeitinho de dizerem "estou com saudades".
23. As saudades que sentimos delas.
24. A maneira que suas lágrimas têm de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.
"Mulheres são como a Lua: com suas fases, às vezes ficam escondidas, mas nunca perdem seu brilho encantador."
Ter uma convivência harmoniosa com a família não é algo fácil de ser mantido, são personalidades diferentes interagindo todos os dias sob o efeito das mais diversas dificuldades do dia a dia. A intimidade também nos leva a diminuir gradativamente nossos limites de tolerância, permitindo que uma atitude incômoda seja aturada muitas vezes até ser exposta como algo extremamente irritante.
Administrar todas essas peculiaridades do relacionamento em família não é uma tarefa fácil e pode muitas vezes, criar uma distância imaginária aos moradores de uma mesma residência. Esse afastamento só agrava os problemas que ocasionaram essa indiferença no relacionamento e quanto mais adiar para resolver essas questões, outros aborrecimentos serão acrescidos conforme passa o tempo.
Não adianta protelar o inevitável, mais cedo ou mais tarde uma conversa terá que ser iniciada, e quanto mais rápido o conflito for resolvido, menos tempo viverá em um ambiente desconfortável. Divergências sempre ocorrerão, mas permitir que isso impeça o retorno da felicidade à família, só agravará a situação.
Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias Do despontar da existência!
Respira a alma inocência Como perfumes a flor. O mar é lago sereno, O céu um manto azulado, O mundo um sonho dourado, A vida um hino de amor Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia
Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado destrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã!
Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, Pés descalços, braços nus Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar. Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!