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Deus cuida de mim quando mais ninguém está por perto. Assim como um pai que senta o filho no seu colo, Ele está sempre disponível para me ouvir e eu sei que entende até os meus sentimentos mais difíceis de expressar.

Posso não ouvir respostas aos meus pedidos, mas eu as sinto na minha vida, todos os dias e em qualquer lugar. Somente Deus consegue ser um Pai perfeito e um Amigo leal ao mesmo tempo.

Um rico e já idoso fazendeiro, que sabia não ter mais tantos de anos de vida pela frente, chamou seus filhos à beira da cama e lhes disse:

"Meus filhos, escutem com atenção o que tenho para lhes dizer. Não façam partilha da fazenda que por muitas gerações tem pertencido a nossa família. Em algum lugar dela, no campo, enterrado, há um valioso tesouro escondido. Não sei o ponto exato, mas ele está lá, e com certeza o encontrarão. Se esforcem, e em sua busca, não deixem nenhum ponto daquele vasto terreno intocado."

Dito isso o velho homem morreu, e tão logo ele foi enterrado, seus filhos começaram seu trabalho de busca. Cavaram com vontade e força, revirando cada pedaço de terra da fazenda com suas pás e seus fortes braços.

E continuaram por muitos dias, removendo e revirando tudo que encontravam pela frente. E depois de feito todo trabalho, o fizeram outra vez, e mais outra, duas, três vezes.

Nenhum tesouro foi encontrado. Mas, ao final da colheita, quando eles se sentaram para conferir seus ganhos, descobriram que haviam lucrado mais que todos seus vizinhos. Isso ocorreu porque ao revirarem a terra, o terreno se tornara mais fértil, mais favorável ao plantio, e consequentemente, a generosa safra.

Só então eles compreenderam que a fortuna da qual seu pai lhes falara, era a abundante colheita, e que, com seus méritos e esforços haviam encontrado o verdadeiro tesouro.

Moral da História:

O Trabalho diligente é em si um tesouro.

Como uma promessa és tu, és tu, como uma manhã de verão, como um sorriso és tu, és tu, assim, assim és tu.
Toda minha esperança és tu, és tu, como chuva fresca em minhas mãos, como uma forte brisa és tu, és tu, assim, assim és tu.
És tu como a água de minha fonte, És tu o fogo de minha lareira. És tu, algo assim como o fogo de minha fogueira algo assim és tu, algo assim és tu...
Como um poema és tu, és tu, como uma guitarra na noite, como o horizonte és tu, és tu, assim, assim és tu.
És tu como a água de minha fonte,
És tu És tu, algo assim como o fogo de minha fogueira algo assim és tu, algo assim és tu... És tu como a água de minha fonte, És tu

Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão. Levantou um copo com água e perguntou à plateia:
- Quanto vocês acham que pesa este copo de água?
As respostas variaram entre 20 g e 500 g.
O conferencista, então, comentou:
- Não importa o peso absoluto.
Depende de quanto tempo vou segurá-lo. Se o seguro por um minuto, tudo bem. Se o seguro durante uma hora, terei dor no braço. Se o seguro durante um dia inteiro, você terá que chamar uma ambulância para mim.
O peso é exatamente o mesmo, mas quanto mais tempo passo segurando-o, mais pesado vai ficando. Se carregarmos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde não seremos mais capazes de continuar, pois a carga vai se tornando cada vez mais pesada.
É preciso largar o copo e descansar um pouco antes de segurá-lo novamente. Temos que deixar a carga de lado, periodicamente. Isto alivia e nos torna capazes de continuar. Portanto, antes de você voltar para casa, deixe o peso do trabalho num canto.
Não o carregue para casa. Você poderá recolhê-lo amanhã. A vida é curta, aproveite-a!

Na Índia, um carregador de água, sempre levava dois baldes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.

Um dos baldes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito. No fim da caminhada entre o poço e a casa do chefe, o balde rachado chegava pela metade, o outro sempre chegava cheio de água. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um balde e meio de água na casa de seu chefe.

O balde perfeito orgulhoso de suas realizações. Porém, o balde rachado estava envergonhado de sua imperfeição, sentindo-se miserável por não ter capacidade de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, um dia, à beira do poço, o balde falou para o homem:

- Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.

- Por quê e de que você está envergonhado? Perguntou o homem.

- Nesses dois anos, eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado fez com que a água vazasse por todo o caminho até a casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o balde rachado.

O homem ficou triste pela situação do velho balde, e com compaixão falou:

- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho. De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho balde rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o balde ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao balde: - Você notou que pelo caminho só havia flores no lado que você vai? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava?

Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.