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O Natal é a festa da família. Família, eis uma palavra que encerra um significado imenso, rico, profundo, sublime e simples, principalmente real... Clima de família, de compreensão, de calma serena, de segurança, de unidade, de amor mútuo, de paz que invade os seus membros em todo o seu ser...

Foi em um simples papel que comecei a colocar os desabafos de meu coração
Palavras que respondiam os meus sentimentos, que denunciam minhas vontades.
Uma lágrima sem razão rolou dos meus olhos e caiu sobre a palavra amor
Ai percebi que: Os meus olhos choram por amor.
Lágrimas que nascem lá do coração, que a alma aprova, pois as lágrimas nos fortalecem.
Uma pessoa que não chora, tem mil motivos para chorar Segurar as lágrimas é o mesmo que pedir para parar o tempo.
O amor nos faz chorar, porque é o sentimento mais forte que existe na lei da vida.
Minha poesia ficou com uma marca, a marca de um amor expressado em uma Marca de Uma Lágrima.

Sou uma daquelas pessoas que olha para trás e sente saudade da sua infância! Recordo com muita nostalgia momentos que passamos quando éramos crianças.

Você sempre foi uma grande amiga, uma amiga antiga e que sempre preservei! Na verdade, sempre foi um privilégio contar com sua amizade. Poucas coisas aqueceram tanto meu coração! Adoro você, amiga! Beijo.

Eu pedi Força.
E Deus me deu Dificuldades
para me fazer forte...

Eu pedi Sabedoria.
E Deus me deu Problemas
para eu resolver...

Eu pedi Prosperidade.
E Deus me deu Cérebro
e Músculos para trabalhar...

Eu pedi Coragem...
E Deus me deu Perigo
para eu superar...

Eu pedi Amor...
E Deus me deu
pessoas com Problemas
para eu ajudar...

Eu pedi Favores.
E Deus me deu
Oportunidades...

Eu não recebi
nada do que pedi.
Mas recebi tudo
que precisava...

Como sinto tua falta! Neste mundo triste, como sinto!
É como a lâmina seca de um gládio, perfurando-me o peito, com afinco
Oh, quanta mágoa no ar! Amarga! Umedecida pelo rancor,
Céus! Isto aqui se assemelha ao inferno, de descontentes, com ardor!
Como preciso de teus lábios, iluminados pelas estrelas cadentes!
E esta minha vida severa, árdua, se resume a desejos onipotentes!
Estás muito longe de meu corpo, não consigo te sentir!
Oh belo! Durante anos, por esse amor, não consigo rir!
Apenas pranto! Choro com meus olhos decadentes e solitários,
Soluço, com meus lábios sérios e pragmáticos! Sim!
Apenas isso, que faço em minha vida, sem objetivos vários,
Fico cada vez mais cansada, distante de teus sentidos sem fim,
Diante páginas, e mais páginas de solidão, que vivo
sem ter-te perto de mim, apenas sobrevivo...
Atire-me na fronte, uma flecha envenenada!
Pois estou muito mais que unicamente desesperada.
Por favor, devolva-me minha alma. Eu sei: ferida e desigual,
Que me importa? O que preciso é ter de volta, minha vida imortal!
Aos poucos, posso tentar sanar meus ferimentos, meus desalentos...
E, assim, esquecer todos os vãos momentos.