Quem foi que definiu as medidas da beleza? Quem foi que disse que existe um padrão de beleza? E de onde tiraram que a beleza só se vê com os olhos?
Já dizia o poetinha, "as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental!". Mas homem sensível que era, tenho certeza que não se referia a nenhum modelo de beleza em especial, mas sim à beleza que vem de dentro, ao charme e brilho natural que toda pessoa autêntica possui.
Quando uma pessoa é bonita por dentro, tem autoconfiança, espontaneidade e autoestima, a beleza brota de dentro para fora, brilha nos olhos e faz os olhos de quem a vê brilharem também!
Ora, beleza pode ter medidas rígidas, peso e altura, nas passarelas da moda. Mas na passarela da vida, a beleza real não segue a moda, segue o coração. A beleza é para quem tem olhos para ver.
Feias são as pessoas que acreditam em um mundo plástico de belezas padronizadas com medidas irreais. Feias são também as pessoas que não conseguem ver a beleza além da pele, da roupa, do corte de cabelo... Essas pessoas sim, são feias por dentro e tornam-se feias por fora.
1. Mesmo que você não siga nenhuma religião, entre uma igreja ou num templo vazio, sente-se e descanse, curtindo a paz e o silêncio.
2. Escolha um guru e acredite nele.
3. Participe de um trabalho voluntário. Ajudar a quem precisa dá sentido maior à vida.
4. Aprenda a rir de você mesmo(a).
5. Curta aquilo que você tem e não fique comparando posses.
6. Não repasse notícias ruins. Uma situação vira tragédia quando passada de boca em boca. Se ouvir informação triste, guarde para si.
7. Compartilhe suas incertezas. Ao escutar o que os outros têm a dizer, as dúvidas se aclaram.
8. Preste atenção na intuição. Ser intuitivo é deixar o coração dar um pulinho no futuro e voltar rapidinho.
9. Não permita que sua vida gire em torno de um único tema. Investir energia em uma só coisa é correr risco de deixar de ter prazer em outras.
10. Seja seu maior fã. Você é incrível.
11. Diga mais "eu te amo". Mostre entrega, carinho e disposição para aceitar o outro do jeito que é. Não espere uma ocasião especial.
12. Tenha jogo de cintura. É mais fácil aceitar as mudanças quando entendemos que não é possível controlar tudo nem todos.
13. Arranje um passatempo. Você nunca conseguirá estar à frente no seu trabalho se tudo o que você é se resume ao seu trabalho.
14. Saiba receber um elogio. A admiração pode ser sincera e fazer bem ao ego.
15. Agradeça. Você pode levantar as mãos para o céu, dobrar os joelhos, acender uma vela, dar três pulinhos, beijar uma imagem... Não importa o ritual. Vale a sensação de que o universo está lhe dando o que pode dar – e que você é uma pessoa abençoada por isso.
16. Ouça uma canção alegre e cante junto.
17. Desligue a televisão e converse com os amigos, o marido ou a esposa, o namorado ou a namorada, o cachorro, o papagaio...
Vejo seu rosto
em cada ser que deparo
em cada lugar que ando
sinto sua boca
sabes quando?
nas amoras, nas cerejas
o sabor quando me beijas
vejo o teu olhar
assim que a noite chega
trazendo o luar
vejo o teu sorriso
quando brota uma flor
mas quero te esquecer
não suporto mais este amor
que me faz sofrer
esta angústia
de nem ao menos
poder te ver
se me queres tanto
corre aos meus braços
e neste abraço
não quero mais
TE ESQUECER!
A geografia da cidade é plana – traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que podes aparecer, de súbito, na dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão da casa.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a um ponto exato do corpo – fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho de nada e entre tudo o que é vital. Dizem que o amor sem sofrimento não é amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência. amacia-se a voz porque se conhece o desespero. aumenta-se a doçura porque se passou pela dor!
Foi assim que aprendemos a conhecer o fundo do coração – entre a presença e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós – a esta vontade de destruir a dor a qualquer preço.
Acabamos sempre rendidos por um amor maior que de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão longe que estás não te digo que tenho saudades tuas.
Este disparate de ter saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado nesse hábito que tens de odiares guarda-chuvas.
Afinal és todas as pequeninas coisas do quotidiano, as coisas simples – é delas que tenho saudades: tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será isto maior que dizer que tenho saudades tuas?
Queria que você soubesse, assim, só pra saber, que o teu nome está em todas as minhas orações. E que antes de dormir e ao acordar, sussurro baixinho só para que Deus me escute o quanto é bom ter você comigo, e o quanto eu me sinto agradecida por isso, todos os dias.