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Minhas reflexões sobre o período de 32 dias em que estive numa CTI e 15 dias em enfermaria de um hospital em estado de coma, e, segundo os médicos, por um milagre sobrevivi, pois estava já desenganado por eles, com a família só aguardando a notícia de meu falecimento.

Por que preferimos viver?
A morte (estado de coma) foi a minha melhor experiência em vida até hoje, da qual trago as melhores recordações e da morte me restou a saudade. Andava por lugares de grande claridade e de clima frio, mas agradável. Amigos e parentes vivos que iam me visitar e com os quais eu conversava, queriam que eu retornasse à vida, mas eu lhes dizia que não tinha vontade de voltar, preferia ficar. O que mais me perturbava no período de minha morte, me deixava tenso e agitado, eram as rezas, orações e pedidos que faziam para o meu retorno. A insistência pela volta não me fazia bem. Até que um dia prevaleceu a vontade dessas pessoas e da família, fui obrigado a voltar. E, a primeira pergunta que eu fiz ao abrir os olhos e ver que tinha alguém perto de mim, segurando na minha mão, foi: Porque não me deixaram lá?

Só quem passou pela experiência de ter morrido (em coma), é que pode afirmar qual das duas opções será a melhor, a vida ou a morte. Para mim será preferível a segunda opção, pois nunca me senti tão bem, em paz, na tranqüilidade de estar do lado de lá. Não posso definir em que lugar eu estava, pois céu ou inferno (mas dizem que o inferno é quente, e lá era frio) é para aqueles que crêem que eles existam, para mim era apenas um lugar do qual não gostaria de ter saído ou que fossem me buscar.

Só sei dizer que estou preparado para morrer novamente e esse dia será o de maior alegria para mim, embora vá representar tristeza para outros.

Você segue regras? Acredita que não pode viver sem elas? Então você não pode se apaixonar! Paixão é loucura... É viver sem regras.
Quando se está amando se vive totalmente o aqui e no agora.
Você começa amando alguém e quando se conta está amando o pôr - do - sol.
Você começa amando alguém e passa a ver o mundo de forma diferente.
Começa a ver a si mesmo com outros olhos.
Seu compromisso passa a ser com seus desejos mais íntimos, coisas que você nem pensava existir.
Neste momento você é levado a fazer uma escolha ou vive de forma plena essa paixão, entregando-se a ela não importe onde vai levar, vivendo a espontaneidade do prazer, ou se submete às regras da rotina e faz parte do grupo do "eu não devo, eu não posso"...
Paixão não tem idade, não tem hora, não tem limites, desconhece o significado da palavra "mas", na verdade não faz uso dela. Na paixão não existem condições.
Na paixão nada mais existe nada mais importa nada mais é preciso além de duas coisas: a paixão e os apaixonados.

O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.

Não sei o que aconteceu...com o homem triste que avia dentro..de mim...

Mais não importa muito...porque ele se foi e ficou algo melhor...

Ficou uma pessoa feliz, uma pessoa carinhosa, uma pessoa divertida...
E tudo tem sua explicação...e a minha eh simplesmente pelo fato...

De que DEUS olhou para mim e me disse Ame essa pessoa com todas suas forças...
De carinho ; atenção.fique sempre do lado dela...pois ela eh a única chave...

Que poderá abrir entrar e depois fechar seu coração para que somente ela..Você possa amar...e que você ame-a...

Como nunca amou ninguém e como nunca amara...

Querida tia, só queria que você morasse mais perto para podermos partilhar mais vezes aqueles momentos que vivemos quando estamos juntas. Do seu lado eu me sinto bem porque você é uma pessoa maravilhosa, sempre com uma palavra amiga e um bom conselho para dar. Você é um orgulho para mim e tem um espaço eternamente guardado no meu coração.