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A paz invadiu o meu coração De repente me encheu de paz Como se o vento de um tufão Arrancasse os meus pés do chão Onde eu já não me enterro mais
A paz fez o mar da revolução Invadir meu destino, a paz Como aquela grande explosão Uma bomba sobre o Japão Fez nascer o Japão da paz
Eu pensei em mim Eu pensei em ti Eu chorei por nós Que contradição Só a guerra faz Nosso amor em paz
Eu vim, vim parar na beira do cais Onde a estrada chegou ao fim Onde o fim da tarde é lilás Onde o mar arrebente em mim O lamento de tanto ais

Rótulos
Diz o velho ditado: A primeira impressão é a que fica. Cuidado! Na vida, nem tudo é sempre assim.
Muitas vezes mal conhecemos pessoas e já atribuímos de imediato rótulos pré-determinados, que não deixam de ser pré-conceitos.
Para se conhecer melhor uma pessoa é preciso tempo, muita conversa e muita interação com a vida da outra pessoa. Em determinadas ocasiões nos escondemos atrás de máscaras, como forma de protegermos a nossa intimidade dos transtornos do dia-a-dia.
Este tipo de proteção gera uma imagem que não corresponde à verdadeira essência das pessoas. A partir de hoje, olhe para as pessoas com olhar de esperança e muita fé.
Procedendo assim, deixaremos de cometer sérios enganos, que nunca trazem bons frutos no futuro.

Por estar sempre comigo seja no choro ou no riso. Por dizer-me não somente o que quero ouvir, mas principalmente o que preciso! Obrigado, amigo pelos ouvidos sempre disponíveis, mesmo quando só tenho besteiras pra dizer. Obrigado pela mão amiga, pela cumplicidade e pela sua amizade tão sincera.
Descobri que quem tem um amigo fiel, tem um tesouro e eu reconheço que sua amizade é um presente e isso nunca vai mudar. Obrigado por estar sempre disposto a me tirar das minhas confusões e por ter se tornado o primeiro nome que me vem à mente quando preciso de socorro! Tu és mesmo, meu grande amigo!
Gosto muito da sua maneira de me animar, mesmo sem muitas palavras... Mas saiba que apenas seu tapinha nas costas já me renova. Obrigado, por as vezes sair comigo só pra "jogar conversa fora". Gosto tanto disso!
Obrigado até mesmo pelas implicâncias, que me fazem refletir e saber que um amigo verdadeiro é aquele que nos diz as verdades que muita das vezes fingimos não conhecer.
Me Desculpe... Deve ser mesmo muito difícil ser meu amigo! Mas você ainda está aqui, obrigado!
Eu vou agradecer a Deus pra sempre por ter achado em você um grande irmão!
Por ter feito de você o meu melhor amigo!

A beleza de verdade não tem nada a ver com moda, maquiagem ou um corpo esbelto. A beleza de verdade é aquela que nem sempre vemos, mas sem dúvida sentimos. Mas para descobrir essa beleza, é preciso ir além do olhar. Esta beleza nem sempre tem o impacto da primeira impressão.

Mas quando nos sentimos bem com a nossa imagem, essa beleza interior, que é a nossa beleza real, parece ficar à flor da pele. E para deixar essa beleza florescer, precisamos nos livrar de todos os preconceitos acerca da beleza, e nos livrarmos dos padrões.

Quando nos olhamos no espelho, a nossa tendência é identificar aquilo que nos desagrada. E aquilo que nos desagrada, geralmente, se baseia naquilo que aprendemos sobre o que é ser bonita nas revistas, na TV, no cinema. Mas o que esse mundo nos mostra é um tipo de beleza muito limitado, muito exclusivo. É uma beleza cruel, que nos massacra.

Mas cada um possui uma beleza. E a beleza está justamente no que temos de mais singular, no que temos de nosso. Você é linda e única! Celebre a sua beleza, o seu sorriso, liberte-se dos padrões. Deixe a sua beleza interior aflorar. Mostre-se para o mundo. Agora, olhe-se no espelho como se estivesse se vendo pela primeira vez. O que você vê?

Que uma borboleta
Sorrateira entrava
Em meu quarto e
Ligeiramente voava
P'ra dentro de mim

De repente
Surgiu do Nada
Um campo vazio e quente
Que não tinha fim

A borboleta surgiu parada
Mesmo fronte a mim
E linda flutuava
Com asas de cetim

Subitamente
Quis capturá-la
Tê-la sempre
Perto de mim

Num impulso
Pensei que a apanhava
Mas que estranho
Como me enganava
Que ela fugia de mim

De repente
O campo transformou-se
Em Nada
Um Nada que não tinha fim
E dei por mim assustada
No meio do escuro
E do Nada em
Que muito queda e parada
Procurava por mim

Foi quando vi
Que ao fundo flutuava
A borboleta sublime que esperava
E para lá corri

Surpresa inesperada
Que enquanto corria
Do infinito Nada
Surgia
A cada passo que dava
Cor e música e som
O próprio solo que pisava
Flores e campos
Um mundo infindo enfim

E a borboleta bela continuava
Levemente voava
Para o infinito sem fim
E eu corria e não cansava
E o mundo Surgia de mim!