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Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam ao casebre, seguindo por uma longa estrada. Ao passarem próximo a uma moita de samambaia, ouviram um gemido. Verificaram e descobriram, caído, um homem. Estava pálido e com uma grande mancha de sangue, próximo ao coração.
O homem tinha sido ferido e já estava próximo da inconsciência. Com muita dificuldade, mestre e discípulo carregaram o homem para o casebre rústico, onde trataram do ferimento.
Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca. Disse que conhecia seu agressor e que não descansaria enquanto não se vingasse.
Disposto a partir, o homem disse ao sábio: - Senhor, muito lhe agradeço por ter salvo minha vida. Tenho que partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que senti.
O mestre olhou fixo para o homem e disse: - Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe fiz.
O homem ficou assustado e disse: - Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe pagar esse valor!
- Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres cobrar o mal que lhe fizeram?
O homem ficou confuso e o mestre concluiu: - Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteçam nessa vida, pois essa vida pode lhe cobrar tudo que você deve. E com certeza você vai pagar muito mais caro.

O dia começou daquele jeito!
Dormiu mais do que devia e chegou atrasada no trabalho. Tudo o que aconteceu no escritório contribuiu para deixá-la mais nervosa. No final do dia foi ao ponto de ônibus para voltar para casa, em seu estômago um grande nó.
Como sempre, o ônibus chegou atrasado e lotado. Teve que ficar em pé pelo corredor. O balanço do ônibus a jogava em todas as direções e sua amargura aumentou ainda mais.
Então ouviu uma voz vinda lá da frente - Dia bonito, não é?
Por causa da multidão, não podia ver o homem, mas o ouviu enquanto ele continuava a comentar o cenário primaveril, chamando a atenção a cada marco que se aproximava. Esta igreja. Esse parque. Este cemitério. O corpo de bombeiros. Logo todos os passageiros estavam olhando através das janelas. O entusiasmo do homem era tão contagiante que ela encontrou-se sorrindo pela primeira vez naquele dia.
Chegou ao ponto onde desceria. Se moveu até a porta, e deu uma olhada para o seu "guia": um velho senhor com barbas, usando desgastados óculos escuros e carregando uma fina bengala branca.

Você completa minha vida, meu bem! Todas as minhas imperfeições se tornam belas e memoráveis; tudo fica mais real do seu lado. Sinto que nada fará com que meu amor por você termine ou desvaneça.

Sim, porque você é o namorado ideal: o mais lindo – dentro e fora do coração. Nunca deixe de me amar porque eu jamais vou querer que nossas vidas se separem. Te amo, meu bem!

O ontem é história, o amanhã é incerto... Então eu me concentro no hoje, e aproveito cada momento que tenho com você.

Você é mais do que um namorado, você é a parte de mim que estava perdida mas que agora eu encontrei. Boa tarde, meu amor!

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das 'rapidinhas', dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

Fé e equilíbrio em todas as direções !!!