Meus colegas e amigos, meus companheiros de jornada, durante alguns anos compartilhamos horas dos nossos dias e dias das nossas vidas. Foram muitos os desafios, os aprendizados e muitos sucessos. Foram anos bem vividos e muito produtivos.
Hoje, no entanto, escrevo para comunicar que estarei me afastando da empresa. Sou muito grata a todos e a esta casa que sempre me acolheu tão bem, mas chegou o momento de conhecer novas paisagens e enfrentar novos desafios profissionais.
Tenho certeza que os nossos caminhos continuarão se cruzando, pois o mundo apenas parece grande, mas estamos todos conectados. Deixo o meu mais sincero e carinhoso abraço, desejando que vocês continuem percorrendo esta trilha de crescimento e de grandes realizações.
Boa sorte a todos nós e nos vemos por aí!
Hoje é só você que está no meu pensamento, vovó! A saudade bate mais forte que nunca; aperta o peito com recordações do tempo em que brincava no seu colo, onde recebia sem mimo tão carinhoso.
Parece mentira, mas continua sentindo sua presença principalmente nos momentos mais difíceis. É como se de alguma forma você estivesse me apoiando e até encaminhando ao passar dos dias. Amo você até ao infinito, vovó!
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Charles Chaplin
Cada um dos sete filhos trabalhou na loja de nosso pai, nossa própria loja de departamentos. No inicio fazíamos pequenos trabalhos como varrer o chão, arrumar as prateleiras e fazer embrulhos, e mais tarde, quando tínhamos experiência, atendíamos aos clientes. Trabalhando e prestando atenção, nós aprendemos que trabalhar era mais do que sobreviver e vender.
Uma lição ficou gravada em minha mente. Era próximo do natal. Eu estava na oitava série e trabalhava à noite, ajeitando a seção de brinquedos. Um pequeno garoto, com uns cinco ou seis anos, entrou. Ele vestia um desgastado e sujo casaco marrom.
O cabelo despenteado. O tênis rasgado e desamarrado. O garoto me pareceu muito pobre – demasiado pobre para ter dinheiro para comprar qualquer coisa. Olhou em torno da seção de brinquedos, pegava um brinquedo, olhava atentamente e devolvia com cuidado ao seu lugar.
Papai desceu as escadas e caminhou até o menino. Seus olhos azuis sorriam e a covinha no rosto sobressaía quando perguntou ao menino o que poderia fazer por ele. O menino disse que procurava um presente de natal para dar à seu irmão. Me impressionou como papai o tratou com o mesmo respeito com que tratava a todos os clientes. Papai lhe disse para ficar à vontade e procurar com calma.
Aproximadamente 20 minutos depois, o menino escolheu um brinquedo, foi até meu pai e perguntou, – Senhor, quanto custa este? – Quanto você tem? Meu pai perguntou. O menino enfiou a mão no bolso e retirou algumas moedas. – 27 centavos. O preço do brinquedo escolhido era R$ 3,98. – Mas que sorte! É exatamente o quanto custa! Meu pai lhe disse e fechou a venda.
A resposta de papai ainda soa em meus ouvidos. Eu pensava nisto enquanto embrulhava o presente. Quando o menino saía da loja, eu já não observava a roupa suja e desgastada, o cabelo despenteado, ou o tênis rasgado e desamarrado. O que eu via era uma criança radiante levando um tesouro.
Amor próprio não nasce da noite para o dia. Ele precisa ser cultivado e exercitado sempre que possível, pois é essencial para nossa autoestima. Ignorar a importância desse sentimento é caminharmos para a desvalorização pessoal.
Descubra todas as vezes que se olhar ao espelho novas razões para se amar de verdade e não permita que comentários de outros a façam duvidar do seu real valor. Você merece ser feliz e o primeiro passo para conseguir isso é por se encarar a si mesma do jeito certo.