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Cumprimente as pessoas:
Isso se chama amizade.
Deseje a cada um o melhor:
Isso se chama sinceridade.
Programe o seu dia, a sua semana:
Isso se chama ação.
Acredite que tudo dará certo:
Isso se chama FÉ.
Faça tudo com alegria:
Isso se chama entusiasmo.
Dê o melhor de si.
Isso se chama perfeição
Ajude a quem precisa.
Isso se chama doação
Compreenda que nem todos são como você:
Isso se chama tolerância.
Receba as bênçãos com gratidão:
Isso se chama humildade.
Essa é uma fórmula infalível que vai ajudar a sua semana a ser mais feliz
Uma ótima semana pra você!

As melhores histórias de amor são aquelas que acontecem inesperadamente, com pessoas que nunca imaginamos e em lugares inusitados. Essas histórias de amor são aquelas que tinham tudo para dar errado, mas deram certo. Elas acontecem naquele dia em que nem iríamos sair de casa, mas por obra do acaso resolvemos mudar de planos.

Essas histórias de amor marcam para sempre, e algumas vezes até duram para sempre, com final feliz e tudo mais. Histórias de amor assim, nos trazem tudo aquilo que precisávamos há tanto tempo. Elas nos resgatam daquele mundo de desilusões e frustrações que o relacionamento passado nos deixou. Elas nos fazem andar nas nuvens e viver sonhando, sem medo.

Essas histórias nos trazem paz, calmaria e aconchego. Tão diferentes daquela paixão cheia de medos e inseguranças. Com essas histórias de amor, aprendemos que a vida é cheia de boas surpresas e que é preciso paciência para encontrá-las.

Quem acredita no amor, na sua força e poder, irá encontrá-lo. E irá encontrá-lo quando menos espera, mas quando mais precisa. E essa é a grande beleza de um amor inesperado! Ele nos prova que estávamos errados ao pensar que amar não vale a pena. Ele nos traz a esperança de volta e com ela a vida ganha novamente suas cores e sabores!

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro.

Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas...

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Não depender senão de si mesmo é, em nossa opinião, um grande bem, mas isso não significa que devamos sempre nos contentar com pouco. Simplesmente, quando nos falte a abundância, devemos poder nos contentar com pouco, persuadidos de que gozam melhor a riqueza os que têm menor número de cuidados, e de que tudo quanto seja natural se obtém facilmente, enquanto o que não o é só se consegue a custo. As iguarias mais simples proporcionam tanto prazer quanto a mesa mais ricamente servida, sempre que esteja ausente o sofrimento causado pela necessidade, e o pão e a água ocasionam o mais vivo prazer quando são saboreados após longa privação.

O hábito de uma vida simples e modesta é uma boa maneira de cuidar da saúde e, ademais, torna o homem corajoso para suportar as tarefas que deve necessariamente cumprir na vida. Permite-lhe ainda apreciar melhor uma vida opulenta, quando se lhe enseje, e fortalece-o contra os reveses da fortuna. Por conseguinte, quando dizemos que o prazer é o soberano bem, não falamos dos prazeres dos devassos, nem dos gozos sensuais, como o pretendem alguns ignorantes que nos combatem e nos desfiguram o pensamento. Falamos da ausência de sofrimento físico e da ausência de perturbação moral. Pois não são nem as bebedeiras, nem os repetidos banquetes, nem o gozo resultante da frequentação de adolescentes e de mulheres, nem o prazer que causam os peixes e as carnes abundantes nas mesas suntuosas, que proporcionam uma vida feliz, e sim os hábitos razoáveis e sóbrios, a razão investigando sem cessar as causas legítimas da preferência e da aversão, e rejeitando as opiniões susceptíveis de trazerem a alma em maior confusão.

Epícuro

É estranho, mas sinto que lhe devo gratidão! Você nunca foi honesta comigo; nunca revelou qualquer honestidade no seu olhar. Na verdade, você me enganou todo tempo que passamos juntas! E é por isso que quero agradecer!

É que foi junto de você que aprendi a reconhecer a mentira nas pessoas. Hoje celebro meu aniversário com a certeza que não vou mais cair nas teias da falsidade! Agradeço por isso, amiga falsa!