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Ontem: Uma alma alimentada por fantasias. Curtições, Pensamentos imaturos... Hoje: Saudades Daqueles tempos... Mas arrependimento Por não ter dado valor a quem eu mais amava. Me perdoe... Essa saudades e esse arrependimento Mudaram meu mundo Amadurecem meu coração E ensinaram a como preservar um verdadeiro amor. Sua ausência me sufoca Me tortura. Volta para mim ME PERDOE...

Troque os lençóis, coloque aqueles mais bonitos e macios, deixe a cama arrumadinha, esperando. Borrife um pouco de perfume no seu quarto, olhe-se no espelho, de frente, de lado, de costas, de dentro e respire fundo. Acenda na sala um incenso com fósforo, porque tem cheiro de pólvora talvez um Poem, indiano, e espete a varetinha numa laranja madura.
Ponha aquela música de que você mais gosta. Uma vela comprida e azul no castiçal de bronze. Desligue o telefone e todas as campainhas que houver no teu mundo. Livre-se de tudo o que for supérfluo. Tome então um banho demorado, com teu sabonete preferido. Cante alto no banheiro. Quando terminar, passe as mãos pelo corpo, como fosse para tirar-lhe todas as gotas de água que houver, espécie pura de massagem carinhosa. Enxugue-se com a melhor toalha. Maquiagem leve, batom discreto, o melhor perfume, aquele que lhe traga as mais deliciosas lembranças.
A calcinha de algodão. Vista uma roupa linda, fresca, leve, macia. Prepare-se como se fosse a uma festa no teu corpo, uma festa onde a tua alma vai hoje ser rainha. Descalça, como deusa grega sorridente ao sair de um labirinto. Respire mais fundo. O vinho, que já fora escolhido com amor, deve agora ser aberto com mais amor ainda. Se possível, uma taça de cristal tcheco. Se não tiver, serve uma dessas francesas, grande. Ou um simples copo, transparente, bem lavado.
Sirva delicadamente. Sente-se. Levante o copo contra a luz. Sinta a temperatura do vinho, a sua cor, o seu cheiro. Esmague o vinho com a língua no céu da tua boca, como se esmagasse um cacho de uvas maduras num vinhedo do sul em dia de sol de primavera. E sinta o sabor. Nenhuma expectativa. Ninguém vai chegar. Você já cuidou para que ninguém chegue nos próximos dois mil anos.

Se você encarar o sofrimento como uma etapa necessária para seu crescimento, encare os problemas de frente, não fantasie, não se iluda nesta vida, realmente, é porque temos que passar, não temas o que virá, enxergue o que realmente está acontecendo e não o que você quer que aconteça.
Viva o hoje, é nele que tudo acontece!
Não se lamente, não procure erros, lembranças ou culpados, nada além das suas atitudes te deixaram onde está agora.
Não se esqueça que o medo também é um sentimento, mas não deixe de viver por ele, pois enfrentar horas de medo por segundos de felicidade, vale a pena!
A sensação que nos causa o medo dura segundos, mas a sensação de segundos de felicidade podem durar toda uma vida.

Durante uma vida inteira são muitas as pessoas com quem nos cruzamos. Grande parte delas não voltamos a encontrar e caiem rapidamente no esquecimento. Existe, no entanto, um grupo especial com quem estamos ligados eternamente: a família.

Não precisamos de procurar essas pessoas para que entrem na nossa vida. Logo que nascemos, elas já fazem parte do nosso dia a dia. Há uma ligação especial, um amor incondicional único que apenas provém dos laços familiares. O nosso dever é estima-los porque não há outros que os possam substituir.

Já abraçou seus pais hoje e lhes mostrou como eles são importantes? Já beijou ternamente seus filhos e lhes disse que os amava muito? E a seu cônjuge? Não são precisas grandes coisas para valorizarmos nossos familiares, mas é essencial que isso aconteça. Nunca se esqueça que a família é um forte abrigo. Quando estivermos perdidos é lá que podemos sempre recorrer, sem que nos cobrem algo em troca.

O homem aproximou-se do espinheiro. Ergueu a mão para tocá-lo e um "ai!" de dor brotou de seus lábios.
Um rubi de sangue brilhou no seu dedo. O homem limpou o sangue e disse fitando o espinheiro: – Eu te perdoo!
Admirei e louvei dentro de mim aquele homem que possuía o doce dom de perdoar.
E aconteceu que veio outro homem. Parou junto ao espinheiro, ergueu a mão para tocá-lo, e o espinho o picou. Mas o homem limpou em silêncio a ferida, contemplou com amor o espinheiro, e não disse: – Eu te perdoo!
Tive, então, este pensamento: – O primeiro homem era um santo: sabia perdoar!
Este outro não sabe! Mas o meu Senhor, interrompendo a minha cisma, disse: – Quem não sabe é você! – Como, Senhor? Então o primeiro homem... – Sim, é um santo, porque perdoou quando foi preciso! – E o segundo? – É mais santo ainda, porque não tem necessidade de perdoar.
E como eu ficasse perplexo, com o olhar perdido na incompreensão e na dúvida, o Senhor me disse: – O espinheiro fere, porque é espinheiro. Ainda que ele quisesse jamais poderia perfumar.
O primeiro homem sentiu a dor da picada, e como não sabia nada, atribuiu a culpa ao espinheiro. Mas, como era puro de coração, perdoou.
O outro homem sentiu a mesma dor, mas como sabia que todo espinheiro fere, pois o espinheiro é assim, não se sentiu ofendido. E como nada tinha a perdoar, não perdoou.
Desde então sofro menos quando os espinhos me ferem. Dói-me na alma a ferida, mas minha alma sabe que não há ofensa. E como não há ofensa, não há perdão.
É assim que do meu peito brota um piedoso amor pelo espinho que não chegou a ser flor. Meu sofrimento se transforma em ternura porque já aprendi a não perdoar!