Faça questão de ser alegre e otimista. Nada na Terra pode destruir a felicidade do homem otimista e alegre.
Se lhe chegarem dores, receba-as com calma e não se deixe atingir por elas.
Não coloque sua felicidade no que lhe vem de fora. Construa sua felicidade dentro de você.
Se eu pudesse voltar atrás faria tudo diferente, não te magoaria com minhas ações, tentaria diminuir o peso das minhas palavras. Não teria sido tão teimosa, controlaria mais meus ciúmes bobos. Não te julgarias sem provas, Não reclamaria tanto de um determinado problema na sua frente, Aproveitaria mais parte do meu tempo com você. Falaria mais sobre meus sentimentos, não descontaria minhas raivas em cima de você, não teria sido tão orgulhosa a ponto de não te pedir perdão quando foi preciso. Teria sido mais amiga e companheira, conversaria mais com você, sairia mais com você, seria eu mesma. Não esconderia nada de você. Não seria tão dura com você. Te valorizaria mais, porque agora me arrependo de tudo isso! Só espero que ainda tenhamos chance para recomeçar... Te Amo!
Para refletir...
Quando se sentir impotente,
no meio de uma enxurrada de problemas,
não se fixe apenas nas barreiras a sua frente,
sintonize o Alto e alie- se a essa Força Maior
para prosseguir e vencer.
Não se torture com o desespero, persevere!
Sinta a Providência Divina ao seu lado
e nova alvorada começará a nascer.
Nosso Pai jamais nos deixa sem respostas,
mas para senti-las, não podemos
permanecer de olhos fechados.
Agasalhe-se com a força de vontade,
para que possa continuar sua jornada.
A marcha evolutiva muitas vezes é dolorosa,
faz com que a tristeza nos visite a alma,
mas jamais se dê por vencido!
Ânimo... Deus é contigo sempre!
Oração a si mesmo...
Você faz uma prece ao levantar ou ao se deitar? Já fez uma prece a si mesmo?
Olha só:
Que eu me permita olhar, escutar e sonhar mais..
Falar menos.
Chorar menos.
Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm e não a inveja que penso que têm.
Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.
Que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis;
Aqueles que morrem e ressuscitam:
A cada novo fruto,
A cada nova flor,
A cada novo dia.
Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos.
Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas.
Que eu não tenha medo de nada, principalmente dos meus medos.
Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis e desperte com o coração cheio de esperanças.
Que eu possa amar e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado, fazer gentilezas quando recebo carinhos; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.
E... Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.
Amém.
Inspirado na obra de Schopenhauer (1788-1860)
A fábula se passa na Era Glacial, em um tempo remoto, quando diversas espécies animais foram extintas. Uma manada de porcos-espinhos, sentindo-se prestes a congelar, decide se unir para sobreviver.
Aquecendo-se uns aos outros e trocando energia, os porcos-espinhos ficavam cada vez mais fortes, mas a proximidade excessiva acabava expondo-os às feridas dos espinhos, e assim eles se machucavam e se magoavam. Juntos, estavam quentinhos, porém sangrando:
"Aqueles que mais amavam,
Aqueles que mais sofriam".
Não suportando os ferimentos, eles se afastaram. Cada um em seu canto, acabaram por morrer. Os sobreviventes voltaram e tiveram que aprender a respeitar os limites:
"Mantinham pouca distância,
Apenas suficiente,
Somente para tornar
O próprio corpo mais quente".
Assim venceram o inverno, aprendendo que estar juntos é fundamental, mas também que a individualidade deve ser preservada.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!
Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
(Carlos Drummond de Andrade)
Coloridas ilustrações conduzem a história, ambientando o drama dos porcos-espinhos em cenários que remetem a jogos e brincadeiras diversos: pipa, dados, bola, quebra-cabeças, cartas, dominó, amarelinha, xadrez, roda. Afinal, a vida é também um jogo, e para saber jogar é preciso aprender as lições da convivência e dos limites.