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Com uma vida tão curta e passageira, será que não vale a pena ousar um pouco mais para alcançar aquilo que tanto deseja? Apesar da facilidade de informação que nos é disponibilizada atualmente, ao mesmo tempo nos deparamos com inúmeras dificuldades e impedimentos.

Se pensarmos que tudo é difícil demais para ser ultrapassado, uma simples ida ao trabalho pode se tornar algo complicado. Não podemos nos prender as dificuldades, e sim como contorna-las para tonar aquele sonho realidade. Obviamente tudo deve ser sempre muito bem pensado e articulado, com um planejamento bem estruturado e a partir daí, já é possível passar para o segundo passo.

O que também deve ser tratado com grande importância é lembrar que nenhuma ambição pode imperar sobre a honestidade. Não adianta ter o seu projeto de vida concretizado sem permanecer com a dignidade ao seu lado. O caráter e a integridade nunca deve ser moeda de troca para conseguir ter um sonho realizado.

Mas onde houver bons sentimentos envolvidos em qualquer desejo, basta juntar um pouco de ousadia e coragem para que o mundo conspire executá-lo. Pode demorar um pouco, mas a sensação de liberdade a partir de uma atitude ousada, é muito mais intensa que qualquer outra percepção de vivacidade.

E perguntaram para Deus: O que mais Lhe intriga nos seres humanos? E Deus respondeu:

Eles se fartam de ser crianças e têm pressa em crescer, depois suspiram por voltarem a ser crianças. Primeiro perdem a saúde para ter dinheiro e logo em seguida perdem o dinheiro para ter saúde.

Pensam tão ansiosos no futuro que descuidam do presente e assim não vivem o presente e nem o futuro. Vivem como se fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido.

Reflita sobre isso, pois você ainda tem tempo para acertar sua vida. Todos os dias quando você acordar receba o mais belo de todos os presentes, a dádiva da vida que Deus lhe deu e que você administra; faça com que realmente valha a pena!

Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles.
A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitiam ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos.
Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro.
A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam, dois amigos livres para fazerem o que quisessem porém acorrentados.
Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam.
Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente.
Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência.
Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós.
O outro amigo disse, ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.

Este incidente se passou durante a primeira guerra americana, quando um oficial mandou seus soldados cortarem algumas árvores para fazerem uma ponte.
Não havia homens suficientes, e o trabalho progredia muito lentamente.
Um homem de aparência imponente, que estava passando a cavalo, falou com o oficial responsável quando este dava ordens aos subordinados, mas ele mesmo não fazia nada.
- Você não tem homens suficientes para o trabalho, não é?
- Não, senhor. Precisamos de ajuda.
- Por que você mesmo não põe mãos à obra? – perguntou o homem no cavalo.
- Eu, senhor? Por quê? Sou um cabo – respondeu o oficial, aparentemente ofendido com a sugestão.
- Ah, é verdade – respondeu o outro calmamente e, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar com os homens até estar concluído o serviço.
Depois, montou novamente e, enquanto saía, falou para o oficial:
- Cabo, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao comandante superior, e eu tornarei a vir.
Este era o general Washington.
Bom dia!

Uma menininha, diariamente, vai e volta andando para a sua escola. Apesar do mau tempo daquela manhã e de nuvens estarem se formando, ela fez seu caminho diário para a escola.
Com o passar do tempo, os ventos aumentaram e junto os raios e trovões. A mãe pensou que sua filhinha poderia ter muito medo no caminho de volta pois ela mesma estava assustada com os raios e trovões.
Preocupada, a mãe rapidamente entrou em seu carro e dirigiu pelo caminho em direção à escola.
Logo ela avistou sua filhinha andando, mas, a cada relâmpago, a criança parava, olhava para cima e Sorria.
Outro e outro trovão e, após cada um, ela parava, olhava para cima e Sorria!
Finalmente, a menininha entrou no carro e a mãe curiosa foi logo perguntando:
-"O que você estava fazendo?"
A garotinha respondeu:
-"Sorrindo! Deus não para de tirar fotos minhas!"
Deixemos que toda inocência floresça em nossos corações para podermos ver a bela e real felicidade que está nos momentos de simplicidade...