Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

É vulgar a preocupação do homem comum, relativamente às tradições familiares e aos institutos terrestres a que se prende, nominalmente, exaltando-se nos títulos convencionais que lhe identificam a personalidade.
Entretanto, na vida verdadeira, criatura alguma é conhecida por semelhantes processos. Cada Espírito traz consigo a história viva dos próprios feitos e somente as obras efetuadas dão a conhecer o valor ou o demérito de cada um.
Com o enunciado, não desejamos afirmar que a palavra esteja desprovida de suas vantagens indiscutíveis. todavia, é necessário compreender-se que o verbo é também profundo potencial recebido da infinita Bondade, como recurso divino, tornando-se indispensável saber o que estamos realizando com esse dom do Senhor Eterno.
A afirmativa de Jesus, nesse particular, reveste-se de imperecível beleza.
Que diríamos de um Salvador que estatuísse regras para a Humanidade, sem partilhar-lhe as dificuldades e impedimentos?
O Cristo iniciou a missão divina entre homens do campo, viveu entre doutores irritados e pecadores rebeldes, uniu-se a doentes e aflitos, comeu o duro pão dos pescadores humildes e terminou a tarefa santa entre dois ladrões.
Que mais desejas? Se aguardas vida fácil e situações de evidência no mundo, lembra-te do Mestre e pensa um pouco.

Havia, certa vez, um rei sábio e bom, que já se encontrava no fim de sua vida.
Certo dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, tirou do dedo um anel e deu-o a ele dizendo: – Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.
E o rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara. Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho, que acabaram culminando numa terrível guerra. O jovem rei, à frente do seu exército, partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente. Mortos, feridos, tristeza, dor... O rei lembra-se do anel, tira-o e lê a inscrição: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
E ele continua a luta. Perde batalhas, vence outras tantas, mas ao final, sai vitorioso. Retorna, então, ao seu reino e, coberto e glória, entra em triunfo na cidade. O povo o aclama. Neste momento ele se lembra do seu velho e sábio pai. Tira o anel e lê: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.

Você é o meu lar, o meu recanto confortável e a minha fortaleza. Nos seus braços, eu me sinto completamente seguro.
Com você, sinto que sou capaz de tudo.

O seu cheiro me transporta para os lugares mais lindos da minha memória, o seu toque e abraço me protegem.
Os seus olhos lindos a brilhar, a minha alma iluminam e aquecem.

O meu mundo sem você é como uma casa sem telhado, eu posso ver a beleza do céu, mas não posso tocá-lo. Quando estou longe de você é como se me faltasse o chão, me sinto perdido e deslocado.

Não importa onde eu esteja, se você estiver ao meu lado eu me sinto em casa. Você é o meu porto seguro, a minha felicidade, minha amada namorada.

Enxerga um cego, mais longe o pesar e a doutrina deste sedento entristecer. E se esqueça, por alguns segundos tente perceber, existe um muro, uma metade, uma maneira de mascarar a realidade pra não se reconhecer. Aos montes se juntam os poucos, fracos peritos cercados da certeza, e assim se acumulam a beleza e a inoperância mediante a vida. Tente perceber, há algo além da fronteira, entre a montanha e o céu, um abismo nos mostra um atalho até as estrelas, esperando alguém voar... Alcance o céu, almeje o infinito, o medo nos mostra o talento que existe na mais oculta arte de viver o fim.
E como se ainda houvesse o amanhã, preferimos nos vestir e desfilar as milagres das horas. Em cada um existe algo que sublime emergi ao sádico instinto de ser feliz. Eis que o ego ecoá e a mais ligeira e subversiva palavra que se faça valer. Em cada um existe um mundo, em cada um existem certezas e inconstâncias perante as virtudes da vida. Se é necessário correr, te digo que as coisas mais valiosas estão distantes, e perdidas dentro de nós. A cada um cabe o ouro mais brilhante, que se possa valer. A cada um cabe a cegueira mais profunda que seu brilho possa trazer.
E assim, inoperantes, revigoramos nossa instintiva estupidez e alcançamos a mais absoluta certeza da vida.

23 de dezembro, ante-véspera do natal.

Mas... e quando não for natal?

Será que algum vento desavisado ainda trará canções alegres, dessas que faz gente grande "meninas" e rir à toa?

Será que as crianças abandonadas serão lembradas por alguma alma que esqueceu que o natal passou, mas não passou a solidariedade?

Será que os velhos nos asilos ainda manterão as esperanças das visitas que não vieram, dos abraços que não receberam, dos risos que não riram?

E quando não for natal...

Será que as pessoas continuarão abertas para o perdão, generosas nos julgamentos e aliadas em campanhas de solidariedades?

Será que as casas serão iluminadas pelas luzes invisíveis do amor e as crianças manterão suas crenças no bom velhinho?

E quando não for natal...

Será que a estrela de Belém apagará o seu brilho e a humanidade não mais encontrará o caminho que leva a Jesus?

Será que a árvore e os enfeites natalinos voltarão ao maleiro e deixarão de viver por mais onze meses?
Então, quando não for natal...

Que a criança renasça todos os dias em todos os corações, e que seja livre para alcançar estrelas num salto...

Que o Deus menino continue a sorrir na lapinha dos nossos corações e a amizade seja elos de uma corrente que sentimento algum a faça romper...

Que a magia do natal seja eterna, para fazer de cada dia, um dia tão especial que nossos espíritos se encontrem, no amor, na vida e muito mais...

Feliz natal!