Não é tão fácil assim; a vida é uma infinita escada, onde não se a vista o topo.
Vários degraus, peripécias diferentes, e o desfecho depende de cada um.
Alguns se sai bem logo de inicio, outros necessita ensaios, e outros terminam a vida ali.
Não sabemos que realmente vem por ai, mais podemos ter uma ideia de acordo com nossa atuação.
É tantas tristezas, desilusões, decepções, enganos, contradições que é mais fácil deixar a vida rolar, e não pensar no desfecho dela, assim criamos a falsa ilusão de não sofrer. Mais a verdade é que a vida ta registrando tudo, tudo mesmo.
Um dia vais olhar pra traz, vais ter o que concertar,
melhorar, esquecer, arrepender, e pode ser que não consigas mais; não vale a pena fingir que a vida é uma encenação, é melhor viver a REALIDADE, e fazer de tudo para não deixar um passado perturbador, mais ter orgulho do que o fez subir até ao topo.
Luzes felizes, coloridas a piscar, Com bolinhas reluzentes, transmitindo todo o amor. Fazem meus sonhos, mais felizes, Estou pulsante, como as asas de um anjo protetor.
Que venha o Natal, singelo, sincero, E nos traga muita luz, amor. Mensagens belas e verdadeiras, Trazidas pela voz do Senhor.
Querendo a felicidade, Todos cantam numa só voz. Dentro do coração guardamos o amor, Por este homem que nasceu e morreu por nós.
Conta-se a história de um monge que tinha o hábito de explodir em acessos de fúria e culpar seus companheiros quando as coisas davam errado. Decidiu afastar-se da causa de seus problemas e foi para um mosteiro do deserto, onde praticamente não tinha contato com outros seres humanos.
Certa manhã, após instalar-se em sua nova morada, esbarrou acidentalmente no cântaro de água e lhe derramou o conteúdo. Ficou enfurecido, mas não havia ninguém por perto a quem culpar. Encheu novamente o cântaro.
Pouco tempo depois, o mesmo fato se repetiu. Num ímpeto de ira, arremessou o cântaro ao chão, fazendo-o em pedacinhos.
Depois de acalmar-se, começou a refletir e chegou à conclusão de que seu mau humor era problema dele mesmo, e não dos outros.
Muitas pessoas têm medo de envelhecer. A primeira coisa que penso é que a outra alternativa que temos não é nada melhor: ou envelhecemos ou morremos. Por isso, eu prefiro envelhecer.
E quer saber, acho ridícula a mania que algumas pessoas têm de mentir a idade. Mais vale ter 60 anos e estar bem, do que ter 60 anos, dizer que tem 50 e ter cara de 70. Nessa equação toda, o mais importante não é quantos anos você tem, mas sim como viveu cada um dos seus anos. É isso que conta!
O modo como você vive é que irá determinar como será a sua velhice. O corpo é uma máquina, e precisa de constante manutenção. Não adianta tentar fazer uma revisão geral, quando o motor já estiver prestes a fundir. Mas além de um corpo saudável, também é preciso manter a mente sã.
A velhice, ou a maturidade, pode ser a fase mais bonita e tranquila da vida. Viver nos faz aprender com as experiências e conviver com diferentes gerações. E se deixarmos a cabeça e o coração sempre abertos para as mudanças que acontecem no mundo, podemos nos tornar sempre mais sábios, sem ficar ultrapassados.
Só quando estamos maduros é que conseguimos entender o que realmente é importante na vida, e já sabemos tirar de letra problemas que para os jovens são muito complicados. Os nossos olhos veem a vida com suavidade, e o nosso corpo, apesar de parecer mais pesado, nos permite caminhar com a leveza de alma de quem já viveu muito do que já tinha para viver!
A velhice pode ser uma fase doce da vida. Podemos nos tornar mais sorridentes, brincalhões, ousados, podemos voltar a ser quase como crianças. Mas crianças com um longo caminho já percorrido. Crianças sábias, não crianças metidas a sabidas!
O mais importante para viver bem a velhice, é se preparar para ela. É ir plantando sementes ao longo do caminho da vida, para ter sombra para descansar e frutos para colher.
Hoje eu tive uma noite tranquila, só com sonhos maravilhosos, mas acordei agitada, querendo conversar com alguém. Estou ansiosa para comentar a festa do nosso noivado. A felicidade é tão grande que recordar aqueles momentos, é só o que sei fazer agora.
Tenta calcular a emoção que senti, no instante que tu colocaste este anel no meu dedo da minha mão direita, diante de todos os amigos e parentes. A realização de um sonho lindo, o compromisso que vai nos levar, se Deus quiser, à felicidade completa no dia do nosso casamento.
Quando estivermos juntos no altar, na hora do enlace, lembraremos da nossa festa de noivado, da noite maravilhosa que passamos dançando. Depois o teu pedido, feito bem baixinho no meu ouvido, enquanto na taça de champanhe com que brindamos, apareceu o anel de noivado.
Que momento de rara felicidade. O beijo que trocamos pareceu muito mais significativo, nem por isso, menos ardente. Tu naquele instante eras o meu príncipe encantado, ao realizar o meu sonho com toda a pompa, numa noite inesquecível e maravilhosa.
Por essas e outras, é que eu me apaixonei por ti. Esse amor é tão grande e sei que nunca desvanecerá. Quero que percebas então, porque poucas horas depois de viver esse sonho, já estou aqui a derreter-me toda, diante do meu amado, tão querido e carinhoso.