Quando foi a última vez que você comprou um doce e comeu sem culpa? Quando foi a última vez que entrou em uma loja de brinquedos e ficou maravilhado com todos aqueles sonhos e comprou um brinquedo para você?
Quando foi a última vez que leu um gibi do Cebolinha ou Garfield e "rachou o bico"? Quando foi a última vez que ficou fazendo careta no espelho e foi pego de surpresa?
Quando foi a última vez que gargalhou, morreu de rir até perder o fôlego? Quando foi a última vez que sentiu-se criança e feliz por assim estar? Comportamentos impossíveis de realizar, sentir ou viver. Afinal de contas somos e devemos ser adultos e precisamos nos mostrar assim.
A fisionomia rude, cansada, velha. Andar com a cara amarrada, enrugada, demonstrando que temos vários, e velhos, problemas para resolver. Sermos egoístas, maduros, individuais, chatos, "profissionais", infelizes, capitalistas, e, muitas vezes, ruins. Isso é ser adulto. Matar nossa criança interior, deixar de respirar e sentir o aroma da Vida.
Pro inferno com os padrões de comportamento, onde devemos nos podar e ser o que querem que sejamos. Veja, ouça, fale, sinta, pense, goste de você. Aceite-se! Sorria, cante, grite!
O que sinto por você é maior que qualquer coisa que já fui capaz de sentir na vida. É incapaz de ser explicado. É a certeza. A razão, o motivo. É pra vida toda. É simplesmente amor.
No corre-corre do dia a dia, deixamos muitas coisas boas de lado. Às vezes, deixamos a insegurança e a desconfiança tomar conta do nosso coração e você é alguém tão importante para mim, foi vítima da minha falta de confiança.
Me desculpe, eu sei que tenho que confiar mais em você. Eu estou refletindo muito no momento e cheguei a conclusão que exagerei em algumas atitudes.
Por favor, abra seu coração e me perdoe, e jamais colocarei em seus olhos, um olhar sem brilho.
Quero você eternamente em meu caminho. Por isso quero ficar bem com você.
Minha avó é você, minha mãe também! Tenho a felicidade de possuir numa só pessoa a beleza da vida. Você, vovó, é meu tesouro! Não vou esquecer nunca tudo que você me proporcionou desde que era criança.
Seu colo, seu carinho, seus ensinamentos! Não tenho outra mãe senão você, minha avó amada! Muito obrigada por ter segurado minha mão quando mais precisei. Obrigada por beijar meu coração a toda hora!
Você já ouviu alguém dizer "Estou tão estressado. Este trabalho tem me deixado muito cansado, exausto, estressado"? Quantas vezes ouvimos estas falas? Penso que o trabalho enobrece o homem realmente, porém pode levá-lo à exaustão, insatisfação, frustração se não souber se envolver saudavelmente.
Para estes sintomas damos o nome de Síndrome de Burnout, este termo tem origem na língua inglesa, nas palavras burn e out. A união dos termos é melhor traduzida como "ser consumido pelo fogo", enfim se caracteriza por uma tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes, ou simplesmente, "saco cheio".
Os principais sintomas que posso citar são: sensação de esgotamento físico e emocional, negativismo em relação ao trabalho e a vida, isolamento, mudanças de humor bruscas, baixa tolerância à frustração, dificuldades de concentração, atitude cínica, irritabilidade, impotência, ansiedade, depressão, lapsos de memória, pessimismo. Além de absenteísmo, baixo rendimento, sudorese, cansaço, enxaqueca, comportamento paranoide e agressivo, palpitação, pressão alta, insônia, distúrbios gastrointestinais e cardiovasculares.
Você se identifica com alguns desses sintomas? Então está na hora de procurar um médico; somente ele pode diagnosticá-lo levando em conta a história do paciente, seu envolvimento pessoal e realização pessoal no trabalho. Podendo tratá-lo com psicofármacos e psicoterapia.
Deve-se tomar muito cuidado, pois muitos profissionais costumam confundir a Síndrome de Burnout com Depressão devido à similaridade dos sintomas.
É recomendado a prática de exercícios físicos regularmente, técnicas de relaxamento e novos hábitos na vida cotidiana, desta forma, terá uma vida saudável novamente e poderá viver nobremente.
Milena Pimentel Fernandes