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Existe algo ilimitado no amor de um pai, algo que não pode falhar, algo no qual acreditar mesmo que seja contra o mundo inteiro.
Nos dias da nossa infância, gostamos de pensar que nosso pai tudo pode. Mais tarde, acreditaremos que seu amor pode compreender tudo.
Feliz Dia dos Pais!

Hoje senti uma imensa vontade de lhe ouvir e lhe sentir,
sei que está muito longe do meu corpo e do meu olhar,
mas espero que nunca se esqueça que você será sempre como
uma flor num campo se pertencer a mim certamente
irá murchar e perder o teu encanto.
Obrigado por existir e me oferecer mesmo de longe teu eterno...

AMOR E ENCANTO!

Antes de te conhecer, admito que o tempo foi ingrato comigo, mas ele sabia o que estava fazendo.
E quando menos esperei, ele te colocou em meu caminho, trazendo para minha vida alguém que eu não conhecia. A pureza de um carinho, um olhar de felicidade que você expressa através da alegria que seu coração me retribui.
Estar contigo talvez seja um sonho do qual eu nunca vou querer acordar, dormiria a eternidade se fosse preciso só para estar juntinho de ti, do teu lado em teus braços, para eu poder sentir o seu coração batendo junto ao meu, as suas mãos descendo devagarinho pelo meu rosto...
Durante toda a minha vida, nunca imaginei gostar de alguém assim. Ter você significa a realização de um sonho, e o despertar de uma realidade que poderá ser eterna.
O aniversário é teu, mas o maior presente é meu: você...

Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava.

Um dia, perguntaram porque o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.
Ele contou com simplicidade:
- "No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse, bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela".

Os garotos retrucaram:
- "Você não está num circo! Porque não tira essas meias vermelhas e joga fora?"

Mas o menino das meias vermelhas explicou:
- "É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim vai me encontrar e me levará com ela".

Era uma vez um jovem chamado Srona, de delicada saúde, e que nascera em uma rica família. Como, seriamente ansiasse obter a iluminação, tornou-se um discípulo do Buda. Com este propósito, dedicou-se e se esforçou tanto que seus pés chegaram a sangrar.
O Buda dele se compadeceu e lhe disse: - Srona, meu jovem, você já estudou harpa. Pois então deve saber que a harpa não produz música se suas cordas estiverem muito esticadas ou então frouxas demais. Ela produzirá música somente quando as cordas estiverem corretamente estiradas.
E o Buda continuou: - O treinamento para a iluminação é exatamente como o ajuste das cordas da harpa. Você não pode alcançar a iluminação se deixar as cordas de sua mente estiradas ou frouxas demais. Deve estar sempre atento e agir sabiamente.
Tirando grande proveito destas palavras, Srona alcançou aquilo que procurava.