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Ingredientes:
Dois guris arteiros Meia dúzia de almofadas e
ou travesseiros Um cachorro de tamanho médio
Modo de preparo:
Numa cama grande e resistente, coloque os dois guris ainda sonolentos e mexa-os bem, aplicando uma generosa pitada de cócegas. Faça isso até que eles se derretam em gargalhadas. Junte as almofadas e misture-se a eles aos gritos (de guerras de almofadas) ou qualquer chamamento a luta. Deixe-se atacar pelos dois netos, agora convertidos em guerreiros.
Após alguns minutos, inverta o jogo e amasse-os bem com abraços imobilizantes e golpes de travesseiros. Aproveite para descabelá-los com movimentos frenéticos. Complete a receita acrescentando o cachorro para engrossar a bagunça com lambidas e dentadas nos pijamas.
Quando a situação chegar ao ponto de fervura, alivie a pressão, polvilhando-os com beijos e pedidos de trégua! Leve para a mesa e sirva o café, com delicioso bolo de chocolate, feito pela vovó.
Parabéns crianças pelo seu dia. Um grande abraço para todas as crianças, que Deus as abençoe.

Em você eu depositei toda a minha confiança, o meu amor e a você me entreguei sem qualquer condicionamento. Você era o meu namorado, o meu homem de sonho a quem eu confiei os meu sonhos. Eu amava você, eu acreditava em você, e por isso dói tanto, por isso pesa tanto esta tristeza.

É decepção o que eu sinto!

Estou profundamente decepcionada, triste e sem vontade de voltar a acreditar. É este o resultado das suas ações! Você me roubou a ilusão, a inocência de um sonho, a confiança que estava cega de amor. Meu estômago fica pequenino e apertado, em meu peito parece que se afunda um punhal e minha garganta fica seca quando agora penso em você. Você era o maior amor da minha vida, e agora é a maior decepção!

Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Era meu amigo, leal companheiro e confidente Com quem eu conversava de forma transparente Sem reservas e tão cheia de confiança...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Você que me fez de novo ser criança Levando-me de volta à longínqua infância Suscitando o extravasar do meu "porão"...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que soube sondar como ninguém meu coração Que ocupou espaços vazios e me fez plena Que me refletiu e fez a vida valer a pena...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que era todo o meu entusiasmo e inspiração Que fez nascer rascunhos em verso e prosa Que soube despertar a mulher amorosa...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que sempre, sempre se importou comigo Que nunca me negou o ombro amigo Na hora dos meus impasses, dúvidas, aflição...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? A quem, do Sousa, eu enviava um hino E na troca, da Amália, eu recebia um fado Em doces permutas, tão do nosso agrado...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? De cuja amizade eu tanto me orgulhava Pelo seu modo de ser que eu tanto adorava E como joia rara, no peito eu te guardava...
Cadê você, homem, o que foi feito de ti? Que silenciou de repente qual se tivesse morrido Ou será que fui eu que morri (em ti) sem ter percebido Procurando-te em vão, entre lágrimas e gemidos...
Mas, homem, noto agora que já estou meio morta Apesar do derradeiro rascunho, você já não me importa Porque na verdade, você nunca existiu Foi tudo engodo, miragem, alucinação Porque amigos verdadeiros não nos deixam na mão E mesmo que tenham que ir embora Pelos ditames do destino e pelo apelo da hora, Avisam-nos da partida, deixando uma doce saudação...

Feliz Aniversário, meu amor! A alegria é uma sensação encantadora. É algo que transparece o melhor de nós. Mas existe uma coisa mais forte. Estou falando do amor de mãe ou de pai. Você é a melhor filha do mundo!

E desde o momento que você surgiu na minha vida, tudo melhorou; tudo ficou mais real e apaixonante. Esse sentimento é mais que alegria. É felicidade! Você é a razão de todos os meus sorrisos. Tenha um dia maravilhoso, minha filha!

Só por hoje não quero mais te ver. Só por hoje não vou tomar minha dose de você. Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam. E essa abstinência uma hora vai passar.