Eu sou louca por você
E não vou mais te esconder no meu coração
Eu assumo essa paixão...
Faz o que quiser de mim, vai ser bem melhor assim
Quando tem que ser,
De um modo ou de outro vai acontecer...
O desejo faz a gente se entregar
Não há gestos nem palavras que disfarcem o que o corpo quer
Essas coisas aparecem num olhar
Nem fronteiras, nem muralhas nos separam do que a gente é...
De repente, você vem devagarinho
Se coloca em meu caminho
Fala coisas que eu queria ouvir
Eu nem sei se eu acredito no que eu vejo
Se é verdade aquele beijo
Se é possível tudo o que eu senti
Por favor não seja o sol de um fim de tarde
Que só vai deixar saudades
Numa noite fria e sem luar.
Eu não posso me negar pra você
Ninguém pode me impedir de viver,
Sem você não dá...
Eu não posso abrir mão de você,
É mais forte do que eu te querer,
Eu só sei te amar...
Meu querido namorado, parabéns pelo primeiro mês de namoro! A você, a nós, ao nosso relacionamento que apesar de jovem, já está recheado de incríveis lembranças.
Foi um mês de vida em que todo meu mundo se preencheu com as cores mais vivas, com os sabores mais intensos, com os cheiros mais inebriantes. Que este primeiro mês se repita para sempre, pois a vida ao seu lado é mais gostosa!
Bom fim de semana!
Eu não sei, não sei dizer
Mas de repente essa alegria em mim
Alegria de viver
Que alegria de viver
E de ver tanta luz, tanto azul!
Quem jamais poderia supor
Que de um mundo que era tão triste e sem cor
Brotaria essa flor inocente
Chegaria esse amor de repente
E o que era somente um vazio sem fim
Se encheria de cores assim
Coração, põe-te a cantar
Canta o poema da primavera em flor
É o amor, o amor chegou
Chegou enfim
Vinícius de Moraes
Para os fracos, uma simples queda é motivo para desistir. Para os fortes, uma queda é motivo pra tentar de novo.
Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto,
E minha alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus? morra comigo
A estrela de meus cândidos amores,
Já que não levo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!