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Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão único, tão perfeito, tão, tão... sabe? Não vai ter, eu sei.

Dizem que um homem de fé se aproximou de Jesus e indagou, após externar-se em manifestações de júbilo e reverência:
– Senhor, onde o caminho da paz? que fazer de meu filho que me arrasa a tranquilidade, atolado na rebeldia?
– Abençoá-lo-ás sempre – respondeu o Divino Mestre – procurando socorrê-lo com mais amor.
– E como agir, à frente de meu tio, aquele que me furtou a herança dos avós?
– Buscarás perdoá-lo, usando compaixão e esquecimento.
– E meu antigo sócio? de que modo proceder com esse homem que tanto me prejudicou e injuriou?
– Desculpá-lo-ás, orando em favor dele.
– Tenho quatro empregados ignorantes...
De que maneira harmonizar-me com esses companheiros problemas, se me afligem com as maiores dificuldades, dia por dia?
– Saberás instruí-los.
– Minha existência está repleta de perseguidores... Que fazer com essa gente cruel?
– Esquecerás qualquer agravo e auxiliarás em benefício de cada um, tanto quanto puderes.
O devoto baixou a cabeça, sentindo-se na presença da verdade, e considerou timidamente:
– Senhor, estou satisfeito.
Conta-se que Jesus afagou-lhe a cabeça dolorida e rematou, ao despedir-se:
– Então, vai, serve sempre e não perguntes mais.
Então vamos! Tenha um maravilhoso dia.
Bom dia!

De todas as coisas boas que tenho na vida, poder viver ao seu lado é talvez a mais importante. Você é o melhor marido do mundo, a pessoa que sempre me fez feliz e eu sinto que a cada dia que passa amo mais você.

Não receio os problemas que possam surgir, pois quando está por perto meu coração está protegido. Quero continuar a viver nossa linda história de amor e provar que você também decidiu bem ao me escolher para sua esposa.

E aí garotão, está tudo bem? Estás a pensar que o teu pai ia deixar de lembrar de ti e do teu presente de Natal? Nunquinha. Pois penso muito em ti e me agrada fazer esta surpresa, nesta data tão importante para a família, principalmente para ti.
Meu filho está crescido, a pensar num monte de coisas, não gosta mais de ser tratado como criança, o que é muito normal na tua idade. Mas o paizão lembra com carinho as datas marcantes da família, assim não vai deixar acabar o nosso amor. O teu pai nunca vai esquecer-te.
No Natal, quando estiveres à mesa para comer as gostosuras que a vovó faz nessa data querida, tens de te lembrar de mim pelo presente que estou te mandando. Não é uma bola, ou outro brinquedo qualquer que tu vais ganhar. Hoje recebes uma lembrança adequada para a tua idade.
Feliz Natal querido filho, continua sendo um garoto estudioso e um filho bom, o velho pai vai ficar muito feliz, e tu sabes que ele te ama. Sou o pai que nunca te esquece. No colégio estou sabendo que tu és bom aluno, e como pessoa, estás a revelar-te um ser humano diferenciado.
Aceita o abraço e os beijos do paizão que adora ser Pai Natal. Espero que no próximo Natal possamos estar juntos, ao redor da mesa na casa onde estou a morar. Esse é um sonho do teu avô.

Carta enviada de uma mãe para uma outra mãe em SP, após noticiário na TV:
De mãe para mãe...
"Hoje vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.
Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência. Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação, contam com o apoio de comissões, pastorais, órgãos e entidades de defesa de direitos humanos.
Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família.
Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual. Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma videolocadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.
No próximo domingo, quando você estiver se abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...
Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranquila, viu? Que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem."
Direitos humanos são para humanos direitos!