Que pena que você fugiu de mim
Que pena que você não quis me conhecer
Que pena que você não deu esta chance para nós dois!
Merecíamos muito dividir a nossa dor
Quem sabe daí, não brotaria um novo amor
Não foi por desespero não foi por solidão
Eu realmente queria conhecer melhor o teu coração
Mas, mais uma vez a vida,
Me negou a oportunidade de ser feliz.
E então passo os meus dias com esse fardo pesado
E com essa pergunta sem resposta em meu coração
- Como seria se você estivesse aqui para me tirar da solidão?
Não sei porque, não sei pra que, mas como eu queria te conhecer.
Minha vida quer saber?
Vou tocando como Deus permite,
mas a interrogação fica em meu coração.
- Será que com ele eu estaria chorando assim?
Queria saber como se sentiu
Queria saber o que ficou em sua cabeça
O que passou em seu coração
Mas você se cala
E não me dá o mínimo de atenção...
É uma pena você ter fugido
É uma pena eu não ter te seguido
Pois saiba que se você tivesse aberto seus braços para mim...
Tenho certeza que era neles que eu hoje repousava e me acalentava.
Que saudades do que a gente não conseguiu viver...
Existiu um lenhador viúvo que acordava ás 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite.
Ele tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e
deixava a raposa cuidando de seu filho.
Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a
raposa era um bicho, um animal selvagem,
e portanto, não era confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O lenhador sempre retrucando com os vizinhos e falava que isso era uma
grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos! A raposa vai
comer seu filho."
- "Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... e principalmente não tome decisões precipitadas...
Mais uma vez é o seu aniversário e com muita emoção escolhi esta maneira de dizer-te como és especial e merecedora de todas as coisas e acontecimentos lindos da vida.
Parabéns minha avó e que Deus mais uma vez te abençoe em sua caminhada, pois uma pessoa como a senhora merece o melhor de mim e de todos nós que fazemos parte de sua vida.
Que durante todo este dia a luminosidade inunde a sua alegria te fazendo sorrir com meiguice e benevolência.
Jamais quero te ver triste vovó, pois és uma privilegiada.
Tudo que a senhora nos ensina é o livro que sigo sem medo de abrir, pois sei que as lições que nele se encontram é o que de fato preciso para viver e ser feliz.
Parabéns vovó, que nesta data tão linda estejamos mais uma vez lado a lado para agradecermos a Deus pela sua vida e pela minha também.
Parabéns Vovó!!!
Acordar ao seu lado é a maior bênção que tenho em cada dia. É bom poder sentir o calor da sua presença, olhar para você enquanto ainda dorme e saber que está ali a pessoa que me faz feliz e com quem quero passar o resto da minha vida.
Nunca me senti tão completo como agora e a culpa é sua, pois você é a razão da minha existência. Bom dia, meu amor!
Dois horizontes fecham nossa vida:
Um horizonte, — a saudade
Do que não há de voltar;
Outro horizonte, — a esperança
Dos tempos que hão de chegar;
No presente, — sempre escuro, —
Vive a alma ambiciosa
Na ilusão voluptuosa
Do passado e do futuro.
Os doces brincos da infância
Sob as asas maternais,
O voo das andorinhas,
A onda viva e os rosais.
O gozo do amor, sonhado
Num olhar profundo e ardente,
Tal é na hora presente
O horizonte do passado.
Ou ambição de grandeza
Que no espírito calou,
Desejo de amor sincero
Que o coração não gozou;
Ou um viver calmo e puro
À alma convalescente,
Tal é na hora presente
O horizonte do futuro.
No breve correr dos dias
Sob o azul do céu, — tais são
Limites no mar da vida:
Saudade ou aspiração;
Ao nosso espírito ardente,
Na avidez do bem sonhado,
Nunca o presente é passado,
Nunca o futuro é presente.
Que cismas, homem? — Perdido
No mar das recordações,
Escuto um eco sentido
Das passadas ilusões.
Que buscas, homem? — Procuro,
Através da imensidade,
Ler a doce realidade
Das ilusões do futuro.
Dois horizontes fecham nossa vida.
Machado de Assis