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Ainda sinto suas carícias
E sua respiração em minha pele.
Não há o que me faça esquecer de seu sorriso
E continuo amando você hoje mais que ontem
sonhando com ver você novamente.
Cada dia que passa mais me mata sua ausência; e eu perco a fé.
Queria poder esquecer de você
E te remover pra sempre de mim,
Dizer-te na cara que não me faz falta para poder viver.
Queria te apagar de meu coração, remover de minha boca seu doce sabor.
Não sentir saudade ao chegar à noite e sem repreensão resignar-me a seu adeus.

Mas quando eu acredito que eu já te esqueci
Descubro que eu ainda te amo.
Sei que sou culpado de minha sorte
e que meu sofrimento não lhe fará regressar
e outra vez acreditar em mim.
Te fiz chorar e me arrependo,
Amor, quanto eu sinto por isso;
Se não a vir novamente, não sobreviverei.

Era uma vez quatro velas estavam queimando calmamente...

O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam...
- Eu sou a paz!

Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.

E diminuindo, devagarinho, apagou-se totalmente. A segunda disse:
- Eu sou a fé!... Infelizmente sou muito tênue.

As pessoas não querem saber de Deus.
Não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar de falar bateu um leve vento e a apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o amor!... Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta. E, num piscar de olhos, apagou !!!

De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- O que é isto? Vocês deviam queimar até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.

Então a quarta vela disse:
- Não tenhas medo criança. Enquanto eu ainda queimar podemos acender as outras velas... Eu sou a esperança!

A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu as demais.
Que a vela da esperança jamais se apague dentro de você.

Certamente você conhece pelo menos uma pessoa ranzinza, do tipo que não passa muito tempo sem reclamar de algo e vive constantemente irritado. Apesar de não ser nada fácil conviver diariamente com pessoas que têm esta característica, também é muito complicado passar boa parte da vida insatisfeito com tudo que encontra pela frente.

Obviamente que boa parte desta irritação pode ter sido originado em algum momento da educação durante a infância, mas é possível também que as circunstâncias da vida tenham transformado a vida desta pessoa em um mundo coberto pela cor cinza. Mas como quase tudo nesta vida não é definitivo, existe a possibilidade de inserir outras cores além do cinza.

A vida é muito dinâmica e incerta, para perdermos tempo com pequenas bobagens. Devemos ter sempre em mente que nós somos os autores da nossa própria vida. Se algo nos incomoda, não é apenas reclamando que tudo mudará automaticamente, muito menos se não houver nenhum esforço despendido.

Se algo o incomoda, faça por onde e mude! Tente fazer isto mais vezes e veja como é bem mais fácil encontrar um pouquinho de felicidade do que pensa.

Um príncipe chinês, orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.
Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.
A notícia tomou conta do Império, e, ás vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.
Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
— Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida e si mesma.

A fortuna me sorriu como a poucos, pois possuo o maior e melhor dos tesouros – amigos verdadeiros! Com vocês sei não existirem solidão ou desamparo. Com vocês a vida é mais doce, colorida, completa e feliz.

Vocês são o meu conforto no desespero, e aqueles a quem recorro para dividir todas as minhas alegrias. Em vocês tenho os melhores amigos a que alguém algum dia poderá aspirar. Vocês são uma bênção, e são meus!