Hoje estou especialmente feliz, meu amor! Atingimos mais uma etapa no nosso namoro – já são dois maravilhosos meses do seu lado. Feliz Bodas de Sorvete!
Eu sei que estamos juntos há pouco tempo, mas parece que já passamos por coisas gigantes e que jamais sairão das nossas memórias. Acho que isso é o amor verdadeiro, o amor sincero e capaz de colocar sorrisos em qualquer rosto.
Você me faz feliz de um modo que julguei impossível! Só espero que a vida continue sendo generosa com nossa linda união. Te amo, meu bem!
Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
A saudade é algo assim.
Uma agonia sem fim
Uma dor dentro da alma que chora dentro de mim
Saudade é um rio pequeno
Que corre pra junto do mar
É como a ilusão de um dia te encontrar
Saudade! Ah ! Saudade
Por que me atormentas tanto
Me deixas assim nesse pranto
Como um pássaro sem poder voar
Uma rosa sem perfume
Ninguém gosta de cheirar
Enfim, a saudade é tanta
Que me faz pensar
Que pra sentir saudade
Não precisa se esforçar
Eu pensei direito, fiz uma pesquisa. Eu li a respeito e a gente é um só. Eu nos vi no espelho e contei nossos dedos, não fica vermelho, a gente é um só. Sem você, eu sumo. Eu morro de fome, eu perco meu rumo. Eu fico menor, eu tenho o seu gosto, eu sou do seu jeito. A cor do seu rosto eu já sei de cor, mas se você planeja nos partir ao meio, então nem pestaneja e faça sem dó. O meu desespero é que quando acaba você fica inteiro e eu fico o pó.
Ser mãe é dizer sim à vida
É gerar nova vida no ventre
É acalentar e dar colo ao futuro.
Ser mãe é manifestar a presença de Deus
É fazer crescer e multiplicar a nova humanidade
É educar para o amor através do amor.
Ser mãe é, como Maria, aceitar o desafio de
acolher, não só o próprio filho, mas perceber cada ser humano como fruto da própria maternidade, dom de Deus.