Dia da Enfermeira
Logo ao amanhecer, começam a se movimentar, na luta contra a dor para a vida do seu semelhante salvar.
Chamadas a todos os cantos, a todos atende com muito amor, as vezes mal compreendidas, sem o semelhante reconhecer seu valor.
As vezes até nem é culpada, de demorar a atender, esquecemos que esteve ocupada, com outro caso grave para resolver.
Com suas fardas brancas e lindas, estão atentas à toda hora, para trazer o bálsamo que cura, como um anjo de nossa senhora.
Todos os doentes curados, saem alegres, por voltarem ao lar, elogiam sempre os médicos, mas esquecem das enfermeiras elogiar.
A elas devemos tributar, grande parte da nossa gratidão, pois contribuíram como puderam, para nossa recuperação.
Esse poema foi escrito por um major da PM em 13-11-1982 enquanto estava internado num determinado hospital.
Autor Major Antenor
O tempo passa, fico pensando que vou limpar minha cabeça e meu coração, mas não consigo. Eu ainda te amo! Um amor que não tem nome, só sentimento, desejo, ansiedade.
Sinto que nosso namoro acabou nunca, porque temos tanto ainda para viver, para conhecer. Por favor, pense em nós! Só quero uma chance para provar que vamos ser muito felizes. Nada mais!
♪ Hoje vai ter uma festa;
Bolo e guaraná, muitos doces pra você;
É o seu aniversário, vamos festejar e os amigos receber;
E felicidades de amor no coração, que a sua vida seja sempre doce e emoção;
Bate, bate palma, que é hora de cantar, agora todos juntos vamos lá ♪ o
Quando estamos a sós, sinto música no ar
Parece que os Anjos cantam, os pássaros em suaves voos rasantes
Nos veem, começam a dançar...
Sinto tuas mãos seda, quem sabe veludo? Ousadas a me apalpar...
O céu silencia, quando, quimeras adolescentes
Corre! Se esconde, sobe árvores não te encontro
Sinto seu riso no ar...
Convido-te para socorrer-me pois logo o sol vai escurecer
Apenas ri... gosta de me provocar...
E na ânsia deste amor que me invade,
Me sufoca...
E, como uma queimada destruindo à mata
Me consome e eu atônito corro desesperado
Te grito... Explico o tempo que desperdiçamos para o amor
E de novo ri sarcasticamente, como criança diz: Vem me pegar?
E como um cão farejador procuro, te acho... te deito no mato e ficamos
Os dois em silêncio ouvindo a voz do vento, tão quietos como vigias
Noturnos ou pássaros na sombra, recolhidos ao mesmo galho, mas
Juntos no ninho, em paz procurando um caminho, cruzando outro caminho
Que se juntam no mesmo sentido, procurando um mesmo lugar...
Nossas mãos silenciam, não mais ousam, ficamos inertes...
nossos corações escuto!
Antes reprimidos, agora arquejantes, querendo saltar pela boca
Estamos um no outro, como se estivéssemos sozinhos...
Grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faze que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja.