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Sinto sua falta em toda a parte, meu amigo! As saudades andam ferindo minha vontade de viver!Você sempre foi uma pessoa cheia de vida e de alegria no coração. Ainda nem acredito que você se foi, que você partiu para outro mundo!

A vida nem sempre é justa, mas pode ter certeza que vou manter você vivo todos os dias através da minha palavra, da minha lembrança! Vou honrar seu nome a toda a hora, porque seu corpo desapareceu, mas sua existência continua junto daqueles que se cruzaram com você nesta vida. Obrigado pela sua amizade! Obrigado por tudo!

Eu tenho o privilégio de ter uma prima que além de ser parte da minha família, é uma verdadeira amiga também. Sim, você é esse presente especial que surgiu na minha vida e que tem dado alegria e cor para os meus dias.

O seu coração não tem preço, pois possui as qualidades mais raras desse mundo. Espero que você continue sempre do meu lado e que a nossa proximidade continue sendo uma realidade.

Adoro ver você feliz.
Adoro estar perto de você.
Adoro ser mais que sua amiga.
Adoro quando sinto que você é um pouquinho meu.
Adoro olhar nos seus olhos.
Adoro compartilhar coisas com você.
Adoro sentir seu cheiro, sua respiração.
Adoro ter seu corpo coladinho no meu.
Adoro você, inteiro, só pra mim!

Meu amor
Hoje é um dia em que, desde cedo, estou me sentindo muito sentimental. Em minha mente só aparecem imagens de coisas bonitas, de momentos felizes e cheios de amor. Só penso no nosso primeiro beijo, que foi a culminância, o instante maior, vivido por nós depois de muita expectativa. Só por isso, me sinto leve, flutuando em nuvens de felicidade.
Pena que este ato está tão banalizado que, na verdade já não é uma manifestação de paixão. É, isto sim, uma coisa tão vulgar, que as pessoas chegam a concorrer entre si, numa noitada, para, em disputa do primeiro lugar, saber quem beijou mais pessoas diferentes nessa mesma noite.
É mesmo uma ousadia esse procedimento, pois o concurso envolve também, a qualidade e o tempo de duração, do entrelaçamento de línguas, e da mistura de saliva. Isto tudo, sem levar em conta a atração física ou sentimental, que na verdade é o que dá sabor ao beijo, o tempero do amor.
Que pena não se dar o valor devido, a uma atitude tão maravilhosa que é, o beijo da pessoa amada. Não imagina você, quanto significativo considero o nosso primeiro beijo, que sinto até arrepios de amor, só de lembrar daquele instante. Ele foi uma coisa trabalhada, um gesto cheio de preliminares, foi na verdade uma conquista inesquecível.
Por isso esse momento está sendo lembrado hoje, neste dia em que estou tão feliz, cheio de amor, eu não podia deixar de lembrar. Foi quando nos beijamos pela primeira vez, de longe, o momento mais feliz deste nosso romance. Sem dúvida, a coisa que mais mexeu comigo.
Apaixonei-me por você.

Uma sorveteria famosa sempre lotada nos dias de calor. Sorvete delicioso. Sabores variados. Clientela bem atendida. Homens, mulheres, crianças, todos fazem fila e aguardam pacientemente a sua vez. Tudo por um sorvete gostoso. Refrescante.
A menina sozinha, com o dinheiro na mão, também entrou na fila. Esperou, sem reclamar, mesmo quando uns garotos passaram à sua frente, sem cerimônia e sem polidez.
Quando chegou ao caixa, antes que pudesse falar qualquer coisa, o funcionário lhe ordenou que saísse e lesse o cartaz na porta. Ela baixou a cabeça, engoliu em seco e saiu. E leu o cartaz, bem grande, na porta de entrada: proibido entrar descalço!
Olhou para os seus pés descalços e sentiu as lágrimas chegarem aos olhos. O gosto do sorvete não comprado se diluindo na boca.
Ia se retirando, cabisbaixa, quando uma mão forte a tocou no ombro. Era um homem alto, grande. Para a menininha, ele parecia um gigante. Foi com ela até o meio-fio, sentou-se e tirou os seus sapatos número 44 e os colocou em frente a ela. Depois, a suspendeu e enfiou os pés dela nos seus sapatos. – Eu fico aqui, esperando. – disse ele. – Vá buscar o seu sorvete! Não tenho pressa.
Ela foi deslizando os pés, arrastando os sapatos, até o caixa. Comprou sua ficha e saiu, vitoriosa, com seu sorvete na mão.
Quando foi devolver os sapatos para aquele homem, de pés grandes, barriga grande, ela se deu conta de que se ele tinha pés enormes, muito maior ainda era o seu coração.
Amar ao próximo é fazer a alegria de alguém, por mais insignificante que ela possa parecer. É ter olhos de ver a necessidade embutida nos olhos tristes. É ter ouvidos de ouvir os soluços afogados na garganta e os pedidos jamais expressos.
Amar ao próximo é simplesmente ter a capacidade de olhar um pouco além de si mesmo.