Hoje estou especialmente feliz, meu amor! Atingimos mais uma etapa no nosso namoro – já são dois maravilhosos meses do seu lado. Feliz Bodas de Sorvete!
Eu sei que estamos juntos há pouco tempo, mas parece que já passamos por coisas gigantes e que jamais sairão das nossas memórias. Acho que isso é o amor verdadeiro, o amor sincero e capaz de colocar sorrisos em qualquer rosto.
Você me faz feliz de um modo que julguei impossível! Só espero que a vida continue sendo generosa com nossa linda união. Te amo, meu bem!
A vida é cheia de intervalos.
Alguns intervalos são enormes, e quando se trata de amor e mesmo assim estes intervalos não são suficientes para apagar um sentimento, é porque encontrastes o amor verdadeiro.
Estes intervalos servem de reflexão e aprendizado para que não caiamos em mesmos erros.
Somente um amor de verdade é capaz de superar os intervalos da vida.
A melhor sensação da vida interior é a capacidade de sentir as coisas mais simples. Para isso é preciso serenidade e uma incansável busca do desejo espiritual.
Dia após dia, centrar os pensamentos nos anseios e aspirações, sem distrações, sem que a ilusão nos afaste do caminho.
Calcular sempre a que altura estão os nossos ideais. Não recuar diante dos obstáculos e dificuldades. Buscar a própria superação cada vez com mais coragem para enfrentar os desafios do novo.
Buscar o melhor para nós, a cada nova oportunidade, com confiança e tranquilidade. Assim, estaremos sempre um passo a frente.
Podendo ir cada vez mais longe, e alcançar nosso objetivo, pois a Divina Providência coopera com a evolução de todas as almas.
Caminhamos ao encontro do amor e do desejo. Não buscamos lições, nem a amarga filosofia que se exige da grandeza. Além do sol, dos beijos e dos perfumes selvagens, tudo o mais nos parece fútil. Quando a mim, não procuro estar sozinho nesse lugar. Muitas vezes estive aqui com aqueles que amava, e discernia em seus traços o claro sorriso que neles tomava a face do amor. Deixo a outros a ordem e a medida. Domina-me por completo a grande libertinagem da natureza e do mar.
Albert Camus
Certa vez um homem estava pescando.
Um turista aproximou-se e ficou a observá-lo.
Cada vez que apanhava o peixe, o pescador media o peixe com uma régua.
Os peixes pequenos ele colocava num balde. os que eram maiores que 25 cm atirava-os na água.
Estranho, não!
Em dado momento, o turista não se conteve mais e perguntou:
- Ei! Por que você não inverte e guarda os peixes maiores?
O pescador voltou-se e disse:
- Bem, é que a minha frigideira é pequena e não comportaria os maiores.
Quantas vezes Deus coloca grandiosas oportunidades diante de nós, e simplesmente nós as recusamos.
Ele sempre dá além do que merecemos.