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Sabe...
Há momentos que me emocionam e me tiram lágrimas. Certas músicas, certos filmes, certas fotos, certos locais, certas histórias. E o mais importante nisto é o sentimento de que partilhei com alguém, com pessoas realmente interessantes.

Mas...
Eu pareço estar no tempo errado, me parece um engano todo este romantismo. É estranho sentir-se humano e ter estas lembranças importantes. São bem poucos os que entendem ou talvez sintam é pena. Se deixar tomar por esta energia é como algo fora de moda, bem cafona. O tempo faz isto e misteriosamente nos conduz impassível.

Olha...
Tem coisas que já nascem importantes e outras surgem. O tempo faz o hoje ser surpresa e o amanha um costume, uma coisa bem comum. O tempo é um projeto que exige planejamento e bem pouco sentimento.

Porém...
Eu tenho em minha memória o que começou e me aconteceu. Sei o que me surgiu e ficou com a devida importância. Enfrentei o obstáculo para que a dificuldade me fosse alegria. A minha vida não se firma em desilusão.

Por isso...
Os pensamentos me vêm de mansinho, tomam o meu coração e me enchem de emoção, porque eu acredito nesta capacidade de tirar das experiências um espaço de grandeza. Um espaço no tempo de ainda acreditar e não de tê-lo somente como um resto de opção.

Na verdade...
Eu entendo esta minha fragilidade e confesso: boas lembranças são a minha maneira de testar o meu lado humano e de saber lidar com ele.

Os fogos anunciam
a chegada de um ano novo!
É hora de refazer seus sonhos
ainda não realizados e
acreditar que irá concretizá-los.
Soltar um olhar solidário
e acalentador para os seus
amigos e bocejar para os inimigos.
Aprender com os erros
do ano já ido e brindar ao ano
bem-vindo com um sorriso.
Correr ao encontro daquele amor
ainda não perdido ou surpreender
mais uma vez o amor já conquistado.
Desejo a você um ano repleto de luz,
amor, saúde e prosperidade!

Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte. O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar.
Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença seria cumprida. "Por que adiar o inevitável?" perguntou-lhe um amigo. "Não é inevitável," ele respondeu, "as chances são Quatro a um a meu favor. Dentro de um ano:
1-O rei pode perder o trono.
2-Eu posso Fugir.
3-O Cavalo pode fugir.
4-Eu posso ensinar o cavalo a voar.
Frequentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor.
Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. o primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus todas as coisas são possíveis.
Há alguns séculos atrás, costumava-se dizer que o homem jamais poderia voar.
"Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas."
Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente!
Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível logo será realidade.
Não esmoreça nunca. Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!

Conta-se que uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.

Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada.
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:

Posso lhe fazer três perguntas?

- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
E a serpente responde:
- Porque não suporto ver você brilhar...

Pense nisso!
Infelizmente, a qualquer momento, uma cobra pode cruzar nosso caminho...
Esteja sempre alerta, pois o que não faltam são as serpentes querendo nos atrapalhar!
Mas, não tenha medo!
Não fuja!
Brilhe sempre, com muita intensidade!

Bom dia!

A geografia da cidade é plana – traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que podes aparecer, de súbito, na dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão da casa.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a um ponto exato do corpo – fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho de nada e entre tudo o que é vital. Dizem que o amor sem sofrimento não é amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência. amacia-se a voz porque se conhece o desespero. aumenta-se a doçura porque se passou pela dor!
Foi assim que aprendemos a conhecer o fundo do coração – entre a presença e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós – a esta vontade de destruir a dor a qualquer preço.
Acabamos sempre rendidos por um amor maior que de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão longe que estás não te digo que tenho saudades tuas.
Este disparate de ter saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado nesse hábito que tens de odiares guarda-chuvas.
Afinal és todas as pequeninas coisas do quotidiano, as coisas simples – é delas que tenho saudades: tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será isto maior que dizer que tenho saudades tuas?