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Hoje é um novo dia pra mim, tudo passa na minha vida muito depressa. As coisas que vivo, os momentos que passo, é tudo passageiro. De repente, quando acho que consegui ser feliz ao lado das raras pessoas que me identifico, tudo se desfaz, perde graça. Tudo se acaba, tudo se vai, como se fosse um vento que passa, uma única vez no mesmo lugar.
Aí, que me vem uma dúvida!
Qual é o sentido da vida? O que significa viver? Como fomos criado? Qual será o motivo de nossa existência?
Será que a existência da vida, o sentido, o objetivo é a morte?
Se for quero descobrir, quero achar o sentido da minha alma, quero saber o motivo da minha existência. Tenho um desejo tão forte de descobrir, só assim ficarei satisfeito e feliz.
Então será que vou ter que esperar a morte pra descobrir? Mas às vezes não quero morrer agora, acho que falta eu fazer alguma coisa; uma missão na qual me sinto obrigado a cumpri-la.
Mas vou esperar conscienciosamente, vou ser eu! Não me deixar ser manipulado. Viver calmamente e esperançoso que um dia vou achar o sentido da vida.

Quantas rosas em seu portão deixei, com palavras de ternura.
E no lugar da assinatura, apenas um codinome.
Mas eu sempre tive esperança que você soubesse que era eu, este seu apaixonado.
Mas você nunca se quer imaginou, que podia ser eu este seu louco admirador.
Admirador que morre de amores por você.
Te amo!

Quantas vezes você já disse algo inadequado e, por causa disso, desejou morder a língua? Não tente lembrar de todas as vezes em que isso aconteceu. Apenas aprenda a evitar desastres semelhantes no futuro.
Primeiramente, deixe a afirmação ou a pergunta atravessar a sua mente. Depois revise-a, a fim de verificar se está correta. As quinze bilhões de células do cérebro trabalham com incrível rapidez. Com a prática, você pode aprender a controlar e reformular aquilo que deseja dizer. Pisque os olhos uma ou duas vezes e isso lhe dará tempo suficiente para encontrar um modo melhor de se expressar.
Palavras são mais importantes do que se imagina. Quantas tragédias poderiam ser evitadas, quantos problemas solucionados, quantos casamentos poderiam continuar existindo se as pessoas pensassem nas consequências do que dizem?
Lembro da história de um homem que retornava de uma pescaria não muito bem-sucedida. Carregava meia dúzia de pequenos peixes numa linha. No cais, ele encontrou um companheiro que trazia consigo um grande peixe. A regra estabelecida entre os pescadores é que eles não devem se gabar de seus peixes grandes. O homem que trazia os peixes pequenos, vendo o grande peixe que o outro carregava, disse: Só um, hein? E os dois homens riram.
Pense antes, fale depois. Morder a língua pode fazer parte de um aprendizado fundamental: conseguir se relacionar com o outro e descobrir que existem palavras que podem expressar, sem magoar, os nossos sentimentos mais profundos. Morda a língua e seja muito feliz.

Errar é humano, mas é também fácil e demasiado recorrente. O que é difícil é sabermos reconhecer o erro, assumi-lo e ter a nobreza de nos desculparmos por o ter cometido.

Hoje, minha amiga, eu reconheço e assumo o erro que cometi com você, e com humildade e sinceridade peço por ele perdão! Me desculpe, querida amiga!

Saiba que nunca tive intenção de magoar você, pois eu lhe quero muito bem e você é muito importante para mim. Espero que você consiga ser melhor pessoa do que eu fui e me perdoe.

Que você possa encontrar no seu coração a magnanimidade para relevar o meu erro, e que possamos manter a nossa amizade.

Acredite na minha sinceridade, no meu arrependimento, na minha amizade por você e me desculpe. Nossa amizade vale que apostemos nela!

Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?! Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós, durante a vida inteira. Mas sabe porque nós somos sempre mais justos e mais generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres.

É assim o homem, tem duas faces. Não pode amar sem se amar. Observe os seus vizinhos, se por acaso acontece um falecimento no prédio. Dormiam na sua vida monótona e eis que, por exemplo, morre o porteiro. Despertam imediatamente, atarefam-se, enchem-se de compaixão.
É preciso que algo aconteça, eis a explicação da maior parte dos compromissos humanos. É preciso que algo aconteça, mesmo a servidão sem amor, mesmo a guerra ou a morte. Vivam, pois, os enterros!

Albert Camus