Mensagens de Ajuda

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda.
Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono da loja.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou?
O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse:
Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, disse:
Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.
O dono da loja contestou:
Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça esquerda para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...

Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?

E o menino respondeu:

- Ela é minha amiga...

Diante de tanta gente desesperada, alguns chorando, outros andando de um lado para o outro tentando encontrar alguém com vida ou um corpo entre tantos amontoados pelas ruas da cidade; Aqui e acolá gente esperando ouvir algum pedido de socorro vindo dos escombros causados pelo terremoto que acabou com os sonhos de uma população que hoje vive como verdadeiros trapos humanos sem lar, sem alimento, sem água e principalmente sem esperança.
Diante de tudo isso e aos olhares de pessoas completamente desorientadas, eis que surge do meio dos escombros, um soldado de boina azul trazendo e seus braços uma criança que, apesar de estar bastante machucada, ainda esboçava um leve sorriso.
Foi ai que alguém resolveu interrogá-lo:
- Como o senhor conseguiu resgatar essa criança sem ajuda de outra pessoa?
E o moço tentando se refazer do susto, respondeu:
-Eu ia passando por aqui quando notei que uma senhora vinha em minha direção querendo mostrar que logo a minha frente tinha alguém esperando por ajuda. Como demonstrava muita ansiedade, a mulher aproximou-se e pegando no meu braço, levou-me até o local. Ao ser tocado por ela, fiquei apreensivo ao perceber que sua mão estava completamente gelada. Deduzi que poderia ser devido ao seu atado emotivo. Lembrei ? me depois que durante o tempo em que ela esteve ao meu lado removendo escombros, não ouvi uma só palavra de seus lábios.
De repente o soldado fez uma breve pausa e como se quisesse que alguém confirmasse tudo o que ele estava falando, olhou para todos os lados e ao perceber que a mulher que lhe ajudará no resgate não estava mais ali, seu semblante se modificou por completo e meio atônito e sem encontrar uma explicação para o que estava ocorrendo o soldado de boina azul com a voz embargada explodiu:
- Gente! A mulher que me ajudou no regaste desta criança simplesmente era a mesma mulher a que protegia.
Ela morreu para salvar seu filho!
O soldado valente, abraçando fortemente a criança chorou de emoção.

Um velho trapezista de circo dedicava-se a formar jovens acrobatas. Um grupo de alunos, após vários meses de treinamento intenso, tinha agora que enfrentar o teste principal: seu primeiro salto no trapézio a 15 metros de altura. Um a um, os jovens foram superando aquela prova, até que o último aluno se posicionou na plataforma, aguardando o momento certo para o salto, em busca do trapézio que balançava suavemente na sua frente. E o tempo ia passando e o jovem continuava lá, olhando para um ponto qualquer à sua frente, imóvel como que congelado.

O velho professor, observando a hesitação do aluno, procurou ajudá-lo:

- Vamos lá rapaz... Pule!

Sem qualquer reação o jovem gaguejou:

- Eu não posso... Não posso pular... Eu me vejo morto lá embaixo estendido no chão.

Naquele instante o silêncio se fez sentir no picadeiro. Todos os presentes acompanhavam tensos aqueles momentos.

O velho trapezista subiu até então onde estava o jovem e calmamente disse-lhe:

- Se não tivesse certeza que você seria capaz de pular não pediria para fazê-lo. Você tem conhecimentos técnicos e competência para executar este movimento. Vou lhe dar um conselho... Preste atenção: primeiro atire seu coração e a mente naquela barra... o corpo irá atrás... Acredite!

Passados alguns segundos o jovem aluno se lança no espaço resoluto e agarra o trapézio, ouvindo então as palmas dos que o observavam naquele instante.

Assim como o aluno, quantas vezes nos sentimos "congelados" quando pensamos no pior. O velho professor quando pedia ao jovem para jogar o coração e a mente, estava na realidade dizendo:

- Atire na mente sua confiança, sua fé, sua determinação que a parte material vem na sequência.

Criar uma imagem mental positiva ajuda a "descongelar" o raciocínio.

Muita coisa acontece em simples segundos, coisas inacreditáveis acontecem
diante dos seus olhos e você fica sem ação. Coisas que acontecem pra que
você acorde pra vida e comece a ver tudo que é de fato... sem
maquiagem, sem armação.
Confesso é frustrante! Mas, isso te ajuda a amadurecer, isso ajuda a mudar o seu conceito sobre a vida, sobre pessoas, sobre caráter! São fases que afastam pessoas que antes eram totalmente essenciais, eram tão especiais que hoje não significam nada. Por isso
dizem que o tempo é o senhor da razão. Que só ele pode te dizer o que é
certo... e te mostrar a verdade!
O tempo te mostra quem é quem no momento exato. E você pula essa fase de descobertas, de máscaras caindo de decepção... e entra em outra, em novas descobertas e amadurecimento. Depois, você olha pra trás e começa a relembrar tudo que você já viveu, todas as pessoas que passaram pela sua vida, todas as pessoas que marcaram, as
que te magoaram e as que fazem falta!
É... o tempo passa rápido e deixa suas marcas, marcas essa que nós conhecemos como "saudade". Saudade dos que se foram, dos que estão aqui... dos que estão perto e ao mesmo tempo longe. Saudade de tanta coisa que antes não importava muito e
hoje significam tanto, tanto!
Poxa... o mundo é tão estranho, complicado. Hoje uma das coisas que mais sinto falta é da minha infância. Eu não tinha noção de nada do que me esperava. Não tinha noção de como existem pessoas más, ruins de coração. Não tinha noção de que tantas coisas poderiam acontecer, e a mim, nada atingir ou sim, e muito. Na verdade, não tinha noção de nada que eu pudesse viver. Não existia maldade, não existia tanta hipocrisia, mentiras, falsidade, não existia tanta coisa ruim. Com tudo, não existe arrependimento sobre nada do que fiz. Não existe amargura, não existe nada que eu faria diferente...!

1. Tome a decisão de reservar um período diário para a leitura da Bíblia. Pode ser no início ou no fim do dia. Certamente, você precisará da ajuda de Deus no sentido de confirmar e fortalecer tal resolução, diante de imprevistos. Busque-a, portanto!

2. Procure ter uma versão da Bíblia que apresente uma linguagem moderna, leve e de fácil entendimento.

3. Além de um lápis e um caderno para registro de ideias, reflexões e comentários pessoais, procure ter também um dicionário e uma concordância bíblica. O dicionário auxiliará na compreensão de palavras-chaves e a concordância facilita a descoberta de diversas passagens em que aparece uma mesma palavra.

4. Pedir a ajuda de Deus para entender o que se vai estudar é a primeira coisa que deve ser feita. Através do Espírito Santo, Ele iluminará a mente e guiará o pensamento.

5. A Bíblia deve ser lida sem pressa. Nada de correria. Palavras e pensamentos devem ser bem digeridos, com uma atitude mental positiva, e disposição para ouvir a voz de Deus. Concentração é fundamental. Se for necessário, a passagem deve ser lida mais de uma vez, até que o significado esteja claro e possa ser aceito.

6. Para quem nunca leu a Bíblia, uma boa sugestão é começar com uma parte que lhe seja mais agradável. Há quem indique, por exemplo, a primeira carta de João, no fim do Novo Testamento, passando-se para os evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas. Depois o livro Atos dos Apóstolos e o Evangelho de João. Em seguida, o livro de Gênesis, os Salmos e os Provérbios.

7. Na medida do possível, estabeleça um local e um horário especiais para a leitura das Sagradas Escrituras. É claro que, em caso de viagem, isso pode ser flexibilizado, mas não suprimido. Lembre-se também que o estudo em grupo ou em dupla também representa um auxílio considerável. Dessa forma, as ideias podem ser discutidas, e as dúvidas serão mais facilmente dissipadas.

Quando você levantou pela manhã EU já havia preparado o sol para aquecer o seu dia, e o alimento para sua nutrição. Sim, EU providenciei tudo isso enquanto vigiava o seu sono, a sua família e a sua casa.
Esperei pelo seu Bom Dia, mas você se esqueceu. Bem, você
parecia ter tanta pressa que EU lhe perdoei.
O sol apareceu, as flores deram o seu perfume, a brisa da manhã o acompanhou e você nem pensou que EU é quem havia preparado tudo isso.
Seus familiares sorriam, seus colegas o saudaram, você
trabalhou, estudou, viajou, realizou negócios, alcançou vitórias, mas... você não percebeu que EU estava cooperando com você. E mais... teria ajudado se você me tivesse dado uma chance...
EU sei, você corre tanto... EU o perdoei.
Você leu tanto, ouviu muita coisa, viu mais ainda, e não teve tempo de ler ou ouvir a MINHA PALAVRA. Eu quis falar, mas você não parou para ouvir. EU quis até aconselhá-lo, mas você nem pensou nessa possibilidade. Seus olhos, seus pensamentos, seus lábios seriam melhores. O mal seria menor e o bem, muito maior em sua vida.
Você trabalhou, ganhou dinheiro, não fez mais porquê não me deixou ajudá-lo. Mais uma vez você se esqueceu de mim.
Esqueceu-se de que EU desejo uma participação no meu reino com a sua vida e o seu talento.
Findou o seu dia. Você voltou para casa. Mandei a lua e as estrelas tornarem o cenário mais bonito para lembrar-lhe do meu amor por você.
Certamente, vai agradecer-me e me dar uma Boa Noite... Já
dormiu! Que Pena!
Boa Noite, durma bem. Eu ficarei velando por você.
JESUS