A sorte aparece na vida de quem acredita nela. Quando temos pensamentos positivos, atraímos coisas positivas para nós. Quando temos autoconfiança e batalhamos por aquilo que queremos, estamos também sintonizados com a sorte.
O pensamento negativo atraí energias negativas. O derrotismo, o fatalismo, e até mesmo o apego exagerado aos pequenos fracassos é uma maneira de se auto-sabotar. Por que é mais fácil valorizar as falhas do que os acertos? Por que temos a mania de nos punir, cobrar e culpar tanto? Por que vivemos em constante compromisso com o êxito?
A vida pode e deve ser mais leve. Não devemos pensar na sorte como uma dádiva, ou um merecimento divino e nos castigarmos por acharmos que não temos sorte porque não merecemos, ou nos revoltarmos achando que não temos a sorte que merecemos. Basta fazer a sua parte sem contar com a sorte, pois a sorte é como o arco-íris, quando menos esperamos, ela aparece e traz mais cor para a nossa vida.
Ainda vivemos numa cultura onde a importância do pai na vida de um filho, seja qual for o gênero, é menosprezada e diminuída, como se fosse menos essencial ou de menor valia. Esquecemos que já passou o tempo em que a mulher era obrigada a cuidar da família e do lar e para o homem era atribuído o sustento da família e tudo associado ao que estaria fora de casa, participando muito pouco da vida social dos filhos e consequentemente de todos os parentes.
Apesar da mulher ser biologicamente responsável por prover o primeiro alimento do filho, isto não deveria excluir a presença do pai nos momentos decisivos do filho. As leis trabalhistas não ajudam também pelo fato da sociedade ainda não estar convencida que o pai realmente precisa interagir mais na educação dos filhos.
O próprio pai muitas vezes, se dispensa dessa prioridade, achando mesmo que a mãe tem um entendimento já inerente e seu envolvimento só atrapalhará o processo, acreditando que nem é tão importante assim. Embora a mãe esteja associada à questão biológica do processo o pai não deveria nunca se excluir, muito menos pensar que tem menos valor na vida do filho.
Os pais precisam perceber que a educação deve ser vista como um crescimento conjunto da mesma forma que a criança foi concebida. Os filhos têm que receber carinho e afeto dos dois lados e também construir sua personalidade através da percepção de vida tanto do pai quanto da mãe, e esse desenvolvimento não deve acontecer com apenas uma influência e um espectador. Salvo casos excepcionais, se o pai permanecer como uma pessoa dispensável na vida do filho, o tempo só irá fortalecer essa ideia e é muito difícil reverter tudo isso.
A uma mulher foi concedida a permissão de ver tanto o céu quanto o inferno, ainda em vida. Ela escolheu começar a visita pelo Inferno. Para sua grande surpresa, descobriu que o inferno era uma imensa reunião de pessoas em um banquete que se perdia de vista.
Ela viu mesas e mais mesas abarrotadas com as mais finas iguarias, com as pessoas sentadas em volta delas.
Contudo, as vozes das pessoas eram uma cacofonia de lamentações e queixumes angustiados. Ela tentou descobrir o sentido do que acontecia e chegou à seguinte conclusão: aquilo era o inferno porque a provisão infindável de iguarias acaba por tornar-se entediante, e todas as pessoas que lá estão passam pelo sofrimento de uma aula sem fim sobre a futilidade dos desejos materiais.
Mas, à medida que se acostumava com o alarido e com o quadro diante de seus olhos, ela percebeu que sua conclusão estava errada. Ela percebeu que os talheres e demais utensílios de mesa eram tão compridos que, tentassem as pessoas o quanto pudessem, não eram capazes de trazer comida até a boca. E se tentassem pegar o alimento com as mãos, estes sumiam por entre seus dedos... Ela então compreendeu porque aquilo era o inferno: toda a abundância não trazia nenhum bem para as pessoas.
Com um misto de tristeza e esperança ela então se dirigiu para o céu: certamente lá as coisas seriam diferentes!... Mais uma vez, para sua surpresa, ela se deparou com a mesma cena; fileiras de mesas repletas com deliciosas culinárias e os mesmos talheres compridos. Mas ela notou duas coisas: ninguém tentava pegar a comida com as mãos, e não havia gemidos nem lamúrias. Ao contrário, todos riam e se regozijavam, divertindo-se a valer. Ali, elas davam de comer umas às outras, revelando a importância do amor ao próximo e do trabalho em equipe.
Rabino Haim
Eu já gostava de você, minha querida! Mas agora estou apaixonada. Você é a nora com que sempre sonhei. E agora que me deu esse bebê tão lindo; nem encontro palavras para definir o que estou sentindo. Que dádiva!
Ser avó é enxergar a maternidade de um outro modo, com uma outra visão. Felicitações para você! Tenho certeza que vai ser uma mãe maravilhosa, deslumbrante. Tenho você como uma filha! Obrigada!
É que às vezes, só às vezes, damos a sorte de encontrar alguém. E é esse tal alguém que lhe faz e refaz, te inventa e reinventa, não te muda, só acrescenta. Um alguém capaz de lhe transformar e não mudar, que lhe mostre o real sentido das coisas e que lhe dê uma razão para sorrir todos os dias, ou que seja a razão de você sorrir todos os dias. Alguém que seja sempre seu, e você sempre dela; esse mesmo alguém que você procurou, e por um acaso encontrou, e sem querer querendo. Feliz pra sempre, ficou.