Não é fácil encontrar alguma vantagem quando perdemos algo, mas como tudo nesta vida tem um lado positivo, o melhor a fazer com certeza é focar exatamente nisto. Após o período de admissão e aceitação, é necessário colocar a tristeza de lado e começar a pensar nas melhores formas para viver o futuro.
Qualquer que seja a perda, sempre nos restará um espaço valioso para ser preenchido, mas nunca com a intenção de substituição, pois nem o pior dos sofrimentos devem ser totalmente descartados, mas sim tidos como bons aprendizados.
Quando o espaço vazio causado pela perda é detectado, cabe a você escolher o tipo de sentimento que irá ocupá-lo. Com uma perda sempre ganhamos mais um oportunidade de conhecer algo novo da nossa imensidade, novas sensações e comportamentos, que são pouco utilizados.
Temos que treinar o nosso coração para lidar da melhor forma possível com as adversidades da vida, para que nos momentos mais difíceis não seja tão duro encontrar uma boa saída.
Com frequência saudamos, damos a mão cordialmente, ou nos despedimos com um beijo ritual, porém raramente experimentamos "o abraço"
A emoção do abraço tem uma qualidade incomensurável. É a proximidade do outro, em um ato recíproco de dar e receber afeto. É o abraço uma matriz religiosa mais do que sexual. Leva-nos à fraternidade, a uma comunicação generosa, a uma consciência de pertencer a uma "Irmandade Universal".
O abraço é um meio supremo de perceber o outro, não só como um próximo, mas como um semelhante. Mediante o abraço é possível alcançar a fusão de duas identidades em uma identidade maior.
É fácil abraçar as pessoas estimadas e queridas, mas difícil um estranho. A afetividade é um estado de afinidades profunda entre os seres, capaz de originar sentimentos de amor, amizade, altruísmo, maternidade, paternidade, companheirismo, mas também sentimentos opostos como a ira, a insegurança, o ciúme.
A afetividade é um estado evolutivo superior que não está necessariamente ligado à sensibilidade e nem à inteligência. Pessoas inteligentes e sensíveis, podem não serem capazes de amar ou mesmo ter inconcebíveis níveis de violência.
Por isso, nestes "tempos" sugerisse que, para gradativamente, atingirmos esse nível de afetividade, esse estado evolutivo superior, comecemos a nos abraçar... Primeiro pais, irmãos, os amigos, parentes, depois os conhecidos... E assim por diante.
Só com muita afetividade, com muito amor pelo ser vivente pode-se conseguir um mundo melhor, menos exploração, menos fome, mais amor, e consequentemente mais VIDA!
Um grande abraço a nossa humanidade carente de amor e em especial a aqueles que lerem esse pequeno texto.
Buda reuniu seus discípulos, e mostrou uma flor de lótus - símbolo da pureza, porque cresce imaculada em águas pantanosas.
- Quero que me digam algo sobre isto que tenho nas mãos - disse Buda.
O primeiro fez um verdadeiro tratado sobre a importância das flores.
O segundo compôs uma linda poesia sobre suas pétalas.
O terceiro inventou uma parábola usando a flor como exemplo.
Chegou a vez de Mahakashyao. Este aproximou-se de Buda, cheirou a flor, e acariciou seu rosto com uma das pétalas.
- É uma flor de lótus - disse Mahakashyao. Simples e bela.
- Você foi o único que viu o que eu tinha nas mãos - disse Buda.
Uma enfermeira de um consultório pediátrico, antes de ouvir o peito dos pequenos, coloca o estetoscópio em suas orelhas e os deixa escutar o próprio coração.
Os olhinhos sempre brilham admirados. Mas ela nunca recebeu uma resposta igual a de David, um garoto de quatro anos.
Ela suavemente enfiou o estetoscópio em suas orelhas e colocou o disco sobre o seu coração. - Escute. Ela disse, – O que você acha que é?
Ele franziu as sobrancelhas junto com um ar de intrigado e olhou para cima como que perdido no mistério do estranho toc-toc-toc vindo do fundo de seu peito.
Então, em seu rosto surgiu um maravilhoso sorriso, - É Jesus batendo, não é?
Todas as decepções que já senti me mostraram que as pessoas nem sempre são o que parecem, que a vida não é tão fácil como muitos dizem ser, mas também que essas razões nunca serão suficientes para me fazer desistir de ser feliz.
Aprendi a superar todas elas, uma de cada vez, e hoje estou mais forte que nunca, pois aprendi grandes lições com as tristezas que elas me causaram. As decepções fizeram de mim a pessoa que sou e me fazem acreditar que o que importa não é o que passou, mas sim o que está para chegar.