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Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.

Immanuel Kant

Deite sua cabeça no meu peito, ouça a batida do meu coração. Passe sua mão nos meus cabelos, deixe seus lábios envolvidos nos meus, fique presa em meu corpo, vem morar nos meus braços e abraços.

Faz tão pouco tempo que papai faleceu, que parece nem ser realidade. Não passou muito desde que o ouvi batendo a porta, em jeito de despedida. Um adeus que eu pensava ser apenas até ao final da tarde, como acontecia todos os dias. Mas afinal, essa despedida era eterna. Era uma despedida de nosso mundo, de nossa família. Um adeus à vida, como a conhecíamos até àquele momento.

Essas lembranças estão tão vivas em minha memória, que meu coração ainda espera o regresso dele, como se nada tivesse ocorrido. Há algo em mim que ignora o acontecimento dessa morte e é isso que talvez me continue impedindo de seguir em frente.

Meu pai me faz tanta falta, que sinto um vazio por dentro. As saudades aumentam a cada dia e custa a encarar verdadeiramente esta perda. Imaginar como será minha vida nos tempos que se seguem é um verdadeiro desafio. Mas quando nada podemos fazer para mudar nosso passado, resta honrarmos os valores que nos foram deixados por aqueles que amaremos eternamente.

Filha, você nunca sabe que resultados virão da sua ação, mas se você não fizer nada, não existirão resultados. O mais importante da vida não é a situação em que estamos, e sim a direção para a qual nos movemos.
Você é a página mais linda que o destino escreveu na minha vida. Obrigada por todos os carinhos, por todas as compreensões e por todo o seu amor por mim. Beijos no coração, mamãe te ama de paixão!

Certo dia, um pequeno menino andando pela rua achou uma brilhante moeda de cobre. Ficou muito animado por conseguir dinheiro que não lhe custou qualquer coisa. Esta experiência o convenceu a passar o resto de seus dias sempre andando com a cabeça baixa, olhos bem abertos, procurando por tesouros.
Ao longo de sua vida achou 382 moedas e notas. Totalizando $13.96.
Conseguiu dinheiro por nada. Exceto que perdeu a beleza de 31.369 pôr do sol, o esplendor colorido de 157 arco-íris. Ele nunca viu nuvens brancas movendo-se através de céus azuis, mudando entre várias formações maravilhosas.
Os pássaros voando, o sol a brilhar, e os sorrisos de milhares de pessoas que passaram não fazem parte de sua memória.
Quem sabe você está vivendo desta forma? Cabeça voltada para baixo, carregado com coisas triviais, com medo da dor e da crítica e temendo coisas que nunca acontecem, esperando achar aquela moeda de cobre... por nada.