Mãe... Que na presença constante me ensinou na pureza do seu coração seguir os teus caminhos...
Mãe... Dos primeiros passos, das primeiras palavras...
Mãe... Do amor sem dimensão, de cada momento, dos atos de cada capítulo de minha vida não ensaiados, mas vividos em cada emoção...
Mãe... Da conversa no quintal, do acalanto do meu sono aquecido de amor, aninhada em seu coração...
Mãe... Do abraço, do beijo que levo na lembrança...
Mãe... É você que me inspira a caminhar...
Mãe... A presença de cada passo que o tempo não apaga: por mais longo e escuro que seja o caminho, haverá sempre um horizonte...
Mãe... Mulher a quem devemos a vida, que merece o nosso respeito, nossa gratidão e nosso afeto.
O professor, em curso de mestrado, propôs aos alunos: - Se fossem morar numa ilha deserta e pudessem levar apenas um livro, qual escolheriam?
Respostas variadas, segundo interesses, concepções e predileções individuais:
- Os Miseráveis, de Victor Hugo.
- O Emílio, de Rousseau.
- O Capital, de Marx.
- A Interpretação dos Sonhos, de Freud.
- A Origem das Espécies, de Darwin.
- As Flores do Mal, de Baudelaire.
- Os Diálogos, de Platão.
- O Príncipe, de Maquiavel.
- A Teoria da Relatividade, de Einstein.
O professor sorriu: - Não seria mais proveitoso um manual de sobrevivência?
Amigo, eu te chamei
Não sei porque te chamei assim
Amigo, eu te chamei
Já sei porque te chamei assim
Porque você me compreende
Porque você é legal comigo
Poque você também é gente
você é verdadeiro amigo
Amigo, é o que você é
Quando a gente está lá em baixo
Você vem carinhosamente
Nos levanta a cabeça
você vem com esse jeito meigo
você que é verdadeiro amigo
Amigo, não quero te perder
Às vezes quero poupar cada vez você
Pois olhe, verdadeiro amigo
Não chores por mim nem por ninguém
Você não merece chorar
Não merece sofrer
Não merece gritar
Não merece perder
Mas eu mereço sim, perder ou ganhar
Sempre com você amigo,
ao seu lado eu serei
A pessoa mais feliz do mundo
Pra enfrentar o que vier, ao seu lado
Juntos venceremos nós dois,
Sempre, sempre unidos,
Amigos, amigos.
DEUS É ETERNO. Se ele tivesse tido um começo, teria saído do nada, ou, então, teria sido criado por um ser anterior. É assim que, pouco a pouco, remontamos ao infinito e à eternidade.
É IMUTÁVEL. Se Ele estivesse sujeito a mudanças as leis que regem o Universo não teriam nenhuma estabilidade.
É IMATERIAL. Quer dizer, sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria, pois de outra forma Ele não seria imutável, estando sujeito às transformações da matéria.
É ÚNICO. Se houvesse muitos Deuses, não haveria unidade de vistas nem de poder na organização do Universo.
É TODO-PODEROSO. Porque é único. Se não tivesse o poder soberano, haveria alguma coisa mais poderosa ou tão poderosa quanto Ele, que assim não teria feito todas as coisas. E aquelas que ele não tivesse feito seriam obra de um outro Deus.
É SOBERANAMENTE JUSTO E BOM. A sabedoria providencial das leis divinas se revela nas menores como nas maiores coisas, e esta sabedoria não nos permite duvidar da sua justiça nem da sua bondade.
Allan Kardec
Costuma dizer-se que quando uma criança nasce, com ela nasce uma mãe. É uma ideia bonita, mas nem sempre ela encontra correspondência na vida real. Às vezes a criança nasce, e só mais tarde na vida desse rebento de luz é que vai nascer a mãe que o vai amar.
Assim é com uma mãe adotiva, que nasce quando o seu olhar se cruza com o do filho que não gerou no ventre, mas que naquele momento, e daí em diante, se planta com firmeza no seu coração. Assim é, e assim foi comigo.
Ser mãe adotiva é amar tão completamente, e mais do que a própria, a vida daquele que chegou pelas mãos da divina providência, não da biologia. É olhar o corpinho do ser onde não corre o mesmo sangue e enxergar a alma do próprio filho. É ver nele a extensão daquilo que ela é.
Ser mãe adotiva é amar, sacrificar, sofrer em silêncio, chorar de alegria... Com um coração, lágrimas ou sorrisos semelhantes aos de qualquer outra mãe, pois ser mãe adotiva é ser Mãe, ponto!