Tenho irmãos que moram longe! Nunca verei a expressão de seus olhos, assim como eles jamais focarão em mim os seus olhares.
Nunca sentirei o calor de seus abraços, nunca apertaremos nossas mãos, nunca enlaçaremos nossos braços.
Nunca sentaremos num barzinho pra jogar conversa fora. Jamais faremos caminhadas pelas mesmas trilhas. Nunca tocarei nem cantarei para eles, assim como jamais os ouvirei tocando ou cantando para mim.
Nunca deitaremos nossas cartas na mesa e nem falaremos das penosas cartas que a vida nos fez ocultar nas mangas. Nunca eles saberão de fato como é o meu cotidiano e nem eu saberei como eles são no seu dia-a-dia.
Nunca riremos juntos por qualquer pequena ou grande alegria, nem estaremos juntos nas horas das nossas crises, angústias ou agonias. Sei que existem, que me amam e sentem a minha falta. Sei que eu os amo tanto, que neles me diluo!
Eu os vejo todos os dias nesta pequenina tela de ilusão: frágeis e irisadas libélulas que cá chegam nas asas de uma canção, prosa ou poema.
(...) enquanto eu os alcanço todos os dias levando-lhes um tantinho do meu amor, em meio às minhas sublimadas mensagens que tomam forma de tudo, mas redundam sempre na mesma – e tão antiga – cantilena.
Sinta no seu corpo as alegrias que o dia, e o momento lhe traz. O prazer é uma parte linda da vida, não há culpa nenhuma em se entregar a ele. E principalmente, render-se, e gritar por dentro, e dizer baixinho "Eu te amo"
Eu olho para o céu, E vejo nuvens brancas como espumas.
Eu sinto o vento, O sol forte me aquece.
Eu olho para um azul sem fim, então eu lhe procuro...
Mas estou sozinho, Grito ao vento, ao sol, ao céu Quero você!
O universo se transforma E eu sinto a chuva fina tocar meu rosto, Sinto como chorasse, Um sol forte com chuva fina Me fazendo chorar.
O vento quer me derrubar, Mas você me disse que o vento Era um bom sinal.
Então venha para perto de mim, O céu é grande demais para uma só pessoa.
Divida comigo este universo, Sinto que podemos voar juntos.
Mas você não me responde, Tem medo da tempestade.
Então mais uma vez, Eu olho para o céu E choro sozinho, Com as gotas de uma chuva fina, Namorando um sol forte.
O céu estava claro, A lua quase dourada... Ali no campo, eu e ela, E não se via mais nada! A pele suave, As ancas expostas, E eu tocando de leve O macio de suas costas... Não sabendo começar, Olhei o corpo esguio. Decidi por as mãos Sobre seu peito macio... Eu sentia medo! Meu coração forte batia, Enquanto ela bem lentamente, As firmes pernas abria... Vitória! Eu consegui! Tudo então melhorou... Pelo menos desta vez, O líquido branco jorrou! Finalmente tudo acabou, Mas quase que eu saio de maca. Foi assim a primeira vez...
Que eu tirei leite de uma vaca!
Você pensou que fosse o quê?
Porque eu amo tudo em você, os seus olhos, o seu nariz, seus cílios, mas o seu sorriso. Ah, esse derruba qualquer um. Eu amo até seu nome. Você tem noção do que é amor? Se você souber o que é isso você sabe o que eu sinto por você, é algo tão puro, tão único, tão sincero. Ninguém jamais conseguiria acabar com isso, podem até acabar comigo, mas nunca com o que eu sinto. Principalmente o que eu sinto por você.
Não choro, porque você me ensinou a sorrir.
Não sofro, porque você me ensinou a amar.
Não morro, porque você me ensinou a viver.
Mas se um dia você deixar de existir eu choro, sofro e até morro, porque a única coisa que você não me ensinou foi viver sem você.
AMO-TE!