Você precisa dos outros? Você valoriza o auxílio do próximo? A autossuficiência gera em todo ser humano um sentimento de onipotência que é falso e pode levá-lo a crer que não precisa de mais ninguém para fazer e acontecer.
Li certa vez a história de um menino de 3 anos que caminhava ao lado de seu pai. Ele carregava um cantil cheio de água mesmo contra a vontade do seu pai.
Já cansado de tanto andar ele lutava para não entregar os pontos pois dissera ao pai que aquele cantil não iria fazê-lo cansar mais rápido e que ele o carregaria até o destino final. Depois de mais alguns metros de caminhada ele finalmente disse:
Papai, me dá colo por favor!
Então com um sorriso o pai colocou o menino nos ombros e o carregou até o destino. No exato momento em que o garoto foi colocado no chão ele exclamou: Viu só papai, eu consegui carregar o cantil até aqui!
Talvez a sua primeira reação seja de sorrir ao perceber a ingenuidade daquele garoto. Mas não é exatamente assim que tantas vezes nós nos comportamos?
É claro que em sociedade organizada podemos nos precaver e planejar algumas coisas, mas que ironia pensarmos que carregamos o "cantil" durante toda a viagem sozinhos.
Meu sofrimento aqui encerra
essa louca e amarga dor.
Tantos morrendo em guerra
eu morrendo de amor.
Vejo que o mundo se cansa,
de lutar e de sofrer.
e eu canso-me de esperança,
de um dia lhe esquecer.
O mundo sofre em brigar,
de matar... ou morre...
Eu sofro por amar.
O que se pode fazer?
Os amigos de verdade se revelam, não nos momentos felizes e fáceis da vida, mas sim nos momentos mais difíceis, nos momentos em que não temos um sorriso no rosto, mas sim lágrimas. Os amigos de verdade, se revelam quando precisamos de um ombro amigo e um colo para nos abrigar.
Nesta fase tão complicada da minha vida vi muitos amigos se afastarem, mas os que ficaram sei reconhecer que são os meus amigos de verdade, e eu agradeço muito por isso. Agradeço por terem ficado ao meu lado, agradeço por terem entendido o meu momento, as minhas fraquezas, a minha instabilidade e a minha indisposição.
Agora que a nuvem negra que pairava sobre mim passou, reconheço mais do que nunca a importância que cada um de vocês teve. Sem vocês eu não teria conseguido prosseguir, vocês foram a minha força, vocês me deram coragem para seguir em frente.
Fico feliz e aliviada em saber que neste mundo, onde há tanta gente egoísta, há também muitas pessoas em quem podemos confiar e com quem podemos contar. Obrigada pela amizade incondicional de vocês! O que posso fazer é dizer que eu também estou aqui para o que der e vier. Contem comigo! Amo muito vocês!
Essa lembrança que nos vem às vezes...
folha súbita
que tomba
abrindo na memória a flor silenciosa
de mil e uma pétalas concêntricas...
Essa lembrança... mas de onde? de quem?
Essa lembrança talvez nem seja nossa,
mas de alguém que, pensando em nós, só possa
mandar um eco do seu pensamento
nessa mensagem pelos céus perdida...
Ai! Tão perdida
que nem se possa saber mais de quem!
Mário Quintana
Certamente você conhece pelo menos uma pessoa ranzinza, do tipo que não passa muito tempo sem reclamar de algo e vive constantemente irritado. Apesar de não ser nada fácil conviver diariamente com pessoas que têm esta característica, também é muito complicado passar boa parte da vida insatisfeito com tudo que encontra pela frente.
Obviamente que boa parte desta irritação pode ter sido originado em algum momento da educação durante a infância, mas é possível também que as circunstâncias da vida tenham transformado a vida desta pessoa em um mundo coberto pela cor cinza. Mas como quase tudo nesta vida não é definitivo, existe a possibilidade de inserir outras cores além do cinza.
A vida é muito dinâmica e incerta, para perdermos tempo com pequenas bobagens. Devemos ter sempre em mente que nós somos os autores da nossa própria vida. Se algo nos incomoda, não é apenas reclamando que tudo mudará automaticamente, muito menos se não houver nenhum esforço despendido.
Se algo o incomoda, faça por onde e mude! Tente fazer isto mais vezes e veja como é bem mais fácil encontrar um pouquinho de felicidade do que pensa.