O Sol, revela-se a nós em seu fulgor bailando como uma criança, ao amanhecer do dia.
A tarde, traz aconchego com seu suave dourado.
No decorrer de nossa vida, em tenra idade nos mostramos com disposição e vontade de viver, com o passar dos anos, muitas vezes perdemos o brilho, o ânimo e a vaidade.
Devemos olhar o astro rei, que sem perder o brio da esperança, renasce em sua ciranda, prossegue saudando aos homens e a natureza, mostrando que cada idade ou posição tem em si a sua própria BELEZA.
Eu só quero estar lá quando estivermos presos na chuva. Eu só quero ver você rir, não chorar. Eu só quero sentir você quando a noite chegar, estou sem palavras, não me diga, porque tudo o que posso dizer é: eu te amo até o fim.
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente.
O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [... ] Deverei continuara acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura.
Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.
Hoje me lembrei de você, com muita saudade. A saudade, esse sentimento único. Que nos mostra quem são as pessoas, que realmente marcaram nossas vidas. Você é uma dessas raras pessoas, que a gente nunca esquece. A saudade é um sentimento que nos alegra por nos dar a certeza que temos pessoas importantes no nosso convívio e também nos entristece, por lembrar que essas pessoas estão distantes. Senti sua falta. Mande-me notícias. Quero saber como você está, se está feliz, com saúde... Se estiver com saudades, me responda esta mensagem
Estava desgastado, arranhado... E o leiloeiro achou que valia muito pouco, desperdiçar seu tempo com velho violino. Mas o segurou sorrindo.
- Quanto eu valho, boa gente – gritou como se fosse o violino.
- Quem começará a ofertar por mim?
- Um dólar, um dólar... Ouvi dois?
Dois dólares, quem dá três?
Dois dólares, dou-lhe uma, três dólares, dou-lhe uma...
Três dólares, fechado... Mas não!
Do fundo do salão um homem de barbas grisalhas aproximou-se, pega o objeto, soprando do violino a poeira. E afinou-lhe as cordas.
Ele tocou uma melodia, pura e doce, tão doce quanto o cantar do anjo.
A música cessou, e o leiloeiro, com uma voz tranquila, diz baixinho.
- Quanto dou agora por este velho violino? – enquanto o segurava ao alto.
- Mil? Um mil, ou ouvi dois?
Dois mil, alguém oferece três?
Três mil, dou-lhe uma, três mil dou-lhe duas.
- Fechado – disse ele.
A audiência aplaudiu, mas alguns gritaram:
- Não entendemos bem. O que mudou o seu valor?
Num átimo chega a resposta:
- O toque das mãos do mestre.