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Mãe, você não está mais entre nós fisicamente, mas neste Dia das Mães quero lembrar com carinho todos os lindos momentos que passamos juntos. A saudade é grande, mas sempre lembraremos da sua força, determinação, coragem e principalmente do amor à vida que sempre teve. Você ficará eternamente em nosso corações. Te amo e sempre te amarei, saudades eternas.

O que podemos aprender com o mundo real e da benevolência? Durante a vida, nos defrontamos com muitos desafios. O maior deles, talvez, seja o de compreender a nós mesmos, de amar mais o que temos e menos o que ainda não conquistamos.
Talvez, devemos olhar a vida como quem pergunta: como eu posso contribuir para a construção de um mundo melhor, ao invés de o que a vida pode me proporcionar de melhor?
George Washington Carver, nos alerta: Até onde você vai na vida depende do seu modo de ser... Atencioso com os jovens compassivo com o idoso Simpático com o esforço tolerante com os fracos e os fortes porque... alguns dias em sua vida, você terá sido todos eles.
A poetisa Cora Coralina nos ensina: Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Pense nisso e ótimo dia.

Você é uma guerreira, amiga! Agora a situação já não é tão delicada, e sua recuperação está correndo muito bem. Você vai sair dessa em breve – tenho certeza, até porque o mais difícil já foi superado.

Agora é só percorrer a fase final até à meta da felicidade novamente. Acredite que tenho muito orgulho em você por toda sua força, determinação e empenho. Você é a prova que a fé ajuda a resolver muita coisa! Agradeço por você ser tão inspiradora!

De todos que me beijaram
De todos que me abraçaram
Já nem lembro, nem sei
Foram tantos que me amaram
Foram tantos os que eu amei
Mas tu que rude contraste,
Tu que jamais me beijaste,
Tu que jamais abracei,
Só tu nesta alma ficaste
De todos os que eu AMEI!

Ferido e caído, sem forças pra levantar. apenas tentando continuar. sem o menor resíduo de resistência. sem a menor possibilidade de suportar sobre si mais um grama. desfalecido, entregue ao momento desencadeador do concreto e do abstrato. entre o sólido e o abrir as asas para o desconhecido. entre o inspirar e o não liberar a expiração. entre o continuar e a terminação. completamente entregue ao minúsculo instante da extração do que se tritura para liberar o sumo. entre a filtração do insubstancial e a substância. no momento último do fim e o iniciar da devolução. no escapar do ajuntamento de uma fenda. bem aí, logo aí, a vida desvia o olhar e alheia-se à cruciação. Então, o que pode nos aliviar? Alguém responde: a esperança de que Ele nos volte Sua face e mais uma vez diga: num ímpeto de ira, por um momento eu escondi de você o meu rosto. agora, com amor eterno, volto a me compadecer de você (Is 54:8).