Você é o melhor namorado que algum dia desejei ter em minha vida! Não há dia que passe que não agradeça a Deus por Ele me ter colocado em seus braços. Me sinto segura junto de você, me sinto tranquila, me sinto realizada. Você é o país maior e mais belo de todo meu mundo, de todo meu universo, e eu sei que isso tem o dedo de Deus. Por algum motivo ele achou que eu merecia receber a dádiva do amor correspondido.
Sinto que minha vida era como uma refeição sem sal, era doce sem açúcar, era mar sem água. Agora que compartilho minha vida com você, parece até que minha vida é mais doce e que detenho o alimento para conseguir voar sobre qualquer sonho, o amor. Tudo isso e muito mais só é possível graças à sua presença em meus dias, sabe? Parece que você é ventania no campo e é calor para girassol. Até à luz tem uma cor diferente agora. Coisas dessas são obra de Deus. A ele vou dizer sempre "obrigado!". A você, meu bem, digo "vou sempre amar você!".
Era uma vez um jovem chamado Srona, de delicada saúde, e que nascera em uma rica família. Como, seriamente ansiasse obter a iluminação, tornou-se um discípulo do Buda. Com este propósito, dedicou-se e se esforçou tanto que seus pés chegaram a sangrar.
O Buda dele se compadeceu e lhe disse: - Srona, meu jovem, você já estudou harpa. Pois então deve saber que a harpa não produz música se suas cordas estiverem muito esticadas ou então frouxas demais. Ela produzirá música somente quando as cordas estiverem corretamente estiradas.
E o Buda continuou: - O treinamento para a iluminação é exatamente como o ajuste das cordas da harpa. Você não pode alcançar a iluminação se deixar as cordas de sua mente estiradas ou frouxas demais. Deve estar sempre atento e agir sabiamente.
Tirando grande proveito destas palavras, Srona alcançou aquilo que procurava.
Cá entre nós e que ninguém nos ouça:
É pena que alguns familiares, amigos e conhecidos
não consigam entender a grandeza da amizade
que compartilhamos através da nossa rede virtual.
Eles não podem compreender
como pessoas podem trocar tanto carinho,
sem nunca ter se encontrado,
sem nunca ter se visto,
sem nunca ter se conhecido pessoalmente.
Cá entre nós e que ninguém nos ouça:
Eu quero que você saiba como você é importante
e o quanto representa para mim neste espaço virtual.
Nós dividimos nossos pensamentos,
nossos sonhos, nossos planos para o futuro...
Com que outro meio faríamos isso tão bem?!?
Eles não sabem que nós
não nos julgamos nem nos condenamos:
apenas buscamos e oferecemos mãos para ajudar.
Não sabem que trocamos abraços ( e até beijinhos! )
Eles não sabem que nós,
amigos virtuais, nos preocupamos um com o outro,
ponderamos situações
e trocamos tantas coisas que aprendemos aqui.
Eles não sabem o quanto podemos e temos ainda a aprender!
Cá entre nós e que ninguém nos ouça:
Eu quero que você saiba
que meus dias são mais brilhantes
e que meus pensamentos são muito mais felizes
só por sua causa.
Eis porque agora eu lhe envio esta "sigilosa" mensagem:
Quero que você sinta
que existe alguém aqui que se importa com você,
que quer dar brilho ao seu dia,
que deseja-lhe toda a felicidade
em todos os dias de sua vida!
Cá entre nós e que ninguém nos ouça:
Eu agradeço aos céus este mundo virtual
porque sem ele eu nunca conseguiria
chegar assim tão perto de você!
Hoje quis guardar uns minutos do meu dia para dizer que você é muito importante para mim. A vida nem sempre nos permite estar perto daqueles que mais gostamos e eu sei como tenho estado ausente nos últimos tempos.
Peço que você me desculpe por as coisas terem mudado assim tanto. Quero que saiba que a nossa amizade continua sendo um bem precioso que eu sempre guardarei em meu coração.
Houve uma reunião em uma marcenaria, onde as ferramentas se juntaram para acertar suas diferenças. O martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes o notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia barulho demais e além disso passava o tempo todo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito. Nesse momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu em um fino móvel. Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembleia recomeçou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.
Então a assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato. Então se sentiram como uma equipe capaz de produzir belos móveis da mais alta qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos.
O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação fica tensa e negativa. Ao contrário, quando se buscam com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades, isso é para os sábios!