Pelas dificuldades de cada dia... Pelos amigos que se transformaram em nossos opositores... Pelos companheiros que nos deixaram a sós...
Pelas críticas destrutivas que nos açoitaram a alma... Pelos desenganos que nos atingem... Pelos irmãos que nos ridicularizam...
Pelos entes amados que só nos fazem problemas... Pelas criaturas que nos induzem a tentação... Pelos adversários que nos acusam sem motivo...
Por todos aqueles que nos obrigam a entesourar as luzes da experiência... Nós te agradecemos com respeito e amor, repetimos tranquilos:
"OBRIGADO, MEU DEUS..."
Em tempos atrás viviam duas crianças, um menino e uma menina, que tinham entre quatro e cinco anos de idade. O menino chamava-se Amor e a Menina Loucura.
O Amor sempre foi uma criança calma, doce e compreensiva. Já Loucura era muito emotiva, passional e impulsiva, enfim, do tipo que jamais levava desaforo para casa. Entretanto com todas as diferenças as crianças cresciam juntas, inseparáveis. brincando, brigando... Mas houve um dia em que o Amor não estava muito bem, e acabou cedendo às provocações de Loucura, com a qual teve uma discussão muito feia.
Ela não deixava nada barato, estava furiosa como nunca com o Amor, começou a agredi-lo, mas não só verbalmente como de costume. A menina estava tão descontrolada que agrediu o garoto fisicamente e, antes que pudesse perceber, arrancou os olhos do Amor.
O Amor sem saber o que fazer, chorando foi contar à sua mãe, a deusa Afrodite, o que havia ocorrido. Inconsolada, Afrodite implorou à Zeus que ajudasse seu filho e que castigasse, Loucura. Zeus, por sua vez, ordenou que chamassem a garota para uma séria conversa.
Ao ser interrogada a menina respondeu como se estivesse com a razão que o Amor havia lhe aborrecido e que foi merecido tudo o que aconteceu. Embora soubesse que não fora justa com seu amigo, a menina que nunca soube se desculpar concluiu dizendo que a culpa havia sido do Amor e que não estava nem um pouco arrependida.
Zeus, perplexo com a aparente frieza daquela criança disse que nada poderia fazer para devolver a visão do Amor, mas, ordenou que Loucura estaria condenada a guiá-lo por toda a eternidade estando sempre junto ao Amor em cada passo que este desse. E até hoje eles caminham juntos, onde quer que o Amor esteja com ele estará Loucura, quase que fundidos numa só essência. Tão unidos que por vezes não se consegue definir onde termina o Amor e onde começa a Loucura.
E também por isso que usa-se dizer que o Amor é cego. mas isso não é verdade, pois o Amor tem os olhos da Loucura.
Chegou a Páscoa mais uma vez. E na correria da vida, com tantos compromissos e tarefas para cumprir, muitas vezes esquecemos o que realmente importa nesta data. Será comprar? Comer? Isso é o que a sociedade quer colocar em frente aos nossos olhos. É essencial enxergar para lá da cortina de fumaça.
A Páscoa é a celebração daquilo que se faz novo. É valorizar a morte e a ressurreição de Jesus, que nos ama e quer ter um relacionamento com cada um.
Não sei como está o teu coração nesta data, mas a minha oração é que, assim como Jesus voltou à vida, que Deus também possa fazer renascer a tua alegria, a tua esperança e os sonhos que você pensava que não voltariam mais. Nem a morte conseguiu parar Jesus, por isso creia n'Ele e tudo será possível!
Boa Páscoa para todos os meus amigos e família!
Tanto foi o carinho e o amor que de vocês eu recebi, tantos os ensinamentos que com vocês eu aprendi, tantas as lágrimas que verti quando vi vocês partirem para sempre, meus queridos e saudosos avós.
Muitas são as saudades que sinto de vocês, e como lamento saber que jamais serão saciadas. Muitos são os pensamentos que a cada um de vocês eu dedico diariamente, e muito será sempre o amor que por vocês eu guardo em meu coração. Descansem em paz, queridos avós!
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênue nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparar que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Paz perfeita.
Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê?
"Porque" explicou o rei: "paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor."
"Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração." "Este é o verdadeiro significado da paz"