Perdoe-me pelas vezes que já te magoei, pelas vezes que fiz que lágrimas caíssem dos teus olhos e molhassem esse teu rostinho. Perdoe-me pelas vezes em que não pude evitar que o mundo te decepcionasse, pelas vezes em que não estava presente quando aquilo que mais queria era um simples sorriso.
Lembre-se, minha pequena e frágil borboleta, que não estás sozinha!
Seremos o vento quando precisar abrir as asas e voar em direção à liberdade, seremos a lua pra tomar conta de você quando estiver dormindo para que possa sonhar à vontade.
Nunca deixe que te digam que a dor nunca tem fim, que te façam acreditar que a luta será em vão, que não terá a chance de ter ao teu alcance o que faz transformar sonhos em realidade!
Tudo sempre acaba bem... e se não está bem é porque ainda não acabou! Jamais esqueça que o impossível é apenas mais uma meta a ser alcançada e ultrapassada e que coragem é deixar que aquilo que desejamos seja mais importante do que o medo que sentimos!
Um carpinteiro e seus auxiliares viajavam pela província de Qi, em busca de material para construções. Viram uma árvore gigantesca. cinco homens de mãos dadas não conseguiam abraçá-la. e seu topo era tão alto que quase tocava as nuvens.
Não vamos perder nosso tempo com esta árvore – disse o mestre carpinteiro. – Para cortá-la, demoraremos muito. Se quisermos fazer um barco, ele afundará – de tão pesado.
Se resolvermos usá-la para a estrutura de um teto, as paredes terão que ser exageradamente resistentes.
O grupo seguiu adiante. Um dos aprendizes comentou: – É uma árvore tão grande e não serve para nada!
– Você está enganado disse o mestre carpinteiro. Ela apenas seguiu seu destino a sua maneira. Se fosse igual às outras, nós já a teríamos cortado. Mas porque teve coragem de ser diferente, permanecerá viva e forte por muito tempo.
Quando você foi embora
A noite se fez eterna
O sol parou de brilhar
A casa ficou vazia
A lareira não aquecia
A coberta não embalava as noites frias
As velas se apagaram
As flores murcharam
Quanta vida, luz e aconchego essa despedida carregou?
Não sei dizer, apenas sentir
As lágrimas escorrem sem ao menos avisar
E assim vou caminhando
Tentando juntar os pedaços que ficaram
Os pedaços de amor, de luz, de vida
Como é difícil colocá-los juntos novamente
A despedida é dura, não dá trégua, traz sofrimento
Mas eu lutarei contra esse vazio, essa escuridão
O sol há de brilhar novamente
O sol há de invadir a minha sala, que agora é só minha
O sol há de regar as minhas flores e o meu jardim
Sim, eu vou me fortalecer
E reconstruir a minha casa após essa despedida
E quando um novo amor chegar, a minha casa estará pronta
Pronta para receber todas as flores, com velas e música
Sim, a despedida não pode carregar as minhas esperanças
E nem o meu amor.
Antes, com o sentimento adormecido,
Sentia-me tranquila, porém, sozinha.
Ao te reencontrar, a paz mascarada, que em mim havia, caiu vazia.
Despertando saudades do pouco que tivemos e desejos de vivermos o que antes não vivemos.
É difícil admitir, mas o nosso reencontro
foi marcante, e muito especial pra mim.
Sei, que sem querer e sem perceber, deste me
um novo fôlego de vida,
uma pequena esperança até então perdida.
Ah!... Se ao menos soubesse se faço parte dos desejos do teu coração.
Tomaria com certeza uma decisão.
Agora depois que te reencontrei, difícil mesmo será prosseguir a vida,
da mesma forma que seguia, na mesma direção e vazia.
Você podia ter tomado outras opções. Podia ter seguido outros caminhos, outras estradas na vida. Mas você escolheu ficar comigo! Só posso agradecer! Você é o amor da minha vida.
E não tem essa coisa de mãe adotiva entre nós. Você é minha mãe – adquiriu esse direito no primeiro instante que o amor se lembrou de nós. Sou feliz porque você existe, sabe? Sua presença na minha vida é o ar que respiro. Um agradecimento eterno, mãe!