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Quem conhece os outros é um erudito. Quem se conhece, é um sábio. Você é alguém, pode ter certeza. Porque Deus nunca desperdiça o seu tempo para fazer "ninguém". Você foi planejado para ser distinto, especial, insubstituível e único.
Dentre os mais de 6 bilhões de pessoas nesse mundo, não há duas que sejam iguais... Todos somos "originais"! Mas muitos insistem em ser cópias dos outros. Recuse ser uma cópia. Avance além da média!
Você é muito mais do que 208 ossos, 500 músculos, 7 mil nervos e alguns quilos de pele. Evite o mínimo, persiga o máximo. As pessoas que têm medo de subir mais alto em busca do triunfo, são aquelas que perderam a confiança...
Ou que perderam a fé na sua capacidade. Algumas nem percebem que têm potencial para fazer algo mais. Se você não se ajuda a sair do marasmo, quem ajudará?
Nem sempre dá pra fazer tudo... Mas, nem por isso, se recuse a fazer algo que faça a diferença... Não se esforce para ser aceito, mas lute para ser você mesmo.
Quantas coisas significativas deixamos de fazer na vida por achar que é tarde demais... Tenha a força... É preciso se convencer de que o sucesso, o triunfo, está em você.

Para rachar a gasolina, emprestar a prancha,
recomendar um disco, dar carona para festa,
passar cola, caminhar no shopping,
segurar a barra?
Todas as alternativas estão corretas, porém
isso não basta para guardar um amigo
do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu
em seu último livro, "A Identidade", que
a amizade é indispensável para o bom
funcionamento da memória e para a
integridade do próprio eu.
Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho,
que através deles podemos nos olhar.
Vai além: diz que toda amizade é uma aliança
contra a adversidade, aliança sem a qual
o ser humano ficaria desarmado
contra seus inimigos. Verdade verdadeira.
Amigos recentes custam a perceber essa aliança,
não valorizam ainda o que está sendo contraído.
São amizades não testadas pelo tempo, não se
sabe se enfrentarão com solidez as tempestades
ou se serão varridas em uma chuva de verão.
Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina:
racha lembranças, crises de choro, experiências.
Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha.
Empresta o verbo, empresta o ombro,
empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego,
recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa.
Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola.
Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo,
sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas.
Segura a mão, a ausência, segura um confissão,
segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem.
Se tiver um, amém!

Tenha uma boa tarde, você que olha pela janela e vê o sol espalhar seus braços quentes de luz pelo mundo. Tenha uma boa tarde, você que olha pela janela e vê o céu regando a terra com suas brilhantes gotas de chuva. Tenha uma boa tarde, você e você e você, esteja onde estiver, independentemente do que esteja a fazer!

Boa tarde para todos, com alegria e muita esperança no coração! Pois a vida é curta e preciosa demais para que seja de outra forma. Então na dúvida, opte pelo perdão, pelo sorriso, pela bondade, pela compaixão, pelo amor.

Faça da sua vida a melhor que conseguir e estará fazendo do mundo um lugar perfeito para si e para os que rodeiam você. Seja feliz, você e você e você! Sejam todos felizes e continuem desfrutando desta magnífica tarde!

Um monge muito sábio estava visitando um vilarejo com seus discípulos.
Na praça principal ele teve a oportunidade de falar publicamente.
Todos ouviam o sábio atentamente até que um homem começou a agredi-lo verbalmente, atingindo sua honra pessoal, xingando-o com palavras desagradáveis e duras. O sábio nada disse e os discípulos ficaram inquietos.
O ofensor continuou, desta vez com mais veemência, ofendendo não só a honra do monge, mas a de todos os seus discípulos também.
Por isso mesmo, uma resposta parecia mais necessária. Mas o monge não disse nada.
Numa estocada final, o homem ofendeu todos os antepassados do sábio, a coisa mais desonrosa e agressiva que alguém pode proferir. Mas o monge não respondeu absolutamente nada. Apenas caminhou para longe, seguido por seus discípulos intrigados.
Já afastados da praça, os discípulos resolveram indagá-lo.
- Mestre, nós acompanhamos toda a injustiça que o senhor sofreu e não entendemos por que o senhor,
tão sábio não respondeu nada ao seu ofensor.
- Isso mesmo, mestre disse outro discípulo ele ofendeu todos os seus antepassados e o senhor nada respondeu!
Por que, mestre? Será que podemos ao menos tirar um ensinamento desse momento tão ruim?
E o mestre respondeu:
- Se eu oferecer a você um presente ruim, um rato morto e infestado de peste, você o aceita?
- Claro que não, mestre! responderam todos em uníssono.
- Então, se um homem me oferece o mal, seja materialmente ou com palavras e eu não o aceito, quem vai embora com ele?
E assim, o mestre e seus discípulos seguiram seu caminho.

Temos um elo forte,
pior que maldição,
uma amizade eterna que vai além da perfeição.
Uma exclusiva, e interrompível ligação.
Nem a distância,
nem o vento,
nem quem ela traz esse tal de 'tempo';
Nada nos afasta em nenhum momento.
Sem essa coisa de corpo presente;
Temos uma amizade rica,
que vale mais que dinheiro ou bem qualquer existente!
Inseparáveis,
mesmo de longe,
o coração e a mente de cada uma vive unido com o outro.
Ter verdadeiros amigos nessa vida é maravilhoso.

Pabline Bomfim