Em um mundo onde tudo é permitido e todos os valores estão mudados, da beleza ao que se põe à mesa, ter ousadia é ser simples. Ter um estilo irreverente não é mais ser ousado, pintar os cabelos de azul, não é ser ousado. Ter o corpo cheio de tatuagens não é ser ousado. Ter dois ou três namorados ao mesmo tempo não é mais ser ousado.
Em um mundo onde tudo muda com a moda da estação, os laços, amores, e tudo o mais se dissolvem no ar, ser ousado e autêntico é ter a coragem de ser você, sem seguir estilos nem tribos! Hoje em dia ousadia é não seguir modismos. Ser simples é mais ousado do que ser arrojado. Ser ousado é viver de acordo com o que manda o seu coração.
É não expor a vida a cada passo que dá, é saber fazer sua própria comida, lavar a sua própria roupa, ficar em casa no sábado à noite lendo um livro, visitar os avós, ter planos para o futuro, acreditar no amor, querer ter filhos, e ter uma horta no quintal. Em um mundo todo modernoso, ser quadrado é o novo ser ousado!
Foi há vinte e cinco anos atrás que vocês juraram amor para sempre. Uma promessa sincera que vinha do coração, um forte desejo de quem lutava por uma história de paixão. O tempo veio dar razão a esse sonho. Tudo passou rápido, mas no final vocês estão juntos e isso é o que realmente importa.
Quero felicitar vocês pelas bodas de prata, uma data que certamente recordam com carinho. Tem sido um prazer acompanhar os dois de perto e partilhar uma maravilhosa amizade que me deixa tão feliz. Vocês são um casal exemplar, cada vez mais unido e que tem superado as dificuldades da vida.
Que mais anos de felicidade estejam chegando porque vocês merecem. Que as bênçãos nunca deixem de estar presentes para toda a família. Acima de tudo, que o amor continue sendo o alicerce do casamento de vocês, pois essa é a única forma de ele se prolongar eternamente.
Tenho saudade dos seus beijos
Das suas caricias
Da sua companhia
Do seu jeito de ser
Tenho saudade do tempo
Que compartilhei com você
Minhas alegrias e tristezas
Tenho saudade de sua alegria
Tenho saudade de você.
Richard estava em seu primeiro ano de motorista, o que deixava Jerry, seu pai, bastante preocupado. O medo de um acidente somente aumentava sua ansiedade.
Um dia, Richard disse a seu pai que sairia para um passeio. - Dirija com cuidado! Jerry avisou.
Richard virou para seu pai com um olhar desgostoso e perguntou, - Porque você sempre diz a mesma coisa?
- Digo o que?
- Vá com cuidado. É como se você não confiasse em mim na direção!
- Não é isso, filho, – Jerry explicou – é apenas a minha maneira de dizer: eu amo você.
- Bem, pai, se você quer dizer que me ama, diga isso! Richard respondeu. - Mas... – Jerry hesitou – o que seus amigos pensarão disto? Se eu disser que amo você, você pode ficar embaraçado.
- Nesse caso, pai, quando você estiver dizendo adeus, apenas ponha sua mão perto de seu coração, e eu farei o mesmo. Richard ofereceu. - De acordo. Jerry disse, terminando a conversa.
Alguns dias mais tarde, Richard estava pronto para sair outra vez, desta vez com um amigo. - Posso pegar as chaves, pai? Perguntou.
- Sim. Onde vão?
- Até a cidade.
Jerry lançou-lhe as chaves. - Richard, divirta-se. Disse, colocando sua mão perto do coração. Richard fez o mesmo. - Obrigado, pai. Jerry, então, deu uma piscada.
Richard voltou até seu pai e sussurrou, - Piscadas não faziam parte do acordo.
Jerry ficou ligeiramente embaraçado. Richard dirigiu-se para a porta. - Aprovado, pai, tchau. Disse e, antes de fechar a porta, olhou para trás e piscou.
Como se fosse no primeiro mês, aquela intensidade volta, o frio no estômago volta, a incerteza volta, a ansiedade volta, a vontade de estar junto volta.
Como no quarto mês, a preocupação volta, o querer cuidar volta, a vontade do abraço demorado volta.
Como no sexto mês a dúvida volta, a vontade permanece, o querer fazer melhor volta.
Como depois de um ano, a vontade de seguir em frente volta, o fio quase invisível de esperança volta, a saudade do começo volta.
Como no último mês, o medo volta, a falta de direção volta, a incapacidade de raciocinar volta.
Como no primeiro mês, o amor volta. Porque no fim sempre lembramos do começo.