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Eu sei e você sabe,
Já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo
Levará você de mim.
Eu sei e você sabe,
Que a distância não existe
Que todo grande amor,
Só é bem grande se for triste.
Por isso, meu amor,
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos,
Me encaminham para você.
Te Amo Muito!

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite.
A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole".

E disse Deus à humanidade: olhe, eu fiz você para que sempre possa abrir uns olhos novos e rir diante da morte ou se voltar a mim, alvoroçada de medo ou de esperança, e sentir-me Papai, Mamãe, Ternura.
Eu fiz você criança para que brinque sempre com todo esse brinquedo do universo infinito.
Sem quebrá-lo, porém, e sem se machucar, minha pequena!
Sempre brincando juntos os irmãos e as irmãs, iguais no jogo!
Agora estamos em um novo milênio, para você brincar. Não vá crescer demais.
Não vá querer soltar-se de minha mão, pequena!
Não vá fazer da vida um banco, um mercado, um navio de guerra!
Venha, me olhe bem na face a face: não está vendo meus olhos em seus olhos?
Cada dia amanheço neste breve horizonte de seus dias, pequena. Cada noite aconchego sua lua espantada.
Sempre estou acolhendo seus tropeços, seus sonhos, seu amor, sua vida, que é minha pequena!

Era uma vez um rico lavrador que tinha 3 filhos. Um dia, ele reuniu os rapazes e disse que na fazenda havia um grande tesouro enterrado, bem escondido... Aquele que mais trabalhasse e cavasse a terra haveria de encontrar uma enorme riqueza.
Os filhos, então, se puseram a trabalhar. Revolveram a terra palmo a palmo. Mexeram, cavaram, sem descanso e sem cansaço. E, quanto mais trabalhavam, a terra mais revolviam e fertilizavam o solo e tanto mais colheita conseguiam.
Foi então que os rapazes perceberam o que o velho pai queria lhes ensinar:
Não havia nenhuma arca de tesouro escondida naqueles campos. Havia o trabalho este sim o valor mais verdadeiro que pode transformar as pessoas e o mundo. O trabalhador transforma o mundo.
Essa fábula faz refletir que muitas pessoas esperam que a fortuna caia do céu. Não adianta fórmulas mágicas para descobrir que nada pode substituir o trabalho de todos os dias. Só assim vamos perceber que, às vezes, procuramos longe o que está perto de nós, ao nosso alcance. O único lugar que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.

A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor
que até hoje a lua insiste:
— Amanheça, por favor!