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Meu filho, desde o dia em que soube que o carregava no meu ventre que você passou a ser o que de mais importante existe em minha vida. A você eu entreguei o meu amor incondicional, e mesmo agora, nesta fase em que toda sua rebeldia está roubando protagonismo, eu continuo sendo sua mãe e amando você, não importa o quê!

Saiba que ficarei do seu lado, independentemente de tudo, pois acredito que esta é apenas uma fase própria da juventude, e que rapidamente passará.

Não é o mais brilhante,
mas é o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
Não importa o tempo, a ausência,
os adiantamentos, a distância,
as impossibilidades.

Quando há AFINIDADE,
qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa,
o afeto, no exato ponto
de onde foi interrompido.

AFINIDADE
é não haver
tempo mediante a vida.
É a vitória do adivinhado sobre o real,
do subjetivo sobre o objetivo,
do permanente sobre o passageiro,
do básico sobre o superficial.

Ter AFINIDADE é muito raro,
mas quando ela existe,
não precisa de códigos
verbais para se manifestar.
Ela existia antes do conhecimento,
irradia durante e permanece depois que as
pessoas deixam de estar juntas.

AFINIDADE
é ficar longe,
pensando parecido a
respeito dos mesmos fatos que
impressionam, comovem, sensibilizam.

AFINIDADE
é receber o que vem
de dentro com uma aceitação
anterior ao entendimento.

AFINIDADE
é sentir com...
Nem sentir contra, sem sentir para...
Sentir com e não ter necessidade de
explicação do que está sentindo.
É olhar e perceber.

AFINIDADE
é um sentimento singular,
discreto e independente.
Pode existir a quilômetros de distância,
mas é adivinhado na maneira de falar,
de escrever,
de andar,
de respirar...

AFINIDADE
é retomar a relação
no tempo em que parou.
Porque ele (tempo) e
ela (separação) nunca existiram.
Foi apenas a oportunidade dada (tirada)
pelo tempo para que a maturação
pudesse ocorrer e que cada
pessoa pudesse ser cada vez mais.

Arthur da Távola

A um certo homem de negócios foi solicitado um donativo, em benefício de algumas obras assistenciais que vinham sofrendo muito pela falta de recursos. O homem, entendendo o valor dessas obras e desejando colaborar também em favor dos oprimidos, pobres e sofredores, prontamente preparou e entregou nas mãos do solicitante um cheque portador de uma respeitável soma que daria, certamente, para suprir várias necessidades urgentes.
Enquanto ainda recebia as expressões de reconhecimento, feitas em nome das instituições beneficiadas, chegou um dos seus secretários trazendo-lhe um telegrama. Pediu licença e imediatamente leu a mensagem contida no referido telegrama. O seu semblante manifestou uma perturbação visível e, sem fazer segredo, disse ao solicitante, ainda presente:
– Este telegrama participa-me sobre o naufrágio de um dos meus cargueiros e a consequente perda da respectiva mercadoria que transportava. Isto me obriga a alterar agora o meu donativo e terei de lhe preparar um novo cheque. Não me leve a mal, amigo, mas é absolutamente necessário que eu assim proceda. Espere por uns poucos instantes, por favor.
O solicitante das obras sociais em questão compreendeu perfeitamente a situação e lhe devolveu de imediato o cheque, julgando que ele passaria outro, de menor valor. O negociante fez outro e o entregou. Mas, qual não foi o seu espanto ao verificar que o novo cheque representava o dobro do valor do primeiro. Um tanto conturbado, indagou o solicitante:
– Não teria o prezado amigo se enganado, ao preencher esse cheque?
– Não – respondeu o homem de negócios. – Não me enganei. Essa importância está correta. E naquele momento, com os olhos marejados pelas lágrimas que não puderam ser evitadas, o homem continuou:
– Eu conheço bem os ensinamentos de Cristo que recomendou: "Não ajunteis tesouros na terra." Mas só ao ocorrer um prejuízo dessa monta é que a gente desperta no sentido de estar lutando apenas por uma coisa perecível e passageira. É preciso pensar também, aliás, muito mais, nos valores eternos – os que permanecem.

Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira". Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por esta pessoa.
Quando alguém está em sua vida por uma "Razão" é, geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente. Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são! Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim.
Ás vezes, essas pessoas morrem. Ás vezes, eles simplesmente se vão. Ás vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho delas, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.
Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer... Acredite! É real! Mas somente por uma "Estação".
Relacionamentos de uma "Vida Inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.

Namorar é algo que vai muito além de cobranças. É cuidar do outro, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Somos livres para optarmos, ser feliz não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento.