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Sabe amiga, sempre que olho para você fico pensando que tudo é possível. Pois se não fosse assim, quais seriam as chances de encontrar na minha vida uma pessoa tão louca e desorientada como eu?

E como se não bastasse a maluquice, ainda compartilhamos da pobreza e da péssima alergia a roupa barata e gente brega! Nossa, não sei como vai ser nosso futuro, só sei que assim estamos ferradas.

Mas que seja, e na pobreza ou na miséria, na loucura ou no delírio, sei que eu tenho você do meu lado, e você sempre terá a mim! Estaremos sempre juntas, mandando ver e amigas como deve ser!

A menina pediu para ir à feira com o pai, pois a mãe estava gripada. A menina alegou que conhecia as melhores barracas, nas quais a mãe costumava comprar.
No meio do caminho, ela viu um garoto que vendia pintinhos. Pediu que o pai comprasse um.
– Mas para quê você vai querer um pintinho? Quando crescer vai virar galinha. Como é que vamos criar uma galinha num apartamento?
A menina insistiu e o pai comprou o pintinho. Veio num saco de armazém, com furinhos para o pintinho respirar. Chegaram em casa e a mãe, apesar da febre, reclamou. Que coisa! Fazer o quê com um pintinho dentro de casa?
A menina disse que tomaria conta dele. Era tão bonitinho, tão fofinho. Na primeira noite, até que o pintinho não deu trabalho, dormiu numa caixa de sapato, ao lado da cama da menina.
Quando ela acordou, na manhã seguinte, o pintinho havia desaparecido. A menina interrogou a empregada, o pai, e até a mãe, que já estava ficando boa da gripe. Ninguém assumiu o sumiço do pintinho. A menina ficou sabendo que vivia no meio de gente fingida.
Para compensar, deram-lhe um ursinho de pano. Não era a mesma coisa. Já que todo mundo fingia, ela fingiu que gostava do urso. Finge até hoje e até hoje não sabe por que é tão difícil deixar que os outros sejam felizes.

Senhor ensina-nos a orar, sem esquecer o trabalho. A dar, sem olhar a quem. A servir, sem perguntar até quando...
A sofrer, sem magoar, seja quem for. A progredir, sem perder a simplicidade. A semear o bem, sem pensar nos resultados...
A desculpar, sem condições. A marchar para frente, sem contar os obstáculos. A ver sem malícia...
A escutar, sem corromper os assuntos. A falar, sem ferir. A compreender o próximo, sem exigir entendimento...
A respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração. A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento...
Senhor, fortalece em nós, a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros, para com as nossas próprias dificuldades...
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós...
Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, invariavelmente, aquela de cumprir seus desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre.

O Carnaval está aí, galera. É motivo de festa. É calor! É samba! É cor! Este é o momento tão aguardado, tão ansiado. Já me sinto tremendo, sabe? Parece até que meu corpo está gingando a toda hora, porque se tem festa no coração dos homens, seu nome é Carnaval.

Todo mundo curtindo. Vale tudo. É dia de festejo, é dia de folia. É mascarada total! Quero ver felicidade estampada em seu rosto. Não tem jeito, não! É que este é o momento. O momento de encarnar quem você quiser e se divertir sem receio. É que mais do que nunca, hoje, você é o que você quiser ser. Sem preconceito. Quero ver você transpirando alegria. Faça com que seja inesquecível.

E vai em frente. Brinca, mas brinca muito. Some de você mesmo para se encontrar mais tarde e mais feliz. E aí, nessa hora, se lembra que a vida é um só momento. Esse momento se chama Carnaval.

Sorrir por nada é ficar triste sem motivos, sentir-se só no meio da multidão, é o ciúme sem sentido, a necessidade de um sorriso, o desejo de um carinho; é abraçar com certeza e beijar com vontade, é passear com a felicidade, é ser feliz de verdade.