Queria poder ti dizer, tudo aquilo que estou sentindo,
mas pra que arriscar, se o que eu falar, você só vai escutar,
pra depois esquecer, e eu vou me arrepender de ter perdido o meu tempo tentando fazer você ver,
que ao meu lado é o seu lugar, e era assim que devia ser.
Aconteceu tudo tão rápido, você me fazia sorrir,
me fazia sentir algo que há algum tempo eu não sentia, mas pra que?
Pra depois eu ver que você é só mais um garoto que gosta de brincar com o sentimento
e que não ligava para o que eu estava sentindo por dentro.
Você não vê? Que amar você era o que eu estava tentando fazer?
Sei que isso vai passar, mas ainda machuca saber que ao meu lado não é onde você queria estar.
Talvez um dia, você vá se arrepender, de me ter feito sofrer.
talvez um dia você veja que eu não era igual, que eu era uma garota legal,
que só queria alguém em quem confiar pra não se sentir mal.
Agora sigo em frente, tentando te esquecer, tentando não chorar, pra não me machucar.
Quero acreditar, que isso vai acabar.
Eu sei que eu errei, por ter confiado em alguém que eu não conhecia direito,
mas que parecia ser o cara perfeito, agora acabou, e tenho que compreender que não era você
este alguém especial que eu tanto esperava. Mas ele ainda vai chegar e vai tirar todo o mal que você me fez passar.
O professor lutava na escola com um grande problema. Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.
Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento. Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.
Esqueciam-se dos bons livros. Zombavam dos bons conselhos.
O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando-se uma surpresa esquisita. Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geleias misturadas com fel e pimenta.
Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:
- Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a benefício do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.
Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada. Os alunos retiraram-se cabisbaixos. E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.
Dizer "eu te amo" não é fácil. Depois de sentirmos no peito a certeza genuína do amor, vem a dúvida do melhor momento e do jeito certo de dizer. E junto com a dúvida, vem também o famigerado medo de não ouvir uma palavra de reciprocidade, de não ouvir o ecoar da voz do outro ao dizer "eu também te amo".
Nem sempre vivemos um amor correspondido, e às vezes até desperdiçamos palavras de amor com pessoas erradas. Mas o primeiro amor verdadeiro nós não esquecemos. E mesmo que não seja recíproco, vale a pena expressar esse sentimento tão belo. Não ser correspondido pode ser triste, mas triste mesmo é viver sem ter amado.
Depois da frustração, quando o tempo passar, você vai olhar para trás e pensar: eu amei. Amar, muitas vezes, é mais recompensador do que ser amado. Nunca deixe de confessar o seu amor!
Nossa permanente insatisfação decorre do fato que somos impotentes diante dos acontecimentos, tendo em vista que a nossa liberdade é apenas aparente e que a felicidade tão sonhada e sempre buscada, jamais será encontrada.
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus segredos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Porque você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?