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Desculpa por não ser quem você gostaria que eu fosse
Desculpa por muitas vezes te fazer chorar
Por ser um grosso estúpido e não pensar em ti nas decisões
Desculpa por sei isso que sou
Desculpa por Te amar de um jeito diferente
Desculpa por muitas vezes não demonstram o quanto Te Amo
E por isso e muitos outros motivos que penso muitas vezes que não te mereço
Por isso peço que pense em que você quer
E se eu faço parte desse quer
Desculpa por te Amar de mais, e não mostrar
Desculpa por não valorizar o que você gosta
Desculpa por não te dar tudo que quer
Desculpa por tentar dar todo meu amor pra ti
Te amo

Querido anjo
Querido anjo, perdoe-me Antes que eu diga algo, preciso do teu perdão Pelas palavras grosseiras que tenho dito Pela desatenção aos teus carinhos Por não ter lido as letras miúdas do teu coração
Querido anjo, fica ao meu lado Mais que outra coisa, preciso da tua companhia Teu colo amigo Tuas palavras doces ou severas Tua atenção
Guarda também, anjo lindo, o meu coração em lugar seguro Ele tem sofrido tanto com as decepções da vida Mas, acima e apesar de tudo, ainda crer no amor E tem certeza que ele é a única forma de redimir o mundo
Querido anjo, seja meu guia Que tua sabedoria sirva de rumo pra mim Teus conselhos Tua força Tua fé
Querido anjo, seja meu amor Sei que também guardo algo precioso teu Pelo teu carinho comigo Pela tua amizade Pelas tuas orações
TE AMO...

E quando tocar a nossa música eu vou te pegar para dançar, e bem na nossa parte preferida eu vou sussurrar no teu ouvido que te amo, que preciso da sua companhia todo dia, toda hora. Que sem você minha vida fica sem graça e sem sentido, é isso mesmo. Vou dizer que você dá sentido a minha vida. Vou te beijar e te convidar para viver comigo para o resto da vida.

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a ideia cansa de procurar e para.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando apesar da palavra "perigo" o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação.
Esse negócio de amor, não sei explicar.

Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja e disse ao sacerdote: – Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: – Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Fez uma pausa e continuou: – Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu doo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: – Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada. Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem. No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.