Feliz Dia das Crianças, querida irmã! Eu sei que você já não é propriamente uma criança, mas é minha irmã caçula.
Então eu não consigo distanciar esse dia com a menina que eu vi crescer, que eu brinquei, que eu ajudei a pegar no colo; a menina que eu vi a dar os primeiros passos! Feliz Dia das Crianças, porque você tem uma infantilidade genuína que contagia todo mundo. É bom demais ser sua irmã! Nunca mude. Beijo.
As melhores histórias de amor são aquelas que acontecem inesperadamente, com pessoas que nunca imaginamos e em lugares inusitados. Essas histórias de amor são aquelas que tinham tudo para dar errado, mas deram certo. Elas acontecem naquele dia em que nem iríamos sair de casa, mas por obra do acaso resolvemos mudar de planos.
Essas histórias de amor marcam para sempre, e algumas vezes até duram para sempre, com final feliz e tudo mais. Histórias de amor assim, nos trazem tudo aquilo que precisávamos há tanto tempo. Elas nos resgatam daquele mundo de desilusões e frustrações que o relacionamento passado nos deixou. Elas nos fazem andar nas nuvens e viver sonhando, sem medo.
Essas histórias nos trazem paz, calmaria e aconchego. Tão diferentes daquela paixão cheia de medos e inseguranças. Com essas histórias de amor, aprendemos que a vida é cheia de boas surpresas e que é preciso paciência para encontrá-las.
Quem acredita no amor, na sua força e poder, irá encontrá-lo. E irá encontrá-lo quando menos espera, mas quando mais precisa. E essa é a grande beleza de um amor inesperado! Ele nos prova que estávamos errados ao pensar que amar não vale a pena. Ele nos traz a esperança de volta e com ela a vida ganha novamente suas cores e sabores!
O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar. Ele parou na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria: – "Veja o que encontrei". Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas, pouca água ou luz. Querendo-me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa: – "O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei. ei-la, é sua." A flor à minha frente estava morta ou morrendo, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá. Então me estendi para pegá-la e respondi: – O que eu precisava. Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos. Ouvi minha voz sumir, lágrimas despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim. – "De nada", ele sorriu. E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia. Me sentei e pus-me a pensar como ele conseguiu enxergar um homem auto piedoso sob um velho carvalho. Como ele sabia do meu sofrimento autoindulgente? Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão. Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU. E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo que é só meu. E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa, e sorri enquanto via aquele garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.
0 que eu sonho noite e dia,
O que me dá poesia
E me torna a vida bela,
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
E o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Quando os vejo, de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
Oferecer um sorriso torna feliz o coração.
Enriquece quem o recebe sem empobrecer quem o doa.
Dura somente um instante, mas sua lembrança permanece por longo tempo.
Ninguém é tão rico a ponto de dispensá-lo, nem tão pobre que não possa doá-lo.
O sorriso gera alegria na família, dá sustento no trabalho e é sinal tangível de amizade.
Um sorriso dá consolo a quem está cansado, renova a coragem nas
provações e é remédio na tristeza.
E se um dia você encontrar que não lhe oferece um sorriso, seja generoso e ofereça-lhe o seu:
Ninguém tem tanta necessidade de um sorriso quanto aquele que não sabe dar.