Muito pior que se sentir infeliz com os próprios males é se sentir infeliz com a alegria ou o sucesso alheios. A inveja é um monstro que depois de instalado no coração do invejoso apenas arrasta desgraça e infelicidade.
Aprecie o que tem, sem tentar se comparar com os demais, e lute por aquilo que deseja. Faça por merecer o que tanto almeja, e a recompensa será incrível! Felizes e realizados são os que se alegram com a felicidade alheia, pois são mais livres para viverem e celebrarem as suas conquistas, por mais humildes que sejam.
O poder da gratidão reside na capacidade de este sentimento nos tornar mais felizes. Se coisas boas acontecem na sua vida mas você não as reconhece com gratidão, eventualmente começará a achar que esses benefícios lhe eram devidos e assim outros que não possuí, pelo que estará atraindo para si sentimentos ruins como a inveja ou o sentir-se indevidamente injustiçado, achando que o universo e as pessoas têm para com você uma nota de dívida que não é real.
Se pelo contrário você se sentir agradecido pela mais mínima dádiva, isso vai encher o seu coração de alegria, de paz. Ao encarar o universo e as outras pessoas como iguais, a quem devemos dar e de quem receberemos em semelhante quantidade e qualidade, e não apenas como devedores, criaremos uma relação muito mais saudável com os outros e com o mundo que nos envolve, e principalmente ficaremos em paz com nós mesmos.
Então agradeça, hoje e todos os dias. Seja grato às pessoas que têm um papel significativo na sua vida. Seja grato por todos os momentos da sua vida, mesmo os menos bons, pois também estes são importantes e nos fazem mais fortes, crescer e ser melhores. Lembre-se que pessoas felizes são gratas!
Onze pessoas estavam penduradas em uma corda num helicóptero.
Eram dez homens e uma mulher. Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que:
"se soltaria da corda, pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira do mundo, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas..."
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas...
E caíram da corda...
Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher...
Um dia na igreja eu me sentei num banco e ouvi o pregador dizer: – Nós precisamos de alguém para dar algumas aulas. Quem assumirá essa tarefa?
Eu senti Deus ao meu lado, sussurrando: – Filho, essa é para você.
– Mas, Senhor, falar para tanta gente é uma coisa que não sei fazer! O Sr. Carlos seria o homem ideal para chamar. Não há o que ele não saiba fazer. Eu prefiro ficar aqui no banco assistindo às suas aulas.
Um outro dia, ouvindo o coral, eu sentado no banco, escutei o maestro dizer: – Nós precisamos de alguém para voz principal nos cânticos. Quem quer assumir essa tarefa?
Novamente eu ouvi a voz de Deus sussurrando: – Filho, essa é com você.
– Mas, Senhor, cantar diante de uma multidão é uma coisa que eu não posso fazer! Mas há o Jonas, que poderá fazer isso. É melhor eu ficar ouvindo as músicas aqui sentado no banco.
Uma outra vez, eu sentado no banco, ouvi o pregador dizer: – Eu preciso de alguém para atuar como anfitrião na entrada da Igreja. Quem aceita essa tarefa?
Mais uma vez ouvi a voz de Deus sussurrando: – Filho, é algo que você pode fazer!
– Senhor, ficar falando com estranhos é coisa que não consigo fazer! Mas há o Mário, Senhor: ele pode dar boas vindas às pessoas. Não é retraído como eu e fará isso muito bem. Eu preferiria que alguém viesse me cumprimentar aqui no banco.
Os anos se passaram e eu nunca mais ouvi aquela voz. Até que uma noite eu fechei os olhos e acordei numa praia do céu. Éramos quatro lá, encontrando a eternidade: Carlos, Jonas, Mário e eu.
Deus nos disse: – Eu preciso só de 3 de vocês para fazerem um trabalho para mim.
– Senhor, eu farei o trabalho. – eu clamei – Não há nada que eu não faria.
... Mas Deus me respondeu: – Obrigado, meu filho, mas sinto muito: no céu não há bancos.
Não tenhas medo de amar a vida
De lhe entregares
Toda a força dos teus sonhos,
Dos anseios escondidos
No sacrário dos teus pensamentos.
Ama-me
Como se hoje fosse o último dia
E nunca mais nos encontrássemos.
Somos os dois fogo, terra e mar
E incapazes de nos saciar
Viveremos na eternidade
Ligados um ao outro.