Um casamento feliz é a experiência sentimental mais satisfatória que uma pessoa pode ter na vida. Para ter um casamento feliz é preciso haver afinidade, é preciso haver respeito. A história de que os opostos se atraem pode até ser verdade, mas os opostos não se suportam por muito tempo. Por isso, um dos segredos para um casamento feliz é descobrir se há afinidades entre o casal.
Mas ao contrário do que muitos pensam, em um casamento feliz os dois não devem se tornar um, não é porque há afinidades que deve se perder a individualidade. O casal deve ser capaz de aceitar e conviver bem com as diferenças, com companheirismo, amizade e compreensão.
Com o passar do tempo, também é comum que aqueles pequenos defeitos do dia a dia tomem o foco de atenção e muitas vezes ganhem uma dimensão maior do que têm na realidade. Precisamos fazer o exercício de olhar para o outro, para o nosso parceiro, e rever nele aquilo que despertou a nossa paixão, olhar com compaixão para aquilo que consideramos defeitos, e reconhecer aquele que amamos.
Acima de tudo, para ter um casamento feliz é preciso querer, é preciso dedicação. Amar é um exercício diário.
Nunca desista de alguém que sabe o que você precisa em todos os momentos. Nunca abra mão de quem diz a palavra certa, de quem sabe ter uma atitude gentil que provoca um sorriso espontâneo no seu rosto.
A presença de algumas pessoas em nossas vidas não tem preço. Agarre quem ama você, amarre quem é especial ao seu coração antes que seja tarde demais.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de forças e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.
Martha Medeiros
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O pássaro insistiu para que o voo entrasse. O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também. A toupeira achou que cavar buracos era fundamental. O coelho queria de qualquer jeito a corrida. E assim foi... Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todas as disciplinas. O coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: – Voa, coelho! Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas. Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, nem cavar buracos. Moral da história: Todos nós somos diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco. Desta forma, acabaremos fazendo com que eles sofram, e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram em sua essência.
A primeira coisa que lembro da minha infância é da casa da Vovó.
Minha vovó era sempre um amor de pessoa. Não magoava ninguém e queria o bem e a união de todos.
Todos os dias vovó lembrava de nós.
E o café nos finais de semana? Não tinha comida mais saborosa do que da nossa vovó. Era muita fartura e a casa sempre cheia e todos sorrindo reunidos.
Mas eu me pergunto: Por que os bons se vão? Os avós deveriam ser eternos. Mas são. Em nossos coração serão eternos.
Choro de saudades de lembrar daquele cabelinho parecendo um algodão doce de tão branquinho. Ai que saudades de você vovó.