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Nos dias de tempestade, o Pai está ao seu lado lhe amparando e lhe dando forças para prosseguir.
Nos dias de provação, o Pai está ao seu lado lhe estendendo a Sua mão para que você possa enxergar a luz a iluminar os seus passos.
Nos dias de solidão, o Pai está ao seu lado lhe trazendo palavras de esperança que serenam o seu Espírito.
Nos dias de angústia, o Pai está ao seu lado restabelecendo a harmonia que irá acalmar o seu ser.
Nos dias de sofrimento, o Pai está ao seu lado lhe mostrando que após a dor, um novo horizonte sempre surge.
Nos dias de tristeza, o Pai está ao seu lado trazendo a confiança que alegra o seu coração.
Nos dias de desespero, o Pai está ao seu lado mostrando o caminho da paz espiritual.
Nos dias de loucura, o Pai está ao seu lado trazendo a serenidade que acompanhará os seus passos.
Nos dias de dúvida, o Pai está ao seu lado mostrando que é a fé que lhe conduzirá até as respostas que almeja.
Nos dias de desânimo, o Pai está ao seu lado renovando as suas esperanças para que continue essa jornada.
Nos dias de calúnia, o Pai está ao seu lado confortando o seu Espírito dos ataques que venha a sofrer.
Nos dias de engano, o Pai está ao seu lado lhe mostrando que sempre é possível buscar pela renovação.
E nos dias de descrença, o Pai está ao seu lado reafirmando o Seu amor e lhe mostrando que está de braços abertos.
Porque em todos dias, o Pai está ao seu lado lhe guiando até Ele...

Quando o amor aparece em nossa vida, tudo se transforma. Os dias se tornam mais leves, mais coloridos, mais animados. As expectativas nos dão ânimo e força. Sonhamos com o momento de encontrar o nosso amor e estar ao seu lado por alguns instantes.

O amor faz bater mais forte o peito, faz o corpo todo se sentir mais vivo e mais feliz. Mas quando o amor acaba, quando não há mais nenhuma saída para o amor além da separação. Essa agitação do coração torna-se uma dor imensa. Em vez de bater, o coração parece parar. O corpo quer se mexer, mas o coração não deixa. O coração é que parece comandar o corpo, em vez do cérebro.

Quando um grande amor se vai, tudo na vida perde o sentido. Tudo fica sépia e sem sabor. A dor incomoda, faz o sono nos abandonar, faz a respiração pesar. É um período de luto, um amor morreu, um projeto de vida em comum acabou, um desejo de felicidade ficou parado no ar. Mas a dor passa, a ferida vai sarar, ainda que as cicatrizes fiquem para sempre. O importante é pensar nas cicatrizes como histórias para contar e não marcas de dor.

Muitas vezes perdemos oportunidades por não acreditarmos que podemos ir mais longe, como quando as coisas não saem de acordo com o esperado, ou quando seu tempo foge entre suas mãos e nada dá certo. E agora, o que fazer?

Agora é o momento de agir. Desafie a si mesma e faça do tempo o seu aliado, coloque para fora as suas qualidades e use suas habilidades, assim você pode fazer a diferença nesse exato momento. Acredite que você pode ser mais, se dar mais. Creia no seu sucesso e não crie obstáculos em sua mente, mas comece a agir! Você tem talento, só precisa exercitá-los.

Não deixe que o medo de errar te detenha e te faça parar no tempo, mas seja corajosa, acredite no seu potencial!

A melhor hora para tomar atitudes, para mudar as coisas e fazer tudo dar certo é quando tudo está indo contra você, pois o melhor impulso para falta de coragem é a ação. Não fique sentada se lamentando, levante-se e faça algo!

Use esse tempo difícil a seu favor, faça tudo novo e acredite que você pode sair dessa e seguir em frente para uma vida de grandes conquistas.

Tudo passará a dar certo, quando você começar a entender que o que você determinar você poderá alcançar, basta acreditar em si mesma.

Saiba que suas ações no seu tempo determinam o seu futuro, pois as melhores conquistas acontecem quando agimos com atitudes corajosas em situações desencorajantes.

O que você pode fazer, nesse exato momento, para chegar mais longe?

Acredite em você e comece a agir, já.

Márcia Paula

As pessoas gastam uma vida inteira buscando pela felicidade; procurando pela paz. Elas perseguem sonhos fúteis, vícios, religiões e até mesmo outras pessoas, na esperança de preencherem o vazio que as atormenta. A ironia é que o único lugar onde elas precisavam procurar era sempre dentro de si mesmas.

Algumas de minhas irmãs trabalham na Austrália. Numa reserva, entre os aborígines, havia um homem bastante velho. Posso assegurar-lhes que vocês nunca viram uma situação de pobreza tão alarmante como a desse pobre ancião.
Todos o ignoravam. Seu lar era desarrumado e sujo. Por favor, disse-lhe eu certa vez, deixe-me limpar sua casa, lavar suas roupas e fazer sua cama. Estou bem assim, respondeu ele, não se preocupe.
Pois ficará ainda melhor, insisti, se permitir que eu faça isso. Ele concordou finalmente. Pude, portanto, limpar sua casa e lavar as suas roupas. Encontrei no meio da bagunça uma lamparina inteiramente coberta de poeira. Só Deus sabe o tempo transcorrido desde que o homem a acendera pela última vez.
O senhor não acende a sua lamparina? – perguntei-lhe. Não costuma usá-la?
Não, respondeu ele, não recebo a visita de ninguém. Não preciso de luz. Para quem deveria acendê-la?
O senhor a acenderia todas as noites se as irmãs passassem a visitá-lo? Naturalmente! respondeu ele. Desse dia em diante, as irmãs combinaram entre si, visitar o pobre ancião todas as noites. Dois anos se passaram. Eu tinha esquecido completamente esse homem, quando ele enviou esta mensagem:
Contem à minha amiga, que a luz que ela acendeu em minha vida continua brilhando.