Como uma cravo, decaído no deserto seco, sem vício, sem vida não resistia, me entregava, desbotava Sem esperanças, minhas pétalas murchavam
Foi quando você apareceu com seus cuidados com seu apoio, com seu calor me irrigou vida, me estimulou, me levantou Deu perfumes de esperanças as minhas fragrâncias
Desinteressada e diligente amizade me apoiou, me aconchegou, me deu ombro para eu chorar, desabafar, a minha dor Me fez perceber que no deserto pode haver sonho
Minhas pétalas ganharam cor passaram a exalar perfume sedutor já apreciava as brisas, já resistia aos ventos dos seus cuidados não mais precisava... só do amigo calor
Já me sentia como na primavera estação do sol, das brisa e do amor Amizade, já queria calor, cuidados, carinhos, carente, envolvido, preciso agora é do seu Amor.
A solidão não é um estado de espírito.
Porque através da transmissão do pensamento, conversamos com quem amamos,
mesmo que esta pessoa esteja longe ou não exista mais.
Basta querer que o seu amor ouvirá o seu recado, esteja onde estiver.
Lembre-se que você nunca estará sozinho,
pois alguém lá em cima
está com você!
Vá, eu deixo você partir Não vou insistir Nem dizer que vou pular Só para não desistir.
Vá, eu sei qual meu crime Sou culpado Não quero me justificar Por você, quero pagar.
Por isso, vá, eu abro a porta para sair Para as estrelas me iludir Com seu brilho cintilante Imitando seu olhar, agora distante.
Vá, eu não vou correr Nada tentarei oferecer Nem vou dizer que vou mudar Pois não sou digno de ser seu par. Sou culpado, sim!
Terrivelmente culpado por não saber te amar Por não saber te escutar Por todas as vezes que deixei de ligar E pelas demais, Que não correspondi seu olhar Sou culpado por saber que estava ali E que eu, não estava no lugar Sou culpado por não saber te amar Do jeito que me mostrava no olhar Por não saber teus sinais escutar Dizendo: Você precisa me amar Sou culpado e quero a guilhotina, Não quero esta cabeça Em você ela só quer pensar
Acho que despertei Mas tarde demais para te amar Vá, pois não quero te segurar Acho que fiz o que não devia E, não pude evitar Minha cabeça divagava em ilusão Enquanto você Batia nas portas deste meu podre coração Sim, sou culpado por não saber te amar Por não tentar cultivar Esta semente que em meu peito veio a plantar E que talvez, seja tarde demais Para salvar Mas sou culpado, não mereço seu perdão Eu não sou lhe dar o mínimo que podia Ao menos, minha atenção e consideração.
Essa distância ainda vai me matar! O tempo passa, a vida passa, o tempo não para e minha saudade por você só aumenta. Ah, se eu pudesse ver você! Esses problemas que enfrentamos hoje se transformariam em soluções.
Posso dizer que são como pedras no nosso caminho, que um dia juntos construiremos o nosso castelo. Essa saudade que eu sinto é a prova de que eu amo você. Nunca duvide disso! Tudo que coloco aqui são as mais sinceras palavras!
Mas nem 1% do que eu sinto está expressado aqui, mas tudo bem! E quer saber mais? Se no futuro eu não for seu presente, se amanhã eu não for o seu hoje, lembre-se que no seu passado eu já fui um pedacinho de você. Te amo, meu amor, te amo e te amarei sempre!
Um Corvo, que estava sucumbindo de sede, viu lá do alto um Jarro, e na esperança de achar água dentro, voou até lá com muita alegria.
Quando o alcançou, descobriu para sua tristeza, que o Jarro continha tão pouca água em seu interior, que era impossível retirá-la de dentro.
Ainda assim, ele tentou de tudo para alcançar a água que estava dentro do Jarro, mas como seu bico era curto demais, todo seu esforço foi em vão.
Por último ele pegou tantas pedras quanto podia carregar, e uma a uma colocou-as dentro da Jarra. Ao fazer isso, logo o nível da água ficou ao seu alcance do seu bico, e desse modo ele salvou sua vida. Autor: Esopo
Moral da História: A necessidade é a mãe de todas as invenções.