Sabe calar à hora certa
Meu desabafo escuta
Fala a sábia palavra
Aquela que preciso ouvir
É o sepulcro onde deposito meus segredos
É a fonte
Onde reabasteço meu ego
Acolhe minhas mágoas
Me reanima
Ri comigo
O riso mais sem graça
Escancara a boca
Com a minha gargalhada
Vara comigo noites
As alegres noitadas
Chora comigo
A lágrima sentida
Nas noites mal dormidas
Companheiro de solidões
O próprio bolso abre, repartindo
Quando o meu está vazio
Amigos são tão poucos
Se restar apenas um
Que seja tão grande
Que me baste.
A gente briga, discute, discorda, mas mesmo assim eu gosto de você e você gosta de mim. Eu te prometo uma vida com hora boa e com hora ruim. Não prometo final feliz, pois não quero que tenha fim.
Era hora de ir para a cama, e o Coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do Coelho Pai.
Ele queria ter certeza de que o Coelho Pai estava ouvindo.
- Adivinha quanto eu te amo? - disse ele.
- Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar - respondeu o Coelho Pai.
- Tudo isso - disse o Coelhinho, esticando seus bracinhos o máximo que podia.
Só que o Coelho Pai tinha os braços mais compridos. E disse:
- E eu te amo tudo isto !
Huuum, isso é um bocado, pensou o Coelhinho.
- Eu te amo toda a minha altura - disse o Coelhinho.
- E eu te amo toda minha altura - disse o Coelho Pai.
Puxa, isso é bem alto, pensou o Coelhinho. Eu queria ter os braços compridos assim.
Então o Coelhinho teve uma boa ideia. Ele se virou de ponta cabeça, apoiando as patinhas na árvore.
- Eu te amo até as pontas dos dedos de meus pés!
- E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés - disse o
Coelho Pai balançando o filho no ar.
- Eu te amo a altura de meu pulo! - riu o Coelhinho saltando, para lá e para cá.
- E eu te amo a altura do meu pulo - riu também o Coelho Pai e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos das árvores.
- Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio - gritou o Coelhinho.
- Eu te amo até depois do rio até as colinas - disse o Coelho Pai.
É uma bela distância, pensou o Coelhinho.
Ele estava sonolento demais para continuar pensando.
Então ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite.
Nada podia ser maior do que o Céu.
- Eu te amo ATÉ A LUA! - disse ele, e fechou os olhos.
- Puxa, isso é longe disse o Coelho Pai. Longe mesmo!
O Coelho Pai deitou o Coelhinho na sua caminha de folhas. E então se inclinou para lhe dar um beijo de Boa Noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo:
- Eu te amo até a lua...IDA E VOLTA !
Meu bem,
Você é o homem com que sempre sonhei! É meu príncipe encantado, é meu rei, é meu marido! Desde que estamos juntos minha vida tem sido um sonho tornado realidade, sabe?
Você é presente, está constantemente preocupado com meu bem-estar e cuida de mim como se eu fosse uma princesa. Isso até me emociona – confesso! Continue assim porque minhas intenções são as mais melhores. Te amo, meu amor!
Sabe qual o principal motivo dessa dura e cicatrizante perseguição que você sofre e suporta dia após dia? A verdadeira razão desse fardo é sua firme e inabalável integridade. Ninguém oprime desistentes e tampouco se escarnece dos indecisos. Mas daqueles que continuam de pé após a tempestade, dos que cambaleiam mas nunca acabam por cair, muitos olham, invejam e desejam o mal. Você tem sido um verdadeiro exemplo de superação e esforço. Tem agarrado suas convicções com todas as forças que encontra, mostrando para o mundo que não pensa desistir.
Como humanos que somos, por vezes nos afogamos em desânimo. É difícil viver neste mundo cruel. Mas nunca deixe que a tristeza faça você questionar seus propósitos. Continue no seu caminho porque justiça por vezes tarda, mas sempre acaba por chegar. Nunca baixe seus braços em qualquer circunstância. Lute sempre como um guerreiro e o tempo trará sua nobre vitória.