Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é.
Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão.
Seu focinho é úmido e fresco.
Eu beijo o seu focinho.
Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito.
A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave.
Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome.
Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai.
Se ele fareja e sente um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e ai.
Aviso também que não se deve temer seu relinchar: A gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.
Você é exemplo de amor, vovô! Estou torcendo para que você saia dessa em breve. Essa doença tem incomodado demais seu bem-estar. Então é hora de encontrar forças desconhecidas e ter fé; aquela fé que você passou para mim.
Sabe, vovô, eu sou muito feliz por ter você em minha vida. Sinto que sua missão foi cumprida. Acontece que quero ainda viver muitas aventuras junto de você, por isso fica bom logo, porque sinto saudade daquele seu sorriso de paz e harmonia.
Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.
Todos os dias dou graças a Deus por ter você como meu namorado. Como meu maior amigo. Como confidente. E como parte de mim. Deus é, indubitavelmente, o criador de nossa bela relação. Ele nos uniu. Ele nos mantém unidos.
Nem todo o mundo tem a felicidade de ser correspondido no amor. A gente tem isso e muito mais. Você me ama e tem meu amor! Coisas dessas são possíveis somente porque Deus permite. Porque Deus quer. Não há graça maior na vida da gente do que a do Senhor em nosso meio, porque tudo que vai acontecendo com a gente, Sua presença é sentida. Tem o dedo Dele, sabe? A origem de toda a alegria tem o rosto de Deus, assim meio escondido, mas está lá evidente. Sempre de nosso lado para fazer minimizar qualquer dificuldade e para maximizar a paz, a saúde e o amor de nós e de todas as pessoas.
Ambos conhecemos e sentimos Sua ligação a nós. Ambos Lhe devemos um "obrigado" a cada momento de nossos dias.
Que a felicidade não dependa do tempo,
nem da paisagem,
nem da sorte,
nem do dinheiro.
Que ela possa vir com toda
simplicidade, de dentro
para fora, de cada um para
todos.
Que as pessoas saibam falar,
calar, e acima de tudo ouvir.
Que tenham amor ou então
sintam falta de não tê-lo.
Que tenham ideal e medo de perdê-lo.
Que amem ao próximo e respeitem sua dor,
para que tenhamos certeza de que
Viver vale a pena!