O orgulho no amor é como uma competição, em que ambos saem perdendo...
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando ansiosamente a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!
Feliz dia dos pais, querido sogro! Você é um dos melhores exemplos que eu já conheci na vida do que é ser um grande pai e um exemplo de homem.
O mérito de um pai se reflete nos seus filhos, e no seu caso tal verdade vive na pessoa que eu tanto amo e com quem compartilho a minha vida, e por isso também lhe devo um agradecimento.
Espero que hoje receba as merecidas homenagens com muita alegria no seu coração, pois você é um grande homem e um grande pai!
Há momentos em que me pego, pensando nas vezes que reclamo que você me está enchendo a cabeça. Eu digo para você me deixar em paz, quando me sinto sufocada. E grito, em jeito de provocação, que não tenho de dar satisfações. Mas é tudo fruto do momento, um desabafo sem ponderação.
Você sabe que tem alturas que fica demasiado colado em mim, falando de coisas suas que nem entendo bem. Suas perguntas, a toda hora, parecem interrogatório e seus constantes comentários, um livro de sugestões. Mas, no fundo, isso é apenas o que parece. Por trás desses seus defeitos, estão valiosas motivações.
Você quer que eu esteja sempre por perto, porque é preocupado comigo. E conversa sobre demasiados assuntos, mas só deseja partilhar seu mundo. Não há nada que te passe ao lado, pois você é realmente apaixonado por tudo o que te rodeia.
Eu também sou apaixonada por você. Por isso, por muito que a gente se zangue, eu sei que te amarei para sempre, por aquilo que você é.
A noite é o momento em que o nosso cérebro processa tudo o que vivemos durante o dia, e consolida as nossas experiências e memórias, misturando tudo com os sonhos. Por isso, a noite tem a sua mágica, é uma alquimia entre sonho e realidade.
Enquanto você dorme, espero fazer parte dos seus pensamentos, espero transitar da realidade para os seus sonhos, e ir parar no seu coração. Espero que você descanse e acorde com um belo sorriso no rosto e o coração pleno.
Boa noite, meu benzinho! Eu te adoro!