O amor falou por nós,
Escreveu histórias sem palavras
De olhares envergonhados,
Sorrisos e um destino.
E quando estivemos perdidos
O amor nos manteve unidos,
Segurou, amarrou nossos rumos,
Levou-nos na mesma direção.
Foi o amor, o nosso amor,
Aquele que é a nossa casa,
Onde juntos sonhamos um dia
Torná-lo eterno!
Querida sogra, desde o primeiro dia em que nos conhecemos, eu percebi o coração genuíno que você tem. O tempo foi passando e eu confirmei minhas expectativas. Por isso, quero agora agradecer por todo o carinho que sempre meu deu.
Você sempre abriu sua porta e fez da sua casa um abrigo para mim. Não esperava que esta amizade crescesse assim, mas neste momento você já é uma parte importante da minha vida.
Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de forças e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.
Martha Medeiros
Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra. em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada. Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: – Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande? – É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: – Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?
– Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves. Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? – A pedra e a abóbora? Não! Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!
O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
– Pensamentos negativos. – Culpar e acusar outras pessoas. – Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente. – Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
– Auto-piedade. – Acreditar que não existe saída.
Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente.
O discípulo disse ao mestre: - Tenho passado grande parte do meu dia vendo coisas que não devia ver, desejando coisas que não devia desejar, fazendo planos que não devia fazer.
O mestre convidou o discípulo para um passeio. No caminho, apontou uma planta e perguntou se o discípulo sabia o que era.
O Discípulo respondeu: - Beladona. Pode matar quem comer suas folhas.
- Mas não pode matar quem apenas a contempla. Da mesma maneira, os desejos negativos não podem causar nenhum mal se você não se deixar seduzir por eles...