Minha filha, meu amor, há um ano que você ilumina meu mundo com a mais sublime e resplandecente das luzes.
Desde o dia em que pela primeira vez segurei seu corpinho, tenho vivido uma escalada de emoções e descobertas inimagináveis!
Minha princesa de doce sorriso, com e por você sou a mãe mais feliz e realizada do mundo, e com alegria anseio por ver você crescer e evoluir, e ser muito feliz pela vida fora. Eu te amo!
Eu quero sua presença eternamente na minha vida, e não é apenas por ela ser perfeita para mim, mas também porque mais ninguém tem essa capacidade de fazer o tempo voar enquanto meu coração pula de alegria.
Você é uma pessoa mais que especial, alguém que sabe me fazer sorrir e que tem o dom de imortalizar cada momento que vivemos juntos. Sou uma alma afortunada por podemos compartilhar o mesmo tempo e o mesmo espaço dia após dia.
Havia, certa vez, um rei sábio e bom, que já se encontrava no fim de sua vida.
Certo dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, que o sucederia no trono, tirou do dedo um anel e deu-o a ele dizendo: – Meu filho, quando fores rei, leva sempre contigo este anel. Nele há uma inscrição. Quando estiveres vivendo situações extremas de glória ou de dor, tira-o e lê o que há nele.
E o rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que o pai lhe deixara. Passado algum tempo, surgiram conflitos com um reino vizinho, que acabaram culminando numa terrível guerra. O jovem rei, à frente do seu exército, partiu para enfrentar o inimigo. No auge da batalha, seus companheiros lutavam bravamente. Mortos, feridos, tristeza, dor... O rei lembra-se do anel, tira-o e lê a inscrição: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
E ele continua a luta. Perde batalhas, vence outras tantas, mas ao final, sai vitorioso. Retorna, então, ao seu reino e, coberto e glória, entra em triunfo na cidade. O povo o aclama. Neste momento ele se lembra do seu velho e sábio pai. Tira o anel e lê: ISTO TAMBÉM PASSARÁ.
É muito comum associar a figura do pai ao trabalhador, sério, sisudo, guerreiro, preocupado somente em prover o lar de recursos para a alimentação, a saúde, a educação etc.
Aqui nos ajuda o compositor
poeta Gonzaguinha: "Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis. Guerreiros são meninos, no fundo do peito... É triste ver um homem, guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros. Eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra, a dor que tem no peito, pois ama e ama (...) Um homem se humilha, se castram seus sonhos, seu sonho é sua vida, e vida é trabalho, e sem o seu trabalho, um homem não tem honra, e sem a sua honra, se morre, se mata..."
Assim, a figura do pai aparece como autoridade, quando não como autoritarismo. Mas a verdadeira autoridade nasce de uma boa relação afetiva entre pais e filhos. Ela não deve ser imposta. Daí a importância de aprender com as crianças a dar valor às coisas que parecem não levar a nada, como as brincadeiras, mas que aproximam e criam vínculos afetivos para toda a vida. Penso que a dimensão lúdica e afetiva dos homens-pais foi atrofiada em nossa cultura. Ela precisa ser despertada, sabendo que isso é um acréscimo e não uma perda em relação a outras dimensões, como o trabalho, que continuarão a ter o seu valor. É o pai, guerreiro e forte, mas também menino e frágil.
Rui Antônio de Souza
As mais lindas expressões do dicionário juntas, não serviriam para descrever a beleza de uma mãe como você. Minha guerreira que sempre tenta proteger nossa família, não há impossíveis para uma mãe assim e o resultado disso é nossa felicidade. Você luta para que nunca nos falte nada e para que sempre tenhamos o que comer e vestir. E eu me sinto um privilegiado em ter você em minha vida.