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Eu deveria mesmo te deixar em paz, como você disse, sua vida tá em ordem. Você tá cansado de bagunça e eu tô cansada de sempre ser a que bagunça.

A semana está começando, amigos! Claro que isso significa trabalho, estudo, atenção, disciplina, mas novas oportunidades e novas aventuras vão também surgir a cada amanhecer, a cada anoitecer; a qualquer momento!

Vamos encarar esta semana com a certeza que é uma sorte estar aqui e que em cada instante pode surgir uma nova aventura memorável ou até um dádiva. Boa semana, amigos!

O sentimento mais profundo do amor é aquele que nos completa com muito pouco. O amor é algo que preenche cada espaço vazio do nosso ser. E é tão bom encontrar alguém que possa dar razão a todo esse amor. O amor é o único caminho da felicidade. A paixão é o único caminho da incerteza. O apego só leva a sentimentos ruins. A solidão é o resultado de todo o amor que você tinha para dar e não deu.

Quando você dá amor, mesmo que em pensamentos, indiretamente, você está atraindo pessoas boas e amorosas para perto de você. E todas aquelas pessoas que não lhe completam, que só servem como um peso de papel na sua vida, vão embora; porque você percebe que elas não servem para você, e assim, você as liberta para que elas possam voar, e talvez, completar quem realmente as mereça.

Antônio Reis

Ôce é o colírio do meu ôiu.
Ôce é o chicrete garrado na minha carça dins.
Ôce é o cisco no meu ôiu (d o ôtro oiu – eu tenho dois).
O limão da minha caipirinha.
A masstumate do meu macarrão.

Nossinhora! Gosto dimais da conta docê, uai.

Ôce é tamém:
O videperfume da minha pintiadêra.
O dentifriço da minha iscovdidente.

Óiprocevê,
quem tem amigo quiném ocê, tem um tisôru!

Eu guárdesse tisôuru, com todo carin,
Do Lado Isquerdupeito !!!
Dentro do Meu Coração zin !!

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a unir-se e a ajuntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém vida ingrata! os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou de morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Mas esta não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a aproximar-se pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. E sobreviveram!
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
A vida é a melhor escola! Aqueles porcos-espinhos aprenderam depressa, que, para sobreviverem, era preciso aprender a conviver.
Esta é a moral da história: Viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!