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São momentos de alegria como este que fazem a vida valer a pena. São as etapas que se atingem, os objetivos que alcançamos, muitas vezes sem nos apercebermos de como o tempo passou. Vocês hoje celebram as bodas de prata, queridos pais, e só podem estar orgulhosos de todo o percurso que fizeram até aqui.

É uma grande alegria fazer parte desta família que vocês construíram. Com amor, empenho e muito sacrifício, o casamento certamente teve os seus desafios, mas eles foram todos vencidos e o fato de estarmos juntos, lembrando este dia especial, é a prova disso.

Vocês são um verdadeiro exemplo para qualquer casal. São amigos um do outro, levam em consideração os sentimentos de cada um e fazem desta casa um verdadeiro abrigo para todos. É inspirador olhar para vinte e cinco anos de genuíno companheirismo e sentir que eles certamente se somarão a muitos mais.

Certa vez, uma jovem foi ter com um sábio para confessar seus pecados.
Ele já conhecia muito bem uma das suas falhas. Não que ela fosse má, mas costumava falar dos amigos, dos conhecidos, deduzindo histórias sobre eles.
Essas histórias passavam de boca em boca e acabavam fazendo mal – sem nenhum proveito para ninguém.
O sábio disse:
– Minha filha você age mal falando dos outros. tenho que lhe dar um dever.
Você deverá comprar uma galinha no mercado e depois caminhar para fora da cidade. Enquanto for andando, deverá arrancar as penas e ir espalhando-as.
Não pare até ter depenado completamente a ave. Quando tiver feito isso, volte e me conte.
Ela pensou como os seus botões que era mesmo um dever muito singular!
Mas não objetou. Comprou a galinha, saiu da caminhando e arrancando as penas, como ele dissera. Depois voltou e contou ao sábio.
– Minha filha – disse o sábio – você completou a primeira parte do dever.
Agora vem o resto.
– Sim senhor, o que é?
– Você deve voltar pelo mesmo caminho e catar todas as penas.
– Mas senhor é impossível! A esta hora o vento já as espalhou por todas as direções. Posso até conseguir algumas, mas não todas!
– É verdade, minha filha. E não é isso mesmo que acontece com as palavras tolas que você deixa sair? Não é verdade que você inventa histórias que vão sendo espalhadas por aí, de boca em boca, até ficarem fora do seu alcance?
Será que você conseguiria segui-las e cancelá-las se desejasse?
– Não, senhor.
– Então, minha filha, quando você sentir vontade de dizer coisas indelicadas sobre seus amigos, feche os lábios. Não espalhe essas penas, pequenas e maldosas, pelo seu caminho.
Elas ferem, magoam, e te afastam do principal objetivo da vida que é ter amigos e ser feliz!!!
Pense nisso...
Usando apenas lindas palavras...

Nem sempre conseguimos silenciar as aflições para ouvir o nosso coração. Algumas vezes, é verdade, ele nos faz tropeçar, nos faz agir por impulso. Mas também é verdade que outras vezes não sabemos interpretar aquilo que ele quer nos dizer. Para ouvir o coração é preciso ser sincero consigo mesmo, é preciso ser honesto com as intenções.

O coração, muitas vezes, é mais sábio do que a razão. Há coisas que somente são compreendidas através dos sentimentos, e o órgão dos sentimentos é o coração. Você pode até tentar ignorá-lo, mas ele vai bater mais forte, até você lhe dar atenção. Mas para entender o coração, é preciso ter calma e paciência, é preciso, às vezes, calar a consciência.

Quando se sentir inquieto, confuso, silencie-se. Respire fundo. Entre em sintonia com o seu coração, concentre-se nas suas batidas. Só você sabe quais são as suas inquietações, por isso, só você pode entender o que lhe diz o seu coração.

Escute o seu coração. Depois, conte à razão o que ele lhe falou e tente entrar em um acordo.

Uma lágrima, uma única lágrima caiu do meu olho esquerdo... solitária, sozinha... Simplesmente eu escutei um "Não te amo mais" tão duro e seco e frio que eu me questionei inteiramente "Algum dia me amou?", o silêncio foi a resposta mais cruel que recebi, como se fossem palavras cortantes e chicoteadas em meu ser.
O silêncio doeu tanto que desejei escutar tumulto, agora eu abominava este silêncio. "Por que você não me responde? Eu queria tanto ouvir...". Olhou-me e secamente disse "Quer ouvir alguma coisa, mas não o que tenho a dizer...". Eu não podia me conformar com o silêncio "Algum dia você me amou?", perguntei novamente. "Não. Eu só estava tentando esquecer um amor com você." O que era pior a verdade das palavras ou a verdade do silêncio?
Partir o coração era pouco. Meu coração foi triturado. Meu coração não seria mais o mesmo tolo e inocente que até dois segundos atrás foi. Punhaladas assim não se reconstituem rápido, estarei para sempre deformada... Entreguei meu coração a quem não foi capaz de me amar, a alguém que só queria esquecer a pessoa que tinha quebrado seu coração. Amei alguém que não teve escrúpulos de quebrar meu coração. Entreguei-lhe meu coração ele o segurou, jogou pro alto e meu coração levou um tombo.
Hoje, não sou mais a mesma...
Hoje eu encaro o amor com outros olhos, olhos que duvidam, que tem medo. Olhos que já viram o amor despedaçar muitos corações e matar esperanças!

Camila Márcia

Um homem esperava para atravessar uma avenida quando um brilho na grama em que pisava chamou sua atenção.
Deu uma olhada sem se abaixar e pensou Deve ser um caco de vidro" e foi embora.
Mais tarde outro homem na mesma situação percebeu o brilho, abaixou-se, pegou a pedra meio suja e viu que era talhada como um lindo diamante.
Parecia mesmo um diamante enviando raios luminosos com as cores do arco-íris quando colocado ao sol. O homem pensou Puxa, será um diamante? Desse tamanho? Perdido aqui? Como veio parar aqui?
Talvez eu devesse levar a um joalheiro pra ver ser é mesmo." Olhava e olhava e de repente disse a si mesmo
" Que idiota eu sou, imagina se isso é um diamante, só pode ser um vidro talhado em forma de diamante que caiu de algum anel de bijuteria.
Porque um cara como eu iria achar um diamante?
E se eu levar a um joalheiro ainda vou ter que aguentar a gozação do homem por eu ter achado que podia ser um diamante...
Ha...logo eu ia achar um diamante assim...
perdido numa grama...logo eu..."
E assim pensando jogou de novo a pedra na grama e atravessou a avenida até meio triste pela sua pouca sorte.
No dia seguinte outro homem passando pelo mesmo lugar viu a pedra, atraído pelo seu brilho.
" Que beleza de pedra" ele pensou!
"Parece um diamante, talvez até seja um diamante, mas também pode ser apenas um pedaço de vidro imitando um diamante...
o melhor que tenho a fazer é leva-la a um joalheiro e pedir uma avaliação." E colocou a pedra no bolso.
Tendo levando-a para avaliação mais tarde descobriu ser um verdadeiro diamante, de muitos quilates e com uma lapidação especial.
Era uma pedra muito valiosa! Realmente especial e o homem ficou muito feliz com a sua boa sorte!
Na nossa vida às vezes encontramos pessoas que são como esse diamante...valiosas!
Pena que nem sempre nos damos o tempo para avalia-las confiando na nossa primeira, e muitas vezes errônea, impressão, ou simplesmente achando que nunca tivemos sorte, então, porque aquela pessoa apareceria justamente pra nós?
Pense nisso!
Dê-se uma chance!