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Eu não vejo a hora de te ter aqui, todos os dias eu torço para que as horas passem rápido e o tempo te traga até a mim. Eu vou cantar a sua música preferida e não vou ter vergonha da minha voz estranha, eu vou te fazer sentir vivo, feliz, melhor do que nunca, eu vou poder te provar o quanto eu te amo e te dizer tudo que sinto olhando nos seus olhos, vou te fazer rir quando você quiser chorar, nos momentos ruins vou fazer palhaçadas pra te alegrar e te levar pra dançar na chuva, eu vou cuidar de você, muito melhor do que cuido de mim mesma, vou te proteger e continuar te amando mais que tudo.

Toda mãe tem um jeito diferente de enxergar a vida, de encarar o dia a dia, de superar as dificuldades do mundo. Toda mãe é diferente! Na verdade, ser mãe é marcar pela distinção; ser e fazer felizes seus filhos através da linguagem do coração.

Mãe só tem uma: a verdadeira e mais nenhuma. E merece ser homenageada por todos os filhos em todos os instantes!

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me deem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.

Estela acordou-se ainda cedo,
pulou da cama sem medo
do frio que fazia lá fora.

Os pés miúdos, descalços,
folgados dos velhos sapatos,
correram o quintal sem demora.

Estela na horta adentrou,
abriu depressa o portão,
que rangeu sem má intenção.

O portão deu-lhe bom dia,
porém sua sintonia
denotou preocupação.

Estela olhou as verduras
com muito amor e doçura,
afagando-as com as mãos.

Julgou que a alface tão crespa,
mais ficara arrepiada,
temendo o voo das vespas.

Acenou para os legumes,
que, revelando ciúme,
cobravam sua atenção.

Preocupou-se com o tomate,
julgando que a face corada,
queimara-se na madrugada.

Achegou-se à berinjela,
que, roxa, pareceu a ela
ter a cor da aflição!

Jurou que um certo duende
houvesse pintado listrinhas
no corpo da abobrinha.

Isso assim era demais!
Voltou pra casa, correndo,
nem sequer olhou pra trás.

Na sala entrou, sem demora,
pedindo à mãe, nessa hora,
de presente uma porta.

E durante a madrugada,
pelos amigos da horta,
trocou o portão pela porta.

Há um momento na aprendizagem de cada homem em que este chega à convicção de que a inveja é ignorância; que a imitação é suicídio; que ele tem que se tomar a ele próprio tanto para melhor, tanto para pior, como a sua parcela; que embora o universo esteja cheio de coisas boas, nenhuma semente de milho nutritiva chegará a ele senão através da labuta que ele ofereça nesse lote de terreno que lhe foi dado para cultivar.

O poder que reside nele é novo na natureza, e nenhum outro senão ele sabe o que é que pode fazer, e não o saberá até que o tente. Não é por nada que uma cara, um caráter, um fato, causa muito impressão nele, e outros não têm qualquer efeito. Esta escultura na memória não existe sem uma harmonia pré-estabelecida.

O olho foi colocado onde um raio deve cair, de forma a testemunhar esse raio em particular. Nós apenas nos exprimimos pela metade, e temos vergonha da ideia divina que cada um de nós representa. Podemos ser de confiança e de motivações boas e proporcionais, e darmo-nos fielmente, mas Deus não terá o seu trabalho mais manifesto feito por cobardes.

Um homem está seguro e tranquilo quando coloca todo o coração no seu trabalho ou outra atividade e faz o seu melhor de acordo consigo próprio; mas o que ele diz ou faz de outra maneira, não lhe dará nenhuma paz.

É uma entrega que não rende nada. Na tentativa o seu gênio abandona-o; nenhuma musa o ajuda; nenhuma invenção, nenhuma esperança. Confia em ti próprio: todo o coração vibra a essa corda de ferro.

Ralph Waldo Emerson