Meus queridos amigos, é com muita alegria que mais uma vez recebemos o Natal em nossas vidas. E o simples, e ao mesmo tempo maravilhoso fato de estarmos todos aqui para comemorar já é motivo suficiente para agradecer.
O ano que está acabando pode ter trazido desafios para a sua vida, pode ter colocado difíceis obstáculos em seu caminho, mas tenha certeza de que o espírito do Natal e as luzes e boas energias que essa época do ano nos traz, irão curar tudo de mal que possa ter acontecido, e vão lhe reenergizar para começar um novo ano com muita força e ânimo de viver.
Deixo o meu abraço muito forte e muita energia positiva para todos. Que o Natal de todos vocês seja maravilhoso e que o Ano Novo comece com o pé direito! Felicidades e boas festas aos meus queridos amigos!
Tanto por algo que se chama felicidade
Que nesta busca não percebemos o
Quanto somos felizes, sonhamos tanto com o
Impossível, que não vemos quanta coisa
Ainda é possível!
Refletir!
Nós podemos aprender qualquer coisa em qualquer área da vida, se soubermos observar as experiências das pessoas próximas.
Basta estar aberto e receptivo a novos aprendizados. As pessoas do nosso círculo de relacionamento sempre terão algo a ensinar. Aproveitando a experiência dos que fizeram a viagem antes, será fundamental para evitarmos os mesmos erros.
Podemos depreender deles o melhor de cada área. Não olhe apenas para as pessoas que lhe fazem sentir bem, mas também, e principalmente, para as que estão dispostas a contribuir para o nosso crescimento. Bons exemplos estão além das pessoas que admiramos. A chave do sucesso está em identificar aqueles cuja experiência servirá para nos apoiar em nossa jornada rumo ao triunfo.
Lembre-se que aprender com os erros alheios é mais sábio do que com os nossos. Para trilhar rumo ao topo, devemos nos empenhar para descobrir diferentes abordagens e conseguir contribuição daqueles que estão a nossa volta.
Lembre-se ainda, que aprender o que não fazer pode ser tão importante quanto aprender o que fazer. O sucesso depende de aprendizado e não de resistência a ele.
Para meu coração basta teu peito
para tua liberdade bastam minhas asas.
De minha boca chegará até o céu
o que estava dormindo sobre tua alma.
E em ti a ilusão de cada dia.
Chegas como o sereno às coroas.
Escavas o horizonte com tua ausência.
Eternamente em fuga como a onda.
Eu disse que cantavas no vento
como os pinheiros e como as hastes.
Como eles és alta e taciturna.
E entristece prontamente, como uma viajem.
Acolhedora como um velho caminho.
Te povoam ecos e vozes nostálgicas.
Eu despertei e às vezes emigram e fogem
pássaros que dormiam em tua alma.
Pablo Neruba
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre que o amor, eis que permite que o objetivo dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todo os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências.
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Às vezes mergulho em pensamento sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer.
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus verdadeiros amigos! A gente não faz amigos, reconhece-os!