Na paz encontra-se a resposta que vem
da lógica de tudo que não se explica.
Na paz determina-se o modo seguro de caminhar.
Na paz o caminho fica claro e não se sente o cansaço,
nem o desânimo.
Na paz o ar que entra e limpa tudo
lá dentro, não carrega o que pode sujar lá fora.
Na paz resolve-se o quebra-cabeça que deixa
em muitos, depois de montado, a sensação de
que ele ainda permanece na caixa.
Na paz o sangue percorre todo o corpo,
garantindo a vida saudável.
Na paz, homens e mulheres se respeitam
e se ajudam, pois são fortes e indispensáveis
para hastearem a bandeira branca.
Na paz estamos, todos juntos, representando
de mãos unidas, a presença de Deus.
A tartaruguinha
Do pifuripafo
Não pifuripafa
Na pifuripinha.
O tartaruguinho
Só pifuripafa
Com a tartaruguinha
Na pifuripinha.
Meu amor por você,
Não pode ser descrito em meras palavras.
É um sentimento maior que versos,
estrofes ou poemas,
um sentimento demonstrado através de atos,
pequenos gestos, simples detalhes.
Um sentimento inexplicável, e incomparável.
Um sentimento único, chamado Amor!
Dos meus problemas, fiz um acolchoado de retalhos, pedaços de dificuldades que me fazem lembrar, da minha capacidade de superar momentos difíceis, e vejo pedaços que me lembram fatos, onde eu tinha certeza que não iria resistir, onde eu queria mesmo era morrer, sumir...
Amores perdidos que me fizeram sofrer, mortes inesperadas que me deixaram vazio, promessas que não aconteceram, doenças, discussões tolas, brigas e desavenças, sonhos que viraram pesadelos
Um acolchoado triste, pesado, mas cheio de lições importantes, cheio das minhas impressões, do que eu era e do que me transformei, por isso essa força tamanha, que carrego comigo por onde for, e se encontro alguém sofrendo pela estrada, tiro da minha colcha um retalhinho, um pouco da minha experiência com a dor, e mostro carinhosamente o caminho, onde há flores, espinhos e amor.
Peço para a pessoa olhar lá na frente, além do problema e da dificuldade, depois, olhar para dentro de si mesmo, e encontrar a solução para tudo, pois, a dor vem dos outros, a decepção também, mas a solução está onde sempre deve estar, dentro de você, criatura divina, feita para brilhar.
A menina pediu para ir à feira com o pai, pois a mãe estava gripada. A menina alegou que conhecia as melhores barracas, nas quais a mãe costumava comprar.
No meio do caminho, ela viu um garoto que vendia pintinhos. Pediu que o pai comprasse um.
– Mas para quê você vai querer um pintinho? Quando crescer vai virar galinha. Como é que vamos criar uma galinha num apartamento?
A menina insistiu e o pai comprou o pintinho. Veio num saco de armazém, com furinhos para o pintinho respirar. Chegaram em casa e a mãe, apesar da febre, reclamou. Que coisa! Fazer o quê com um pintinho dentro de casa?
A menina disse que tomaria conta dele. Era tão bonitinho, tão fofinho. Na primeira noite, até que o pintinho não deu trabalho, dormiu numa caixa de sapato, ao lado da cama da menina.
Quando ela acordou, na manhã seguinte, o pintinho havia desaparecido. A menina interrogou a empregada, o pai, e até a mãe, que já estava ficando boa da gripe. Ninguém assumiu o sumiço do pintinho. A menina ficou sabendo que vivia no meio de gente fingida.
Para compensar, deram-lhe um ursinho de pano. Não era a mesma coisa. Já que todo mundo fingia, ela fingiu que gostava do urso. Finge até hoje e até hoje não sabe por que é tão difícil deixar que os outros sejam felizes.