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A beira do mar espero que as ondas, Levem minha tristeza.
Minhas mágoas, Minhas angústias, Meu desamor Meus desejos, Meus sonhos roubados.
Estou me perdendo nessa realidade, Nem sei mais o que escrevo.
Quando fecho os olhos é a sua imagem que me vem, Sua imagem sorrindo para mim, Sorriso que não me deixa, Tento inutilmente arrancar essa imagem da mente.
E por mais que eu me esconda, revivo o passado, E ainda sinto o desejo.
Sem entender o que deu errado.
Se abre comigo, me fale o que se passa com você, Quero te entender, me conte seus sonhos, seus prazeres, Seus segredos, seus medos...
Eu sei que talvez todas as histórias terminam, e nem todas, Tem final que se espera.
Eu deveria entender que felicidade é feita de momentos.
E naqueles momentos eu fui feliz, Talvez fosse para ser assim, Acho que não era para você ser meu.
Mas minha alma não se contenta, em não tê-lo comigo, De tê-lo perdido, Esse amor é fogo que me queima, E ao mesmo tempo água que me invade, me afogando. Ou vento que me carrega e me lança.
Palavras, palavras, não expressam o amor que existe em mim, A noite está tão linda, o céu estrelado, e você não está aqui.
Preciso te ver, te olhar nos olhos, mais uma vez, E dizer o que meu coração, não aguenta mais guardar, Dentro dele, o quanto te amo, e te quero.
As minhas doces companheiras, Voltam a percorrer o meu rosto, vindas dos meus olhos, já sem vida.
No reflexo que vem do espelho, já não me reconheço.
Foi numa noite como essa que tive seu carinho, Que te senti meu.
Se algum dia puder ler essas palavras, Não me peça desculpas... Não se desculpe, por não ter sonhado como eu. Jamais entenderá.
Achei que o amor seria a fonte das alegrias da minha vida!
Que engano.
E agora nada mais me importa, Não te verei amanhã, E nem depois de amanhã, O que mais importa? Se não sou eu ao seu lado, Se seu sorriso não é mais para mim, Tanto faz, Não é o meu corpo, que o seu aquece, Seus beijos, não são mais para mim, Nada mais importa, Se não tenho você.

Uma amizade é como um jovem botão de rosa
Que se abre diante da carícia do sol
Revelando - lhe a intimidade que se encontrava adormecida
E desperta, suavemente, aspirando a vida
Surgindo em novas e maravilhosas experiências e expressões.

Seu carinho ameniza minha dor, suas palavras são notas musicais tocando suavemente meu coração.
Sua presença, é a luz do sol aquecendo minha alma. Sua amizade, um presente valioso, uma planta rara que cultivo com muito carinho.
Obrigado, você já faz parte de minha vida.
Amo você amigo!

E eu poderia passar horas falando sobre cada detalhe seu que eu amo. Poderia passar dias só te beijando e abraçando. Ou semanas te agarrando. Poderia passar meses com você. Só com você. Te mimando, te agradando, te querendo. Mas a verdade é que eu poderia passar vidas, só te amando.

A um certo homem de negócios foi solicitado um donativo, em benefício de algumas obras assistenciais que vinham sofrendo muito pela falta de recursos. O homem, entendendo o valor dessas obras e desejando colaborar também em favor dos oprimidos, pobres e sofredores, prontamente preparou e entregou nas mãos do solicitante um cheque portador de uma respeitável soma que daria, certamente, para suprir várias necessidades urgentes.
Enquanto ainda recebia as expressões de reconhecimento, feitas em nome das instituições beneficiadas, chegou um dos seus secretários trazendo-lhe um telegrama. Pediu licença e imediatamente leu a mensagem contida no referido telegrama. O seu semblante manifestou uma perturbação visível e, sem fazer segredo, disse ao solicitante, ainda presente:
– Este telegrama participa-me sobre o naufrágio de um dos meus cargueiros e a consequente perda da respectiva mercadoria que transportava. Isto me obriga a alterar agora o meu donativo e terei de lhe preparar um novo cheque. Não me leve a mal, amigo, mas é absolutamente necessário que eu assim proceda. Espere por uns poucos instantes, por favor.
O solicitante das obras sociais em questão compreendeu perfeitamente a situação e lhe devolveu de imediato o cheque, julgando que ele passaria outro, de menor valor. O negociante fez outro e o entregou. Mas, qual não foi o seu espanto ao verificar que o novo cheque representava o dobro do valor do primeiro. Um tanto conturbado, indagou o solicitante:
– Não teria o prezado amigo se enganado, ao preencher esse cheque?
– Não – respondeu o homem de negócios. – Não me enganei. Essa importância está correta. E naquele momento, com os olhos marejados pelas lágrimas que não puderam ser evitadas, o homem continuou:
– Eu conheço bem os ensinamentos de Cristo que recomendou: "Não ajunteis tesouros na terra." Mas só ao ocorrer um prejuízo dessa monta é que a gente desperta no sentido de estar lutando apenas por uma coisa perecível e passageira. É preciso pensar também, aliás, muito mais, nos valores eternos – os que permanecem.