Hoje sei que por mais que eu tentasse, eu não conseguiria jamais esquecer dos melhores momentos de minha vida, pois sei que foram eles os quais me trouxeram até este instante, onde vivo satisfeita e feliz.
Hoje sei quais foram as pessoas que realmente fizeram a diferença e quais realmente fazem parte desse eu que me tornei hoje.
Sei que você é muito mais que uma pessoa importante na minha vida, é parte dela. Pois sem suas palavras hoje eu não saberia falar, sem seus conselhos eu não saberia caminhar, sem sua companhia eu ficaria a entristecer, pois pessoas especiais fazem grande falta.
Ter sua companhia é o mesmo que estar vivendo com a certeza que existem pessoas as quais realmente se importam conosco. As quais sabem dizer as palavras certas nos momentos mais difíceis, compartilham conosco nossas pequenas e grandes alegrias.
Hoje sei quais são as pessoas que quero levar pra sempre comigo, seja mesmo no coração, e você é uma delas.
Pois você na minha vida faz uma grande e maravilhosa diferença.
As Doninhas e os Ratos estavam sempre em pé de guerra uns contra os outros. À cada batalha, as Doninhas sempre saíam vitoriosas, levando consigo um grande número de Ratos, que lhes serviam de refeição para o dia seguinte. Desesperados, os Ratos resolveram formar um conselho para tratar do assunto, e assim chegaram à conclusão, que os Ratos sempre levavam desvantagem porque não tinham um líder.
Definida a questão, em seguida, um grande número de generais e comandantes foram escolhidos dentre os mais eminentes e notórios Ratos da comunidade. Isso, evidentemente era motivo de orgulho para aqueles que, sendo mais bem posicionados socialmente, enxergavam ali uma clara forma de reconhecimento público desse status.
Para diferenciá-los dos soldados comuns, quando estivessem na linha de frente, em meio ao campo de batalha, os novos líderes orgulhosamente ostentavam sobre suas cabeças, ornamentos e adereços feitos de penas ou palha. Então, depois de uma longa preparação da tropa de Ratos, após muitos estudos em táticas de guerrilha, eles enviaram um desafio para as Doninhas.
As Doninhas, claro, aceitaram o desafio com ânsia, uma vez que, "estar sempre de prontidão para a luta" era seu lema, especialmente quando estavam de olho numa refeição. Assim, imediatamente atacaram a brigada dos Ratos em grande número. Logo a linha de frente dos Ratos sucumbiu diante do ataque, e o restante da armada imediatamente bateu em retirada, numa fuga desesperada para se abrigarem em seus buracos.
Os soldados rasos entraram com facilidade em suas estreitas tocas, mas os Ratos líderes não tiveram a mesma sorte, uma vez que, não conseguiram entrar a tempo em seus abrigos. Ocorre que os exagerados adereços que carregavam sobre suas cabeças, atrapalharam de forma decisiva seus movimentos. Assim, nenhum deles conseguiu escapar do ataque das famintas Doninhas.
Moral da História:
A Grandeza tem suas desvantagens.
Bom fim de semana para todos!
Talvez não me pertençam
Os finais de semana
Talvez eu não pertença
À semana
Ou muito menos
Aos finais
Talvez eu sequer
Pertença
Talvez sequer eu
Talvez sequer
Talvez eu
Talvez.
Paulette Virgínio
Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é.
Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão.
Seu focinho é úmido e fresco.
Eu beijo o seu focinho.
Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito.
A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave.
Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome.
Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai.
Se ele fareja e sente um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e ai.
Aviso também que não se deve temer seu relinchar: A gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.
Dizem que o tempo cura tudo, mas eu todos os dias me questiono se algum dia o tempo curará esta melancólica saudade que por você eu sinto, minha mãe... Eu sei que não! Não totalmente, pois você partiu cedo demais, mas fosse qual fosse o momento, ontem, hoje ou daqui a cinquenta anos, seria sempre cedo demais.
Mas você se foi, minha mãe, e com você levou este pedaço de mim que jamais recuperarei, pedaço que agora preencho com saudades que serão eternas e imortais! Eu te amo, mãe querida...