Era um pequeno menino que visita seus avós na fazenda. Lhe foi dado uma espingarda de chumbinho para brincar, do lado de fora, nas árvores. Praticou nas árvores, mas nunca poderia atingir um alvo de verdade. Desanimado, ele voltou pra casa, para o almoço.
Enquanto andava, viu o pato de estimação da vovó. Em um impulso, mirou na cabeça do pato e o matou. Ficou chocado e aflito. Em pânico, escondeu o pato inerte na pilha de lenha. Então descobriu que sua irmã lhe observava. Sally tinha visto tudo, mas não disse nada.
Após o almoço daquele dia, vovó disse, - Sally, me ajude a lavar os pratos.
Mas Sally respondeu, - Vovó, Johnny disse-me que quer ajudar hoje na cozinha, não é Johnny?
E então lhe sussurrou, - Lembra-se do pato?
Assim Johnny ajudou com os pratos.
Mais tarde, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, e vovó disse, - Sinto muito, mas eu preciso que Sally me ajude.
Mas Sally sorriu e disse, - Bem, isso não é problema porque Johnny me disse que queria ajudar.
E sussurrou outra vez, - Lembra-se do pato?
Sally foi pescar e Johnny ficou.
Após alguns dias com Johnny fazendo o seu trabalho e o de Sally, finalmente não poderia esperar mais. Foi até a vovó e confessou que matara o pato. Ela ajoelhou-se, deu-lhe um abraço e disse - Querido, eu sei. Eu estava na janela e vi a coisa toda. Mas porque eu te amo, eu o perdoei.
E ela continuou, - E também porque eu te amo, eu queria ver por quanto tempo você deixaria que o medo e a mentira, fariam com que você deixasse Sally fazer de você o seu escravo.
Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
Por que está fazendo isso, perguntou o escritor.
Você não vê, explicou o jovem... A maré está baixa e o sol está brilhando, elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia, continuou.
O escritor espantou-se:
– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor dizendo:
– Para essa aqui, eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Seja a diferença!
É madrugada há um silêncio no ar por um instante, o soluço parou a tristeza dormiu e o pranto cessou!
Na barra do novo dia brilha sorridente o sol da alegria.
O ventre da terra contraiu-se a natureza gemeu em santo parto reuniram-se todos os átomos da força energética da vida...
O Pai é o parteiro presente anjos e mulheres o auxiliam os guardas, homens armados cochilam frágeis e inofensivos.
Poderosos: sacerdotes, Herodes, Pilatos... Com o remorso do crime no estômago, sofrem pesadelos.
O túmulo rompeu-se e a pedra rolou!
Eis que de pé, vitorioso renasce Jesus!
Do infinito parto da Natureza e do Céu ressurge livre, vencedor o Filho Amado. Ontem matado e enterrado.
Termina, enfim, a teimosia cansativa entre o homem e seu criador alguns lençóis, placentas inúteis, restos da morte que agoniza faixas manchadas do pecado vencido.
Voam pelo ar, no chão em festa, feito jardim por onde passeia sorridente o jardineiro imortal.
Tudo é surpresa e espanto tudo é certeza e encanto.
Os convidados e seguidores cantam alvíssaras Maria, a mulher símbolo suspira aliviada e segura uma lágrima feliz terá corrido rápida fazendo ponto final, no seu papel genial por ela somos benditos também, quem não diria Amém?
Enquanto os filhos da morte envergonhados, insistem em combater de boca em boca, de casa em casa, de nação em nação corre veloz a notícia feliz: "Jesus ressuscitou!"
Quem crê, saia depressa, correndo atrás de Madalena, de Pedro, de João...
A vitória será sempre da vida! E cada esforço, cada luta, cada gota de sangue derramado pela justiça não terá sido em vão...
A última palavra será: ressurreição!
Quando nos olhamos pela primeira vez senti que algo diferente estava a começar!
Logo surgiu uma boa amizade que, de acordo com a minha intuição infalível, poderá tornar-se cada vez mais forte e profunda... só vai depender de ti, pois eu já me rendi aos teus encantos!
É, sim, querida(o), só depende de ti! Porque, da minha parte, tudo o que quero é que a impressão daquele primeiro olhar se amplie ou pelo menos se repita por muitas vezes!
Juro, juro-te: arrepiei-me quando te vi pela primeira vez! Percebi que algo de maior poderia acontecer entre nós a partir daquele olhar. aliás, eu tenho quase a certeza de que poderemos estabelecer uma nova forma de relação, uma forma de relação mais íntima, pois intimidade, amor e desejo foram transmitidas inequivocamente naquele primeiro olhar que trocamos! Espero que esta minha impressão se confirme!
Quando somos jovens vivemos na ilusão de que a vida é longa, interminável, que sempre haverá tempo para o que for. Quando somos adultos demasiadas preocupações e diferentes circunstâncias nos impedem de pensar sobre a vida. E assim, quando chega o momento de a ponderar, ela já passou!
Não deixe para amanhã, ou até mesmo para logo. Agora é o momento certo para agarrar a vida, para a viver plenamente, pois o depois pode não chegar jamais! Aprenda a viver o agora e seja feliz!