Houve uma reunião em uma marcenaria, onde as ferramentas se juntaram para acertar suas diferenças. O martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes o notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia barulho demais e além disso passava o tempo todo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito. Nesse momento entrou o marceneiro, juntou todos e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu em um fino móvel. Quando a marcenaria ficou novamente sem ninguém, a assembleia recomeçou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.
Então a assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas e o metro era preciso e exato. Então se sentiram como uma equipe capaz de produzir belos móveis da mais alta qualidade e uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalhar juntos.
O mesmo ocorre com os seres humanos. Basta observar. Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação fica tensa e negativa. Ao contrário, quando se buscam com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades, isso é para os sábios!
Todas as estrelas do céu
São cúmplices do nosso amor
As rosas e seus espinhos
São cúmplices do nosso amor
A sua fé
O meu café
O seu cigarro
E o meu sarro
São cúmplices do nosso amor
A minha saliva
A tua língua
A lua que cresce
E a lua que míngua
São cúmplices do nosso amor
O voo sem asas e o tropeço no ar
As minhas palavras e a vontade de gritar
O teu sorriso e a tristeza do meu olhar
Dos dias que te vejo e quando não esqueço
As minhas noites vazias num quarto escuro
E dos nossos momentos de prazer que me faziam puro
A solidão que me engolia quando fugia para o futuro
Do meu cigarro que queima, e da bebida que mistura
Dos nossos sofrimentos, e melhores momentos
E nossos fingimentos sempre grandes instrumentos
Para as nossas verdades, e que estas perdoem
As nossas mentiras !
Recebi esta mensagem de um amigo que teve de fazer uma escolha... Ele me disse que no final eu teria de escolher também... Agora é a sua vez!
Há algum tempo atrás uma mãe puniu seu filho de 5 anos de idade por estragar um rolo de papel que ia, por fim, decorar uma caixa a ser colocada sob a Árvore de Natal. Na manhã seguinte à noite de Natal, o menino trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo:
- "Isto é para você, mamãe". A mãe ficou embaraçada por sua reação precipitada, mas sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia, e falou rudemente com o menino: - "Você não sabe que quando se presenteia alguém é esperado que haja alguma coisa dentro do pacote?" O menino olhou-a em lágrimas e disse: - "Oh, não está vazia, mamãe. Eu soprei dentro dela, até ficar cheia de beijos". A mãe ficou arrasada. Ajoelhou e pedindo perdão por sua ira irracional, abraçou-o com ternura. Um acidente tirou a vida do menino pouco tempo depois e é sabido que a mãe guardou aquela caixa dourada perto de sua cama por todos os anos de sua vida. Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, ela abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor que a criança colocou lá.
" Verdadeiramente, cada um de nós, seres humanos, temos recebido uma caixa dourada repleta do amor de nossos filhos, família, amigos... Não há maior tesouro a se possuir.
Você, agora, tem duas escolhas... 1. Enviar esta mensagem aos amigos e amigas ou 2. Apagá-la, fingindo que não foi por ela tocado. Como pode ver, escolhi a número 1.
Vai ser fácil esquecer você... Basta não olhar o céu, não lembrar do mar...
Vai ser fácil esquecer você... Basta esconder a simpatia, abandonar a ilusão, mascarar a alegria, viver na solidão...
Vai ser fácil esquecer você... Basta não lembrar do seu sorriso, daquele seu meigo olhar...
Vai ser fácil esquecer você... Basta de nada lembrar, nada olhar, não viver, nem amar, esquecer sua importância em minha vida...
Vai ser fácil esquecer você... Basta eu mesma, esquecer de mim.
De quando em vez ouço o seguinte desabafo: Tudo vai mal. Ninguém me compreende e Deus se esqueceu de mim.
A esse respeito Jesus contou a história da ovelha perdida.
Após um dia de penoso trabalho, um pastor voltava do campo conduzindo as ovelhas para o curral, quando sentiu falta de uma delas. Fechou a porta do curral deixando as 99 em segurança e saiu a procura da ovelha perdida.
Após diligente busca, encontrou-a prestes a cair no precipício. Ajoelhou-se, tomando-a em seus braços fortes e levou-a de volta para junto das outras.
Esse é o retrato de Jesus, o nosso Bom Pastor. Se você lhe permitir, Ele o tomará em Seus braços porque Ele o ama, e jamais se esquece de você.