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Ao sábado novos sonhos despertam
Depois de uma semana cansativa.
O corpo está exausto,
A cabeça pede sono e um pouco te TV.
Mas que nunca falte tempo
Para viver um pouco mais.
Estar com os amigos,
Dedicar tempo à família,
Ou simplesmente a si próprio.
Seja como for que cada um
Deseje passar este maravilhoso dia,
Que seja com alegria, boa disposição
E sempre em boa companhia!
Um feliz sábado para todos vocês!

Infelizmente é muito comum pessoas se afastarem quando uma relação se complica. Talvez seja mais fácil seguir caminhos opostos, mas eu garanto que não é tão recompensador.

Então não façamos nós o mesmo, e antes façamos o contrário. Eu direi 'me desculpe' com toda a sinceridade e você me perdoará com todo o coração.

Pessoas se afastam por tão pouco, mas nós temos tanto pelo que ficar juntos, então façamos esse pouco pelo muito, e apostemos em nós e em nossa relação.

Hoje todas as recordações estão mais vivas que nunca! Parece que as lembranças estão trazendo você de volta, querida mãe. E quem me dera que isso fosse possível.

Sabe, mãe, cada dia que passa a saudade cresce juntamente com a aceitação – e isso é positivo! Finalmente estou encarando a sua partida como algo natural; difícil, mas natural. Descanse em paz, minha mãe! Até um dia.

Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...

A amizade nasce de um sorriso sincero,
Cresce aos poucos,
E quando estimada fica impossível de não tê-la mais.
A amizade é tão forte como o brilho do sol,
Tão grande como a lua,
Tão admirada como a paisagem mais bela.
A amizade cobiça fielmente a sinceridade,
Alimenta a cumplicidade e devora a alegria.
A amizade é algo indecifrável,
Como uma língua sem tradução.
Amizade é presente dos céus
E a compreensão dos sonhos.
Ser amigo é ter prestígio
Ter conceito de companheirismo,
Benevolência perfeita.
A amizade é dotada de compreensão,
Completa de fiel felicidade.