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Apesar dos absurdos que cometemos repetidas vezes, no fundo, bem no fundo, sabemos que o nosso maior desejo na vida é acertar.
É fazer a coisa certa.
É fazer dela a coisa certa.
Às vezes nos perdemos de nós, quando iniciamos a partida desse jogo insano de tentativas, erros e acertos.
Mas, por outro lado, esbarramos em muita coisa boa espalhada por aí, até nos encontrarmos de novo. Não tenha medo dos desacertos.
Tenha medo da falta de ousadia e das oportunidades perdidas por conta disso.
Sabe de uma coisa? Eu aprendi a duras penas, que só se vive bem, vivendo Então, vai lá, mergulha na vida sem carregar o medo de se afogar.
Lembre-se, que assim como nós, tem sempre alguém disposto a fazer o outro feliz.
Disposto a nos ajudar. a curar os nossos males. a segurar a nossa mão.
Isso é o que nos salva. Isso é o que mantém a nossa fé na vida e nas pessoas. Isso é o que nos faz (re)começar e tentar, mais uma vez, o próximo passo.

A vocês eu devo a vida e quase tudo daquilo que hoje sou. Pai e Mãe, minhas maiores certezas na vida, a vocês eu agradeço de coração por tudo e por tanto, pela dádiva da vida e por durante toda essa vida, até hoje, terem sido meus pilares, meus exemplos, meus tudo!

Deus foi muito generoso comigo, e meu coração nada em gratidão e felicidade por ter uma família tão maravilhosa. Eu amo vocês!

Quero dizer que o que essa garota sente por ti, não é só amor, é bem mais que isso. Envolve confiança, cuidado, respeito, paciência, apoio, espera, tempo, afeto, luta e esperança. Só não se esquece, que é pra ti que ela dedica o lado mais bonito que possui.

Disse o poeta que as cartas de amor são ridículas. Quem me dera que Deus me desse a capacidade de escrever uma carta de amor ridícula. Mas não, não é por falta de amor, é por transbordar de amor! Sinto que o que sinto não tem palavras que consigam expressar.

Sei que os poetas usam paisagens bucólicas e muitas metáforas para declarar o amor. E se os poetas usam verbos no pretérito mais que perfeito, deve ser porque mais que perfeito é o amor. Sei também que os românticos usam expressões pouco habituais, e falam muito de sensações, usam muitos adjetivos e metáforas em suas cartas de amor.

Será que eu poderia inventar um alfabeto para declarar o meu amor por você? Ou seria melhor tentar expressar o meu sentimento com um desenho ou uma canção?

Um dia talvez eu encontre uma forma de expressar o que sinto por você de forma poética. Mas por enquanto, não tenho maneira mais simples, direta e romântica do que dizer na língua de Camões: "Amo-te"!

"O pecado da luxúria é ser dominado pelo desejo desmedido de sensualidade e exuberância dos sentidos. É o melhor lugar nesse estudo para entendermos o que Santo Agostinho nos diz: "O pecado é o excesso do bom."
De difícil compreensão, a luxúria, que é a orgia dos sentidos, é facilmente confundida com a primária gula sexual. A civilização romana e, infelizmente a civilização atual, têm inúmeros exemplos da voraz gula sexual e de seus rodízios carnais.
O pecado da luxúria está relacionado com o 5° Chakra (chakra da garganta, localiza-se no plexo laríngeo ou cervical). Corresponde à glândula tireoide responsável pela expressão, emitindo os impulsos de comunicação, expressão pessoal nos níveis lógicos, sensoriais e de criação artística, o centro da expressão criativa. 0 5° Chakra seleciona e purifica os impulsos originados na região lateral do quadril - centro da criação; ativa e filtra os movimentos de crescimento físico e emocional, conecta os centros básicos aos centros mais sutis e ativa as sensações de vibrações e abundância.
A sofisticada luxúria deseja a qualidade, a expressão criativa, a liberdade e a sexualidade obtidas por meio do esplendor dos sentidos. É necessário evocar na memória a civilização Grega e sua decadência para captar o sentido da luxúria e sua embriaguez do corpo, da alma e das sensações.
Como ensina a cozinha francesa, clássico exemplo de luxúria do paladar, é preciso se entregar às nuanças criativas, às sutilezas da qualidades para atingir as altas voltagens do prazer com todos os seus sentidos, instalando-se então o deleite e o prazer oferecido pela volúpia.
O desejo intemperante de volúpia torna a liberdade libertinagem e a sensualidade impõe o desfrutar ilimitado. Sem a virtude da temperança, que pertence à arte do sentir, a sensualidade é prisioneira fácil da paixão, torna-se escrava de seus vícios. O pecado da luxúria, então corre o risco de com suas exigências desmedidas se ver rebaixado à condição de gula empanturrada ou de buscar os efeitos dos narcóticos e drogas que só a sua irmã indolência conhece. "