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Segurança é saber que seu filho vai pular
e você estará lá de braços abertos para segura-lo.
Segurança é ter a certeza que você vai plantar
e depois terá que colher.
Segurança é ter a convicção que fez o melhor,
mesmo que nem todos tivessem te ouvido.
Segurança é ter a certeza que nosso Pai Celestial
jamais nos abandona em momento algum.
Segurança, é ter a certeza que se porventura uma porta se fechar,
haverá muitas outras se abrindo para que você possa passar.
Segurança é você encontrar um cobertor,
quando o frio se aproximar de você.
Segurança é quando você acha que não vai conseguir,
mas tenta e consegue.
Segurança é quando você estiver com sede,
e de repente uma chuva maravilhosa tocar seu rosto,
e os pingos da chuva andar pelos seus lábios e sua língua.
Segurança, é acima de tudo confiar no Criador sem te-lo visto,
porem te-lo sentido.

Durante seis anos, Siddhartha e os seus seguidores viveram em silêncio e nunca saíram da floresta.

Para beber, tinham a chuva, como comida, comiam um grão de arroz ou um caldo de musgo, ou as fezes de um pássaro que passasse. Estavam tentando dominar o sofrimento tornando as suas mentes tão fortes que se esquecessem dos seus corpos.

Então um dia, Siddhartha escutou um velho músico, num barco que passava, falando para o seu aluno...

"Se você apertar esta corda demais, ela arrebenta; e se a deixar solta demais, ela não toca."

De repente, Siddhartha percebeu que estas palavras simples continham uma grande verdade, e que durante todos estes anos ele tinha seguido o caminho errado.

Se apertar esta corda demais, ela arrebenta; e se a deixar solta demais, ela não toca.

Uma aldeã ofereceu a Siddhartha a sua taça de arroz.

E pela primeira vez em anos, ele provou uma alimentação apropriada.

Mas quando os ascetas viram o seu mestre banhar-se e comer como uma pessoa comum, sentiram-se traídos, como se Siddhartha tivesse desistido da grande procura pela iluminação.

(Siddhartha Gautama os chamou)

- Venham...
- e comam comigo.

Os ascetas responderam:

- Traíste os teus votos, Siddhartha. Desistiu da procura. Não podemos continuar a te seguir. Não podemos continuar a aprender com você.

Enquanto foram se retirando, Siddharta disse:

- Aprender é mudar.

- O caminho para a iluminação está no Caminho do Meio.

- É a linha entre todos os extremos opostos.

O Caminho do Meio foi a grande verdade que Buda descobriu, o caminho que ensinaria ao mundo.

Amar é sentir no corpo o calor do abraço, nos lábios o gosto de um beijo e no peito a felicidade. Fazer da lua a musa do seu dia, do vento o mensageiro do carinho e da noite um labirinto de saudade. Sentir um segundo de ciúme, sofrer um instante de solidão. Chorar a ausência de alguém e viver um momento de paixão. Ver a saudade como prova de amor. E fazer do mundo, um paraíso encantado.

Quem tem uma filha assim, tem tudo para ser feliz. Tem o coração repleto de orgulho, tem mil sonhos na cabeça e desejos maravilhosos. Feliz Dia da Mulher!

Sim, você é minha filha, mas é também uma mulher muito especial. Nunca conheci alguém tão carinhoso, tão gentil. Admiro muito todos os passos que você deu na vida, sabe? Isso demonstra o quanto você é adulta e o quanto está preparada para ser e fazer felizes aqueles que se cruzarem na sua vida.

Tenha um dia muito especial, minha querida! E que a alegria jamais desapareça do seu coração. Beijo.

Um homem resolveu visitar um ermitão que vivia perto do mosteiro de Sceta. - Qual o primeiro passo daquele que pretende seguir o caminho espiritual? – perguntou.
O ermitão levou-o até um poço e pediu que olhasse seu reflexo na água. O homem obedeceu, mas o ermitão começou jogar pequenas pedras, fazendo com que a superfície se movesse. - Não poderei ver direito o meu rosto enquanto o senhor jogar pedras.
- Assim como é impossível ver seu rosto em águas turbulentas, também é impossível buscar Deus se a mente estiver ansiosa com a busca – disse o monge – Não faça perguntas, siga adiante com fé. Este será sempre o primeiro e o mais importante de todos os passos.