Hoje você ainda se aninha no ventre da sua mãe, e está longe de imaginar toda comoção que já existe por você, e todo amor que já nasceu antes de você nascer.
Minha netinha, no meu coração você já tem morada permanente, mas não vejo a hora de a conhecer, de ver seus olhinhos e segurar seu corpinho em meus braços. Tenho tanto para lhe dizer, tanto para lhe mostrar e ensinar, mas agora sonho apenas que sua chegada seja abençoada por saúde e felicidade!
Eu te amo
E como é fácil te amar
Você me faz uma pessoa melhor
Você sempre está do meu lado para o que der e vier
Eu te amo
E como é doce te amar
Você transforma meu choro em riso
E me faz chorar de emoção com o seu amor
Eu te amo
E como é maravilhoso te amar
Você sempre vê o melhor em mim
Você me ensina a ser mais feliz
Eu te amo
E como é gratificante te amar
Você me faz ser mais confiante
Você me faz acreditar em mim mesma e no mundo que me cerca
Eu te amo
E como é fortalecedor te amar
Você me faz ter coragem para viver desafios
Você me faz ter vontade de sentir grandes emoções
Eu te amo
E como é belo te amar
Você me ajuda a enxergar o melhor da vida
Você me guia pela estrada da vida
Eu te amo
E como não poderia te amar?
Seria impossível não morrer de amores por você
Te amo mais a cada segundo, minuto, hora
Te amo mais a cada, dia, ano
Te amo para além da eternidade
Quando descobri que não era imune ao mal do amor, ainda não sabia identificar o que sentia. Sentia calor e frio ao mesmo tempo, suores nas mãos, desorientação e falta de concentração. Sentia a minha barriga revirar-se, as bochechas esquentarem e via os meus olhos brilharem. O diagnóstico não tardou muito a chegar... Eram sintomas de amor!
O amor não é transmissível, mas é possível que algumas pessoas sejam contaminadas, ao mesmo tempo, só pelo olhar ou até mesmo pela respiração. E quando isto acontece, só há um tratamento possível: viver o amor intensamente!
Dizem que o amor é daqueles males que fazem bem. Uma pessoa pode passar a vida toda sentindo amor e morrer com ele, mas nunca vai morrer por causa dele.
Eu não sei se um dia vou morrer de amor. Não duvido! Mas sou um desses doentes de amor crônico que não querem tratamento. Prefiro morrer de amor, do que viver sem ele.
EU NUNCA DESISTO LUTO ATÉ O FIM!!!
Existem pedras.
Não desista de andar...
Existem barreiras.
Não desista de passar...
Existem os nós.
É preciso desatar...
Existe o desânimo.
É a pior coisa que há...
A estrada é longa.
Não desista de chegar...
Existe o cansaço.
É preciso caminhar...
Existe a derrota.
Você nasceu para ganhar...
Existe o desamor.
É fundamental amar..."
Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...