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Se você é uma pessoa que brilha, é bem provável que ao longo do caminho circunstâncias e obstáculos tentaram apagar o seu brilho.

Mas não se intimide!

Brilhe assim mesmo!

Nada poderá ofuscar o que Deus fez para você!

Brilhar é um dom! É graça!

Brilhar é fazer das noites sombrias, versos e poesias.

É servir esta poesia em uma bandeja

enfeitada com morangos e cerejas.

É juntar o rio de lágrimas derramadas ao chão e lançá-las aos céus para formar chuvas para o próximo verão.

Brilhar é doar-se por amor oferecer as mãos junto ao coração,
É saber esperar o inverno passar com o coração aquecido de esperança,

É espalhar pétalas no caminho sem se preocupar com quem vai passar...

Brilhar é ser diferente!

É ter alma de criança!

É ter mel dentro de si,

É brincar com os bem-te-vis

É se mostrar com confiança,

Seja no inverno ou no verão.

Eu estava tão acostumada a ter você ao meu lado, a ter as suas mãos sempre comigo, o seu calor e ombro amigo. Nem o tempo que nos separa, nem a distância que nos afasta foram capazes de me ensinar a viver sem o seu amor.

Dizem que nos acostumamos muito rápido ao que é bom, e agora acredito que isto seja mesmo verdade. Você chegou à minha vida, e é como se sempre estivesse aqui. Agora que você foi embora, ficou um vazio enorme. Nada tem graça sem você ao meu lado. É como se não soubesse andar, nem respirar...

Eu preciso de você comigo. Perdão se deixei você partir, eu achei que seria o melhor para você e para mim. Mas agora percebo que não sei viver sem você. Eu sei que você também sente o mesmo por mim, e quando existe amor, sempre há tempo para recomeçar.

Volta para mim, eu te quero aqui!

A uma mulher foi concedida a permissão de ver tanto o céu quanto o inferno, ainda em vida. Ela escolheu começar a visita pelo Inferno. Para sua grande surpresa, descobriu que o inferno era uma imensa reunião de pessoas em um banquete que se perdia de vista.

Ela viu mesas e mais mesas abarrotadas com as mais finas iguarias, com as pessoas sentadas em volta delas.

Contudo, as vozes das pessoas eram uma cacofonia de lamentações e queixumes angustiados. Ela tentou descobrir o sentido do que acontecia e chegou à seguinte conclusão: aquilo era o inferno porque a provisão infindável de iguarias acaba por tornar-se entediante, e todas as pessoas que lá estão passam pelo sofrimento de uma aula sem fim sobre a futilidade dos desejos materiais.

Mas, à medida que se acostumava com o alarido e com o quadro diante de seus olhos, ela percebeu que sua conclusão estava errada. Ela percebeu que os talheres e demais utensílios de mesa eram tão compridos que, tentassem as pessoas o quanto pudessem, não eram capazes de trazer comida até a boca. E se tentassem pegar o alimento com as mãos, estes sumiam por entre seus dedos... Ela então compreendeu porque aquilo era o inferno: toda a abundância não trazia nenhum bem para as pessoas.

Com um misto de tristeza e esperança ela então se dirigiu para o céu: certamente lá as coisas seriam diferentes!... Mais uma vez, para sua surpresa, ela se deparou com a mesma cena; fileiras de mesas repletas com deliciosas culinárias e os mesmos talheres compridos. Mas ela notou duas coisas: ninguém tentava pegar a comida com as mãos, e não havia gemidos nem lamúrias. Ao contrário, todos riam e se regozijavam, divertindo-se a valer. Ali, elas davam de comer umas às outras, revelando a importância do amor ao próximo e do trabalho em equipe.

Rabino Haim

Sou a mulher mais feliz do mundo! Ter você como meu filho adotivo é a maior dádiva que a vida me deu e essa é a razão de toda a minha felicidade. Você é bondoso, é carinhoso, bem formado e muito humilde!

Nunca, em toda a minha vida, sonhei compartilhar minha vida com uma pessoa tão especial quanto você. Na verdade, ser mãe sempre foi meu grande desejo e considero que meu legado junto de você tem sido bem cumprido. Seja sempre feliz, meu filho, com a lembrança que o amor é o caminho da vida!

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...
Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas...
Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: "chikabon, tombon, eskibon..." Tudo danado de bom!
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.
Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.
Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, "ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda".
Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós... Deixe-a sair, brincar e sonhar... Uma das poucas coisas que ainda Podemos fazer sem ter de pagar impostos!