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Eu era um sujeito perseguido pela saudade. Sempre fora, e não sabia como me desligar e viver tranquilamente. Ainda não aprendi. E desconfio que não aprenderei nunca. Pelo menos já sei algo valioso: é impossível me desligar da memória. É impossível se desligar daquilo que se amou. Tudo isso estará sempre junto conosco. Sempre teremos tanto o desejo de refazer o bom da vida como o de esquecer e destruir a lembrança do mau. Apagar as maldades que cometemos, desfazer a recordação das pessoas que nos prejudicaram, remover as tristezas e as épocas de infelicidade. É totalmente humano, então, ser um nostálgico, e a única solução é aprender a conviver com a saudade. Talvez para a nossa sorte, a saudade possa transformar-se, de algo depressivo e triste, numa pequena chispa que nos dispare para o novo, para entregar-nos a outro amor, a outra cidade, a outro tempo, que talvez seja melhor ou pior não importa, mas que será diferente..

Quando alguém lhe magoar, lhe fazer sentir raiva e for mal educado com você, não se deixe entristecer. Estas pessoas não sabem o que fazem!

Certo dia, um pequeno menino andando pela rua achou uma brilhante moeda de cobre. Ficou muito animado por conseguir dinheiro que não lhe custou qualquer coisa. Esta experiência o convenceu a passar o resto de seus dias sempre andando com a cabeça baixa, olhos bem abertos, procurando por tesouros.
Ao longo de sua vida achou 382 moedas e notas. Totalizando $13.96.
Conseguiu dinheiro por nada. Exceto que perdeu a beleza de 31.369 pôr do sol, o esplendor colorido de 157 arco-íris. Ele nunca viu nuvens brancas movendo-se através de céus azuis, mudando entre várias formações maravilhosas.
Os pássaros voando, o sol a brilhar, e os sorrisos de milhares de pessoas que passaram não fazem parte de sua memória.
Quem sabe você está vivendo desta forma? Cabeça voltada para baixo, carregado com coisas triviais, com medo da dor e da crítica e temendo coisas que nunca acontecem, esperando achar aquela moeda de cobre... por nada.

Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
- Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
- Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
- Obrigada, minha amiga - agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
- Agora que seus filhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
- Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
- Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
- Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
- Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.

MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.

Nicéas Romeo Zanchett

Amarei você até à última gota de chuva, até à estrela mais brilhante do céu; até ao último grão de areia existente na praia. Eu te amo, mamãe!

Podemos conhecer mil reviravoltas, podemos até ultrapassar horas de desânimo e tristeza, mas nossa ligação jamais irá desvanecer! É uma promessa; é uma certeza! Agradeço por me fazer tão feliz, minha mãe! Te adoro.