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Você não deixa de acreditar no Sol quando o dia está nublado, nem mesmo quando ele se põe e dá lugar a Lua. Então acredite da mesma forma no meu amor, porque mesmo com todas essas frações de quilômetros, eu continuo aí.

Não esqueça nunca que nossa história de amor é eterna, doce e incondicional! Não dê importância para a dor que a saudade carrega. É que um minuto longe um do outro representa mil vidas sem fim; parece uma eternidade.

Eu te amo! Não me vou cansar nunca de gritar ao mundo o quanto meu amor é gigante, é único! Na verdade, o mínimo que posso lhe dar por tudo que sou hoje é gritar ao mundo que sou loucamente apaixonado por você, por nós e por todas as coisas lindas que vamos criar no futuro. É bom demais compartilhar meus sonhos e meus desejos com você, meu amor! Eu te amo.

O homem aproximou-se do espinheiro. Ergueu a mão para tocá-lo e um "ai!" de dor brotou de seus lábios.
Um rubi de sangue brilhou no seu dedo. O homem limpou o sangue e disse fitando o espinheiro: – Eu te perdoo!
Admirei e louvei dentro de mim aquele homem que possuía o doce dom de perdoar.
E aconteceu que veio outro homem. Parou junto ao espinheiro, ergueu a mão para tocá-lo, e o espinho o picou. Mas o homem limpou em silêncio a ferida, contemplou com amor o espinheiro, e não disse: – Eu te perdoo!
Tive, então, este pensamento: – O primeiro homem era um santo: sabia perdoar!
Este outro não sabe! Mas o meu Senhor, interrompendo a minha cisma, disse: – Quem não sabe é você! – Como, Senhor? Então o primeiro homem... – Sim, é um santo, porque perdoou quando foi preciso! – E o segundo? – É mais santo ainda, porque não tem necessidade de perdoar.
E como eu ficasse perplexo, com o olhar perdido na incompreensão e na dúvida, o Senhor me disse: – O espinheiro fere, porque é espinheiro. Ainda que ele quisesse jamais poderia perfumar.
O primeiro homem sentiu a dor da picada, e como não sabia nada, atribuiu a culpa ao espinheiro. Mas, como era puro de coração, perdoou.
O outro homem sentiu a mesma dor, mas como sabia que todo espinheiro fere, pois o espinheiro é assim, não se sentiu ofendido. E como nada tinha a perdoar, não perdoou.
Desde então sofro menos quando os espinhos me ferem. Dói-me na alma a ferida, mas minha alma sabe que não há ofensa. E como não há ofensa, não há perdão.
É assim que do meu peito brota um piedoso amor pelo espinho que não chegou a ser flor. Meu sofrimento se transforma em ternura porque já aprendi a não perdoar!

Embora você quase não perceba, está tudo diferente à sua volta.
Aliás, se você não está vendo muita coisa diferente, dê uma paradinha mais longa hoje diante do espelho. Quem você vê diante do espelho é a mesma pessoa de ontem?
Seguramente sua imagem está mudada. Milhares de células novinhas surgiram há instantes. E não se preocupe com sinais de envelhecimento, algumas ruguinhas novas não farão mal nenhum. O que importa é o que você vê além do espelho dos seus olhos refletido.
Você gosta de quem você vê no espelho? Está de bem com essa pessoa?
Reconhece bem todas as pessoas que passeiam por trás dos olhos que você vê no espelho, enquanto faz a barba pela manhã ou enquanto capricha na maquiagem, ensaiando o melhor sorriso?
Aliás, quando você ensaia um sorriso, você pensa em quem? Para quem você daria o seu melhor sorriso hoje? Uma sugestão: escolha todo mundo.
Seu sorriso brilhando nos olhos do maior número de pessoas possível vai fazer com que você se torne uma pessoa ainda mais bonita do que já é.
Use sua sensibilidade para notar e entender as mudanças que ocorrem a todo momento no processo da vida. E esteja de bem.
Você é dono do seu tempo... da sua vontade... da sua atitude.

Querido amigo,
Sei que entre nós existe um laço de respeito e consideração. Sei que, às vezes, falhamos um com o outro, mas isso faz parte da convivência. Sei, também, que em função de outras circunstâncias, o humor pode se alterar.
Entretanto, nada pode ser tão malévolo ao ponto de destruir a nossa amizade e consideração mútua. Admitir falhas é virtude. Cometer falhas, de alguma forma, também é. Afinal, somos humanos e falíveis.
Falha é sinal de humanidade. Perfeitas são as obras de Michelangelo, pois são de pedras, não se movem e não se transformam sob os sentimentos alheios. Porém, elas mostram as alegrias, as glórias e as angústias que todos sentimos ou sofremos.
Compreender a arte é uma dádiva. Compreender o tempo é outra. Enfim, a compreensão é a grande virtude. Precisamos admitir, aceitar e acolher o que vem do outro, mesmo que, vez ou outra, venha de forma atravessada.
Uma vez, eu li num muro: "Herrar é umano". Claro que é ironia, mas a ironia denota inteligência. Podemos errar, sim, e mesmo assim mantermos a amizade. O que não poderá haver, nunca, são o menosprezo e a maldade.
Abraços.