Se amar fosse fácil, não haveria tanta gente amando mal, nem tanta gente mal amada. Se amar fosse fácil, não haveria tanta fome, nem tantas guerras, nem gente sem sobrenome. Se amar fosse fácil, não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém, nem haveria orfanatos, porque as famílias serenas adotariam mais filhos, não haveria filhos mal concebidos, nem esposas mal amadas.
Se amar fosse fácil, não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto, nem haveria assassinos, nem preços exorbitantes nem os que ganham demais, nem os que ganham de menos. Se amar fosse fácil, nem soldados haveria, pois ninguém agrediria, no máximo, ajudariam no combate ao cão feroz.
Mas, o amor é sentimento que depende de um "eu quero", seguido de um "eu espero" e a vontade é rebelde, o homem, Um egoísta que maximiza seu "eu". Por isso, o amor é difícil. Mas, não se ama por ser fácil, Ama-se porque é preciso!
O orgulho no amor é como uma competição, em que ambos saem perdendo...
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando ansiosamente a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos
Desculpe-me por todos os momentos que tornei nossa felicidade perturbada. Desculpe-me pelas horas tristes e ruins que fiz você passar. Desculpe-me se em algum momento o fiz infeliz; porém sem querer. Desculpe-me se hoje já não o faço feliz como no primeiro momento em que veio a mim.
Desculpe-me se, indiretamente, impeço você de alguma coisa. Desculpe-me, querido, se o faço pensar de mim não só sentimentos bons. Desculpe-me se me preocupo demais com você, exagero às vezes.
Desculpe-me, sim, por alguns momentos duvidar dos seus sentimentos. Desculpe-me por tudo de mal. Desculpe-me também pelos bem e pela felicidade que deixei de lhe proporcionar. Desculpe-me...
Apenas amo você demais. Quero você comigo eternamente, pois eu amo você para sempre.
Você estará sempre comigo, tia! Ainda não consegui aceitar que você foi embora, que partiu sem se despedir. Acredite que não conheço tristeza mais forte do que esta que meu coração está sentindo.
O sentimento que sempre nos uniu será o mesmo que nos vai ajudar a superar a distância, a saudade, o luto, o adeus. Só desejo que sua viagem seja feita com paz e amor, tal como você sempre desejou! Até um dia, querida tia!
Agradeço pelo dia de ontem, onde a felicidade se fez presente. Agradeço a noite de descanso, onde os bons sonhos reinaram. E isso tudo só aconteceu graças a você.
Tuas palavras me trouxeram: força, paz, alegria e felicidade. Força para lutar e superar as dificuldades. Alegria pelo simples prazer de viver. Paz porque acalmaste meu coração. Felicidade porque só é feliz quem ama e me ensinaste a amar novamente.
Enfim, obrigado por você existir e cruzar a minha caminhada!