O ser humano raciocina e tem muita inteligência, mas muitas vezes usa tudo isso para as piores causas. Quanto mais conheço algumas pessoas, mais decepção sinto. É lamentável todos os dias ter de assistir e suportar certas atitudes que em nada dignificam a nossa espécie.
O que vai no coração do homem muitas vezes é puro ódio e maldade. São muitas às vezes que me pergunto se será para sempre assim. Já não sinto prazer em viver em uma sociedade assim.
Numa noite voltando do trabalho lá estou dentro do ônibus, onde antes de saltar, um cara a cara com uma menina fez meu coração bater mais forte. O destino me aproximava dela. Não acredito em amor a primeira vista, acredito no amor conquistado com o tempo. Mas naquela noite foi diferente, reconheci aquela menina que instantaneamente me deixou nervoso. Admirando teu sorriso fiquei besta, me perguntou algo e eu respondi, aproximei-me a porta para saltar, e no caminho ate a minha casa passei a fazer planos e imaginar situações.
Senti um sinal de que aquela menina poderia ser o grande amor da minha vida.
Marcamos um encontro naquele velho e sujo terminal. Conheci ali a menina que sempre sonhei um dia conhecer. Mesmo num ambiente não muito agradável, aquele lugar estava ótimo com ela ao meu lado. Dizem que os melhores perfumes estão nos menores frascos, pois, os melhores encontros podem estar nos piores lugares também. Foi fácil gostar dela, daí fui ligando o teu ser ao melhor de mim.
Depois de encontros e encontros, não consegui dormir naquele dia triste. Um dia onde sua dúvida acabou comigo, eu já estava muito afim naquele momento.
Tinha que chegar a uma conclusão: Pensei em lutar pelo que queria, aquele sentimento consumia meu coração. Não sabia como reagir, me senti meio triste, mas não desanimado. Cheguei a uma conclusão de que nada iria me fazer perder a noção de tudo que sentia.
Dias depois escuto o que eu mais queria. Agora sim pode atravessar meu coração, pois eu não uso nenhum disfarce, hoje você pode olhar nos meus olhos e vai e ver que não há preço que eu não pagaria para te dizer estas palavras... Naquele dia o beijo veio por impulso, não foi planejado nem pensado, no teu abraço sentia-me pequeno, mas seguro. Se eu pudesse ficaria naquela posição para sempre. Invadiu-me a sensação de se estar flutuando a cada beijo trocado, preenche todos os espaços e faz com que qualquer tentativa de infidelidade seja vã.
Feliz dia das mães, querida sogra!
Hoje o meu coração está repleto de alegria e gratidão, porque celebro a existência de algumas das mulheres mais importantes na minha vida. É dia de festejar e homenagear a tua dedicação, a tua fé e a tua perseverança.
Deus não coloca as pessoas nas nossas vidas por acaso: Ele tem um plano e um propósito para cada um de nós. O Senhor te usou como instrumento para edificar o meu caráter, através da tua experiência e ensinamentos.
Muito mais do que uma sogra, você é para mim uma segunda mãe, e por isso eu agradeço a Deus por partilhar a minha vida com uma guerreira de Deus, que é íntegra e abençoada!
Deus te abençoe hoje e sempre! Tenha um dia maravilhoso!
Obrigado a vocês que compartilharam os prazeres e dificuldades desta jornada com os quais convivemos durante tantas horas e carregamos a marca de experiências comuns que tivemos. Partamos confiantes em busca de nossos ideais, no exercício de nossa profissão.
Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.
William Shakespeare