Você precisa dos outros? Você valoriza o auxílio do próximo? A autossuficiência gera em todo ser humano um sentimento de onipotência que é falso e pode levá-lo a crer que não precisa de mais ninguém para fazer e acontecer.
Li certa vez a história de um menino de 3 anos que caminhava ao lado de seu pai. Ele carregava um cantil cheio de água mesmo contra a vontade do seu pai.
Já cansado de tanto andar ele lutava para não entregar os pontos pois dissera ao pai que aquele cantil não iria fazê-lo cansar mais rápido e que ele o carregaria até o destino final. Depois de mais alguns metros de caminhada ele finalmente disse:
Papai, me dá colo por favor!
Então com um sorriso o pai colocou o menino nos ombros e o carregou até o destino. No exato momento em que o garoto foi colocado no chão ele exclamou: Viu só papai, eu consegui carregar o cantil até aqui!
Talvez a sua primeira reação seja de sorrir ao perceber a ingenuidade daquele garoto. Mas não é exatamente assim que tantas vezes nós nos comportamos?
É claro que em sociedade organizada podemos nos precaver e planejar algumas coisas, mas que ironia pensarmos que carregamos o "cantil" durante toda a viagem sozinhos.
Você não é apenas a melhor mãe do mundo, mas também a mulher mais batalhadora, a mais guerreira, e eu sinto um orgulho muito grande de que seja minha mãe.
Seu espírito é admirável porque é incansável. Nunca ouvi um lamento seu, mesmo sabendo que muitas vezes estava cansada, exausta e dorida. Você sempre continuou lutando pela felicidade e bem-estar dos que ama, sem exigir nada em troca.
Eu melhor que ninguém conheço seu valor, todos os sacrifícios que fez na vida, e tudo isso só faz com que a ame e admire ainda mais.
Hoje quero que saiba que meu coração é seu, meu amor eterno pertence a você, e que agora sou eu quem vai lutar a vida toda pela sua felicidade. Pois nada mais tem valor se a mulher mais importante da minha vida, aquela a quem devo quase tudo, não estiver bem e feliz. Eu te amo, minha mãe!
Bateram em minha porta vacilei e não quis abrir pensei que fosse a saudade que veio me perseguir.
Bateram de novo mais não insistiu desceu as escadas correndo e para bem longe partiu
deixando essas palavras fatais:
Sou a felicidade e não volto jamais.
Meu querido pai, são poucas as palavras que me são úteis quando quero falar de você. Olhar para seu exemplo, o zelo que sempre demonstrou para com toda a família, as batalhas que travou para que todos tivéssemos uma vida satisfatória, só me faz ter um grande sentimento de gratidão. Você nos colocou em primeiro lugar na sua vida e isso faz de você um excelente marido e um maravilhoso pai.
Vários grupos dedicados a obras assistenciais espíritas reuniram-se aparentemente por acaso, numa madrugada de sábado, na varanda do Grupo Espírita da Prece. Um desses grupos estava trabalhando, no momento, para erguer uma creche naquela cidade. Na ocasião, comentavam-se as lutas para se conseguirem, por doações, os recursos necessários à obra.
Atento à conversa daquela turma de trabalhadores cristãos, o Chico afável declarou:
- Nós não podemos esquecer da importância dos amigos. Devemos estar com eles de braços unidos!... Sem amigos, não conseguiríamos realizar os objetivos elevados que nossa doutrina propõe!
O Chico deixou sua atitude séria e, com alegria, falou:
- Mas há um porém: só se conseguem as coisas, apanhando. E muito! Mas que importa isso?!...
E, bem-humorado, continuou:
- É assim: o primeiro que encontramos nos dá um beliscão. O segundo nos cutuca e o terceiro nos dá um tapa. Mas vem o quarto e nos ajuda! Vocês viram!... É preciso apanhar três vezes para sermos ajudado numa. Que importa tomarmos um ou dois tapas na cara? Só pode acontecer ficarmos com a cara inchada... Mas, se, depois, ele nos levantar uma parede, estará tudo bem!
E o Chico, sorrindo, encerrou a lição:
- A vida é igual uma escadaria e só subimos com muita pancadaria!...