Há muitos anos, houve uma grande fome na Alemanha, e os pobres sofriam muito.
Um homem rico, que amava crianças, chamou vinte delas e disse:
- Nesta cesta há um pão para cada um de vocês. Peguem e voltem todos os dias, até passar esta época de fome. Vou lhes dar um pão por dia.
As crianças estavam esfomeadas.
Partiram para cima da cesta e brigaram pelos maiores pães.
Nem se lembraram de agradecer ao homem que tivera tanta bondade com elas.
Após alguns minutos de briga e avanço nos pães, todos foram embora correndo, cada um com seu pão, exceto uma menininha chamada Grietchen.
Ela ficou lá sozinha, a pequena distância do homem.
Então, sorrindo, ela pegou o último pão, o menor de todos, e agradeceu de coração.
No dia seguinte, as crianças voltaram e se comportaram pior do que nunca.
Grietchen, que não entrava nos empurrões, ficou só com um pãozinho bem fininho, nem metade do tamanho dos outros.
Porém quando chegou em casa e a mãe foi cortar o pãozinho, caíram de dentro dele seis moedas bem brilhantes de prata.
- Oh, Grietchen! – exclamou a mãe. Deve haver algum engano. Esse dinheiro não nos pertence. Corra o mais rápido que puder e devolva-o ao cavalheiro!
E Grietchen correu para devolver, mas, quando deu o recado da mãe, o senhor lhe disse:
- Não foi engano nenhum. Eu mandei cozinhar as moedas no menor dos pães, para recompensar você. Lembre-se de que as pessoas que preferem se contentar com o menor pedaço, em vez de brigar pelo maior, vão encontrar muitas bênçãos bem maiores do que dinheiro dentro da comida.
Você nunca para de surpreender, Vovó! Na verdade, não me admira que você tenha voltado a estudar. É que sua juventude sempre foi motivo de orgulho para mim.
Você é um modelo para outras pessoas, porque está provando que idade é somente um número. Nada mais! Desejo toda felicidade em esse novo desafio em sua linda e rica vida. Continue desse jeito, porque tenho muita admiração dele. Beijo! Felicitações!
Que pena morarmos tão longe uma da outra, pois és uma figura preciosa, que só enriquece e ilumina a vida neste planeta, especialmente a existência dos que te cercam. E é por isso que eu tenho tantas saudades tuas!
Sabes que é muito chato ter que esperar tanto tempo para rever-te, para poder trocar as nossas impressões sobre o mundo e as coisas? Sabes que é muito chato não te ter por perto para conversar e trocar confidências?
Quero que saibas que, apesar da distância, nunca deixo de pensar em ti com todo o amor e carinho que um pensamento pode carregar, porque para mim és mais do que uma amiga, és muito mais do que uma irmã...
Em todos os meu melhores pensamentos estás presente! Sinto sempre curiosidade em saber se estás bem, se estás feliz... Por isso, nunca se esqueça de mim, nunca deixe de mandar notícias, pois quando converso com Deus todos os meus pedidos invocam a manutenção da tua saúde, da tua alegria e da tua felicidade.
Vocês sempre foram um exemplo de amor. Um casal modelo – é assim que defino essa união linda e próspera. Por favor, vocês sabem que todo mundo atravessa momentos mais ruins. Vocês não são os únicos que estão a passar por uma fase complicada.
Na verdade, depende de vocês a solução para essa crise. Mostrem que são unidos, que são fortes verdadeiramente e ultrapassem essa etapa, essa fase. Estou torcendo por vocês, amigos! Força!
Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja e disse ao sacerdote: – Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.
O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro: – Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.
Fez uma pausa e continuou: – Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor. Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu doo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado. O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.
A vaca, que ouvia com atenção, falou: – Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.
O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.
E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho? Muitos pensam e agem como o fazendeiro. Pretendem dispor dos seus bens apenas depois da morte, quando não precisarão de mais nada. Outros pensam em doar um pouco do seu tempo ao próximo só depois que se aposentarem. No entanto, a necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados. A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.
Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação. Basta boa vontade e disposição.