CHEGOU O MÊS DE JUNHO...
MUITA PIPOCA, RAPADURA E PINHÃO.
CHEGOU O MÊS DE JUNHO...
VIVA SÃO JOÃO.
PULA FOGUEIRA SEU JOSÉ, PULA FOGUEIRA SEU CHICÃO.
CHEGOU O MÊS DE JUNHO...
SÓ NÃO VALE SOLTAR BALÃO!
Em certos momentos da vida, é comum nos sentirmos intimidados e às vezes até fracos para ir em busca dos nossos sonhos, e tentar alcançar os nossos objetivos. Muitas vezes pensamos que não vale a pena tentar. Mas pense sempre que tudo que é feito com vontade e sinceridade vale a pena. Pense que o "não" você já tem, e que se tentar a única coisa que pode acontecer é conseguir conquistar o "sim"!
Só depois que o tempo passa é que a gente percebe a quantidade de oportunidades que deixou para trás por puro medo de tentar, por medo de receber um não! Parece mais fácil se conformar com a situação tal como está, do que ir em busca do sucesso e sentir-se fracassado, caso não dê certo. Mas pense que se você não tentar, já terá assumido o fracasso como inevitável.
Se você realmente quer alguma coisa, e acredita que isso pode lhe fazer bem e trazer alegria para a sua vida, tente. Se não conseguir de primeira, tente outra vez. Não se dê por vencido, não se acomode com os "nãos" da vida. Mantenha o ânimo e a perseverança. Se com o tempo, você continuar desejando a mesma coisa, é porque realmente vale a pena lutar e quando a conquista chegar você se sentirá um verdadeiro vencedor.
Quem faz jus ao título de "grande homem"? Não sei...
O homem inteligente? Não basta ter inteligência para ser grande... O homem poderoso? Há também poderosos mesquinhos...
Não basta qualquer forma de religião. Podem todos esses homens possuir muita inteligência, muito poder, e certo espírito religioso – e nem por isso ser grandes homens. Pode ser que lhes falte certo vigor e largueza, certa profundidade e plenitude, indispensáveis à verdadeira grandeza.
Podem os inteligentes, os poderosos, os virtuosos não ter a necessária liberdade de espírito... Pode ser que as suas boas qualidades não corram com essa vasta e leve espontaneidade que caracteriza todas as coisas grandes.
Pode ser que a sua perfeição venha mesclada com um quê de acanhado e tímido, com algo de teatral e violento. O grande homem é silenciosamente bom... É genial, mas não exibe gênio... É poderoso, mas não ostenta poder... Socorre a todos, sem precipitação... É puro, mas não vocifera contra os impuros...
Adora o que é sagrado, mas sem fanatismo... Carrega fardos pesados, com leveza e sem gemido... Domina, mas sem insolência... É humilde, mas sem servilismo... Fala às grandes distâncias, mas sem gritar... Ama, sem se oferecer... Faz bem a todos, antes que se perceba...
O grande homem "Não quebra cana fendida, nem apaga a mecha fumegante, nem se ouve o seu clamor nas ruas..." Rasga caminhos novos sem esmagar ninguém... Abre largos espaços, sem arrombar portas... Entra no coração humano, sem se saber como...
Tudo isto faz o grande homem, porque é como o sol, esse astro assaz poderoso para sustentar um sistema planetário, e assaz delicado para beijar uma pétala de flor... Assim é, e assim age o homem verdadeiramente grande — porque é instrumento nas mãos de Deus...
Desse Deus de infinita potência e de supremo amor... Desse Deus, cuja força governa a imensidade do cosmos — e cuja paciência tolera as fraquezas do homem...
O grande homem é, mais do que ninguém, imagem e semelhança de Deus.
Eu me apaixonaria quantas vezes fosse necessário. Por você vale a pena fazer aquelas loucuras de amor que a gente ouve por aí.
Somar é a primeira operação matemática que se aprende, a que temos mais facilidade e que gostamos mais.
Primeiro agente gosta de somar várias vezes palitos e giz, depois brinquedos e roupas da moda, depois somar dinheiro, depois somar carros e casas, e sempre somar alegria e felicidade.
Isto já é multiplicação, que também é fácil de aprender, é só somar várias vezes a mesma coisa.
A Segunda operação que aprendemos é a subtração. Aí começa a ficar estranho.
Principalmente quando tem que pedir emprestado na casa do vizinho, digo, casa decimal ao lado.
Ninguém gosta mais de diminuir do que somar.
Quando chega na divisão é quase um desespero, ainda mais quando sobra um resto.
É que ninguém entende aonde ou pra quem vai ficar o resto.
Até no cotidiano ninguém gosta de dividir nada.
A dificuldade no aprendizado não parece à toa, o homem rejeita essa prática.
Quando o homem aprender a dividir corretamente e saber onde deve ficar o resto, entenderá que é o mesmo que somar para alguns, mantendo a quantidade de outros, sem necessariamente subtrair de alguém, ou seja, é o mesmo que somar igual para todos. entenderá também que somando os restos teremos mais um inteiro divisível, fazendo outros felizes.
O resultado final também é uma soma, a soma da felicidade geral.
Poderíamos até chamar esta operação de soma distribuída.
Com esta visão, com certeza a matemática daria mais resultados, talvez fosse dispensável aprender contas de dividir e os homens continuariam felizes a somar palitos, brinquedos, dinheiros, carros, casas e felicidade, porém não somente para si.
Quem sabe?