Te vi, te desejei, te quis. Hoje você é meu, e mesmo que eu já te tenha, cada dia que passa eu te quero mais, e mais, e mais, e muito mais... Porque te ter, te ver, te ouvir, te sentir, te abraçar, te beijar, te amar é a melhor coisa do mundo.
Um ano já passou e muitas coisas aconteceram entre nós. Foi durante esse tempo que nos conhecemos, que nos apaixonamos ainda mais e demos asas ao amor que nos uniu. Um ano bastou para eu perceber que o quero para toda minha vida.
Você surgiu para dar mais sentido aos meus dias e, por isso, eu jamais o vou querer largar. Fique comigo, meu amor, vamos ser felizes para sempre!
O sol brilha lá no céu. Há dias em que o vemos, há momentos em que ele está tapado pelas nuvens, mas ele sempre cumpre sua função. E mesmo que não lhe demos nossa atenção, a verdade é que ele é essencial para nossa vida.
Assim também é o amor que temos por você, meu filho. Acredite que você sempre terá todo o carinho e atenção da nossa parte. E mesmo que não sinta isso, a nossa intenção, em todos os nossos conselhos, é ajudar você a encontrar a sua felicidade.
O gari representa faxineiros e serventes...
Em seu lugar, as máquinas não têm a eficiência.
Se não feita pelo gari, a limpeza parece ausente.
O trabalho simples, requer ordem e paciência.
Repare no gari: – Parece um ser "imantado".
Apesar do mérito de seu serviço, é mal remunerado.
Sendo irrisório o seu ganho, sobrevive mal alimentado.
Mas com todas as dificuldades, o gari é educado...
É uma educação vinda de berço e da sua criação.
Com pouco estudo, o gari se sujeita à humilhação!
No Brasil, o salário mínimo é sinônimo de fome. Que não sustenta a família e nem a um só homem!
Mais que um mero político, o gari merece respeito. Para ele, ser honesto e trabalhar correto é normal.
Numa sociedade, os que assim procedem são aceitos.
Pena não haver ganho digno ao trabalhador braçal. E, com todos os problemas, o gari leva à alegria geral!
Somar é a primeira operação matemática que se aprende, a que temos mais facilidade e que gostamos mais.
Primeiro agente gosta de somar várias vezes palitos e giz, depois brinquedos e roupas da moda, depois somar dinheiro, depois somar carros e casas, e sempre somar alegria e felicidade.
Isto já é multiplicação, que também é fácil de aprender, é só somar várias vezes a mesma coisa.
A Segunda operação que aprendemos é a subtração. Aí começa a ficar estranho.
Principalmente quando tem que pedir emprestado na casa do vizinho, digo, casa decimal ao lado.
Ninguém gosta mais de diminuir do que somar.
Quando chega na divisão é quase um desespero, ainda mais quando sobra um resto.
É que ninguém entende aonde ou pra quem vai ficar o resto.
Até no cotidiano ninguém gosta de dividir nada.
A dificuldade no aprendizado não parece à toa, o homem rejeita essa prática.
Quando o homem aprender a dividir corretamente e saber onde deve ficar o resto, entenderá que é o mesmo que somar para alguns, mantendo a quantidade de outros, sem necessariamente subtrair de alguém, ou seja, é o mesmo que somar igual para todos. entenderá também que somando os restos teremos mais um inteiro divisível, fazendo outros felizes.
O resultado final também é uma soma, a soma da felicidade geral.
Poderíamos até chamar esta operação de soma distribuída.
Com esta visão, com certeza a matemática daria mais resultados, talvez fosse dispensável aprender contas de dividir e os homens continuariam felizes a somar palitos, brinquedos, dinheiros, carros, casas e felicidade, porém não somente para si.
Quem sabe?