Ele serve a todos... Derruba do trono os poderosos Ajuda aos pobres com prazer e satisfação Somente o Senhor é digno de adoração
Rege reinos e nações Não há Nele falsidade, nem corrupção Exalta os humildes e humilhados É a verdade e tem compaixão...
O seu lema é fidelidade, justiça e ação. O adversário joga sujo na eleição Enquanto Jesus vive a palavra de Deus E governa com o coração
Herdou do Altíssimo a perfeição Será o supremo Juiz no julgamento final Não marca nem persegue É alguém Sobrenatural
Foi eleito diretamente pelo Pai Não joga na cara o que nos faz É o meu candidato predileto Que ergue a bandeira da paz
Mesmo que tenhas dez mil plantações, só podes comer uma tigela de arroz por dia; ainda que a tua casa tenha mil quartos, nem de dois metros quadrados precisas para passar a noite.
Somos rápidos em ignorar os outros. Somos rápidos em reclamar quando os tempos são difíceis. Somos rápidos em nos queixar quando nada vai pelo caminho que nós queremos.
Somos rápidos em condenar uma pessoa que nos trata injustamente. Somos rápidos em gemer pelo preço da gasolina. Somos rápidos em resmungar quando a conexão cai. Somos lentos entretanto, para olhar além do limite da próprio irritação e problemas e ver que muitas pessoas pelo caminho são bênçãos em nossa vida.
Se você está tendo um mau dia e alguém lhe dá o seu sorriso, pegue esta benção. Seja digno dela. Aquele sorriso, naquele momento, é seu presente para você. Pegue-o graciosamente e diga "obrigado".
Se alguém tentar lhe alegrar quando você estiver perturbado, reconheça seu esforço. Você pode não querer ser alegrado. Pode querer permanecer zangado ou triste ou amargo ou miserável. É sua prerrogativa, mas ao menos ofereça-lhes um "Obrigado por tentar".
As pessoas nos dão pedaços e partes de si em incontáveis pequenas formas – um bom serviço num restaurante, um atendimento amigável num posto de gasolina, segurando uma porta para você quando seus braços estão cheios, dando-lhe o lugar na fila do supermercado quando percebem que você só comprou alguns poucos itens, dando-lhe um telefonema só pra ver como você está, parando para uma visita para ver se você precisa de algo, cuidando das crianças então você e seu cônjuge podem ter um jantar especial – a lista é interminável.
Pequenos gestos que nos dão significativas oportunidades de abandonar a nossa mentalidade do "eu, eu, eu" e focalizar em outra pessoa.
Já perdi todo o controle sobre meu corpo
A cada momento, uma nova aventura.
Quando me dou por conta
Nossa respiração está ritmicamente ligada
Nossos corpos tremem
E o coração dispara.
Não penso em mais nada,
Apenas suas mãos passeando pelo meu corpo
Sua boca beijando meu lábios ofegantemente acelerado
E eu só quero ser
Pra sempre sua
E toda sua
De cima a baixo
De um lado a outro
eternamente sua paixão.
Entender, que quando nos amamos
Nada é certo ou errado
Tudo é desejo
De amar e ser amado
De ser feliz
Do jeito que for
da maneira que seja
Especialmente aproveitado
Eu e você, um só corpo, um só prazer
Pra sempre nossa inspiração!
Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.