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Diversas teorias e ditados querem me convencer de que "no final tudo da certo".
Mas, não posso esperar o final para ver que, realmente, tudo deu certo, pois o final demorará muito para chegar e me fará perder o meio.
Ainda resta muita coisa pra viver, muitas escolhas pra fazer...
Optarei por viver o meio de forma "errada" mas com intensidade, do que esperar pelo final
vivendo o meio pela metade...

Queria de todas as maneiras consertar o "eu e você", para que quem sabe pudéssemos ser um casal de verdade, daqueles que a gente sonha quando estamos apaixonados. Tentei tanto consertar isso e acabei me esquecendo que certas coisas não têm conserto.

Certas coisas, pra falar a verdade, nunca deveriam ter acontecido, e se aconteceu foi porque o calor do momento fez com que a razão fosse simplesmente um nada naquela situação. Se eu me arrependi de ter te conhecido? Bom, acho que não. Não me arrependo de ter te conhecido, de ter me apaixonado por você... Me arrependo de ter sido tola, de ter fechado os olhos diante de coisas que poderiam me machucar, e machucaram.

Me arrependo de ter me entregado tanto a você. Me arrependo por ter ignorado o fato de que eu e você foi apenas um engano. Ignorei porque independentemente de qualquer coisa que estava acontecendo eu queria você, e esse negócio de querer mexer com a gente nos deixa tão frágil. Queria você de uma forma tão estranha que parei de pensar no que iria me fazer bem para pensar no quanto eu ficaria bem ao teu lado se tudo aquilo que eu imaginava se tornasse verdade.

Pois bem, eu me enganei. Me enganei tanto... E agora eu percebo o quanto fui ingênua por imaginar que seríamos um casal perfeito, desses de novela, que ignora todas as diferenças para pertencer um ao outro.

Beatriz Favato

Tenho ânsia de te encontrar. De conversar Contigo. Dizer o que penso e o que sofro.
Por isso, ensina-me a te ver, em todos os instantes dos meus dias, na primeira face que eu encontrar no caminho, no primeiro olhar que me for dirigido, na primeira voz que eu escutar, no primeiro aperto de mão.
No vento, que me toca de leve, na água cristalina que me serve, no sol que beija o meu rosto, na beleza da noite silenciosa e amiga.
Pois, só tu és a minha paz.
Pare. Reflita um pouco. Só o amor pode equilibrar a sua vida. Tudo pra você e por você

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável.
Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto.
Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

Ter fé em Deus é saber que por maiores que sejam nossos problemas, nunca teremos razões para temer. Não há ninguém mais poderoso que nosso Pai celestial, e ele está ao nosso lado quando nos esforçamos em fazer a sua vontade.

Às vezes tentamos superar problemas que estão além das nossas capacidades e nos esquecemos que não precisamos de o fazer sozinhos. Deus nunca nos abandonará e sempre nos ajudará a conseguirmos alcançar o impossível.