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Sinto uma profunda tristeza que me está apertando o peito, pois você foi muito mais que um sogro – foi um segundo pai para mim. A notícia de seu falecimento não pode ser indiferente para ninguém, pois você sempre demonstrou ser uma pessoa maravilhosa.

Nesta hora de despedida, quero dizer que foi um grande orgulho tê-lo conhecido. Descanse em paz!

Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo,
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.

Padre Fábio de Melo

Sois belas, mas vazias.
Não se pode morrer por vós.
Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco.
Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei.
Foi a ela que pus a redoma.
Foi a ela que abriguei com o para-vento.
Foi dela que eu matei as larvas.
Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes.

Tudo começou como uma brincadeira, eu olhei pra você, você pra mim, e algo estranho aconteceu em nossas vidas, e tudo aquilo que era uma brincadeira foi se tornando em um grande amor, você se dedicava toda em todos os momentos para dar-me toda a felicidade que eu procurava nas outras pessoas e não achava, e você ali, junto a mim sempre carinhosa e atenciosa, dedicava-se mais e mais.
Hoje eu não tenho você, e a minha vida se transformou, o que era belo, já não tem tanta beleza, as coisas deixadas por você ainda guardam a sua lembrança, as flores que você plantou morreram, assim como toda a felicidade que você deixou.
Muito obrigado por me amar, mas
Volte.

Há um bom livro, esse me faz viajar, imaginar um mundo existente em um novo mundo para mim.
Livro, imaginação, verdades, flutuam em uma mente que não para, mas quando lhe surgi com letras que embriagam, que me fazem parar no tempo, para descobrir novos tempos.
Quando viajo no mundo de delírios e embriaguez de escritores maravilhosos e como viajo eu me delicio em momentos únicos, momentos meus, somente meus
Com o livro eu navego em mundos distantes, caminhos em lugares que são inacessíveis, nunca deixe de viajar nas loucuras imaginarias e verdadeiras das letras que fazem sua vida ser mais emocionante.
Ocupe seu tempo e sua cabeça com livros.