O florista foi ao salão para cortar seu cabelo.
Apos o corte, perguntou ao cabeleireiro o valor do serviço
-Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
No dia seguinte ao abrir a porta do salão havia um buque com uma duzia de rosas e um cartão de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia, veio um padeiro para cortar o cabelo. Apos o corte, ao pagar o cabeleireiro disse: - Não posso aceitar seu dinheiro, pois estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte ao abrir a porta do salão havia um cesto com pães e doces e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente ao pedir para pagar o dono do salão, disse:
-Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, quando abriu a porta do salão havia uma duzia de deputados fazendo fila para cortar o cabelo.
Essa é diferença entre os cidadão e os políticos.
Para pensar... e mudar.
Mesmo que nalgum momento pareça impossível, nada é! Apenas da morte não existe retorno, mas para tudo o resto, haverá sempre uma solução. Pode é não ser a que estávamos esperando.
Acredite, amiga, a felicidade está em suas mãos, e na maioria das vezes um dia mau é determinado por nós mesmos. Não são as coisas materiais ou tudo o que está fora de você que a farão feliz, é o que está dentro de você.
Isso explica porque há tantas pessoas que aparentemente não têm nada e são tão felizes, e outras que parecem ter tudo, tanto dinheiro, tantos bens, e são tão miseráveis. As primeiras são sábias, pois sabem que a felicidade vive em cada um de nós.
Seja feliz do seu jeito, amiga, e acredite sempre no seu valor, em todo o potencial que vive dentro de você, pois aí reside a riqueza de cada um!
Fora da caridade não há salvação
Estes princípios, para mim, não são apenas uma teoria, eu os coloco em prática; faço o bem tanto quanto o permite a minha posição; presto serviço quando posso; os pobres jamais foram rejeitados em minha casa, ou tratados com dureza; a todo momento não foram sempre recebidos com a mesma benevolência?
Jamais lamentei meus passos e minhas diligências para prestar serviço; pais de família não saíram da prisão pelos meus cuidados? Certamente não me cabe fazer o inventário do bem que pude fazer; mas, num momento em que parece tudo esquecer-se, é-me muito permitido, creio, chamar à minha lembrança que a minha consciência me diz que não fiz mal a ninguém, que fiz todo o bem que pude, e isso o repito sem pedir conta da opinião; sob esse aspecto, a minha consciência está tranquila e de alguma ingratidão com a qual pude ser pago, em mais de uma ocasião, isso não poderia ser para mim um motivo para deixar de fazê-lo; a ingratidão é uma das imperfeições da Humanidade, e como nenhum de nós está isento de censuras, é preciso saber passar aos outros pelo que se nos passa a nós mesmos, a fim de que se possa dizer, como J. C.: "que aquele que está sem pecado, lhe atire a primeira pedra."
Continuarei, pois, a fazer todo o bem que puder, mesmo aos meus inimigos, porque o ódio não me cega; e eu lhes estenderia sempre a mão para tirá-los de um precipício, se a ocasião disso se apresentasse.
Eis como entendo a caridade cristã; compreendo uma religião que nos ordena retribuir o mal com o bem, com mais forte razão restituir o bem pelo bem. Mas não compreenderia jamais a que nos prescrevesse retribuir o mal com o mal.
Allan Kardec
Sou infantil em acreditar num amor impossível vivo num
mundinho que nenhum mal pode me alcançar, esqueço de viver
a realidade, a realidade dói o sonho quando começa a doer
tem como mudar ele.
Só que esse mundinho dos sonhos não temos condições de ser
feliz por completo, esse mundinho medíocre em que vivo, está
rodeado por altos muros onde não consigo enxergar a realidade
fora dele.
Preciso de alguém pra poder ajudar-me a destruir esse muro.
Mas tenho medo do que vou encontrar lá fora.
Tenho pavor do que possa me acontecer depois que sair daqui.
O que faço ó Pai, só você pra poder me guiar por este estranho
caminho, preciso de seu apoio, de suas mãos a me guiar.
Ó Pai qual caminho a seguir?
Qual tijolo deve tirar primeiro, o do medo ou da timidez ou
tantas as outras que coloquei nesse muro...
Pai torna os meus olhos os seus.
Faça com que eu enxergue tudo de maneira mais clara, faça
com que eu não tenha mais medo das outras pessoas.
Pai me tire desse mundinho de solidão, ajuda-me livrar desta
agonia, desse desespero que assola minha vida.
Daí-me mais tranquilidade. Segure-me tenho medo de caminhar,
ajude-me estou com medo, proteja-me do mal que eu mesma criei,
ensina-me a acreditar nos outros e o mais importante ensina-me
a amar assim como o Senhor nos amou, sem pedir nada em troca,
sem cobrar dos outros aquilo que não temos em nós mesmos.
A minha vida sem você é uma desilusão...
É apenas uma vida qualquer, com as mesmas coisas de todos os dias,
Como levantar, lavar o rosto escovar os dentes, tomar café ir pra escola pensando em você...
A solidão que sinto longe de você é imensa...
Se quer consigo explicar o tamanho...
A minha mente nunca fica vazia, sabe por que?
Por que todos os meus pensamentos são dedicados a você...
Mas saiba que a saudade, a solidão, a tristeza e a vontade de estar ao seu lado não
Irão vencer o que eu sinto por você, nada e ninguém conseguem fazer, o que eu sinto Por você desaparecer...
Se existe uma coisa que aprendi com os erros da vida, é que nunca devemos desistir dos nossos sonhos e nunca deixar as nossas grandes conquista para trás...
Eu não canso de dizer, e você também deve estar cansada de saber, que eu amo você...
Se o amor e uma grande ilusão eu quero viver desta ilusão e não acordar deste sonho...
Você, linda assim com esse jeitinho meigo de ser, conquistou o meu coração, conseguiu fazer o que eu achava que talvez nunca acontecesse mais, conseguiu despertar dentro do meu coração o amor o verdadeiro amor...
Hoje posso afirmar que amo de verdade, que o que sinto não e só uma paixão repentina mais sim o sentimento chamado Amor...