O coração diz: te amo...
As circunstâncias dizem: não posso...
O amor diz: preciso de você...
E a mágoa diz: ele não merece...
O coração diz: te amo...
E a razão pergunta: porque?
O meu olhar te chama, o silêncio te afasta...
fecho os olhos e o sinto aqui...
e quando olho, você não está...
Quero tocá-lo,
mas sinto somente o vazio...
quero beijá-lo,
mas engulo em seco esse desejo...
Quero ouvir sua voz,
mas só ouço o grito do silêncio...
Quero chamá-lo, mas a solidão me cala...
Quero você com todos os defeitos...
Apesar de toda a mágoa,
o coração diz: procure-o...
O medo fala: não faça isso...
A esperança grita: acalme-se...
Mas o momento diz:
Basta, sua presença
é o meu maior desejo
e sua ausência
é a minha maior dor.
Volte logo
e me dê uma chance !
Amigo, a sua amizade é como um abrigo quando a casa parece desabar. Com você me sinto acompanhado mesmo em silêncio, basta olhar para você para sabermos o que estamos pensando e sentindo. Não é preciso fazer nada grande, monumental, porque a nossa amizade é construída com milhões de coisas pequenas e cotidianas que nos dão coragem para seguir as nossas jornadas.
Suas palavras, seus conselhos me fazem refletir e me ajudam a ser uma pessoa melhor. É tão bom saber que posso contar com você nos melhores e piores momentos. Aliás, são nos piores momentos que você me mostra o quão a nossa amizade é importante, pois me sinto a vontade para te contar tudo sem medo de ser julgada.
É um alívio saber que você está nesta vida comigo para o que der e vier. E mesmo que a distância e o tempo digam não, de uma forma ou de outra estamos sempre presentes um na vida do outro. Amigo, lembre-se que você pode contar comigo sempre. Sou muito grata por todas as vezes que você escondeu as suas dores para me ajudar a cuidar das minhas.
Sou muito grata por todas as vezes que você comemorou as minhas conquistas mesmo quando você estava triste e deprimido. Obrigada por tudo, meu amigo, obrigada por fazer parte da minha vida todos os dias.
Diante de seu olhar. Belo como uma safira, admirei o brilho com que me refletia nele... Emanando forças que jamais esquecerei. Provocando arrepios na minha pele.
Seu olhar... Ah! Seu olhar. O profundo azul por ele exalado sustenta meu olhar no seu e falam por nós, revelam por nós sentimentos inesperados.
O tênue fio de luz a nós unir, anônimo, magnético, imantando nossos corpos, prendendo nossos sentidos.
Ah, seu olhar... Foi ele que me arrebatou, esse olhar mágico, esse olhar bandido!
Por que tanto me fazes sofrer,
se eu vivo só para te fazer feliz?
Por que tanto desconfias de mim,
se minha vida gira em torno só de ti?
Por que tanta raiva e rancor,
se nossos corações estão cheios
do mais puro amor?
Por que tantas palavras ruins saem
da mesma boca de onde saem
palavras tão doces?
Por que não olhas em meus olhos, se
olhando nos meus olhos verás a
pureza da minha alma?
Por que dizes que me amas tanto, mas
dizes que me conseguirias esquecer?
Por quê? Eu me pergunto.
Mas as respostas não vêm a mim.
Por quê? Por que palavras tão puras e
verdadeiras se sincronizam
neste poema?
Por quê? Por que meu coração está
transbordando de porquês?
Dona Joaninha recebeu um par de óculos escuros no dia de seu aniversário. Correu para o espelho para ver se lhe caiam bem e pensou – Hum! Que charme!
Dona Joaninha era bem vaidosa. Toda satisfeita, pôs seu vestido vermelho com bolinhas pretas e saiu para passear.
Infelizmente o dia estava escuro, as flores pareciam tristes, o sol bocejava preguiçoso. Dona Joaninha começou a ficar aborrecida com tudo e voltou pra casa.
Com o passar do tempo a vida foi ficando mais sem graça.
Dona Joaninha resolveu então não sair mais de sua casa. Na folha da palmeira, ficou lá triste, dias e dias.
E foi então que Dona Joaquina sentindo falta de sua prima pensou: – Onde será que anda a prima Joaninha? Sempre tão animada e atenciosa, será que ficou doente? Vou fazer uma visita.
Lá chegando, Dona Joaquina bateu à porta da casa da prima Joaninha. – Quem está aí? – perguntou Dona Joaninha com a voz bem fraquinha.
Quando percebeu que era sua prima, Joaquina ela falou com voz triste: – Entra prima, eu estou aqui tão deprimida, os dias estão sempre tão cinzentos, resolvi ficar aqui quietinha, esperar as coisas melhorarem.
Mas de repente, Dona Joaquina afirmou com um ar de deixa disso: – Que nada prima! Abra logo essa janela. Vamos para o jardim, o dia está maravilhoso, veja que lindas flores, o céu está azul. Acorda, está tudo tão lindo.
Ainda desanimada insistiu Dona Joaninha: – Vejo os dias cinzentos, as flores cinzentas, o céu cinzento, tudo cinzento. Como é que pode? Eu vejo tudo ao contrário do que você diz.
Então Joaquina com a maior naturalidade: – É simples, querida prima, tire esses óculos escuros!
E ela tirou e exclamou: – Que beleza! A cor voltou para as flores, o céu está azul novamente!
E sorrindo Dona Joaquina disse: – Estava assim o tempo todo mulher, é só tirar os óculos escuros!
Entendida a mensagem então vamos lá: Todo mundo tirando os óculos escuros de suas vidas.