A alegria de trabalhar, servir, ser útil.
Isto também se chama Esperança.
Deus dá a cada um de nós o tanto de esperança, necessária para enfrentarmos as situações da vida.
A esperança se fortalece ainda mais, se bem compreendida a Lei do Amor, mas pode adormecer, por falta de regar, como se fosse uma planta.
É o que nutre nossos corações e nossas mentes, para passarmos pela vida, com muita suavidade, com mais conquistas, vivendo o momento a cada tempo.
Faz de cada um, um ser diferente do outro, porém com os mesmos anseios.
Os que se afinam, e observam, percebem nos seus semelhantes, esperanças redobradas para superar os obstáculos.
Esperança é alegria.
Como podemos lutar pela paz, se não há justiça no mundo? Como podemos lutar pela paz, se há tanto desamor. Enquanto uns tiverem tudo e outros não tiverem nada, enquanto uns têm muito mais do que precisam e outros não têm nem o que comer, não poderá haver paz no mundo.
Para haver justiça e paz, é preciso primeiro haver amo entre nós. É preciso que as pessoas se amem e se respeitem e percebam que todos são humanos, que o planeta é de todos e que não é justo que tantos estejam privados daquilo que o mundo tem a nos dar.
O mundo precisa de amor, amor ao próximo, compaixão e generosidade. Só assim pode haver justiça. Só assim pode haver paz. Sem amor, justiça e igualdade, não há paz.
Certa ocasião em alto mar, no meio da tripulação de um navio existia um marujo que pelo fato de ser crente, novo convertido, era motivo de insultos e zombarias por parte dos seus colegas.
Num belo dia, o capitão do navio, reunindo os marinheiros no convés, pegou uma luneta e, de um lado para outro, começou a olhar no horizonte. Olhava, olhava até que os marinheiros, curiosos, quiseram saber do que se tratava. Aí o capitão, tirando os olhos da luneta, dirigiu-se ao marujo crente e lhe disse:
– Olhei por todos os lados. Olhei e cansei de olhar, mas não consegui ver a Deus.
Então o marujo, levantando-se, tomou a Bíblia, e abrindo-a no livro de Mateus, capítulo 5, versículo 8, leu esta joia rara do amado Mestre:
"Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus".
Jamais aquele capitão poderia ver a Deus. Os males do seu pecado o deixaram em trevas, a ponto de não poder enxergar a Deus e adorá-lo em espírito e em verdade.
Tais pecados não só impedem que Deus nos ouça as orações e estenda-nos as mãos para nos abençoar, como também impedem nossa própria visão das coisas espirituais.
Não é de admirar que exista muita gente que, apalpando espiritualmente, vive totalmente cega.
Não estaria você vivendo no Paraíso, sem perceber? Não estariam as frutas maduras e suculentas, prontas para serem colhidas, enquanto você continua a cavar o solo em busca de frutos amargos?
Não estaria você andando por ruas abarrotadas de diamantes sem sequer notá-los, quanto menos pegá-los?
Não estaria você ignorando diariamente oportunidades de ouro, nos poucos momentos que passa fora da confortável prisão que construiu para sua vida?
Os muros que o separam da plena satisfação não teriam sido construídos por você mesmo?
Existe ouro a ser garimpado em cada momento. Existe alegria a ser sentida em cada amizade. Existe um tesouro a ser descoberto em cada problema. Abra seus olhos.
Abra seu coração. Olhe em volta, de verdade, e veja o mundo maravilhoso em que poderia estar vivendo, se você quisesse.
Mãe. Palavra que define o indefinível. Você me conhece de verdade, percebe todos os meus sentimentos, mesmo que eu negue todos eles.
Você sabe - e eu nem sei bem como - o que é melhor para mim, mesmo quando eu mesmo não acredito. Ninguém mais cuida e se preocupa comigo assim. Ninguém.
E por isso, todos os dias são seus. Não só o Dia das Mães. Esse só não chega.
Hoje e sempre, te amo. PARABÉNS!