Certa vez, um mendigo estava andando com um prato de arroz na mão. Uma carruagem veio em sua direção, quando parou ao seu lado o Rei daquele lugar. Olhando para a carruagem, o mendigo pensou: quem seria aquele rei e como ele se dignava a parar ao lado de um mendigo.
Descendo da carruagem, o Rei pediu para o mendigo um pouco do seu arroz. Surpreso, o mendigo então olhou para o rei e pensou: ?Como o Rei pode me pedir alguma coisa? Ele pode ter de tudo o que quiser? e foi bem mesquinho. Pegou um único grão de arroz e deu ao Rei. O Rei, então, fechou o grão dentro da mão do mendigo, subiu na sua carruagem, e foi embora.
Quando o mendigo abriu a mão, levou um grande susto. O grão de arroz havia se transformado em uma pepita de ouro. Neste momento, o mendigo olhou para o prato de arroz e chorou por não ter tido a capacidade de colocar mais. Saiu correndo atrás do Rei, dizendo:
- Por favor, Majestade, pare. Eu mudei de ideia, tome mais do meu arroz! Então o rei disse:
- Não, obrigado. Recebi de você o que foi colocado por ti de bom grado e com bom coração. E Você, já recebeu tudo aquilo que colocou na vida, de bom grado e de bom coração.
O que se recebe da vida é aquilo que nela se coloca primeiro, aquilo que doamos livre e verdadeiramente como expressão do nosso amor, nem mais nem menos. É o amor, a capacidade de se doar e de se entregar que transforma tudo o que temos e tudo o que somos. Como disse Madre Teresa de Calcutá: ?tudo aquilo que não é dado, fica perdido?. O que você tem colocado na vida ultimamente?
O Chão é a cama para o amor urgente,
O amor não espera ir para a cama.
Sobre o tapete no duro piso,
a gente compõe de corpo a corpo a última trama.
E para repousar do amor, vamos para a cama!
Se nós perguntam "quantos anos você tem?", nossa tendência é enumerar o período de tempo já vivido.
Mas... por que não refletirmos que esses anos que se passaram - não os temos mais?...
São tempos que já se foram, pertencem ao passado, bem ou mal aproveitados, felizes ou não, e já não podemos mais fazer uso deles, a não ser usufruir das lições que a vida, concretamente, nos ensinou. Talvez seja mais sensato responder:
- Espero ter muitos anos!...
...Porque os tempos vindouros - estes, sim - significam os anos que ainda nos restam, os que "temos" de verdade, nos quais estão depositados nossos sonhos e esperanças ainda a concretizar.
Quantos anos você tem?
Pense nisso...
E procure fazer dos anos - que você ainda tem -
Os melhores de sua existência!
Felicidades!!!
Quero viver um grande amor
Quero adormecer e sonhar, talvez com as estrelas ou com as flores. O que eu quero realmente é amar, um amor que não me cause dores, mas alegrias como fluir sobre as ondas do mar
Quero viver um grande amor, quero correr, sorrir, pular, e ser livre, pois só o verdadeiro amor é capas de saber compreender e não manipular com o sentimento alheio causando-lhe dor
Quero viver um grande amor, quero ser simples como uma cotovia e não pasto verdejante e pousar quero que junto desse amor que sorria, pois com um grande amor eternamente vou sonhar.
Nestes tempos difíceis, em que as pessoas se previnem e se fecham para as outras, sempre a desconfiar de qualquer tentativa de aproximação e das manifestações de afeto, é muito bom poder confiar em alguém, e é melhor ainda perceber que essa pessoa, na qual depositamos total confiança, é alguém tão especial como tu!
Nestes tempos difíceis, em que o noticiário vive repleto de tragédias e demonstrações de vileza, é bom poder contar com um amigo como tu para desabafar, para aliviar a angústia e, principalmente, para renovar e trocar esperanças.
Nestes tempos difíceis, em que nos parece quase impossível acreditar que as coisas possam melhorar, é muito bom sentir que ainda há pessoas especiais no planeta, pessoas que nos permitem esperar por um futuro menos árido e mais próspero.
Só mesmo alguém tão bom, leal e confiante como tu, meu amigo (minha amiga), seria capaz de me fazer apostar em dias melhores... És muito importante para mim!