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Que o que posso amar, não pode me corresponder Que um olhar que me mostra afeto, é motivo de fugir e me esconder... Pobre e amargo coração, cheio de amor que não pode dar, de alegria que não sabe viver... Sofre quieto As sombras de minhas ilusões Sempre a espera de um alguém, que possa talvez, Me fazer sorrir verdadeiramente ou mesmo cantar, sem que caia lágrimas dos meus olhos... O simples se faz impossível Neste mundo de injustiças e regras Mas que em minha alma permanece sereno Um sentimento doce, carente e tantas vezes inevitável Que meu coração se confunde mais a cada novo dia Mas que com tudo, continua sendo em minha vida Incondicionalmente O mais belo dos sentimentos...

Não sou:
professora, escritora, poeta,
mas sou uma mulher,
que tem a semente do sentimento maior,
que germina dia ou noite,
percorrendo o tempo,
preenchendo sua alma,
que busca além dos horizontes, outra semente que também germina...
Sementes que crescem todos os dias ou noites
fortalecendo esse sentimento maior,
que não tem fronteiras,
não envelhecem com o passar do tempo.
Sementes que crescem em almas que se buscam.
Sou uma mulher fortalecida, feliz,
pois dentro de mim germina a semente do sentimento maior AMOR.

Meu amor é verdadeiro e nada me impedira de estar com você, pois nada, nem ninguém é tão grande e tão forte como o amor que eu sinto por você...
Se o amor for grande, A espera não será eterna, Os problemas não serão dilemas, E a distância será vencida.
Se a compreensão insistir, As brigas fortalecerão nos, Os fatos farão nos rir, E os diálogos marcarão nos.
Se o respeito prevalecer, Os carinhos serão doces e suaves, Os beijos profundos e cheios de valor, E os abraços calorosos e confortantes.
Se a confiança existir, A dúvida se extinguirá, As perguntas serão respondidas, E as palavras poderão ser ditas.
Talvez não seja um amor eterno.
E não é um amor doentio, Nem um amor ideal.
Mas um amor verdadeiro.
Aquele que vence as barreiras Impostas pela vida e pelas ocasiões.
Aquele que não teme a escolha, E faz a opção de simplesmente Ser intensamente vivido.

Você já comparou os filhos com navios? Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora. Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos. Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.
Assim são os filhos. Estes têm nos pais o seu porto seguro até que se tornem independentes. Eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras levando consigo o sonho de ser feliz. Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, ou transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali. Eles devem navegar mar adentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas podem ajudar a preparar a bagagem com valores como: Humildade, Humanidade, Honestidade, Disciplina, Gratidão e Generosidade.
Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
Devem se orgulhar em ver os filhos – como navios – partirem de seu porto para as próprias conquistas e aventuras.
Mas... como é difícil soltar as amarras...

Cada um de nós tem muitas escolhas, e podemos, a cada momento da vida, fazer novas escolhas. Não precisamos continuar a ser uma vítima do ambiente em que vivemos.
Contudo, para encontra um outro caminho, precisamos trabalhar muito para não dar respostas reflexas que se baseiam nas nossas experiências e condicionamentos passados.
Podemos preferir olhar para dentro de nós mesmos a cada dia para ver se há resíduos de medo, julgamento, raiva ou ódio. Se os encontrarmos, podemos preferir ver o valor de mudar nossa mente, deixando de lado os pensamentos negativos e os julgamentos.
Essas novas escolhas é que irão mudar a nossa vida. Podemos resolver, a qualquer momento, criar um presente que não seja determinado pelas sombras do temido e doloroso passado. Podemos escolher um presente que se baseie no amor e no perdão.
Podemos nos lembrar que a paz de espírito só se tornará uma realidade quando neutralizarmos os julgamentos negativos que fazemos uns dos outros, e acreditarmos, de todo coração, na igualdade.
Não conquistaremos a paz de espírito até que tenhamos pelos outros o mesmo interesse que temos por nós mesmos.
Quando enxergarmos a luz dos outros, o poder milagroso do amor virá fazer parte de nossa vida. Quando isso acontecer, quando começarmos a mudar nossa mente, nossa vida também irá mudar e o preconceito e a discriminação começarão a desaparecer da face da Terra.
Afirmações:
1. Hoje verei todas as pessoas como iguais.
2. Se eu perceber que estou julgando os outros, devo lembrar de que isso acontece porque, de um modo ou de outro, estou julgando a mim mesmo.
3. Quando odeio os outros, é porque, de algum modo, odeio a mim mesmo.
4. Quando sou mesquinho com os outros, talvez seja porque não curei os momentos do meu passado em que os outros foram mesquinhos comigo.
5. Se eu me sinto o dono da verdade com relação aos outros, talvez seja porque quero mostrar que eles estão errados só para provar que eu estou certo.