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Você é a pessoa que mais admiro, E quero ter ao meu lado Mas para que isso aconteça
Você terá que perdoar os meus deslizes, Esquecer os erros do passado, Tudo pode ser recomeçado Por um simples gesto de amor carinho, Nada pode atrapalhar o nosso amor, Pois o nosso querer e forte demais para Acabar assim
Te adoro
Te amo
Vamos nos dar mais uma chance Talvez a última, Só não quero te perder!
Vamos recomeçar o mundo hoje é nosso!
Você é meu!
Me perdoe!
Nos de mais uma chance!
Não jogue fora essa oportunidade, Por orgulho.
Juntos seremos felizes

Sempre podemos encontrar motivos para nos sentirmos descontentes, se quisermos. Podemos, também, encontrar argumentos para nos considerarmos afortunados por estarmos vivos. Tudo depende da maneira como cada um vê a existência.
Era uma vez um cavalo que, em pleno inverno, desejava o regresso da primavera. De fato, ainda que agora descansasse tranquilamente no estábulo, via-se obrigado a comer palha seca.
- Ah, como sinto saudades de comer a erva fresca que nasce na primavera! dizia o pobre animal.
A primavera chegou e o cavalo teve sua erva fresca, mas começou a trabalhar bastante porque era época da colheita.
- Quando chegará o verão? Já estou farto de passar o dia inteiro puxando o arado! lamentava-se o cavalo.
Chegou o verão, mas o trabalho aumentou e o calor tornou-se muito forte.
- Oh, o outono! Estou ansioso pela chegada do outono! dizia mais uma vez o cavalo, convencido de que naquela estação terminariam seus males.
Mas no outono teve que carregar lenha para que seu dono estivesse preparado para enfrentar o inverno. E o cavalo não parava de queixar-se e de sofrer.
Quando o inverno chegou novamente, e o cavalo pode finalmente descansar, compreendeu que tinha sido fantasioso tentar fugir do momento presente e refugiar-se na quimera do futuro. Esta não é a melhor forma de encarar a realidade da vida e do trabalho.
É melhor descobrir o que a vida tem de bom momento a momento, vivendo o presente da melhor forma possível.

Era uma vez um homem que vivia à beira de uma estrada, onde vendia cachorro-quente. Ele não ouvia bem, por isso não tinha rádio. Tinha problemas de visão, por isso não lia jornais.
Mas ele vendia cachorro-quente.
Colocava cartazes na estrada, fazendo propaganda da qualidade de seu produto. Ficava na beira da estrada e oferecia o seu produto em alta voz, e o povo comprava.
Lentamente foi aumentando as vendas e cada vez mais aumentava a compra de salsicha e de pão. Comprou um fogão industrial para melhor atender os fregueses. O negócio prosperava: o homem conseguiu até mesmo enviar seu filho para estudar na capital.
Certo dia, o filho, já formado, retornou para cuidar do pai e viu que as coisas não mudavam naquele lugar. Em casa, chegou logo dizendo ao pai: Você não ouve rádio! Nem lê jornais! Há uma crise no mundo. A situação na Europa é terrível e a do Brasil ainda pior. Tudo está indo para o vinagre.
O pai logo pôs-se a refletir: "Meu filho estudou, lê jornais, ouve rádio e só pode estar com a razão." Então resolveu reduzir as compras de salsicha e de pão. Tirou os cartazes de propaganda e já não anunciava tão alto seu cachorro-quente, abatido que estava pela notícia da crise.
As vendas foram caindo, caindo, caindo...
Então o pai finalmente disse ao filho: - Você estava certo, meu filho. Nós certamente estamos vivendo uma grande crise.

Há algumas coisas às quais não damos a devida atenção. No entanto, ao refletir um pouco, cheguei à conclusão de que uma das coisas mais preciosas do mundo é a amizade. E é por isso que eu me sinto tão feliz por ter-te como amigo.
Se as pessoas se respeitassem como nós nos respeitamos, se todas as pessoas tivessem o sentimento de devoção ao próximo que mantemos e alimentamos entre nós, o mundo seria maravilhoso!...
A amizade é uma dádiva. É muito melhor ter um amigo do que ter um amor, sabias?
Afinal, os verdadeiros amigos só nos trazem coisas boas, não nos exaurem e não nos fazem sofrer.

Minha pele de estrelas e luar foi Bordada pelas mãos dos atabaques Quando delicadeza beijou o mar. Olho para trás e uma vez mais beijo As mãos dos meus antepassados, Todos abençoados pelos ritos, Pelos mitos, pela dor que o vento Espalhou na cor que trago em mim Como lembrança e prazer de lembrar Quem fui e sou. Sento no colo de meu avô e todas as vozes Da África gritam em minhas veias. Abraço minha mãe e estou nos braços das sereias. Essa sou eu e assumo a beleza de meus Cabelos negros e de minha pele que guarda Todos os mistérios dos orixás. E se sonho, estou lá, deitada no colo de minha Mãe Yemanjá. E se choro, choro pelo amanhã, mas bato o pé E chamo Iansã. E se me enfeito, sou de Oxum e sou de todos Os lugares e de lugar nenhum. E se canto, chamo por Nanã na cantiga de ninar Que me faz encantada e guardiã. Sim, sinhôzinho, essa sou, ajoelhada, marcada Pelo passado que não passou. Olha bem pra mim e ao redor. Somos Muitos, somos tantos numa voz só. Sou o povo brasileiro, sou a África e A sua continuação nesta bandeira Verde e amarela que trago no coração.