Você não poderia ter escolhido um local mais distante para viver. Não acha, prima? Era tão bom quando estávamos próximas. Compartilhávamos nossas aventuras, nossos dilemas, nossas vivências!
É que acima de tudo somos grandes amigas, e a amizade deveria estar protegida pelas leis da vida para as amigas estarem sempre próximas. Adorava que fosse assim! Beijo, prima!
Um beijo pode dizer muitas coisas sem na verdade dizer nada. Um beijo pode contar uma história de amor, confessar saudades ou a tristeza de uma despedida.
Um beijo pode curar uma dor, como quando uma mãe beija um machucado de um filho. Um beijo pode transformar um momento banal em um momento mágico, pois o beijo é o gesto que mais nos aproxima das pessoas que amamos.
Então hoje dê muitos beijos, de amor, de carinho, de amizade ou de saudade. Dê um beijo à sua mãe, ao seu pai, ao seu amor, aos seus filhos, aos seus amigos. Hoje beije mais, beije muito! Beije as pessoas que mais ama, pois esses beijos sinceros ficarão guardados para sempre nos corações delas.
Que bom seria se teu sorriso fosse eterno.
Que bom seria se teu colo me embalasse para sempre.
Que bom seria se todas as noites você estivesse ao meu lado.
Que bom seria se eu nunca tivesse que dizer adeus.
Que bom seria se você pudesse estar sempre ao meu lado.
Que bom seria se todos os dias ao seu lado fossem para sempre.
Que bom seria se você nunca chorasse por tristeza alguma.
Que bom seria se todas as manhãs tivessem seu perfume.
Que bom seria se todos me amassem como você.
Que bom seria se você fosse ETERNA.
Te AMO Mãe, és tudo para mim, obrigado por ter me dado a oportunidade de conhecer sua maior dádiva, o Dom de me conceder a Vida.
Eternamente Te Amo...
Um amigo meu chamado Paulo ganhou um automóvel de presente de seu irmão no Natal.
Na noite de Natal, quando Paulo saiu de seu escritório, um menino de rua estava em volta do reluzente carro novo, admirando-o.
-Este carro é seu, senhor? ele perguntou.
Paulo assentiu:
-Meu irmão me deu de Natal.
O garoto ficou boquiaberto.
-Quer dizer que foi um presente de seu irmão e não lhe custou nada? Nossa quem me dera... comentou o menino.
É claro que Paulo sabia o que ele ia desejar.
Ele ia desejar ter um irmão como aquele. Mas o que o garoto disse chocou Paulo tão completamente que o desarmou.
-Quem me dera (continuou o garoto) ser um irmão como esse.
Paulo olhou o garoto com espanto, e então, impulsivamente, acrescentou:
-Você gostaria de dar uma volta no meu automóvel?
-Eu adoraria!
Depois de uma voltinha, o garoto virou-se e, com os olhos brilhantes, disse:
-O senhor se importaria de passar em frente a minha casa?
Paulo deu um leve sorriso. Pensou que soubesse o que o menino queria.
Ele queria mostrar para os vizinhos que podia chegar em casa num carrão. Mas Paulo estava novamente enganado.
-Pode parar em frente daqueles dois degraus? perguntou o garoto.
Ele subiu correndo os degraus. Então, passados alguns instantes, Paulo ouviu-o retornar, mas ele não vinha depressa. Carregava seu irmãozinho paralítico.
Sentou-o no degrau e depois o abraçou e apontou para o carro.
-Aí está ele, amigão, exatamente como eu te contei. O irmão deu o carro a ele de presente de Natal e não lhe custou nem um centavo. E algum dia eu vou te dar um igualzinho... Então você poderá ver com seus próprios olhos todas as coisas bonitas sobre as quais eu venho tentando lhe mostrar...
Paulo saiu do carro e colocou o menino no banco da frente. O irmão mais velho, com os olhos ainda brilhando, entrou atrás dele e os três deram uma volta comemorativa.
Naquela noite, Paulo aprendeu que a felicidade maior sentimos quando a proporcionamos à alguém.
Muito ou pouco não importa, mas sente sim. Quem deixou de amar já não se importa e deixa o outro totalmente à vontade, para que ele próprio possa estar também assim.
Quem ama, vez por outra, dá uma patrulhada no território e delimita as suas fronteiras. Quem deixou de amar já não fiscaliza, é frio, controlado e jamais perde as estribeiras. Quem ama sempre acha tempo e encontra um jeito para estar com seu amor.
Quem deixou de amar vai postergando sem pressa, deixando que o vento sopre a seu favor. Quem ama faz perguntas pessoais e usa muito o pronome "nós". Quem deixou de amar conversa banalidades.
E esquece o significado do advérbio "a sós ". Quem ama quer saber da vida do outro com detalhes e transparência. Quem deixou de amar se esquiva e não cobra do outro mais nada, nem ao menos coerência. Quem ama é pródigo em e-mails, telefonemas e com muito carinho dá um jeitinho de marcar presença.
Quem deixou de amar é pródigo em desculpas e pretextos com os quais passa um verniz para disfarçar a indiferença. Quem ama é naturalmente fiel e está sempre voltado às necessidades do outro ser. Quem deixou de amar só é fiel a si próprio e ao seu bem estar e já não percebe os danos que causa, querendo ou sem querer. Quem ama, mas não pode corresponder por imperativos das circunstâncias, abre o jogo e usa de sinceridade.
Quem deixou de amar não descarta o outro do baralho, para o caso de uma eventualidade. Será que neste momento tu Amas ou deixaste de Amar?
Se já não Amas, com certeza irás te calar ou talvez até dizer: - Face ao exposto, nada tenho a declarar!