O colunista Sydney Harris conta uma história em que acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. Quando os dois amigos desceram pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
A implicação desse diálogo é que a pessoa inteira é seu próprio dono, que não deve se curvar diante de qualquer vento que sopra. Não é o ambiente que a transforma, mas ela que transforma o ambiente. A pessoa inteira é um Ator e não um Reator.
Você sabe quantas vezes eu já quase desisti do amor? Esse som que você ouve é o som dos meus passos, quando eu estou me distanciando de você.
Consegue ouvir? Será que você sabe o quanto me machuca o fato de você não querer se importar?
Eu nunca havia parado pra pensar em quantas vezes me arrependi de tudo.
Me arrependo de alguns sentimentos, mas todo mundo precisa amar alguém.
Temos essa necessidade, seja lá porquê.
Uma grande parte de mim se importa e grita por socorro.
Eu não aguento mais essa sensação estranha.
Eu já perdi as esperanças de tirar ela de mim.
Como eu queria não senti-la.
Como eu queria não demonstrar tudo o que eu estou sentindo, mas chega a ser involuntário.
Você não faz ideia.
Não reconheço mais meu coração, agora ele não passa de um amontoado de cacos que eu fui juntando todos os dias.
Ainda sinto doer cada pedaço, embora estejam no seu devido lugar.
Você não faz ideia de quantas vezes me fez chorar.
E sim, eu me importo.
E muito.
Você já reparou como é curioso um laço... Uma fita dando voltas? Se enrosca... Mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um laço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer lugar que se precise enfeitar E quando a gente puxa uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando devagarzinho, desmancha, desfaz se o laço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço. Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um pedaço de fita? Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. E quando alguém briga então se diz - romperam-se os laços. - E saem às duas partes, igual os pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor é isso... Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Se eu pudesse voltar atrás, eu voltaria. Se eu pudesse calar as palavras, eu calaria. Se eu pudesse parar os atos, eu pararia. Mas a verdade é que eu não posso desfazer o que está feito, eu não posso impedir as besteiras do passado, eu apenas posso me desculpar por elas no presente.
Me perdoa, por favor! Eu errei, reconheço com total sinceridade, e por isso eu lhe peço humildes e genuínas desculpas!
Você é muito importante para mim, e conceber o mundo sem a sua amizade é um tormento insuportável. Não permita que o meu erro irrefletido e que jamais pretendeu magoar você, destrua todo o nosso passado e toda a possibilidade que vive no nosso futuro. Por favor, pense com carinho em tudo e permita que seu maravilhoso coração perdoe o meu...
Minha querida esposa, hoje celebramos mais um aniversário de casamento. Além de um motivo para celebrarmos, temos sobretudo mais uma razão para estarmos orgulhosos do caminho que construímos juntos até aqui.
É fácil amar alguém como você, uma verdadeira mulher que sabe ser carinhosa, diligente e esforçada em tudo que faz. Só peço a Deus que me dê oportunidade de ficar ao seu lado eternamente.