Derrota, uma derrota, não mais que isso. Há pessoas que se matam, ? Confesso que quase cheguei a esse ponto ? Há pessoas que, não sei... elas conseguem ajuda com um ?Cara? lá de cima e perseguem seu objetivo até consegui-lo. Mas falar é fácil: Não desista!, não isso!, não aquilo. A maioria te incentiva, mas nunca se quer sentiu a dor, a dificuldade que é perseguir seu objetivo depois da derrota. Há pessoas que necessitam de solidão ? Como eu ? para organizar as ideias, e isso não é fácil. Não é apenas continuar, é continuar com vários pensamentos tais como: será que vou fracassar de novo?, será que vou aguentar a pressão?.
Digo-lhes, meus queridos amigos, que eu ainda não percorri metade do caminho e sei como é. Há horas em que você deixar de acreditar em tudo, você fala que tudo é uma merda, e é. Para quem acredita como eu, há horas em que você duvida da existência de Deus, você fica se perguntando: que Deus é esse que deixar a pobreza aumentar a cada dia?, ai vem uma pessoa e diz: Não foi Deus quem criou a pobreza foi o ser humano. Porra! Que Deus é esse que criou a merda desse ser humano sabendo que isso iria acontecer? Você se pergunta: porque não você a nascer com dinheiro, ao invés de um miserável que bate em empregadas, ou até mesmo que matam os próprios pais?. Porque eu fracassei? Porque o famoso Deus não me ajudou?. Mas quando você menos espera, ele aparece, ao modo dele lógico.
Então, meus caros, digo-lhes que não desistam dos seus objetivos por mais difícil que seja o caminho. Ele sempre estará do seu lado. E, aos não religiosos, em momento algum parem. Lembrem-se da ?Lei da atração?, eu também achava isso extremamente idiota até acontecer, ou melhor, até eu usar. Sem mais, despeço-me e boa sorte.
Envergonha-te de negar que não ames,
Tu que és tão imprudente;
Aceita, se quiseres, ser amada por tantos,
Mas é certo que não ames ninguém;
Pois tens um ódio tão mortal,
Que apenas contra ti mesma não conspiras,
Buscando arruinar este nobre teto,
Que tanto desejas consertar:
Ah, muda teu pensamento que mudarei o meu!
Deve o ódio ter mais reservas do que o amor?
Sê como tua presença, gentil e graciosa;
Ou a ti, ao menos, te proves amável,
Sê outra pelo amor que tens por mim,
Para que a beleza continue a viver em ti.
William Shakespeare
Por mais que o tempo passe e que as dificuldades possam surgir, eu sempre estarei firme e forte, porque sei que posso contar com você, um amigo que certamente foi um presente em minha vida.
Sei que a nossa amizade é verdadeira, e para todas as amizades verdadeiras o tempo nunca passa, as distâncias nunca existem.
Pois elas são eternas e a verdadeira amizade nunca morre.
Obrigada por sua amizade e por permitir que eu lhe chame de amiga!
Te curto de montão!
Te curto pra valer!
Quando pequenos fazemos tantos trabalhos em grupo na escola, que provavelmente nunca lhe passou pela cabeça a importância que eles trariam para sua vida profissional. Hoje em dia, por mais que alguém tenha certa independência financeira e seja trabalhe até sozinho numa pequena empresa, é impossível conseguir trabalhar completamente só. Por mais que tenha autonomia sempre haverá uma mínima dependência, nem que sejam através dos fornecedores e clientes, pra limitar ou até especificar como será o direcionamento da empresa.
Aqueles trabalhinhos da escola falado anteriormente servem não somente para aprendemos as dividir tarefas, mas principalmente para conseguirmos interagir positivamente com as ideias dos outros colegas para finalizar o trabalho de maneira positiva e eficiente. Da mesma forma que vivemos profissionalmente, onde cada um tem uma função complementar a outra, onde juntas concluem a proposta final da empresa.
Para além de unir diversas opiniões que certamente enriquecem profundamente no dia-a-dia profissional, trabalhar em equipe nos dar a oportunidade de conhecer novas pessoas, ampliar nosso repertório e principalmente expandir o nosso olhar para a vida. Concordando ou não com o colega, toda opinião é bem vinda e extremamente relevante, não podemos nunca esquecer que somos todos diferentes e as ouvir as diversas visões sobre o problema é a melhor maneira de resolvê-lo.
Um sábio que encontrei à beira do caminho, um dia me contou a história e me deu a lição que passo a lhes narrar: "O Lobo matreiro, surgiu no caminho, pensou que sozinho podia viver... Terror da campina, coelho ou esquilo, a todos falava que era feroz... E aos lobos e feras a ele iguais espantava, pois a caça era só dele e de ninguém mais.
Após anos e anos de luta, o corpo cansado, a velhice chegou... Doente ficou, e tão fraco estava, tão amedrontado, que num rochedo bem alto ele se acomodou. Sozinho estava e nem o seu grupo de lobos o acompanhava. Mais uma vez pensou que sozinho poderia sobreviver.
Assim tão só, sem amparo ou guarida, um abutre o viu e avançou com sua fome natural... O lobo, então sentiu que, sozinho, não poderia viver. Porém já era tarde para sua salvação."
Assim, completou o sábio, não te julgues tão auto-suficiente. Trata de amparares a todos ao teu redor, cativa-os, alimenta-os principalmente de afeto, compartilha com eles as virtudes que já tens e aprende com todos para que possas crescer.
Ninguém, no caminho humano, é perfeito. Lembra que Jesus não se fez lobo, foi o cordeiro. E para trazer a felicidade ao mundo, não se isolou ou se julgou no mundo o melhor...
Buscou como companheiras as pessoas descomplicadas e simples, com os pensamentos puros, trabalhadores do mar. Coloca Jesus como sublime modelo. E não imponhas a todos o se-lo de seres teus competidores ou perseguidores.
Não lutes contra todos, aproveita todas as pessoas como teus companheiros queridos para viver e aperfeiçoar. Faças sempre o bem aos outros, o mesmo bem que gostarias que te fizessem.
Perdoa ou compreende o erro alheio, a falta cometida, o defeito do outro que te incomoda. Sorri sempre e tem paixão por viver. Sozinho, ninguém consegue viver. Se não tens um ser amado só para ti, cativa amigos, mantenha-os ao teu lado. Conta-lhes de tuas dores, de tuas dúvidas, transforma-os em cúmplices de teu caminho.
E assim, seguro e feliz, não estarás sozinho, nunca mais.