Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Ao despertar pra vida percebi que precisava fugir dos desterros desse mundo enganador. Então, passei a percorrê-lo sem rumo e sem saber para onde estava indo ou onde iria chegar. Mas, ao descobrir que a opção de fugir não me levaria a lugar nenhum, tampouco encontraria lugar para esconder a minha solidão, resolvi parar.
Houve momentos que pensei em sumir no tempo e procurei abraço quente para me aquecer, mas o frio da solidão me perseguia por donde quer que eu fosse, e como uma geada das noites de inverno invadia meu corpo sem chance alguma de defesa congelando minha alma agonizante.
Certo dia, em transparência avistei surpreendido um contorno que me seduziu ante sua simplicidade, catatônico permaneci à frente daquela miragem que abriu os braços convidando-me a um aconchegante abraço.
Então percebei ter encontrado o meu refúgio donde jamais imaginei encontrar. Passei então a entender, quanto tempo desperdicei a procura de algo que sempre esteve tão próximo de mim, mas ao sentir aquele singelo abraço nunca tido antes, percebi o verdadeiro gosto quente do abraço mais forte que alguém poderia sentir, daqueles que chega a impregnar a alma saciando todas as vontades e evaporando as ansiedades.
Daquele homem antes sem rumo, sem saber para onde estava indo, voltando ou chegando, passei a ser amado, por que, aquele vulto foi auto-suficiente para meu ser, seu abraço foi único e inesquecível, fez da minha vida algo que nenhum outro ser poderia fazer, o poder foi tão imenso que até hoje está arraigado em minha alma, simplesmente, por ser aquele vulto, a sombra da imagem do único santo que faz o impossível acontecer neste mundo, que também, é conhecido por todos como Jesus Cristo.

O orçamento Nacional deve ser equilibrado.
As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controladas.
Os pagamentos a outros governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir a falência.
As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.

Marcos Tullius

Existe coisa mais bonita que o amor?
Claro que não.
Por causa dele a gente chora, ri, faz planos, desfaz, sonha, briga, morre de alegria, cai na mais profunda tristeza, comete as maiores loucuras.
O amor faz com que a gente entre em contato com um lado escondidinho lá no fundo do peito, com a emoção em seu estado bruto.
Dá medo, óbvio, mas em compensação permite que ao descobrir o outro, a gente conheça aspectos importantes do nosso próprio jeito de ser e de encarar a vida.

Mais um ano finaliza.
Enquanto isso, a humanidade continua pretendendo ser feliz. E talvez não haja nada mais legítimo que isso.

A felicidade não é um estado final ao qual se chega e, depois disso, não há mais nada a fazer. O mesmo vale para o sucesso. Uma coisa é chegar lá, outra diferente, e mais trabalhosa, é preservar o que foi conquistado.

Na religião oriental, mais sábia do que a nossa, há três aspectos divinos: o Criador, o Preservador e o Destruidor.
O Criador brinda com vida para que todos os caminhos sejam iniciados.
O Preservador brinda com luz e sabedoria para que, uma vez acertados os caminhos, os humanos buscadores possam continuar neles.
E o destruidor se encarrega de brindar com força para pulverizar os obstáculos e desintegrar as estruturas que o tempo torna decadentes.

A Felicidade que a humanidade, confusamente, procura não está em nenhum lugar específico, nem relacionada a nenhum ato em especial. A Felicidade é uma conquista que se faz todos os dias, em todos os momentos, em cada pequena e grande atitude.

O amor, porém, é contagioso, com especialidade na solidão, onde a alma tem necessidade de uma companheira, e quando de todo não a encontra, divide-se ela própria para ser duas: uma, esperança; outra, saudade.