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Existe uma grande diferença entre as pessoas que surgem na nossa vida em determinado momento e aquelas que permanecem nela para sempre. A esses que não desistem de estar ao nosso lado chamamos de verdadeiros amigos e, por tudo o que representam, devemos estimá-los e honrá-los, pois são um precioso tesouro que fazem nossos dias valerem a pena.

Um amigo de verdade não está presente apenas quando lhe é conveniente, mas sim em todas as ocasiões importantes. Quando nos sentimentos perdidos e com vontade de desistir de tudo, ele agarra nossa mão e nos diz as palavras certas para recuperarmos a motivação e continuarmos nosso caminho.

As maiores aventuras são vividas ao lado deles e também são eles que estão presentes nas nossas melhores recordações. Quem tem um verdadeiro amigo por perto nunca estará sozinho e terá todos os motivos para sentir gratidão.

Como um quadro sem pintura,
Esperando as cores pra existir
Assim eu estava, até que te encontrei
Você chegou e sorriu, o que era cinza coloriu
Foi o amor que me abraçou

Eu te amo, cada dia mais
Eu te amo e sei que sou capaz
De cuidar de você e de retribuir:
Uma porção dobrada de amor

É uma grande bênção, ter um primo como você que representa para mim uma grande amizade. A força da nossa relação não se baseia apenas em sermos parte da mesma família, mas sim porque somos bons companheiros e já vivemos muitas experiências significativas juntos.

Você é uma pessoa com muitas qualidades, alguém sempre disposto a dar o seu melhor para me ver feliz e eu nunca esquecerei isso.

Nossa Senhora com o Menino Jesus em seus braços, resolveu descer à terra e visitar um mosteiro. Orgulhosos, os padres fizeram uma grande fila para prestar homenagens à Virgem.
Um declamou belos poemas. Outro mostrou páginas da bíblia escritas em ouro. Um terceiro disse o nome de todos os santos.
E assim por diante, monge após monge, homenageou Nossa Senhora e o Menino Jesus.
No último lugar da fila, havia um padre, o mais humilde do convento, que nunca conseguiu aprender os sábios textos da época.
Seus pais eram pessoas simples, que trabalhavam num velho circo das redondezas e tudo o que lhe haviam ensinado era fazer malabarismos. Ele ficou por último pois os outros temiam que, por não ter nada a dizer, poderia desmoralizar o convento. Mas, o padre sentia que precisava dar algo muito bom de si para Jesus e a Virgem.
Envergonhado, sentindo o olhar reprovador dos seus irmãos, tirou algumas laranjas do bolso e começou a jogá-las para cima, fazendo a única coisa que sabia fazer: malabarismos.
Foi só nesse instante que o Menino Jesus sorriu e bateu palmas.
E foi para ele, o mais humilde, que a Virgem estendeu os braços e deixou que segurasse o Menino.
É na simplicidade que estão as coisas mais importantes!

Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina...

Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Moral: Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela!