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Você disse que gostava de mim, que cuidaria e ficaria do meu lado como meu namorado. Você disse e eu acreditei...

Acreditei em você, acreditei nos seus sentimentos e genuinamente a eles me entreguei e agora me arrependo, como nunca antes, pois tão grande é a decepção que agora sinto!

Pesa no peito a dor, a certeza de ter sido ingênua, a impossibilidade de recuperar o tempo que perdi acreditando no engano do seu amor, e desperdiçando o meu com você!

Fico feliz enquanto escrevo palavras de amor e as dedico para ti. Esta mensagem, entre as tantas que vou escrever-te, embora seja corriqueira, na verdade diz coisas que para mim são importantes. Serve para reiterar o amor que sinto, e espero que tu correspondas sempre.
Quando estamos afastados, as lentas horas que passam são um verdadeiro martírio para mim. Aflita, espero logo poder estar ao teu lado. Matar todos os desejos, e beijar-te com a ânsia que sinto agora, pois este período de ausência está me maltratando.
A tua ausência, que nunca esteve programada, amarga muito. Sinto uma agonia no peito com o coração aos pulos, pois ele perde o ritmo longe de ti. Parece que as batidas são cheias de falhas, e sinto um sufoco que atinge a respiração, chega até a me faltar o ar.
Quando estivermos juntos voltaremos a ser felizes, viveremos este amor com o fervor de sempre. Enquanto isso querido, o melhor é ir trocando cartas, o que será um paliativo para a nossa ansiedade. Eu espero que a tua viagem não se prolongue demais.
Mando um beijinho, que tu deves receber como um longo e inesquecível beijão, quando estiveres lendo esta mensagem.
Até breve amor.

Acorde, olhe-se no espelho e deseje um bom dia.
Lave o rosto e peça coragem para enfrentar os desafios do dia.
Arrume a cama!
Acorde uns minutinhos mais cedo do que precisa para ter tempo de tomar um café da manhã caprichado e com calma.
Escute música enquanto se veste para sair.
Pense nos momentos bons que pode ter durante o dia.
Pense nas possíveis dificuldades que precisará enfrentar, isso lhe ajudará a se preparar psicologicamente, caso se depare com elas.
Pense numa maneira de se recompensar no fim do dia de trabalho. Isso lhe trará motivação!
Crie um mantra para os momentos de irritação... pode até mesmo ser uma sequência de palavras estúpidas.
Fique atento aos pequenos detalhes que fazem a vida mais bonita, como uma conversa dentro do ônibus ou metrô, uma combinação de roupa estranhamente charmosa, um gato vendo o mundo da janela...
Beba café!
Faça planos para os seus tempos livres, mesmo que sejam coisas simples, como ler uma revista.
Não reclame tanto, não responda a grosserias, mas fale um palavrão mentalmente se achar necessário.
Se o clima no trabalho estiver tenso, coloque fones de ouvido mesmo sem ouvir música, isso cria um bloqueio simbólico entre você e o caos.
Faça bem feito tudo aquilo que precisa fazer.
Seja exigente com você mesmo, mas não seja o seu carrasco.
Converse com o seu cão, gato, peixe, ou planta...
Ouça música enquanto prepara o seu jantar!
Não se incomode tanto porque a casa está desarrumada. Onde há bagunça, há gente! Mas não deixe as coisas fugirem do seu controle.
Acalente-se nos braços de quem você ama ou numa xícara de chá antes de dormir.
E lembre-se, um bom dia começa com uma boa noite de sono!

Já sinto saudades de todos! Vocês foram mais que amigos, foram família. A amizade de todos vocês foi das melhores coisas que ganhei neste trabalho. Acontece que a vida obriga à mudança, à busca por outras condições e é por esses motivos que estou indo embora para outro trabalho!

Gostava de levar comigo todos vocês, mas isso não é possível. Desejo toda a sorte do mundo, pessoal, para esta casa e para todos que sempre me trataram tão bem. Até sempre!

Um homem orava com tanto fervor e com tanto carinho, toda noite. Certa vez o rico chefe da grande caravana chamou-o a sua presença e lhe perguntou:
– Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler? O crente fiel respondeu:
– Grande senhor, conheço a existência de nosso Pai Celeste pelos sinais Dele.
– Como assim? – indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
– Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
– Pela letra.
– Quando o senhor recebe uma joia, como é que se informa quanto ao autor dela?
– Pela marca do ourives. O empregado sorriu e acrescentou:
– Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo um boi?
– Pelos rastros – respondeu o chefe, surpreendido. Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
– Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não pode ser dos homens! Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.