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Mulher... Tens sete sentidos Sete chaves de poder
Mulher... Mística flor, pétala serena Seiva suave de uma árvore suprema
Indecifrável mulher... Força felina e manhosa Mulher frágil e poderosa Sobretudo mulher...
Um sopro de vida no mundo Alma do sonho e da dor És assim quase perfeita Perfeita dádiva do Criador...

Saudades sentirei de todas as conversas e risadas jogadas ao vento; de tudo o que vivemos e passamos neste tão curto tempo, mas o bastante para mudar conceitos já pré-estabelecidos e consolidar uma amizade.

Dividimos não só uma sala, mas sim sorrisos, lágrimas e expectativas futuras. Pode ser que nos separemos, e que talvez nem nos reconheçamos daqui a alguns longos anos, mas valeu a experiência de termos compartilhado momentos que ficarão para a vida toda... Obrigada pela sua amizade!

Sei que fui insensível
Eu quis comandar meus sentimentos,
Quis ser forte
Mas fui egoísta...
E hoje descobri
Que agi errado
E que as estrelas não brilham
Da mesma maneira que brilhavam ao seu lado.
Me perdoe
Pois assim meu sorriso
Será novamente verdadeiro
E a dor que me envolve será insignificante,
Pois você mata a minha sede
E alimenta a minha alma.
Meu coração é seu.
Me perdoe
Pois sei que
Fui Egoísta.

São os homens os produtores das suas representações, das suas ideias, etc.; mas os homens reais agentes, tais como são condicionados por um desenvolvimento determinado das suas forças produtivas e das relações que lhes correspondem. A consciência não pode ser coisa diversa do ser consciente e o ser dos homens é o seu processo de vida real.
Desde o início que pesa uma maldição sobre "o espírito", a de estar "manchado" por uma matéria que se apresenta aqui sob a forma de camadas de ar agitadas, de sons, de linguagem em suma. A linguagem é tão velha quanto a consciência - a linguagem é a consciência real, prática, existente também para outros homens, existente também igualmente para mim mesmo pela primeira vez, e, tal como a consciência, a linguagem só aparece com a necessidade, a necessidade de comunicação com os outros homens. (...) A consciência é portanto, desde início, um produto social, e assim sucederá enquanto existirem homens em geral.

Karl Marx

Não se espante pela hora em que lhe escrevo (04:17h). Um pouco antes é a hora em que acordo, quando tenho uma noite de sono normal. Não é nenhum exagero de minha parte, mas tornou-se hábito para mim madrugar. Há anos, é a partir desse momento, aproveitando o silêncio da madrugada, que meus pensamentos fluem e começo a meditar. Nada melhor do que aproveitar este silêncio, o leve vento e o fresco da noite que se despede, e, do meu terraço olhar a lua e ver as nuvens dando seus passeios por entre as estrelas. No formato de cada nuvem começo a imaginar o que cada uma de suas formas representa. Algumas nuvens se transformam no meu imaginário, em árvores, animais e até mesmo em forma de pessoas, que vagueiam por entre as estrelas, banhando-se pela luz do luar.

E numa dessas nuvens imagino você. E quando você me vem a mente, é como se abrissem as cortinas de um teatro ou acendesse a tela de um cinema, e uma peça ou um filme se iniciasse. Aí começa a narrativa de nossa história de vida, as cenas de nosso primeiro encontro, dos nossos passeios, da nossa intimidade tantas vezes vivida e me deixo levar pela minha imaginação.

Relembro com saudade de tudo isso, pois são coisas que a nossa realidade de hoje não mais nos proporciona. Mas esse meu estado de espírito, esse meu imaginar, significa que embora estejamos distantes um do outro, as marcas que ficaram nem o tempo consegue apagar.

Beijos, meu amor.