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Eu estava tão acostumada a ter você ao meu lado, a ter as suas mãos sempre comigo, o seu calor e ombro amigo. Nem o tempo que nos separa, nem a distância que nos afasta foram capazes de me ensinar a viver sem o seu amor.

Dizem que nos acostumamos muito rápido ao que é bom, e agora acredito que isto seja mesmo verdade. Você chegou à minha vida, e é como se sempre estivesse aqui. Agora que você foi embora, ficou um vazio enorme. Nada tem graça sem você ao meu lado. É como se não soubesse andar, nem respirar...

Eu preciso de você comigo. Perdão se deixei você partir, eu achei que seria o melhor para você e para mim. Mas agora percebo que não sei viver sem você. Eu sei que você também sente o mesmo por mim, e quando existe amor, sempre há tempo para recomeçar.

Volta para mim, eu te quero aqui!

Com certeza você já ouviu a expressão "entre marido e mulher, não se mete a colher". Pois é, mas se muitas pessoas se acham no direito de meter a colher, é porque alguém abriu a panela... Tenha muito cuidado com o que diz e para quem diz. O que acontece com um casal, na maioria das vezes, deve ser resolvido entre eles.

Quando desabafamos com um amigo ou amiga, sempre contamos a nossa versão da história e muitas vezes nos colocamos no lugar de vítima e o nosso parceiro se torna o vilão. Como desabafamos com os nossos amigos, eles tomam o nosso partido e querem nos ver longe dessa pessoa que tanto nos faz sofrer!

Abrir a boca para reclamar do casamento, do marido ou da mulher, é dar abertura para que os outros metam a colher no nosso tempero. Depois de aberta a panela, é difícil fechar! Todo mundo se acha no direito de opinar, de aconselhar, e até de cobrar! O casal acaba perdendo as referências e a percepção do que realmente está acontecendo entre eles.

Guarde os seus problemas e discussões de casal entre quatro paredes, a não ser que seja algo realmente grave. Muitas pessoas a falar ao mesmo tempo só causam ruído, e muito facilmente deixamos de ouvir a nossa própria voz. No final, quando decidimos ficar com aquela pessoa que tanto nos fez sofrer, como contamos aos amigos, ninguém entende como somos capazes.

Mas a verdade, é que só quem está dentro de uma relação é realmente capaz de saber o que se passa e qual a dimensão real das coisas. Preserve a sua vida conjugal, preserve a sua intimidade!

O dia não tão esperado chegou e hoje fecho meu ciclo como funcionário desta empresa. Aqui ganhei diversos amigos que levarei no coração por toda minha vida. Aprendi uma nova informação todos os dias, que ampliaram imensamente minha bagagem profissional, além de tantas outras que me ajudaram no meu discernimento.

Cada um de vocês interferiu na minha vida de um jeito peculiar que prefiro mencionar individualmente, mas saibam todos os anos que passei convivendo com você me transformou numa pessoa muito mais feliz e independente.

Quero agradecer imensamente pela paciência e principalmente pelo carinho dispensado comigo, essa família é incrível, e apesar de estar saindo da empresa, espero continuar para sempre fazendo parte da família.


Daqui só levo bons momentos e muita energia positiva, que continuem eternamente valorizando essa paixão pela profissão que com certeza é o segredo para alcançarem tantas conquistas. Entrei cheio de medos e incapacidades, hoje saio com muito mais sabedoria e uma mente fervilhando com inúmeras habilidades.

Eu te prometo arrancar todos os sorrisos que eu conseguir. Prometo te dar toda a minha atenção, todo o meu carinho, todo o meu cuidado. Todos os meus beijos, serão seus. Irei te proteger até onde eu conseguir, e quando eu não conseguir mais... Pedirei a Deus. Eu prometo, todo o amor que houver nessa vida.

Clara Barton, que fundou a Cruz Vermelha americana quando tinha 51 anos, era considerada "tímida como um rato, mas brava como um leão". Comprometida com sua missão, continuou a exercê-la mesmo na velhice. Não deixou que a idade a atrapalhasse.
Ela ia aonde quer que houvesse alguém precisando de conforto, em áreas de guerra, locais onde havia enchentes, terremotos ou febre amarela. Aos 77 anos, estava nos campos de batalha de Cuba, na guerra hispano-americana. Clara continuou seu trabalho até morrer, aos 91 anos.
Um dia, já bem velhinha, alguém a lembrou de uma ofensa que lhe fora dirigida, anos antes. Mas ela agiu como se jamais tivesse ouvido falar daquilo.
- Não se recorda? – a amiga perguntou.
- Não – Clara respondeu. – Lembro-me nitidamente de ter esquecido isso.