Minha filha, a inveja fecha todas as portas e todas as janelas com vista para a felicidade! Sua prima não merece o tratamento que você lhe está dando. Não é justo! Não foi isso que ensinei para você!
Não entendo a razão de tanto ciúme, sabe? Parece que você tem raiva dela! Vocês são do mesmo sangue, são família. Por favor, eu lhe peço, pondere suas atitudes, porque é você quem está errada! Seja feliz com a felicidade de sua prima!
Você sabe que nunca esqueci nossa história, aliás, acho até que ela não está terminada. Precisamos conversar, jogar tudo que está preso na garganta e no coração em cima da mesa e olhar no rosto um do outro mais uma vez para descobrirmos se algo está ainda por resolver.
Eu não tenho dúvidas que sinto sua falta, que você é o melhor que me apareceu na vida, e estou na disposição de lutar por um regresso memorável. Eu ainda gosto de você! Beijo.
Que saudades do tempo que já passou, do tempo que não volta mais. Que saudades das suas comidas, dos seus mimos, das suas palavras e principalmente do seu amor, vovó do meu coração.
Tanto aprendi com você, tanto lhe devo, mas saiba que mesmo estando tão longe de você, todos os dias trago você no meu pensamento, no meu coração, e como bastante daquilo que hoje sou o devo a você, eu sou também a sua obra. Te amo, avó querida!
Existem pessoas tão especiais na nossa vida que nos fazem sorrir só de pensarmos nelas. Essa pessoa para mim é você, amiga. Feliz aniversário!
Você é uma mulher linda, forte e guerreira, e uma amiga carinhosa, atenta e sempre presente. Você é uma inspiração e ao seu lado não existe tristeza ou desmotivação.
Sinto muito orgulho na nossa amizade, e desejo que dure para sempre. Que o seu caminho seja longo, feliz e esteja repleto de amor, amizade, paz e saúde. Te adoro, amiga!
Um homem orava com tanto fervor e com tanto carinho, toda noite. Certa vez o rico chefe da grande caravana chamou-o a sua presença e lhe perguntou:
– Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler? O crente fiel respondeu:
– Grande senhor, conheço a existência de nosso Pai Celeste pelos sinais Dele.
– Como assim? – indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
– Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
– Pela letra.
– Quando o senhor recebe uma joia, como é que se informa quanto ao autor dela?
– Pela marca do ourives. O empregado sorriu e acrescentou:
– Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo um boi?
– Pelos rastros – respondeu o chefe, surpreendido. Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
– Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não pode ser dos homens! Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.