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Por que se confunde e se agita diante dos problemas da vida? Deixe que eu cuide de todas as suas coisas e tudo será melhor. Quando você se entregar a mim, tudo se resolverá com tranquilidade, segundo meus desígnios. Não se desespere, não me dirija uma oração agitada, como se quisesse exigir o cumprimento dos seus desejos. Feche os olhos da alma e diga-me com calma:

Jesus, eu confio em Ti!

Evite preocupações e as angústias, e os pensamentos sobre o que pode acontecer depois. Não bagunce os meus planos, querendo impor suas ideias. Deixe-me ser Deus e atuar com liberdade. Abandone-se confiadamente em mim. Repouse em mim e deixe em minhas mãos o seu futuro. Diga-me frequentemente:

Jesus, eu confio em Ti!

O que mais danos lhe causa são suas razões, suas próprias ideias, e você querer resolver as coisas à sua maneira. Quando me disser: Jesus, eu confio em Ti!, não seja como o paciente que pede ao médico que o cure, porque lhe sugere o modo de fazer. Deixe se levar em meus braços divinos, não tenha medo, pois Eu Te Amo!

Se acreditar que as coisas pioram ou se complicam apesar da sua oração, siga confiando. Feche os olhos da alma e confie. Continue dizendo a toda hora:

Jesus, eu confio em Ti!

Necessito das mãos livres para fazer a minha obra. Mesmo que a dor seja tão forte, a ponto de derramar lágrimas dos seus olhos. Estarei com você e com a sua família em todos os momentos. Diga:

Jesus, eu confio em Ti!

Confie só em mim, abandone-se em mim, jogue todas as suas angústias e durma tranquilo. Diga-me sempre: Jesus, eu confio em Ti!, e verá acontecer grandes milagres. Eu lhe prometo, por meu amor, pois sempre confiarei em você, meu filho!

Como sinto tua falta! Neste mundo triste, como sinto!
É como a lâmina seca de um gládio, perfurando-me o peito, com afinco
Oh, quanta mágoa no ar! Amarga! Umedecida pelo rancor,
Céus! Isto aqui se assemelha ao inferno, de descontentes, com ardor!
Como preciso de teus lábios, iluminados pelas estrelas cadentes!
E esta minha vida severa, árdua, se resume a desejos onipotentes!
Estás muito longe de meu corpo, não consigo te sentir!
Oh belo! Durante anos, por esse amor, não consigo rir!
Apenas pranto! Choro com meus olhos decadentes e solitários,
Soluço, com meus lábios sérios e pragmáticos! Sim!
Apenas isso, que faço em minha vida, sem objetivos vários,
Fico cada vez mais cansada, distante de teus sentidos sem fim,
Diante páginas, e mais páginas de solidão, que vivo
sem ter-te perto de mim, apenas sobrevivo...
Atire-me na fronte, uma flecha envenenada!
Pois estou muito mais que unicamente desesperada.
Por favor, devolva-me minha alma. Eu sei: ferida e desigual,
Que me importa? O que preciso é ter de volta, minha vida imortal!
Aos poucos, posso tentar sanar meus ferimentos, meus desalentos...
E, assim, esquecer todos os vãos momentos.

Meu filho, sempre que falo essas palavras meu peito se enche de orgulho, o coração flutua em uma nuvem de paz e amor, e mais uma vez se torna claro que você é a grande bênção da minha vida.

Você não chegou a mim através do vínculo da biologia; você não nasceu de mim, mas é tão ou mais amado como se tivesse nascido! Entre nós os laços são de outra natureza, mas são igualmente fortes e impossíveis de quebrar.

São laços eternos de amor genuíno, de carinho infinito e a certeza de que você é meu filho, não importa o que diga a biologia. Eu amo muito você, desde o dia em o conheci e até que a vida desista do meu corpo!

Você tornou meu sonho realidade, e trouxe para minha vida muito mais do que alguma vez imaginei. Você é o meu tesouro, o meu pequeno pedaço de paraíso, o meu orgulho, o meu filho!

Havia em uma aldeia uma senhora chamada de "mulher chorona" pois todos os dias, chovendo ou fazendo sol, ela sempre estava chorando.
Ela vendia bolinhos na rua, e um monge sempre passava por ela quando ia ao templo para os ritos.
Um dia, curioso, ele lhe perguntou: - Sempre que passo, seja em belos dias ensolarados, seja em suaves dias chuvosos, vejo a senhora chorando. Por que isso acontece?
- Tenho dois filhos,- ela respondeu – Um faz delicadas sandálias, o outro guarda-chuvas. Quando faz sol, penso que ninguém comprará os guarda-chuvas de meu filho, e ele e sua família vão passar necessidades. Quando chove, penso no meu filho que faz sandálias, e que ninguém vai comprá-las. Então ele também vai ter dificuldade para sustentar sua família.
O monge sorriu e disse: - Mas... a senhora deveria ver as coisas da forma correta. Veja: quando o sol brilha, seu filho que faz sandálias venderá muito, e isso é muito bom! Quando chove, seu filho que faz guarda-chuvas venderá muito, e isso é também muito bom! A velha olhou-o com alegria e exclamou:
Tem razão!
Desde então a velha passou todos os dias, chovendo ou fazendo sol, sorrindo feliz.

Meu querido marido... Eu acredito vivamente que um verdadeiro amor pode vencer qualquer distância. E creio nisso cegamente porque o nosso provou isso para mim. Eu continuo incondicionalmente apaixonada por você, apesar de não estarmos juntos fisicamente. Meu coração vive desejando o seu regresso e eu sei que é com você que quero viver toda a minha vida.