Ser mãe é ser maior! É abraçar o mundo através do milagre da vida. É sonhar, acreditar, e é conquistar o futuro em todos os momentos do agora. Ser mãe é dar vida à vida, e é beijar o céu com os pés na terra! É carregar no ventre a dádiva maior de toda a existência, e é cantar para seu bebê desconhecido, acariciar a própria barriga como se estivesse tocando em seu rosto.
Meses depois o milagre acontece, e todos os sonhos viram realidades mágicas e deslumbrantes. Alimentar com o próprio corpo, pegar no colo soltando uma lágrima de felicidade, e adormecer esse neném tão maravilhoso! Com o tempo surgem as primeiras letras, o gatinhar, o levantar e o cair e o correr que surge aos poucos. A mãe sente que a vida tem um sabor diferente, um cheiro que não existia antes. E ele cresce, vai na escola, sabe ler, escrever e até contar pelos dedos. A mãe? Está sempre junto, sempre pronta a apoiar.
Mãe cuida para quando ele estiver do seu tamanho, sua postura, sua personalidade e seu jeito conquistem mundos coloridos e repletos de calor e harmonia. A mãe acompanha todo o crescimento, porque o seu coração manda, porque a sua cabeça assim o deseja. Ser mãe é ser mais que maior!
Num dos momentos mais trágicos da crucificação, um dos ladrões percebe que o homem que morre ao seu lado é o Filho de Deus. "Senhor, lembra-Te de mim quando estiveres no Paraíso", diz o ladrão. "Em verdade, estarás hoje comigo no Paraíso", responde Jesus, transformando um bandido no primeiro santo da Igreja Católica: São Dimas.
Não sabemos por que razão Dimas foi condenado à morte. Na Bíblia, ele confessa a sua culpa, dizendo que foi crucificado pelos crimes que cometeu. Suponhamos que tenha feito algo de cruel, tenebroso o suficiente para terminar daquela maneira. mesmo assim, nos últimos minutos de sua existência, um ato de fé o redime e o glorifica.
Lembremos deste exemplo quando, por alguma razão, nos julgarmos incapazes de ter uma vida espiritual.
No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem. Ela disse: - Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.
- Um bonito garoto – respondeu o homem. E completou: – Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, o que você acha de irmos?
- Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!
O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu: - Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!
O homem sorriu e disse: - Está certo!
- O senhor é certamente um pai muito paciente – comentou a mulher ao seu lado.
O homem sorriu e disse:
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar...
Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?
Lembre-se: Nem tudo o que importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.
Eu quero uma mulher assim Que me ame como sou, do seu jeito
Que não chore por mim, Mas que sinta a minha falta e que tenha saudades na minha ausência
Quero uma mulher assim Que não sinta ciúmes Mas que perceba quando outros olhos me olham Que não seja perfeita, mas que suas virtudes sejam maiores
Quero uma mulher assim, feito você
Que seja uma dama, mas que se transforme na cama
Que tenha seus segredos e encantos para que possa descobrir com o tempo
Que ria alto das coisas engraçadas e que seja capaz de me divertir
Quero uma mulher assim que seja compreensiva que não tente me completar mas que seja parte de mim
Quero uma mulher assim feito você!
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente.
O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [... ] Deverei continuara acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura.
Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.