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Certo dia um homem saía para trabalhar, pensando que aquele seria um dia comum como todos os outros.
Mas não era.
Seu pequeno filho, ao vê-lo saindo, gritava-lhe o nome, pedindo ao pai que o levasse junto ao trabalho.
O pai não resistiu ao olhar e ao pedido de seu filho. Aquele olhar meigo e amoroso de seu filho.
Então, pegando seu filho no colo, lhe beijou a face e o levou para o trabalho.
Os dois estavam muito felizes.
O homem trabalhava em uma ponte levadiça, e sua função era erguê-la para a passagem dos navios por ali, ou abaixá-la para a passagem dos trens, pois a ponte era de trilhos.
Por volta das 9:00 da manhã, o homem ouviu um apito de trem, e percebeu que era de passageiros, esse tipo de trem, na maioria das vezes transportavam aproximadamente umas 200 pessoas, então ele pensou logo em baixar a ponte, mas algo lhe tirou o fôlego.
Ele viu que seu filhinho estava brincando no meio das engrenagens da ponte, então começou a suar frio e entrar em desespero, pois não havia tempo para tirá-lo de lá.
Ele tinha que fazer uma escolha muito difícil, salvar a vida de seu único filho, e assim condenar aquelas 200 pessoas à morte, sem ao menos saberem o porquê, ou salvar a vida daquelas pessoas sacrificando assim seu único filho, ele tinha que escolher rápido, pois o trem se aproximava cada vez mais, então, com lágrimas nos olhos o homem disse: meu filho, me perdoe, e então ele baixou a ponte, e seu filho morreu.
Sei que esta história é muito triste, mas não se preocupe, ela é apenas ilustrativa.
Nesta história, o homem representa Deus e seu filho representa Jesus, e aquelas 200 pessoas representam você, sua família, seus amigos.

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a
fazer antes que o relógio marque meia noite. É
minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.


Posso reclamar porque está chovendo ou
agradecer às águas por lavarem a
poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou
me sentir encorajado para administrar minhas
finanças, evitando o
desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde
ou dar graças por estar vivo.


Posso me queixar dos meus pais por não terem
me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato
por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir
trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou
agradecer a Deus por ter um teto para morar.


Posso lamentar decepções com amigos ou me
entusiasmar com a possibilidade de fazer novas
amizades. Se as coisas não saíram como planejei
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.


O dia está na minha frente esperando para ser o
que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que
pode dar forma.

Tudo depende só de mim.

Charles Chaplin

Quando temos ao nosso lado alguém que cuida de nós e procura em todos os momentos deixar um sorriso em nosso rosto, a felicidade se torna em um estado de espírito fácil de alcançar. Essa é a realidade que sempre desejei e que vejo agora ser concretizada todos os dias, pois encontrei um homem maravilhoso que me dá tudo que preciso.

Eu amo você com todas as forças que tenho e são muitos os motivos para me sentir grata. Só quero que fique comigo eternamente, para que juntos possamos conquistar as metas que temos em nosso horizonte.

É muito comum associar a figura do pai ao trabalhador, sério, sisudo, guerreiro, preocupado somente em prover o lar de recursos para a alimentação, a saúde, a educação etc.

Aqui nos ajuda o compositor
poeta Gonzaguinha: "Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis. Guerreiros são meninos, no fundo do peito... É triste ver um homem, guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros. Eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra, a dor que tem no peito, pois ama e ama (...) Um homem se humilha, se castram seus sonhos, seu sonho é sua vida, e vida é trabalho, e sem o seu trabalho, um homem não tem honra, e sem a sua honra, se morre, se mata..."

Assim, a figura do pai aparece como autoridade, quando não como autoritarismo. Mas a verdadeira autoridade nasce de uma boa relação afetiva entre pais e filhos. Ela não deve ser imposta. Daí a importância de aprender com as crianças a dar valor às coisas que parecem não levar a nada, como as brincadeiras, mas que aproximam e criam vínculos afetivos para toda a vida. Penso que a dimensão lúdica e afetiva dos homens-pais foi atrofiada em nossa cultura. Ela precisa ser despertada, sabendo que isso é um acréscimo e não uma perda em relação a outras dimensões, como o trabalho, que continuarão a ter o seu valor. É o pai, guerreiro e forte, mas também menino e frágil.

Rui Antônio de Souza

A segunda-feira terminou, o primeiro dia chegou ao final e agora é hora de abraçar o dia de hoje com a força e com o ânimo necessários para batalhar por instantes de felicidade. Boa terça-feira, amigos!

Esse é o dia certo para encararmos a semana com a força e alegria que ela merece. Não desesperemos pelo descanso do final de semana – ele vai acabar por chegar, mas aproveitemos o agora em grande estilo. Só assim justificamos a oportunidade de viver!