Eu sei que coração de mãe é grande e que sabe perdoar. E você além de minha mãe é uma pessoa boa e muito generosa. Graças a você e à maneira carinhosa e dedicada como você me criou, eu sou capaz de aprender com os meus erros.
Mãe, eu quero lhe pedir desculpas! Eu preciso que você saiba como eu me sinto mal por ter feito você sofrer. Nunca foi minha intenção fazer nada para a magoar ou a decepcionar, mas às vezes nos enganamos nas escolhas que fazemos na vida.
Eu quero que você saiba que é muito importante para mim, e que eu não posso viver longe de você. Eu preciso do seu amor e do seu abraço para me sentir mais seguro e mais forte. Você me conhece melhor do que ninguém, sabe quem eu sou, e sabe que eu mereço uma segunda chance.
Eu te amo muito, e já tenho muitas saudades!
Você entra em uma loja de conveniência para comprar um presente, de repente passa à frente de um monitor de segurança e, de relance, aparece sua imagem na tela de televisão. Aí você pensa: "Ei, que estranho... Aquela pessoa está usando uma camisa da mesma cor que eu estou usando. Não, não é somente a mesma cor, aquela camisa é exatamente igual à minha. Espere um momento, aquele ali sou eu!"
É um sentimento estranho quando você vê a si mesmo. O mesmo ocorre quando escutamos uma gravação de nossa voz. Você acha a voz feia, diferente, estranha, definitivamente demora a acreditar que é você mesmo. Isto é uma experiência curiosa que demonstra que você trilha um caminho diferente do caminho que outros veem para você.
O que é importante guardar em mente é: frequentemente dê uma parada e veja você mesmo com os olhos de como os outros o veem. Olhe com o máximo de objetividade suas suposições, rotinas, hábitos e modos. Com isto você poderá obter uma perspectiva valiosa. Pare alguns instantes e converse com pessoas mais próximas de você que o conhecem bem, pergunte sem medo de se ofender, como elas o veem.
Imagine como você poderá melhorar seu relacionamento com os outros se você souber entender como todos o conhecem. Faça isto e você verá novas possibilidades à sua frente.
Um senhor de idade chegou a um consultório médico, para fazer um curativo em sua mão onde havia um profundo corte.
E muito apressado pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso.
O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
O simpático velhinho lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de Alzheimer muito avançado.
O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?
No que o senhor respondeu:
-Não, ela já não sabe quem eu sou.
A quase cinco anos que não me reconhece mais.
O médico então questionou:
- Mas então para que tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?
O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
-Ela não sabe quem eu sou... Mas eu sei muito bem quem ela é!
O médico teve que segurar suas lágrimas enquanto pensava...
...É esse o tipo de Amor que quero para minha vida.
O verdadeiro AMOR, não se resume ao físico, nem ao romântico.
O verdadeiro AMOR, é aceitação de tudo que o outro é...
De tudo que foi um dia... Do que será amanhã.. E do que já não é mais!
Em tempos pensei que tinha sido ferido como homem algum jamais o fora. Por sentir isso, jurei escrever este livro. Mas muito antes de começar a escrevê-lo a ferida cicatrizou. Como jurara cumprir a minha tarefa, reabri a horrível ferida. Deixem-me explicar por outras palavras. Talvez ao abrir a ferida, a minha própria ferida, tenha fechado outras feridas, feridas de outras pessoas. Morre qualquer coisa, floresce qualquer coisa. Sofrer na ignorância é horrível. Sofrer deliberadamente, para compreender a natureza do sofrimento e aboli-lo para sempre, é muito diferente. O Buda, como sabemos, teve toda a vida um pensamento fixo no espírito: eliminar o sofrimento humano.
Sofrer é desnecessário. Mas temos de sofrer para compreender que é assim.
Além disso, é só então que o verdadeiro significado do sofrimento humano se torna claro. No derradeiro momento desesperado - quando não podemos sofrer mais! - acontece qualquer coisa que tem a natureza de um milagre. A grande ferida aberta pela qual se escoava o sangue da vida fecha-se, o organismo desabrocha como uma rosa. Somos "livres", finalmente (...). Não são as lágrimas que mantêm viva a árvore da vida, mas sim o conhecimento de que a liberdade é real e eterna.
Henry Miller
Que desejo é este
Que me consome?
Que vontade é esta
De gritar teu nome?
Que sonhos são estes,
Que invadem minha realidade?
Que fantasias são estas,
Que diminuem a minha idade?
De uma fresta em meu coração,
Fizestes uma porta.
Entrego a ti minha paixão...
Agora... É só o que importa!