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O gari representa faxineiros e serventes...
Em seu lugar, as máquinas não têm a eficiência.
Se não feita pelo gari, a limpeza parece ausente.
O trabalho simples, requer ordem e paciência.
Repare no gari: – Parece um ser "imantado".
Apesar do mérito de seu serviço, é mal remunerado.
Sendo irrisório o seu ganho, sobrevive mal alimentado.
Mas com todas as dificuldades, o gari é educado...
É uma educação vinda de berço e da sua criação.
Com pouco estudo, o gari se sujeita à humilhação!
No Brasil, o salário mínimo é sinônimo de fome. Que não sustenta a família e nem a um só homem!
Mais que um mero político, o gari merece respeito. Para ele, ser honesto e trabalhar correto é normal.
Numa sociedade, os que assim procedem são aceitos.
Pena não haver ganho digno ao trabalhador braçal. E, com todos os problemas, o gari leva à alegria geral!

Em nosso percurso profissional, nunca podemos deixar de aprender. Nunca podemos pensar que já sabemos o suficiente. Para crescer é preciso sempre seguir aprendendo, é preciso ter humildade e reconhecer que não sabemos tudo.

Não podemos nunca perder a nossa curiosidade, precisamos deixar a vontade de crescer nos motivar a seguir em frente e saber que cada obstáculo que aparece em nosso caminho é para nos fazer mais fortes.

É preciso sonhar e é preciso lutar para alcançar. O sucesso profissional exige sacrifícios, mas o retorno é sempre muito gratificante. Não abandone nunca os seus sonhos, acredite em você, dê o seu melhor e siga em frente! E lembre-se que para crescer é preciso aprender sempre mais e mais!

Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.

Miguel Torga

Mar alto! Ondas quebradas e vencidas Num soluçar aflito e murmurado... Ovo de gaivotas, leve, imaculado, Como neves nos píncaros nascidas!
Sol! Ave a tombar, asas já feridas, Batendo ainda num arfar pausado... Ó meu doce poente torturado Rezo-te em mim, chorando, mãos erguidas!
Meu verso de Samain cheio de graça, Inda não és clarão já és luar Como branco lilás que se desfaça!
Amor! teu coração trago-o no peito... Pulsa dentro de mim como este mar Num beijo eterno, assim, nunca desfeito!...

Mãe amada, mãe querida...
Agradeço a ti, por ter me dado a vida!
Mãe, eu só quero te dizer, que eu não vivo sem você!
Mãe amada, mãe querida...
Tu és o pedaço mais doce da minha vida!