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Quando fizeres algo nobre e belo e ninguém notar,
não fique triste.
Pois o sol toda manhã faz um lindo espetáculo,
e no entanto, a maioria da plateia ainda dorme...

Em nossa vida, como na matemática, devemos:
– Somar alegrias.
– Diminuir tristezas.
– Multiplicar felicidade.
– E dividir amor.
Nestas dimensões, certamente todos gostamos da matemática.
Somar alegrias
Quem vive sozinho, longe dos outros, sem compartilhar alegrias, sem permutar experiências, diminui sua própria alegria e não alcança a felicidade. Ficamos, às vezes, penalizados, vendo tanta gente que ainda não fez esta descoberta. Pessoas que se fecham sobre si mesmas, por medo ou egoísmo, palmilham caminhos errados. Quem teme perder sua alegria, repartindo-a com os outros, ainda não aprendeu a psicologia humana.
Diminuir tristezas
A vida tem dessas compensações gratificantes. Quando conseguimos minorar a tristeza, nós é que saímos lucrando. Uma das mais profundas satisfações reservada a um coração humano é restituir o entusiasmo, a coragem e o otimismo aos irmãos da caminhada.
Multiplicar felicidade
Na família, no trabalho, na comunidade, em qualquer lugar onde plantamos felicidade, nós a multiplicamos. Felicidade partilhada é felicidade pessoal multiplicada.
Dividir o amor
Em matemática, quando dividimos um número pelo outro, o resultado final é sempre menor. Nas dimensões do amor humano, acontece exatamente o contrário. Dividir o amor com os outros é multiplicá-lo, é aumentá-lo. Todo aquele que divide seu amor com alguém, descobre em seguida ter multiplicado seu amor.
Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade, dividir o amor: é o mais lindo programa de vida que podemos abraçar.
O ser humano é comunicativo por natureza. Não aguenta viver sozinho. O individualismo é o caminho mais certo da infelicidade, para a solidão.
Somar alegrias, diminuir tristezas, multiplicar felicidade e dividir amor é a rota mais segura da Alegria de Viver. São estes os misteriosos caminhos da vida.

Amigos de verdade não sei se tenho, Acredito na amizade verdadeira, Mais no momento ela me falta!
Sinto saudade do que acontecia... Conversas paralelas, discussões repentinas, Gargalhadas gostosas, abraços apertados, Risos sem graça, choros desesperados...
Ah, meus amigos...
Dizíamos frases feitas, mais no fundo eram mais que verdade...
Um simples: ?EU TE AMO? se tornava uma grande declaração...
Em momentos de desespero era deles, só deles o meu tempo...
Não tínhamos medo da má interpretação dos outros.
Para nós o que importa é o que sentíamos uns pelos outros...
Saudades de todos os olhares perdidos, Porem encontrados por amigos de verdade.
Sei que com o tempo ficaremos perdidos entre si.
Quando nossos filhos perguntarem:
-Quem são essas pessoas? Com muita saudade, porém orgulho, responderei:
-São meus velhos amigos!
Com o tempo o contato será mais difícil Porém em pensamentos estaremos sempre perto!

PAI!
Hoje, lembrei dos momentos juntos, dos momentos ausentes...
Das conversas ao vento...
Sinto tua falta...
Da tua voz...
Do teu sorriso franco...
Da tua mão segurando a minha...
Onde estas pai?
Em que estrela ou dimensão te encontras...
Quero revê-lo, toca-lo...
Repousar em teu colo...
Voltar a dizer baixinho só para o senhor...
TE AMO MEU PAI...

Um menino com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?

O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.

A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?

O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!

Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.

Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai - respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! - Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?