À minha volta o mundo parece estar morrendo. As plantas murcham, as nuvens não desaparecem nunca, e toda a natureza parece soltar um terrível lamento ao mesmo tempo.
Mas o que penso enxergar e ouvir não é real, e é apenas fruto do meu olhar distorcido e dolorido de saudades suas, meu namorado!
Temo não conseguir suportar mais essa saudade, esta necessidade de ver você, de tocar e sentir você perto de mim... Temo ser eu quem lentamente morre de saudades!
Pedimos a um grupo de estudantes que escrevessem uma lista do que eles pensavam ser "As sete maravilhas do Mundo" dos nossos dias. Houve algumas diferenças mas seguem, os que tiveram o maior no de votos:
1 - As grandes pirâmides do Egito
2 - O Taj Mahal
3 - O Grande Canyon
4 - O Canal de Panamá
5 - O Empire State Building
6 - A Basílica St-Pierre
7 - A Grande Muralha da China
Enquanto se contavam os votos, a professora nota que um estudante ainda não tinha entregue o seu papel.
Então ela pergunta ao jovem se estava tendo dificuldade em fazer a sua lista. Ele respondeu, Sim, um pouco. É difícil de escolher porque existem tantas!
A professora diz-lhe: - Diz o que você já escreveu, talvez eu possa ajudar.
O jovem hesitou mas depois disse: - Eu penso que as Sete Maravilhas do Mundo são:
1. Ver
2. Ouvir
3. Tocar
4. Provar
5. Sentir
6. Rir
7. e Amar
Toda a turma ficou em silêncio absoluto. Estas coisas são de tal maneira simples e corriqueiras que nos esquecemos até que ponto são maravilhosas!
Lembra-te:
"As coisas mais preciosas não se podem comprar ou serem feitas pelo homem."
DE REPENTE CONHEÇO VOCÊ
ESCONDIDA NESTA MULTIDÃO
MEU AMOR QUE ERA POBRE ATÉ ONTEM
HOJE É RICO, É AMOR, É EMOÇÃO
QUANDO DIGO QUE ÉS MINHA VIDA
É PORQUE SEM VOCÊ NÃO SOU NADA
AQUI DENTRO SECOU A FERIDA
MINHA DOR JÁ SÃO ÁGUAS PASSADAS
QUANDO VOCÊ ME TEM
EU SAIO DESTE MUNDO
E VOU MAIS ALÉM
ONDE TUDO É MAIS PURO
E O AMOR MAIS PROFUNDO
SOU FELIZ COMO NINGUÉM
SE É SONHO EU SÓ QUERO SONHAR
NÃO ME ILUDA POIS EU POSSO ACORDAR
TÁ REAL AQUI DENTRO DO PEITO
A TRISTEZA É SE TUDO ACABAR
COM VOCÊ AO MEU LADO EU VOU FUNDO
ME ENTREGANDO LHE DANDO PRAZER
DESCOBRINDO ESTE AMOR DE OUTRO MUNDO
QUE ME ENVOLVE E QUE ME FAZ VIVER
QUANDO VOCÊ ME TEM
EU SAIO DESTE MUNDO
E VOU MAIS ALÉM
ONDE TUDO É MAIS PURO
E O AMOR MAIS PROFUNDO
SOU FELIZ COMO NINGUÉM
O homem a quem o arrependimento, após o pecado, impõe grandes exigências morais, expõe-se à acusação de ter tornado a sua tarefa demasiado fácil. Não praticou o que é essencial na moral, a renúncia; com efeito, o comportamento moral ao longo da vida é exigido em função dos interesses práticos da humanidade. O homem citado recorda-nos os bárbaros das grandes ondas migradoras, que matavam e depois faziam penitência, e para os quais fazer penitência acabou por se tornar uma técnica facilitadora do assassínio.
Sigmund Freud
Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.