Hoje eu gostaria de receber de ti a mais singela das carícias. Queria abrigar-me no teu colo, nos teus braços e relaxar enquanto te diria apenas palavras boas, agradáveis e amorosas. Como, por exemplo, "amo-te".
Tu iluminas a minha vida e eu sou muito grata por isso. E é por esta razão que eu me sinto mais apaixonada por ti a cada dia. E é por isso, também, que me dedico profundamente a cultivar este amor sem fim.
Jamais pouparei esforços para fazer-te feliz. Jamais me furtarei a fazer-te curativos, sejam eles necessários no corpo ou na alma, pois tu alentas-me e acalantas-me e também me dás conforto físico e espiritual.
Sem ti, a vida seria muito sem graça. Tu consegues trazer alegria e humor ao mundinho que habita no meu coração e orbitas em torno dele. Nunca fujas de mim! Pois eu amo-te demais. Quero que tenhas horas felizes, mas vem ver-me depressa.
A felicidade não é um presente divino, mas sim uma conquista diária, que tem solidez quando realizada sobre pilares resistentes. É como uma casa que primeiro você deseja (um sonho), depois projeta (um plano) e, finalmente, constrói (uma ação).
Quando alguém pensa que ganhou a felicidade de presente, logo vem um pesadelo. Como naquele homem que encontra uma mulher adorável e imagina que ela vai resolver todos os seus problemas, e mais tarde percebe que precisa evoluir muito para merecer estar com essa pessoa especial. Como o indivíduo que se forma em Direito e pensa que agora está tudo resolvido, mas depois descobre que o título é somente o início de uma série de processos a ser enfrentada. Ou aquela pessoa que monta sua própria empresa, um sonho há muito acalentado, e percebe em seguida que existe um mundo de atividades novas que ela vai ter de desempenhar.
As pessoas verdadeiramente felizes construíram suas vidas sobre bases sólidas. Feita de um mesmo concreto. É preciso observá-las e aprender com elas. Ao final, podemos notar que os fundamentos de suas conquistas são: competência, reciprocidade, ação e sentido.
Roberto Shinyashiki
Repicam sinos, com fervor, nos campanários, alvoroçados com notícia que os seduz.
Gritam aos povos e aos recantos solitários:
Nasceu Jesus! Nasceu Jesus! Nasceu Jesus!
A boa nova vem dos magos legendários, aqui trazidos pela estrela que conduz: bichos, pastores, anjos, todos solidários, reverenciam o pequenino rei da luz!
Menino Deus que se fez homem por bondade, doou-se a nós, livrando-nos de todo o mal, e ensinou-nos que a maior felicidade é ser fraterno, amando a todos por igual.
Enquanto houver alguém que viva essa verdade, ao relembrar o nascimento divinal, a voz dos sinos se ouvirá na eternidade:
Feliz Natal! Feliz Natal! Feliz Natal!
Patricia Neme
Aceite as decepções como ensinamentos que Deus nos proporciona para crescermos e aprendermos a viver.
Queremos neste Natal, poder armar uma árvore dentro de nossos corações e nela colocarmos, no lugar de presentes, os nomes de nossos amigos.
Os que vivem longe e os que vivem perto;
os antigos e os mais recentes;
os que vemos todos os dias e os que raramente vemos;
os que sempre recordamos e os que às vezes esquecemos;
os das horas difíceis e os das horas alegres;
os que sem querer ferimos e os que sem querer nos feriram;
aqueles que conhecemos profundamente e aqueles que conhecemos superficialmente;
os que nos recordaram e os que recordamos, nossos amigos humildes e nossos amigos importantes, aqueles que nos ensinaram e os que deixaram-se ensinar por nós, uma árvore de raízes muito profundas para que os seus nomes nunca sejam arrancados de nossos corações.
Uma árvore de folhas muito largas para que os nomes vindos de todas as partes,
venham a se juntar aos existentes. Uma árvore de sombra muito agradável para que nossa amizade seja um momento de repouso na luta pela vida.
Que o espírito de Natal faça de cada lágrima um sorriso, da amargura a sabedoria e de cada coração uma casa aberta para receber a todos.
Christina Tourinho