Impressionante quantas pessoas passam na nossa vida e nos fazem felizes e assim foi você passou me trouxe felicidade e foi embora deixando apenas saudade de seus olhos que brilhava a me olhar.
Você passou na minha vida deixou muito de você me fez feliz passamos momentos de amor e alegria e esse amor ficara guardado para sempre na minha memória pois você se foi mas seu amor continua aqui.
O casamento é a união de duas pessoas imperfeitas que se amam e, por isso, tanto a esposa como o marido irão magoar e ser magoados com palavras e ações irrefletidas do seu parceiro. Não adianta insistirmos que quem ama não machuca. Quem ama machuca sim, porque todos falhamos. A diferença é que quem ama procura solucionar o seu erro e cuidar da pessoa a quem fez sofrer.
O perdão e o arrependimento surgem então como essenciais em qualquer relacionamento. Durante anos e anos de convívio, algumas vezes iremos estar no papel do arrependido e em outras ocasiões na posição do perdoador. Partir para um casamento sem essas duas atitudes tão nobres, traria sérios riscos de correr mal. Seria como sair com pouca roupa para um lugar onde está bastante frio, com a diferença de que, neste caso, a consequência seria uma constipação, mas no que se refere ao matrimónio, o resultado poderia ser uma triste separação.
O trabalho está terminando – é sexta-feira, amiga! Hoje é a última etapa da dura realidade de acordar cedo, de cumprir horários, de respeitar tarefas e ordens de superiores. Basta! Finalmente a semana de esforço está chegando ao final.
É hora de procurar aí em seu coração as cores da alegria e da festividade, porque não faltam motivos para celebrar, para descansar, para sorrir sem parar! Boa sexta-feira!
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic! – Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz. Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu: – Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu: – Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo: onde compraria a paz? O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
– Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não aguento mais de fome. Pode me dar algo para comer? – O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? – pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema. – Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente. – Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
– Mas se eu tirar o coração, como posso viver? – pergunta o garoto, confuso. – Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos! Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa. – É verdade? – pergunta Washington – puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
Na caminhada da vida, aprendi que nem sempre temos o que queremos.
Porque nem sempre o que queremos nos faz bem.
Foi preciso as dores, para que eu aprendesse com as lágrimas.
Foi necessário o riso, para que eu não me enclausurasse com o tempo.
Foi preciso as pedras, pra que eu construísse meu caminho.
Foram fundamentais as flores, para que eu me alegrasse na caminhada.
Foi imprescindível a fé, para que eu, não perdesse a esperança.
Foi preciso perder, para que ganhasse de verdade.
Foi no silencio que fui ouvido com clareza.
Pois sem provas não tem aprovação.
E a vitória sem conquista é ilusão.
E a maior virtude dos fortes é o PERDÃO.