Se amar fosse fácil, não haveria tanta gente amando mal, nem tanta gente mal amada. Se amar fosse fácil, não haveria tanta fome, nem tantas guerras, nem gente sem sobrenome. Se amar fosse fácil, não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém, nem haveria orfanatos, porque as famílias serenas adotariam mais filhos, não haveria filhos mal concebidos, nem esposas mal amadas.
Se amar fosse fácil, não haveria assaltantes e as mulheres gestantes não tirariam seu feto, nem haveria assassinos, nem preços exorbitantes nem os que ganham demais, nem os que ganham de menos. Se amar fosse fácil, nem soldados haveria, pois ninguém agrediria, no máximo, ajudariam no combate ao cão feroz.
Mas, o amor é sentimento que depende de um "eu quero", seguido de um "eu espero" e a vontade é rebelde, o homem, Um egoísta que maximiza seu "eu". Por isso, o amor é difícil. Mas, não se ama por ser fácil, Ama-se porque é preciso!
Um exemplo do que é estar no lugar errado na hora errada. Prestem atenção nesta história doida: "As autoridades de combate a incêndios da Califórnia encontraram um cadáver em uma seção de floresta queimada, enquanto avaliavam os estragos de um grande incêndio florestal.
O falecido estava vestido com um traje completo de mergulho, mais cilindro de oxigênio, pés de pato e máscara. A autópsia revelou que a causa da morte não foram as queimaduras, mas sim maciças lesões internas.
O registro dental permitiu a identificação do corpo. A partir daí, iniciaram-se investigações para determinar como um mergulhador com traje completo de mergulho foi parar no meio de um incêndio florestal.
Finalmente descobriram que, no dia do incêndio, a vítima tinha ido para uma viagem de mergulho em alto mar, aproximadamente a 20 milhas de distância de voo, da floresta.
Os bombeiros, procurando controlar o fogo o mais rápido possível, embarcaram em uma frota de helicópteros equipados com baldes enormes. Os baldes eram baixados no oceano para enchimento rápido e, em seguida, eram carregados suspensos até a floresta, onde a água era despejada."
Dá para imaginar um negócio desses? Num segundo, nosso mergulhador estava, como flipper, mergulhando no pacífico, e no outro, estava preso dentro de um balde de incêndio, balançando e chacoalhando a mil pés de altitude, até ser jogado com a água na floresta em chamas.
E você ainda acha que o seu dia está sendo ruim?
São muitos os problemas, várias as tentativas, mas nada parece dar certo. A vida por vezes não dá o retorno do nosso grande esforço e tudo que sentimos é cansaço e vontade de desistir.
Eu tenho acompanhado sua luta, e você não merecia estar enfrentando essas adversidades. Admiro muito sua coragem e a força que tem demonstrado para se manter de pé. Nunca duvide que é possível que as coisas mudem. Tenha fé, você vai conseguir dar a volta à sua situação.
Eu recebi a tua cartinha, na qual dizes que és uma criança comportada que respeitas sempre as ordens dos teus pais. Afirmas ainda que és comportado e obediente, e que aprendeste os ensinamentos e conselhos deles, sendo muito bem educada.
Sei que estás à espera de receber presentes, e recebi a tua listinha. Eu tenho planos para agradar- te na noite de Natal. Vou fazer o possível para atender aos teus pedidos, já que tu és um amiguinho muito querido.
O teu primeiro pedido, que é de saúde e longa vida para os teus pais, considera atendido. O brinquedo que queres ganhar, já está no meu depósito, e no dia de NATAL tu hás de recebê-lo.
Se todas as crianças forem como tu, e tiverem a sorte que tu tens, com uns pais tão dedicados, o mundo terá um futuro espetacular, por isso estou eu aqui para colaborar.
HOU, HOU, HOU, com todo carinho,
Um abraço do Pai Natal!
Quando pequeno, papai lutava com alguma dificuldade para manter a família, pois éramos cinco filhos, todos pequenos.
Como estávamos sempre a desejar um carrinho, como os filhos dos vizinhos tinham, ele, economizando um pouco, comprou-nos um esclarecendo que pertenceria a todos.
Ficamos muito contentes mas, em breve, estávamos brigando, cada qual julgando ter primazia para usar o brinquedo.
Não podendo adquirir um carrinho para cada filho, certo dia, depois de uma das nossas muitas discussões, ele chamou-nos para conversar. – Vocês estão se desentendendo por causa do carrinho e isso não é bom. Mas há um meio de resolver o problema. Durante uma semana o carrinho vai pertencer apenas a um de vocês. Os demais se ocuparão dos trabalhos da casa, auxiliando sua mãe. Aquele que estiver com o carrinho poderá empregar o tempo do modo que quiser...
O plano não nos pareceu mau e, quando fizemos o sorteio para saber quem ficaria com o brinquedo em primeiro lugar, fui o contemplado. Fiquei muito satisfeito, mas nos dias que se seguiram percebi que brincar sem os companheiros era terrivelmente monótono. Trabalhando juntos, os meus irmãos pareciam mais contentes e felizes do que eu.
Confessei-lhes o que estava sentindo e decidimos conversar outra vez com papai. – E vocês, sentem-se satisfeitos trabalhando sem o Juca?
Meus irmãos responderam que não. Além do trabalho ter-se tornado mais árduo, eles sentiam falta da minha companhia.
– Então, disse meu pai depois de pensar um pouco, por que vocês não resolvem o caso da seguinte maneira: antes vocês realizam, juntos, as tarefas da casa. Com o tempo que restar, pois o trabalho ficará reduzido, poderão brincar à vontade com o carrinho. Que tal a ideia?
Achamos que a solução era ótima. Começamos a trabalhar juntos, auxiliando-nos uns aos outros e, depois de tudo terminado, corríamos para o carrinho, usando-o para brincadeiras em grupo. Acabaram-se as brigas e até hoje eu e meus irmãos mantemos vivo esse espírito de cooperação e camaradagem.