Hoje ela chegou na hora errada... Veio a galope numa ousadia sem fim... Por entre as bordas de minha memória... Escondia-se e também me confundia...
Oh senhora porque insiste... Assim comigo tão teimosa... Deixe-me só por hoje... Preciso agora respirar... E viajar na ilusão onde partiste...
Por hora agora confesso... Já não posso viver sem ti... Porque em você eu sei... Do tanto de amor que já vivi... Já perdi e já chorei...
E assim eu sei que só quem ama... Deixa a porta aberta... Pra você em hora errada visitar...
Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria de pessoas estavam pouco dispostas a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que variam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações.
Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro. – Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro. – Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Respondeu o pequeno homem.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem.
Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou, – Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!
O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente, – Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois.
Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer, então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.
O que eu quero dizer com esta história, é que quando se está preparado – espiritualmente, mentalmente e fisicamente – você não tem nada a temer.
Eu lhe pergunto: você pode dormir enquanto os vento sopram em sua vida?
O gari representa faxineiros e serventes...
Em seu lugar, as máquinas não têm a eficiência.
Se não feita pelo gari, a limpeza parece ausente.
O trabalho simples, requer ordem e paciência.
Repare no gari: – Parece um ser "imantado".
Apesar do mérito de seu serviço, é mal remunerado.
Sendo irrisório o seu ganho, sobrevive mal alimentado.
Mas com todas as dificuldades, o gari é educado...
É uma educação vinda de berço e da sua criação.
Com pouco estudo, o gari se sujeita à humilhação!
No Brasil, o salário mínimo é sinônimo de fome. Que não sustenta a família e nem a um só homem!
Mais que um mero político, o gari merece respeito. Para ele, ser honesto e trabalhar correto é normal.
Numa sociedade, os que assim procedem são aceitos.
Pena não haver ganho digno ao trabalhador braçal. E, com todos os problemas, o gari leva à alegria geral!
Às vezes à noite me assusta, Pois estou só e sinto sua falta...
Procuro e não o encontro, Chamo-o e não responde
E na imensidão dos meus pensamentos
Só procuro encontrar você
Porque sei que neles, estarás a me esperar.
O frio aquece minhas lembranças
E me transporta para bem distante
Onde agora, gostaria de estar...
Lado a lado, corpo colado
E todos os meus desejos e saudades
Junto a você saciar. É triste ficar sem você...
Ficar sem seu carinho
E não ter seus braços, Para me enroscar.
A noite se torna cada vez mais sombria.
Pois sem você, tudo fica vazio
E nem sua voz, sussurrando baixinho,
Te quero, te desejo, posso ouvir.
Também não tenho suas mãos para me aquecer
Estas mesmas mãos que me acariciam
Para que eu possa adormecer...
Onde está você, Nesta noite fria e solitária...
Onde busco o seu aconchego
E não o sinto...
Só me restando este triste vazio?
Será que esta mesma noite
Que a mim acompanha
Também não deixa em você
Esta saudade. E esta vontade tamanha?
Vou fechar meus olhos...
E tentar deixar o sono se aproximar
Pois na magia dos meus sonhos
Sei que todos os meus e os seus desejos
Vamos juntos, realizar.
E amanhã, quando o sol pela janela entrar
Toda esta tristeza já terá ido embora
Pois ao acordar terei a certeza
Que vivi mais uma linda noite de amor...
Onde pude com você encontrar.
E longe de tudo e de todos
Nos entregamos, nos amamos, e
Onde mais uma vez, unidos pelo amor
E pela força do pensamento
Nos tornamos apenas um só.
Boa Noite Meu Amor...
Já estou indo te encontrar!
Meu presente de Natal é tão belo e diferente, que jamais se encontrará em lojas que vendem presentes.
Ele é fácil de fazer e não precisa dinheiro, é uma árvore de Natal com presentes verdadeiros.
Na ponteira tem uma estrela que brilha mais do que ouro, é a estrela da amizade presente maior que tesouro.
Minha árvore é toda enfeitada com os mais belos sentimentos, que transformam nossas vidas nos mais puros e belos momentos.
Festões dourados de amor que com o carinho e a bondade misturados, dão um toque de suavidade aos nossos sonhos e anseios, de paz para a humanidade!