Cansei de viver
Cansei de sofrer
Cansei de te olhar
Cansei de te amar
Cansei de lutar
Cansei de esperar
Cansei de te escutar
Cansei de aguentar
Cansei de lembrar
Cansei de te agradar
Cansei de ser eu mesmo
Cansei de brigar
Cansei de chorar
Cansei de viver
Cansei, e agora preciso de descanso,
um descanso eterno
Você tem de se esforçar mais! Eu sei que por vezes é difícil levantar a cabeça. É duro sair da zona de conforto, mas é também urgente. Não interessa se a dor é grande, querida amiga!
O que realmente importa é a grandeza do seu coração, do seu empenho para dar a volta por cima; para sair dessa. Você precisa se ajudar, porque já sinto saudade do seu sorriso. Volte a ser feliz, por favor!
Se você quiser carinho
Venha logo de mansinho
Me fale bem baixinho
Que só quer me amar
Que o amor vai rolar
Sei que vai gostar
E eu...
Vou me apaixonar.
Não depender senão de si mesmo é, em nossa opinião, um grande bem, mas isso não significa que devamos sempre nos contentar com pouco. Simplesmente, quando nos falte a abundância, devemos poder nos contentar com pouco, persuadidos de que gozam melhor a riqueza os que têm menor número de cuidados, e de que tudo quanto seja natural se obtém facilmente, enquanto o que não o é só se consegue a custo. As iguarias mais simples proporcionam tanto prazer quanto a mesa mais ricamente servida, sempre que esteja ausente o sofrimento causado pela necessidade, e o pão e a água ocasionam o mais vivo prazer quando são saboreados após longa privação.
O hábito de uma vida simples e modesta é uma boa maneira de cuidar da saúde e, ademais, torna o homem corajoso para suportar as tarefas que deve necessariamente cumprir na vida. Permite-lhe ainda apreciar melhor uma vida opulenta, quando se lhe enseje, e fortalece-o contra os reveses da fortuna. Por conseguinte, quando dizemos que o prazer é o soberano bem, não falamos dos prazeres dos devassos, nem dos gozos sensuais, como o pretendem alguns ignorantes que nos combatem e nos desfiguram o pensamento. Falamos da ausência de sofrimento físico e da ausência de perturbação moral. Pois não são nem as bebedeiras, nem os repetidos banquetes, nem o gozo resultante da frequentação de adolescentes e de mulheres, nem o prazer que causam os peixes e as carnes abundantes nas mesas suntuosas, que proporcionam uma vida feliz, e sim os hábitos razoáveis e sóbrios, a razão investigando sem cessar as causas legítimas da preferência e da aversão, e rejeitando as opiniões susceptíveis de trazerem a alma em maior confusão.
Epícuro
Meu coração ainda te ama. Minha cabeça não! Mas é meu meu coração que fala mais alto, aliás, ele grita! É impossível não o escutar, não acreditar nos seus sons.
Eu ainda amo você, e amo de uma forma que transforma qualquer dor em alegria e qualquer felicidade em tristeza se você não me quiser mais. Preciso ser feliz, meu bem! E só o conseguirei se estivermos juntos, se tiver a chance de cuidar de você! Por favor!