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Eu sem você sou pedaço metade, tô sempre a caminho e não chego
Estou me envolvendo, tô apaixonado, feliz e morrendo de medo
Mas... casa comigo, casa comigo
Casa comigo, meu amor
Você quando fala parece criança e alcança de vez minha alma
Me trata de um jeito que eu viro criança e alcanço também sua alma
Casa comigo, casa comigo
Casa comigo, por favor
Deixa que eu cuido de tudo, que eu viro a tua vida de pernas pro ar
Te arrasto daqui pra Paris ou pra uma cabana na beira do mar
Casa comigo, casa comigo

Uma sorveteria famosa sempre lotada nos dias de calor. Sorvete delicioso. Sabores variados. Clientela bem atendida. Homens, mulheres, crianças, todos fazem fila e aguardam pacientemente a sua vez. Tudo por um sorvete gostoso. Refrescante.
A menina sozinha, com o dinheiro na mão, também entrou na fila. Esperou, sem reclamar, mesmo quando uns garotos passaram à sua frente, sem cerimônia e sem polidez.
Quando chegou ao caixa, antes que pudesse falar qualquer coisa, o funcionário lhe ordenou que saísse e lesse o cartaz na porta. Ela baixou a cabeça, engoliu em seco e saiu. E leu o cartaz, bem grande, na porta de entrada: proibido entrar descalço!
Olhou para os seus pés descalços e sentiu as lágrimas chegarem aos olhos. O gosto do sorvete não comprado se diluindo na boca.
Ia se retirando, cabisbaixa, quando uma mão forte a tocou no ombro. Era um homem alto, grande. Para a menininha, ele parecia um gigante. Foi com ela até o meio-fio, sentou-se e tirou os seus sapatos número 44 e os colocou em frente a ela. Depois, a suspendeu e enfiou os pés dela nos seus sapatos. – Eu fico aqui, esperando. – disse ele. – Vá buscar o seu sorvete! Não tenho pressa.
Ela foi deslizando os pés, arrastando os sapatos, até o caixa. Comprou sua ficha e saiu, vitoriosa, com seu sorvete na mão.
Quando foi devolver os sapatos para aquele homem, de pés grandes, barriga grande, ela se deu conta de que se ele tinha pés enormes, muito maior ainda era o seu coração.
Amar ao próximo é fazer a alegria de alguém, por mais insignificante que ela possa parecer. É ter olhos de ver a necessidade embutida nos olhos tristes. É ter ouvidos de ouvir os soluços afogados na garganta e os pedidos jamais expressos.
Amar ao próximo é simplesmente ter a capacidade de olhar um pouco além de si mesmo.

Sustentabilidade é quando podemos ver; sentir; tocar numa flor, numa árvore, comer uma fruta, sentir o perfume das manhãs, respirar ar puro, tomar a água límpida de um riacho e deixar tudo lindo para que nossos filhos e netos possam sentir, comer, tocar, ver, beber e respirar o mesmo ar puro que um dia tivemos para nós.

Você não imagina como consegue iluminar minha vida. Durante todos os anos da minha existência, eu recebi vários presentes e tive também muitas alegrias, mas nada se compara ao que eu senti quando o aconcheguei pela primeira vez nos meus braços.

Não sei quantos anos eu vou mais viver, mas durante o tempo que continuar por perto, cuidarei de você o melhor que sei.

Mãe Natureza criadora de infinitos seres e devoradora implacável de tantas vidas.
Conheço as tuas trilhas e os teus inúmeros disfarces e sei que, por toda parte, lanças as tuas diferentes armadilhas de sedução e morte.
Por que abates os teus filhos? Será que é para que tu possas de novo renascer?

Nelson Barh