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Busque sempre uma opinião sincera em relação às coisas que você faz. Quando você vê suas forças e fraquezas através dos olhos de outra pessoa, você tem um caminho definido para o aperfeiçoamento. E o contínuo aperfeiçoamento levará ao sucesso.
Todas as pessoas que se encontram agora no topo, começaram de baixo. Toda empresa grande e bem sucedida foi, no passado, um simples projeto. Todos eles começaram de baixo e subiram ao topo através de contínuo aperfeiçoamento.
O sucesso depende do valor que agregamos às pessoas. Por isso é crucial sabermos exatamente como as pessoas percebem o valor que você agrega.
Todos os dias, você tem a oportunidade de fazer pequenas melhorias no seu trabalho. Uma opinião sincera e bem intencionada, vinda de pessoas que são diretamente tocadas pelo seu trabalho, lhe mostrará como fazer isso. É um recurso valioso que pode colocá-lo à frente.

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem do bate papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha. Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca repleta de comida.

Mas alguém chamava por seu nome do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:
- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu ? Como você conseguiu dinheiro para ir a Paris e comprar esta Ferrari ?
E a cigarra respondeu:
- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?
- Desejo sim. Se você encontrar o La Fontaine (autor da fábula original) por lá, manda ele ir se catar!

Moral da História:
"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão."

No futuro, se quisermos uma humanidade mais feliz, um mundo mais feliz, deveremos cortar o problema pela raiz. É claro que os poderes econômicos e políticos também são causas. Mas as causas principais estão na mente humana. Cada ação do homem, verbal ou física, até mesmo as pequenas ações, tem alguma motivação. No final das contas, tudo depende de um motivo. A motivação apropriada ou seu desenvolvimento apropriado é um fator importante.

Desta forma, se a inteligência vier acompanhado de afeto e compaixão – o que chamo de sentimento humano – será muito útil. O sistema educacional moderno dá muita atenção ao conhecimento e ao cérebro, mas não presta atenção no desenvolvimento espiritual. Isso é deixado para as organizações religiosas e para as outras pessoas. Não considero isso suficiente. Embora todas as religiões do mundo tenham potencial para dar uma grande contribuição ao desenvolvimento da bondade, nem isso é suficiente. Além disso, muitas pessoas consideram a religião algo ultrapassado ou fora de moda, e os próprios religiosos às vezes são um pouco ortodoxos demais. Eles ficam isolados do mundo real e dos problemas do dia-a-dia. Às vezes, muitas tradições religiosas, incluindo as tibetanas, dão muita ênfase ao ritual ou à cerimônia, sem entender bem seu significado. Por isso, a contribuição e a influência religiosa também são limitadas. Não basta deixar as comunidades religiosas lidarem com as questões morais. Os problemas em geral são grandes demais, e o grupo de pessoas que deve lidar com eles, pequeno ou fraco demais.

Dalai Lama

Se não estivesse fora de moda... Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa, de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia, conhece bem.
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas... Mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas doá-las, no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda... Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo... e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos... E sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em Amizade.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos e a dedicação de compreender para depois gostar.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em Família.
Sim! Família!!! Pai, mãe, irmãos, irmãs, filhos, lar... O bem maior de ter uma comunidade unida pelos laços sanguíneos e protegidas pelas bênçãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias.
Família... O ser humano cumprindo sua missão mais sublime de sequenciar a obra do criador.
E depois... Eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a Felicidade.
Mas é pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já está fora de moda.
Sabe de uma coisa... Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você? Também está fora de moda como eu? Espero que sim!

Recentemente fui servido por um garçom mal-educado. Sua linguagem corporal dizia mais ou menos o seguinte: quem mandou você vir a este restaurante?.
Ele demorou 20 minutos para me trazer um cappuccino e, quando chegou, metade estava no pires. Conversando, eu lhe perguntei sobre seu trabalho e seu patrão. Aí ele disse: É claro que não quero trabalhar para esse cretino o resto da vida.
Infelizmente o nosso garçom esqueceu um aspecto importantíssimo da vida no local de trabalho: a gente não trabalha para o patrão. trabalha para si mesmo.
Nenhum empregador é perfeito, e pode ser que seus colegas sejam preguiçosos. Mas quando você se candidata a um emprego, o seu dever é dar o melhor de si e não prejudicar o cara que assina os cheques no fim do mês.
Quando você só dá 50 por cento do seu esforço, acaba sofrendo muito mais do que o patrão. Este, quando muito, sai perdendo algum dinheiro. Você perde o entusiasmo e a auto-estima, além de um bom pedaço da vida.
Algumas pessoas acreditam que há coisas boas e coisas ruins para fazer na vida. Não é assim. Uma pessoa interessante pode tornar interessante um trabalho tedioso... Gostar do trabalho é uma escolha. Há pessoas que são capazes de transformar as piores atividades num prazer! Elas simplesmente partem do princípio de que o trabalho deve ser interessante, e pronto!
Em poucas palavras: você dá o melhor de si não porque precisa impressionar as pessoas. Dá o melhor porque é a única maneira de gostar do trabalho.