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Nos momentos de reflexão, muito bom voltar meu pensamento para aquelas mulheres que comigo compartilharam esperança, carinho, amizade, alegria e tristeza. Cada uma delas deixou sua marca, algumas deixaram marcas profundas que o tempo não fará desaparecer. Outras, marcas suaves, leves como a carícia de um vento de outono.

Relembrá-las é uma forma de me conhecer melhor, é analisar meus erros e meus acerto, é descobrir que muitas a mim se dedicaram, se entregaram de corpo e alma e eu não soube compreendê-las e as decepcionei no meu modo de agir ou de ser.

Não há arrependimento de minha parte, mas sim uma autocrítica, pois eu poderia ter encontrado melhor caminho na minha vida, se tivesse correspondido aos anseios daquela que mais se identificava comigo, com quem, hoje eu vejo, mais me realizava em todos os sentidos, mas na época minha percepção era muito pequena para retribuir-lhe da mesma forma.

Essa mulher a reencontro novamente hoje, realizada, senhora de si e bem resolvida. Sei que ela não esqueceu nosso passado, mas sei também que ela é o suficientemente forte para não se deixar levar pela emoção, embora sinta essa emoção do reencontro

E a vida segue, cada um com seu destino, embora este resultado não seja de tal modo com aquilo que foi realmente o desejado, fica uma grande amizade e as lembranças dos bons momentos vividos.

O meu cabelo é bom é assim, e se você não gosta, por favor, fique longe de mim. Não vou alisar, não vou trançar, não vou prender. Se você não gosta do meu cabelo porque diz que é cabelo pixaim de preto, eu é que não gosto de você. Esquece essa de escovinha e chapa, solta os seus cachos, mostra o seu poder.

A minha pele é negra, bela como a noite que nunca vai ter fim. Quem disse que quando a coisa está preta é porque está ruim? Você nunca ouviu falar de cegueira branca, quando a luz está muito forte e nem com sorte você pode enxergar?

Não transforme o seu preconceito em piada, porque não tem graça, e se alguém rir pode ter certeza que você não tem motivo para se orgulhar. Não tem riso frouxo que disfarce o racismo e a ignorância do seu blá blá blá.

Sim, eu sou negro, com muito orgulho e com muito amor. Eu sou brasileiro, e levanto a taça de fazer parte de uma raça que mistura tudo quanto é cor. Mas não me orgulho de tanto preconceito que o irmão branco tem contra o irmão negro, se todos são filhos da mesma nação.

Tenho vergonha de tanta ignorância e da gente que acha que a cor da pele é que dá valor para o que a gente é. Abre a sua cabeça, porque a sua massa cinzenta já virou fumaça e a sua mente já está vazia. E não faz piada, porque preconceito, meu amigo, não tem graça!

Uma professora amiga não é fácil de se encontrar, mas eu tenho a sorte de ter uma todos os dias comigo. Quando as coisas não correm bem ela sempre me apoia e seu jeito carinhoso de falar me dá forças para nunca desistir.

A escola é um lugar maravilhoso para aprender se tivermos quem nos ensine com muito amor. Agradeço muito por todo o esforço e atenção que me dá a cada dia. Feliz Dia do Professor!

Você já reparou como é curioso um laço... Uma fita dando voltas? Se enrosca... Mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um laço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer lugar que se precise enfeitar E quando a gente puxa uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando devagarzinho, desmancha, desfaz se o laço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço. Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um pedaço de fita? Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. E quando alguém briga então se diz - romperam-se os laços. - E saem às duas partes, igual os pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor é isso... Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

Quem nós somos e seremos ou deixaremos de ser

Quando nós éramos crianças, queríamos ser adolescentes
Quando éramos adolescentes, queríamos ser adulto
Quando somos adultos, queremos ser o que deixávamos de ser
Por medo de perder não conseguíamos vencer
Depois de alguns anos, temos pouca ou muita idade
Vivendo momentos de mais e outros de menos felicidade
O tempo sempre nos ensina, que precisamos viver a própria vida

Todos seguem caminhos diferentes
Talvez se encontremos lá na frente
Não podemos deixar de sonhar
Ter esperança, quando quiser mudar
Ontem já se passou, e hoje ainda não sei quem sou
O amanhã só Deus sabe, qual será a nova arte
A missão dos artistas é representar a vida
Para que todos possam ser, ler, ver, ouvir e sentir

E pouco a pouco ir, desvendando os mistérios do tempo
Tempo, que suave como o vento, vai passando, várias fases
Começando um drama de outono, depois um romance de primavera
Seguindo para uma triste tragédia em noites frias de inferno
Até virar uma comédia musical em dias quentes de verão

Todos podem fazer parte de alguma arte, perceber o tempo, sentir o vento.
Que juntos vão nós levando, para onde quisermos ir e a vida permitir
A dramaturgia e as musicas, mostram histórias vivenciadas
Para tentarmos compreender, quem somos e seremos ou deixaremos de ser.