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Amor! Há uns anos atrás, estava orando a Deus para pedir alguém, então resolvi descrever para ver se assim ficaria mais fácil para que Deus me compreendesse.

"Senhor quero um amor verdadeiro, uma pessoa que me compreenda e que me aceite como sou, que me ajude a ser melhor a cada dia, que desperte em mim o que tenho de melhor. Que seja meu amigo. Que enxugue minhas lágrimas e compartilhe comigo os sofrimentos da vida. Que seja lindo. Inteligente. Carinhoso. Dedicado. E principalmente que me ame muito".

Então pensei, pensei e pedi perdão ao Senhor porque descrevi um anjo, não existe na terra uma pessoa assim.

O tempo passou e nada acontecia, orei novamente "Senhor onde está esse alguém"? Passados alguns meses já estava conformada de que não tinha como Deus me dar o que pedia, pois descrevi um ser superior, mas não desisti e continuei esperando.

Um belo dia, quando estava distraída, Deus me mandou o melhor e mais belo de seus anjos... Você! Te amo muitíssimo!

23 de dezembro, ante-véspera do natal.

Mas... e quando não for natal?

Será que algum vento desavisado ainda trará canções alegres, dessas que faz gente grande "meninas" e rir à toa?

Será que as crianças abandonadas serão lembradas por alguma alma que esqueceu que o natal passou, mas não passou a solidariedade?

Será que os velhos nos asilos ainda manterão as esperanças das visitas que não vieram, dos abraços que não receberam, dos risos que não riram?

E quando não for natal...

Será que as pessoas continuarão abertas para o perdão, generosas nos julgamentos e aliadas em campanhas de solidariedades?

Será que as casas serão iluminadas pelas luzes invisíveis do amor e as crianças manterão suas crenças no bom velhinho?

E quando não for natal...

Será que a estrela de Belém apagará o seu brilho e a humanidade não mais encontrará o caminho que leva a Jesus?

Será que a árvore e os enfeites natalinos voltarão ao maleiro e deixarão de viver por mais onze meses?
Então, quando não for natal...

Que a criança renasça todos os dias em todos os corações, e que seja livre para alcançar estrelas num salto...

Que o Deus menino continue a sorrir na lapinha dos nossos corações e a amizade seja elos de uma corrente que sentimento algum a faça romper...

Que a magia do natal seja eterna, para fazer de cada dia, um dia tão especial que nossos espíritos se encontrem, no amor, na vida e muito mais...

Feliz natal!

A noite é sempre a parte do dia mais vaidosa. É aí que sonhos surgem como estrelas cadentes. É aí que me lembro de nós dois! Temos sido bons amigos. Muita conversa, cumplicidade, abraço, carinho. Tem sido muito bom compartilhar meu tempo com uma amiga tão especial como você é!

Na verdade, tem sido tão positivo, tão bom que chega até a dar medo ao coração. É que ligações como a que temos sempre transformam amizade em algo ainda maior. Fique bem! Boa noite! Gosto muito, aliás, mais que muito, de você. Beijos por aí, princesa!

Na memória de quem ama não há lugar para o esquecimento, só para a saudade daqueles que durante a vida nos trouxeram tanta alegria. Sentirei sua falta.

Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !