Às vezes partimos em busca de nossos objetivos, mesmo sem termos certezas de qual será o melhor caminho para lá chegarmos. Com fé no coração não existem medos; apenas vontade de triunfar.
Acredite sempre, não importa as circunstâncias. É provável que as dificuldades acabem por surgir, mas se nunca duvidar sua determinação fará o resto.
Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
Hábitos são coisas que a gente faz repetidamente e nem percebemos.
eles funcionam no piloto automático. Alguns hábitos são bons, como fazer exercício regularmente; fazer planejamento... Mostrar respeito pelos outros...
Outros não fazem diferença, tipo: tomar banho de noite ou ler revista de trás para a frente.
Mas há os hábitos ruins!
Pensar negativo é um deles...
Sentir-se inferior e culpar os outros também!
Dependendo de quais forem, os hábitos podem tanto nos moldar quanto nos arruinar.
Nós nos tornamos o que fazemos repetidamente...
Mas, por sorte, você é mais forte do que seus hábitos. Assim sendo, é possível mudá-los.
Experimente, por exemplo, cruzar os braços sobre o peito. Agora cruze-os ao contrário. O que lhe parece? Bem esquisito, não? Mas se você cruzá-los sempre ao contrário durante 30 dias seguidos, não irá mais estranhar. Na verdade, nem terá de pensar a respeito disso. Terá adquirido o hábito.
Isso vale para tudo. A qualquer momento é possível se olhar no espelho e dizer: "ei, não gosto disso em mim", essa é a deixa para trocar um velho hábito ruim por um novo melhor. E mudar tudo!
Nem sempre é fácil, mas sempre é possível... E quando isso acontece você assume o controle de sua vida e caminha em direção à felicidade...
Quando nascemos o criador permite que brilhemos pela vida a fora que ampliemos os nossos horizontes e cuidemos do mundo que de graça ele nos dá.
Você é uma pessoa de brilho próprio. Permita cada vez mais que sua luz brilhe por entre seus amigos por onde quer que você vá. Seja feliz.
Você é uma pessoa grandiosa, portanto receba o mundo em suas mãos e faça dele o seu maior presente. Sua maior dádiva.
Faça desse dia um brilho constante e derrame bondade e esperança por onde quer que você ande. É por ele que você existe e convive com tanta gente que te ama e lhe deseja o melhor.
Que Deus lhe abençoe e faça de você uma pessoa cada vez mais amada. Afinal, você merece.
Tenha um Feliz Aniversário!
Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guardião levou-o por várias alamedas e foi mostrando-lhe as casas e moradias.
Passaram por uma linda casa com belos jardins. O homem perguntou: - Quem mora ai?
O anjo respondeu: - É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.
O homem ficou pensando: - Puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom!
Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita. - E aqui, quem mora? Perguntou o homem. O anjo respondeu: - Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira.
O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada deveria ser no mínimo um palácio. Estava ansioso por vê-la.
Nisso o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse: - Esta é a sua casa!
O homem ficou indignado. - Como é possível! Vocês sabem construir coisa muito melhor.
- Sabemos – respondeu o anjo – mas nós construímos apenas a casa. O material são vocês mesmos que selecionam e nos enviam lá de baixo. Você só enviou isso!
Cada gesto de amor e partilha é um tijolo com o qual construímos a eternidade. Tudo se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes de cada dia.