Quero um minuto seu! Só um! É pouquinho.
Um minuto serve para sorrir. Um minuto serve para ver o caminho, olhar a flor, sentir a grama molhada, notar a transparência da água.
Basta um minuto para avaliar a imensidão do infinito, mesmo sem poder entendê-lo!
Num minuto dá para ouvir o cantar dos pássaros que vão desaparecer no horizonte. Ouvir o silêncio, ou até começar uma canção.
Num minuto você diz o sim que modifica a sua vida.
Basta um minuto para você apertar a mão de alguém ou fazer um amigo.
Quanta vitória se conquista num simples minuto!
Num minuto você pode incentivar alguém ou desanimá-lo!
Basta um minuto de atenção para você fazer feliz um filho, um aluno, um professor, um semelhante.
Basta um minuto para você entender que a eternidade é feita de minutos.
Todos somos diferentes e por isso mesmo tão especiais. Cada um tem algo único que mais ninguém tem. Valorizar-se a si mesmo é o princípio básico segundo o qual todos deveríamos conduzir nossa vida.
Aprenda a conhecer-se, orgulhe-se do que você é, assuma-se como você é, e principalmente ame-se todos os dias da sua vida!
Falei-te dos meus sonhos, da minha fantasia,
dos pesadelos, dos sonhos e da minha dor.
Sorriste e me embalaste com este seu calor
repleto sempre de muito carinho e alegria.
Rimos juntos das verdades e das mentiras
que contamos em noites idas e horas vividas
neste virtual meio de comunicação.
Mas hoje, com fervor te ofereço meu coração.
Queres de amigo verdadeiro, ser meu novo amor?
Ofereço-te de mim, apenas a lealdade,
não te prometo paixão, pois carrego ainda esta dor e de ti só peço, compreensão e sinceridade
próprias eu sei, de teu grande coração.
Não te ofertarei agora, muitos versos ou poemas
pois, como te disse e repito agora, mágoas ainda arrefecem minha emoção de teimosa poeta, que busca sempre a ilusão de ser amada com muita, muita paixão.
Amigo, amigo, verdade.. Amigo é quase paixão.
De amigo pra namorado, basta um empurrão.
Queres ser meu namorado? Dê-me um sim
ou dê-me um não. Se não receber um sim agora,
partirei, para sempre irei embora,
pois na amizade basta um passo em falso
para na sadia convivência colocar fim.
Beijo-te agora, num beijo terno
e te digo até mais, até mais ver
se voltares, que voltes para um bem querer com muito amor e ternura para dar e receber.
Se não for assim, siga teu caminho, eu não quero ser um espinho a destruir tua alegria, ou o teu bom viver.
Do homem, forte em sua virilidade
aliado a delicada feminilidade,
brotam as nascentes do mundo.
Nele está a fonte da vida,
e por isso não será jamais abandonado
pelas forças que radiam no próprio Eu.
Regressa à ingenuidade da criança.
O homem penetrado de luz
prefere conservar-se no escuro,
quem se tornou a luz do mundo,
porque ele é auto-luzente.
Jamais o desertarão as potências da luz.
Sem fim é o borbulhar de sua força
quem encontrou a simplicidade do seu coração.
Se esta simplicidade de coração
se difundir entre os homens,
tornarão eles a compreender o Senhor.
O verdadeiro poder
nasce no coração.
O coração deve ser
eterna manjedoura
da fé, da bondade,
da fraternidade
e do Amor.
Assim poderá viver, em
cada aurora,
o Natal.
Para todos os seus
dias
Felizes Natais!
A renovação para novo
ciclo do
ano Vindouro
está na luz do seu
existir.
Eu me experimento inacabado. Da obra, o rascunho. Do gesto, o que não termina.
Sou como o rio em processo de vir a ser. A confluência de outras águas e o encontro com filhos de outras nascentes o tornam outro. O rio é a mistura de pequenos encontros. Eu sou feito de águas, muitas águas. Também recebo afluentes e com eles me transformo,
O que sai de mim cada vez que amo? O que em mim acontece quando me deparo com a dor que não é minha, mas que pela força do olhar que me fita vem morar em mim? Eu me transformo em outros? Eu vivo para saber. O que do outro recebo leva tempo para ser decifrado. O que sei é que a vida me afeta com seu poder de vivência. Empurra-me para reações inusitadas, tão cheias de sentidos ocultos. Cultivo em mim o acúmulo de muitos mundos.
Por vezes o cansaço me faz querer parar. Sensação de que já vivi mais do que meu coração suporta. Os encontros são muitos; as pessoas também. As chegadas e partidas se misturam e confundem o coração. É nesta hora em que me pego alimentando sonhos de cotidianos estreitos, previsíveis.
Mas quando me enxergo na perspectiva de selar o passaporte e cancelar as saídas, eis que me aproximo de uma tristeza infértil.
Melhor mesmo é continuar na esperança de confluências futuras. Viver para sorver os novos rios que virão.
Eu sou inacabado. Preciso continuar.
Se a mim for concedido o direito de pausas repositoras, então já anuncio que eu continuo na vida. A trama de minha criatividade depende deste contraste, deste inacabado que há em mim. Um dia sou multidão; no outro sou solidão. Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas.
Padre Fábio de Melo