A vida é tão maravilhosa, pena que só percebemos isso depois de muita luta e sacrifício. Não tem felicidade maior que enxergar que tudo que a vida nos dá está lá para construir o melhor do que está por vir.
As pessoas que atravessam o nosso caminho, todas elas, as boas e as más, também são peças importantíssimas nessa construção.
E tudo que nos acontece, cada momento, cada decepção, cada choro, lembre-se que estão somente de passagem, e que o destino final é aquilo tudo que sempre sonhou.
Nunca é tarde demais para mudar o que está mal na sua vida. Enquanto você puder sonhar, existirá sempre uma chance para alterar o rumo dos acontecimentos.
Se há algo que faz você infeliz, largue isso agora. Se existem obstáculos no seu caminho, siga noutra direção. O importante é não deixar morrer a esperança de que tudo pode ser diferente.
Uma semana abençoada para todos!
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mário Quintana
Levante-se, cada dia, com disposição de servir..., sem a preocupação de ser servido... e coopere sem a recompensa...
Não permita que a vaidade e o orgulho se enraízem no seu coração...
Esqueça a perversidade e entenda as suas melhores oportunidades de redenção, seja persistente...
Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.
Simples, rápido! E quanta força!
Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo. Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.
Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.
Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.
Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.
É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.
Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.
Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"
É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.
É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.
Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.
O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.
E fala alto.
É quando ninguém bate à nossa porta,
não há emails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem.
Martha Medeiros