Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto me, ás vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna. ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos Bom dia, quase que sussurrados.
A paixão queima, o amor enlouquece, e o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz de si.
Pros erros há perdão. pros fracassos, chance. pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!
A felicidade pode existir em cada momento e em cada situação. Se seu trabalho é maçante, é porque você escolheu enxergá-lo desse jeito. Se seu vizinho é desagradável, é porque você o considera assim.
Aceite as coisas como elas são.
Encontre o lado bom das coisas ao seu redor. Nada o fará feliz até que você decida ser feliz. Aceite as coisas como elas são e você terá o poder de torná-las o que você quiser.
Nada tem o poder de fazê-lo feliz, mas você tem o poder de extrair felicidade de qualquer coisa.
Luta e conflito, riso e alegria, lágrimas e sorrisos, são todos parte da mesma abundante e incrível sinfonia que é a vida. A riqueza de estarmos vivos nunca é condicional.
Ela não é feita apenas de diversão, mas você realmente gostaria que fosse assim?
Regozije-se com as voltas que sua vida dá, pois é disso que ela é feita.
Desejo que esta semana faça de você uma pessoa ainda mais feliz. Todos os dias temos oportunidade de encontrar novas motivações e também a possibilidade de descobrir novas razões para sentirmos alegria. Tudo depende da nossa atitude perante cada desafio.
Que no final destes sete dias que terá pela frente, você tenha um grande sorriso no rosto, a consciência de que deu o seu melhor e muitas bênçãos como resultado do seu esforço!
Um estudante universitário saiu um dia a dar um passeio com um professor, a quem os alunos consideravam seu amigo devido à sua bondade para os que seguiam as suas instruções.
Enquanto caminhavam, viram no seu caminho um par de sapatos velhos e calcularam que pertenciam a um homem que trabalhava no campo ao lado, e que estava prestes a terminar o seu dia de trabalho.
O aluno disse ao professor: vamos fazer-lhe uma brincadeira. Vamos esconder-lhe os sapatos e escondemo-nos atrás duma árvore para ver a sua cara quando não os encontrar.
Meu querido amigo, disse o professor, nunca devemos divertir-nos à custa dos pobres. Tu és rico e podes dar uma alegria a este homem. Põe uma moeda em cada sapato e depois escondemo-nos para ver a sua reação quando os encontrar.
Fez assim e esconderam-se.
O pobre homem terminou as suas tarefas daquele dia e foi buscar os sapatos, para voltar para casa.
Ao chegar junto dos sapatos deslizou o pé no sapato, mas sentiu algo dentro dele. Baixou-se para ver o que era e encontrou a moeda. Pasmado, perguntou-se o que havia acontecido. Viu a moeda e voltou-a e voltou a olhá-la.
Olhou à sua volta, para todos os lados, mas não viu nada nem ninguém. Guardou a moeda no bolso e foi calçar o outro sapato. A sua surpresa foi ainda maior quando encontrou outra moeda.
Os seus sentimentos esmagaram-no. Pôs-se de joelhos, levantou o olhos ao céu, e em voz alta fez um enorme agradecimento, falando da sua esposa doente e sem ajuda, e dos seus filhos que não tinham pão e devido a uma mão desconhecida já não morreriam de fome.
O estudante ficou profundamente emocionado e os seus olhos ficaram cheios de lágrimas.
Agora, disse o professor, não estás mais satisfeito com esta brincadeira?
O jovem respondeu: você hoje ensinou-me uma lição que nunca mais vou esquecer.
Agora entendo algo que antes não entendia: É melhor dar do que receber.
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação,
mandou as meninas passarem férias com um sábio
que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta
que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma borboleta azul
que usaria pra pegar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? – perguntou a irmã
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar
se ela está viva ou morta.
Se ele disser que está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.
E assim qualquer resposta que o sábio nos der está errada!
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul.
Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você. Ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não).
Nossa vida está em nossas mãos, assim como a borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.