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São os amigos que dão significado e cor à nossa vida, que curam nossas tristezas e aumentam nossas alegrias. Feliz Dia do Amigo!

Meu irmão, como sinto a sua falta e todos os dias, a toda a hora, procuro aquele pedaço de mim que você levou embora quando partiu para sempre.

Hoje é o dia de homenagear os irmãos e tudo o que eu queria era poder felicitar você. Abraçar e beijar você uma vez mais e dizer que o amo muito, que sempre o amei, mesmo quando brigávamos.

Hoje lhe presto homenagem com o silêncio, com estas lágrimas de dor e as saudades que nunca vão calar, passe o tempo que passar!

A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude. Há, em toda a parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.

A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega de maneira espontânea, gerando lamentáveis consequências, que se avolumam em desaires contínuos.

É inevitável a colheita da sementeira por aqueles que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.

Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.

Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui.

A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.

Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.

Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança. Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.

O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.

Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.

Joanna de Ângelis

Sempre que duas pessoas se perdoam mutuamente, é Natal.
Sempre que você mostra compreensão para com seus filhos, é Natal.
Sempre que você ajuda alguém, é Natal.
Sempre que alguém se decide a mudar e viver honestamente, é Natal
Sempre que nasce uma criança, é Natal.
Sempre que vocês se olham com os olhos do coração e com um sorriso nos lábios, é Natal.
Sempre que você experimenta dar à sua vida um novo sentido, é Natal.
Sempre que você não vê nos outros nada diferente de você mesmo, é Natal.
Sempre que você cumpre os preceitos de Deus, é Natal.
Pois nasceu o Amor.
Pois nasceu a Paz.
Pois nasceu a Justiça.
Pois nasceu a Esperança.
Pois nasceu a Alegria.
Pois nasceu a Equidade
Pois nasceu a Lei.
Pois nasceu Cristo, nosso senhor.

Perdoe-me a falta de romantismo
Mas, preciso dizer, minha preferência recai sobre amores reais.
Nada fantasiado me atrai.
Não preciso de lençóis de seda, cavalos brancos ou anéis de prata.
Embora ache belos muitos tipos de aliança
A única coisa que elas me lembram é que não preciso delas.

Perdoe-me a falta de jeito
(E que esta não se confunda com falta de amor)
Mas não sou dada a declarações fervorosas.
Demonstro afeto no cotidiano, nos pequenos gestos,
no estender a mão quando tu precisares.
Sou útil, mas nem sempre meiga. Assim me expresso.

Perdoe-me também a ausência de choramingos.
Se me fizeres chorar
Entenderei que é hora de nos afastarmos.
Não quero ninguém ao meu lado por insistência.
Amor de verdade, pra mim, é antes de tudo digno.

Perdoe, ainda, minha necessidade de ficar só.
Ela nasceu comigo, antes de tu existires como tal em minha vida,
e em nada ameaça o que sinto por ti.
É apenas eu sendo quem sou.
E mesmo na minha solidão, tu estás lá, sublime.
Não preciso de companhia urgente:
te recebo em minha vida porque gosto de ti. Simples assim.

E, por último, mas não menos importante
Perdoe-me por não te idealizar.
Apesar de meu silêncio, vejo teus defeitos com lupa, em detalhes,
e escolho ficar contigo pelo que és, não pelo que eu gostaria que tu fosses.
Não importa o que eu gostaria ou não:
embora eu não despreze os sonhos, o que sinto ecoa na realidade.
É dela que eu vivo.

Juliana Davi