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Eu ainda gosto de você! Gosto de você de um jeito que não dá para medir, para calcular. É um gostar profundo.

Quero muito voltar a ser sua namorada. Quero que você reconsidere todas as coisas que aconteceram. E, por favor, entenda que o sentimento verdadeiro é mais importante que todo orgulho. É que nossa história não termina aqui! Por favor, seja honesto com seu coração!

O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!

Se é difícil passar um dia longe de você, imagine como está sendo ruim sentir que está magoado comigo. Sim, eu sei que tem motivos para isso, pois não agi da melhor forma, mas preciso muito de você ao meu lado e que esqueça tudo que aconteceu.

Peço desculpa, e a melhor forma de mostrar meu arrependimento é sendo alguém melhor. É o que estou tentando fazer, meu amor, pois não quero que brigas como a que tivemos voltem a acontecer.

Na vida já consegui obter muitas vitórias e alcançar grandes metas sempre com Tua ajuda. Mas o que eu mais agradeço é a vida do meu filho, um tesouro que transformou tudo ao meu redor e me fez ser uma pessoa melhor.

Que Tu lhe preserves a vida por muito tempo, meu Deus, e que nós dois possamos ainda viver vários momentos de alegria. Abençoa, por favor, esta família que me consegue fazer feliz!

Você já comparou os filhos com navios? Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora. Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos. Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas. E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.
Assim são os filhos. Estes têm nos pais o seu porto seguro até que se tornem independentes. Eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras levando consigo o sonho de ser feliz. Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, ou transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali. Eles devem navegar mar adentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas podem ajudar a preparar a bagagem com valores como: Humildade, Humanidade, Honestidade, Disciplina, Gratidão e Generosidade.
Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
Devem se orgulhar em ver os filhos – como navios – partirem de seu porto para as próprias conquistas e aventuras.
Mas... como é difícil soltar as amarras...