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Solidão que me apavora, de onde vieste, porque logo em minha direção?
Por que não me larga, me deixa ao menos uma vez, sorrir verdadeiramente?
Você sempre tão fria, nem me dá bola, mesmo assim, nunca me deixa.
Não sei como você que nunca fala nada, não troca carinhos, não conforta ninguém, pode ter tantos companheiros.
Como é que você, que nunca se mostra, não me toca, nem mesmo responde o que te pergunto, me deixa assim, sem vontade para nada.
Ah, solidão, um dia quando fores embora, talvez eu não sinta mais vontade de existir, daí, irei a tua procura novamente.
Solidão, solidão...

A melhor maneira de conhecer a si mesmo e saber dos seus limites e medos é passar algum tempo sozinho, acompanhado apenas dos seus pensamentos. É um momento onde podemos avaliar atitudes passadas, rever decisões mal tomadas ou até refletir em novas formas de evoluir. Aquele velho ditado "antes só do que mal acompanhado" demonstra o bem que pode trazer permanecer um período sem ninguém para interferir ao lado.

Muitas das nossas atitudes dependem de como somos tradados pelo outro, mas quando temos o poder de repensar e perceber que somos capazes de ter uma reação mais positiva quando damos de frente com uma opinião contrária, pode ter certeza que seus relacionamentos melhorarão infinitamente. Agir impulsivamente pode trazer muitos arrependimentos e para conseguir melhorar aquilo que não gosta muito no seu comportamento depende muito da sua capacidade de refletir sobre seus atos. Para colocar tudo isso em prática, é necessário primeiramente conseguir passar algum tempo sozinho se quem haja nenhum sofrimento, como você poderá ser uma boa companhia se nem você consegue lidar com você mesmo?

A solidão pode nos trazer muitos benefícios se colocada de uma forma positiva nas nossas vidas, comece a gostar de si mesmo quando está sozinho, isso também pode fazer com que selecione melhor suas companhias, já que ficar só não será mais algo negativo.

Meu amor, nem mesmo que universos de espaço físico se colocassem entre nós dois, esses não seriam suficientes para diminuir a intensidade do meu sentimento por você.

Eu amo muito você, mais que tudo, meu namorado! Pouco importa que agora vários quilômetros nos impeçam do contato físico diário, pois eu vivo no sonho de muito em breve fazer essa distância desaparecer por completo, e ter você perto de mim, todos os dias, todo o dia!

Às vezes nos perguntamos: "O que eu fiz pra merecer isso?" ou..."Por que Deus tinha que fazer isso justo comigo?"... Aqui vai uma belíssima explicação.
A filha dizia à mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, o namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade. Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.
Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:
-Querida, quer um pedaço de bolo?
– Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...
-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!
Assustada, a moça respondeu: – Credo, mãe!
– Que tal então comer uns ovos crus, filha?
– Que nojo, Mãe!
– Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?
– Mãe, isso não presta!
A Mãe então respondeu: – É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa... Elas fazem um bolo delicioso! Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem. A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico!
Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas as Primaveras...O nascer o Sol todas as manhãs... E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir! Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e ele escolheu o seu coração!

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...

Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?

E o menino respondeu:

- Ela é minha amiga...