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À medida que o tempo passa, as transformações se dão cada vez mais rápido em nossas vidas. Tais mudanças não estão apenas associadas aos produtos ou à tecnologia, a rapidez com que este processo acontece também influencia na nossa percepção sobre a sociedade e como as relações interpessoais ocorrem no dia a dia.

A maneira como enxergamos a família também está se transformando. Não precisamos voltar muito no tempo para lembrarmos que o casamento entre duas pessoas de cores diferentes era algo abominável para uns e em certos lugares até proibido.

A relação da família sempre teve grande importância no desenvolvimento da sociedade. O núcleo familiar, pais e filhos, é responsável pela forma como veremos o mundo no futuro. A escola tem o objetivo de difundir conhecimento e não de educar, dar limites ou moralidade.

Não podemos permitir que a influência da família na sociedade seja desvalorizada, ela é quem define nossos princípios, o que entendemos por certo e errado e, principalmente, como nos relacionaremos com os integrantes de outras famílias. É a partir da nossa casa que aprendemos como administrar os nossos sentimentos e tudo isso contribui completamente como será o comportamento da sociedade futuramente.

Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa. Esta seria uma receita para a felicidade, se não fosse a ideia terrível de que a produtividade da gente depende inteiramente de nosso modo de sentir. Que há de ser da gente, quando os pensamentos cessarem de aparecer e as palavras adequadas não se apresentarem? Não se pode deixar de tremer diante de tal possibilidade.
É por isso que, embora submetendo-me ao destino como um homem honesto, não deixo de fazer secretamente a minha oração: acima de tudo, que não surja nenhuma doença ou qualquer miséria física que me paralise as faculdades da criação. Como dizia o rei Macabeth: "Morreremos com as armaduras nos ombros".

Sigmund Freud

Tenho tentado entender como devo agradecer todo o amor que você me tem dado. Conclui que a melhor maneira é amando você também, com todas as minhas forças. Não é tarefa difícil porque você é um namorado meigo, atencioso e dedicado. Estar do seu lado é a melhor bênção que eu poderia ter e o meu desejo é que você continue sempre por perto.

A sobrecarregada enfermeira viu o jovem entrar no quarto e, inclinando-se, disse alto ao idoso paciente, – Seu filho está aqui.
Com grande esforço, ele abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez. O jovem apertou a envelhecida mão e sentou-se ao lado da cama. Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem.
À luz da manhã, o paciente tinha morrido. Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas. A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a oferecer-lhe condolências, mas ele a interrompeu. - Quem era esse homem? Perguntou.
Assustada, a enfermeira respondeu, - Eu achei que era seu pai! - Não. Não era meu pai, – respondeu o jovem – Eu nunca o vi antes em minha vida. - Então, porque você não falou nada quando lhe anunciei para ele? - Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui. – O jovem explicou – E como ele estava por demais doente para reconhecer que eu não era seu filho, eu vi que ele precisava de mim.
Madre Teresa costumava nos lembrar que ninguém tem que morrer sozinho. Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho. Ou rir sozinho ou celebrar sozinho.
Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida. Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele.

Todo início de semana é mais difícil, requer um gesto ou um desafio. Que tal termos o desafio de um gesto de humildade e altivez transformando as possíveis derrotas em verdadeiras vitórias?