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Nunca espere muito ou pouco da vida; a vida nem sempre é como esperávamos;
Sempre tenha grandes sonhos, mesmo se forem pequenos para os outros;
Não espere razões para amar, o amor não se explica;
Seja sempre sincero mesmo que pareça ingênuo;
Nunca minta mesmo que lhe custe à vida, aquele que mente para si nunca ira encontrar a verdade que tanto procura!

Magoar, com nossas ações e palavras, aqueles a quem mais amamos é por vezes inevitável, e nem sempre nos apercebemos de imediato do erro cometido. Foi assim conosco, e hoje eu reconheço o mal que lhe fiz, mas foi sem intenção, foi sem tampouco me aperceber do que estava fazendo. Me perdoa!

Sei que você sofreu com meu desleixe, mas foi apenas um erro de quem é humano. Por favor, me perdoa! Nosso amor vale muito mais que qualquer erro, e eu sei que conseguirá superar quaisquer obstáculo.

Eu amo muito você e com toda a sinceridade lhe peço perdão pelo meu erro e por com ele ter feito você sofrer. Agora depende de você salvar o nosso relacionamento, e manter vivo o nosso amor que ainda tanto tem para dar!

Este tão belo e maravilhoso sentimento que o homem tão pouco fala ao vivo, que o valente guarda em seu mas profundo interior, que se esconde em meio aos escombros da guerra, e resplandece a cada amanhecer no brilho do meus belos astro, no aroma das mas lindas flores, no canto alegre dos pardais e no sorriso verdadeiro ainda existente nos lábios de algumas simples pessoas, um dia chegará com toda força para em nome dele mesmo salvar este mundo perdido pelo ódio.

Com a vida apressada, angustiada, tão absorta em pensamentos pequenos, sem entender a dor disfarçada em mal humor, pouso os olhos no menino, ali, dormindo. No meio da rua, entre carros, passantes, cachorros e passarinhos destoantes, com as mãozinhas sobre a cama de papelão, agarradinho, inocente, no corpo do irmão.
A mãe sofrida, sentada no sujo chão, tentando esconder a vergonha e a fome, tendo à frente o pai, derrotado enquanto homem. A dor oprimida no peito, sem conseguir engolir, ver assim alguém tão só, uma família – flores do pó. Ah, a cruz! Preguem-me na cruz.
Quero morrer por eles, morrer por mim, inerte, covarde, torpe! Nada a fazer, senão sofrer? Não tem remédio, senão chorar? Menino dormindo, como o meu, como os nossos, sonha sonhos de criança, com luzes e festa, com brinquedos e paz, sorvete, banho, banheiro. Alegria o ano inteiro.
Perdeu o endereço do céu, mas espera Papai Noel. Aquele pai e aquela mãe, sem teto ou dignidade, não sabem da missa a metade. Não choram, apenas pedem, que a sorte mude e os ventos tragam a esperança e o sorriso do menino, que dorme ali no chão, tranquilo, ao relento, desprotegido.
A leoa de dentes arrancados, o guerreiro sem escudo, sem lança, sem conseguir defender sua criança, olhar vazio, de alma apagada, sem ter mais nada. Nada a oferecer, senão seu corpo. Nada a pedir, senão o pão. E eu, e você, o que fazemos?
Vamos embora, com a consciência confortada de que nada podemos fazer, por não termos o poder. Qual nada! Eu posso. Você pode. Mas é difícil, é cômodo. Você tem lar. Eu tenho pão. Eles é que não.

Um rei mandou reunir um grupo de sábios para decidir qual era a parte mais importante do corpo.

O endocrinologista, afirmou que eram as glândulas, porque regulavam as funções; o cardiologista disse que era o coração, pois sem ele as glândulas não funcionavam; já o nutricionista garantiu que era o estômago, uma vez que sem alimento o coração não tinha forças para trabalhar.

Porém, o mais sábio de todos, ouvia tudo em silêncio. Como não chegavam a nenhum acordo, quiseram saber exatamente a sua opinião.

- "Todas essas partes são fundamentais para a vida." - disse o mais sábio de todos. - "Se faltar uma delas o corpo morre. Entretanto, a parte mais importante não existe. É o canal imaginário que liga o ouvido à língua. Se este canal imaginário estiver com problemas, o homem passa a dizer coisas que não ouviu, e então, não apenas o corpo morre, mas a sua alma é condenada para sempre!."