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Sabe aqueles dias que tudo parece estar distante, vazio e incompleto?
Dias em que tudo some de circulação e nada fica focado?
Parece que memórias do ontem nos prendem no hoje e impedem todo o planejamento do amanhã.
Perdemos até o ar.
Os amigos não estão por perto e tampouco nós os buscamos.
Tentamos procurar distração nas coisas que, geralmente, nos deixam "ocupados".
O pior é que muitas vezes não conseguimos.
Deitamos-nos, o sono vem chegando aos poucos,
fazendo-nos esquecer momentos em que não deixamos que o nosso "eu"
respondesse pelas nossas angústias.
Já não sentimos mais nada, mas até inconscientemente,
percebemos que os sonhos já não aparecem constantemente.
Estranho...
O diferente se torna monótono. O desconhecido, desinteressante.
O errado continua errado, mas o certo todos querem questionar e, mesmo assim, nem todos aceitam.

Assim como o sol se põem, lágrimas rolam por saber que não mais o veremos. Mas as lágrimas não te deixariam ver as estrelas. Também não é necessário chorar a perda do sol. Pois saiba que no dia seguinte, ele voltará. E brilhará como nunca. Iluminando seu caminho. E aquecendo seu coração. Dando a esperança de sempre ter um novo dia. Te amo de mais. Pra mim você é o sol. Do qual eu preciso. Para iluminar meu caminho. E aquecer meu coração. Te amo e te amo.

O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração.. (1 Samuel 16.7)
Meu pai e eu estávamos procurando madeira flutuante ao longo da costa irregular do oceano Pacífico, perto de nossa casa. Ele usava a madeira para fazer relógios e mesas.
Ansioso por ajudar, corri de uma pilha de madeira a outra, arrastando grandes pedaços. Nenhum deles era o que meu pai estava procurando.
Finalmente, depois de uma hora correndo a praia de cima a baixo, meu pai parou para observar uma pilha de entulho retorcido. "Perfeito!", disse ele, levantando uma raiz retorcida.
Não pude acreditar no que via. "Por que você foi pegar esse pedaço de lixo velho e sujo?"
Você não pode apenas olhar para o que está vendo agora", disse meu pai. "Precisa ver o que ele pode se tornar." O lindo relógio de madeira pendurado em minha parede me faz lembrar de não julgar pelas aparências, porque Deus não julga assim.
Em 1 Samuel, aprendemos que o Senhor não atenta para a aparência externa, mas para o coração. Não é maravilhoso saber que Deus nos vê não apenas pelo que somos, mas pelo que podemos nos tornar?
Senhor, ensina-me a olhar para os outros e para mim mesmo por meio dos Teus olhos. Em nome de Jesus. Amém.
Onde nós vemos entulho, Deus vê uma futura obra-de-arte.

Ela era jovem, era inteligente, elegante e de uma simpatia discreta que cativava a todos, ainda que não de imediato. Foram poucos os anos em que tive o prazer de conviver com ela, e me arrependo de não me ter esforçado para estar mais tempo ao seu lado.

Em pouco tempo ela demonstrou ter qualidade de uma grande amiga. Fiel, dedicada e atenciosa, sempre disposta a ouvir e a conversar. Foram tantos cafés e conversas, às vezes mais ou menos descontraídas, porque tínhamos tantas preocupações. Tínhamos as preocupações que só os jovens se podem dar o luxo de ter...

Fazíamos planos para o futuro e trabalhávamos pensando em realizar nossos objetivos. Hoje penso que gastamos tanto tempo com coisas sem importância. Quem me dera ter sorrido mais ao lado dela, ter tido mais momentos de festa e alegria.

Eram tantos os sonhos, e pareciam tão próximos. Agora o que nos resta é a memória do seu rosto suavemente alegre, com um sorriso desenhado, e o brilho nos olhos de quem sabia o que queria.

Nós, amigos, o que podemos fazer é, em sua honra e memória, viver. Sermos felizes e vivermos a vida em sua homenagem, em homenagem àqueles que já não estão entre nós. É respeitar o nosso tempo de vida, dando o melhor que temos, como fez a nossa amiga. Que ela brilhe no céu junto às estrelas, onde estava destinado a ser o seu lugar na terra.

Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.
Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação".
Para que serve? O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.
Qual a origem da palavra "folclore"? A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. "Folk", em inglês, significa "povo". E "lore", conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer "conhecimento popular". O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura europeia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado "Folk-lore". No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se "folclore".
Qual a origem do folclore brasileiro? O folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios, brancos e negros.