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Não é fácil
ficar longe de você
Não é fácil aceitar que não
poderei mais te tocar
Não é fácil saber
que você
não voltara pra mim
Não é fácil entender
porque tudo acabou
Não é fácil
pois te amo mais que tudo
Não é fácil
porque foi com você que sonhei ser feliz
Não é fácil porque é
de você que preciso
Não me deixe
Porque não é fácil viver sem você.

Minha querida, quero mais uma vez pedir-te desculpas. Tens razão em estar irritada comigo, mas precisas de perceber que eu não me atrasei porque quis, e sim em função de circunstâncias insólitas e desagradáveis, tanto para mim quanto para ti, que ficaste à minha espera. Olha, eu poderia inventar um monte de desculpas, do tipo:
a) o trânsito estava horrível. b) o pneu furou. c) quando estava a sair, o chefe chamou-me para conversar. d) acabou a água quando eu estava na ducha, com o cabelo ainda cheio de shampoo etc etc.
Mas, não! O motivo do meu atraso já sabes, eu já te contei, expliquei e acho que se a situação fosse inversa (se tu te tivesses atrasado) eu saberia compreender porque, assim como eu, tu não costumas chegar tarde aos teus compromissos.
Foi a primeira vez que isso aconteceu entre nós, desde que te conheço. Tu és sempre, serás o meu motivo de força maior, mas sou humano e não posso lutar contra o imponderável. Aceita minhas desculpas, meu beijo e as flores.

O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.

Querida sogra, neste momento em que luta contra esta doença, eu quero lhe desejar rápidas melhoras! Trago você sempre no pensamento, e em todos os instantes estarei enviando energias positivas.

Mas apesar da preocupação não tenho qualquer duvida de que rapidamente você superará essa doença, pois é uma mulher forte, uma verdadeira guerreira. Todos estamos torcendo por você, e nisso deve também focar-se, pois há muita gente que a ama muito e precisa de você. Fique boa, querida sogra, e mantenha sempre o pensamento positivo!

Obrigada. É só isso que eu tenho para te dizer.
Não importa como tenha acabado, sempre soubemos que não duraria muito tempo, mas cada lembrança foi única. Você me marcou de uma forma que nenhum outro poderia ter marcado, e agradeço por isso.
Descobri novas formas de amar e tive experiências que jamais pensei em ter. Apesar desse jeito torto como as coisas acabaram saindo, você será pra sempre meu, assim como serei pra sempre sua.