Eu penso em ti, contemplando a aurora,
No fim de tarde, a toda hora eu penso em ti,
Caminhando à margem do rio, sinto um profundo vazio,
E sozinho em meu caminho, eu penso em ti.
Em penso em ti, com a cabeça ao travesseiro,
No trabalho, o tempo inteiro, eu penso em ti,
Quando ouço uma canção, você invade meu coração,
E entre lembranças e esperanças, eu penso em ti.
Eu penso em ti, numa roda de amigos,
Recordando fatos antigos, eu penso em ti,
Foragido noutros braços, beijando outras bocas,
Dançando com alguém, por mal ou por bem,
Eu penso em ti.
Quisera aprender a te esquecer, ou pelo menos pensar
Que você não existe, mas a saudade insiste...
E novamente eu penso em ti.
Eu penso em ti, quando não quero pensar,
Confesso que muitas vezes dá raiva de lembrar,
Mas... Eu penso em ti,
O que é que eu vou fazer?
Eu penso em ti,
Eu penso em ti
Porque não dá pra te esquecer.
Momentos duram pouco.
Existem também amores que duram pouco, até amizades que duram pouco. Por isso cada momento de nossas vidas é importante. Cada instante é precioso.
Cada passo é decisivo.
Devemos aproveitar cada momento de nossas vidas como se fosse único, e não deixa de ser! Pois nenhum momento é igual a outro.
Podem existir muitos momentos bons, mas eles nunca serão iguais.
Por isso, pra cada momento de nossa vida devemos sorrir, nos alegrar, nos divertir.
Abraçar os amigos e perdoar os inimigos.
Fortalecendo a alma e alimentando o espírito.
Para que um dia você não lamente pelos momentos de sua vida que foram perdidos
Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram.
O amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora que te salvei, escrevestes na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória e do coração; onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
Nem sempre é por falta de sentimento que a gente fecha a porta, às vezes é por falta do algo a mais. Aquele que a gente procura e na maioria das vezes nunca encontra.
Saudade é quando você tenta tirar da lembrança e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a ideia cansa de procurar e para.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa dentro de você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra 'perigo' o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... Também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação.
Esse negócio de amor, não sei explicar.