Parabéns, meus lindos!
Ter vocês na minha vida...
É amar sem limites! É viver intensamente por vocês!
É acordar de madrugada várias vezes e não reclamar de nada. É ficar toda boba quando alguém pergunta se são gêmeos e se são meus. É chorar de felicidade quando olhamos para vocês e ver que são perfeitos. É ouvir choros duplos e ainda agradecer a Deus.
É me sentir a mamãe polvo para carregar os dois ao mesmo tempo. É acordar de madrugada para apreciar as minhas obras-primas. É sempre manter a calma mesmo quando eles estão nervosos.
É ter que pensar em um plano estilo 007 para sair com vocês sozinha... É tentar se acostumar com as comparações. É ter vontade de sumir para dormir 36h seguidas... É agradecer todos os dias a Deus por ter me dado esse dom de ser mãe duplex.
Vocês são a melhor coisa que já aconteceu na minha vida!
Beijão!
Existe uma história que conta que determinado homem, decidido a encontrar a felicidade, saiu mundo a fora, à procura deste estado íntimo do Espírito. Fechou sua casa e partiu com disposição de percorrer todos os caminhos, todas as nações, todos os povos, sem descansar, até encontrar o lugar de ser feliz.
Onde chegasse, reunia ele um pequeno grupo ao qual explicava os planos que tinha para ser feliz. Afirmava que seus seguidores seriam felizes na posse de regiões gigantescas, onde haveria montes de ouro...
Mas o povo lamentava e ninguém o seguia... No dia seguinte recomeçava a caminhada. Assim, foi percorrendo cidades e cidades, de país em país, anos a fio. Um dia percebeu que estava ficando velho, sem ter encontrado a Terra da Felicidade. Seus cabelos tingiam-se de branco, suas mãos enrijecidas, roupas esfarrapadas, calçados aos pedaços. Além disso, estava cansado de procurar a felicidade, tão inutilmente.
Então, parou frente a uma casa antiga, janelas de vidros já quebrados, o mato cobrindo o canteiro do jardim, poeira invadindo sala e quartos. Dentro, os pardais haviam construído seus ninhos. E, desde logo pensou que naquela casa desprezada e sem dono, ele edificaria a sua felicidade: arrumaria o telhado, colocaria novas janelas e vidros novos, cuidaria do jardim, pintaria as paredes, as portas... E cantaria a Canção da Felicidade. Tomou uma decisão: vou tratar de ser feliz aqui.
E o homem cansado de tantos caminhos foi andando até chegar ao portão do jardim. Atravessou-o. Empurrou a porta de entrada da casa e entrou. Mas, de repente, parou e ficou imóvel, qual estátua de pedra: aquela casa era a sua própria residência que ele abandonara, há tantos anos, à procura da felicidade.
Muitas vezes agimos como este homem – buscamos a felicidade no dinheiro, na competição, nas emoções fortes, na ociosidade, nas ilusões do mundo... E não a encontramos.
Então descobrimos que ela sempre esteve escondida no recesso de nosso ser, onde a encontraremos servindo, amparando, consolando, meditando e buscando nos autoconhecer.
Senhor,
resplandece o fulgor do
Ano Novo,
expectativas, mistério, perguntas,
ansiedades,
fazem da festa um mundo
de curiosidades.
Há, por toda parte, calendários,
previsões orçamentárias, planos de vida,
mas só tu sabes, Senhor, o que há de vir.
Neste instante de novidades e de abraços,
nesta hora de promessas e possibilidades,
dá que eu sinta o Teu poder e a Tua paz,
abrindo clarões no escuro da incerteza.
Senhor,
que nem mesmo a iminência da morte,
da despedida,
quando a dúvida rondar minha morada,
possam abalar-me a fé.
Que eu tenha vigor, paciência, perseverança,
pra recriar nas lições do desencontro,
e que eu sinta vontade de seguir em frente,
sempre que as circunstâncias me detiverem.
Senhor,
transporta meu pensamento
para os enlevos da vida,
fazendo-me contemplar
as visões de um novo mundo.
Renova minhas forças,
unge meu caminho,
abençoa o desdobrar
da página de cada dia.
Neste ANO NOVO, Senhor,
habilita-me
para ser digna de entender
as missões da Tua obra,
iluminando-me cada passo,
nas dores, que eu O encontre,
nas orações.
Ivone Boechat
Um Leão dormia sossegado, quando foi acordado por um Rato, que passava correndo em cima de seu rosto. Com um ataque ágil ele o agarrou, e estava pronto para matá-lo, ao que o Rato implorou:
Por favor, se o senhor me soltar, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade. Rindo por achar ridícula a ideia, assim mesmo, ele resolveu solta-lo.
Pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se.
O Rato, ouvindo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse:
O senhor riu da ideia de que eu jamais seria capaz de ajudá-lo. Nunca esperava receber de mim qualquer favor em troca do seu! Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de retribuir um favor a um poderoso Leão.
Moral da História: Os pequenos amigos podem se revelar os melhores e mais leais aliados.
De que vale ficar triste perante adversidades, se tristeza não ajuda a resolver nossos problemas? Melhor é ficar alegre quando há motivos para alegria e ficar alegre nos momentos tristes também. Nossas lágrimas já são certas perante dificuldades. Sorrir diante delas é que revelará a força de nosso caráter.
Vamos então ser felizes, queridos amigos, vamos cantar de contentamento. Não há nada mais contagiante do que o sorriso de cada um. Ele vale mais do que mil palavras. É a vitória que representa um dia bem conseguido. Nunca ninguém se cansou de sorrir em demasia, nem tampouco achou sorrir perda de tempo.
A felicidade é como as ondas do mar: umas vezes ela se afasta para longe, outras vezes ela vem ter a nossos pés. Mas não podemos ficar parados. Correr atrás do sentido de nossa vida, é vivermos plenamente sem darmos conta. É um dever que todos deveríamos adotar.