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Verdadeiras amizades são presentes que a vida nos oferece. Sempre haverá escritores, poetas, romancistas a cantar as benesses e alegrias que uma amizade pode nos ofertar.
A vida sem amigos é menos colorida, mais pesada, um tanto atribulada. São os amigos que dão uma cor a mais no cotidiano, que aliviam nossas penas e acalmam nossa caminhada.
E tão excelente se faz uma amizade quanto raro é se encontrar um amigo. Amigo desses de verdade, que tem no altruísmo, na generosidade e no carinho o toque do seu agir.
Amigo que é capaz de nos dizer não, quando o mais fácil seria concordar. de não compactuar com nossos desatinos quando o mais cômodo seria consentir. de não aquiescer com nosso erro quando mais confortável seria aprovar.
Faz-nos tanta falta o aconchego de um amigo! Somos tão carentes de uma amizade verdadeira que, não raro, damos o nome de amigo a quem não faz jus a tal apreço.
Confundimos a nobre virtude da amizade com aqueles que conseguem conosco dividir os risos fáceis, mas que percebemos se ausentam nos dias de austeridade.
Incluímos no rol dos nossos amigos, enobrecendo-os com o título, aqueles que são capazes de, afundados em erros e infelicidades próprias, nos arrastarem para os mesmos vales de dificuldades morais pelos quais trafegam.
Carregamos, não raro, marcas profundas de carências emocionais e uma ansiedade intensa por criar laços de amizades para aplacar a sede de afeto.
Por conta disso, vinculamo-nos a essa ou aquela pessoa que pouco faz por nos merecer a honraria da amizade.
De maneira rápida e breve, já estamos nós a confiar e a fiar longas horas em conjunto com esse ou aquele que nos surge, sem nos apercebermos do que traz na alma, dos valores, nem sempre nobres, com os quais prefere pautar sua vida, e das viciações morais que elegeu para se conduzir.
Assim, o dito popular que afirma antes só do que mal acompanhado passa a fazer sentido, nesses momentos de ansiedade por construirmos laços de amizade, nem sempre saudáveis e proveitosos.

Era uma vez quatro velas estavam queimando calmamente...

O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam...
- Eu sou a paz!

Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.

E diminuindo, devagarinho, apagou-se totalmente. A segunda disse:
- Eu sou a fé!... Infelizmente sou muito tênue.

As pessoas não querem saber de Deus.
Não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar de falar bateu um leve vento e a apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o amor!... Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta. E, num piscar de olhos, apagou !!!

De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- O que é isto? Vocês deviam queimar até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.

Então a quarta vela disse:
- Não tenhas medo criança. Enquanto eu ainda queimar podemos acender as outras velas... Eu sou a esperança!

A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu as demais.
Que a vela da esperança jamais se apague dentro de você.

Eu vi você crescer e ainda me recordo das suas várias brincadeiras, querida sobrinha. Como o tempo passou e você se tornou em uma mulher adulta! Agora está dando esse passo importante do casamento e eu não poderia estar mais feliz com essa maravilhosa decisão.

Muitas felicidades para vocês! Provem do amor a cada dia e vivam uma linda união com muita cumplicidade.

Costumo dizer que vida cristã traduz-se por comprometimento com o Reino de Deus; viver o que cremos e pregamos e uma volta aos dias da Reforma e aos ensinos do livro de Atos. É também vida no Espírito, Gl 5: 25; vida frutífera, Jo 10: 10 e 15: 5 e vida de serviço ao Reino de Deus. Jesus disse que ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus, Lc 9: 62. Crente avivado tem como prioridade pensar nas cousas que são lá do alto, Cl 3: 2.

Aprendemos pela Bíblia que vida com Deus é vida plena de submissão e fidelidade a Ele. O crente comprometido com as coisas espirituais não tem tempo para aquilo que não é de Deus, porque o fogo do Espírito Santo está constantemente aceso em seu altar (sua vida). Jesus disse que quem quiser ir para o céu deve tomar a sua cruz e segui-lo a cada dia, Lc 9: 23. Somente uma vida avivada e cheia do Espírito Santo poderá suportar as provações e as tentações deste mundo.

Jesus é o maior exemplo de vida comprometida com o Reino de Deus. Quando estava sendo julgado, afirmou com convicção: ". O meu Reino não é deste mundo...", Jo 18: 36. De fato, a igreja precisa estar ciente de que a sua tarefa neste mundo é ser sal da terra e luz do mundo, e que ela está no mundo, mas a ele não pertence: "Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal", Jo 17: 15.

Que a oração do profeta Habacuque seja a constante oração da igreja, e que a frase "Aviva, ó Senhor, a tua obra..." seja o lema de vida daquele ou daquela que quer viver uma vida cristã autêntica, até a volta de Jesus.

Pr. Anairton de Souza Pereira

Minha vida está vazia. Onde está meu anjo amigo... Em que estrela haverá o meu anjo se escondido?
Eu ando meio perdida. Sem sentido está a minha vida... Partiu, meu anjo querido... Como é que eu irei viver?
As coisas andam estranhas... As piadas não têm graça... As tristezas são maiores... A minha dor nunca passa!
Eu vivo me perguntando: – Porque Deus nem perguntou se eu viveria sem ela... E para tão longe o levou?
Será que ELE não sabia que ela era meu consolo? Igual não terei nessa vida... Ninguém se compara à minha mãe querida!
O tempo vai passando lento... A saudade vai aumentando... A dor me dilacerando por dentro... A solidão me acompanhando.
E foi num momento de tristeza, de profunda dor e nostalgia... Que Deus mostrou para mim O que eu não entendia...
Num sonho ele me mostrou... Então pude entender que o anjo que me acompanha é a minha mãe querida, que um dia jurei perder!
Deus não a levou pra longe... Apenas asas lhe deu. Ela agora é meu anjo, a minha mãe não morreu!