Em determinada escola a professora aplicou uma prova de filosofia, contendo nela tudo o que havia sido ensinado aos alunos no decorrer do ano. Na prova não havia nada que os alunos jamais tivessem ouvido, pelo contrário, continha somente aquilo que foi ensinado em sala de aula.
Sócrates, por mais que estivesse em todas as aulas de filosofia, não havia prestado muita atenção nos ensinamentos da professora, por esse motivo, enquanto lia as questões, não entendia nada... E acabou indo mal na prova.
Sócrates foi reprovado, porém teve outra oportunidade na recuperação. Ele sabia da necessidade de estudar, perseverar, e fazer com que aquela prova fosse apenas mais uma, e não a última de sua vida.
Se formos levar esse fato para o mundo espiritual, entenderemos que cada um de nós somos alunos cujo o professor é Jesus Cristo, que primeiro nos ensina e então permite a prova (tentação), e se caso não formos bem, formos reprovados, teremos uma segunda chance, para perseverarmos mais, estudarmos mais a bíblia, e fazer com que essa prova não seja a última de nossas vidas.
Nós sabemos que sempre depois da prova, vem uma bênção, no caso de Sócrates foi passar de ano. Porém jamais devemos ignorar o fato de que a prova apenas termina quando a vencemos, quando vamos bem, ou então, ficaremos presos na mesma prova eternamente.
Paulo disse em I Coríntios 10:13, que "Não veio sobre vós tentação senão humana, mas fiel é Deus, que não vos deixara tentar acima do que podeis, e junto com a tentação dará também o escape para que possais suportar".
Até um dia, minha mãe! É esse o pensamento que nunca desaparece da minha memória. Tenho a grande esperança de reencontrar você um dia para beijar sua mão e seu rosto uma vez mais; para abraçar seu corpo até machucar seus ombros.
Sinto saudade – muita! E especialmente hoje, estou com memórias nossas no pensamento. Vou amar você eternamente, mãe! Descanse em paz!
Neste dia do abraço diga às pessoas que mais ama que se importa com elas envolvendo-as nos seus braços com carinho.
Ainda não me habituei a viver sem ter você do meu lado, meu pai! Sinto muito sua falta. Sempre que me lembro do seu abraço, das suas palavras de ternura e carinho, do seu apertar de mão forte e certeiro, surge a maior das nostalgias.
Mas você está bem – algo me diz que você está bem e que um dia vai haver espaço para nosso reencontro. Até lá vou honrar seu nome e seu legado! Descanse, meu pai!
Quando eu conheço pessoas em diferentes partes do mundo, eu sempre lembro que basicamente somos todos parecidos: todos somos seres humanos. Podemos vestir roupas diferentes, a nossa pele pode ter uma cor diferente, ou podemos falar línguas diferentes. Mas tudo isso está na superfície. Mas basicamente nós somos seres humanos.
Por natureza, os seres humanos buscam a felicidade e não querem sofrimento. Com esse sentimento, todos tentam alcançar felicidade e evitar qualquer sofrimento, e todos têm o direito fundamental de fazer isso. Nesse aspecto, nós somos todos iguais, quer sejamos ricos ou pobres, com muita ou pouca educação, ocidental ou oriental, crente ou descrente, e dentro dos crentes, quer sejamos budistas, cristãos, judeus, muçulmanos, etc. Basicamente, do ponto de vista do real valor humano, nós somos todos iguais.
Dalai Lama