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Ando à procura de espaço...
para o desenho da vida.
Em números me embaraço e perco sempre a medida...
Se penso encontrar saída, em vez de abrir um compasso, projeto-me num abraço e gero uma despedida.
Se volto sobre o meu passo, é já distância perdida.
Meu coração, coisa de aço, começa a achar um cansaço, por esta procura de espaço para o desenho da vida.
Já por exausta e descrida não me animo a um breve traço: saudosa do que não faço, do que faço, arrependida...

Ser mãe é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional. É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.

Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio para fazer você muito, muito feliz. É você vibrar a cada sorriso, a cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.

Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo dê certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, porque em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.

Enfim! Ser mãe, é agradecer a Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nos transformar nessa pessoa maravilhosa que é "mãe", palavra tão pequena e com significado infinito.

Tudo de bom para sua Gravidez!

Me peguei dentro de uma tempestade de lembranças, Lembranças que fizeram de uma simples história A mas perfeita no mundo do amor. Lembranças Que alimentam o coração. Lembranças Que preservam a alma. Lembranças, Simples lembranças... Lembranças de um sorriso De um gesto, De um olhar. Lembranças de sensações, Arrepios no corpo. Lembranças guardadas nas estrelas Defendidas pela lua. São momentos especiais Momentos inesquecíveis, São lembranças de uma inocência, Lembranças de um tempo perdido... Lembranças das lágrimas Que faziam o coração enfraquecer. Lembranças De uma felicidade Imaginada pelo coração. Lembranças de um amor... De um mundo desconhecido De sentimentos Que se transformaram em Lembranças!

Em uma sala de aula, uma das crianças perguntou á professora:
– Professora, o que é o amor?
Já sabendo como explicar, a professora aproveitou o intervalo para o recreio e pediu que cada criança trouxesse, quando voltassem, alguma coisa que demonstrasse nele o sentimento de amor.
Quando voltaram, a professora pediu para que os alunos viessem a frente e mostrassem o que e porque trouxeram:
– Eu encontrei esta flor professora, não é linda? – disse a primeira criança.
– Eu encontrei essa borboleta. Vou deixá-la junto com as outras na minha coleção. – disse a segunda criança.
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele tinha caído do ninho junto com outro filhotinho. Não é uma gracinha? – disse a terceira.
E assim, cada uma ia mostrando o que encontrou para demonstrar amor, cada uma mais feliz que a outra. Mas a professora percebeu no fundo da sala, uma garotinha que não falava nada desde o termino do recreio, só estava vermelha de vergonha, pois chegou de mãos limpas.
A professora então foi até ela e perguntou:
– Querida, por que você não trouxe nada?
E a criança com os olhos cheios d'água respondeu:
– Desculpa professora. Encontrei a flor, senti seu doce perfume e fiquei com pena de arrancá-la e matá-la. Depois eu procurei e encontrei a borboleta, linda e toda colorida. Estava tão livre e feliz voando que não achei certo prende-la. Vi o passarinho também, mas quando olhei para o ninho me deparei com a mãe dele, tão tristinha que resolvi devolve-lo para ela. Por isso eu trouxe o que não é concreto: o perfume da flor, a liberdade da borboleta e a gratidão no olhar da mãe do passarinho. Por isso vim de mãos vazias, professora.
A professora ficou emocionada e deu a criança a nota máxima.
Moral da história: O amor verdadeiro é aquele que trazemos no coração.

O que você acha de bom nos outros está também em você. Os defeitos que você acha nos outros são os seus defeitos também. Afinal, para reconhecer algo, você tem que conhecê-lo.
A beleza que você vê ao seu redor é sua beleza.
O mundo ao seu redor é um reflexo, um espelho que mostra quem você é. Para mudar seu mundo, você precisa mudar a si mesmo. Culpar e reclamar só tornará as coisas piores. As coisas com que você se importar sua responsabilidade.
O que você vê nos outros lhe mostra você mesmo. Veja o melhor nos outros e você será uma pessoa melhor. Doe aos outros e estará doando a si mesmo.
Aprecie a beleza, e você será belo. Admire a criatividade, e você será criativo. Ame, e você será amado. Procure compreender, e será compreendido.
Ouça, e sua voz será ouvida. Ensine, e você aprenderá.
Mostre ao espelho sua melhor face, e você ficará feliz com o que ele vai lhe mostrar.