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Será que existe alguma forma de transformar aquela rotina chata e repetitiva, executada todos os dias, em algo que realmente traga felicidade para a sua vida? Como será possível com as mesmas tarefas diárias, encaixar alguns momentos de alegria a este hábito?

Se estiver em mente algo milagroso e muito fácil, nem é preciso terminar de ler este texto, pois tudo depende de muita dedicação e principalmente de grandes doses de força de vontade. Encontrar um tempinho para adicionar momentos de felicidade a sua vida, pode ser um pouco difícil, pois ainda não é possível adicionar horas ao seu dia, e tudo deverá ser feito ao mesmo tempo que executa todas as suas tarefas do dia a dia.

Comece uma lista com as coisas que o faz feliz, de preferência com eventos que estão ao seu alcance, para não tornar o processo ainda mais difícil. Pode ser tomar aquele sorvete que mais gosta, ou bater um papo com aquela sua tia que mesmo morando tão perto, vocês quase nunca se veem.

Programe o seu dia com a inclusão de um desses momentos de felicidade, pode ser que na primeira tentativa, não dê certo, por falta de tempo ou por qualquer outra eventualidade. Mas não desista! Tente novamente até conseguir viver aquele momento que o faz feliz, e depois verá como todos os problemas que foram vividos durante o dia, se transformaram numa satisfação imensa por ainda estar vivo e ter a certeza que ainda pode ser feliz.

Durante uma conferência com alunos universitários um professor da Universidade de Berlim desafiou alguns alunos com esta pergunta: Deus criou tudo o que existe? Um aluno respondeu:
- Sim, criou.
- Deus criou tudo?
- Sim, senhor. - Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, então Deus é mau?
O jovem calou-se e o professor ficou feliz porque tinha provado que a fé é um mito.
Outro aluno levantou a mão e disse:
- Posso fazer uma pergunta, professor?
- Lógico que podes.
O jovem, de pé, perguntou:
- Professor, existe o frio?
- Claro que existe, ou tu nunca sentiste frio?
Respondeu o jovem: De facto o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio é ausência de calor.
Existe a escuridão? Continuou o aluno O professor respondeu: existe.
Mais um erro seu, professor. A escuridão também não existe. A escuridão é a ausência da luz.
Finalmente o aluno perguntou:
- Professor, o mal existe?
- Claro que existe: crimes, guerras. isso são coisas do mal.
O estudante respondeu: o mal não existe, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é a ausência do bem. Deus não criou o mal. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente nos seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Este aluno foi aplaudido de pé, e o professor balançava a cabeça ficando calado
O Diretor da Universidade soube do caso e chamou o aluno e perguntou-lhe: como te chamas: e ele respondeu: Albert Einstein.

Eu, não tenho nada pra dizer;
Você parece no momento até saber;
As fases por que estou, passando;
Você, vê através dos olhos meus;
A emoção que sinto estando aqui e ver;
O modo que estão me tratando;
Amigos para sempre é o que nós iremos ser;
Na primavera ou em qualquer das estações;
Nas horas tristes, nos momentos de prazer;
Amigos para sempre...
Você, pode estar longe, muito longe sim;
Mas por te amar, sinto, você perto de mim;
E o meu coração contente;
Não, nos perderemos não a esquecerei;
Você é minha amiga tudo o que sonhei;
E, quis para mim, um dia;
Amigos para sempre é o que nós iremos ser;
Na primavera ou em qualquer das estações;
Nas horas tristes, nos momentos de prazer;
Amigos para sempre...
Olho, pra você e me pergunto;
Se tudo é tão sincero;
Porque tem que haver;

Um tempo de dizer ADEUS!

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me doía ideia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.

Eu te amo mais que tudo! Nunca pensei que podia amar alguém com essa intensidade, que cada milésimo cresce mais. Pensei que nunca mais voltaria a amar, mas aí chegou você, e chegou para ficar!