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Todas as atividades profissionais que demandem do trabalho humano, necessitam que sejam feitos com dedicação. A coletividade, o trabalho em equipe é fundamental para que qualquer tarefa seja realizada com determinação e dedicação.

O trabalho em equipe significa agrupar um conjunto de pessoas e desenvolver determinadas ações que visam um só propósito, um só objetivo.

A equipe consegue trabalhar de forma em que seus integrantes sabem exatamente o que a outra está fazendo, suas ideias e seus esforços são direcionados para um objetivo em comum.

Todos dentro da equipe são responsáveis pelas atividades exercidas. Portanto, cada membro é responsável pelo sucesso de uma tarefa bem feita, ou pelo fracasso de uma operação mal sucedida.

A equipe trabalha diferente do grupo. Nos grupos o trabalho é feito em atividades que são feitas conforme o proposto, mas seus membros não sabem o que os demais pensam ou sentem em relação às tarefas exercidas, e o resultado não passa além do esperado.

Já na equipe seus membros sentem e sabem exatamente o que a outra está pensando, agem de maneira simultânea, tudo é para o bem de todos.

O trabalho não é individual, tudo é feito para o bem geral de todos os membros. Portanto, uma equipe pode ser um grupo, mas nem todo grupo pode ser uma equipe.

O ciúme vai atrasar sua vida. Ele é um monstro que machuca seu coração, que inventa histórias na sua cabeça. Ele se alimenta do melhor que você tem. E por isso mude! Mude já! Imediatamente!

Não permite que algo tão triste consuma seu tempo e destrua sua relação com as pessoas e com o mundo! A vida depende de confiança, as relações precisam de verdade. Faça sua parte e descanse, porque se algo acontecer a culta não foi sua!

Certo dia, num mosteiro Zen Budista, o mestre convocou todos os discípulos. Era preciso escolher um substituto para o guardião, que havia morrido. O mestre, com muita tranquilidade, falou:
- Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar.
Então o mestre colocou uma mesinha no centro da sala e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza para enfeitá-lo.
- Aí está o problema, disse o monge.
Todos ficaram olhando a cena: um vaso belíssimo, uma flor maravilhosa... O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? De repente, um dos discípulos sacou a espada, olhou o mestre e os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e zapt!
Destruiu tudo num só golpe! Tão logo o discípulo voltou ao seu lugar, o mestre falou:
- Você será o novo guardião do mosteiro.
Moral da história: não importa qual o problema, nem a maneira que ele se apresente. Se for um problema precisa ser eliminado. Mesmo que se trate de um homem ou uma mulher maravilhosa, um grande amor que acabou ou um sentimento doloroso.

Diria repetidas vezes
Aquilo que sinto
Dentro do peito
Que pula até a garganta
Mas, esbarra na distância!
Que separa nossa amizade
De se tornar mais forte
No dia-a-dia de nossas vidas
No olho-no-olho
No real
Mas, não no imaginário
Dessa janelinha
Que se abriu
Obrigada!
Por sua amizade.

O rio corre sozinho, vai seguindo seu caminho, não necessita ser empurrado. Para um pouquinho no remanso. Apressa-se nas cachoeiras, desliza de mansinho nas baixadas. Mas, no meio de tudo, vai seguindo o seu caminho. Sabe que há um ponto de chegada. Sabe que o seu destino é para frente. E vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando ao mar. O mar é a sua realização e, chegar ao ponto final, é ter feito a caminhada.

A vida deve ser levada do jeito do rio. Deixar que corra como deve correr, sem apressar ou represar, sem medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras. Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.

A natureza não tem pressa. Vai seguindo o seu caminho. Assim é a árvore, assim são os animais. A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.

Desejo ser um rio, livre do empurrão dos outros e dos meus próprios.
Livre das poluições alheias e das minhas. Rio original, limpo e livre.
Rio que escolheu o seu próprio caminho.
Não interessa ter nascido a um ou mil quilômetros do mar.

O importante é dizer "cheguei"!