Passamos uma vida presos,
qual pássaros em suas gaiolas!
Medo de amar, de olhar a vida de frente...
E naquele pequeno espaço,
cantamos nossas dores e sonhos!
Muitas vezes,
as portas de nossas gaiolas se abrem...
Mas permanecemos ali, acostumados,
encolhidos as nossas vontades e sonhos!
Não tenha dúvida amigo,
à primeira oportunidade,
deve alçar o voo dos falcões,
calma, confiante, determinada!
Ame sem medo,
brinque um pouco com a vida !
Não tenha medo dos rochedos e sobre eles,
estenda a sua asa corajosa de falcões!
Solte-se ao vento, e deixe-na,
levá-la ao sonho!
Como o Condor,
tente enxergar as pequeninas coisas
a sua volta e saber apreciá-las,
dando um sentido novo a sua vida !
Não seja passarinho de gaiola, mas,
Falcões e Condores do céu !
A cada dia existe uma renovação constante,
e nunca um será como o outro...
Não há dores eternas, lágrimas eternas,
perdas eternas!
Há sorrisos, esperando-lhe, dias de sol,
o abraço dos amigos,
dos filhos e tantos sonhos lindos!
Um amor lhe espera, para com você,
voar, voar...
Porque a vida é um recomeçar diário de um voo!
E gaiolas não foram feitas para pássaros...
Tão pouco para Falcões!
Meu amor, hoje se completam 365 dias da nossa união, e posso dizer que cada dia foi único, especial e que em todos fui muito feliz ao seu lado.
São as nossas bodas de papel, de um papel onde escrevemos lindas memórias, muitos sorrisos, beijos e abraços. Foi nesse papel que escrevemos o rascunho daquilo que será a nossa vida em conjunto, e que eu espero chegue no mínimo aos cem anos. Te amo!
Um louco tinha acabado de ter alta do hospício. Caminhava calmamente pela rua, quando resolveu parar. Olhando para a janela do alto de um prédio, lembrou-se da sua tentativa de suicídio e pensou alto:
- Socorro.
A moça que passava com uma criança, ao ouvir o pedido de socorro, parou para olhar na mesma direção e ao ver uma criança perto da janela, abraçando mais apertado a sua criança, apoiou o louco e gritou: - Socorro!
Alguns rapazes se aproximavam despreocupados e começaram a olhar também. Não sabiam se o problema era com o rapaz do primeiro andar ou com a moça do segundo. Mas, agitados e solícitos, apoiando o louco e a mulher com a criança, gritaram mais alto ainda: - Socorro!
Dez minutos depois, tinha se instalado uma grande plateia. Esperavam o velhinho do sétimo andar se jogar pela janela.
Alguém mais prático resolveu chamar os bombeiros, que logo chegaram para recolher o corpo de uma pobre mulher assassinada e acabaram provocando a descida de todos os moradores do prédio, apavorados com o incêndio que tinha começado no penúltimo andar, e que, desesperados, gritavam:
- SOCORRO!
Afinal, quem era mesmo o louco da história?
Eu te agradeço de todo coração. Meu Deus, vou dar glória ao seu nome para sempre,
pois é grande o teu amor pra comigo:
Tu me tiraste das profundezas da morte.
Oh Deus, os soberbos se levantam contra mim, um bando de violentos persegue a minha vida, e não fazem, conta de ti.
Tu, porém, senhor, Deus de piedade e compaixão, volta-te para mim, tem piedade de mim.
da força ao teu servo,
salva o filho da tua serva.
Realiza para mim um sinal de bondade: meus inimigos verão e ficarão envergonhados,
Tu Deus me socorres e consolas.
Nessa telinha de sonhos, por obra do acaso, pessoas queridas chegam de mansinho, enchem o espaço de carinho e, sem aviso prévio, despertam a ternura existente em nós.
Pessoas especiais que aprendemos a amar num jogo colorido de palavras com todas as letras e tons que possam caber na saudade espaçosa de uma distância.
Pessoas muito amadas que procuramos reencontrar nas esquinas da vida em um rosto amigo com braços de atleta,
Coração de menino sorriso de anjo da guarda e guarda-costas particular-pessoal-intransferível perdido em algum dos quatro cantos da terra...