Um simples amigo, nunca te viu chorar. Um amigo de verdade, tem os ombros molhados por suas lágrimas.
Um simples amigo, não sabe o nome dos seus pais. Um amigo de verdade, tem o telefone deles na agenda.
Um simples amigo, traz uma garrafa de vinho. Um amigo de verdade, chega cedo, te ajuda a cozinhar e fica até mais tarde para te ajudar a limpar.
Um simples amigo, odeia quando você liga depois que já se deitou. Um amigo de verdade, pergunta por que você demorou tanto para ligar.
Um simples amigo, quer conversar sobre seus problemas. Um amigo de verdade, procura te ajudar com os seus problemas.
Um simples amigo, pensa que a amizade acabou com a discussão. Um amigo de verdade, sabe que não é amizade até a primeira briga.
Um simples amigo, espera que você esteja sempre lá para ele. Um amigo de verdade, espera sempre estar lá para você!
Quero lhe dar as boas-vindas ao Facebook! Este é um mundo maravilhoso onde há uma porção de gente que não conhece a diferença entre desabafar com um psicólogo, ou responder à perguntinha que o Facebook faz sobre o que queremos compartilhar.
Onde às vezes parece que uma 'curtida' é capaz de salvar vidas ou curar doenças. Aqui você será espiado por aqueles que menos gostam de você, e talvez ignorado pela família e amigos. Pois assim é o estranho e encantador mundo do Facebook!
Meu bem, lamento muito o seu estado de saúde, e me entristece não poder fazer mais. Mas tenha esperança e muita fé! Tudo vem e tudo vai, e tal como veio essa doença irá embora também.
Mantenha o pensamento positivo, acredite que irá superar este momento menos bom e verá que assim será. Você é forte e conseguirá vencer, e eu vou estar sempre ao seu lado para lutar junto e no final festejar o triunfo com você. Força!
Eu tinha dez anos quando encontrei, entre minhas colegas, a primeira amiga de verdade.
Nossa camaradagem tornou-se a coisa mais importante para mim. Entretanto, eu era de natureza exclusivista e me sentia violentamente enciumada sempre que ela manifestava interesse por alguma coisa que nada tivesse a ver comigo.
Mamãe compreendeu o que estava ocorrendo. Um dia ela chamou-me para ver uma ninhada de pintinhos que havia acabado de sair do ovo. Fiquei encantada. Eram umas coisinhas lindas, feitas de suave veludo cor de ouro.
Em meu entusiasmo, colhi um deles na mão. Mas apertei-o com tanta força, que por um pouco, não o sufoquei. Ele, naturalmente lutou para escapar até que, desvencilhando-se, correu para longe de mim.
Mamãe notou o meu desapontamento e disse:
— Pegue um outro, mas procure segurá-lo suavemente. Se você o prender com muita força, por instinto, ele vai querer fugir. Fiz uma segunda tentativa e o pintinho aninhou-se quietinho na palma de minha mão. Senti-me muito feliz e sorri para mamãe. Foi quando ela me disse:
— Sabe, meu bem, as pessoas, neste mundo, são como esses pintinhos. Quando agarramos com muita força aqueles que amamos, tentando aprisioná-los em nossa mão, eles, naturalmente, não se sentem bem. E lutam por readquirir a liberdade, como fez o primeiro pintinho que você pegou. Mas se os colocamos na palma da mão, sem fechar os dedos, de modo que sintam apenas o nosso calor, percebem logo que não desejamos aprisioná-los, pelo contrário, apenas aquecê-los com um pouco de nós mesmos, sem a pretensão de exigir-lhes nada.
Foi o que sucedeu com o segundo pintinho.
Aquilo me impressionou muito e guardei a lição. Não quero dizer que deixei de sentir ciúmes, pois isso faz parte da natureza humana. Todavia quando o exclusivismo fala mais alto em meu espírito, controlo-me mentalizando a figura daquele pintinho na palma da minha mão.
Foi assim que aprendi a manter junto de mim aqueles que, pensando seriamente, desejo que permaneçam perto do meu coração...
Natal, tempo de paz, de luz, de alegria e gratas recordações.
Tempo em que relembramos nossa infância repleta de fantasias, expectativas impregnadas de amor e saudades.
Tempo em que revivemos o carinho de nossos pais, o aconchego da família e todas as pessoas queridas que marcaram positivamente nossas vidas.
Feliz Natal!