Quando Deus criou as mães sabia que a gente ia precisar das lições de amor e de fé que só elas sabem dar...
Sabia que a gente ia precisar de quem nos ensinasse, sorrindo ou chorando, mas amando sempre.
Que a vida é o dom mais precioso que se tem...
Sabia que a gente ia precisar de quem nos repreendesse com paciência e com firmeza de quem nos ensinasse a aprender sem dor A ter esperanças a aprender caminhar, e até caminhar sozinho...
sobretudo, Deus sabia que a gente ia precisar de uma amiga companheira, experiente... sabedora das profundezas humanas e que apesar de tudo, compreendesse e amasse.
Deus sabia... que iríamos precisar de uma guia que refletisse sua imagem, que falasse de amor mesmo diante do desamor, que expressasse a linguagem dos anjos, usando palavras dos homens... Deus sabia e por isto criou as mães, criou uma Mãe como você!
A todas as mães o carinho e reconhecimento que merecem...
Nas profundezas desta vida Afundamos em solidão Procurando uma resposta Buscando a solução A solidão me faz pensar Que você nunca quis me amar Minhas lágrimas começam a rolar Elas se transformam em dor Só para mostrar A imensidão do meu amor Busco você a todo instante Sinto que encontrei O meu anjo cintilante!
Há sentimentos que ficam mais forte com o passar do tempo e que são devidamente lembrados em dias especiais. E hoje, meu amor, completamos juntos mais um ano do nosso maravilhoso casamento, e eu estou muito feliz por termos chegado até aqui.
Você me faz sentir a mulher mais realizada do mundo a toda hora. Se tudo voltasse atrás, eu o escolheria de novo para ser meu marido, pois foi uma decisão muito abençoada. Que mais anos de paixão como aqueles que já vivemos se possam repetir!
Era um amor platônico. Um morava na lua, o outro em qualquer lugar do espaço que fosse distante o bastante para não poderem se tocar. Trocavam olhares apaixonados, tremiam ao som da voz do outro, suspiravam em sonhos acordados. Anos sonhando com aquele que seria o encontro de suas vidas, mas que jamais aconteceu. Talvez tenham se perdido entre uma história e outra, mas sempre voltam a se olhar, de longe e com o mesmo desejo de sempre, porque têm a mesma alma, só nasceram em lugares diferentes.
Era uma vez quatro velas estavam queimando calmamente...
O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam...
- Eu sou a paz!
Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.
E diminuindo, devagarinho, apagou-se totalmente. A segunda disse:
- Eu sou a fé!... Infelizmente sou muito tênue.
As pessoas não querem saber de Deus.
Não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar de falar bateu um leve vento e a apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o amor!... Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta. E, num piscar de olhos, apagou !!!
De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- O que é isto? Vocês deviam queimar até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela disse:
- Não tenhas medo criança. Enquanto eu ainda queimar podemos acender as outras velas... Eu sou a esperança!
A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu as demais.
Que a vela da esperança jamais se apague dentro de você.