Falar de mãe é falar De amor, de dedicação Nada lhe custa ofertar Só lhe custa dizer não
Tem o dom de apaziguar Com doçura e decisão Procurando harmonizar Raciocínio e coração
De pretensões muito aquém Espontânea faz o bem Sem querer compensação
Eis porque volto a frisar Falar de mãe é falar De amor, de dedicação
Me definir é muito difícil. Às vezes pareço comum, às vezes singular. Sou bem assim: metamorfose ambulante. Adolescente em crise. Crises. De tudo o que você imaginar. O que mais valorizo no mundo? Amigos. O melhor sentimento? Felicidade. O melhor verbo? Amar. Conheço uma parte de uma frase, não sei o autor, mas ela define bem quem sou: viver é tentar ser feliz. É o que faço: vivo. E sim, me considero uma pessoa feliz, apesar de tudo. Depois de uma queda? Levanto e sigo em frente. Já desisti de contar os mil e um foras que dou. Vivo em busca de muitas coisas, mas já possuo a principal delas: a alegria. Uma companhia? Livros. Algo que te alegra? De novo os preciosíssimos amigos.
Bom, termino as ridicularidades desta minha descrição breguíssima com uma pergunta minha, e uma resposta fantástica, que se encaixa perfeitamente no meu caso.
Quem sou eu?
"Eu sou uma pergunta"
Clarice Lispector
Aos meus queridos alunos eu quero desejar um Natal abençoado por muito amor e muita paz! Que cada um celebre esta época rodeado pelo conforto e pelo carinho daqueles que mais ama, e que não faltem os presentes e uma mesa recheada.
Mas não esqueçam, meus queridos, que o mais importante é viver o espírito natalino da paz, do amor, do perdão, e deixar esses e outros bons sentimentos renascerem e permanecerem no coração.
Feliz Natal!
Só se deixa...
Então, te deixo o meu melhor...
Meu melhor sorriso,
Meu maior abraço,
Minha melhor história,
Minha melhor intenção,
Toda minha compreensão
E do meu amor, a maior porção
Só quero ficar na memória de alguém como outro alguém que era do bem!
Com carinho.
Numa região montanhosa, havia uma caravana de pessoas, cada qual carregando sua cruz.
Todas as cruzes eram do mesmo tamanho, porém, umas eram mais leves e outras mais pesadas.
Havia na fileira, um retardatário que preguiçoso e comodista carregava sua cruz com má vontade e rebeldia. Ele notou que os que estavam a sua frente se perdiam de vista.
Resolveu então parar e cortar um pedaço de sua cruz. Pensou: Assim andarei mais rápido e passarei na frente de todos.
Caminhou apenas alguns quilômetros com sua cruz, agora mais leve e deparou com um precipício. Ficou imaginando como os demais tinham atravessado.
Percebeu então que cada um tinha usado a sua própria cruz como ponte.
Infelizmente a sua cruz estava cortada e não alcançava o outro lado do precipício. Assim, ele teve de retornar e apanhar uma nova cruz.