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Desculpe-me por todos os momentos que tornei nossa felicidade perturbada. Desculpe-me pelas horas tristes e ruins que fiz você passar. Desculpe-me se em algum momento o fiz infeliz; porém sem querer. Desculpe-me se hoje já não o faço feliz como no primeiro momento em que veio a mim.

Desculpe-me se, indiretamente, impeço você de alguma coisa. Desculpe-me, querido, se o faço pensar de mim não só sentimentos bons. Desculpe-me se me preocupo demais com você, exagero às vezes.

Desculpe-me, sim, por alguns momentos duvidar dos seus sentimentos. Desculpe-me por tudo de mal. Desculpe-me também pelos bem e pela felicidade que deixei de lhe proporcionar. Desculpe-me...

Apenas amo você demais. Quero você comigo eternamente, pois eu amo você para sempre.

Perto de Tóquio, vivia um grande Samurai. Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação. Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem jamais havia perdido uma luta.

Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.

Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.

No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?

O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
- Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
- Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
- Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.

Certa vez um homem estava pescando.
Um turista aproximou-se e ficou a observá-lo.
Cada vez que apanhava o peixe, o pescador media o peixe com uma régua.
Os peixes pequenos ele colocava num balde. os que eram maiores que 25 cm atirava-os na água.
Estranho, não!
Em dado momento, o turista não se conteve mais e perguntou:
- Ei! Por que você não inverte e guarda os peixes maiores?
O pescador voltou-se e disse:
- Bem, é que a minha frigideira é pequena e não comportaria os maiores.
Quantas vezes Deus coloca grandiosas oportunidades diante de nós, e simplesmente nós as recusamos.
Ele sempre dá além do que merecemos.

Uma única coisa é mais importante que qualquer outra, viver. E é porque Deus nos fornece toda energia. É por esse motivo, que os pássaros voam e fazem os seus ninhos. Que as árvores crescem e se beneficiam com o sol e a água, Tudo chama pela vida, atendendo as determinações do criador. Somos feitos pra viver. Viver é o grito do coração humano, mesmo diante de todas as dificuldades, não podemos desistir. Só não ama a vida quem está fechado em si mesmo. Quem pensa ser o centro do mundo, nossos olhos são feitos para ver ao nosso redor, os nossos ouvidos para ouvir a música que está em todo universo. O nosso coração para sentir a vida, e o palpitar da vida de outros corações. Nossas mãos para apertar outras mãos. Ressurreição, grito de Deus para os homens desanimados, os homens cansados, os homens deitados no caminho da vida. Ressurreição, grito de cristo ressuscitado. Deus que é vida e que nos chama para a vida. Vida que não acabará jamais. Fazer Páscoa significa passar do pessimismo ao otimismo. Do olhar triste para o olhar alegre, da palavra destruidora para a construtora e cheia de esperança. Isso é Páscoa. É passar do mal para o bem, do egoísmo para o amor, do pecado para a liberdade dos filhos de Deus. Ressurreição, Cristo grita a vida. Eu sou a vida, vinde a mim.
Feliz Páscoa!

Um professor de filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro.

- Provem-me, por escrito, que esta cadeira não existe.

Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto.

No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras numa folha de papel e entrega-a ao professor...

Este, quando a recebe, não conteve um largo sorriso depois de ler: "Que cadeira?"