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Hoje os sinos tocam
pois na cidade há uma morte.
Sua face é irreconhecível
seu olhar se perde na brisa da manhã.
Um surto ameaçador,
uma sensação horripilante de temor de solidão.
Letras benditas
e papéis esvoaçantes
neles contém a resposta para a pergunta:
Por que?
Palavras de conforto
Silêncio implorando um curto tempo.
Memória perdida.

- Meus pêsames senhorita.
Nunca pensei que alguém pudesse velar sua pobre alma assassinada na chacina do amor.

No rosto pálido, reflete a dor de uma grande perda.

Hoje não tocam apenas os sinos da cidade,
mas também, os sinos do céu anunciando que lá se vai mais uma pequena alma para o inferno

E este anuncia:
Seja bem vinda a sua nova casa.

Uma das melhores demonstrações de afeto é o abraço, pode ser utilizado para caracterizar uma menor intimidade, mas também pode certificar um amor de verdade.

Muitas vezes ele ainda pode ser um ótimo remédio contra a tristeza e ansiedade, e dependendo da sua qualidade pode liberar nas pessoas envolvidas altas doses de felicidade.

Pode aliviar as dores de um coração machucado e se utilizado constantemente, pode até melhorar exponencialmente as chances de cura de alguém adoentado.

Se combinado com beijinhos amorosos pode conquistar facilmente o coração daquele amante apaixonado, mas neste caso é preciso ter cuidado, se as doses ultrapassarem as recomendadas, pode espantar o futuro namorado.

Faça do abraço uma arma poderosa contra a infelicidade, distribua o máximo que puder e certamente se tornará uma pessoa muito mais alegre e com o estoque cheio de vivacidade!

Mãe é única, insubstituível. Seu colo é o mais confortável, seu carinho e amor incondicionais e uma certeza ao longo da vida, e a saudade que ela deixa quando parte desta vida é inconsolável, eterna.

É uma saudade que pesa, que comprime, que sufoca, essa que eu sinto. É uma saudade que jamais será curada! Não enquanto eu caminhar com meus pés mortais, não enquanto respirar o ar da vida da sua ausência, minha mãe.

É a saudade que chega violenta quando procuro e não encontro seu olhar compreensivo. Quando preciso e não tenho mais os seus braços quentes de amor. Quando preciso escutar suas palavras sábias e carinhosas e apenas resta o silêncio.

Eu a amo tanto, mãe; antes, hoje e para sempre! É tão grande o vazio que você deixou na minha vida depois que Deus chamou você para junto d'Ele, e tão profunda a saudade que vive no meu peito.

Eu passo quieta por você, você passa quieto por mim, e eu ainda escuto o barulho que a gente faz.
E você já abalou tanto a minha vida. Que pena, agora você morreu.
Não morre, por favor. Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê.
Mas você nunca mais me olhou quase chorando, você nunca mais se emocionou, nem a mim.
Você nunca mais pegou na minha mão e me fez sentir segura. Nunca mais falou a coisa mais errada do mundo e fez o mundo valer a pena.
Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz.
De tanto treinar acostumei.
Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó.
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos.
O homem com o maior colo do mundo, para dar tempo de eu ser mulher, transar para sempre. Para dar tempo de seu ser criança, chorar para sempre.
Para dar tempo de eu ser para sempre.
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você.
Antes que eu morresse de amor. Matei você.
Eu sei que sou covarde. Surpreso? Eu não.

Tati Bernardi

Queria eu, ter a pureza de uma criança. Sorrir ao ganhar um presente sem se importar com o valor que foi gasto. Pegar o cobertor pela manhã e ir assistir o desenho favorito. Ir para a escola pensando em brincar. Chorar já com saudade da mãe ao vê-la se retirando para ir trabalhar. Gritar pelo nome do pai ao ter um pesadelo. Não se preocupar com os problemas do mundo, e sim com o horário do lanchinho da tarde.

Queria eu, ter a inocência de uma criança. Achar que sofrimento não existe, e que a palavra dor é só mais uma entre muitas outras. Acreditar que bicho papão só faz medo em desenhos, e que se por acaso ele surgisse embaixo da cama, o cobertor favorito me protegeria. Queria eu, ser feliz como uma criança. Se satisfazer com o abraço da mãe e a atenção do pai. Saltar de alegria ao saber que iria no parquinho. Rir até a barriga doer com as cócegas que a avó faz. Se aconchegar no colo da mãe enquanto a mesma conta a historinha preferida.

Queria eu, voltar a ser criança.

Laureane Antunes