Trabalho é glória. Quem trabalha Vive feliz, sereno e São. No ferro em brasa o homem que malha Busca a beleza e a perfeição.
Da boca ardente da fornalha Ergue-se o hino à criação, Fontes de heróis, que o suor orvalha, Os vossos louros aí estão.
Quem planta trigo a vida espalha Bendito seja quem faz o pão! É ouro em pó cada migalha, Vale um tesouro cada grão.
Pedra por pedra a alta muralha Ergue-se aos poucos do ermo chão, Louvado seja quem de palha Cobriu a tosca habitação.
Quem fez o pano que agasalha, Trançando o fio de algodão, Quem fez a alvíssima toalha. Quem vive negro de carvão.
A vida é áspera batalha Em que a arma rude é a rude mão, Bendito seja quem trabalha Pela grandeza e a perfeição.
Bendito seja a energia Que palpita em tua mão! Quem no trabalho porfia, Com o trabalho, dia-a-dia, Torna mais forte a nação.
Mulher não mente, e sim omite os fatos. Mulher não fofoca, mas sim troca informações. Mulher não trai, se vinga. Mulher não fica bêbada, entra em estado de alegria.
Mulher nunca xinga, apenas é sincera. Mulher não grita, apenas testa as cordas vocais. Mulher nunca chora, lava as pupilas dos olhos com frequência.
Mulher nunca olha para um homem sarado com segundas intenções, apenas verifica suas formas anatômicas. Mulher sempre entende o que homem diz, só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio.
Mulher não sente preguiça, descansa a beleza. Mulher nunca sofre por amor, e sim entra em contradição com os sentimentos. Mulher nunca engana os homens, apenas pratica o que aprendeu com eles.
Se pelas ruas vou caminhando meus olhos vão procurando tentando encontrar você Se pela manhã tem neblina e eu vejo um vulto na esquina, penso: Será você? Se a chuva cai lá fora e a saudade me devora é saudade de você Não vivo mais minha vida sinto que estou perdida perdida de amor por você.
Uma família se sentou à mesa, em determinada manhã, para tomar o café. Como era costume, o pai fez a oração de agradecimento pelo alimento, pedindo a Deus que abençoasse o que estavam comendo. Logo a seguir, porém, como era seu mau costume, começou a murmurar sobre os tempos difíceis e as lutas pelas quais estavam passando.
Reclamou da péssima comida que eram forçados a comer, da forma como ela era preparada e muito mais. Sua filha pequena, interrompendo-o, falou: "Pai, você acha que Deus ouviu o que disse há alguns minutos atrás"? "Certamente", respondeu o pai com ar confiante de um bom instrutor. "E Ele ouviu o que você disse sobre o café e o que comemos com ele"?
"Claro" o pai respondeu, mas não com tanta confiança como antes. Então, sua pequena filha perguntou novamente: " Então, pai, em qual de suas duas palavras Deus acreditou"?...
Será que temos o mesmo hábito ruim do homem de nossa ilustração? Ou confiamos em Deus ou não confiamos.
Não podemos agradecer por Seus cuidados e por suas bênçãos e continuar reclamando de tudo e de todos. Ou a nossa fé está firmada no Senhor, crendo que todas as coisas cooperam para o nosso bem ou precisamos rever a nossa maneira de encarar a vida e o que é, de fato real.
Quando o Senhor Jesus está em nossos corações, toda a nossa vida é repleta de prazer. Alegramo-nos tanto quando passamos por momentos de grandes vitórias e fartura como quando enfrentamos fracassos e escassez.
A nossa felicidade não depende do muito ou do pouco, de bonança ou de batalhas, de glórias ou anonimato, mas simplesmente de ter confiança e fé em Deus.
Momentos plenos...saudosos...
Um silêncio solidário... Ah...!!!
O calor de um aperto de mão...pensado, desejado...
Um sorriso de ternura..
Um sorriso...
hummmmm... Com gosto de...ah..!!!.
Eu quero...
Um sorriso doce... VOCÊ!
Um olhar de compreensão...
Um olhar de desejo...
Um olhar terno...
Um olhar de homem terno...
Um olhar menino
Um olhar...que me busca...
Que me quer!!
Um abraço...desejos contidos...
Encontro de almas!
Ah...!!! Assim sinto você!