O tempo é nosso irmão Doa-nos tudo em sua bondade Mostra-nos os caminhos e direções Na luta divina pela felicidade... Caminhando cheios de esperança...
Assim, vamos nós amigos, Cheios de encantos e embrulhos Crendo em Deus e na vida Lutando com fé força e ternura Vibrando na leveza dos suspiros.
Ser ou não ser! O que importa! É lutar com todas as armas Respeitar os outros crê na sorte Saber que somos carnes e almas E o futuro para nós é agora...
Inveja é uma eterna doença... Orgulho é algo aterrador Amarrando os sonhos da mente Apagando do peito o amor Matando da gente os sentimentos
Ame seja amado Seja feliz recrie seus objetivos Encha de luz a sua alma Encha de paz o seu dia Tome um banho de felicidade...
O "pequeno" cresceu. A mãe o ensinara a crescer... e crescer significa ser responsável tomando decisões e assumindo consequências.
Aprendeu. Cresceu tanto, que decidiu ir. Decidiu por si mesmo, sem perguntar se a mãe ia sofrer. Nem para a própria mãe e nem para ele mesmo.
– "Vou experimentar. Se não gostar, volto." Nem aquele: "você não fica triste?", de quando era pequeno. E a mãe racionaliza que é um direito dele querer ir e pensou:
– "Vai ser bom pra ele. – Que bom!" O menino aprendera a se respeitar, a seguir os próprios impulsos medindo as consequências por si mesmo.
Sentindo-se vitoriosa, a mãe constatou que conseguira ensinar, com simples palavras e atitudes, o que aprendera por si mesma a duras penas.
Racionalmente, tudo bem! Mas mãe, aquela que vem das entranhas, que gerou, que pariu, não consegue ver a pessoa do filho, mas a sua cria. É animal. Não animal sem alma, mas com um instinto tão forte que sufoca a razão.
A vitória se manifesta em choro. Saudade. De manhã, o barulhinho do chuveiro, o rock baixinho no quarto. À tarde, o telefone, sempre ocupado. De madrugada, a televisão ligada. Copos pelo chão. Tênis pelos cantos. O sono pesado e inconsequente da adolescência e juventude.
No armário vazio, só os cabides atestam: ele não mora mais ali. Vai voltar?... a mãe só sabe que o quarto vazio, irritantemente arrumado, dói demais... e vai doer ainda, até que a mulher consiga refazer a mãe dentro de si e fique apenas feliz porque o menino cresceu.
Um mês depois, a mãe encara o menino crescido. Não dói mais. Está refeita, plenamente feliz e sente orgulho, pois: O "pequeno" cresceu e não se foi... apenas mudou de endereço.
Meu caro leitor!
Se você não tem tempo nem oportunidade para consagrar uma dezena de anos da tua vida a uma viagem em volta do mundo para observar tudo o que um circunavegador pode aprender; se te falta, por não ter estudado por muito tempo as línguas estrangeiras, os dons e os meios de se iniciar nas mentalidades diversas dos povos que se revelam aos cientistas; se você não pensa em descobrir um novo sistema astronômico que suprima o de Copérnico, bem como o de Ptolomeu - então, se case; e mesmo que tenha tempo para viajar, dons para os estudos e a esperança de fazer descobertas, case-se do mesmo modo. Você não se arrependerá, ainda que isso te impeça de conhecer todo o Globo terrestre, de se exprimir em muitas línguas e de compreender o espaço celeste; pois o casamento é e continuará a ser a viagem da descoberta mais importante que o homem pode empreender; qualquer outro conhecimento da vida, comparado ao de um homem casado, é superficial, pois ele e só ele penetrou verdadeiramente na existência.
Immanuel Kant
Geralmente, as pessoas inferiores são aquelas que rotulam as pessoas de acordo com a cor da pele de cada um; da situação financeira que elas demonstrem, do partido político a que pertençam; da opção sexual que manifestem, do nível escolar que adquiram, do credo religioso que pratiquem; etc. Assim sendo, não resta dúvida que esse grupo de seres egoístas, complexados e preconceituosos representa o que há de mais sórdido e inferior na humanidade.
Por mais longo e difícil que esteja sendo seu caminho, o mais importante você já fez: dar o primeiro passo. O que custa de verdade é ter a coragem de arriscar e iniciar um percurso desconhecido. O resto são obstáculos que sempre surgem em qualquer caminhada.
Quando se sentir sem forças ou prestes a parar, olhe para trás e veja tudo que já venceu. Hoje você está mais perto que nunca do prêmio que tanto deseja. Foque-se no que realmente importa e jamais pense em desistir.