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Final de semana é tempo de relaxar, de descansar! É o precioso tempo de ociosidade que todo mundo precisa para enfrentar os dias de trabalho. Guarde os finais de semana para ter momentos de lazer, de descontração, para fazer coisas que não consegue fazer durante a semana.

Trabalhar é importante, e dignifica o homem, mas sábado e domingo são dias valiosos. Uma pessoa que dedica o seu tempo apenas ao trabalho tem uma vida mais pobre, e acaba tendo como única riqueza o dinheiro. Por isso, trabalhe duro durante a semana para poder descansar no final da semana. Se você for disciplinado, raramente precisará trabalhar aos finais de semana. Ora, até Deus descansou depois de uma semana de trabalho!

Aproveite o final de semana. Cultive tempos de ócio, encontre uma atividade que lhe traga prazer e crescimento pessoal, tome sol, prepare uma sobremesa saborosa, passeie com o seu cachorro, monte Lego com os seus filhos ou sobrinhos, ligue para um velho amigo, visite a sua avó, faça pequenas viagens. Aproveite a vida, mas também não guarde a sua felicidade apenas para os finais de semana. Tente encontrar alegria e satisfação nas suas atividades diárias, assim o seu tempo é mais produtivo e a sua semana se torna melhor!

Já tive amores, amores que duraram anos, meses e dias.
Já tive paixões, paixões que duraram uma noite,
mas paixões inesquecíveis que marcaram e vão marcar para sempre na minha vida.
Já me apaixonei por um garoto de chorar por ele.
mas existe aquele ditado: ''nunca chores por amor, pois a única pessoa que merece tuas lágrimas jamais te fará chorar!''
é aquela coisa quando amamos, não importa...
classe, idade, tamanho, jeito de ser, a cor...
o que vale nesse jogo é o ''amor.''

Foi assim... Que te conheci Olhei, parei, pensei e Gostei de você.
Foi assim... De repente De repente como uma luz Que rapidamente clareia e Invade a escuridão.
Foi assim... Foi sem planos, Foi real ou foi engano? Não sei como explicar! Talvez tenha sido atração Talvez tenha sido somente ilusão. Talvez! Talvez! Só sei que foi forte demais
Foi assim... Você entrou na minha vida Na forma de um estopim Sem pedir permissão Deixou feridas No fundo do meu coração.
Foi assim... Quando você apareceu O meu corpo no seu corpo Logo o fogo se acendeu A noite virou dia Outra vida você me deu.

A vida caminha precipitadamente. Perseguimos alguns esquemas flutuantes ou somos perseguidos por algum medo ou autoridade atrás de nós. Mas, se, de repente, encontramos um amigo, paramos; o nosso calor e a nossa pressa se tornam ridículos. Ora a pausa, ora o domínio são necessários e também a força para encher o momento dos eflúvios do coração. O momento é tudo, em todas as relações nobres.
Uma pessoa divina é a profecia do espírito; um amigo é a esperança do coração. A nossa ventura espera pela concretização destas duas em uma.

Os séculos estão a dilatar essa força moral. Toda a força é a sombra ou o símbolo daquela. A poesia é alegre e forte quando extrai nessa fonte a sua inspiração. Os homens só inscrevem os seus nomes no mundo quando estão cheios deste. A história tem sido ignóbil; as nossas nações têm sido a gentalha; nunca vimos um homem: essa forma divina que ainda não conhecemos, mas apenas o sonho e a profecia de tal; não conhecemos os modos majestosos que lhe são peculiares e que acalmam e exaltam o observador.

Um dia veremos que a energia mais particular é a mais pública, que a qualidade afina com a quantidade e a grandeza de carácter atua na sombra e socorre aos que nunca a viram. O que de grandeza já apareceu são os princípios e estímulos para que prossigamos nesse sentido. A história daqueles deuses e santos que o mundo tem escrito, e depois adorado, são provas de carácter.

Ralph Waldo Emerson

Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir.
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar

Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,
E que está em algum lugar me esperando
Embora eu ainda não a conheça?

Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... Um acidente de carro.
O coração que se recusa abater no próximo minuto,
A anestesia mal aplicada,
A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...

Oh morte, tu que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem,
Nos meus filhos, na palavra rude
Que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...

Raul Seixas