Quando você se observar,
à beira do desânimo, acelere o passo para frente,
proibindo-se parar.
Ore, pedindo a Deus mais luz
para vencer as sombras.
Faça algo de bom,
além do cansaço em que se veja.
Leia uma página edificante,
que lhe auxilie o raciocínio na mudança
construtiva de ideias.
Tente contato de pessoas,
cuja conversação lhe melhore
o clima espiritual.
Procure um ambiente,
no qual lhe seja possível ouvir palavras
e instruções que lhe
enobreçam os pensamentos.
Preste um favor, especialmente aquele
favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo, buscando reconforto
naqueles que atravessam dificuldades
maiores que as suas.
Atenda às tarefas imediatas que esperam por você
e que lhe impeçam qualquer demora
nas nuvens do desalento.
Guarde a convicção de que todos estamos
caminhando para adiante, através de problemas e lutas,
na aquisição de experiência, e de que a vida concorda
com as pausas de refazimento das nossas forças,
mas não se acomoda com a inércia
em momento algum.
Chico Xavier
Minha querida irmã, sei que não compartilhamos o mesmo sangue, que não nascemos da mesma mãe, mas é muito frequente eu esquecer essa realidade, pois desde que conheço você que a vejo como minha irmã, pouco importando as circunstâncias que fizeram de você minha irmã.
Nossa história se construiu com muito amor, muitas aventuras, muitas brigas também, e tudo isso ajudou a fortalecer o laço que nos une e para sempre nos unirá. Ter crescido ao seu lado é para mim um orgulho muito grande, e ter você como irmã é um tremendo privilégio.
Podemos não ser irmãs de sangue, mas somos irmãs e amigas onde importa, no coração e para toda a eternidade! Eu amo muito você, não apenas por ser minha irmã, mas porque em você reconheço uma pessoa extraordinária, maravilhosa, sublime!
Lembro-me do dia em que os nossos destinos se cruzaram. O dia em que olhaste para mim pela primeira vez. O dia em que me viste e ficaste interessado...
Lembro-me também do tempo em que andaste atrás de mim, da tua paciência, da esperança, das declarações e das palavras...
Lembro-me de quando comecei a olhar para ti de uma forma diferente, quando comecei a sentir algo por ti...
Mas o dia mais lindo foi aquele em que me beijaste pela primeira vez, o dia em que aceitei namorar contigo. Foi um dia muito especial, foi um dia em que não consegui dormir de tanta felicidade. Um dia em que o meu coração batia muito forte, e percebi que era a chegada do amor em mim.
Amor este que dura até hoje. Amor este que sofre, que se machuca, mas não morre.
Lembro-me também do dia em que me declarei para ti de verdade, o dia em que disse que te amo. O dia em que disse que não vivo sem ti.
Foi um dia em que disseste também que estavas a sonhar e que não querias acordar desse sonho. E hoje vejo que tinhas razão, porque tudo aquilo foi um sonho tornado realidade, um sonho lindo e romântico.
Um sonho do que só eu mesmo sei o quanto sinto falta, do que só eu mesma sei o quanto foi bonito para mim.
Mas enfim... Eu sei que dentro de mim ainda ficou o amor. Dentro de mim ficou a lembrança de como tudo começou, a lembrança de como se cruzaram os nossos corações e sobretudo os nossos destinos.
E é uma lembrança permanente, que não se apagará nunca mais de mim, até a eternidade.
Te Amo!
Vivemos em uma sociedade que releva a importância da raiva e a beleza da vingança. Vemos isso nos filmes, na televisão, em videogames. A raiva é um veneno que desperta o animal em nós, os instintos primitivos que estão acorrentados no nosso coração.
Apesar disso, eu acredito que não é errado sentir raiva. Todos nós temos esse tipo de sentimento às vezes. Ter raiva ao presenciar alguma injustiça até pode ser bom. É sinal que não estamos dormentes e que a nossa bússola moral continua funcionando.
Errado é deixar que a raiva assuma o controle da tua vida e te leve para onde quiser. Porque a raiva é um péssimo motorista que só sabe o caminho para a destruição.
Então nunca deixe a raiva se apoderar de você, porque em poucos segundos ela pode destruir a sua vida e a de outras pessoas. Mas isso não significa que você deve ser passivo e deixar passar em claro as atitudes perversas dos outros.
As respostas não violentas são quase sempre mais eficazes, assim como um sussurro pode ser muito mais forte do que um grito.
Uma noite de verão um jovem que vivia na Escócia, em sua caminhada de volta para casa vindo do povoado onde trabalhava, decidiu pegar um atalho.
Aquela região era conhecida pelas abandonadas pedreiras de rocha calcária, que formavam enormes abismos. Ele sabia que passaria próximo de uma destas pedreiras, mas também sabia que seria tranquilo. A noite era negra, sem estrela nem luar para ajudar a visão, mas o jovem seguiu entre rochas e arbustos.
Repentinamente ouviu uma voz chamar com grande urgência, - Peter! Ele se assustou mas parou e respondeu, - Sim, quem é? O que quer?
Não houve resposta – somente a brisa suave.
Percebeu que tinha se equivocado e deu mais alguns passos. Então ouviu a voz outra vez, desta vez parecendo mais urgente que a primeira:
- Peter!
Ele parou morto de medo, curvou-se para a frente tentando perscrutar na escuridão e ajoelhou. Estendeu a mão para tatear o chão à sua frente, mas só encontrou o vazio. Era a pedreira! De fato, quando Peter cuidadosamente apalpou o terreno à sua volta, percebeu que estava parado na borda da pedreira abandonada, a um curto passo antes de um mergulho fatal no abismo. No meio da escuridão, naquela área desolada, alguém o conhecia e alguém se preocupou com ele.
Peter Marshall nunca se esqueceu do incidente. Dedicou sua vida a quem tinha lhe chamado pelo nome e se tornou um grande evangelizador. Você já percebeu que Deus também lhe conhece pelo nome – e sabe tudo sobre você?