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Outras Mensagens

Achei um segredo
Descobri um medo.

Achei um pedaço
da saia da
Rainha Pinga Minga
Tem junto uma mandinga.
Cruz Credo! Não abri ainda!

Achei a calcinha da
Branca de Neve
Quem achar pode usar
Será que me serve?

Achei o penico do
Feiticeiro da Barba Pouca
O penico é de ouro
Deu no touro
Será penico
ou será tesouro?

Achei um brinco da Cinderela
Guardei tão bem guardado
num cofre inventado,
que nunca mais encontrei.
Será que eu sonhei?

Passamos a vida em busca da felicidade. Procurando o tesouro escondido. Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade. Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva em um passe de mágica. E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.

E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes. Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes. Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.

Uma busca infinda. Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto. Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos. Mas há uma forma melhor de viver!

A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para termos alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em nos satisfazer com o que temos e com o que não temos. Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo nenhuma fortuna satisfaria um inconformado.

As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes. Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida. Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo. Desejo muitas Felicidades!

O céu estava claro, A lua quase dourada... Ali no campo, eu e ela, E não se via mais nada! A pele suave, As ancas expostas, E eu tocando de leve O macio de suas costas... Não sabendo começar, Olhei o corpo esguio. Decidi por as mãos Sobre seu peito macio... Eu sentia medo! Meu coração forte batia, Enquanto ela bem lentamente, As firmes pernas abria... Vitória! Eu consegui! Tudo então melhorou... Pelo menos desta vez, O líquido branco jorrou! Finalmente tudo acabou, Mas quase que eu saio de maca. Foi assim a primeira vez...
Que eu tirei leite de uma vaca!
Você pensou que fosse o quê?

Amor virtual!
Você entrou em mim devagar, a murmurar palavras que entraram em minha alma, me deixou apaixonada, morrendo de saudades. Ah, como queria arrancar você do meu peito, para não sentir esse desejo que me consome todos os dias.
Meu amor virtual, será que deixei um pouquinho de saudades?
Meu querido, como te desejo, queria colar no seu peito, beijar sua boca e murmurar no seu ouvido como o desejo! Mas apenas sonhos e ilusão, mesmo assim não quero te esquecer.

Disse o poeta que as cartas de amor são ridículas. Quem me dera que Deus me desse a capacidade de escrever uma carta de amor ridícula. Mas não, não é por falta de amor, é por transbordar de amor! Sinto que o que sinto não tem palavras que consigam expressar.

Sei que os poetas usam paisagens bucólicas e muitas metáforas para declarar o amor. E se os poetas usam verbos no pretérito mais que perfeito, deve ser porque mais que perfeito é o amor. Sei também que os românticos usam expressões pouco habituais, e falam muito de sensações, usam muitos adjetivos e metáforas em suas cartas de amor.

Será que eu poderia inventar um alfabeto para declarar o meu amor por você? Ou seria melhor tentar expressar o meu sentimento com um desenho ou uma canção?

Um dia talvez eu encontre uma forma de expressar o que sinto por você de forma poética. Mas por enquanto, não tenho maneira mais simples, direta e romântica do que dizer na língua de Camões: "Amo-te"!