Que Deus te cuide com carinho, que te indique o melhor caminho, que te ensine sobre o verdadeiro amor, que te perdoe quando preciso for.
Que Deus te dê asas para voar, nos sonhos te ajude a pousar, mas, também te mostre a realidade que terás que enfrentar, por nada recuar.
Que Deus te dê forças para encarar tudo aquilo que não tens, como mudar ou sequer adulterar.
Que Deus te dê saúde, que teu corpo, por dentro nunca mude e que ao envelhecer tu possas dizer, que tua maior felicidade foi viver.
Que Deus te faça compreender porque amanhece antes de anoitecer, porque o sol se esconde quando a lua quer brilhar, e porque o sol brilha quando ela vai descansar.
Que Deus te ensine sobre dignidade, sobre a força e a fragilidade, sobre a coragem e a honestidade.
Que Deus te ofereça amigos verdadeiros e que tu saibas cultivar, cada amizade que em tua vida Ele plantar.
Que Deus te ensine a fé, que te faça crer em Jesus, e que te permita aceitar que por pior e mais pesada que seja a cruz, que tenhas que carregar, com o peso que teve a Dele, nunca será!
Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que
continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranquilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos.
Outro dia perguntei a uma enfermeira do Plano Espiritual que tem velado por mim qual irmã devotada.
- Estou perto da morte?
- A resposta não me cabe. O negócio de morrer somente Deus é que sabe.
Minha tarefa é ajudá-lo a viver.
Às vezes, num momento de fraqueza cometemos muitos erros.
Você ficou triste diante da minha atitude e com isso fez o meu arrependimento ficar ainda maior.
Nunca tive a intenção de magoar você e reconheço que não vai ser fácil e simples reconquistar a sua confiança.
Eu estou ansioso na esperança de que você possa compreender e aceitar as minhas desculpas.
A sua amizade e o seu companheirismo e respeito são marcantes em minha vida. E para falar a verdade, não se encontra a todo momento esse tipo de sentimento.
Mais uma vez, eu te peço desculpa por um ato impensado.
Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias Do despontar da existência!
Respira a alma inocência Como perfumes a flor. O mar é lago sereno, O céu um manto azulado, O mundo um sonho dourado, A vida um hino de amor Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia
Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado destrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã!
Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, Pés descalços, braços nus Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar. Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!