Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive neste lugar?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?- perguntou por sua vez o ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou: – A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
– Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.
"Somos todos viajantes no tempo e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos."
Senhor,
fazer que calmamente
eu preencha meus dias,
tal como o mar lentamente
recobre toda a praia.
faze-me humilde
como mar quando silencioso e ameno
avança sem se fazer notar.
Dá-me a graça de esperar meu irmãos
medir meus passos pelo deles,
para com eles subir.
Concede-me a perseverança
triunfante das ondas.
fazer com que cada um de meus recursos
seja ocasião de subida.
Dá a meu rosto a claridade das águas límpidas,
a minha alma a brancura da espuma.
Ilumina minha vida com os raios de Teu Sol
fazem cantar o espelho das águas.
Mas, sobretudo, Senhor,
fazer que eu não guarde para mim
esta luz, e todos os que de mim
se aproximarem
voltem à casa ávidos de se banharem
na Tua graça eterna.
Porque às vezes um abraço é capaz de dizer mais que muitas palavras, aproveite todas as oportunidades para abraçar aqueles que ama!
Certa vez, há muito tempo atrás, um pequeno caule de parreira estava muito alegre por estar vivo. Bebia água e minerais da terra e cresceu e cresceu. Era jovem e forte e pode se arranjar bem... Tudo por conta própria.
Mas então, o vento foi cruel, a chuva foi hostil, com a neve não tinha nenhum acordo, e o pequeno caule de parreira sofreu. Ele ficou caído, frágil e sofrido. Seria bem mais fácil parar de tentar crescer, parar de tentar viver. E o caule de parreira estava infeliz! O inverno seria longo e o caule estava cansado.
Mas então o pequeno caule de parreira ouviu uma voz. Era outro caule de parreira chamando por ele... – Aqui, estique-se... Pendure em mim. Mas o caule hesitou.
– O que isto queria dizer? Ele pensou. Pois veja você, o pequeno caule sempre tinha se virado bem... Tudo por conta própria.
Mas então, muito cautelosamente, se esticou em direção do outro caule de parreira. – Veja, posso ajudá-lo, o outro disse. Apenas se enrosque em mim e eu o ajudarei a se levantar.
E o pequeno caule confiou... E repentinamente pode ficar reto outra vez.
O vento veio... E a chuva... E a neve, mas quando vieram, o pequeno caule de parreira se agarrava a muitos outros caules. E embora os caules fossem sacudidos pelo vento e congelados pela neve, eles se mantinham fortemente unidos um ao outro. E em sua incansável força... Puderam sorrir e crescer.
E então, um dia, o pequeno caule de parreira olhou para baixo e viu um minúsculo caule, oscilando, assustado. E nosso pequeno caule de parreira disse, – Aqui, pendure-se em mim... Eu o ajudarei.
E o outro caule alcançou nosso caule de parreira, e junto todos os caules cresceram.
Folhas brotaram... Flores surgiram... E finalmente, uvas se formaram. E as uvas alimentaram a muitos. Foi preciso apenas que os caules se ajudassem.
Eu vivia triste e amargurada sem sentir as grandes emoções que a vida oferece, então alguém disse: VIVA.
Eu vivia triste no mundo e via os silêncios noturnos de minha vida, continuei e disseram-me: AME.
Eu amei com todas as forças do meu coração e tive todas as sensações de amar, de ser amada, tive todas as sensações, mas veio a decepção e a dor de quem ama e de ser enganada, mas vieram e me disseram-me: PERDOE.
Eu perdoei e senti nas mãos, a mais pura de meu ser de nobreza, de quem ama e perdoa, mas o vazio da vida continuou e finalmente disseram-me o que eu mais temia: ESQUEÇA.
Eu através de minhas lágrimas respondi:
EU VIVI;
EU AMEI;
EU PERDOEI;
MAS ESQUECER, JAMAIS ESQUECEREI.