Eu não posso ser chamada de vencedora sem partilhar o mérito da minha vitória. Tudo o que eu consegui, apesar das muitas dificuldades, foi o resultado do meu esforço, mas também da força que você sempre me deu.
Quem tem uma amiga como você jamais pensará em desistir! Eu te agradeço por sempre ter transmitido confiança para mim e por ter sido a primeira pessoa a acreditar em minhas capacidades.
Não tenho nada mas tudo que quero se faz presente aquecendo minha alma alimentando meu dia mesmo que meus bolsos continuem vazios... Meus amores se perdem em meio há multidão alguns dividem sonhos outros apenas deixam o amargo sabor da desilusão sempre me entrego inteira sem mirar o abandono.
Sofro... com o coração mudo espero o tempo amenizar a dor se perdoo ou não... Não paro para analisar só não me deixo despencar no precipício, que a mente cria, para suicidar a alma.
E assim passo os dias no calendário do meu viver uns são desérticos, silenciosos outros, imperam ruídos de espectros alguns explodem em luz e cores mas, todos tem momentos de paz pra renovar a alma!
Apenas me deixo viajar neste comboio pela vida onde episódios correm soltos por corredores, ora sombrios ora iluminados... Deixando rastros invisíveis aos olhos de meros mortais!
Hoje é o dia da saudade, é!
Hoje é feriado é o dia da saudade
Hoje eu vou beber para celebrar
O aniversário de seu Gaspar
Deve ter festa em algum lugar...
Hoje é feriado é o dia da saudade
Hoje não tem aula pra garotada
Velhas de varizes na calçada,
Só na saudade
Para o campeão do melhor glutão
Um pé de macarrão
O palhaço que come lixo
Limpa a avenida para o bloco
Do chorão passar
Hoje é feriado é o dia da saudade!
Hoje você é um amigo invisível aos olhos
Mas seu poder de realização é intenso
Pois consegue tornar um carinho amigo,
em algo sempre visível e inesquecível
Fazendo assim, pulsar e vibrar alegremente meu coração.
Se no passar dos anos,
o tempo conseguir estas mesmas palavras do papel apagar,
Tente buscá-las novamente na tela do meu olhar.
Elas com certeza, lá estarão.
Todas, sem exceção.
Prontas para serem lidas, ou quem sabe ainda,
inseridas por você, ao mais belos de seus arquivos...
O seu pensamento.
Se ainda, as palavras forem todas para este arquivo
movidas pelo cursor deste mesmo carinho,
Mais força ainda terão e lá permanecerão,
até o momento que você desejar.
Cuide apenas para que,
o mais temido e conhecido
dos vírus chamado esquecimento,
não tente por lá passar
Pois age como um vento devastador.
Que quando passa, só o que nos deixa
São rastros de muita dor...
Feliz Dia do Amigo!
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável.
Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto.
Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.