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Não é a dor que quero entender (essa dói e pronto), mas esse mistério de duas almas que não se tocam no físico e têm quase uma unidade na imortalidade.
Mas é isso que quero! Você me ama? Você quer construir uma vida comigo? Tem desejo e sabor? Eu sinto que você me quer, precisa de mim, mas será que eu estarei ao nível de suas expectativas?
Eu queria uma certeza, quantas vezes vislumbrei o que seria o derradeiro e nem início era. Quantas vezes esperei contar e só senti se afastarem e eu ficar no chão... Eu quero a certeza do absoluto. A afirmação positiva.
Não quero os sonhos dos loucos, nem a vontade dos sem-alma. Eu quero a certeza da vida. A afirmação do amor. Não apenas um amor carnal e dirigido, mas do sentimento verdadeiro que se entranha na alma e que não existam mágoas, que não dissolva.
Quero ter a certeza premonitória que posso mergulhar, que não encontrarei uma pedra. Quero a certeza da luz que não se machuca nos espinhos, penetra as sombras, não se inibe no mar... Ou a certeza ou nada! Duas almas que constroem uma estrada juntos, não sabem como esse trajeto será, mas apenas têm uma certeza quase sobre-humana que têm que construir juntas.
São vidas independentes, mas harmônicas. São autônomas, mas responsáveis. Consistentes no que sentem e têm a certeza do que realmente sentem. Não é um "eu acho", "pode ser", "quem sabe", vamos tentar", "se der certo"... É a certeza que só o verdadeiro amor tem. Que não tem fronteiras, nem modos, um amor que não espreita, não sucumbe, nem apenas existe para satisfazer nossos pequenos egoísmos.

Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é.
Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão.
Seu focinho é úmido e fresco.
Eu beijo o seu focinho.
Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito.
A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave.
Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome.
Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai.
Se ele fareja e sente um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e ai.
Aviso também que não se deve temer seu relinchar: A gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.

Queria prima, desejo que hoje seu dia seja radiante de luz, paz e amor. Que receba muitas homenagens sinceras e que não faltem o carinho e a companhia dos que mais ama. Feliz aniversário!

Pessoas especiais e generosas como você merecem dias igualmente especiais, assim como toda felicidade do mundo aos seus pés. Que assim seja, prima, e que seu caminho seja longo e sempre muito feliz! Parabéns prima!

Todo tipo de amor é um balde de cura para todos os males... Ame algo todos os dias e essa energia não deixará a tristeza chegar. É um exercício constante.

O papo de dois bêbados:

– Por que é que você bebe?
– Para afogar as mágoas!
– E resolve?
– Que nada! Elas aprenderam a nadar!