Mensagens de Morte

A morte nos rouba aqueles que amamos, nos causa um sofrimento tremendo, mas há algo que a morte não pode, e é roubar-nos da lembrança daqueles que partem. Através da memória dos que ficam, quem se foi jamais desaparece para sempre. A sua marca continua viva na nossa saudade, amor e lembranças.

Então, hoje relembremos com carinho e amor todos aqueles que vimos partir. Prestemos homenagem às suas memórias, ao que foram em vida, ao legado que deixaram e do qual todos que os amávamos fazemos também parte.

A morte pode ser um golpe terrível de suportar, mas nunca pode ser um adeus definitivo, mas sim uma despedida temporária. Quem partiu apenas seguiu caminho primeiro, e enquanto não nos voltarmos a encontrar a melhor forma de manter essa pessoa presente é recordá-la com carinho, e assim também confortar a saudade que ela deixou.

Abandono... Medo... Solidão... Melancolia... Morte... Matar... Culpa... Suicídio...
É assim que começa
Você se sente abandonado...
Parece que ninguém se importa
Ou será que realmente não se importam?
Você sente medo...
Medo de ser só... medo de ser nada...
Medo de sentir medo... Medo de cair... de se afogar
Você se sente só...
Solidão parece ser tudo.
Você não quer e nem tem ninguém por perto...
Pois essas coisas te atrapalham, te incomodam...
Mas sozinho você chora... Se culpa sem motivo
Se sente infeliz... tem medo.
Agonia... Melancolia...
Elas te atacam e você está sozinho...
Sem ninguém... ninguém vai te ajudar
E você não demonstra o que sente...
Guarda tudo dentro de si
A raiva, o ódio, o medo...
O amor...
Amor não correspondido..
Ele te sufoca... quase te mata...
Você pensa em morte...
Quer se matar... se suicidar...
A culpa te ataca novamente... você se culpa sem motivo...
Você tenta fugir... Mas foge da vida.
SUICÍDIO
A morte te conforta... mas você não quis fugir.
Quis apenas aplacar a dor
Que te consome dia após dia...
Te matando... tirando suas forças...
Tirando sua alma...

"O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade, é o cão.

- Senhores Jurados, o cão permanece com o seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente. Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo. Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol na sua jornada através do firmamento. Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra seus inimigos. E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os seus amigos sigam seu caminho: lá, ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes, mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte."

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador George G. Vest (então advogado), que representou o proprietário de um cão morto a tiros, propositalmente, pelo vizinho. O fato ocorreu há um século na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O senador ganhou o caso e hoje existe uma estátua do cão na cidade e seu discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça da cidade.

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados,
Para chorar e fazer chorar,
Para enterrar os nossos mortos -
Por isso temos braços longos para os adeuses,
Mãos para colher o que foi dado,
Dedos para cavar a terra.
Assim será a nossa vida;
Uma tarde sempre a esquecer,
Uma estrela a se apagar na treva,
Um caminho entre dois túmulos -
Por isso precisamos velar,
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.

Não há muito que dizer:
Uma canção sobre um berço,
Um verso, talvez, de amor,
Uma prece por quem se vai -
Mas que essa hora não esqueça
E que por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.

Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre,
Para a participação da poesia,
Para ver a face da morte -
De repente, nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte apenas
Nascemos, imensamente.

Quando alguém que amamos morre, é como se uma parte de nós também morresse. Um vazio instala-se no peito. A dor se mistura com a revolta de já não termos o ente amado ao nosso lado, de já não podermos tocar na sua mão, abraçar e lhe dizer palavras doces.

A morte de um ente amado é uma dor inigualável, que fere a alma e deixa sempre uma cicatriz. Mas um dia o sofrimento agudo há de transformar-se aos poucos em uma saudade doída que está quase sempre a latejar, até se tornar saudade e bem querer que já não martela os sentimentos todo o dia.

Com o tempo a dor e a ausência causadas pela morte viram apenas uma forte saudade que aparece por causa de uma antiga fotografia, um velho baú de recordações, uma história relembrada ou um cheiro que surge do nada. A saudade é memória das coisas boas que ficam guardadas no fundo do peito. Às vezes aperta, mas não dói mais.

Você sabe por quê o mar é tão grande Tão imenso Tão poderoso É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro. centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha. Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte. A queda faz parte. A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente. Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer. Impossível ganhar sem saber perder. Impossível andar sem saber cair. Impossível acertar sem saber errar. Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará. Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder. E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade o ganho e a perda... o acerto e o erro... o triunfo e a queda... a vida e a morte.

Não tenho pais, faço do céu e da terra os meus pais;
Não tenho lar, faço do meu corpo o meu lar;
Não tenho poder divino, faço da honestidade meu poder;
Não tenho meios, faço da docilidade meus meios;
Não tenho poder mágico, faço da personalidade minha magia;
Não tenho vida nem morte, faço do tempo a minha vida e minha morte;
Não tenho corpo, faço da fortaleça meu corpo;
Não tenho olhos, faço do relâmpago meus olhos;
Não tenho ouvidos, faço da sensibilidade meus ouvidos;
Não tenho membros, faço da prontidão meus membros;
Não tenho leis, faço da autoproteção minha lei;
Não tenho estratégias, faço da liberdade de matar e ressuscitar minha estratégia;
Não tenho forma, faço da astúcia minha forma;
Não tenho milagres, faço da justiça meus milagres;
Não tenho princípios, faço da adaptabilidade meus princípios;
Não tenho táticas, faço da rapidez a minha tática;
Não tenho amigos, faço da minha mente meu amigo;
Não tenho inimigos, faço da imprudência meu inimigo;
Não tenho armadura, faço da benevolência e da retidão minha armadura;
Não tenho castelo, faço da mente indomável meu castelo;
Não tenho espada, faço do sonho da minha mente minha espada.

A morte é o destino de todos nós. Ninguém lhe pode escapar, e na hora do adeus final todos somos iguais. Ela causa profunda dor, desespero, lágrimas e eternas saudades.

A morte provoca perdas irreparáveis e despedaça corações, mas ela há algo que ela não pode, e é apagar das nossas mentes e corações a lembrança e o amor daqueles que ela nos rouba.

Assim, quem realmente é amado jamais morre, jamais desaparece completamente. Sua memória prevalece na nossa saudade e pode atravessar gerações mesmo depois de ter falecido.

Essa é a melhor homenagem que podemos dar a quem vemos partir antes de nós. Lembrar sempre com carinho. Contar suas histórias. Recordar as datas importantes.

Dói muito ficar sem aqueles que amamos, mas o sofrimento é menor se pensarmos que é um adeus temporário, que apenas partiram primeiro, e se mantivermos sua memória viva.

Nós nem nascemos e já estamos morrendo!
Que dilema é esse? Vida e morte presentes em nossa vida!
Houve um tempo em que poderíamos ter vividos só na vida, apesar da morte ser um novo começo.
A cada ano, mês, dia, hora, minuto, segundo, milésimo de segundo...
Nós estamos morrendo, e a maioria de nós está desperdiçando esse tempo com nada, besteira.
Deixa de viver sua vida com o que realmente é prazeroso, para dar importância ao que os outros pensam ou querem que você faça.
Gente a vida é uma só, não é para se lamentar pelo que se fez ou que não fez, pelo contrário tente mudar aquilo que você acha que é para mudar.
Viva sem ter medo de errar, pois quanto mais medo você tiver mais você vai errar e a cada erro que for cometido será um lamento que você sofrerá.
A vida é como uma montanha russa, cheia de altos e baixos, você poderá ter medo em alguns trechos, irá rir em outros ou não sentir nada, mas uma coisa é certa você terá uma lição que poderá passar aos demais e um dia ao olhar para traz você dirá:- Essa história fui eu quem fez e não desperdicei nenhum milésimo da minha vida lamentando o que passou e sim fazendo acontecer da maneira que nenhuma outra pessoa já fez!
Essa é a marca que eu quero deixar no mundo, todos saberem o que sou e o que pude fazer para não desperdiçar minha vida com o que pode me fazer criar cabelos brancos, ah e sem falar que preocupação envelhece!

Não olhe a tristeza do homem destruindo uma floresta, olhe sim a beleza de uma flor brotando...
Não sinta a chuva ácida queimar as coisas, sinta o frescor de uma chuva após um dia quente...
Não imagine a poluição dos mares e nas praias, mas imagine o nado de um golfinho numa água cristalina...
Não escute o barulho de uma máquina barulhenta, escute sim o canto dos pássaros em uma floresta...
Não fique triste com um amor que te deixou, mas fique alegre com os com os amores que ainda estão por vir...
Não chore por uma morte de uma pessoa querida, de gargalhadas por uma vida nascida...
Muitas pessoas só se lembram das coisas ruins do mundo, das tristezas que o mundo oferece;
Temos que lembrar que o mundo não é perfeito, mas que existem coisas perfeitas nele.
Existem coisas maravilhosas neste mundo, aproveite sua vida observando as coisas lindas deste mundo, pois a vida é curta e depois da morte, ninguém sabe o que esta por vir;
Talvez um lugar melhor que este, ótimo, esperamos que sim, mas também pode ser um lugar pior, ou que não seja nada. Veja a felicidade nas coisas simples pois a felicidade é simples, não tente complicar uma coisa simples, pois a simplicidade é o caminho para a FELICIDADE.

Olha para a tua morte e nela suspira,
Delicia-te com o desejo obscuro, insano
Porém completo, real, concreto...
Não vejas estrelas e sequer imagina demônios
A paz eterna, nada mais...
O silêncio, o vazio, a súplica...
Sem medo, dor e perda...
Sequer alegria e o menor desejo...
Mas o tudo que a apatia necessita
Para sua repleta felicidade,
Nada temas, o que tens para temer?
A paz faz com que teu sangue corra frio?
O silêncio torna bambas as tuas pernas?
Não! Em um mundo perfeito sonhas em viver...
O sonho da paz mundial lês nos jornais...
E nela (a morte) terás a felicidade repleta...
Não chorarás, não sofrerás e nunca sorrirás...

É com muito pesar que informamos sobre a morte do nosso grande amigo e companheiro de jornada. A sua morte nos pegou de surpresa e o levou de nós repentinamente. Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz, e que Deus dê conforto à sua família para que possam enfrentar esta imensurável dor com serenidade.

Agradecemos imensamente o tempo que pudemos conviver com ele, que será sempre lembrado pelo profissionalismo, honestidade, lealdade, inteligência, competência e sensibilidade para lidar com as adversidades e conflitos humanos. Devemos sempre lembrar que Deus quer ao seu lado os melhores, e com certeza o nosso amigo já está ao lado do Senhor cumprindo uma nova missão.

Deixamos os nossos mais sinceros pêsames aos familiares e amigos.

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.

William Shakespeare

Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade

Um ancião entoava de alegria, a margem do caminho, e cantava um hino de louvor a vida.
Um passante pessimista, magoado com tanto júbilo, indagou-lhe agressivo:
– Por que tal felicidade? Será porque a morte já te espreita?
– Não é por isso, mas por outros três motivos, respondeu o idoso. Primeiro, porque num universo onde a vida entoa, só o homem pensa e eu sou um homem. Segundo, porque a dúvida que a tantos atormenta, não encontra agasalho em mim: sou um homem de fé. E, por fim, porque todos sabemos que o corpo é de breve duração e eu sou um homem que tem vivido muito. A morte, que a todos espreita em todas as idades, ainda não se recordou de mim. Quando, porém, chegar, será muito bem recebida. Tenho ou não tenho razão para ser feliz?

Era uma vez um lindo cavalo, puro sangue, que vivia a encantar os moradores de uma região.
Era doce e selvagem ao mesmo tempo. Um dia, galopando por uma fazenda, caiu num buraco profundo.
Os moradores da fazenda correram para socorrê-lo. Fizeram várias tentativas, todas inúteis. O buraco era estreito e não tinha jeito de tirar o cavalo dali. Depois de algum tempo, vendo que não conseguiam resultado acharam que o certo seria sacrificá-lo.
Ninguém teria coragem de dar um tiro nele. Então acharam que o melhor era aproveitar que ele já estava no buraco, e ir jogando terra até enterrá-lo vivo. Então, com uma pá, começaram a jogar terra no buraco. A terra ia caindo sobre o dorso do cavalo. Ele se sacudia fazendo com que a terra caísse entre as suas patas. Logo ele se ajeitava, pisando na terra nova, formando um novo piso. E assim foi. A medida que jogavam terra no
buraco o cavalo, aos poucos, ia subindo. E para surpresa geral, o puro sangue, há pouco condenado à morte, foi saindo do buraco, livrando-se da morte. Isso faz pensar: quantas vezes estamos perdidos dentro de buracos que podem ser financeiros, sentimentais, ou de saúde e não vemos saída. Nem mesmo os que nos cercam veem saídas.
A terra que salvou o cavalo, vinda do céu, representa a mão de Deus, sempre pronto a nos ajudar. É preciso acreditar!

Um famoso tenista, depois de ter vencido um importante torneio, dirigiu-se ao estacionamento para pegar seu carro.
Neste momento, uma mulher aproximou-se. Depois de cumprimentá-lo pela vitória, contou que seu filho estava à beira da morte, e que não tinha dinheiro para pagar o hospital.
O tenista deu-lhe, imediatamente, parte do dinheiro do prêmio que havia ganhado naquela tarde.
Uma semana depois, num almoço, comentou o episódio com alguns amigos. Um deles perguntou:
- A mulher que lhe falou era loura, com uma pequena cicatriz embaixo do olho esquerdo?
O tenista concordou. E o amigo lhe disse:
- Você foi trapaceado, esta mulher é uma vigarista e vive contando a mesma história a todos os tenistas estrangeiros que aparecem por aqui!
Surpreendido ele perguntou:
-Então não existe nenhuma criança pronta para morte?
-Não.
Respirando tranquilamente o tenista comentou:
-Bem, esta foi a melhor notícia que recebi esta manhã!

Ressuscitei e estou com você... "Porque meu amor é para sempre" (cf. Sl 136).
Estas não são simples palavras... São gestos concretos da Páscoa de Jesus.
Tudo lhe aconteceu nesta terra: perseguições, sofrimentos, morte.
Mas nele venceu a fidelidade, o amor, a vida.
Sim, a vida teve a última palavra.
Com sua ressurreição, Jesus nos fez renascer como "povo da Páscoa".
Povo que assume a causa pela qual ele veio a este mundo: "Que todos tenham vida...": àqueles que buscam paz, dignidade humana, liberdade, saúde, solidariedade, amor.
É Páscoa: tempo de esperança e ação.
Tempo para começar uma vida nova, na certeza de que, nas mãos de Deus, até a morte pode transformar-se em vida.
Depois da ressurreição, a cruz tornou-se testemunho de amor, sinal de esperança.
É o poder de Deus que se manifesta na humildade e no serviço dos que creem.
Que a luz do Ressuscitado ilumine seu caminho e lhe dê forças para prosseguir.
Com certeza, todas as noites escuras acabam tendo sua aurora.
Que a Páscoa aconteça em sua vida!
Creia e alegre-se: ela já está acontecendo.

A morte é parte da vida, todos sabem disso, mas ninguém quer facilmente aceitar tal realidade. E com razão, pois ter de dizer adeus a quem amamos é simplesmente terrível.

Mas não deve encarar a morte como um ponto final, e antes como um ponto e vírgula, pois quem é amado de verdade jamais morre!

Recorde com saudade e amor, reviva momentos, guarde no coração e fale sobre a memória de quem partiu, e assim fará com que essa pessoa continue a viver através de si, como uma luz que brilha sútil mas constante em sua vida.

Hoje é um novo dia pra mim, tudo passa na minha vida muito depressa. As coisas que vivo, os momentos que passo, é tudo passageiro. De repente, quando acho que consegui ser feliz ao lado das raras pessoas que me identifico, tudo se desfaz, perde graça. Tudo se acaba, tudo se vai, como se fosse um vento que passa, uma única vez no mesmo lugar.
Aí, que me vem uma dúvida!
Qual é o sentido da vida? O que significa viver? Como fomos criado? Qual será o motivo de nossa existência?
Será que a existência da vida, o sentido, o objetivo é a morte?
Se for quero descobrir, quero achar o sentido da minha alma, quero saber o motivo da minha existência. Tenho um desejo tão forte de descobrir, só assim ficarei satisfeito e feliz.
Então será que vou ter que esperar a morte pra descobrir? Mas às vezes não quero morrer agora, acho que falta eu fazer alguma coisa; uma missão na qual me sinto obrigado a cumpri-la.
Mas vou esperar conscienciosamente, vou ser eu! Não me deixar ser manipulado. Viver calmamente e esperançoso que um dia vou achar o sentido da vida.

Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Mas mesmo assim, a morte é um destino para todos nós. Ninguém conseguiu escapar dela. E é assim que deve ser, porque a Morte é provavelmente a melhor invenção da Vida. É o agente de mudança da Vida. Ela limpa o que é velho para dar lugar para o que é novo. Agora mesmo você é o novo, mas um dia, daqui a não muito tempo, você vai gradualmente se transformar em velho e vai ser varrido. Desculpem ser tão dramático, mas essa é a verdade.

Steve Jobs

Quando na beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1- Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2- Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3- Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não tem poder de cura perante a morte;
2- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partiremos.