Mensagens Religiosas - Mensagens

Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano eles têm o que chamam de "Dia Religioso". Nesse dia cada um deve trazer um prato de comida e há um piquenique no gramado. Sempre, no "Dia Religioso", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico.
Num ano eles convidaram o Dr. Paul Tillich. Dr. Tillich falou durante 2 horas e meia, achando que provaria que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas, de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.
Quando concluiu sua teoria, ele perguntou se havia alguma pergunta. Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório:
– Dr. Tillich, eu tenho uma pergunta. – ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Ele colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer. – Dr. Tillich... CRUNCH, MUNCH... Minha pergunta é uma questão muito simples... CRUNCH, MUNCH...
Eu nunca li tantos livros como o senhor leu... CRUNCH, MUNCH... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... CRUNCH, MUNCH... Eu não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger... CRUNCH, MUNCH... e ele acabou de comer a maçã. Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de comer...estava doce ou azeda?
Dr. Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso: – Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois eu não provei a sua maçã. O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente:
– O senhor também nunca provou do meu Jesus. Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a plateia e rapidamente deixou o palco.

Fui à clínica do Senhor para fazer uma consulta de rotina. E constatei que estava enfermo. Quando Jesus me tomou a pressão, viu que estava baixa de ternura. Ao medir-me a temperatura, o termômetro registrou 40o C de ansiedade. Me fez um eletrocardiograma e o diagnóstico foi que necessitava bombear mais amor, pois as minhas artérias estavam bloqueadas de solidão e saudade, e não abasteciam meu coração vazio.
Passei pela ortopedia, já que não podia caminhar ao lado do meu irmão, e tampouco dar um abraço fraternal, porque havia me machucado ao tropeçar nos problemas. Também me diagnosticou miopia, já que não podia ver mais nada além das coisas negativas do meu próximo.
Quando me queixei de surdez, Jesus disse que eu havia deixado de escutar Sua voz a cada dia. É claro que Jesus me deu uma consulta gratuita e, graças à Sua misericórdia, prometo que ao sair desta clínica, tomarei somente os medicamentos naturais que me receitou através da Sua verdade. Ao levantar-me, beber um copo de agradecimento.
Ao chegar ao trabalho, tomar uma xícara de paz. A cada hora, ingerir um comprimido de paciência e uma cápsula de humanidade. Ao chegar em casa, injetar uma dose de amor. E, antes de dormir, tomar duas doses de consciência tranquila.
Não se deprima nem se desespere pelo que está vivendo hoje. Deus sabe o que você sente. Ele sabe perfeitamente o seu limite e não deixará passar deste ponto. O propósito de Deus para você é admiravelmente perfeito. Ele deseja lhe mostrar muitas coisas que somente compreenderia estando exatamente no lugar onde está e na exata condição que vive agora neste lugar.

– Ei, pai! Viu esses peixes? Os olhos de Adão brilhavam quanto levantou seu rosto para fora da água e ajustou sua máscara de mergulho.
– Vi! Respondeu seu pai. – Os pequenos azuis parecem-se com os que nós vimos naquela loja na cidade.
– E eu quase toquei num desses amarelos. Adão borbulhava em animação.
O pai olhou a posição do sol e disse, – Bem, já está ficando tarde. É melhor começarmos a nadar de volta à margem. Vamos?
– Mas já? Perguntou Adão. – Está bem... Vamos embora. Aposto que chego primeiro.
E começaram a nadar em direção a margem, mas era mais longe do que Adão tinha imaginado.
– Papai, nós podemos descansar um minuto? Ele pediu.
O pai parou de nadar e sacudiu a cabeça. – Se pararmos, a correnteza pode nos levar para mais longe da margem. Vem...
O pai esticou seu braço para Adão agarrar. – Agarre-se a mim e eu o puxarei.
Logo alcançaram a margem, seguros e cansados.
Quando chegaram em casa, Adão contou para sua mãe sobre a sua tarde.
– Foi bom papai estar lá e me puxar. Eu estava muito cansado!
A mãe sorriu, – Sabe, acho que o trabalho na caridade, vivendo uma vida realmente cristã, às vezes é parecida com a sua tarde de natação. De vez em quando a gente se sente cansado e desanimado para fazer certos trabalhos que você sabe que são certos, necessários e importantes. De onde você acha que receberemos estímulo e ajuda?
– De você e de papai, Adão respondeu prontamente.
O pai, sorrindo, disse, – Bem, lhe ajudaremos sempre que pudermos. Quando lutamos contra a correnteza de coisas difíceis em nossa vida, Deus usa as outras pessoas para nos ajudar. E é como se dissesse: 'Vem... Agarre-se a Mim e Eu o puxarei'.
A mãe concordou, – Hoje eu estava desanimada em arrecadar alimentos. Mas passou aquele senhor que você conhece, o 'catador de papel', e me desejou um bom dia e disse que estava contente. Foi a palavra de encorajamento que Deus sabia que eu precisava ouvir.

Quando era pequeno minha mãe costurava muito.
Eu me sentava perto dela e lhe perguntava o que estava fazendo.
Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada, e sempre lhe perguntava o que estava fazendo, dizendo-lhe que de onde eu estava o que ela fazia me parecia muito confuso. Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia:
"Filho, saia um pouco para brincar e quando terminar meu bordado te chamarei e te colocarei sentado em meu colo e te deixarei ver o bordado desde a minha posição".
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava.
Minutos mais tarde escutava-a chamando-me:
"Filho, vem e senta-te em meu colo".
Eu o fazia de imediato e me surpreendia e emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado.
Não podia crer. de baixo parecia tão confuso.
Então minha mãe me dizia:
"Filho, de baixo para cima tudo te parecia confuso e desordenado, porém não te ocorria de que há um plano acima.
"Havia um desenho. só o estava seguindo. Agora olhando-o da minha posição saberás o que estava fazendo".
Muitas vezes ao longo dos anos tenho olhado para o céu e dito:
"Pai o que estais fazendo?" Ele responde: "Estou bordando tua vida." E eu lhe replico:
"Mas está tudo tão confuso. em desordem. Os fios parecem tão escuros, porque não são mais brilhantes?"
O Pai parecia dizer-me:
"Meu filho, ocupa-te de teu trabalho e Eu farei o meu. um dia te trarei ao céu e te colocarei em meu colo e então verás o plano desde a Minha posição."

Por que te confundes e te agitas diante dos problemas da vida? Deixe que eu cuide de todas as tuas coisas e tudo será melhor. Quando você se entregar a mim, tudo se resolverá com tranquilidade segundo meus desígnios. Não te desespere, não me dirija uma oração agitada, como se quisesse exigir o cumprimento dos teus desejos. Feche os olhos da alma e diga-me com calma:
Jesus, eu confio em ti.
Evite preocupações, as angústias e os pensamentos sobre o que pode acontecer depois. Não bagunce os meus planos, querendo impor suas ideias. Deixa-me ser Deus e atuar com liberdade. Se abandone confiadamente em mim. Repouse em mim e deixe em minhas mãos o teu futuro. Diga-me frequentemente:
Jesus, eu confio em ti.
O que mais danos te causa são sua razões, suas próprias ideias e você querer resolver as coisas a tua maneira. Quando me disser "Jesus, eu confio em ti", não seja como o paciente que pede ao médico que o cure, porque lhe sugere o modo de fazer. Deixe se levar em meus braços divinos, não tenha medo, eu te amo. Se acreditar que as coisas pioram ou se complicam apesar de tua oração, siga confiando. Feche os olhos da alma e confia. Continue dizendo a toda hora:
Jesus, eu confio em ti.
Necessito das mãos livres para fazer a minha obra. Mesmo que a dor seja tão forte, a ponto de derramar lágrimas dos seus olhos. Estarei com você e com a sua família em todos os momentos. Diga:
Jesus, eu confio em ti.
Confia só em mim, abandona-se em mim, jogue todas as suas angústias e durma tranquilo. Diga-me sempre "Jesus, eu confio em ti" e verás acontecer grandes milagres. Eu te prometo por meu amor. Pois, sempre confiarei em você, meu filho...

Certa vez ouvi uma história contada por um velho amigo que gostava de fazer passeios de barco. Ele estava em um de seus passeios e ao caminhar pelo navio, viu um dos membros da tripulação escalando as cordas, indo até o "ninho do corvo". Quando estava na metade da escalada, o navio balançou, pendeu para um lado e ele foi jogado ao mar.
Quando bateu na água, começou a gritar por ajuda enquanto batia os braços descontroladamente, se esforçando para sobreviver. Meu amigo viu que um marinheiro observava o homem na água de forma calma e tranquila, sem esboçar nenhuma reação.
Após um curto tempo o homem na água se cansou e começou a afundar. Imediatamente o marinheiro que observava tranquilo saltou ao mar e salvou a vítima que se afogava.
Depois que ambos estavam em segurança à bordo, meu amigo foi até o marinheiro que fez o resgate e perguntou, – Porque você esperou tanto tempo para saltar na água e salvar este homem?
Com a mesma calma, o marinheiro respondeu, – Eu percebi que o homem lutava muito na água e era grande a possibilidade de ambos morrerem se eu saltasse rapidamente. Há muito tempo eu aprendi que é melhor deixá-lo lutar por algum tempo, e quando chegar ao fim de sua própria força, eu posso saltar na água e salvá-lo com segurança.
Você se sente como o homem que se afogava nesta história? Você caiu de seu lugar cheio de conforto e segurança, e você está lutando por sua sobrevivência? Você gritou pedindo à Deus para vir salvá-lo?
Jamais perca a fé! Deus só está lhe dando a oportunidade de salvar-se por si mesmo. Se suas forças chegarem ao fim, Deus saltará na água e salvá-lo-á!

Às vezes nos perguntamos: "O que eu fiz pra merecer isso?" ou..."Por que Deus tinha que fazer isso justo comigo?"... Aqui vai uma belíssima explicação.
A filha dizia à mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, o namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade. Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.
Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:
-Querida, quer um pedaço de bolo?
– Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...
-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!
Assustada, a moça respondeu: – Credo, mãe!
– Que tal então comer uns ovos crus, filha?
– Que nojo, Mãe!
– Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?
– Mãe, isso não presta!
A Mãe então respondeu: – É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa... Elas fazem um bolo delicioso! Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem. A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico!
Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas as Primaveras...O nascer o Sol todas as manhãs... E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir! Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e ele escolheu o seu coração!

O construtor de pontes, Charles Eliet, foi contratado para construir uma ponte suspensa sobre o rio Niagara.
O primeiro problema que ele enfrentou era descobrir uma forma para esticar o seu primeiro cabo através da larga extensão de águas. Se um barco tentasse cruzar o rio seria varrido sobre as quedas.
Eliet pensou em uma ideia muito simples. Se uma pipa pudesse voar até a margem oposta usando um leve cordão, um cordão mais forte poderia ser amarrado à este e poderia ser puxado para o outro lado, então um cordão mais forte seria puxado através deste e assim por diante até que o cabo de aço desejado pudesse ser unido e arrastado até o outro lado.
Eliet indicou uma competição de pipas e um jovem chamado Homan Walsh prosperou na sua segunda tentativa. O plano simples de Charles Eliet funcionou e a ponte foi construída.
Na nossa vida, muitas vezes nos sentimos como não tendo um papel muito importante à desempenhar. O que fazemos parece tão insignificante. Mas não é bem assim. Cada cristão tem uma parte importante no jogo da vida. O todo é uma soma das numerosas "pequenas coisas" que somos chamados a fazer todos os dias.
Jesus começou a espalhar o evangelho pelo mundo inteiro por simplesmente enviar seus discípulos de dois em dois! Então, nunca subestime a importância do que Deus lhe chamou a fazer. O importante é persistir – dia após dia!
E ao deitar-se à noite, agradeça: "Querido Deus, agradeço-Lhe por usar pessoas comuns como eu para fazer o Seu trabalho nesta terra. Ajude-me a compreender que minha parte – não importa quão pequena – é uma parte vital do quadro inteiro. Ajude-me a ser responsável e nunca decepcionar ao fazer minha parte. Obrigado por me ouvir e responder minha oração. Que assim seja".

15 de janeiro ? Descansei a semana toda. Meu dono me leu regularmente nas primeiras noites no início deste ano, mas penso que se esqueceu de mim agora.
2 de fevereiro ? Faxina na casa. Tiraram o pó de cima de mim, como de outros objetos, e me colocaram no lugar de costume.
8 de fevereiro ? Meu dono usou-me por uns momentos depois do jantar. Estava procurando alguns textos. Fui à igreja hoje!
2 de abril ? Eu estive bem ocupada hoje. Meu dono tinha de dirigir uma reunião de oração e me consultou buscando algumas passagens. Teve bastante dificuldade de encontrar uma, apesar de ela estar no mesmo lugar.
l de maio ? Gastei toda a tarde no colo da vovó. Ela está aqui de visita. Deixou cair algumas gotas de lágrima sobre Colossenses 2.5-7.
6 de maio ? Outra vez no colo da vovó esta tarde. Ela gastou a maior parte do tempo meditando em 1 Coríntios 13 e nos últimos versos do capítulo 15.
7, 8 e 9 de maio ? No colo da vovó todas as tardes. Que lugar confortável! As vezes ela fala comigo e de outras me lê.
10 de maio ? A vovó viajou para sua casa hoje. Ela me beijou e me disse "adeus"! Estou outra vez no meu lugar de costume.
10 de julho ? Fui colocada numa mala entre roupas e outros objetos. Penso que vamos passar alguns dias fora.
10 de julho ? Ainda na mala, apesar de quase todas as outras coisas terem sido colocadas noutro lugar no quarto.
15 de julho ? Em casa outra vez e no meu lugar costumeiro. Fiz uma longa viagem. Nem sei por que me levaram consigo... Não saí da mala...
1 de agosto ? Que calor! Duas revistas, uma novela e um chapéu, tudo em cima de mim. Oh. Se eles pelo menos tirassem estas coisas de sobre mim!
10 de setembro ? Limpeza. Tiraram o pó e fui colocada no meu lugar para um longo descanso...
Será este o diário da sua Bíblia?
Dt 11.18: "Ponde, pois, estas Minhas palavras no vosso coração e na vossa alma".
Dt. 32.47: "Porque esta palavra não é para vós outros coisa vã, antes é a vossa vida".

Era ano de 1494, a cidade era MILÃO, na ITÁLIA, Leonardo da Vinci deu uns passos para trás, contemplou o mural da Ultima Ceia que estava pintando, e suspirou.
Estava completo, com exceção das figuras de Cristo e de Judas. Onde encontrarei um semblante tão inocente e sublime que verdadeira-mente represente a Jesus? E onde encontrarei um rosto tão endurecido pelo pecado e engano, que possa representar a Judas Iscariotes? – refletiu ele.
Certa manhã, no coral de uma capelinha, Leonardo viu um jovem com um rosto tão inocente e sublime, que concluiu ter encontrado seu modelo para Jesus.
Durante vários dias o rapaz posou para o grande artista. Quando a figura de Jesus ficou concluída, o jovem olhou para a pintura. – Impressionante, não é? – disse o rapaz. – Como eu gostaria de ser mesmo semelhante a Ele! – Você pode – respondeu Leonardo – Simplesmente siga o seu exemplo.
Mas a obra de arte não estava concluída. Faltava ainda a figura de Judas. Leonardo caminhou pelas ruas da cidade à procura de uma face marcada pelas linhas da amargura e do remorso. Nenhum rosto era suficientemente depravado para servir de modelo a Judas.
Anos se passaram, e o mural continuava inacabado. Então, certa noite, no ano de 1498, Leonardo voltava para casa quando foi abordado por um pedinte.
Ao olhar para o rosto do homem maltrapilho, viu olhos inteligentes mas anuviados pelo remorso, e uma fronte marcada por anos de iniquidade. Acompanhe-me – disse Leonardo, com agitação. Vou dar-lhe alimento e cama por esta noite. Preciso pintar uma figura tendo-o como modelo. Pago bem.
Na manhã seguinte, o rude e maltrapilho mendigo sentou-se, enquanto Leonardo lhe pintava a face na forma de Judas. Terminado o trabalho, o mendigo contemplou a pintura pronta. Uma lágrima lhe rolou pelo rosto. Não me reconhece? – Chorou ele. – Sou a mesma pessoa que serviu de modelo para seu Cristo, anos atrás. Quem dera que eu tivesse seguido o seu conselho...

Não há nada mais animador do que quando Deus responde nossas orações por achar algo que perdemos. No meu caso, era uma criança perdida.
Não havia nada de raro naquele dia. Começou como qualquer outro. Era uma tarde quente de verão e os meninos estavam em casas de amigos. Pelo meio da tarde eu decidi comprovar. Fiquei atordoada quando fui verificar Tim e seu amigo me disse que ele tinha saído há algum tempo. – Saído! Eu disse – Onde ele foi? – Eu não sei, seu amigo disse, meio embaraçado.
Então comecei a fazer contatos. Verifiquei com cada amigo de Tim. Seguramente, alguém deve tê-lo visto, eu pensei. Mas não foi o caso. Em nenhum lugar que eu procurei eu consegui alguma pista.
Quando não tinha mais nenhum amigo à procurar, eu fiquei maluca. Minha preocupação aumentou ainda mais quando passou da hora do treino de futebol. Tim não gosta de perder o futebol. Agora era a hora de chamar a polícia. Enquanto esperava por sua chegada, procurei por uma foto atual e tentei lembrar como e o que ele usava naquele dia.
A hora do jantar passou e nenhum sinal de Tim. Enquanto em minha mente passava uma dúzia de cenários, meu coração temeroso orava à Deus.
Finalmente, às 8:00 da noite a caçada terminou. Olhei para fora e vi meu filho suado e cansado, empurrando sua bicicleta com os dois pneus furados. Tinha ido pescar à doze quilômetros de casa e teve que empurrar sua bicicleta por todo o caminho de volta. A visão dele evocou minhas emoções. Eu não estava segura se eu deveria puni-lo ou beijá-lo. Rapidamente dei-lhe um abraço enorme e um beijo.
Depois desta experiência, comecei a pensar no coração de Deus. Eu sei o que se sente quando sua criança está perdida e tudo o que você quer é que ela volte para casa, para você. Quando nos afastamos de Deus, Ele anseia por nos ver de volta à Ele, como um pai com uma criança perdida.
E assim como fiz com meu filho, Ele nos receberá com os braços abertos!

Certa vez, um jardineiro encantado com uma linda roseira que plantara, resolveu colher uma linda rosa para oferecê-la a quem mais estimava.
Ao entregar a linda rosa, a pessoa que a recebeu deixou sair em bem alto som um aaaiiiiii!
Sentindo-se muito envergonhado e desapontado, o jardineiro abaixou-se e recolheu a rosa.
E, não demonstrando tão grande admiração pela sua oferta, desculpou-se e saiu...
Ouviu-se então uma voz: Espere não se vá!
Um pouco cabisbaixo, virou-se e ficou à espera de uma rajada de palavras duras ou murmurações que pudessem sair da boca daquela tão admirada pessoa a quem ofereceu a rosa.
Para sua surpresa, ouve-se um... MUITO OBRIGADA!
Perplexo e não acreditando no que acabara de ouvir, arriscou em fazer esta pergunta:
Obrigado por quê? Como ousas agradecer-me por algo que te feriu?
E a resposta veio numa suave e meiga voz... Não me feriu, apenas deixará uma marca para que eu jamais me esqueça deste teu gesto singelo.
Esta história faz-me lembrar o que o Apóstolo Paulo disse em 2 Coríntios 12.7: ?E, para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne...?.
Muitas vezes é necessário que Deus permita uma marca em nós. Muitas vezes esta marca vem com a mais nobre das intenções, como foram as das mãos de Jesus, com a pretensão de salvação para todos quantos a almejarem.
São as marcas que nos fazem lembrar quanto Deus nos ama e quanto Ele se preocupa conosco.
Se hoje recebeste algum presente que te deixou marcas, agradece!
Não permitas que o Jardineiro, que muito te estima, se retire com o som estridente do teu aaiiii!...
... Sem que Ele ouça o teu muito obrigado pelos espinhos!
E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza... Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo.
Porque, quando estou fraco, então, sou forte. (2 Coríntios 12.9,10)

Senhor, Proteja as nossas dúvidas, porque a dúvida é uma maneira de rezar. É ela que nos faz crescer, porque nos obriga a olhar sem medo para as muitas respostas de uma mesma pergunta.
E para que isso seja possível, Senhor, Proteja as nossas decisões, porque a decisão é uma maneira de rezar. Dai-nos coragem para, depois da dúvida sermos capazes de escolher entre um caminho e outro. Que o nosso sim seja sempre um sim, e que nosso não seja sempre um não. Que uma vez escolhido o caminho, jamais olhemos para trás, nem deixemos que nossa alma seja corroída pelo remorso.
E para que isso seja possível, Senhor, Proteja as nossas ações, porque a ação é uma maneira de rezar. Fazei com que o pão nosso de cada dia seja fruto do melhor que levamos dentro de nós mesmos. Que possamos, através do trabalho e da ação, compartilhar um pouco do amor que recebemos.
E para que tudo isso seja possível, Senhor, Dai-nos sempre entusiasmo, porque o entusiasmo é uma maneira de rezar. É ele que nos liga aos Céus e à Terra, aos homens e às crianças, e nos diz que tudo é possível, desde que estejamos totalmente comprometidos com o que fazemos.
E para que isto seja possível, Senhor, Proteja-nos, porque a vida é a única maneira que temos para manifestar o Teu milagre. Que a terra continue transformando a semente em trigo, que nós continuemos transmutando o trigo em pão. E isto só é possível se tivermos "Amor". Portanto, nunca nos deixe em solidão.
Dai-nos sempre a Tua companhia, e a companhia de homens e mulheres que têm dúvidas, agem, sonham, se entusiasmam, e vivem como se cada dia fosse totalmente dedicado à Tua glória. Amém.

Dizem que isto aconteceu em um mosteiro chinês muito tempo atrás.
Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:
– Mestre, por que devemos ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:
– Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.
O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.
O mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:
– Aprendi que cesto de junco não segura água.
O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?
O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
– Que cesto furado não segura água.
O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
– O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.
O mestre, por fim, concluiu:
– Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que no processo a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.

Encomendou-se certa vez a sete lenhadores uma porção de lenha serrada. O primeiro lenhador disse: "Esta lenha está verde, e a serra assim não correrá bem. Esperarei até que a lenha esteja seca". E assim fez.
O segundo lenhador disse: "Esta serra está cega, e nunca terminarei de serrar a minha porção de lenha. Pedirei ao patrão que a mande afiar, e então serrarei a lenha.
" E assim fez. O terceiro lenhador disse: "Esta lenha tem tantos nós que me custará muito serrá-la. Pedirei ao patrão que em lugar dela me dê outra, mais direita, e esta serrarei com todo gosto." E assim fez. O quarto lenhador disse: "Esta lenha é dura demais para ser serrada. Direi ao patrão que a troque por lenha mais branda, e então serrarei." E assim fez.
O quinto lenhador disse: "Hoje faz muito calor. Esperarei até que o tempo refresque um pouco."
E assim fez. O sexto lenhador disse: "Dói-me terrivelmente a cabeça. Esperarei até que me sinta melhor". E assim fez. O sétimo lenhador teve que serrar lenha verde, nodosa e muito dura. Sua serra também estava embotada, e doía-lhe a cabeça. Além do mais, fazia para ele o mesmo calor que fazia aos outros. Mas afiou a serra, de modo que serrava com toda facilidade a lenha mais dura e nodosa. O exercício tirou- lhe a dor de cabeça e o fez sentir-se bem.
No fim do dia o patrão o incumbiu de serrar as outras seis porções de lenha. Quando olhamos para as dificuldades, não fazemos aquilo que devíamos ter feito. Um dia, Jesus Cristo o Filho de Deus nasceu, tornou-se homem e não olhando para o sofrimento da cruz, escolheu morrer no seu lugar, para lhe dar a vida eterna.

Um dia na igreja eu me sentei num banco e ouvi o pregador dizer: – Nós precisamos de alguém para dar algumas aulas. Quem assumirá essa tarefa?
Eu senti Deus ao meu lado, sussurrando: – Filho, essa é para você.
– Mas, Senhor, falar para tanta gente é uma coisa que não sei fazer! O Sr. Carlos seria o homem ideal para chamar. Não há o que ele não saiba fazer. Eu prefiro ficar aqui no banco assistindo às suas aulas.
Um outro dia, ouvindo o coral, eu sentado no banco, escutei o maestro dizer: – Nós precisamos de alguém para voz principal nos cânticos. Quem quer assumir essa tarefa?
Novamente eu ouvi a voz de Deus sussurrando: – Filho, essa é com você.
– Mas, Senhor, cantar diante de uma multidão é uma coisa que eu não posso fazer! Mas há o Jonas, que poderá fazer isso. É melhor eu ficar ouvindo as músicas aqui sentado no banco.
Uma outra vez, eu sentado no banco, ouvi o pregador dizer: – Eu preciso de alguém para atuar como anfitrião na entrada da Igreja. Quem aceita essa tarefa?
Mais uma vez ouvi a voz de Deus sussurrando: – Filho, é algo que você pode fazer!
– Senhor, ficar falando com estranhos é coisa que não consigo fazer! Mas há o Mário, Senhor: ele pode dar boas vindas às pessoas. Não é retraído como eu e fará isso muito bem. Eu preferiria que alguém viesse me cumprimentar aqui no banco.
Os anos se passaram e eu nunca mais ouvi aquela voz. Até que uma noite eu fechei os olhos e acordei numa praia do céu. Éramos quatro lá, encontrando a eternidade: Carlos, Jonas, Mário e eu.
Deus nos disse: – Eu preciso só de 3 de vocês para fazerem um trabalho para mim.
– Senhor, eu farei o trabalho. – eu clamei – Não há nada que eu não faria.
... Mas Deus me respondeu: – Obrigado, meu filho, mas sinto muito: no céu não há bancos.

Num dia quente de verão, no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa.
Saiu a correr pela porta traseira, atirou-se à água e ficou a nadar feliz.
A sua mãe, de casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava a acontecer.
Correu atrás do filho gritando o mais forte que podia.
Ouvindo a mãe, o menino ficou impressionado, e foi nadando até ela. Porém era tarde, demasiado tarde.
Mas a mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços no preciso momento em que o animal agarrava as suas pernas. A mulher lutava determinada, com toda a força do seu coração.
O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e o seu amor não a abandonava.
Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo.
O menino sobreviveu e, embora que as suas pernas tenham sofrido bastante, pôde voltar a caminhar.
Quando saiu do trauma, um enfermeiro perguntou-lhe se queria mostrar as cicatrizes das suas pernas.
O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz.
Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas disse: Mas as que você deve ver são estas".
Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado com força a sua pele.
Tenho estas marcas porque a minha mãe não me soltou e salvou a minha vida".
Nós também temos cicatrizes de um passado doloroso.
Algumas foram causadas pelos nossos pecados, por pequenas ou grandes falhas, por desobediência, mas algumas foram das unhas de Deus que nos segurou com força para que não caíssemos nas garras do mal.
Por isso, lembra-te que se alguma vez te doeu a alma, foi porque Deus te agarrou com força para que não caísses.