Mensagens Religiosas - Mensagens

Certa vez ouvi uma história contada por um velho amigo que gostava de fazer passeios de barco. Ele estava em um de seus passeios e ao caminhar pelo navio, viu um dos membros da tripulação escalando as cordas, indo até o "ninho do corvo". Quando estava na metade da escalada, o navio balançou, pendeu para um lado e ele foi jogado ao mar.
Quando bateu na água, começou a gritar por ajuda enquanto batia os braços descontroladamente, se esforçando para sobreviver. Meu amigo viu que um marinheiro observava o homem na água de forma calma e tranquila, sem esboçar nenhuma reação.
Após um curto tempo o homem na água se cansou e começou a afundar. Imediatamente o marinheiro que observava tranquilo saltou ao mar e salvou a vítima que se afogava.
Depois que ambos estavam em segurança à bordo, meu amigo foi até o marinheiro que fez o resgate e perguntou, – Porque você esperou tanto tempo para saltar na água e salvar este homem?
Com a mesma calma, o marinheiro respondeu, – Eu percebi que o homem lutava muito na água e era grande a possibilidade de ambos morrerem se eu saltasse rapidamente. Há muito tempo eu aprendi que é melhor deixá-lo lutar por algum tempo, e quando chegar ao fim de sua própria força, eu posso saltar na água e salvá-lo com segurança.
Você se sente como o homem que se afogava nesta história? Você caiu de seu lugar cheio de conforto e segurança, e você está lutando por sua sobrevivência? Você gritou pedindo à Deus para vir salvá-lo?
Jamais perca a fé! Deus só está lhe dando a oportunidade de salvar-se por si mesmo. Se suas forças chegarem ao fim, Deus saltará na água e salvá-lo-á!

Bons tempos, bons tempos, os bíblicos. Imagine receber um anjo hoje. Um deles já pode ter estado com você, e você não o reconheceu. A função dele era aparecer e lhe dar a mensagem. A sua única obrigação era recebê-lo, mas você não soube que era ele. Você se afastou, achou que era um chato, ou um louco, falhou, azar.
Pode ter sido há anos. Aquele que caminhou ao seu lado brevemente e disse uma coisa estranha e você apressou o passo, lembra? Aquele (ou aquela, eles vêm de várias formas) que sentou ao seu lado e falou no tempo, e era um preâmbulo para a revelação, mas você fechou a cara.
Ele pode ter batido na sua porta e você foi logo dando uma esmola, ou dizendo que hoje não tem nada, ou ameaçando chamar a polícia. Antes era mais fácil, agora é tarde. Hoje ele bate na porta e você espia e não abre a porta, ta doido? Se ele se aproximar de você na rua, você correrá apavorado ou anunciará que está armado e que é melhor ele se afastar. Se ele se sentar ao seu lado, você fugirá do contágio, se ele segurar o seu braço, você gritará. Se ele telefonar, sua secretária eletrônica dirá para ele deixar a mensagem depois do bip e ele não dirá nada: a mensagem é para você e não para ela.
E se ele conseguir alcançar você sem que você lhe dê um pontapé, e cumprir sua função, e der a mensagem você não a compreenderá. Pedirá para ele falar mais alto, há muito barulho. O quê? Em que sentido? É uma metáfora? É um código? Interpreta, traduz, decifra, o quê?
Agora é tarde. Antes ele olharia você nos olhos e falaria claramente. E, dada a mensagem, ele desapareceria, e o mundo seria uma estrada para o seu coração.
Hoje você diria olha, precisamos conversar com mais calma um dia, me liga! Me liga!

A um certo homem de negócios foi solicitado um donativo, em benefício de algumas obras assistenciais que vinham sofrendo muito pela falta de recursos. O homem, entendendo o valor dessas obras e desejando colaborar também em favor dos oprimidos, pobres e sofredores, prontamente preparou e entregou nas mãos do solicitante um cheque portador de uma respeitável soma que daria, certamente, para suprir várias necessidades urgentes.
Enquanto ainda recebia as expressões de reconhecimento, feitas em nome das instituições beneficiadas, chegou um dos seus secretários trazendo-lhe um telegrama. Pediu licença e imediatamente leu a mensagem contida no referido telegrama. O seu semblante manifestou uma perturbação visível e, sem fazer segredo, disse ao solicitante, ainda presente:
– Este telegrama participa-me sobre o naufrágio de um dos meus cargueiros e a consequente perda da respectiva mercadoria que transportava. Isto me obriga a alterar agora o meu donativo e terei de lhe preparar um novo cheque. Não me leve a mal, amigo, mas é absolutamente necessário que eu assim proceda. Espere por uns poucos instantes, por favor.
O solicitante das obras sociais em questão compreendeu perfeitamente a situação e lhe devolveu de imediato o cheque, julgando que ele passaria outro, de menor valor. O negociante fez outro e o entregou. Mas, qual não foi o seu espanto ao verificar que o novo cheque representava o dobro do valor do primeiro. Um tanto conturbado, indagou o solicitante:
– Não teria o prezado amigo se enganado, ao preencher esse cheque?
– Não – respondeu o homem de negócios. – Não me enganei. Essa importância está correta. E naquele momento, com os olhos marejados pelas lágrimas que não puderam ser evitadas, o homem continuou:
– Eu conheço bem os ensinamentos de Cristo que recomendou: "Não ajunteis tesouros na terra." Mas só ao ocorrer um prejuízo dessa monta é que a gente desperta no sentido de estar lutando apenas por uma coisa perecível e passageira. É preciso pensar também, aliás, muito mais, nos valores eternos – os que permanecem.

Um grupo de vendedores foram a uma Convenção de Vendas. Todos tinham prometido a suas esposas que chegariam a tempo para ceiar na noite de Natal. Mesmo sem contratempos, a convenção terminou um pouco tarde, e chegaram atrasados ao aeroporto. Entraram todos com suas passagens e documentos na mão, correndo pelos corredores. De repente, e sem querer, um desses vendedores tropeçou com uma mesa que tinha uma Cesta de Maças.
As maças saíram voando por todas partes. Sem deter-se, nem voltar para atrás, os vendedores seguiram correndo, e conseguiram subir no avião. Todos menos UM. Este se deteve, respirou fundo, e experimentou um sentimento de compaixão pela dona da banca de maças. Deixou seus amigos que seguiram sem ele e pediu a um deles que ao chegar chamar sua esposa e explicar que ia chegar em um vôo mais tarde. Logo voltou ao Terminal e se encontrou com todas as Maças jogadas pelo chão. Sua surpresa foi enorme, ao notar que a dona da banca era una Moça Cega. E a encontrou chorando, com muitas lágrimas escorrendo por suas faces. Tateava o piso, tentando, em vão, recolher as maças, enquanto a multidão passava, vertiginosa, sem deter-se. sem importar-se com o fato.
O homem se ajoelhou com ela, juntou as maças, e as colocou na cesta e a ajudou a montar a banca novamente. Enquanto o fazia, se deu conta de que muitas se haviam batido e estavam machucadas. Então pegou-as e as colocou em outra cesta. Quando terminou, Pegou sua carteira e disse à moça: Toma, por favor, estes cem reais pelo dano que fizemos.
Esta bom?" Ela, chorando, assentiu com a cabeça. Ele continuou, dizendo-lhe – "Espero não ter arruinado seu dia". Como o vendedor se colocou a sair, a moça gritou: – "Senhor..." Ele se deteve e voltou a olhar aqueles olhos cegos. Ela continuou: Você é Jesus...? Ele saiu em seguida e deu varias voltas, antes de dirigir-se a entrar em outro voo, com essa pergunta queimando-o e vibrando em sua alma:
Você é Jesus?"

Era ano de 1494, a cidade era MILÃO, na ITÁLIA, Leonardo da Vinci deu uns passos para trás, contemplou o mural da Ultima Ceia que estava pintando, e suspirou.
Estava completo, com exceção das figuras de Cristo e de Judas. Onde encontrarei um semblante tão inocente e sublime que verdadeira-mente represente a Jesus? E onde encontrarei um rosto tão endurecido pelo pecado e engano, que possa representar a Judas Iscariotes? – refletiu ele.
Certa manhã, no coral de uma capelinha, Leonardo viu um jovem com um rosto tão inocente e sublime, que concluiu ter encontrado seu modelo para Jesus.
Durante vários dias o rapaz posou para o grande artista. Quando a figura de Jesus ficou concluída, o jovem olhou para a pintura. – Impressionante, não é? – disse o rapaz. – Como eu gostaria de ser mesmo semelhante a Ele! – Você pode – respondeu Leonardo – Simplesmente siga o seu exemplo.
Mas a obra de arte não estava concluída. Faltava ainda a figura de Judas. Leonardo caminhou pelas ruas da cidade à procura de uma face marcada pelas linhas da amargura e do remorso. Nenhum rosto era suficientemente depravado para servir de modelo a Judas.
Anos se passaram, e o mural continuava inacabado. Então, certa noite, no ano de 1498, Leonardo voltava para casa quando foi abordado por um pedinte.
Ao olhar para o rosto do homem maltrapilho, viu olhos inteligentes mas anuviados pelo remorso, e uma fronte marcada por anos de iniquidade. Acompanhe-me – disse Leonardo, com agitação. Vou dar-lhe alimento e cama por esta noite. Preciso pintar uma figura tendo-o como modelo. Pago bem.
Na manhã seguinte, o rude e maltrapilho mendigo sentou-se, enquanto Leonardo lhe pintava a face na forma de Judas. Terminado o trabalho, o mendigo contemplou a pintura pronta. Uma lágrima lhe rolou pelo rosto. Não me reconhece? – Chorou ele. – Sou a mesma pessoa que serviu de modelo para seu Cristo, anos atrás. Quem dera que eu tivesse seguido o seu conselho...

Stephanie irradiava alegria ao rasgar o papel que embrulhava o seu presente de aniversário, dado por seus pais. – Obrigado! Ela disse abraçando a ambos. Há muito tempo eu queria uma bicicleta, mas eu não podia imaginar o que estava em caixa tão grande! Eu não sabia que bicicletas veem em caixas.
O pai sorriu. – Quando você compra uma bicicleta você tem que montar, disse, e vou fazer isto agora mesmo.
A mãe foi para a cozinha terminar o jantar e Stephanie e seu pai foram para a garagem trabalhar na bicicleta. – Aqui o manual de instruções, disse Stephanie, tentando ajudar.
O pai deu uma olhada de relance enquanto tirava as peças da bicicleta para fora da caixa. – Obrigado, querida, disse, mas acho que não vou perder tempo lendo tudo isto. Não deve ser difícil de montar.
E se manteve ocupado com a tarefa, organizando as peças da bicicleta.
Depois de um certo tempo, o pai sacudiu a cabeça. – Isto não parece certo, disse.
Neste momento a mãe chegou à porta. – O jantar está pronto, anunciou, olhando as peças espalhadas pelo chão, Como vão indo as coisas por aí?
O pai suspirou. – Não está nada bem, disse. Voltarei depois de jantar. Vamos comer.
Durante a refeição, o pai olhou para Stephanie e disse, – Acho que devia ter lido as instruções que você ofereceu. Acabei desperdiçando muito tempo tentando montar sua bicicleta sem usar as instruções do fabricante.
Ficou pensativo por alguns segundos e adicionou, – Me pergunto quanto tempo nós desperdiçamos porque vivemos o nosso dia a dia sem ler as instruções do nosso Fabricante. – Nosso fabricante? Perguntou Stephanie. O que quer dizer?
O pai sorriu. – Quero dizer Deus. Ele nos fez e em Seu manual de instruções – a Bíblia – nos dá os conselhos certos para a vida, para o dia a dia, o casamento, a educação das crianças, o uso do dinheiro, e todos os tipos de coisas.
Depois do jantar, Stephanie e seu pai voltaram ao projeto. Desta vez, o pai começou lendo as instruções.

Certa vez, um vaga-lume chamado Spy voava pela floresta e, como de costume, percorria determinado caminho para ir a sua casa. No meio do caminho, Spy notou a presença de um outro animal, mas não deu muita atenção, porque se tratava de uma cobra. um bicho que nunca o incomodou.
Spy continuava a voar e percebeu que a cobra começou a segui-lo. Quanto mais rapidamente Spy voava, mais rapidamente a cobra o seguia. Em determinado momento, Spy cansou-se de voar em alta velocidade e, vendo que a cobra estava cada vez mais perto, resolveu parar. A cobra demonstrava raiva e deixava clara a intenção de devorá-lo.
Spy, exausto e vendo que seria devorado pela cobra, pediu um minuto antes do ataque mortal e perguntou: Por que tu me segues? Por que tu queres me matar? E a cobra respondeu: Não sei! Spy então falou: Eu nem faço parte da tua cadeia alimentar! Eu não te fiz nada! A cobra diz: Eu sei! Spy, vendo que mesmo assim seria devorado, fez a última pergunta: Afinal de contas, por que tu me seguiste e agora queres me matar?
A cobra enfim responde:
Ora, vaga-lume, eu odeio ver alguém brilhar na minha frente. Quando a cobra foi atacá-lo, Spy apagou sua luz por alguns instantes e conseguiu se esconder da cobra invejosa. Spy conseguiu fugir e sobreviver, mas teve que apagar o seu brilho por alguns instantes. Essa história, de um autor desconhecido, mostra que a inveja é, sem dúvida, um dos grandes malefícios da humanidade. Mas por mais que existam cobras em todos os lugares tentando apagar o brilho dos vaga-lumes, e muitas vezes até conseguindo incomodar e prejudicar o próximo, ofuscando provisoriamente seu brilho,
Deus nunca deixará que apaguem o brilho de uma estrela boa e fiel aos seus princípios, pois elas trazem o bem para consigo e para os que necessitam de luz.

Desejando encorajar o progresso de seu jovem filho ao piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski.
Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na plateia e foi até ela para saudá-la.
Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito:
PROIBIDA A ENTRADA".
Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá.
De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco.
Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão".
Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino:
– " Não pare, continue tocando ".
Então, debruçando, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa.
O público estava perplexo.
É assim que as coisas são com Deus.
O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida.
Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas.
Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurrando em seu ouvido:
– "Não pare, continue tocando".
Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se, Deus não chama aqueles que são equipados.
Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre estará lá para amar e guiar você a grandes coisas.

No meio do barulho e da agitação, caminhe tranquilo, pensando na paz que você pode encontrar no silêncio.
Procure viver em harmonia com as pessoas que estão ao seu redor, sem abrir mão de sua dignidade.
Fale a sua verdade, clara e mansamente.
Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você: isso o tornaria superficial e amargo.
Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho, por mais humilde que seja: ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos.
Seja prudente em tudo que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas.
Mas não fique cego para o bem que sempre existe.
Há muita gente lutando por nobres causas.
Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo. Sobretudo não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira, pois no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
Aceite com carinho o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude.
Cultive a força do espírito e você estará preparado para enfrentar as surpresas da sorte adversa.
Não se desespere com perigos imaginários: muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.
Ao lado de uma sadia disciplina, conserve, para consigo mesmo, uma imensa bondade.
Você é filho do Universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui. E mesmo se você não puder perceber, a Terra e o universo vão cumprindo o seu destino.
Procure, pois, estar em paz com Deus, seja qual for o nome que você lhe der.
No meio de seus trabalhos e aspirações, na fatigante jornada pela vida, conserve, no mais profundo do ser, a harmonia e a paz.
Acima de toda mesquinhez, falsidade e desengano, o mundo ainda é bonito.
Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz e partilhe com os outros a sua felicidade.

Há longo, longo tempo, compareceram no Tribunal Divino dois homens recém-chegados da Terra. Um trazia o sinal da muleta em que se apoiara. Outro mostrava a marca da coroa que lhe havia adornado a cabeça.
Fariam prova de humildade para voltarem ao mundo ou seguirem além... Postos, um a um, na balança. O primeiro acusou enorme peso. Era ainda presa fácil de lutas inferiores, parecendo balão cativo.
O seguinte, no entanto, revelava grande leveza. Poderia viajar em demanda dos cimos. Inconformado, contudo, disse o primeiro: – Onde a justiça divina? Fui mendigo paupérrimo, enquanto ele...
E indicando o outro: – Enquanto ele era rei... Passei fome, ao passo que muita vez o vi no banquete lauto. Esmolava na rua, avistando-o na carruagem. Conheci a nudez, reparando-o sob o manto dourado, quando seguia em triunfo. Vivi entre os últimos, ao passo que ele sempre aparecia como o primeiro entre os primeiros.
O outro baixou a cabeça, humilhado, em silêncio.
Mas o amigo sereno, que representava o Senhor, falou persuasivo: – Viste-o na mesa farta, mas não lhe percebeste os sacrifícios ao comer por obrigação. Notaste-o de carro. entretanto, não lhe observaste o coração agoniado de dor, ante os problemas dos súditos a que devia assistência. Fitaste-o sob dourado manto, nos dias de júbilo popular. todavia, não lhe contemplaste as chagas de sofrimento moral, diante das questões insolúveis.
Conheceste-o entre os maiorais da Terra. entretanto, não sabes quantos punhais de hipocrisia e de ingratidão trazia cravados no peito, embora fosse obrigado a sorrir. Na situação de mendigo, não fostes lançado a semelhantes problemas da tentação. Diante do companheiro triste, o ex-monarca recebeu passaporte para a ascensão sublime.
Sozinho e em lágrimas, perguntou, então, o ex-mendigo: – E agora?
O ministro angélico abraço-o, sensibilizado, e informou: – Agora. Renascerás na Terra e serás também rei.

Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...

Certo dia, um rapaz desiludido resolveu seguir o exemplo dos "contos da infância". Colocou-se frente ao seu espelho e perguntou:
– Querido espelho, olhe para mim e me diga: Existe alguém mais infeliz do que eu?
– Com certeza, respondeu o espelho, existe alguém mais triste que tu neste momento. E este alguém sou eu.
O rapaz olhou espantado. Não esperasse que um espelho falasse, e ainda contra ele. Mas o espelho prosseguiu:
– Tu não imaginas a dor que eu sinto ao ver, no meu reflexo, uma pessoa que deixou seus problemas tomarem conta de sua vida, que não tem mais vontade de lutar e principalmente que não consegue ver dentro de si as suas qualidades suas capacidades, seu talento. Queria que estivesse no meu lugar pra ver.
– Tu és uma pessoa tão inteligente, que fala para todos que tem um Deus, e tantas vezes falou do amor de Deus, agora se mostra tão derrotado. Deus é tão pequeno assim em tua vida para que tu te sintas tão inferior assim?
– É pena que tu não vejas através de mim toda a tua facilidade em lidar com as pessoas, o quanto é expressiva a tua voz e tua palavra, quanto teu coração é forte, e o quanto as pessoas te amam. Olhe para ti! Levanta essa cabeça, pois dificuldades todos temos, assim como todos guardam dentro de si algo especial para dar, a capacidade de tornar a própria vida prazerosa.
– Quantas são as pessoas que gostariam de ser como tu és: saudável, inteligente e com toda a vida pela frente! e no entanto, muitas delas são felizes e agradecem à Deus pelas suas vidas! Use a tua sensibilidade – ela é essencial para a vida. Motive-se: ao acordar pela manhã, pense algo do tipo: "hoje meu dia será produtivo, alegre e cheio de vida, pois tenho Deus comigo.". Faça isso com amor no coração e concentre em teus objetivos. De hoje em diante, quero ver outra imagem refletida em mim. Uma imagem de alegria interior.

Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !

Um filhote de cachorro disse para um cachorro adulto: "eu tenho me tornado perito em filosofia. Eu aprendi que a melhor coisa para um cachorro é a felicidade, e que a minha felicidade está no meu rabo. Então, eu estou buscando-o com determinação. Quando eu o alcançar eu a terei!
O velho cachorro respondeu: "eu também julgo que a felicidade é uma coisa maravilhosa para um cachorro e que a felicidade reside em meu rabo. Mas eu notei que quando eu o persigo, ele foge de mim e que, quando eu sigo em frente sem preocupações, ele vem após mim. "
A ilustração serve perfeitamente para nossa vida diária. Muitas vezes ficamos ansiosos correndo atrás da felicidade sem alcançá-la. Temos a sensação de que ela está sempre fugindo de nós. Nós a avistamos, parece estar bem perto, mas não conseguimos nos aproximar dela.
Qual a melhor coisa a fazer? Confiar nas promessas de Deus e seguir em frente. Ele nos garantiu a vitória e ela, com certeza, virá.
Confiar significa descansar, deixar Deus agir do modo dEle e na hora que achar melhor. Ele é o Senhor e tudo está sob Seu domínio, inclusive a nossa felicidade.
Podemos nos enganar quanto ao que achamos ser felicidade, podemos estar equivocados quanto ao tempo apropriado para ela chegar, mas Ele sabe tudo isso com perfeição. Melhor do que viver correndo atrás da felicidade é deixar que ela nos siga.
Onde estivermos, para qualquer lugar que formos, seja o que for que estejamos fazendo, tudo será muito mais maravilhoso se estivermos sendo acompanhados pela felicidade.
E esta segurança teremos quando abrimos nosso coração para o Senhor Jesus. Ele estará conosco todos os dias.
Estará ao nosso lado no trabalho, na escola, nos passeios, no supermercado e durante todos os momentos em que estivermos em casa.
Não estará apenas na igreja, mas nos acompanhará em todo o percurso de nossas vidas.
Que felicidade!

Ao nascer de mais um dia, tudo é lindo e maravilhoso. O caminho que se prossegue, a verdade que se faz presente e a vida que a verdade se faz presente e a vida que expressa são os dons da plenitude Divina.
Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que certa vez, o rico chefe de grande caravana chamou-o a sua presença e lhe perguntou:
– Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?
O fiel de Deus respondeu:
– Grande Senhor, conheço a existência de Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
– Como assim?
– Indagou o chefe, admirado:
O servo humilde explicou-se:
– Quando o Senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece que A escreveu?
– Pela letra.
– Quando o senhor recebe uma joia, como é que se informa quanto ao autor dela?
– Pela marca dou ourives.
O empregado sorriu e acrescentou:
Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo, um boi?
– Pelos rastros- respondeu o chefe, surpreendido.
Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
– Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!
Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.
Deus, mesmo sendo invisível aos nossos olhos. deixa-nos sinais em todos os lugares:
Na manhã que nasce calma, no dia que transcorre com o calor do sol ou com a chuva que molha a relva...
Nos olhos inocentes de uma criança.
Ele deixa sinais quando alguém se lembra de você, quando alguém te considera importante e sabe que você é especial.
Que você se torne mais Divino, porque de Humano o mundo está cheio de Heresia e falsos profetas!
Que você seja muito feliz e faça alguém feliz! Deus te ama!

-Papai, ele disse com os olhinhos cheios de lágrimas, você fala comigo e acaba com meus medos? Aqueles meninos ruins na escola estão espalhando uma mentira dizendo que é impossível uma rena voar.
– Eles falaram que não existe nenhum Papai Noel, eles dizem rindo que não existe agora, e nunca existiu. Como poderia um homem dar todos esses brinquedos para milhares de meninas e meninos?
– Mas eu falei para eles que eles não tinham razão, que eu viria para casa e descobriria tudo nesta noite. Mamãe disse para esperar até você chegar em casa. Por favor, me fale agora que eu não estou errado. O pai olhou para seu rosto e suspirou. Ele tinha que pensar rapidamente e muito bem.
Sussurrando, ele começou com um sorriso, – Bem, suba em meu colo, querido, vamos conversar um pouco. Se lembra que aprendemos rezar, pedindo à Deus que cuide de todos nós à cada dia?
– E você sabe que nós agradecemos por cada comida, para este mesmo Deus que nós sabemos ser real. Embora nós nunca o vejamos, nós sabemos que ele está lá olhando as crianças dele com aquele amor cuidadoso.
– Deus começou o Natal a muito tempo atrás quando ele nos deu seu filho para amarmos. Um espírito de presentear amor veio com aquele nascimento, e a generosidade de Deus encheu a terra inteira. – O homem teve que dar um nome para este espírito de presentear, da mesma forma que ele dá nome à todas as coisas.
– O nome Papai Noel veio a mente de alguém. Provavelmente o melhor nome que pode encontrar. – Há, verdadeiramente um Papai Noel que nos visita a cada ano. Um espírito como Deus que nós nunca vemos e que entra nos corações de sua mãe e de seu pai e de todo o mundo.
– Todo ano, no Natal, durante uma noite especial nós nos transformamos nele e fazemos tudo certo. Mas o verdadeiro espírito de Natal está em você e em mim e eu espero que você já seja grande o bastante para entender que enquanto nós acreditarmos e continuarmos presenteando amor, nosso amigo Papai Noel continuará vivendo.

Enquanto os jovens esperavam começar a aula, conversavam sobre um filme que passara na TV na noite de sábado. – Você viu o filme? Perguntou Brad. – Claro! Exclamou Jeb, e vários outros falaram a mesma coisa
– Lembra-se daquela cena, quando Joe ficou bêbado e bateu nos dois policiais atirando-os pela janela da boate? Jeb acrescentou.
– Bam! E lá vão os caras pela janela! Alguém exclamou. – Uau! Eu ia adorar ter aquela garota do show, Disse Brian. – Quando ele a beijou na pista de dança, foi engraçado quando seu marido apareceu...
O grupo repentinamente parou a conversa ao perceber a presença do professor na entrada.
Sr. Milles começou a aula.
Depois da aula, ele convidou o grupo para uma festa na igreja no sábado seguinte.
Quando os jovens chegaram para a festa, Sr. Milles pediu que se sentassem no auditório em vez de ficar no salão de festas. Os jovens estranharam mas foram para lá. Tinha um televisor colocado bem na frente do altar. – Para que será isso? Perguntou Brad. Nós vamos assistir um vídeo? – É noite de sábado e eu acho que está passando seu programa favorito de TV. Respondeu Sr. Milles. – Acho que podemos assistir juntos. Vou ligar a TV.
– Mas aqui? Murmurou alguém
E os jovens olharam um para o outro, inquietos. Os primeiros minutos do programa não foram tão ruins. Então um dos personagens xinga bastante e aparece uma atriz praticamente nua.
Todos se sentiram desconfortáveis. Logo Vince falou, – Vai nos deixar ver isto?
Rapidamente o senhor Milles desligou a TV. – Pensei que vocês gostassem deste show, ele disse. – Sim, mas... Bem, aqui é uma igreja... É a casa de Deus e é horrível assistir isto aqui, Jeb disse.
Sr. Milles concordou. – Certo meu jovem, mas vocês têm se esquecido que Jesus não está apenas nas igrejas. Ele está em todo lugar e faz parte de sua vida e Sua presença deve fazer você ser muito mais cuidadoso com o que você ouve e vê e de que maneira o faz.

Hoje eu estava aqui no meu canto, pensando na vida, quando resolvi conversar com o meu Anjo da Guarda.
– Meu querido e amado Anjo, como é a vida ai em cima?
Respondeu-me, o Anjo: – Querido amigo sonhador, quem foi que te disse, que vivo aqui em cima?
– Mas, Anjos não vivem no céu, ao lado de Deus?
– Sim? Os Anjos de luzes vivem no céu ao lado de Deus, mas eu sou um Anjo da Guarda, e Anjos da Guarda, vivem ao lado de quem nós protegemos.
– Hum, então tu caminhas lado a lado comigo, nas minhas aventuras, no meu dia-a-dia?
– Exatamente, eu não descuido um só segundo da tua vida, dos teus afazeres, vivo iluminando o teu caminho, estou sempre a tua frente, preparando a tua chegada, desviando você dos perigos que ora, estejam em sua passagem.
– E como é o meu dia-a-dia, dou-lhe, muito trabalho?
– Meu caro amigo, desde que, foi me dada esta missão, procuro cumprir a risca todos os ensinamentos do mestre, para proteger-te, das horas difíceis, dos momentos tristes, de sua louca vida de aventuras, e quando recolhes para o teu sono, ainda dou-lhe, um beijo em seu coração, sem que uma palavra sua, venha-me, agradecer.
– Mas, meu amado Anjo, todas as noites quando eu vou deitar-me, faço minhas orações aos céus, agradecendo a graça recebida, por ter respirado em mais um dia.
– É Verdade, tu agradece aos céus, mas, esquece-se, de que eu não vivo lá, vivo aqui, o agora, ao teu lado.
– Como faço então, para agradecê-lo?
– Simples, coloque a sua mão direita no coração, feche os olhos, e diga comigo:
Meu Anjo da Guarda, fazei com que eu não sofra nenhum tipo de ameaça, protege-me, dos ciúmes, e dos olhos do mal, amém.
Meu amado Anjo, só mais uma pergunta. Quando um Anjo da Guarda, passa a ser um Anjo de luzes?
Meu amado amigo, quando tu subires aos céus, eu serei o teu Anjo de Luzes.

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Havia, porém, um súdito que sempre o lembrava desta verdade. Em todas as situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!"
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com o seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, mas não conseguiu evitar que o Rei perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem reconhecer ter a vida salva pelos esforços do servo, perguntou-lhe: "E agora, o que me dizes? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria perdido o meu dedo!"
O servo respondeu: "Meu Rei, apesar de tudo quero dizer lhe que Deus é bom e é o bem!"
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso, e na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu ele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para os seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso, falta-lhe um dedo!"
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou o seu súdito e pediu que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente, dizendo-lhe: "Meu caro, Deus foi realmente bom. Fica a saber que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas, ainda tenho no meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que tu ficasses preso da maneira como ficaste... Logo tu que tanto o defendeste?"
O servo sorriu e disse: "Meu Rei, que bom foi Deus! Se eu estivesse livre e contigo nesta caçada, certamente teria sido sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!"
Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM!

Quando dois seres de aparência estranha apareceram na porta da sala, Tony, de três anos de idade, rapidamente pulou de onde sentava-se no chão e correu para a cadeira de sua mãe. Um dos recém-chegados, rindo, disse, – Vem cá Tony e fala o que você pensa de nós. Disse uma voz familiar. – Você não gostou da nossa cara?
Tony deu uma espiada sem sair do lugar. Ele certamente não gostou do jeito como aquelas pessoas pareciam! Vestiam roupas engraçadas e tinham máscaras nos rostos. Um parecia um velho vagabundo engraçado com bigode grosso, óculos escuros e grandes... O outro usava um vestido longo e muitas "joias" coloridas e brilhantes. Tinha cabelo loiro longo e usava uma coroa de papel.
A mãe riu. – Vocês dois fizeram um bom trabalho ao arranjar estas roupas para a festa à fantasia. Ela disse. – Tirem suas máscaras para que Tony veja quem são vocês.
As máscaras, óculos e bigodes foram retirados e Tony viu o próprio irmão Zachary e... Aquilo era sua irmã Megan? Correu para ela e arrancou a peruca loira. – Me conhece agora, não é? Ela perguntou.
Logo Tony também tentava usar as máscaras e a peruca e ria de si mesmo em frente ao espelho. – Festas à fantasia são divertidas! Mal posso esperar até sábado! Declarou Megan. – Eu não vou contar nada pra ninguém porque quem conseguir enganar a todos o tempo todo receberá um prêmio.
O pai das crianças sorriu. – Fico contente que vocês se divirtam com isto. Ele disse, – Mas não usem suas máscaras no dia-a-dia, tá bom? – Quem faria isso? Perguntou Zachary.
– Bem, de certa maneira, muitas pessoas fazem. Seu pai respondeu. – Esses trajes e máscaras me lembram que algumas pessoas continuamente tentam parecer-se com algo que não são. Vão à igreja e dão dinheiro para caridade e fazem muitas outras "boas ações". Querem que as outras pessoas pensem que são Cristãos mas, na verdade, nunca confiaram em Jesus. É como se usassem uma "máscara". Por baixo das máscaras eles têm corações duros.

Quando Cátia chegou em casa depois da escola, ela deu um beijo em sua mãe, agarrou um biscoito e foi para o piano. A mãe sorriu quando Cátia começou a tocar sua música favorita. Cátia adorava música e tocar piano.
Quando Cátia parou de tocar, ela foi até a cozinha. – A Lúcia convidou algumas de nós para jogar vídeo game hoje à noite. – ela disse – Eu posso ir?
– Acho que sim. – sua mãe concordou – A propósito, a Sra. Parker ligou hoje. Ela disse que gostaria que você tocasse na festa da escola de música, na semana que vem. Eu disse que lhe perguntaria, mas que eu estava certa de que você aceitaria.
– Ah, mãe! – Cátia exclamou com desânimo – Não quero fazer isto! Hoje à noite eu ligo e falo com ela.
Ela fechou a cara e saiu da cozinha antes que sua mãe pudesse protestar. A mãe suspirou. Apesar da habilidade e do amor de Cátia pela música, ela rejeitava qualquer proposta de tocar em público. – Tocarei quando eu for mais velha. Era o que sempre dizia.
Quando Cátia voltou da casa da Lúcia naquela noite, ela parecia triste. – Você não se divertiu? Sua mãe perguntou.
– Oh, sim. – Cátia murmurou – Mas sabe o que é? Nós estávamos no quarto da Lúcia e em cima da estante eu vi o colar eu dei para ela no seu aniversário. Ainda está na caixa! Quando eu dei a ela, ela disse que era bonito e que tinha gostado. Se ela realmente gostou, por que ela não usa? Eu gastei dois meses de mesada para pagar o colar que agora só fica guardado!
– Eu sinto muito. – a mãe respondeu simpaticamente – Talvez ela use mais tarde.
E, depois de uma ligeira pausa, adicionou, – Cátia, você não estará tratando o presente que Deus lhe deu da mesma forma que a Lúcia está tratando o seu?
– Como assim? Cátia perguntou.
– Deus lhe deu o presente da música, inclusive a habilidade de tocar piano. Você gosta de tocar em casa, mas como a Lúcia, você parece pouco disposta a "tirar seu presente da estante" e usar em qualquer outro lugar.
Cátia ficou calada e pensativa por algum tempo. Finalmente admitiu, – Acho que você está certa. Eu direi à Sra. Parker que aceito o convite.

O cérebro, em verdade, articulará leis que disciplinem os povos. comandará arrojadas experimentações científicas. plasmará ilações filosóficas e religiosas da mais elevada importância na marcha evolutiva da consciência: medirá as distâncias em pleno céu. comporá maravilhas com os méritos da palavra. conquistará o domínio do espaço, erguendo o homem à condição de triunfador do mundo.
descerá, com segurança, aos mais obscuros labirintos do mar, arrancando-lhe os segredos. abordará, com mestria, os enigmas da natureza, para solucioná-los em seu próprio favor. tecerá os primores da arte. estenderá os benefícios da indústria. e supervisionará todas as iniciativas da criatura na subida ao plano superior. Entretanto, no coração reside a força criadora do ser e somente através dele flui a generosa fonte do amor que gera a beleza e glorifica as bênçãos da vida. É por isso que Jesus, o nosso Divino Mestre, falou acima de tudo ao Coração Humano, porque se o Cérebro é garantia do progresso na Terra, o Coração é a estrela que brilha, soberana, confundindo a Terra com o Céu para que a Humanidade se integre, vitoriosa, na luminosa comunhão com Deus.

Meu Senhor e meu Deus, obrigado por este dia de vida, obrigado por estar mais uma vez com meus amigos, familiares e todos que nos rodeiam.
Obrigado Senhor pelo ar que respiramos, pela água que bebemos, pelo alimento que ingerimos, por todas as coisas boas que aconteceram em nossa vida e também pelas horas que passamos por dificuldades, mas o Senhor nos deu força, coragem e mostrou o caminho certo que devíamos seguir.
Que o Senhor faça deste dia melhor que ontem e do amanhã melhor que hoje. Que abençoe cada filho Seu existente na face da Terra.
Que o Senhor coloque em nossos corações a capacidade de perdoar. Assim com o coração limpo, caminharemos no caminho da verdade em busca de um mundo cheio de paz, amor e vida em abundância

Quando você levantou pela manhã EU já havia preparado o sol para aquecer o seu dia, e o alimento para sua nutrição. Sim, EU providenciei tudo isso enquanto vigiava o seu sono, a sua família e a sua casa.
Esperei pelo seu Bom Dia, mas você se esqueceu. Bem, você
parecia ter tanta pressa que EU lhe perdoei.
O sol apareceu, as flores deram o seu perfume, a brisa da manhã o acompanhou e você nem pensou que EU é quem havia preparado tudo isso.
Seus familiares sorriam, seus colegas o saudaram, você
trabalhou, estudou, viajou, realizou negócios, alcançou vitórias, mas... você não percebeu que EU estava cooperando com você. E mais... teria ajudado se você me tivesse dado uma chance...
EU sei, você corre tanto... EU o perdoei.
Você leu tanto, ouviu muita coisa, viu mais ainda, e não teve tempo de ler ou ouvir a MINHA PALAVRA. Eu quis falar, mas você não parou para ouvir. EU quis até aconselhá-lo, mas você nem pensou nessa possibilidade. Seus olhos, seus pensamentos, seus lábios seriam melhores. O mal seria menor e o bem, muito maior em sua vida.
Você trabalhou, ganhou dinheiro, não fez mais porquê não me deixou ajudá-lo. Mais uma vez você se esqueceu de mim.
Esqueceu-se de que EU desejo uma participação no meu reino com a sua vida e o seu talento.
Findou o seu dia. Você voltou para casa. Mandei a lua e as estrelas tornarem o cenário mais bonito para lembrar-lhe do meu amor por você.
Certamente, vai agradecer-me e me dar uma Boa Noite... Já
dormiu! Que Pena!
Boa Noite, durma bem. Eu ficarei velando por você.
JESUS