Há longo, longo tempo, compareceram no Tribunal Divino dois homens recém-chegados da Terra. Um trazia o sinal da muleta em que se apoiara. Outro mostrava a marca da coroa que lhe havia adornado a cabeça.
Fariam prova de humildade para voltarem ao mundo ou seguirem além... Postos, um a um, na balança. O primeiro acusou enorme peso. Era ainda presa fácil de lutas inferiores, parecendo balão cativo.
O seguinte, no entanto, revelava grande leveza. Poderia viajar em demanda dos cimos. Inconformado, contudo, disse o primeiro: – Onde a justiça divina? Fui mendigo paupérrimo, enquanto ele...
E indicando o outro: – Enquanto ele era rei... Passei fome, ao passo que muita vez o vi no banquete lauto. Esmolava na rua, avistando-o na carruagem. Conheci a nudez, reparando-o sob o manto dourado, quando seguia em triunfo. Vivi entre os últimos, ao passo que ele sempre aparecia como o primeiro entre os primeiros.
O outro baixou a cabeça, humilhado, em silêncio.
Mas o amigo sereno, que representava o Senhor, falou persuasivo: – Viste-o na mesa farta, mas não lhe percebeste os sacrifícios ao comer por obrigação. Notaste-o de carro. entretanto, não lhe observaste o coração agoniado de dor, ante os problemas dos súditos a que devia assistência. Fitaste-o sob dourado manto, nos dias de júbilo popular. todavia, não lhe contemplaste as chagas de sofrimento moral, diante das questões insolúveis.
Conheceste-o entre os maiorais da Terra. entretanto, não sabes quantos punhais de hipocrisia e de ingratidão trazia cravados no peito, embora fosse obrigado a sorrir. Na situação de mendigo, não fostes lançado a semelhantes problemas da tentação. Diante do companheiro triste, o ex-monarca recebeu passaporte para a ascensão sublime.
Sozinho e em lágrimas, perguntou, então, o ex-mendigo: – E agora?
O ministro angélico abraço-o, sensibilizado, e informou: – Agora. Renascerás na Terra e serás também rei.
A um certo homem de negócios foi solicitado um donativo, em benefício de algumas obras assistenciais que vinham sofrendo muito pela falta de recursos. O homem, entendendo o valor dessas obras e desejando colaborar também em favor dos oprimidos, pobres e sofredores, prontamente preparou e entregou nas mãos do solicitante um cheque portador de uma respeitável soma que daria, certamente, para suprir várias necessidades urgentes.
Enquanto ainda recebia as expressões de reconhecimento, feitas em nome das instituições beneficiadas, chegou um dos seus secretários trazendo-lhe um telegrama. Pediu licença e imediatamente leu a mensagem contida no referido telegrama. O seu semblante manifestou uma perturbação visível e, sem fazer segredo, disse ao solicitante, ainda presente:
– Este telegrama participa-me sobre o naufrágio de um dos meus cargueiros e a consequente perda da respectiva mercadoria que transportava. Isto me obriga a alterar agora o meu donativo e terei de lhe preparar um novo cheque. Não me leve a mal, amigo, mas é absolutamente necessário que eu assim proceda. Espere por uns poucos instantes, por favor.
O solicitante das obras sociais em questão compreendeu perfeitamente a situação e lhe devolveu de imediato o cheque, julgando que ele passaria outro, de menor valor. O negociante fez outro e o entregou. Mas, qual não foi o seu espanto ao verificar que o novo cheque representava o dobro do valor do primeiro. Um tanto conturbado, indagou o solicitante:
– Não teria o prezado amigo se enganado, ao preencher esse cheque?
– Não – respondeu o homem de negócios. – Não me enganei. Essa importância está correta. E naquele momento, com os olhos marejados pelas lágrimas que não puderam ser evitadas, o homem continuou:
– Eu conheço bem os ensinamentos de Cristo que recomendou: "Não ajunteis tesouros na terra." Mas só ao ocorrer um prejuízo dessa monta é que a gente desperta no sentido de estar lutando apenas por uma coisa perecível e passageira. É preciso pensar também, aliás, muito mais, nos valores eternos – os que permanecem.
Nada me provoca tantas perguntas como o nascimento de Cristo. O dono da hospedaria, por demais ocupado para receber Jesus, terá tomado conhecimento de quem ele mandou embora? Os pastores, alguma vez teriam cantado a canção dos anjos? Os sábios homens que seguiram a estrela gostavam de adorar um bebê? E José, especialmente José. Eu tenho perguntas para José.
O que ele pensava enquanto Jesus nascia? Ele tinha feito tudo o que ele podia fazer – tinha feito Maria tão confortável quanto ela poderia estar num celeiro e então saiu. Ela tinha pedido para estar só. Nessa eternidade entre a despedida de sua esposa e a chegada de Jesus, em que ele pensava? Andou pela noite olhando as estrelas? Orou?
Pergunto-me o que ele disse...
Esta não é a forma como eu planejei, Deus. Isto não parece direito. Que tipo de marido sou eu? Eu não forneci nenhuma parteira para ajudar minha esposa. Nenhuma cama para ela descansar suas costas. Seu travesseiro é apenas a manta de meu burro. A casa que arrumei para ela é uma barraca de feno e palha... Errei em alguma coisa? Errei, Deus?
Você ficaria na posição em que José ficou. Preso entre o que Deus diz e o que faz sentido.
Se lhe pedirem o que foi pedido a José, deixe-me lhe aconselhar a fazer o que fez José. Obedeça. Isso é o que ele fez. Obedeceu quando o anjo chamou. Obedeceu quando Maria explicou. Obedeceu quando Deus mandou.
Exatamente como José, você não pode ver o quadro inteiro. Exatamente como José sua tarefa é trazer Jesus como parte de seu mundo. E exatamente como José você tem uma escolha: obedecer ou desobedecer. Porque José obedeceu, Deus o usou para mudar o mundo.
Deus pode fazer o mesmo com você!
Stephanie irradiava alegria ao rasgar o papel que embrulhava o seu presente de aniversário, dado por seus pais. – Obrigado! Ela disse abraçando a ambos. Há muito tempo eu queria uma bicicleta, mas eu não podia imaginar o que estava em caixa tão grande! Eu não sabia que bicicletas veem em caixas.
O pai sorriu. – Quando você compra uma bicicleta você tem que montar, disse, e vou fazer isto agora mesmo.
A mãe foi para a cozinha terminar o jantar e Stephanie e seu pai foram para a garagem trabalhar na bicicleta. – Aqui o manual de instruções, disse Stephanie, tentando ajudar.
O pai deu uma olhada de relance enquanto tirava as peças da bicicleta para fora da caixa. – Obrigado, querida, disse, mas acho que não vou perder tempo lendo tudo isto. Não deve ser difícil de montar.
E se manteve ocupado com a tarefa, organizando as peças da bicicleta.
Depois de um certo tempo, o pai sacudiu a cabeça. – Isto não parece certo, disse.
Neste momento a mãe chegou à porta. – O jantar está pronto, anunciou, olhando as peças espalhadas pelo chão, Como vão indo as coisas por aí?
O pai suspirou. – Não está nada bem, disse. Voltarei depois de jantar. Vamos comer.
Durante a refeição, o pai olhou para Stephanie e disse, – Acho que devia ter lido as instruções que você ofereceu. Acabei desperdiçando muito tempo tentando montar sua bicicleta sem usar as instruções do fabricante.
Ficou pensativo por alguns segundos e adicionou, – Me pergunto quanto tempo nós desperdiçamos porque vivemos o nosso dia a dia sem ler as instruções do nosso Fabricante. – Nosso fabricante? Perguntou Stephanie. O que quer dizer?
O pai sorriu. – Quero dizer Deus. Ele nos fez e em Seu manual de instruções – a Bíblia – nos dá os conselhos certos para a vida, para o dia a dia, o casamento, a educação das crianças, o uso do dinheiro, e todos os tipos de coisas.
Depois do jantar, Stephanie e seu pai voltaram ao projeto. Desta vez, o pai começou lendo as instruções.
Longe?
Alguma vez você já pensou que Deus estava longe, não se importava com seus problemas nem ouviu sua oração?
Muitas vezes passamos por situações difíceis e nos sentimos abandonados pelo Pai. Oramos e não temos resposta. Acabamos culpando Deus.
Às vezes Deus permite circunstancias difíceis em nossa vida, como doenças, perdas, problemas financeiros e na família.
Porém, Ele não se afasta quando isso acontece, nós é que muitas vezes, nos afastamos d'Ele. Tentamos resolver o problema sozinho, reclamamos, culpamos os outros e Deus, ficamos desesperados e choramos sem parar.
Pensamos que Deus está longe, mas na verdade Ele permanece ao nosso lado para, se permitirmos, ajudar-nos a passar por aquela situação. Ele não nos faz mal, nem é nosso inimigo, ao contrário, continua nos abençoando com seu amor e cuidado.
Mas há, sim, uma situação em que Deus tem de ficar afastados de nós: é quando fazemos coisas que o desagradam (pecados). Por ser Santo, Ele não pode aproximar-se da impureza, nossas maldades nos separam de Deus (Isaías 59:2)
Pense bem: será que o culpado do ?afastamento? é Deus ou é você mesmo? Humilhe-se, reconheça seus erros e busque a Deus. Ele esta perto e nunca nos abandona.
Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...
Em um reino muito antigo, o rei tinha um cantor. Certo dia o rei disse ao seu cantor:
– Você canta muito bem. Já fui em muitos reinos e não vi um cantor que se igualasse a você. O cantor agradeceu ao rei o elogio e em seguida disse: – Apesar de seus elogios, devo confessar que meu mestre canta muito melhor do que eu.
O rei ficou logo curioso e pediu ao cantor que o levasse ao seu mestre, no que o cantor se recusou dizendo ao rei que o seu mestre era um ermitão, que tinha abandonado o contato com o mundo exterior e com certeza ele não cantaria somente para satisfazer a vontade do rei.
Após muita insistência por parte do rei, o cantor concordou em levar o rei ao local onde vivia o seu mestre mas já foi logo advertindo o rei: – É muito pouco provável que o mestre cante para o senhor, meu rei.
O rei não se importou com a advertência e os dois iniciaram a viagem. Chegando à montanha onde vivia o mestre, logo o encontraram e o rei pediu para que ele cantasse pois o seu discípulo, que cantava muito bem, havia dito que o seu mestre cantava ainda melhor.
Como era de se esperar, o mestre se recusou a cantar para o rei. Porém o rei não desistiu e decidiu que não sairia daquele lugar sem ouvir o mestre cantar. Depois de muito tempo, o mestre, sentindo vontade, começou a cantar. O rei ficou maravilhado com aquilo. O mestre realmente cantava muito melhor do que o seu cantor. Satisfeito, o rei foi embora de volta para seu reino.
Passado bastante tempo, o rei virou-se ao seu cantor e comentou sobre o fato e, descobrindo que o cantor sabia cantar aquela melodia que ele tinha ouvido o mestre cantar, pediu para que ele cantasse.
O cantor satisfez o desejo de seu rei mas ao final, o rei comentou: – É bela essa melodia e é a mesma que ouvi naquele dia mas mesmo assim, quando cantada pelo seu mestre, parecia muito mais bela.
É que eu estou cantando para o senhor, meu rei, e meu mestre cantava para Deus...
Conta-se que um velho circense, após ter sido despedido do circo ao qual dedicara toda a sua vida como malabarista, vagueou sem rumo, à procura de quem lhe desse emprego e abrigo.
Não era fácil, afinal não desenvolvera outras habilidades, não era mais jovem e tampouco sabia ler e escrever.
Após muitos meses perambulando e já doente, bateu à porta de um Mosteiro, encontrando a caridade dos monges que o recolheram e dele cuidaram até que sarasse.
Sua tarefa passou a ser cuidar do jardim, o que ele foi aprendendo com algum esforço. Todavia algo o incomodava. Ao observar a rotina dos religiosos, os cantos, as orações em Latim, sentia-se triste por não poder acompanhá-los.
Ele também queria orar e cantar hinos de louvor ao Deus da sua compreensão. Mas como? Não tinha as palavras certas, sentia-se rude e indigno de adentrar a Capela. Como poderia ele falar do seu amor por Jesus, cuja imagem se destacava majestosa ao fundo do Santuário?!
Certo dia, esperou que todos se recolhessem, tomou todos os seus aparatos circenses e acercou-se da linda imagem do Mestre na Capela.
Começou a fazer a única coisa na qual ele era exímio... à sua volta, arcos, bolas, pratos subiam e retornavam as suas mãos, em movimentos perfeitos.
Ele esperava o milagre de ver no semblante do Senhor, um leve sinal de que a sua prece – embora incomum – estava sendo recebida.
E foi persistindo nos seus malabarismos, como se executasse a mais linda canção de louvor, sem dar-se conta do tempo, nem do suor que já escorria abundante por todo o seu rosto.
Os monges, ao notarem os estranhos ruídos vindos da Capela, levantaram-se com cuidado, receando tratar-se de algum meliante.
Todavia, quando chegaram à porta, pararam estupefatos diante da cena que presenciaram.
É que neste exato momento O Senhor inclinava-se e, com o manto, enxugava o suor daquele homem simples que não sabia rezar, mas que não obstante, rezara com todas as forças do seu coração !
Enquanto os jovens esperavam começar a aula, conversavam sobre um filme que passara na TV na noite de sábado. – Você viu o filme? Perguntou Brad. – Claro! Exclamou Jeb, e vários outros falaram a mesma coisa
– Lembra-se daquela cena, quando Joe ficou bêbado e bateu nos dois policiais atirando-os pela janela da boate? Jeb acrescentou.
– Bam! E lá vão os caras pela janela! Alguém exclamou. – Uau! Eu ia adorar ter aquela garota do show, Disse Brian. – Quando ele a beijou na pista de dança, foi engraçado quando seu marido apareceu...
O grupo repentinamente parou a conversa ao perceber a presença do professor na entrada.
Sr. Milles começou a aula.
Depois da aula, ele convidou o grupo para uma festa na igreja no sábado seguinte.
Quando os jovens chegaram para a festa, Sr. Milles pediu que se sentassem no auditório em vez de ficar no salão de festas. Os jovens estranharam mas foram para lá. Tinha um televisor colocado bem na frente do altar. – Para que será isso? Perguntou Brad. Nós vamos assistir um vídeo? – É noite de sábado e eu acho que está passando seu programa favorito de TV. Respondeu Sr. Milles. – Acho que podemos assistir juntos. Vou ligar a TV.
– Mas aqui? Murmurou alguém
E os jovens olharam um para o outro, inquietos. Os primeiros minutos do programa não foram tão ruins. Então um dos personagens xinga bastante e aparece uma atriz praticamente nua.
Todos se sentiram desconfortáveis. Logo Vince falou, – Vai nos deixar ver isto?
Rapidamente o senhor Milles desligou a TV. – Pensei que vocês gostassem deste show, ele disse. – Sim, mas... Bem, aqui é uma igreja... É a casa de Deus e é horrível assistir isto aqui, Jeb disse.
Sr. Milles concordou. – Certo meu jovem, mas vocês têm se esquecido que Jesus não está apenas nas igrejas. Ele está em todo lugar e faz parte de sua vida e Sua presença deve fazer você ser muito mais cuidadoso com o que você ouve e vê e de que maneira o faz.
Um dos professores de Sally, o professor Thornton, era conhecido por suas elaboradas lições praticas. Certo dia, quando Sally entrou em sua classe, notou que existia um grande alvo na parede e muitos dardos sobre a mesa mais próxima.
Iniciada a aula, o professor Thornton disse aos alunos para desenhar um retrato de alguém que eles não gostavam ou de alguém que lhes aborrecia... e ele permitiria aos alunos lançar dardos naquele retrato daquela pessoa. Uma garota sentada ao lado de Sally desenhou um retrato de uma menina que lhe roubara o namorado. Outro amigo desenhou um retrato de seu irmão mais novo.
Sally desenhou um retrato do próprio professor Thornton, colocando muitos detalhes em seu desenho, até desenhando espinhas em seu rosto. Sally ficou contente com o efeito alcançado.
A turma alinhou-se e começou a lançar dardos, com muito riso e balbúrdia. Alguns dos alunos lançaram seus dardos com tanta força que seus alvos estavam completamente destruídos. Sally esperou ansiosamente por sua vez... e ficou muito decepcionada quando o professor Thornton, por causa do limite de tempo, pediu aos alunos para retornar à suas cadeiras.
Enquanto Sally sentava pensando sobre o quão brava ela estava por não ter tido a chance de lançar dardos em seu alvo, o professor Thornton removeu o alvo da parede.
Debaixo do alvo havia um retrato de Jesus...
Um silencio inquietante caiu sobre a sala quando cada aluno viu o mutilado retrato de Jesus. buracos e marcas cobriam Seu rosto e Seus olhos estavam perfurados.
O professor Thornton disse apenas estas palavras, – Tanto como vocês fazem aos meus irmãos, vocês fazem à Mim.
Nenhuma outra palavra era necessária. os olhos de cada aluno focavam apenas o retrato de Cristo. Os alunos permaneceram em suas cadeiras... até que o sino tocou. Então eles lentamente deixaram a sala de aula, num silêncio jamais observado na turma.
Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família rica. A família era inóspita e recusou-se a deixá-los ficar no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, os mandaram dormir num pequeno e frio espaço do porão. Quando estavam fazendo suas camas no chão duro, o anjo mais velho viu um buraco na parede e consertou-o. O anjo mais novo achou estranho o que viu e perguntou-lhe o porquê daquilo. O anjo mais velho respondeu-lhe: As coisas nem sempre são o que parecem ser. Na noite seguinte, os anjos foram descansar na casa de pessoas muito pobres, mas extremamente hospitaleiras: um fazendeiro e sua esposa. Depois de dividir o pouco de comida que tinham, o fazendeiro e sua mulher acomodaram os anjos na sua cama, onde poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando o sol nasceu na manhã seguinte, os anjos encontraram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua vaca, cujo leite era a única fonte de renda da família, estava morta no campo. O anjo mais novo estava furioso e perguntou ao outro anjo: Como pôde deixar isso acontecer? O primeiro homem tinha tudo e você o ajudou. A segunda família tinha pouco, dividia tudo com os necessitados e, no entanto, deixou que a vaca deles morresse. O anjo mais velho, então, respondeu-lhe: As coisas nem sempre são o que parecem ser. Quando ficamos no porão daquela mansão, vi que havia ouro guardado naquele buraco da parede. Sendo o dono totalmente obcecado por dinheiro e incapaz de dividir sua fortuna, tampei o buraco para que ele não achasse o ouro. E, na noite passada, quando estávamos dormindo na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio buscar sua esposa, mas lhe dei a vaca no lugar dela. Como vê as coisas nem sempre são o que parecem ser. Algumas vezes é isso que acontece quando as coisas não se concretizam do jeito que pensamos. Se tiver fé, só precisa acreditar que tudo o que acontece é em seu favor.
Era ano de 1494, a cidade era MILÃO, na ITÁLIA, Leonardo da Vinci deu uns passos para trás, contemplou o mural da Ultima Ceia que estava pintando, e suspirou.
Estava completo, com exceção das figuras de Cristo e de Judas. Onde encontrarei um semblante tão inocente e sublime que verdadeira-mente represente a Jesus? E onde encontrarei um rosto tão endurecido pelo pecado e engano, que possa representar a Judas Iscariotes? – refletiu ele.
Certa manhã, no coral de uma capelinha, Leonardo viu um jovem com um rosto tão inocente e sublime, que concluiu ter encontrado seu modelo para Jesus.
Durante vários dias o rapaz posou para o grande artista. Quando a figura de Jesus ficou concluída, o jovem olhou para a pintura. – Impressionante, não é? – disse o rapaz. – Como eu gostaria de ser mesmo semelhante a Ele! – Você pode – respondeu Leonardo – Simplesmente siga o seu exemplo.
Mas a obra de arte não estava concluída. Faltava ainda a figura de Judas. Leonardo caminhou pelas ruas da cidade à procura de uma face marcada pelas linhas da amargura e do remorso. Nenhum rosto era suficientemente depravado para servir de modelo a Judas.
Anos se passaram, e o mural continuava inacabado. Então, certa noite, no ano de 1498, Leonardo voltava para casa quando foi abordado por um pedinte.
Ao olhar para o rosto do homem maltrapilho, viu olhos inteligentes mas anuviados pelo remorso, e uma fronte marcada por anos de iniquidade. Acompanhe-me – disse Leonardo, com agitação. Vou dar-lhe alimento e cama por esta noite. Preciso pintar uma figura tendo-o como modelo. Pago bem.
Na manhã seguinte, o rude e maltrapilho mendigo sentou-se, enquanto Leonardo lhe pintava a face na forma de Judas. Terminado o trabalho, o mendigo contemplou a pintura pronta. Uma lágrima lhe rolou pelo rosto. Não me reconhece? – Chorou ele. – Sou a mesma pessoa que serviu de modelo para seu Cristo, anos atrás. Quem dera que eu tivesse seguido o seu conselho...
Quando tudo não der mais certo e você já tentou todas as alternativas, não te desespere. Deus proverá uma solução. Ele é um Deus fiel e te guardará de todo mal.
Momentos ruins não são eternos! São como tempestades, só duram por algum momento. Olhe para trás e veja quantas coisas piores você já passou e superou. Algumas vezes as tribulações acontecem em nossa vida para nos amadurecer. Portanto anime-se.
Quando estiveres tristes, olhe para o Céu e vede quão grande o é! Se Deus foi capaz de criar o céu, imagine resolver os seus problemas, que são tão pequenos perto de tão grandiosa obra que é o Céu. Seus problemas não são maiores do que Deus.
Faça como os triatletas das Olimpíadas, mesmo não conseguindo chegar em primeiro, lutam para chegar até o fim! Portanto não desista dos seus ideais. Lute até o fim, não desista no meio do caminho, diga eu vou vencer!
Se estiveres tristes, chore. Alivia a alma. Jamais deixe que a tristeza tome conta de você. Jesus fala: Alegra-te! Tem bom ânimo que Eu sou contigo. Busque a Deus de todo o seu coração. Lembre-se que buscar a Deus tem que ser uma busca constante, diária.
Deus tem a solução para todos os seus problemas. Para Deus nada é impossível.
Tenha uma vida de comunhão com Deus. Tenha amigos, nunca em quantidade, mas em qualidade. Busque amigos que te acrescente pessoal e espiritualmente. Se eles nada te acrescentarem... Afaste-se! As más companhias corrompem os bons costumes.
Tenha sonhos! É nos sonhos que Deus age e revela o seu infinito poder. Nunca deixe de sonhar, tenha objetivos!
Reme contra maré. No decorrer da sua vida, você encontrará pessoas que irão te jogar água fria. Irão falar que você é incapaz... Que é impossível! Dirão que aquilo que você tanto almeja não é para você. Não desista! O Deus que servimos é o Senhor do Universo.
Tenha a certeza que dias melhores virão e tudo tem um propósito na nossa vida! Nada é por acaso. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele fará.
Naquela comunidade de franciscanos, frei Teófilo era o responsável pela sopa dos pobres. Todos os dias de manhã, ia recolher verduras e legumes na horta, trazia ossos do açougueiro da vila (para aproveitar o tutano) e depois preparava uma substanciosa sopa num grande caldeirão de ferro. Enquanto a sopa cozia, aproveitava para fazer um exercício devocional individual.
Muitos anos continuou ele nesse serviço e nesta devoção. Um dia, embora de olhos fechados em prece, percebeu uma luminosidade incomum no ambiente. Abriu os olhos e viu, rodeada por intensa luz, a figura viva do Cristo à sua frente! Instintivamente Teófilo se prostrou. Seu coração batia descompassadamente, ameaçando romper-se de alegria!
Mas seu arrebatamento foi interrompido: a campainha da porta da rua soou estridentemente, eram os pobres! Teófilo titubeou: — Oh! Jesus! Como deixar esta revelação pela qual aspirei e esperei a vida inteira. E que direito têm os pobres de interromper este êxtase sublime?
Ergueu implorativo olhar, mas o Mestre apenas o observava, atentamente. A campainha tocou outra vez. Movido pelo dever, o frade suspirou, inclinou-se ante o Cristo e correu à cozinha. Tomou o caldeirão e a concha e dirigiu-se à porta. Os pobres já estavam nervosos. Teófilo os serviu pacientemente, mas ainda estava ansioso e emocionado.
Quando terminou sua tarefa, tornou à cozinha, deixou ali os apetrechos e olhou esperançoso para seu quarto: ainda estava esplendidamente iluminado!
Entrou: Cristo o esperava! Comovido e jubiloso ajoelhou-se e, então, o Mestre lhe disse: – Teófilo, Eu me teria ido... Se tivesses ficado...!
Certa vez ouvi uma história contada por um velho amigo que gostava de fazer passeios de barco. Ele estava em um de seus passeios e ao caminhar pelo navio, viu um dos membros da tripulação escalando as cordas, indo até o "ninho do corvo". Quando estava na metade da escalada, o navio balançou, pendeu para um lado e ele foi jogado ao mar.
Quando bateu na água, começou a gritar por ajuda enquanto batia os braços descontroladamente, se esforçando para sobreviver. Meu amigo viu que um marinheiro observava o homem na água de forma calma e tranquila, sem esboçar nenhuma reação.
Após um curto tempo o homem na água se cansou e começou a afundar. Imediatamente o marinheiro que observava tranquilo saltou ao mar e salvou a vítima que se afogava.
Depois que ambos estavam em segurança à bordo, meu amigo foi até o marinheiro que fez o resgate e perguntou, – Porque você esperou tanto tempo para saltar na água e salvar este homem?
Com a mesma calma, o marinheiro respondeu, – Eu percebi que o homem lutava muito na água e era grande a possibilidade de ambos morrerem se eu saltasse rapidamente. Há muito tempo eu aprendi que é melhor deixá-lo lutar por algum tempo, e quando chegar ao fim de sua própria força, eu posso saltar na água e salvá-lo com segurança.
Você se sente como o homem que se afogava nesta história? Você caiu de seu lugar cheio de conforto e segurança, e você está lutando por sua sobrevivência? Você gritou pedindo à Deus para vir salvá-lo?
Jamais perca a fé! Deus só está lhe dando a oportunidade de salvar-se por si mesmo. Se suas forças chegarem ao fim, Deus saltará na água e salvá-lo-á!
Um filhote de cachorro disse para um cachorro adulto: "eu tenho me tornado perito em filosofia. Eu aprendi que a melhor coisa para um cachorro é a felicidade, e que a minha felicidade está no meu rabo. Então, eu estou buscando-o com determinação. Quando eu o alcançar eu a terei!
O velho cachorro respondeu: "eu também julgo que a felicidade é uma coisa maravilhosa para um cachorro e que a felicidade reside em meu rabo. Mas eu notei que quando eu o persigo, ele foge de mim e que, quando eu sigo em frente sem preocupações, ele vem após mim. "
A ilustração serve perfeitamente para nossa vida diária. Muitas vezes ficamos ansiosos correndo atrás da felicidade sem alcançá-la. Temos a sensação de que ela está sempre fugindo de nós. Nós a avistamos, parece estar bem perto, mas não conseguimos nos aproximar dela.
Qual a melhor coisa a fazer? Confiar nas promessas de Deus e seguir em frente. Ele nos garantiu a vitória e ela, com certeza, virá.
Confiar significa descansar, deixar Deus agir do modo dEle e na hora que achar melhor. Ele é o Senhor e tudo está sob Seu domínio, inclusive a nossa felicidade.
Podemos nos enganar quanto ao que achamos ser felicidade, podemos estar equivocados quanto ao tempo apropriado para ela chegar, mas Ele sabe tudo isso com perfeição. Melhor do que viver correndo atrás da felicidade é deixar que ela nos siga.
Onde estivermos, para qualquer lugar que formos, seja o que for que estejamos fazendo, tudo será muito mais maravilhoso se estivermos sendo acompanhados pela felicidade.
E esta segurança teremos quando abrimos nosso coração para o Senhor Jesus. Ele estará conosco todos os dias.
Estará ao nosso lado no trabalho, na escola, nos passeios, no supermercado e durante todos os momentos em que estivermos em casa.
Não estará apenas na igreja, mas nos acompanhará em todo o percurso de nossas vidas.
Que felicidade!
Você diz: "Isso é impossível" Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)
Você diz: "Eu já estou cansado" Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)
Você diz: "Ninguém me ama de verdade" Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)
Você diz: "Não tenho condições" Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9)
Você diz: "Não vejo saída" Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)
Você diz: "Eu não posso fazer" Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)
Você diz: "Estou angustiado" Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)
Você diz: "Não vale a pena" Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)
Você diz: "Eu não mereço perdão" Deus diz: "Eu te perdoo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1)
Você diz: "Não vou conseguir" Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)
Você diz: "Estou com medo" Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)
Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado" Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)
Você diz: "Eu não tenho talento suficiente" Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30)
Você diz: "Não tenho fé" Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)
Você diz: "Eu me sinto só e desamparado" Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei" (Hebreus 13:5)
João sempre foi um rapaz de muita fé. Nunca deixava de fazer suas orações. Tinha o seu anjo da guarda muito forte em seu coração. Antes de sair de casa, nunca esquecia de rezar, pedindo proteção ao seu anjo.
João levantou atrasado naquela manhã. Tomou seu café correndo, e foi na garagem pegar seu carro para ir trabalhar. João trabalhava numa cidade vizinha. Tinha que pegar uma rodovia.
Foi rezando pelo caminho, mesmo afobado com o atraso: Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a Piedade Divina, sempre me rege, me guarde, me governe, me ilumine. Amém.
João estava a 20, 40, 60, 80, 100, 120, e, finalmente, a 140 quilômetros por hora quando aconteceu o acidente. Ao acordar, percebeu seu estado, suas roupas sujas...
João ouviu alguém dizer: Não se preocupe com isso João. Aqui ninguém repara... Quem é você? – perguntou João ao desconhecido de barbas brancas... – Sou São Pedro.
O quê? Quer dizer que eu morri? Que estou no céu? Mas, como pode ser isso? E o meu anjo da guarda? Como pode ter me abandonado? Pedi sua proteção ao sair de casa. Tenho certeza de que ele estava comigo! Cadê ele. Preciso ter uma conversa com ele.
Então, São Pedro o levou junto a uma legião de anjos e disse: – Pode perguntar ao seu anjo o que quiser. Qual deles é o seu? João foi passando um por um até chegar no menorzinho da turma, que o olhou com ternura. – É você o meu anjo da guarda? Não estavas comigo? Como explica isso?
O anjo, então lhe disse: – João, quando você estava a 20 por hora, eu estava contigo... A 40, eu estava contigo... A 60, eu estava contigo... A 80, meio temeroso, ainda estava contigo... Mas quando você chegou a 100, 120, 140, meu amigo, eu pulei fora...
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Havia, porém, um súdito que sempre o lembrava desta verdade. Em todas as situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom!"
Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com o seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, mas não conseguiu evitar que o Rei perdesse o dedo mínimo da mão direita.
O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem reconhecer ter a vida salva pelos esforços do servo, perguntou-lhe: "E agora, o que me dizes? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria perdido o meu dedo!"
O servo respondeu: "Meu Rei, apesar de tudo quero dizer lhe que Deus é bom e é o bem!"
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso, e na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu ele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para os seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício.
Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso: "Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso, falta-lhe um dedo!"
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou o seu súdito e pediu que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente, dizendo-lhe: "Meu caro, Deus foi realmente bom. Fica a saber que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas, ainda tenho no meu coração uma grande dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que tu ficasses preso da maneira como ficaste... Logo tu que tanto o defendeste?"
O servo sorriu e disse: "Meu Rei, que bom foi Deus! Se eu estivesse livre e contigo nesta caçada, certamente teria sido sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum!"
Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM!
Hoje eu estava aqui no meu canto, pensando na vida, quando resolvi conversar com o meu Anjo da Guarda.
– Meu querido e amado Anjo, como é a vida ai em cima?
Respondeu-me, o Anjo: – Querido amigo sonhador, quem foi que te disse, que vivo aqui em cima?
– Mas, Anjos não vivem no céu, ao lado de Deus?
– Sim? Os Anjos de luzes vivem no céu ao lado de Deus, mas eu sou um Anjo da Guarda, e Anjos da Guarda, vivem ao lado de quem nós protegemos.
– Hum, então tu caminhas lado a lado comigo, nas minhas aventuras, no meu dia-a-dia?
– Exatamente, eu não descuido um só segundo da tua vida, dos teus afazeres, vivo iluminando o teu caminho, estou sempre a tua frente, preparando a tua chegada, desviando você dos perigos que ora, estejam em sua passagem.
– E como é o meu dia-a-dia, dou-lhe, muito trabalho?
– Meu caro amigo, desde que, foi me dada esta missão, procuro cumprir a risca todos os ensinamentos do mestre, para proteger-te, das horas difíceis, dos momentos tristes, de sua louca vida de aventuras, e quando recolhes para o teu sono, ainda dou-lhe, um beijo em seu coração, sem que uma palavra sua, venha-me, agradecer.
– Mas, meu amado Anjo, todas as noites quando eu vou deitar-me, faço minhas orações aos céus, agradecendo a graça recebida, por ter respirado em mais um dia.
– É Verdade, tu agradece aos céus, mas, esquece-se, de que eu não vivo lá, vivo aqui, o agora, ao teu lado.
– Como faço então, para agradecê-lo?
– Simples, coloque a sua mão direita no coração, feche os olhos, e diga comigo:
Meu Anjo da Guarda, fazei com que eu não sofra nenhum tipo de ameaça, protege-me, dos ciúmes, e dos olhos do mal, amém.
Meu amado Anjo, só mais uma pergunta. Quando um Anjo da Guarda, passa a ser um Anjo de luzes?
Meu amado amigo, quando tu subires aos céus, eu serei o teu Anjo de Luzes.
-Papai, ele disse com os olhinhos cheios de lágrimas, você fala comigo e acaba com meus medos? Aqueles meninos ruins na escola estão espalhando uma mentira dizendo que é impossível uma rena voar.
– Eles falaram que não existe nenhum Papai Noel, eles dizem rindo que não existe agora, e nunca existiu. Como poderia um homem dar todos esses brinquedos para milhares de meninas e meninos?
– Mas eu falei para eles que eles não tinham razão, que eu viria para casa e descobriria tudo nesta noite. Mamãe disse para esperar até você chegar em casa. Por favor, me fale agora que eu não estou errado. O pai olhou para seu rosto e suspirou. Ele tinha que pensar rapidamente e muito bem.
Sussurrando, ele começou com um sorriso, – Bem, suba em meu colo, querido, vamos conversar um pouco. Se lembra que aprendemos rezar, pedindo à Deus que cuide de todos nós à cada dia?
– E você sabe que nós agradecemos por cada comida, para este mesmo Deus que nós sabemos ser real. Embora nós nunca o vejamos, nós sabemos que ele está lá olhando as crianças dele com aquele amor cuidadoso.
– Deus começou o Natal a muito tempo atrás quando ele nos deu seu filho para amarmos. Um espírito de presentear amor veio com aquele nascimento, e a generosidade de Deus encheu a terra inteira. – O homem teve que dar um nome para este espírito de presentear, da mesma forma que ele dá nome à todas as coisas.
– O nome Papai Noel veio a mente de alguém. Provavelmente o melhor nome que pode encontrar. – Há, verdadeiramente um Papai Noel que nos visita a cada ano. Um espírito como Deus que nós nunca vemos e que entra nos corações de sua mãe e de seu pai e de todo o mundo.
– Todo ano, no Natal, durante uma noite especial nós nos transformamos nele e fazemos tudo certo. Mas o verdadeiro espírito de Natal está em você e em mim e eu espero que você já seja grande o bastante para entender que enquanto nós acreditarmos e continuarmos presenteando amor, nosso amigo Papai Noel continuará vivendo.
O cérebro, em verdade, articulará leis que disciplinem os povos. comandará arrojadas experimentações científicas. plasmará ilações filosóficas e religiosas da mais elevada importância na marcha evolutiva da consciência: medirá as distâncias em pleno céu. comporá maravilhas com os méritos da palavra. conquistará o domínio do espaço, erguendo o homem à condição de triunfador do mundo.
descerá, com segurança, aos mais obscuros labirintos do mar, arrancando-lhe os segredos. abordará, com mestria, os enigmas da natureza, para solucioná-los em seu próprio favor. tecerá os primores da arte. estenderá os benefícios da indústria. e supervisionará todas as iniciativas da criatura na subida ao plano superior. Entretanto, no coração reside a força criadora do ser e somente através dele flui a generosa fonte do amor que gera a beleza e glorifica as bênçãos da vida. É por isso que Jesus, o nosso Divino Mestre, falou acima de tudo ao Coração Humano, porque se o Cérebro é garantia do progresso na Terra, o Coração é a estrela que brilha, soberana, confundindo a Terra com o Céu para que a Humanidade se integre, vitoriosa, na luminosa comunhão com Deus.
Meu Senhor e meu Deus, obrigado por este dia de vida, obrigado por estar mais uma vez com meus amigos, familiares e todos que nos rodeiam.
Obrigado Senhor pelo ar que respiramos, pela água que bebemos, pelo alimento que ingerimos, por todas as coisas boas que aconteceram em nossa vida e também pelas horas que passamos por dificuldades, mas o Senhor nos deu força, coragem e mostrou o caminho certo que devíamos seguir.
Que o Senhor faça deste dia melhor que ontem e do amanhã melhor que hoje. Que abençoe cada filho Seu existente na face da Terra.
Que o Senhor coloque em nossos corações a capacidade de perdoar. Assim com o coração limpo, caminharemos no caminho da verdade em busca de um mundo cheio de paz, amor e vida em abundância
Casa é uma construção de cimento e tijolos. Lar é uma construção de valores e princípios. Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio. Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.
Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.
Numa casa criamos e alimentamos problemas. O lar é o centro de resolução de problemas.
Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam. Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apoiam e nas lutas se solidarizam.
Numa casa desdenha-se dos nossos valores. No lar sonhamos juntos.
Numa casa há azedume e destrato. Num lar sempre há lugar para a alegria. Numa casa nascem muitas lágrimas. Num lar plantam-se sorrisos.
A casa é um nó que oprime, sufoca. O lar é um ninho que aconchega.
Se você ainda mora em uma casa, nós o(a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que Jesus seja sempre o seu convidado especial.