O valor da família é algo que aprendemos ainda no ventre de nossas mães. É lá que recebemos proteção, sentimos o poder do carinho maternal e vamos desenvolvendo uma sintonia perfeita com alguém que nos receberá de braços abertos no mundo em que é suposto vivermos.
Enquanto crescemos, é em nossos lares que vamos descobrindo as coisas mais importantes da vida. A educação que recebemos irá se refletir no nosso comportamento futuro, o amor daqueles que cuidam de nós será o refúgio em todos os momentos.
O tempo vai passar e seguiremos nossos caminhos, pois assim são as leis do comportamento humano. No entanto, a família nunca nos abandonará, apesar de nossos erros, fracassos, mesmo que por vezes queiramos voltar atrás. O valor de quem é sangue do nosso sangue é difícil de explicar, mas nós o sentiremos o tempo todo, nas coisas simples do dia a dia e nas questões essenciais da nossa existência.
Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, à frente deles.
Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.
Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.
Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.
O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:
"Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?"
"Ele disse sim!" respondeu o outro, "Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição me deixa na mão!".
Moral da História:
A crise é o melhor momento para nos revelar quem são os verdadeiros amigos.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Charles Chaplin
Você está sofrendo, mas não é o corpo que dói. É a alma, e você precisa de uma cura, mas o melhor medicamento para alcançar essa cura interior é você mesmo.
Deve aceitar a dor, estuda-la, compreende-la para poder superá-la, pois revoltar-se contra ela só trará mais danos. Aceite o seu passado e tudo aquilo que não consegue mudar, desculpe seus erros e tudo que deixou de fazer por medo.
Livre-se de toda frustração, do arrependimento, de todos os maus sentimentos e comece sua cura interior! Está nas suas mãos, mas é preciso querer e lutar por isso.
Tanto tempo... Nem te saberia precisar... Tem sido o meu lamento
Constante, o maior dos pensamentos Um soluço, sufocado em meu peito Prestes a explodir, a gritar!
Você sempre soube desse sentimento Desse amor, que nasceu comigo quando te vi! E será sempre seu, mesmo sem ter direito!
Mesmo que eu tentasse, como tento Amar outro alguém, não conseguiria... Mesmo sabendo que te perdi...
E por mais que eu peça ao vento Pra te levar meu pedido... Você me vira os ouvidos, também nem ouviria
Não sei quanto mais eu aguento... Nem sei quanto dura esse lance... Não sei se és caso perdido...
Vivo essa agonia, num caminho lento Por mais que me peçam, não posso dar... Mas ainda assim te peço: pode me dar uma chance?