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Hoje não me resta mais nada...
Só tenho minha dor...
Perdi teus carinhos, teus beijos, seu amor!
Eu tentei... mas foi em vão.
Agora não consigo te esquecer,
A cada minuto sua lembrança me atormenta.
Não quero te esquecer, não pode ser verdade,
Ainda ontem você estava aqui,
Ao meu lado me falando como me admirava!
Eu sei, sempre soube que você não me amava,
Mas eu sabia o quanto gostava de estar comigo.
Tinha esperanças de transformar prazer em amor,
mas foi em vão... Tudo acabou.
Agora me restam as lembranças, o gosto da sua boca.
E a minha dor por ter te perdido!

Há algum tempo atrás uma mãe puniu seu filho de cinco anos por estragar um rolo de papel dourado que ia, por fim, decorar uma caixa a ser colocada sob a Árvore de Natal. Na manhã seguinte à noite de Natal, o menino trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo:
– Isto é para você, mamãe.
A mãe ficou embaraçada por sua reação precipitada, mas sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia, e falou rudemente com o menino: – Você não sabe que quando se presenteia alguém é esperado que haja alguma coisa dentro do pacote?
O menino olhou-a em lágrimas e disse:
– Oh, não está vazia, mamãe. Eu soprei dentro dela, até ficar cheia de beijos.
A mãe ficou arrasada. Ajoelhou e pedindo perdão por sua ira irracional, abraçou-o com ternura. Um acidente tirou a vida do menino pouco tempo depois e é sabido que a mãe guardou aquela caixa dourada perto de sua cama por todos os anos de sua vida.
Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, ela abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor que a criança colocou lá.
Verdadeiramente, cada um de nós, seres humanos, temos recebido uma caixa dourada repleta do amor de nossos filhos, família, amigos e de DEUS.
Não há maior tesouro a se possuir.

Sozinhos, somos estrelas que cintilam... Juntos, compomos o Corpo de Luz deste Planeta. Trazemos na memória o amor e as conquistas de nossas caminhadas... Por que temer? É chegada a hora de ouvirmos as nossas vibrações pessoais... Cada um... ouça o seu som!
Sinta a sua Luz! Perceba a Verdade que habita seu coração. Sinta o seu propósito ao longo das eras... Aquiete-se!
Ouça as estrelas... O universo está aí... Bem dentro de você! Cada astro, cada estrela, cada lua, cada sol... tem o seu lugar. Há mais vida, há mais organização do que suspeitamos... É hora de contribuir para o Plano Maior! Por um mundo melhor... Rituais de passagens são movimentos de renovação e de silenciosas transformações... Deixe-se levar por seu coração. Ele sabe o caminho...
Deixe a Luz penetrar... Inspire a força que vem do Cosmos, erga a cabeça e caminhe, guiado pela Verdade. E seja pleno, feliz, pois você é... Filho Amado de Deus!

Desejo a todos vocês uma Feliz Páscoa, meus amigos!
Esta celebração tão especial merece ser desfrutada com muita paz e amor junto da família e dos amigos. A ressurreição é o motivo, e o propósito é a união. Este domingo todos temos o dever de fazer ecoar o nome da verdade e da amizade entre todos os seres em todos os momentos do dia.

Sempre podemos encontrar motivos para nos sentirmos descontentes, se quisermos. Podemos, também, encontrar argumentos para nos considerarmos afortunados por estarmos vivos. Tudo depende da maneira como cada um vê a existência.
Era uma vez um cavalo que, em pleno inverno, desejava o regresso da primavera. De fato, ainda que agora descansasse tranquilamente no estábulo, via-se obrigado a comer palha seca.
- Ah, como sinto saudades de comer a erva fresca que nasce na primavera! dizia o pobre animal.
A primavera chegou e o cavalo teve sua erva fresca, mas começou a trabalhar bastante porque era época da colheita.
- Quando chegará o verão? Já estou farto de passar o dia inteiro puxando o arado! lamentava-se o cavalo.
Chegou o verão, mas o trabalho aumentou e o calor tornou-se muito forte.
- Oh, o outono! Estou ansioso pela chegada do outono! dizia mais uma vez o cavalo, convencido de que naquela estação terminariam seus males.
Mas no outono teve que carregar lenha para que seu dono estivesse preparado para enfrentar o inverno. E o cavalo não parava de queixar-se e de sofrer.
Quando o inverno chegou novamente, e o cavalo pode finalmente descansar, compreendeu que tinha sido fantasioso tentar fugir do momento presente e refugiar-se na quimera do futuro. Esta não é a melhor forma de encarar a realidade da vida e do trabalho.
É melhor descobrir o que a vida tem de bom momento a momento, vivendo o presente da melhor forma possível.