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Ser professor é ensinar e educar, mas também aprender com seus alunos e constantemente renovar suas aprendizagens. É passar horas planejando, revendo, estudando, para preparar apenas alguns minutos de aula.

Ser professor é sair da escola e levar no coração e no pensamento os seus alunos, suas preocupações e necessidades. É depois de muitos anos lembrar do rosto de todos eles com saudade e carinho.

Ser professor é sentir-se realizado e feliz com as conquistas dos seus alunos. É sentir orgulho na construção do caráter de todos eles.

Ser professor é dar tudo todos os dias, pedindo apenas em retorno o sucesso daqueles que arduamente prepara para o futuro. É indicar caminhos e deixar que seus alunos optem pelos que mais lhes convêm.

Ser professor é muito mais do que exercer uma profissão, é uma vocação, uma missão, um dos mais importantes ofícios dos quais depende o futuro de uma nação! E tantas vezes é também ser pai, mãe, amigo...

Abriria o peito se assim me pedisses
Com as próprias mãos
E sem hesitar, te daria o coração
Se dele dependesse a tua vida.

Vazaria os olhos
Não mais os piscaria
Não mais por eles veria o dia
Não mais através deles
Enxergaria teu sublime rosto
Se assim garantisse tua felicidade.

Por ti daria a vida
Por ti roubaria uma vida
Se assim me pedisses
Se assim te fizesse feliz.

Pois não sou senão um sopro
Leve, simples e efémero.
Não existo senão por ti
E nada importa senão amar-te...

Que falar sobre a amizade... Então, pensei em todos Os meus amigos... Os que me entendem tanto sendo tão diferentes Os que me ajudam nos momentos difíceis Os que me abrem os olhos Os gozadores Os intelectuais
Os que me dão paz Os que nunca se animam Os que me fazem um carinho Os que necessitam de carinho Os originais... Os que necessitam de cuidados
Os que são capazes de me suportar, seja qual for meu estado de espírito Os que estão sempre alertas Os que só mostram uma pequena parte do que são Os que dão um jeitinho para tudo Os folgados Os simpáticos ou emburrados...
Os que sempre estão dispostos a se reunir Os que estão sempre aí Os que invadem minha praia Os que me fazem tremer Os cheios de coisinhas Os que sempre estão na pendura
Os super-protetores os mansos Os que só pensam em trabalhar... Os que gostam de se mostrar Os que sempre se metem em rolos Os que me seguram na hora da raiva Os tímidos, os curiosos, os surpreendentes
Os que me fazem me render sempre... Os que vêm sempre de carona os que me fazem rir, de um jeito ou de outro Os que dão vontade de dar uma mordida Os que enchem a cara Os que são parte de mim mesmo os que me cativam e se deixam cativar Os que me fazem explodir de felicidade só porque existem aqueles que sempre têm alguma coisa pra contar Os chorões
A todos Obrigado por terem entrado no meu caminho ! Obrigado por serem aquilo que eu mais preciso ! Obrigado por gostarem de mim como sou!

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

As Mais Belas Histórias Budistas

Compreender os propósitos de Deus muitas vezes pode ser uma tarefa bem difícil, principalmente quando a tristeza bate na nossa porta porque acabamos de perder um ente querido. Lágrimas passam pelos nossos olhos constantemente e o vazio da saudade aumenta o sofrimento severamente.

Hoje a saudade nos faz mais uma visita, mas não vem acompanhada da tristeza como protagonista. Com corações mais confortados, dedicaremos este dia para relembrar os bons momentos que foram compartilhados e como a presença de uma pessoa tão querida foi capaz de transformar tantas vidas abençoadas.

Que a dor da nossa perda possa ser diminuída um pouquinho a cada dia e que daqui para frente esta ausência seja capaz de fortalecer ainda mais os laços da nossa família. O vazio que ficou jamais será preenchido, mas com a paz de Deus em nosso corações será bem menos difícil. O céu comemora hoje mais um ano da vida eterna de uma pessoa muito querida, que para sempre estará na nossa memória e influenciará eternamente a nossa história.