Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
– mistério profundo –
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Hoje é o dia mais promissor da semana, galera! Desejo a vocês, meus grandes amigos, um final de semana memorável! É hora de preparar para sair, para descansar, para passear, para colocar a leitura em dia.
Sejam quais forem vossos interesses para este sábado e domingo, façam para que eles aconteçam. Lutem por eles e desfrutem, porque a semana é longa demais para desperdiçar o final de semana com coisa chata! Abraço a todos.
Que a felicidade chega a este mundo de inúmeras formas, todos sabemos, mas que boa parte dela está ligada totalmente ao nossos avós, muitas vezes disto esquecemos. A transmissão de felicidade é tão intensa que às vezes parece que imediatamente após o nosso nascimento algo mágico acontece.
É uma mistura de tantos sentimentos bons que fica até difícil descrever com precisão alcançamos tanta felicidade em apenas um momento. Tudo é diferente, o abraço, o beijo, o carinho, cada gesto vem acompanhado de um afeto tão singular que passar muito tempo sem recebê-los é algo bem difícil de aguentar.
Com o nascimento dos netos, os avós ganham instantaneamente uma capacidade eterna de transmitir ternura em tudo. Mesmo quando deveriam ficar zangados, não conseguem deixar a meiguice de lado. É engraçado perceber como o nascimento de uma criança pode trazer tanta felicidade e alegria a dois únicos seres.
Sobe a água,
em vapor tão leve,
que a gente não vê.
Reúne-se em gotinhas,
formando nuvens
que ornam o espaço.
Depois desce e cai,
como chuva ou neve,
e de novo sobe leve
ao alto, ao céu,
pelo mistério
desse vaivém.
Ser cada dia um pouco mais nós mesmos...
Dar espontaneamente sem cobrar inconscientemente...
Aprender a ser feliz de dentro para fora...
Buscar no próximo um meio de nos prolongarmos...
Sentir a vida na natureza...
Entender a morte como natural da vida...
Conseguir a calma na hora do caos...
Ter sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente...
Saber a hora exata de parar e buscar um algo novo...
Não devanear sobre o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro...
Reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes...
Conseguir a liberdade com equilíbrio para não sermos libertinos...
Exigir dos outros, apenas o que nós damos a eles...
Realizar sempre algo edificante...
Ser responsável por nossos atos e por suas consequências...
Entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer...
Nos amarmos para que possamos amar os outros como nós mesmos...
Assumir que nunca seremos grandes,
mas que o importante é estar sempre em crescimento.