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O homem, por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrina.

Os olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto.

Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis. "é para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?"

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: "quanto dinheiro você tem?"

Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse: "isto dá, não dá?"

Eram apenas algumas moedas, que ela exibia orgulhosa.

- Sabe, eu quero dar este colar azul para a minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos seus olhos."

Se eu pudesse viver a minha vida novamente, na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da vida, claro que tive momentos de alegria.
Mas se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um paraquedas. Se voltasse a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas já viram, tenho oitenta e cinco anos e sei que estou morrendo.

Nadine Stairs

De todos os amores por mim vividos até hoje,
O seu foi o mais intenso.
De toda a saudade,
A sua foi a mais forte.
De todos os beijos,
O seu foi o mais gostoso.
De todo calor,
O seu foi o mais ardente.
De todas as almas,
A sua foi a mais gêmea.
De toda ânsia de cometer loucuras,
A sua foi a que mais me atentou.
De todos os corpos,
O seu mais me instigou.
De todas as esperanças em amores depositadas,
O seu foi o que teve mais crédito.
De toda a vontade de ficar junto,
A vontade que me domina é a sua.
Por isso de todos os amores eternos por mim prometidos,
O seu será o único cumprido a risca.

O tempo é nosso irmão Doa-nos tudo em sua bondade Mostra-nos os caminhos e direções Na luta divina pela felicidade... Caminhando cheios de esperança...
Assim, vamos nós amigos, Cheios de encantos e embrulhos Crendo em Deus e na vida Lutando com fé força e ternura Vibrando na leveza dos suspiros.
Ser ou não ser! O que importa! É lutar com todas as armas Respeitar os outros crê na sorte Saber que somos carnes e almas E o futuro para nós é agora...
Inveja é uma eterna doença... Orgulho é algo aterrador Amarrando os sonhos da mente Apagando do peito o amor Matando da gente os sentimentos
Ame seja amado Seja feliz recrie seus objetivos Encha de luz a sua alma Encha de paz o seu dia Tome um banho de felicidade...

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra. em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada. Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: – Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande? – É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: – Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?
– Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves. Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? – A pedra e a abóbora? Não! Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!
O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?
– Pensamentos negativos. – Culpar e acusar outras pessoas. – Permitir que impressões tenebrosas descansem na mente. – Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
– Auto-piedade. – Acreditar que não existe saída.
Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente.