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Amigos, costumamos querer empurrar para o modo pelo qual o dia se apresenta a culpa pela maior ou menor parcela de construções que edifiquemos no decorrer das vinte e quatro horas: - Hoje o dia estava embaçado, não dando coragem para ninguém fazer nada... - Hoje o calor está demais! Dá uma preguiça... Com essa chuva caindo desde cedo acabo ficando melancólico! Que céu azul lindo!
Hoje estou disposto... Sempre a velha desculpa de que o que se passa fora de nós é que nos influi no que fazemos diariamente. No fundo é realmente uma velha desculpa, pois nós somos seres dotados de capacidades e talentos múltiplos e recebemos um convite diário a muito fazer por nós, pelos demais seres e pela vida.
Seja qual for o dia, é dia de construir, amar, realizar, aprender, trabalhar...
Não importa como a Natureza se apresente lá fora, não importa nos obstáculos que enfrentemos em casa, na rua, no trabalho, na vizinhança, no templo religioso, ou em qualquer outro lugar, o dia é um tesouro inestimável e deve ser profundamente sentido e vivido.
Precisamos amadurecer mais e superar os óbices que a vida nos coloca adiante no caminho.
Enxergar tal oportunidade é demonstrar maior lucidez e bom senso. Seja qual for o dia, que a fé jamais se desvaneça, que o nosso ideal jamais se dissolva, que nosso amor se multiplique, que nossos olhos nos ensinem a enxergar as outras pessoas com maior ternura e carinho, enfim, que nosso coração seja pródigo em espalhar alegria, paz e serenidade. Assim, seja qual for o dia...

As pessoas que fazem diferença neste mundo são aquelas que acordam, procuram pelas circunstâncias que querem...
Não esperam que as coisas aconteçam, mas fazem as coisas acontecerem. Quem escolhe o caminho da diferença, faz a diferença.
No entanto, a maioria leva uma vida que não gostaria...
Ao invés de conduzir sua vida, o que fazem?
Estão sempre culpando suas circunstâncias, se sentem vítima, refém, prisioneiros de seu destino.
Vivem uma vida limitada, em trabalhos que não motivam, mal remunerados, vazios ou um tédio interminável.
Então, qual é a solução? É fazer as coisas de forma diferente, ver com outros olhos!
Muitos fazem as coisas da mesma maneira e esperam que os resultados sejam diferentes. É preciso deixar as experiências velhas de lado pra deixar chegar as novas.
Mas, para isso, você precisa superar suas próprias limitações... Seus medos, inseguranças, desmotivação, desesperança e, principalmente, seus pensamentos limitadores..
Jogue fora o "não consigo"... "não posso", "não sou capaz"...
Tudo é uma questão de decisão, de escolha.
Você pode decidir deixar de ser uma criatura impotente diante da vida e dos fatos e assumir o papel de criador e transformador de sua realidade.. Que tal começar a tentar hoje?

Exagerada toda a vida: minhas paixões são ardentes; minhas dores de cotovelo, de querer morrer; louca do tipo desvairada; briguenta de tô de mal pra sempre; durmo treze horas seguidas; meus amigos são semi-irmãos; meus amores são sempre eternos e meus dramas, mexicanos!

Clarice Lispector

Era um pequeno menino que visita seus avós na fazenda. Lhe foi dado uma espingarda de chumbinho para brincar, do lado de fora, nas árvores. Praticou nas árvores, mas nunca poderia atingir um alvo de verdade. Desanimado, ele voltou pra casa, para o almoço.
Enquanto andava, viu o pato de estimação da vovó. Em um impulso, mirou na cabeça do pato e o matou. Ficou chocado e aflito. Em pânico, escondeu o pato inerte na pilha de lenha. Então descobriu que sua irmã lhe observava. Sally tinha visto tudo, mas não disse nada.
Após o almoço daquele dia, vovó disse, - Sally, me ajude a lavar os pratos.
Mas Sally respondeu, - Vovó, Johnny disse-me que quer ajudar hoje na cozinha, não é Johnny?
E então lhe sussurrou, - Lembra-se do pato?
Assim Johnny ajudou com os pratos.
Mais tarde, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, e vovó disse, - Sinto muito, mas eu preciso que Sally me ajude.
Mas Sally sorriu e disse, - Bem, isso não é problema porque Johnny me disse que queria ajudar.
E sussurrou outra vez, - Lembra-se do pato?
Sally foi pescar e Johnny ficou.
Após alguns dias com Johnny fazendo o seu trabalho e o de Sally, finalmente não poderia esperar mais. Foi até a vovó e confessou que matara o pato. Ela ajoelhou-se, deu-lhe um abraço e disse - Querido, eu sei. Eu estava na janela e vi a coisa toda. Mas porque eu te amo, eu o perdoei.
E ela continuou, - E também porque eu te amo, eu queria ver por quanto tempo você deixaria que o medo e a mentira, fariam com que você deixasse Sally fazer de você o seu escravo.

A gratidão é um sentimento que traz junto dele uma série de outros sentimentos: amor, ternura, fidelidade, amizade. Aprenda a ver a vida de um ponto de vista positivo e pratique a gratidão. Pessoas que sabem perdoar e deixam o passado para trás, iniciam um processo de libertação. Mas é preciso se desfazer de coisas que remetem a situações tristes ou desconfortáveis e esquecer a mágoa para sentir-se realmente livre.
Compartilhar é outra atitude que faz bem e contribui para o sentimento de abundância. Pessoas que sentem carência devem fazer um esforço para conectar-se com outras pessoas. Então mantenha contato com quem é importante para sua vida. Faça visitas, marque encontros, telefone, escreva ou envie mensagens. Essas pessoas vão gostar de saber que são importantes para você. Faça a sua parte.
A virtude da generosidade pode estar em simples gestos, como a doação. Doe periodicamente: alimentos, dinheiro, sua atenção, seu tempo, para pessoas e causas em que acredita. Sempre há algo a fazer, ao seu alcance. Além disso, fazer o bem traz uma sensação de bem estar. E pessoas que ajudam outras voluntariamente, não importa o quanto esse trabalho exija, são mais felizes.