Que tenha sorrisos, suspiros e abraços.
Sinta pelo menos uma gota de alegria.
Desfrute do caminho, conte os seus passos.
Olhe o céu, as nuvens brancas. Sinta o vento soprando o rosto.
Renove as velhas esperanças.
Prove novos sabores, um novo gosto.
Distraia-se, não faça nada.
Pelo menos, um minuto esqueça das vozes, dos sons, das estradas...
Ore, por aquele que mereça.
Se doe, de alma e coração ou não, mas também não faça nada mau.
Olhe nos olhos, deixe fluir a emoção.
Não perca a paixão, pois o corpo é mortal.
O que temos são apenas sentimentos, vontades, desejos e sonhos.
Vivemos de bons momentos, fantasias, visões e planos. Mas de nada vale se não temos um bom dia, pois a vida é a soma de cada um e na soma dos dias o saldo positivo é o que tem de ficar.
Então... Que você tenha um ótimo dia!
Do seu abraço é a força que me
cativa e do olhar é a intensidade
que me prende à razão de todos
os sentidos, do peito, do coração.
E que não falte o beijo que me
apaixona todas as noites ou
todos os dias ou todas as horas
ou até todos os segundos da
união que é só nossa e será
sempre sua e sempre minha
e sempre, sempre nossa.
Às vezes um livro termina e ficamos com a sensação que ainda ficou algo para contar. Outras vezes é uma canção que acaba cedo demais. Eu sinto isso em relação a nós dois!
Nossa história é maravilhosa e cheia de coisas para contar. Só espero que você dê mais uma oportunidade para nossa relação. Por favor, meu bem, não desista de mim; não desista de ser feliz! Eu te amo!
Eu te amo! Posso imaginar mil coisas para falar, mas tudo se resume ao sentimento que nos mantêm unidos. Você é o namorado que sempre desejei ter na vida! O verdadeiro homem dos meus sonhos.
Quero que você saiba que nada ou alguém vai fazer desviar minha atenção desta forte ligação. Você será sempre a pessoa mais importante do meu coração. Eu te amo e isso jamais irá mudar!
Clara Barton, que fundou a Cruz Vermelha americana quando tinha 51 anos, era considerada "tímida como um rato, mas brava como um leão". Comprometida com sua missão, continuou a exercê-la mesmo na velhice. Não deixou que a idade a atrapalhasse.
Ela ia aonde quer que houvesse alguém precisando de conforto, em áreas de guerra, locais onde havia enchentes, terremotos ou febre amarela. Aos 77 anos, estava nos campos de batalha de Cuba, na guerra hispano-americana. Clara continuou seu trabalho até morrer, aos 91 anos.
Um dia, já bem velhinha, alguém a lembrou de uma ofensa que lhe fora dirigida, anos antes. Mas ela agiu como se jamais tivesse ouvido falar daquilo.
- Não se recorda? – a amiga perguntou.
- Não – Clara respondeu. – Lembro-me nitidamente de ter esquecido isso.