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De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano, segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender.

Ao lado de uma bela roseira, morava um velho galho e suas já poucas folhas.
Uma rosa dirigindo-se ao galho, perguntou o porque, do seu silêncio. - É a solidão a qual, me encontro, neste local. Mas agora estou melhor, pois, você falou comigo. Tenho me sentido muito só.
Quando eu era jovem como você, todos que por aqui passavam, me davam atenção. A partir daquele dia, o galho mesmo sabendo que não possuía mais o brilho da juventude, começou a sentir que estava mais vivo do que nunca. A rosa conversava todos os dias com ele, ouvindo com muito interesse, os conselhos, que dele recebia!
Esta pequena fábula nos mostra, que a velhice para alguns, é o fim de tudo. Isto acontece, por sentirem-se discriminados, pelo fator idade. As pessoas precisam conscientizar-se, de que os anos e a vida do ser humano velho, conta mais que qualquer currículo escolar.
O jovem na sua maioria é idealista e entusiasmado, mas sempre falta algo, que se chama experiência. As nossas vitórias na vida dependem de nós e das oportunidades, que os outros nos oferecem. Dizer que vencemos ou perdemos sozinhos, não é verdade...

Tanto por algo que se chama felicidade
Que nesta busca não percebemos o
Quanto somos felizes, sonhamos tanto com o
Impossível, que não vemos quanta coisa
Ainda é possível!
Refletir!

Ame... Ame com amor. Encontre nos seus sentimentos a sua alegria. Não procure nos valores materiais a sua tristeza.
Ame... Ame com amor... E jamais com interesse. O carro é frio e insensível. as roupas bonitas e coloridas não representam nenhuma emoção. o físico forte é atraente, mas decepcionante.
Sim, tudo é belo, mas nada é real... A não ser que você Ame... Ame com amor. Pois vivemos em função desse sentimento tão nobre. Aquilo que é material degenera e enferruja. O dinheiro maltrata e mata.
As casas e prédios o tempo consome. As roupas saem da moda. O corpo apodrece. O mundo acaba. O amor fica!
Ame... Ame com Amor. Não pense naquilo que você pode ganhar, mas no amor que você vai sentir.
Ame... Ame com amor, e jamais finja que o sente sem realmente senti-lo. Ame... Sem carro, sem moto, pois o que vale é o coração.
Ame... Mas ame com amor!

Nesse dia o mundo deveria dar mais valor
A você que cedo levanta trabalhador
Você! Que muitas vezes trabalha sem comida
Você! Que trabalha toda uma vida
Mas nesse dia do Trabalhador
continua sem valor!
É quem constrói a Nação
Mas é quem menos tem a receber
É quem dá tudo de si em troca de nada
Trabalhador que planta tem que colher
Mas trabalhador é classe, e esta é abandonada;
Neste seu dia, comemora-se no mundo inteiro.
Mas o mundo não conhece quem trabalha,
Quem passa uma vida fazendo tudo direito!
Mas esse é trabalhador verdadeiro,
Aquele que tudo faz calado, não espalha;
Ah! Trabalhador!
Sem casa, sem comida sem saúde!
Trabalhador desempregado, desnutrido amiúde
Vai trabalhar, que canta, que ri e que chora
Vai comemorar o que nessa hora?
De globalização, de guerra, de desemprego;
Trabalhar onde?
Foge da seca e no desapego
Até da família esquece, vai longe trabalhar
Na esperança de um dia tudo melhorar...