Uma caravana de camelos atravessava o deserto.
Chegou a hora do descanso e o cameleiro preparava-se como habitualmente para prender os camelos às estacas quando verificou que faltava uma estaca.
Não sabendo como resolver o problema, perguntou ao mestre da caravana: - Mestre, falta-me uma estaca para um camelo. Como fazer? - Não tenhas problema. Eles estão tão habituados a ficar presos que se tu fingires que o atas com a corda, ele pensará que está preso e nem sequer tentará sair do sitio.
O cameleiro assim fez e o camelo ali ficou toda a noite.
No dia seguinte quando se preparavam para partir esse camelo simplesmente recusou-se a sair do sítio, mesmo quando o cameleiro o puxava com toda a força. Sem saber que atitude tomar, dirigiu-se de novo ao mestre contando-lhe o sucedido.
- Homem, respondeu-lhe o mestre. Que fizeste ontem? Não fingiste que o ataste à estaca? Então faz o mesmo hoje. Finge que o desamarras. O camelo, mal o cameleiro fingiu que o desatava da estaca imaginária, recomeçou a caminhada.
Moral da história: Muitas vezes não avançamos devido às nossas "estacas mentais".
É o desconforto da acomodação.
Quem diria que uma simples amizade virtual iria virar tão importante para mim assim como a sua virou. Por mais que eu nunca tenha te visto, por mais que a gente nunca se encontre, pode ter certeza que você é, e sempre será uma amiga que levarei por toda a minha vida.
Aquela que eu jamais quero perder, uma amizade que vale muito mais do que ouro. É assim que você é para mim, como uma pérola, que eu mergulhei para encontrar, um tesouro que para sempre eu vou guardar. Pode ter certeza, que mesmo longe, eu vou estar contigo em todos os momentos da sua vida, sejam eles bons ou ruins, tô contigo e não abro mão jamais.
Eu gosto demais de você!
Considero-me arbítrio do meu próprio recinto, um quadrado com entrada e saída que chamamos de casa.
Lá da janela e do tubo colorido que sob a mesa está, observo a destruição da terra e ao processo acelerado de extinção da raça humana.
Mantenho-me a paisana no meio disso tudo, como um escritor atencioso, mesmo que sem a escrita e a hipocrisia.
Sinto um carinho indescritível e uma grande admiração por você. Seus cabelos brancos representam sua experiência de vida e é incrível como sempre consigo aprender algo maravilhoso quando estou do seu lado.
Quero cuidar de você e retribuir tudo o que tem feito por mim. Sei que o tempo não passa devagar, mas quero que nos mantenhamos unidas perante todas as dificuldades que poderão surgir em nossas vidas.
Eu não acho as palavras. Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta, matando por sufoco, e é triste morrer do seu próprio veneno.
E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.
Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.
E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.
Eu sinto muito!
Acredite nas Estórias