Numa cidade distante no interior da China, dois amigos foram presos e obrigados a viverem com uma corrente entre eles.
A corrente que ficava presa em seus pés mal os permitiam ficar muito longe, mas eram dois amigos muito unidos.
Presos, saiam juntos para ver o sol, iam juntos para o refeitório, ficavam horas no pátio conversando e sempre um concordando com o outro.
A liberdade chegou, foram soltos, mas obrigados a continuar com aquelas correntes em seus pés.
Estavam livres era tudo o que queriam, dois amigos livres para fazerem o que quisessem porém acorrentados.
Os dias passaram até que num certo dia um amigo quis ir a uma praça e outro amigo estava muito cansado queria ficar em casa. Naquela época muito remota poucas opções lhe restavam.
Tinham que cumprir severamente a ordem de não remover a corrente.
Ali existiu a primeira reflexão de pensamentos diferentes, mas naquele dia se acertaram e foram para a praça, no dia seguinte outra divergência um amigo queria ir caminhar um pouco e outro ir para a praça, segunda divergência.
Aquela situação já estava se tornando intolerante, pois não tinham mais a liberdade de serem e fazerem o que queriam.
Certo dia um amigo falou para o outro, por que brigamos se estamos livres, estamos apenas acorrentados, mas isso não é nada para grandes amigos como nós.
O outro amigo disse, ser amigo é entender, ajudar, construir e somar, mas viver a vida do outro não é amizade é obsessão.
Minha mãe, maior bênção que dos céus eu recebi na minha vida, obrigado por tudo, e principalmente pelo seu amor dedicado!
Sou um filho afortunado, sempre dormi no conforto da sua proteção e carinho, e meus sonhos sempre foram alimentados pelo seu apoio. Sou abençoado por me saber e sentir tão amado por você, e por ter o coração inundado de gratidão e amor por você, minha mãe! Obrigado, mãe, eu te amo!
A gente sempre destrói aquilo que mais ama
em campo aberto ou numa emboscada.
Alguns com a leveza do carinho outros com a
dureza da palavra.
Os covardes destroem com um beijo e os
valentes destroem com a espada.
Mulher de muitos colos, de manhãs sempre claras, de magias, de fadas...
Mulher perene, dando vida, sendo a própria vida: De beleza... de cheiro, de peso, de energias...
Nada é igual a você, flor rara, única...
Que enfeita a vida, com qualquer cara que tenha, com cabelos de muitas cores, sorrisos diferentes, sinais profundos de luta, de vitórias.
Mãos estendidas, raios de luz, raios de bondade, raios de Deus. Não estou falando de lua, de sol, Não os do céu...
Falo da lua, do sol e da estrela, que não passa, que não se vai nunca, Falo de mães...
Todas as mães que habitam o mais lindo planeta: o planeta do amor! À você, mãe, o meu louvor!
Sentir que somos importantes para alguém,
é simplesmente sentir a vida, o sonho,
principalmente se este alguém
é importante para nós.
Amor meu, vamos passear pelos campos,
mares, jardins floridos,
enfim, vamos dar as mãos e neste contato,
sentir as diferentes emoções
transmitidas pelos nossos corações.
É preciso sonhar para viver os sonhos,
pois através deles é que nos realizamos na vida,
com você sinto o brilho das estrelas,
e até começo a contá-las...
A lua está mais bela, pois percebe que em nossos corações,
o amor floresce.
Cada flor parece ter mais vida,
o sol ilumina nossos rostos, querendo mostrar à natureza,
como é bom AMAR!
Nestes prados verdejantes, vamos sentar debaixo do Ipê florido,
admirar as flores campestres e sentir que o silêncio existe.
Sempre existiu nos campos, dando espaço
aos sons que a própria natureza emite,
o cantar dos pássaros, o farfalhar das árvores...
Continuamos de mãos dadas,
você colhe uma pequena flor do campo
e coloca em meus cabelos.
Então eu sinto que o amor existe,
Deus está ali conosco, e como é belo AMAR!