É normal sentir saudade agora, se te vi à noite e ainda nem é madrugada? É normal essa saudade danada que sinto, quando não te vejo pela manhã ou no fim do dia? É normal essa saudade que acaba com a minha alegria?
Ai, se eu pudesse eu te tinha aqui colada em mim toda hora, eu te trazia nos meus braços para onde quer que eu fosse. Mas como não posso, eu te trago comigo dentro do meu peito. Mas com você longe de mim, dentro do meu peito a saudade aperta.
Como dói estar longe de você, não vejo a hora de contigo poder amanhecer, ver nascer o dia, e ver o dia morrer. Quero ficar contigo até o fim da vida, até a gente envelhecer!
Eu te amo, minha linda!
Hoje é o dia do seu aniversário amiga, um dia que merece as maiores atenções e comemorações, tanto da minha parte com o de todas as pessoas que você conquistou ao longo do caminho.
Oro a Deus pela sua vida e por todas as vitórias que irás em breve conquistar, pois quando ele nos dar vida se alegra em saber em qual úteis e agradáveis somos e o quanto temos a dar e a receber.
Você é grandiosa, uma amiga de primeira grandeza e magnitude e me recuso a passar esse dia sem que eu te elogie à altura do muito que você merece.
No dia em que estamos comemorando o seu aniversário, este presente que é a sua vida e que nos foi ofertada por Deus, em particular quero lhe afirmar que o meu coração deseja que você cresça sempre mais, tanto em sua vida pessoal como em sua vida afetiva.
Que se torne mais alegre e mais cheia de vida, pois você é aquele tipo raro de pessoa que faz tudo a sua volta valer realmente a pena.
Sou feliz por estar aqui, te ofertando minha amizade
e te desejando um Feliz Aniversário!!!
Descobrir o sonho em cada amanhecer No teu sorriso o meu embalo de ser Tua força é meu galho renascido Numa brisa de amor em que te invento
Tua pele cheira a ternura e amanhãs Num compasso de espera sem medida Um Norte que se faz perto num querer Uma saudade de mel e sentimento
Desejar o sopro da alma querida Um pedaço vence o tempo perdido Um rio que corre nas margens limpas De um Horizonte sem linha nem partida
Vestir o Amor num corpo de abrigo Uma Lua ao sabor da esperança Uma montanha no teto do sonho . Tu e Eu num abraço sem fundo
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic! – Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz. Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu: – Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu: – Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo: onde compraria a paz? O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
– Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não aguento mais de fome. Pode me dar algo para comer? – O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? – pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema. – Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente. – Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
– Mas se eu tirar o coração, como posso viver? – pergunta o garoto, confuso. – Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos! Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa. – É verdade? – pergunta Washington – puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
Quando na beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1- Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2- Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3- Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não tem poder de cura perante a morte;
2- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partiremos.