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Quem tem a sorte de encontrar um amor verdadeiro diante de todas as dificuldades da vida e do mundo, onde o amor já não é valorizado, deve lutar para mantê-lo vivo. Porque amor verdadeiro não envelhece!

Meu amor, sou tão realizada! Ter você junto a mim é conhecer a sorte que a vida me proporcionou. Sinto que não tenho medo de nada. Parece que sou invencível, sabe? Tudo isso porque você me enche de confiança, porque me dá segurança para todos os desafios e conquistas do dia a dia. Obrigada por ser o namorado maravilhoso que é para mim!

Sou feliz do seu lado, amor! Parece que estamos juntos há uma vida inteira. O que temos é coisa de alma gêmea. É um amor eterno e incondicional! Desejo seu abraço toda a hora, anseio sua proteção nas noites mais escuras e caminho orgulhosa de mão dada com você na luz do dia.

Prometo cuidar de seu coração com todo respeito, com toda verdade, porque o amor é mais que beijo e abraço. Amor é cuidar, é estimar e é colocar um sorriso no rosto de quem amamos. Você faz isso comigo! Eu vou continuar fazendo isso com você, meu bem! Te amo!

No dia 30 de janeiro se comemora o Dia da Saudade. A palavra vem do latim solitate, que na tradução literal quer dizer solidão. Mas em nossa língua ela adquiriu um significado bem mais romântico, como nos mostra o Dicionário Aurélio:
Saudade – Substantivo feminino. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las. nostalgia.
Este sentimento sempre foi tema de músicas, poemas, filmes e não há quem já não o tenha sentido.
Temos saudades de pessoas, de momentos, de situações, de lugares. Sentimos falta de tudo o que nos faz bem. E, como dizem que relembrar é viver, a saudade nos transporta para um tempo em que fomos mais felizes, trazendo, muitas vezes, lembranças doloridas.
E para desejar a todos um Dia da Saudade cheio de boas lembranças, nos apropriamos de um poema do grande Mario Quintana:
Saudade na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas, nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.
Via você no ontem, no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.
Que saudade...

Um grupo de estudantes de geografia estudou as sete maravilhas do mundo.
No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as sete maravilhas atuais do mundo.
Embora houvesse algum desacordo começaram os votos:
1. Pirâmides do Egito 2. Taj Mahal 3. Grand Canyon 4. Canal De Panamá 5. Empyre State building 6. Basílica Do St. Peter 7. A Grande Muralha da China
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu: "sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitos." O professor disse: "Bem, diga-nos que o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la." A menina hesitou, então leu, "Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1. tocar 2. sentir sabor 3. ver 4. ouvir Hesitou um pouco e então... 5. sentir 6. rir 7. e amar
A sala então ficou completamente em silêncio. É fácil para nós, olhar as façanhas do homem. Nós negligenciamos tudo o que Deus fez para nós.
Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas. "Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder, quando você puder."

Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?