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Felicitações, prima! Você é ainda muito pequena, mas um dia vai compreender o carinho que sinto por tudo que você representa. Desde a hora que você nasceu nossa família ganhou uma nova cor, conheceu um novo rumo.

E tudo ficou mais deslumbrante, mais bonito! Você é uma dádiva para todos nós. Desejo estar sempre do seu lado em todos os momentos da sua longa e linda história de vida. Adoro você, prima! Beijo.

Vai se entregar pra mim.
Como a primeira vez,
Vai delirar de amor, sentir o meu calor
Vai me pertencer...
Sou pássaro de fogo, que canta ao teu ouvido.
Vou ganhar esse jogo, te amando feito um louco.
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante.
Coração independente.
Por você corre perigo.
Tô a fim dos teus segredos.
De tirar o teu sossego.
Ser bem mais que um amigo...
Não diga que não
Não negue a você.
Um novo amor, uma nova paixão.
Diz pra mim...
Tão longe do chão
Serei os teus pés.
Nas asas do sonho, rumo ao teu coração.
Permita sentir, se entrega pra mim.
Cavalga em meu corpo.
Ó minha eterna paixão.
Vai se entregar pra mim...

Ter alguém é muito mais do que mostrar para tudo e todos que existe alguém do nosso lado. Ter alguém é saber cuidar do amor do outro, do nosso. É regar a nossa plantinha do amor todos os dias com todo o cuidado do mundo para que nada possa afetar. É saber se entregar sem saber o que o futuro reserva. É dar a mão, um abraço, um apoio, uma companhia, um sorriso... É saber dar e receber amor. Ter alguém é isso, um pouco mais que isso, ou muito mais do que isso que nós vamos descobrir juntos.

Bem, você me conhece, sou do tipo de garota que se encanta fácil, que se entrega e sempre espera demais, mas com a gente tudo aconteceu diferente. Não foi amor à primeira vista. Nem à segunda, ou terceira. Quando dei por mim você já estava do meu lado, me apoiando e abraçando forte nos momentos difíceis. Amigos são amores sem beijos. Então, você me beijou. E nós fomos além...

Ana Cintra conta que seu filho pequeno – com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado – perguntou-lhe: "Mamãe, o que é velhice?"
Na fração de segundo antes da resposta, Ana fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta. "Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
"Mamãe! Como a velhice é bonita!"