Meu peito pesa de saudades do ontem, das pessoas que viveram nesse ontem, desse tempo que passou e não volta mais.
Sinto saudades da infância, dessa época mais simples da vida em que doía o joelho de tanto cair, mas o coração estava intato.
Sinto saudades de ser livre, de poder sonhar sem me preocupar com o amanhã, de correr atrás de uma ilusão sem medo de cair e de novo quebrar o coração em pedaços.
Sinto saudades de olhar o futuro sem receio do que ele trará. Sinto saudades de sorrir porque sim.
Meu coração pesa de saudades por muita coisa, mas o que realmente pesa mais e cuja cura poderia aliviar tudo o resto, são as saudades que sinto de você, de tudo o que vivemos e principalmente do que ficou por viver...
Amor próprio não nasce da noite para o dia. Ele precisa ser cultivado e exercitado sempre que possível, pois é essencial para nossa autoestima. Ignorar a importância desse sentimento é caminharmos para a desvalorização pessoal.
Descubra todas as vezes que se olhar ao espelho novas razões para se amar de verdade e não permita que comentários de outros a façam duvidar do seu real valor. Você merece ser feliz e o primeiro passo para conseguir isso é por se encarar a si mesma do jeito certo.
A vida é mais que pequenos dramas.
Você tende a achar que
pequenos problemas
são uma catástrofe?
Que tudo de ruim só acontece a você?
Que o mundo está contra você?
Sinto lhe dizer, menina,
mas você está desperdiçando
energia à toa.
Leve a vida de maneira
mais suave,
dando aos problemas o tamanho
exato que eles têm.
Faça da vida um grande teatro,
que quando as luzes se apagam,
todos os atores saem de cena
e os conflitos ficam restritos ao pano de cena.
Assim, você será bem mais feliz!
Ana Maria Braga
Recebi esta mensagem de um amigo que teve de fazer uma escolha... Ele me disse que no final eu teria de escolher também... Agora é a sua vez!
Há algum tempo atrás uma mãe puniu seu filho de 5 anos de idade por estragar um rolo de papel que ia, por fim, decorar uma caixa a ser colocada sob a Árvore de Natal. Na manhã seguinte à noite de Natal, o menino trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo:
- "Isto é para você, mamãe". A mãe ficou embaraçada por sua reação precipitada, mas sua raiva aflorou, novamente, quando viu que a caixa estava vazia, e falou rudemente com o menino: - "Você não sabe que quando se presenteia alguém é esperado que haja alguma coisa dentro do pacote?" O menino olhou-a em lágrimas e disse: - "Oh, não está vazia, mamãe. Eu soprei dentro dela, até ficar cheia de beijos". A mãe ficou arrasada. Ajoelhou e pedindo perdão por sua ira irracional, abraçou-o com ternura. Um acidente tirou a vida do menino pouco tempo depois e é sabido que a mãe guardou aquela caixa dourada perto de sua cama por todos os anos de sua vida. Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, ela abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo e lembrava o amor que a criança colocou lá.
" Verdadeiramente, cada um de nós, seres humanos, temos recebido uma caixa dourada repleta do amor de nossos filhos, família, amigos... Não há maior tesouro a se possuir.
Você, agora, tem duas escolhas... 1. Enviar esta mensagem aos amigos e amigas ou 2. Apagá-la, fingindo que não foi por ela tocado. Como pode ver, escolhi a número 1.
A preguiça e a covardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil se assumirem como seus tutores. É tão cômodo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um diretor espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa: é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, lhes mostram em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.
É, pois, difícil a cada homem se desprender da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca lhe foi permitido fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito se arrancar da menoridade e iniciar então um andamento seguro.
Immanuel Kant