Peço te perdão,
Perdão pela minha confusão.
Confesso que por um momento
achei que teria seu coração,
Mas quando dei por mim,
vi que era tudo uma ilusão.
Nossa amizade era tão verdadeira e real,
Quando vejo que ela acabou, me sinto mal,
Na verdade a culpa foi minha,
Ou talvez do sentimento que eu tinha,
Acho que sua foi a culpa,
Quem mandou ser tão culta;
Quem mandou ser tão bela
E ao mesmo tempo sincera;
Quem mandou ser tão responsável
E ao mesmo tempo tão amável,
Quem mandou me dar tanta atenção,
Isso cativou meu coração;
Hoje quase não nos falamos,
Sinto saudade,
Saudade do meu celular tocar,
Que sempre era você a me acordar,
Saudade ouvir suas críticas
por mais que eu não gostasse,
Mas que para mim era preocupação
de quem talvez me amasse,
Não podemos colocar
quem queremos em nosso coração,
Mas também não podemos evitar gostar
de quem nos trata apenas como irmão,
É a vida é mesmo uma comédia,
Gostamos de quem gosta da gente,
Mas que não gosta
como queremos que goste realmente.
Algumas de minhas irmãs trabalham na Austrália. Numa reserva, entre os aborígines, havia um homem bastante velho. Posso assegurar-lhes que vocês nunca viram uma situação de pobreza tão alarmante como a desse pobre ancião.
Todos o ignoravam. Seu lar era desarrumado e sujo. Por favor, disse-lhe eu certa vez, deixe-me limpar sua casa, lavar suas roupas e fazer sua cama. Estou bem assim, respondeu ele, não se preocupe.
Pois ficará ainda melhor, insisti, se permitir que eu faça isso. Ele concordou finalmente. Pude, portanto, limpar sua casa e lavar as suas roupas. Encontrei no meio da bagunça uma lamparina inteiramente coberta de poeira. Só Deus sabe o tempo transcorrido desde que o homem a acendera pela última vez.
O senhor não acende a sua lamparina? – perguntei-lhe. Não costuma usá-la?
Não, respondeu ele, não recebo a visita de ninguém. Não preciso de luz. Para quem deveria acendê-la?
O senhor a acenderia todas as noites se as irmãs passassem a visitá-lo? Naturalmente! respondeu ele. Desse dia em diante, as irmãs combinaram entre si, visitar o pobre ancião todas as noites. Dois anos se passaram. Eu tinha esquecido completamente esse homem, quando ele enviou esta mensagem:
Contem à minha amiga, que a luz que ela acendeu em minha vida continua brilhando.
Você continua viva, minha mãe! É assim que quero viver minha vida: com sua presença nas minhas recordações, nas memórias mais lindas.
É triste querer abraçar você e não poder, querer compartilhar o que está acontecendo no meu coração e não conseguir.
É triste, mas é a vida! Especialmente hoje, seu nome vai ser recordado com toda força, com todo o amor. Até um dia, minha mãe! Vou sempre amar você!
Presta a atenção numa lista de itens da Lei de Murphy sobre os homens:
1 - Os homens simpáticos são feios.
2 - Os homens bonitos não são simpáticos.
3 - Os homens bonitos e simpáticos são gays.
4 - Os homens bonitos, simpáticos e heterossexuais estão casados.
5 - Os homens que não são lá muito bonitos, mas são simpáticos, heterossexuais e que não estão
casados, não têm dinheiro.
6 - Os homens que não são lá muito bonitos, mas são simpáticos, heterossexuais, não estão casados, mas têm dinheiro, pensam que andamos atrás deles pelo dinheiro.
7 - Os homens bonitos, simpáticos, heterossexuais, mas sem dinheiro, andam atrás do dinheiro da mulher.
8 - Os homens bonitos que não são lá muito simpáticos, mas são heterossexuais e não ligam para o dinheiro, acham que a mulher não é suficientemente bonita.
9 - Os homens bonitos, simpáticos, heterossexuais, não casados, com dinheiro e que acham que somos lindas, são covardes.
10 - Os homens ligeiramente bonitos, algo simpáticos, não casados, com algum dinheiro e, graças a Deus, heterossexuais, que nos acham lindas, são tímidos e nunca dão o primeiro passo.
Aí a gente pergunta: - será que não há homens só um "tiquinho" perfeitos?
Acho que a gente pode concluir que "os homens são como vinho": começam como uvas e é dever das mulheres pisá-los e mantê-los no escuro durante longos anos até se tornarem algo que vale a pena apresentar ao jantar.
A cada dia, cada instante,
Deus nos dá uma graça.
Mas não vemos assim,
pois o que nos chega naturalmente,
recebemos como se nos fosse devido.
A vida nos é devida, o ar nos é devido, a saúde nos é devida, o emprego nos é devido... e quando deixamos de ter, ou temos menos, reclamamos. Mas não nos lamentamos só quando perdemos tudo, uma coisinha nos basta.
Quer dizer, se uma coisa nos falta,
todas as outras que ficaram deixam de ter importância.
Isso é prova de nossa ingratidão ao Deus-Pai.
Deus nos dá presentinhos diários:
uma refeição, um sorriso, um dia a mais de trabalho, alguma coisa que alguém nos disse e que precisávamos ouvir, um sorriso num momento de fraqueza, um encontro inesperado, um dia a mais com as pessoas que amamos, a saúde ou a força para resistir a uma dificuldade... e outras ainda que, de tão natural, nem percebemos.
Você acha mesmo que não recebe nada?
Você anda, fala, canta, ri, respira, tem um teto, um agasalho, pão, amigos, chuva, sol, noite pra descansar, dia pra aproveitar...
Coisas negativas nunca devem anular as positivas.
A luz é mais forte que a escuridão. Entramos em uma sala escura com uma vela acesa e tudo o que está no lugar fica mais visível. Isso é o poder da luz.
Traga então, cada dia, sua velinha acesa nas mãos.
Essa velinha é o maior presente que Deus te dá pra clarear sua vida, sua visão do mundo. Quando algo negativo acontecer, estenda a mão e veja mais claro tudo o que está a sua volta.
E quando algo bom chegar pra você, é sua a luz que vai ficar ainda mais forte e mais brilhante. Guarde, carinhosamente, esse instante! Seja agradecido! Não espere grandes ocasiões ou grandes milagres para dizer "obrigado, Senhor."
Deixando de apreciar as gotas de bênçãos, perdemos muito do poder que elas têm nas nossas vidas; olhando para elas com olhos sempre novos, outras janelas se abrem e percebemos que a vida é um poço de oportunidades.