De dizer não para aquela pessoa querida mesmo sabendo que o sim significa problemas no futuro? Você tem medo de quê? De admitir que você se enganou com uma pessoa, que você errou na dose do sentimentalismo e fechou os olhos para a realidade que todos veem. Você tem medo de quê?
Aceitar que o fim de um relacionamento já chegou há muito tempo e você, só você insiste em manter as aparências? Você tem medo de quê? De falar para seus familiares e verdadeiros amigos o quanto os ama, e por isso fica calado imaginando que todo mundo sabe disso. Você tem medo de quê? De perder o emprego medíocre que você tem e por isso se submete a tirania de um local que você não se sente bem?
Você tem medo de quê?
De sair á rua e dar de cara com seus medos e fantasmas, ou de encontrar-se com você mesmo e por isso você aceita a "Síndrome do Pânico". Você tem medo de quê? De aceitar que seu atual estado é reflexo apenas dos seus pensamentos, dos seus atos, suas atitudes algumas vezes impensadas e feitas de pura ansiedade.
Você tem medo de quê?
De sair da capa de vítima e encarar de frente seus sonhos, suas necessidades e descobrir que pode realizá-los? Você tem medo de quê? De questionar sua religiosidade, os conceitos que não se encaixam na sua capacidade de raciocinar e mudar tudo para viver melhor com Deus? Você tem medo de quê?
De aceitar que Deus existe e que nos pede ação sempre trabalho sempre, boa vontade sempre, perdão sempre, amor sempre.?
Não tenha medo de ser feliz, arrisque-se, aventure-se. Caiu, levante-se. Errou, comece de novo. Perdoe sempre.
O encanto tem um nome, o amor também! Esse nome é o seu, querida mãe! É que a maternidade não é uma coisa do sangue; não é algo que pertença somente à biologia, mas é matéria do coração, do sentimento.
É por isso que não aceito que você seja minha mãe adotiva. Você é minha mãe – apenas mãe! Apenas a melhor mãe do mundo! Sou feliz, porque você me ensinou o caminho do amor e da felicidade! Beijo!
A vida é um copo cheio de veneno
a goles diários
nos rendemos
nos matando, lentamente
desconfortavelmente
a dor me entrego
a dor de amar, sofrer, desejar e crer
Não sei se eu creio
só creio na agonia
pois sei que o copo
permanece cheio
esvaziar o copo
acabar com a agonia
deixar a vida
me dedicar a sorte
e me entregar a morte!
Depois? Depois o café esfria, depois a prioridade muda, depois o encanto se perde, depois o cedo fica tarde, depois a saudade passa, depois a sua ausência não é mais sentida, depois o que você queria, pode ser que não queira mais... Ahh, depois tanta coisa muda... Não deixe nada para depois, porque na espera do depois, você pode perder os melhores momentos, as maiores experiências, as maiores oportunidades, e os melhores e maiores sentimentos.
Há muito não paro o tempo que corre como o vento, para falar-te com uma caneta, de amor, beijos e sentimentos.
É gostoso te escrever, fazer do papel um coração e da caneta uma flecha... Cheia de paixões, rasgar nossos anseios e enchê-los de desejos, tudo isso com os olhos, sentado em uma cadeira com pensamentos de asas, voando na imaginação.
São mágicos estes momentos em que paramos esta corda que arrasta o tempo, envelhecendo como as barbas do velho Odim e fazemos de um instante só, uma vida, eternidade, simplesmente porque vemos manchado no papel o reflexo do que somos, quando abrimos o coração e escrevemos como se fosse canção.
O amor que sentimos por alguém e podemos agir como crianças ao agarrar seu brinquedinho quebrado, e dizer com tanta pureza, que ama e que gosta de ser amado.
Como é bom esta viagem, em que vamos tão longe e ficamos aqui parados, são asas meu bem, que conduzem nossos espíritos, em forma de paixão e vamos além da eternidade, num momento que dura tanto e passa logo, mas que marca para sempre. É bom te escrever, me deixa tão criança, tão vivo, me faz amar-te mais, me faz te desejar mais.
É muito bom ter você querida assim tão perto quando começo a pensar.
Te amo por toda eternidade, sinceramente te amo.