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Faça uma lista de grandes amigos, quem você mais via há dez anos atrás... Quantos você ainda vê todo dia ? Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha... Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre... Quantos você conseguiu preservar? Onde você ainda se reconhece, na foto passada ou no espelho de agora? Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora... Quantos mistérios que você sondava, quantos você conseguiu entender? Quantos defeitos sanados com o tempo, era o melhor que havia em você? Quantas mentiras você condenava, quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava, hoje assobia pra sobreviver...
Quantos segredos que você guardava, hoje são bobos ninguém quer saber...
Quantas pessoas que você amava, hoje acredita que amam você?

Ao som deste piano me deixo levar, até onde os pensamentos vagueiam e num lugar distante me deixo ficar.
As emoções em meu ser permeiam. Vou muito além da linha do horizonte.
Para onde as paisagens são exóticas e o inverno cobre de neve os montes, onde há toda uma arquitetura gótica.
E lá está você, aquele que veio a mim, sem que eu pedisse e sequer pensasse, mas trouxe um alento, ao reabrir enfim, o portal do amor, para que eu passasse.
Agora meus dias são plenos de alegria, pois tenho sempre você no meu coração, num desejo de amor cheio de fantasias, ardendo profundo nas chamas da paixão.

Quantas vezes você andava na rua e sentiu um perfume e lembrou de alguém que gosta muito?
Quantas vezes você olhou para uma paisagem em uma foto, e não se imaginou lá com alguém...
Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?
Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?
Você deve ter visto que aquele filme, que vocês dois viram juntos no cinema, vai passar na TV...
E você gelou porque o bom daquele momento já passou...
E aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo ou alguém que você quer esquecer mas não consegue?
Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?
E aquele dia em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo?
Você já chorou por que lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?
Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou?
Para essas perguntas existem muitas respostas...
Mas o importante sobre elas não é a resposta em si...
Mas sim o sentimento...
Todos nós amamos, erramos ou julgamos mal...
Todos nós já fizemos uma coisa quando o coração mandava fazer outra...
Então, qual a moral disso tudo?
Nem tudo sai como planejamos portanto, uma coisa é certa...
Não continue pensando em suas fraquezas e erros, faça tudo que puder para ser feliz hoje!
Não deite com mágoas no coração.
Não durma sem ao menos fazer uma pessoa feliz!
E comece com você mesmo!

Martha Medeiros

Por mais confusões e desentendimentos que existam em todas as família deste mundo, cada experiência vivida dentro do grupo familiar deve ser muito bem vinda. Cada uma delas, boas ou más, tem uma grande influência na percepção que teremos sobre a vida.

Mesmo quando temos a sensação de não pertencer à nossa respectiva família, o ideal é ter em mente que nada é por acaso e que com certeza existe algum motivo maior para tudo isso. Agradecer a Deus pela sua família deve ser algo frequente e verdadeiro, pois devemos valorizar tudo aquilo que temos, mas se não prezarmos pela própria família, como apreciaremos o resto?

Seja grato por todas as pessoas que estão ao seu lado, tente perceber como cada uma delas pode influenciar positivamente no seu olhar sobre a vida. Lembre-se que por mais que as ações sejam negativas, você tem o poder de transformá-las em ensinamentos positivos.

O orgulho no amor é como uma competição, em que ambos saem perdendo...
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação.
O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando ansiosamente a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos