O amor respira através do riso. Quando o amor permanece brincalhão, um divertimento, uma alegria, ele cresce.
Cresce ao infinito, mas o caminho tem que ser percorrido com o riso.
E para permanecer no riso, é preciso entender muitas coisas. Devemos rezar para Deus pedindo apenas uma coisa: ajuda-me a permanecer sempre na surpresa. Deixa-me ser surpreendido todos os dias, todos os momentos de minha vida.
Então há riso, então há alegria. Na alegria e no riso, o amor cresce — é o solo perfeito para o amor.
Em meu modo de ver, o amor cresce no riso e, se o amor e o riso chegam a um ponto de encontro, a uma síntese, isso acontece automaticamente. Se ambos ficam bastante tempo juntos e permanecem íntimos, logo a distinção desaparece: absorvem-se um no outro.
Quando o amor e o riso se absorvem, há oração — nasce a oração. A oração é a transformação alquímica do amor e do riso.
A oração não pode nunca ser séria, porque vem do amor e vem do riso.
Osho
Eu, eu quero ficar com você. Eu, eu quero grudar em você. Eu, eu quero me bordar em você. Quero virar sua pele, quero fazer uma capa, quero tirar sua roupa.
Perto de Tóquio, vivia um grande Samurai. Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação. Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
- Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
- Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
- Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
Está chegando nosso dia, meu bem, e eu estou tremendo de ansiedade. A felicidade que tem estado a meu lado tem feito de mim uma noiva muito realizada, mas também absolutamente desejosa pela chegada do dia de nosso casamento. Fico muito feliz por saber que posso compartilhar tudo que estou sentindo neste momento, meu futuro marido e dono de meu coração faz já muito tempo.
Confesso que minhas expectativas em relação ao nosso passo são tremendamente altas, e só poderia ser assim porque nossa fase de namoro foi uma história de amor linda e que merece a continuidade através de nosso matrimônio. Não vejo a hora de compartilhar minha vida integralmente junto com você. Nosso lar será um ninho de paz e amor, meu bem. Estou ansiosa por consumar nosso casamento e por iniciar a construção de nossa nova e linda família. Falta pouco tempo para viver meu sonho de menina!
Um dia parei, pensei um pouco e vi, senti que aquilo que eu era para os outros eles não eram para mim.
Não havia reciprocidade de sentimentos.
Então eu comecei a procurar; a buscar alguém que idealizei naquilo que me faltava.
Busquei alguém que não tivesse só Sensibilidade Corporal; que tivesse Sensibilidade Espiritual também, alguém que soubesse se fazer importante e com isso me fazer importante também, que sentisse falta de mim...
Alguém que tivesse capacidade de lembrar momentos passados, não com tristezas, mas com alegrias, como se aqueles momentos ainda fossem acontecer; alguém que se ajudasse e se deixasse ajudar, alguém que soubesse ler e entender os olhos dos outros, que amasse o sol tanto quanto a lua e as estrelas.
Busquei alguém, alguém que soubesse admirar uma flor, que soubesse traduzir a mensagem que os pingos da chuva nos trazem, alguém que soubesse sonhar que fosse criança pelo menos um pouquinho; alguém que brincasse; que não escondesse suas emoções ao ouvir uma música; alguém que tivesse defeitos e virtudes, eu não queria nenhum modelo de perfeição.
Busquei alguém que me aceitasse tal qual sou, que tivesse ideias e lutasse por elas; alguém que falasse de si e também me ouvisse; alguém que tivesse espírito jovem e que o mesmo fosse contagiante.
Que procurasse sentir os outros em toda a sua essência.
Eu busquei alguém que fosse gente.
Eu busquei alguém que fosse humano.
Sei, eu busquei alguém que eu admiro e tenho um profundo sentimento.
E hoje desejo tudo de bom e que realmente você seja muito feliz.