Oi amor...
Hoje acordei com muita saudade de você!
As lembranças dos nossos bons momentos, não me sai do pensamento!
Gosto de estar ao seu lado. Meu querido namorado!
Eu te amo!
Você é muito importante pra mim!
Eu não sei mais viver sem você!
Sinto sua falta a todo momento.
Quero você ao meu lado a todo instante. Pra uma felicidade constante!
Sinto muitas saudades de ti! Saudade é uma palavra simples, faz lembrar sempre de coisas e pessoas queridas. Ela é linda, doce e amarga, grandiosa e simples. Está sempre gravada no nosso inconsciente, nos lembrando que é muito bom sentir saudade.
No nosso caso, sabemos que em breve estaremos juntos novamente. De novo vamos aproveitar o amor que nos embriaga. Tornaremos a ver-nos e a perceber que sempre seremos apaixonados. Não aprecio a distância da separação, mas sei que logo vamos desfrutar desse amor.
Agora em pleno inverno, por ironia, sinto-me até alegre, aproveitando a tua ausência com o coração aquecido pelo calor do nosso amor. É uma doce e calorosa saudade.
Sinto muito a tua falta, o teu carinho é tudo o que eu preciso para viver. Tu estás longe dos meus olhos, mas bem próxima do meu coração, o que me faz feliz, embora não seja uma alegria completa. A tua presença física é fundamental.
Quero matar esta saudade boa com um longo beijo. Até breve meu amor.
Disse o poeta que as cartas de amor são ridículas. Quem me dera que Deus me desse a capacidade de escrever uma carta de amor ridícula. Mas não, não é por falta de amor, é por transbordar de amor! Sinto que o que sinto não tem palavras que consigam expressar.
Sei que os poetas usam paisagens bucólicas e muitas metáforas para declarar o amor. E se os poetas usam verbos no pretérito mais que perfeito, deve ser porque mais que perfeito é o amor. Sei também que os românticos usam expressões pouco habituais, e falam muito de sensações, usam muitos adjetivos e metáforas em suas cartas de amor.
Será que eu poderia inventar um alfabeto para declarar o meu amor por você? Ou seria melhor tentar expressar o meu sentimento com um desenho ou uma canção?
Um dia talvez eu encontre uma forma de expressar o que sinto por você de forma poética. Mas por enquanto, não tenho maneira mais simples, direta e romântica do que dizer na língua de Camões: "Amo-te"!
Amor de mãe não espera nada em troca. É um compromisso eterno de dar mais do que as forças permitem, um esforço que transcende a capacidade humana. É dedicar um tempo maior que a própria vida e nunca ficar triste com a sua, a mesma que deixa para trás.
Amor de mãe não se ensina em livros, mas sente-se, qual ligação instintiva, como se fosse história por contar. É um segredo guardado desde a fundação do mundo, que correu gerações sem nunca ser esquecida.
Ser grato será sempre atitude escassa, quando se recebe verdadeiro amor materno. E as palavras nunca poderão retribuir, a bênção que se sente de tal proximidade.
Mãe cria, mãe luta, mãe dá, e por tanto que faça, tudo é sem defeito. Entre lágrimas, suor e dificuldades, mesmo que ache que é pouco, virtuosa, ela não desiste. E no final, se poder escolher o prêmio, mãe não quer outro tesouro, a não ser seus filhos felizes.
Uma palavra indefinida, Um sentido inexplicável, Uma sensação de abandono, Uma carência afetiva, Uma parte de você em mim.
Uma angústia, Uma agonia, Uma tristeza, Mera alegria por você.
Simplicidade nos gestos, Lembranças nas ações, Ações para lembrar.
E eu sentindo você.
Você me fazendo falta, Me transformando em você.
Fugindo, pensando, Unindo desesperos, Sou eu
Sem você
Todo futuro é lembrança, Todo passado é presente, Todo presente é saudade