Há um tempo de nascer e tempo de morrer;
Tempo de plantar e tempo de arrancar;
Tempo de matar e tempo de curar;
Tempo de derrubar e tempo de construir.
Há o tempo de caçar e o tempo de descansar
Tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;
Tempo de chorar e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
Tempo de abraçar e tempo de afastar.
Há tempo de procurar e tempo de perder;
Tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
Tempo de rasgar e tempo de remendar;
Tempo de ficar calado e tempo de falar.
Há o tempo da guerra e o tempo da paz;
Tempo de odiar;
Mas há também o mais importante de todos:
O tempo de amar e de multiplicar.
A ausência da presença, machuca e fere o coração. Cicatrizes que se abrem facilmente, mas que se fecham com a recordação. Nunca esperamos um adeus, e mesmo que venhamos a dizer ou ouvi-lo, que não produza em nós, um sentimento de perda total, falta de força ou coragem. Pois esta é uma fraqueza humana ingrata, inata.
A verdadeira saudade é sentida por pessoas que se amam e se prezam e que neste maravilhoso vinculo de união, expressam constantemente sua presença. Alegram-se com as suas realizações e sucessos. Preocupam-se com suas derrotas e desilusões. Mesmo que seja sentida dolorosamente, esta perda de convívio é superada pela alegria das lembranças, que estarão cada vez mais vivas em nossas mentes, e marcadas com carinho em nossos corações.
Apesar da imensa solidão que sentimos no íntimo, uniremos forças para estarmos sempre felizes, pois, sem dúvidas, estaremos sendo lembrados pelas mesmas pessoas em que estamos pensando neste exato momento, com as mesmas preocupações, alegrias e saudade...
Perdoar não significa esquecer as marcas profundas que nos deixaram,
ou mesmo fechar os olhos para a maldade alheia.
Perdoar é desenvolver um sentimento profundo de compreensão,
por saber que nós e os outros ainda estamos distantes de agir corretamente.
Por não estarmos, momentaneamente em completo contato
com a intimidade de nossa criação divina,
e que todos nos temos em várias ocasiões,
gestos de irreflexão e ações inadequadas.
Uma lágrima de saudade
percorre meu rosto,
E na ânsia da solidão meu coração
não deixa de gritar por você.
Não me canso de chamar teu peito
pra junto do meu,
Não me canso de sentir a falta do teu calor.
Penso em tantos dias,
e tantas noites que passamos juntos,
E ainda assim são poucos
para o desejo que nos consome,
E choro novamente, de saudade de você.
Choro por saber que não posso te tocar,
Mesmo sabendo que teu coração
bate dentro do meu peito,
Que tua alma caminha na mesma
direção que a minha,
À espera dos nossos sonhos...
Choro porque sei que também choras,
E que não posso estar aí para consolá-lo,
Para enxugar de teu lindo rosto
Essas lágrimas que brotam do teu coração.
Junta tuas lágrimas às minhas,
E que a força desse amor,
O som de nosso choro,
seja forte o bastante
Para nos unir, e matar essa saudade.
Tenho que parar de alimentar minhas esperanças e suas naturais consequências, elas estão fomentando expectativas abraçadas por tentáculos inexistentes, dolorosamente gerados pelas vicissitudes da minha vida.
Não adianta ter uma vivência através de sonhos, beijar, acariciar seus encantadores traços femininos somente por pensamentos, são comportamentos inabituais.
Não adianta criar conceitos para nos colocar em colóquios amorosos com os olhos fechados, não adianta criar imagens imaginárias apenas para satisfazer o ego de um sentimento.
Tenho que colocar os pés no chão, entender que o que foi criado por obra de minhas faculdades mentais, tendem a desaparecer, são acontecimentos concebidas por minhas fantasias e envaidecimento...
Tenho que me recolher ao silêncio que sempre me cuidou, já não tenho mais direito de ser feliz nem mesmo com as criações de minhas próprias convicções.