Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

A solidão não é uma situação física A solidão é um estado interior A melhor companhia que temos somos nós mesmos
Ela que nos torna melhor, mais agradável ao mundo exterior Cultivando a você mesmo você estará cultivando seu meio Que se tornará um solo fértil as simpatias... as companhias
De onde brotarão além das companhias, amizades, amores e paixões Além de cultivar sua sociedade com sua presença, não somente com a fortuita caridade que não precisa ser apenas material a caridade se estende pelo vasto campo da bondade
A caridade pode estar num sorriso de cumplicidade Assim como num sorriso de aproximação ou de compaixão Ou num olhar de aprovação ou no estender de uma mão Ou ainda na lágrima enxugada em carícia benta
Enfim na dação material ou na doação espiritual É tão vasto o campo da bondade, não só na amplitude como também na fertilidade Pois nela brotará sempre árvores que lhe darão bons frutos Mais frutos ainda do que os frutos pela caridade ofertados Enfim é muito mais prazeroso dar do que receber
Pois ao dar seu interior vai se iluminar E nunca mais vais sentir solidão em seu coração.

Não foi desejo. Nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso. Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé. Foi sentimento. Não foi planejado, nem premeditado. Foi só um querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas. A vontade e o desejo vieram depois, bem depois. Não foi um lance de corpo, foi um lance de alma. Não foram os olhos, nem os sorrisos, nem o jeito de andar ou de se vestir, foram as palavras. Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve, mas era como se já tivesse tido antes. Foi amor. É amor.

Sente, Sente, Sente.
Minha vulva chama-te.
Tua ausência ela reclama.

Mantra, mantra, mantra.
Meu corpo todo canta.
A esperar por tua dança.

Mentes, mentes, mentes.
Se dizes que não queres.
O que teu falo clama.

Tantra, tantra, tantra.
Não há espírito que aguente.
Tanta ausência de repente...

Doente, doente, doente.
Ficarei totalmente exposta.

Se para meus apelos.
Tu não deres respostas.

Sonha, Sonha, sonha.
Com meu corpo em minha cama.
Vem, sente, toca, toma.
meu corpo todo em chamas!

Eu não acho as palavras. Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta, matando por sufoco, e é triste morrer do seu próprio veneno.

E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.

Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.

E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.

Eu sinto muito!

Acredite nas Estórias

Eu, porém, faço a minha oração a ti, ó Senhor, em tempo aceitável; ouve-me, ó Deus, segundo a grandeza da tua benignidade, segundo a fidelidade da tua salvação.
Tira-me do lamaçal, e não me deixes afundar; seja eu salvo dos meus inimigos, e das profundezas das águas.
Não me submerja a corrente das águas e não me trague o abismo, nem cerre a cova a sua boca sobre mim.
Ouve-me, Senhor, pois grande é a tua benignidade; volta-te para mim segundo a tua muitíssima compaixão.(Salmo 69:13-16).