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Não sei exatamente de onde eu vim. Imagino que deve ter sido de lá dos confins... Você sabe da minha procedência, e eu apenas tenho minha crença...
Vim de algum lugar com um propósito à terra executar.
Me abraça meu Anjo!
Muitas vezes você me sopra aos ouvidos e surdo se faz o meu escutar...
Quero ouvir todos os seus acordes.
Me acode?
Me abraça meu Anjo, toca em meu ombro. Me ampare sempre que perceber que corro risco de levar um tombo.
No cair de minhas lágrimas, empresta teu manto pra enxugar meu pranto?
Quando de meu percurso reto desviar, me chame, me faça ver o seu apontar?
Meu anjo!
Me abraça, a cada vez que eu sentir que a vida passa sem graça...
E me abraçando me leve a voar para dentro de mim onde se faça melhor o meu raciocinar.
Envolva meu espírito, e me ensine a paz plantar! Me ajude a ser mais valente, estendendo a mão e emprestando meus ouvidos ao lamento de toda gente
Cuide de meu descanso, e de todo meu despertar.
Anjo Amigo!
Meu guia, espírito iluminado, designado por Deus para meus cuidados.
Boa Noite! Bom Dia! Dou graças por tua companhia!

Uma mulher caminha nua pelo quarto
é lenta como a luz daquela estrela
é tão secreta uma mulher que ao vê-la
nua no quarto pouco se sabe dela

a cor da pele, dos pelos, o cabelo
o modo de pisar, algumas marcas
a curva arredondada de suas ancas
a parte onde a carne é mais branca

uma mulher é feita de mistérios
tudo se esconde: os sonhos, as axilas,
a vagina
ela envelhece e esconde uma menina
que permanece onde ela está agora

o homem que descobre uma mulher
será sempre o primeiro a ver a aurora.

A primeira estrela aparecia no céu...
Era um dia de luar...
A saída do cartório estava cheia...
Todos olhavam os noivos com carinho...
Grãos de arroz voavam pelo ar...
Ele sussurrou no ouvido dela...
Eu te amo...
Você é isso...
É o meu amor...
Toda a recompensa de um amor sem fim...
De braços dados cruzaram os umbrais da porta...
Estavam casados...
Dali para frente...
A vida seria em comum...
Terminaram - se as buscas...
Enfim...
O amor estava ali...
Havia tomado conta dos corações dos depois...
O destino estava se cumprindo...
O carro estava na porta...
Depois das últimas despedidas...
A viagem se inicia...
Rumo a lua de mel...
A chegada num hotelzinho isolado...
Friozinho de montanha...
Dentro do chalé o casal se beija...
Sussurros...
Carinhos...
Beijos...
Gemidos...
O amor acontece...
O dia amanhece...
E eles nem percebem...

Sendo mãe de dois meninos muito ativos, de um e sete anos de idade, às vezes me preocupo que eles transformem minha casa cuidadosamente decorada em um canteiro de demolição. Em meio a sua inocência e às suas brincadeiras, de vez em quando derrubam meu abajur favorito ou desarrumam meus arranjos bem planejados. Nesses momentos, quando nada parece sagrado, lembro-me da lição que aprendi com minha sábia sogra, Ruby.
Ruby é mãe de seis e avó de treze. É a encarnação da gentileza, da paciência e do amor.
Num Natal, todos os filhos e netos estavam reunidos, como de costume, na casa de Ruby. Apenas um mês antes Ruby havia comprado um lindo carpete branco, depois de viver com o mesmo carpete durante vinte e cinco anos. Ficara felicíssima com o jeito novo que ela dava à casa.
Meu cunhado, Arnie, tinha acabado de distribuir seus presentes entre todas as sobrinhas e sobrinhos – mel natural premiado de seu apiário. Eles estavam super animados. Mas quis o destino que a pequena Sheena de oito anos de idade derramasse seu pote de mel no carpete novo da vovó fazendo uma trilha escada abaixo por toda a casa.
Chorando, Sheena correu para a cozinha e para os braços de Ruby. - Vovó, eu derramei todo o meu mel em cima do seu carpete novo.
Vovó Ruby ajoelhou-se, olhou carinhosamente nos olhos chorosos de Sheena e disse: - Não se preocupe, querida, podemos lhe arrumar mais mel.

Eu juro que um dia vou esquecer de você. Mas sabe aquele tipo de promessa que a gente faz no calor da hora sabendo que não vai cumprir? Te esquecer é uma delas, não conseguiria nem por um dia, nem por uma hora. Mas eu queria, ah como queria...