Meu filho, meu maior tesouro desta vida, eu amo muito você! Meu coração bate por você e é todo seu. Você vive no meu pensamento, na minha preocupação, nos meus sonhos que existem por você.
Meu filho, assistir ao seu crescimento tem sido um verdadeiro prazer. Você é o orgulho da mamãe e ainda que já esteja na adolescência, para sempre será o bebê da mamãe.
Eu te amo, filho! Desde muito antes de você chegar aos meus braços e assim será até ao meu último dia de vida!
A família tem tudo para ser o abrigo perfeito, uma fonte de amor incondicional. Mas para que isso aconteça, todos têm de lutar pela sua união, a cada dia que passa.
É uma grande tristeza perceber que não temos conseguido isso. O egoísmo tomou conta do coração de algumas pessoas e o sangue que temos em comum de nada serve, se não houver um esforço em querer o melhor para todos nós. A família está em primeiro lugar apenas em teoria, no nosso caso, e como seria bom se tudo fosse diferente.
Com a vida apressada, angustiada, tão absorta em pensamentos pequenos, sem entender a dor disfarçada em mal humor, pouso os olhos no menino, ali, dormindo. No meio da rua, entre carros, passantes, cachorros e passarinhos destoantes, com as mãozinhas sobre a cama de papelão, agarradinho, inocente, no corpo do irmão.
A mãe sofrida, sentada no sujo chão, tentando esconder a vergonha e a fome, tendo à frente o pai, derrotado enquanto homem. A dor oprimida no peito, sem conseguir engolir, ver assim alguém tão só, uma família – flores do pó. Ah, a cruz! Preguem-me na cruz.
Quero morrer por eles, morrer por mim, inerte, covarde, torpe! Nada a fazer, senão sofrer? Não tem remédio, senão chorar? Menino dormindo, como o meu, como os nossos, sonha sonhos de criança, com luzes e festa, com brinquedos e paz, sorvete, banho, banheiro. Alegria o ano inteiro.
Perdeu o endereço do céu, mas espera Papai Noel. Aquele pai e aquela mãe, sem teto ou dignidade, não sabem da missa a metade. Não choram, apenas pedem, que a sorte mude e os ventos tragam a esperança e o sorriso do menino, que dorme ali no chão, tranquilo, ao relento, desprotegido.
A leoa de dentes arrancados, o guerreiro sem escudo, sem lança, sem conseguir defender sua criança, olhar vazio, de alma apagada, sem ter mais nada. Nada a oferecer, senão seu corpo. Nada a pedir, senão o pão. E eu, e você, o que fazemos?
Vamos embora, com a consciência confortada de que nada podemos fazer, por não termos o poder. Qual nada! Eu posso. Você pode. Mas é difícil, é cômodo. Você tem lar. Eu tenho pão. Eles é que não.
Como definir o que é o amor?
É quando estamos nas nuvens, flutuando em imaginação?
É quando sentimos mais forte bater o coração?
É quando nem ouvimos a voz da razão?
Não sei se é bem isso, mas acho que estou amando
Um amor que você me ensinou
Que aos poucos foi me cativando, que aos poucos me mudou.
Ao seu lado estou aprendendo a viver, estou aprendendo a amar, estou aprendendo a sonhar.
É você que me mostra o que é a vida, você é o meu amparo, meu refugio o meu chão, você me tirou da solidão.
A cada dia me sinto mais feliz, pois acho que encontrei o amor verdadeiro que eu sempre quis, acima de tudo feliz.
Você é único, é eterno és belo.
Você é o meu amor sincero.
Quero sempre está ao seu lado, sem te atrapalhar
Quero sempre poder te amar.
Faça teu caminho, me inclua nos teus planos
E lembre sempre que eu te amo.
Parabéns por um ano de nosso namoro.
Se há coisa que você deve aprender é a fazer dos seus erros uma lição para toda vida. Não adianta reconhecermos que erramos, se não estamos dispostos a mudar, nem vale a pena dizer que mudamos se continuamos a copiar o que fizemos de errado.
Se é para superarmos momentos infelizes do passado, que seja definitivamente. Qualquer outra atitude contrária a essa apenas trará amargura à nossa vida.