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Queria que você soubesse, assim, só pra saber, que o teu nome está em todas as minhas orações. E que antes de dormir e ao acordar, sussurro baixinho só para que Deus me escute o quanto é bom ter você comigo, e o quanto eu me sinto agradecida por isso, todos os dias.

Hoje celebramos o dia em que Deus presenteou nossas vidas com uma das melhores pessoas que o mundo já conheceu. Feliz aniversário, minha irmã!

Que este seja um dia iluminado por lindos e sinceros sorrisos, e que a graça do Senhor renove em seu coração a alegria e a esperança para o novo ciclo que agora começa.

Você é a minha pessoa especial, a minha irmã, amiga e companheira, a que sempre está ao meu lado, e eu a amo muito! Você enriquece a vida de todos à sua volta, e eu tenho muito orgulho por ter você como minha irmã.

Desejo que a vida lhe sorria sempre, e quando isso não acontecer, que você saiba manter o ânimo, demonstrando sua fé e enxergando sempre o lado bom das coisas, mesmo nas dificuldades. Que Deus abençoe você com muito amor, paz e saúde! Seja feliz!

Quem tem amigas loucas, tem tudo na vida. Nosso mundo é tão sério, tão cheio de regras que é sempre bom ter alguém meio doido para fazer a gente rir. Boa onda. Amigas dessas, invulgares são ar fresco na nossa vida. É que juízo a mais, vira a gente, careta.

Gente doida, que nem amigas dessas aí, fazem falta a muito boa gente que está precisando conhecer outro lado da vida. O lado da festa, da alegria e da diferença.

Você merece todas as coisas lindas que a vida possui, mãe! Ser sua filha adotiva foi o melhor que aconteceu em minha vida, porque aprendi que o amor é o caminho para felicidade!

Quero agradecer tudo que fez por mim. Você me pegou no colo, me abraçou nas noites frias, me deu beijo matinal e me educou para ser hoje a mulher que sou.

Você lutou contra tudo e todos para me oferecer bem-estar, alegria, felicidade. Você é meu ídolo, minha heroína! Obrigado por ser a melhor mãe do mundo!

Um jornalista perseguia o escritor francês Albert Camus, pedindo que explicasse detalhadamente o seu trabalho. O autor de A peste se recusava: " Eu escrevo, e os outros julgam como entendem".
Mas o jornalista não sossegava. Certa tarde, conseguiu encontra-lo em um café de Paris.
"A crítica acha que o senhor nunca aborda um tema profundo" disse o jornalista. " Eu lhe perguntaria agora: se tivesse que escrever um livro sobre a sociedade, aceitaria o desafio?"
"Claro", respondeu Camus." O livro teria cem páginas. Noventa e nove seriam em branco, pois não há o que dizer. No final da centésima página, eu escreveria:
"o único dever do homem é amar".