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Ao festejar as mães, valoriza-se a vida e promovem-se as relações de gratidão e carinho que nos alimentam a todos. No Dia das Mães as famílias se encontram, as crianças se alegram e as mulheres se enternecem. Cada pessoa é convidada a relembrar suas raízes e a retomar o espírito de infância.

O Dia das Mães é comemorado por pessoas jovens e idosas, pobres e ricas. Em sua diversidade, a vida reúne as famílias de todos os tipos e classes ao redor das mães de todas as idades e estilos. O amor materno é o mesmo, mas toma diferentes expressões, de acordo com a cultura e a postura que a mãe vai adotando na vida.

Neste Dia das Mães é bom lembrar a corajosa atuação das mulheres nos acampamentos de lavradores sem terra e nas associações de bairro. Essas mulheres revelam um novo modo de ser mãe. Engravidam um mundo novo no qual o impossível se torna possível. Dão à luz não apenas a filhos gerados fisicamente, mas a comunidades nascidas e fortalecidas por sua dedicação e exemplo.

A vocação mais profunda da mãe é dar a vida ao outro. Ela é completamente mãe quando consegue que o filho seja verdadeiramente outro, autônomo e solidário.

Jesus comparou a sua ressurreição com a experiência de ser mãe. Na véspera de morrer, ceando com sua comunidade, disse:

Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque chegou a sua hora. A criança nasce e a mãe nem se lembra mais da dor, pelo prazer de ter dado ao mundo um novo ser humano. Assim também, agora, vocês estão tristes, mas hei de vê-los outra vez. Então, o coração de vocês se alegrará e ninguém lhes tirará essa alegria.

Um casal, recém-casados mudou-se para um bairro muito tranquilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido: - Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido: - Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, empolgada, foi dizer ao marido: - Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou? O marido calmamente respondeu: - Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela! E assim é: tudo depende da janela através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Lave sua vidraça. Abra sua janela.

Gostosa sensação é tocar você, beijar o seu corpo quente, nos unirmos e sentirmos nossos corações acelerados.
Quando encontro as meninas dos seus olhos, todo meu corpo vibra e eu me sinto desfalecer, ir sumindo, toco seu corpo, sinto que ele responde, que ele me quer !
Beijo sua boca, ouvido, ficamos tesos e presos num abraço único.
Tocar cada parte sua, escorregar minhas mãos, deixar que ela fique é demais.
Você me corresponde, rimos e nos entregamos um ao outro molhados de desejo, salgados de tanto desejo.
Começamos a cavalgar, a dar intensidade, nos misturar, a gemer por estarmos alcançando o céu.
AH ! o céu é em você, em mim.
Tantos afagos, carícias... delírio
Quanto amor...

Doce amada, penso em ti todos os dias. Povoas os sonhos de minhas madrugadas.
Mais que uma amante, uma namorada, és um anjo, que me acompanha e me guia.
Como é bom sentir o calor de teus braços! Esquecer, por momentos, dificuldades e tristezas. Contemplar apenas teu sorriso, tua beleza. Viver e sentir a vida em cada beijo, cada abraço!
A saudade hoje me bateu fundo e me veio o desejo de sair andando pelo mundo, para reviver tudo que no passado desfrutamos.
Por isso te envio esta mensagem, para dizer que sinto falta de ti, que te amo!

Eu não acho as palavras.

Eu sinto muito, mais do que consigo expressar. E isso se torna um veneno em certos momentos. Palavras ficam presas na garganta lhe matando sufocado, é triste morrer do seu próprio veneno.

E em meio ao desespero da ausência de palavras saírem da minha boca eu entro em pranto, eu choro, eu grito, eu fico sem saber o que fazer, mas me sinto melhor depois disso, embora não passe completamente.

Eu busco, busco uma forma de esvaziar emoções, situações, sentimentos, entre outros, mas elas (as palavras) continuam a fugir de mim. Talvez eu não tenha sido feito para explicar nada mesmo, apenas para sentir.

E sem perceber acabei falando o que anda me incomodando: Eu não acho as palavras, ou talvez eu já as tivesse e sem perceber, usei nos momentos errados, com as pessoas erradas.

Eu sinto muito.