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- Por que você perde seu bom humor, fazendo essa confusão toda com seu cabelo? - perguntou meu pai, quando me encontrou chorando de raiva porque eu era muito menina, e não tinha a habilidade necessária para fazer o penteado em moda nos meus tempos de colégio.

- É a moda! - lamentei-me. - Só o meu nunca fica como os outros!

Olhando-me gravemente, meu pai ordenou: - Divida seu cabelo no meio, penteie-o para trás, e amarre-o como uma fita. Agora, use-o assim durante uma semana, e se metade das meninas de sua classe não copiarem você, eu lhe darei dez dólares.

Pensei comigo que ele era incrivelmente ingênuo. Dez dólares, porém eram uma fortuna a que não podia resistir, e o fiz.

Tivesse eu chegado à aula vestida com a camisola de dormir, minha agonia não teria sido maior. Mas quando a semana acabou, quase todas as meninas de minha classe estavam usando o cabelo separado simplesmente pelo meio, atado atrás com uma fita.

Meu pai disse, então: - Não seja vulgar! O mundo já tem bastante mediocridade. Nunca tenha medo de uma ideia própria, e, se ela for certa, siga para adiante com ela, sem se importar com o que faça todos os demais!

E, embora ele tivesse ganho a aposta, deu-me uma nota de dez dólares.

Gostava de ter uma poção milagrosa em minhas palavras, para poder ajudar você nesse momento tão duro. Como eu queria conseguir um modo de aliviar essa dor tão imerecida e injusta. Mas as palavras não podem mudar o que já passou. E seu momento triste acontece porque tiraram de você uma pessoa muito valiosa.

Os meus pêsames são pelo falecimento de sua mãe, uma pessoa de quem você se orgulhou e sempre se orgulhará. Uma mulher que você defendeu em inúmeros momentos e que você amava com todas as forças. Uma mãe que também foi feliz por ter um filho incrível como você.

É difícil superar uma perda assim, mas a vida terá que continuar. Não desista de seu caminho, querido amigo, prossiga com seus sonhos, e nunca se esqueça que cada vitória sua, será uma dedicatória para sua estimada mãe. Estarei do seu lado para o que você precisar.

Ultimamente, tenho pensado, Quem estará lá para ocupar meu lugar
Quando eu for, você vai precisar de amor, para iluminar as sombras em seu rosto
Se uma grande onda caísse, e caísse sobre todos nós, então entre a areia e a pedra
Você poderia fazer isto do seu modo, se eu pudesse, então eu iria
Eu vou para onde você for, muito lá em cima ou lá em baixo. E talvez, eu vá encontrar
Um jeito de voltar algum dia, para te assistir, para te guiar, através da escuridão de seus dias...

Quando alguém que amamos morre, é como se uma parte de nós também morresse. Um vazio instala-se no peito. A dor se mistura com a revolta de já não termos o ente amado ao nosso lado, de já não podermos tocar na sua mão, abraçar e lhe dizer palavras doces.

A morte de um ente amado é uma dor inigualável, que fere a alma e deixa sempre uma cicatriz. Mas um dia o sofrimento agudo há de transformar-se aos poucos em uma saudade doída que está quase sempre a latejar, até se tornar saudade e bem querer que já não martela os sentimentos todo o dia.

Com o tempo a dor e a ausência causadas pela morte viram apenas uma forte saudade que aparece por causa de uma antiga fotografia, um velho baú de recordações, uma história relembrada ou um cheiro que surge do nada. A saudade é memória das coisas boas que ficam guardadas no fundo do peito. Às vezes aperta, mas não dói mais.

Eu não conseguia ouvir mais nada no mundo além de você. E, naquele momento, estava tão frio e tão silencioso... E eu te amava tanto.