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Busquei em teu rosto e sorrisos,
Procurei em festas e florestas,
Percorri caminhos e trilhas,
E quando pensei que não mais,
Encontraria minha alma gêmea,
Minha felicidade ;
Eis, como uma criança pura
E inocente, me entreguei
Por completo a você
E como anjo celestial
Iluminou minha estrada
Renovando em mim
Um novo espírito
Ensinando-me a difícil
arte do amor
Juntos vivemos todas as emoções possíveis
Crescemos com nossos sentimentos
Compartilhando alegrias
Não somos apenas mais um casal mas sim
Amigos, amantes, cúmplices e Namorados!

Antes que termine o dia e enquanto ainda há sol, olhe bem no horizonte e acredite nas coisas boas que estão para chegar. Todas as vitórias dependem de termos as expectativas certas em relação a tudo o que nos rodeia.

Quando a fé e a esperança estão no nosso coração, não há limites que nos parem. Por isso, vá em frente e mergulhe nos seus próprios sonhos, pois terá mais a ganhar do que a perder.

Boa tarde!

Querida mãe, você se foi, para sempre e para longe de mim... Em cada lembrança, física ou não, da mulher incrível, da mãe maravilhosa que você foi, pesa uma saudade impossível de suportar.

Você partiu, minha querida mãe, mas para sempre viverá no coração deste seu filho que tanto a amou e ama. E eu prometo que até ao final dos meus dias eu vou lembrar quem você foi e nunca deixarei de a honrar e homenagear!

Natal, tempo de paz, de luz, de alegria e gratas recordações.
Tempo em que relembramos nossa infância repleta de fantasias, expectativas impregnadas de amor e saudades.
Tempo em que revivemos o carinho de nossos pais, o aconchego da família e todas as pessoas queridas que marcaram positivamente nossas vidas.
Feliz Natal!

Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...