A raiva não é um sentimento muito fácil de ser controlado, ela tem o poder de elevar nossas emoções ao máximo e abrir as portas para atitudes indesejáveis. Não liberá-la de forma saudável pode gerar uma aglutinação de muitos outros sentimentos, como o ódio e o rancor, diminuindo cada vez mais as chances de ter tudo bem resolvido.
Libertar a sua mente deste sentimento é imprescindível, mas antes de qualquer coisa é necessário ter sempre a certeza que tomar uma atitude com as emoções afloradas, muito provavelmente causará um futuro arrependimento.
É muito importante que consiga olhar para o acontecimento que gerou a raiva com outros olhos, tentando perceber que a culpa nem sempre está direcionada apenas a uma pessoa. Mas se mesmo assim não conseguir se libertar, não deixe este sentimento consumir você sem ao menos tentar.
Se não conseguir afastar a raiva sozinho, procure alguém que confie e de preferência não esteja de forma alguma envolvido, perceber outra visão sobre o problema pode fazer com que enxergue mais amplamente. Independentemente do método utilizado, o mais importante é não deixar de modo algum que a raiva tome a frente das suas atitudes e comande as emoções que você estiver vivendo.
Um jornalista perseguia o escritor francês Albert Camus, pedindo que explicasse detalhadamente o seu trabalho. O autor de A peste se recusava: " Eu escrevo, e os outros julgam como entendem".
Mas o jornalista não sossegava. Certa tarde, conseguiu encontra-lo em um café de Paris.
"A crítica acha que o senhor nunca aborda um tema profundo" disse o jornalista. " Eu lhe perguntaria agora: se tivesse que escrever um livro sobre a sociedade, aceitaria o desafio?"
"Claro", respondeu Camus." O livro teria cem páginas. Noventa e nove seriam em branco, pois não há o que dizer. No final da centésima página, eu escreveria:
"o único dever do homem é amar".
Sei que pode parecer loucura ou egoísmo, ou como se estivesse vivendo no passado, algo assim. Mas você era o amor da minha vida. Não sei... Achei que eu fosse o seu também.
Sinto que, de repente e sem aviso prévio, num dia aparentemente comum, esta minha solidão vai acabar. Sei que o amor baterá à minha porta, saltará à minha frente a surgir de uma esquina qualquer, na porta da escola ou do cinema, ou a despontar ao longe, na praia, a caminhar decidido na minha direção.
Sei que vais invadir o meu coração para nunca mais me abandonar, vais afastar esta tristeza que torna a minha vida tão cinzenta, vais iluminar o meu coração e fazer-me feliz como jamais me senti.
Um dia o destino vai brindar-me com a alegria do Amor, vai-me mostrar o bom de viver, vai fazer com que eu encare o mundo com os olhos cheios de felicidade, vai-me permitir ver mais beleza em cada paisagem, em cada rosto, em cada pingo de chuva, em cada pétala de flor.
Este amor vai-me chegar puro e cristalino como a água das fontes, vai lavar a minha alma de todas as mágoas e tristezas, vai ter o efeito purificador de um batismo, a força de um milagre, o mistério do sagrado.
Este amor que chegará, eu sei, vai-me fazer mais bela... Vai-me fazer melhor, vai transbordar àqueles que me rodeiam e permitir que todos percebam melhor o azul do céu, a espuma das águas, o som misterioso e romântico do mar...
Um dia este amor vai chegar, vai encontrar o meu peito aberto, vai-me transformar em alguém muito feliz e fazer o sol brilhar mais forte!
Todos tivemos professores diferentes, uns que gostamos muito, outros que gostamos mais ainda, e outros que gostamos menos. Mas todos deixaram sua marca, e todos ficaram presentes e contribuíram para nossa formação como pessoas. Para todos eles, um especial agradecimento!
Pela dedicação, pelo empenho, pelo carinho. Porque o trabalho dos professores não se limita à sala de aula. Porque os professores cuidam e se preocupam como pais. Porque são eles quem preparam e orientam as gerações futuras.
E principalmente porque nem sempre o seu trabalho é devidamente reconhecido, a todos os professores devemos eterna gratidão!