Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos. Certa vez ele prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias.
Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos.
Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade.
Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a ideia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exatamente o da distância de uma margem a outra.
Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida.
Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio.
A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
Amizade... Não é receber, é dar. Não é magoar, é incentivar. Não é descrer, é crer. Não é criticar, é apoiar. Não é ofender, é compreender. Não é humilhar, é defender. Não é julgar, é aceitar. Não é esquecer, é perdoar. Amizade... É simplesmente AMAR.
Meu amor, ser irremediavelmente tua: este é o meu destino, pois mais do que conformar-me, eu alegro-me com isso! A possibilidade de não te ter por algum dia, se não me estarrece pelo menos apavora-me.
Como poderia eu viver sem o teu carinho e sem o providencial apoio do teu colo, sempre a fazer-se de travesseiro, para a minha sempre cansada cabecinha? Como poderia eu ser feliz sem o conforto das tuas palavras, sempre meigas e otimista? Como poderia eu sentir-me mulher sem o vigoroso toque das tuas mãos nos meus ombros, nos gloriosos momentos em que fazemos amor?
Tu completas-me como ser humano, completas-me como mulher e (sem querer alimentar a tua vaidade!) completas-me como fêmea, pois sob o teu corpo e o efeito dos teus beijos não há raciocínio que possa resistir.
Por outro lado, és um prolongamento de mim e eu sei que também não resistirias muito tempo à minha ausência. Da mesma forma que me coloco nas tuas mãos, sei que estás nas minhas mãos, mas quero que percebas isso não como uma ameaça, mas como a confirmação de um grande amor. Não me importa nada estar nas tuas mãos e nem me pesa ter-te nas minhas mãos, pois sei que usaremos sempre as mãos para distribuir carinhos um para o outro.
Sou irremediavelmente tua, preciso de ti. E sou tão tua que não tomo esta confissão como uma entrega, sou tua porque confio em ti tão plenamente que jamais me furtaria em fazer qualquer coisa que pudesse aliviar um sofrimento teu ou provocar-te algum prazer, fosse ele qual fosse.
Procura-se criança desaparecida!!!
Criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos.
Ela pulava, ria e ficava feliz com brinquedos velhos.
Chupava chupeta, pulava amarelinha, jogava pião, brincava na chuva, corria nas calçadas, subia nas árvores. Vibrava quando ganhava brinquedos novos.
Dava vida a latinhas, tampinhas, soldadinhos de chumbo, bonecas.
Brincava de médico, era enfermeira ou paciente.
Jogava botão.
Colecionava pedrinhas, figurinhas, devorava ovos de páscoa. Ah, escrevia cartinhas pra Papai Noel.
Soltava balões e brincava de "passa anel".
Batia palmas no circo, adorava zoológico, brincava de roda, ficava feliz quando se empanturrava de sorvete.
Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava.
Fazia beicinho quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza sua inocência.
Onde ela está? Para onde foi?
Quem a vir, venha nos falar.
Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco a alegria da infância e deixando a alma dar gargalhadas.
Pois, afinal, "ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda".
Para não deixar morrer essa criança que todos temos dentro de nós, deixe-a sair, sonhar, empinar papagaios porque isso é uma das poucas coisas que não custam nada.
Vocês são os maiores! Os melhores pais do mundo! Obrigado por fazerem de mim a pessoa que sou hoje. Mesmo com todas as dificuldades, vocês conseguiram elevar o mais importante que se pode dar a um filho: amor.
Vocês encheram meu coração de alegria, de paz, de felicidade. Sempre lembrando que o amor é o caminho. O meu maior orgulho reside em vocês. Pai e Mãe – meus ídolos de luta, empenho, força, de bondade! Vocês são o exemplo da verdade da vida. Obrigado por tudo!