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Todos conhecem a velha máxima que afirma: Amor com amor se paga! Eu sempre ouvi o povo dizer, que é muito bom a gente ter um grande amor, sorrir, cantar e aproveitar essa paixão. Tu querido, és assim, nas tuas atitudes o teu amor é entregue com entusiasmo e arrebatamento.
Sei que sou displicente e estou devendo-te a verdadeira recíproca. Percebo que não te ofereço tudo de bom que poderia te dar. Peço-te desculpa por não ter sido como tu, que serves o teu amor em um vaso de ouro, cheio de flores perfumadas, derramando carinho e atenção, até chegar ao exagero.
Percebi isso em tempo e com certeza vou mudar. Quero ser a tua rainha com atitudes de escrava, demonstrar todo carinho que tu sempre mereceste. Pretendo ser a tua namorada, a tua amante e a tua companheira de todas as horas. Vou agir como já deveria estar a agir, a pagar com juros todo o amor e carinho que recebo.
Vou fazer com que tu percebas a mudança e que possas sentir também o quanto eu te amo. Nunca mais responderei friamente a toda atenção que parte de ti. Quero ser mais efusiva na manifestação do meu amor, vou beijar-te com muito mais calor, sabendo que assim tu serás muito mais feliz.
Prometo, a nossa relação será mais calorosa.

Que nosso dia seja repleto de alegrias e bons negócios.
Sejamos fortes para superar as dificuldades que surgem em nossos caminhos, nunca devemos nos deixar levar por pessoas pequenas com atitudes mesquinhas.
Sejamos sempre otimistas e persistentes em alcançar nossos objetivos e sonhos.

Um ano a mais, mais um aniversário, mais experiência e com mais categoria, claro! Muitas velinhas por aí?
Passo aqui só para mostrar que não me esqueci não, tá bom?
Desejo a você uma lista gigante só de coisas boas, com muita energia positiva, com uma carga enorme de carinho, e com um tudo de bom.
A minha alegria depende da sua felicidade, portanto, seja feliz sempre!
Abraços mil

Com a vida apressada, angustiada, tão absorta em pensamentos pequenos, sem entender a dor disfarçada em mal humor, pouso os olhos no menino, ali, dormindo. No meio da rua, entre carros, passantes, cachorros e passarinhos destoantes, com as mãozinhas sobre a cama de papelão, agarradinho, inocente, no corpo do irmão.
A mãe sofrida, sentada no sujo chão, tentando esconder a vergonha e a fome, tendo à frente o pai, derrotado enquanto homem. A dor oprimida no peito, sem conseguir engolir, ver assim alguém tão só, uma família – flores do pó. Ah, a cruz! Preguem-me na cruz.
Quero morrer por eles, morrer por mim, inerte, covarde, torpe! Nada a fazer, senão sofrer? Não tem remédio, senão chorar? Menino dormindo, como o meu, como os nossos, sonha sonhos de criança, com luzes e festa, com brinquedos e paz, sorvete, banho, banheiro. Alegria o ano inteiro.
Perdeu o endereço do céu, mas espera Papai Noel. Aquele pai e aquela mãe, sem teto ou dignidade, não sabem da missa a metade. Não choram, apenas pedem, que a sorte mude e os ventos tragam a esperança e o sorriso do menino, que dorme ali no chão, tranquilo, ao relento, desprotegido.
A leoa de dentes arrancados, o guerreiro sem escudo, sem lança, sem conseguir defender sua criança, olhar vazio, de alma apagada, sem ter mais nada. Nada a oferecer, senão seu corpo. Nada a pedir, senão o pão. E eu, e você, o que fazemos?
Vamos embora, com a consciência confortada de que nada podemos fazer, por não termos o poder. Qual nada! Eu posso. Você pode. Mas é difícil, é cômodo. Você tem lar. Eu tenho pão. Eles é que não.

Sinto uma grande desilusão no coração! Sempre acreditei que os melhores amigos estariam do meu lado, mas isso não acontece. É irreal! É falso! Amigo de verdade está junto nos momentos mais difíceis, nas horas de decisão e nas provas de fogo.

E sim, tem sido uma profunda decepção reconhecer as piores faces nos rostos que sempre confiei. Espero que um dia volte acreditar em cada um de vocês. Um dia, quem sabe?