Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou:
Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...
Você não usa arma, não tem forças de outro mundo, nem poderes estranhos. Mas você, meu querida pai, é meu herói! Tenho um grande orgulho no homem que você é, na pessoa generosa e humilde.
E admiro muito seu modo de encarar a vida e enxergar as pessoas. É que parece um toque de mágica, sabe? Sim, porque você representa a esperança e a força, o amor e a harmonia. Agradeço por tudo, meu pai! Eu te adoro.
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas...
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
Hoje é o nosso dia, dia que aproveito para lhe dizer o quanto me faz bem tê-lo ao meu lado. O quanto sou feliz em saber que tenho uma pessoa tão maravilhosa ao meu lado...
É com você que passo os melhores momentos da minha vida e é com você que quero terminá-los. Você é a pessoa mais incrível que eu já conheci!
Parabéns pelo nosso dia, obrigado por me mostrar o verdadeiro amor que existe entre nós e obrigado por fazer parte dele.
Disse um discípulo ao seu mestre: "Mestre, há dias em que minha cruz parece tão pesada, que chego a pensar que perdi Deus. Vou para todos os cantos da casa em busca de um sinal de que Ele ainda está comigo"
Respondeu o mestre: "Você não O buscou em gavetas, armários e estantes.
Tire das gavetas e dos armários todas as roupas e calçados há tanto tempo guardados e que você não usa.
Tire de outros armários louças, vasilhames e utensílios há tanto tempo também sem uso.
Tire das estantes os livros empoeirados, lápis, canetas e papéis.
Tire daquele cômodo há tanto tempo fechado os brinquedos esquecidos e as sobras de materiais de construção.
Tire daquele pequeno armário todas as amostras grátis de remédios, que você guarda só por hábito.
Em seguida faça pacotes e entregue àqueles que dão assistência aos pobres, às crianças, aos idosos, aos doentes e aos animais.
Após essas providências você sentirá a agradecida Presença de Deus.
O que para você é inútil e largado no escuro, para outros é manifestação de luz.
Quando os pesados pacotes forem abertos, você terá aliviado o peso da sua cruz"