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A verdade esta no olhar, não tem como mentir, os olhos nos revelam a verdade.
No olhar expressamos tudo que sentimos preocupação, tristeza, alegria, prazer, dor, amor tudo o que sentimos coisas boas e ruins.

Os olhos são a porta de entrada para nossa alma, converse olhando nos olhos, assim irão ver você de modo diferente, não desvie o olhar se mostre como você é sem receios, demonstre o que senti através de um olhar você será bem compreendido.

Não tema que te vejam através dos olhos, não importa se teu olhar não mostrar só coisas lindas, temos marcas quem não as tem, nem sempre escolhemos as coisas certas para nossas vidas, estamos sempre tentando acertar.

Um olhar diz tudo, revela o que nos falta coragem para falar, olhe nos olhos diga o que esta sentindo peça para que te olhe nos olhos também, esse gesto demonstrará que você quer entender e ser entendido assim será muito feliz.

Os ciúmes também são um sinal de amor, uma expressão da própria insegurança perante um sentimento tão avassalador. Mas como tudo na vida, quando é demais é prejudicial.

Tal como no seu caso, meu amor, que não parece mais capaz de controlar o ciúme que sente de mim e que está destruindo nosso amor, nosso relacionamento.

Eu o escolhi para ser meu namorado, é com você que eu caminho de mãos dadas, é a você a quem eu entrego os meus beijos e meus abraços. Você! Não outro qualquer.

Então por que tanto ciúme? Se eu não quisesse estar com você, eu não estava! Se não parar com essa atitude você vai arruinar tudo o que construímos até agora.

Você precisa confiar em mim, confiar no nosso amor. Eu estou do seu lado porque amo você, não existe razão para tanta insegurança. Deixe o monstro verde para quem tem razões para se deixar dominar por ele.

Pelo fato da vida ser, relativamente, tão curta e não comportar reprises, para emendarmos nossos erros, somos forçados a agir, na maior parte das vezes, por impulsos, em especial nos atos que tendem a determinar nosso futuro.
Somos como atores convocados a representar uma tragédia (ou comédia), sem ter feito um único ensaio, apenas com uma ligeira e apressada leitura do script.
Nunca saberemos, de fato, se a intuição que nos determinou seguir certo sentimento foi correta ou não. Não há tempo para essa verificação. Por isso, precisamos cuidar das nossas emoções com carinho muito especial.

Somos rápidos em ignorar os outros. Somos rápidos em reclamar quando os tempos são difíceis. Somos rápidos em nos queixar quando nada vai pelo caminho que nós queremos.
Somos rápidos em condenar uma pessoa que nos trata injustamente. Somos rápidos em gemer pelo preço da gasolina. Somos rápidos em resmungar quando a conexão cai. Somos lentos entretanto, para olhar além do limite da próprio irritação e problemas e ver que muitas pessoas pelo caminho são bênçãos em nossa vida.
Se você está tendo um mau dia e alguém lhe dá o seu sorriso, pegue esta benção. Seja digno dela. Aquele sorriso, naquele momento, é seu presente para você. Pegue-o graciosamente e diga "obrigado".
Se alguém tentar lhe alegrar quando você estiver perturbado, reconheça seu esforço. Você pode não querer ser alegrado. Pode querer permanecer zangado ou triste ou amargo ou miserável. É sua prerrogativa, mas ao menos ofereça-lhes um "Obrigado por tentar".
As pessoas nos dão pedaços e partes de si em incontáveis pequenas formas – um bom serviço num restaurante, um atendimento amigável num posto de gasolina, segurando uma porta para você quando seus braços estão cheios, dando-lhe o lugar na fila do supermercado quando percebem que você só comprou alguns poucos itens, dando-lhe um telefonema só pra ver como você está, parando para uma visita para ver se você precisa de algo, cuidando das crianças então você e seu cônjuge podem ter um jantar especial – a lista é interminável.
Pequenos gestos que nos dão significativas oportunidades de abandonar a nossa mentalidade do "eu, eu, eu" e focalizar em outra pessoa.

Estela acordou-se ainda cedo,
pulou da cama sem medo
do frio que fazia lá fora.

Os pés miúdos, descalços,
folgados dos velhos sapatos,
correram o quintal sem demora.

Estela na horta adentrou,
abriu depressa o portão,
que rangeu sem má intenção.

O portão deu-lhe bom dia,
porém sua sintonia
denotou preocupação.

Estela olhou as verduras
com muito amor e doçura,
afagando-as com as mãos.

Julgou que a alface tão crespa,
mais ficara arrepiada,
temendo o voo das vespas.

Acenou para os legumes,
que, revelando ciúme,
cobravam sua atenção.

Preocupou-se com o tomate,
julgando que a face corada,
queimara-se na madrugada.

Achegou-se à berinjela,
que, roxa, pareceu a ela
ter a cor da aflição!

Jurou que um certo duende
houvesse pintado listrinhas
no corpo da abobrinha.

Isso assim era demais!
Voltou pra casa, correndo,
nem sequer olhou pra trás.

Na sala entrou, sem demora,
pedindo à mãe, nessa hora,
de presente uma porta.

E durante a madrugada,
pelos amigos da horta,
trocou o portão pela porta.