Mas você tem dúvidas que em breve tudo vai melhorar? Você é forte e é capaz de superar esse grande desafio. Eu sei que parece difícil, que nem sempre dá vontade de lutar. Mas essa é sua única missão: batalhar!
Acredite que é possível, levante a cabeça e jogue fora qualquer pensamento negativo. Tenha fé, por favor! E não esqueça que estarei sempre perto para o que for necessário! Força!
Este Ano Novo tem tudo para ser maravilhoso! Só depende de você. Acredite nas suas capacidades. Ame-se como nunca se amou! Cuide de ser feliz e não desista de correr atrás dos seus sonhos.
Faça promessas – cumpra! Idealize metas – alcance! Melhore seu mundo hoje mesmo e amanhã o universo será um local ainda mais especial! Transforme cada dia deste novo ano em uma página memorável do livro da sua vida.
Feliz Ano Novo!
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...
Você não merece ver meu sorriso novamente. Perdeu esse direito no dia em que cometeu a crueldade de me enganar. Você traiu, mentiu, ludibriou e me deixou no chão – machucada!
Todas as promessa caíram na terra molhada e passei a desconfiar do mundo e das pessoas. Nosso casamento acabou, porque ninguém merece ser enganado. Seja feliz, seja feliz longe de mim!
Desde que namoro você, todos os dias me apaixono um pouco mais pelo mesmo homem. Eu te amo!