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Desde que nossos olhos se cruzaram que o meu mundo ganhou cores novas. Faz pouco tempo que isso aconteceu, e ainda assim, tudo se transformou para melhor.

Namorar você me fez esquecer tudo que havia de errado. Já não existem tristezas e impossíveis; a noite já não me assusta, pois você povoa todos os meus sonhos.

Quero apenas vida, e mais vida ainda, para a poder viver ao seu lado, e assim amar você até à eternidade! Meu amor por você é tão grande que a sua felicidade é tudo que desejo na vida!

O amor respira através do riso. Quando o amor permanece brincalhão, um divertimento, uma alegria, ele cresce.

Cresce ao infinito, mas o caminho tem que ser percorrido com o riso.

E para permanecer no riso, é preciso entender muitas coisas. Devemos rezar para Deus pedindo apenas uma coisa: ajuda-me a permanecer sempre na surpresa. Deixa-me ser surpreendido todos os dias, todos os momentos de minha vida.

Então há riso, então há alegria. Na alegria e no riso, o amor cresce — é o solo perfeito para o amor.

Em meu modo de ver, o amor cresce no riso e, se o amor e o riso chegam a um ponto de encontro, a uma síntese, isso acontece automaticamente. Se ambos ficam bastante tempo juntos e permanecem íntimos, logo a distinção desaparece: absorvem-se um no outro.

Quando o amor e o riso se absorvem, há oração — nasce a oração. A oração é a transformação alquímica do amor e do riso.

A oração não pode nunca ser séria, porque vem do amor e vem do riso.

Osho

Te vendo ali deitado tão calmo e sereno tive vontade de deitar ao teu lado...
Como sentindo o meu olhar distante, observando teu corpo nu,
sorriu suavemente abrindo os olhos a me fitar...
Como num sonho suave de amor fui andando lentamente em tua direção,
fitando teus olhos a me esperar...
Te vendo ali deitado tão perto e tão longe...
tive vontade de jogar-me nos teus braços.
Como que sentindo o meu desejo saltitante e me sentindo tão sua,
foi calmamente me abrindo te braços.
Como num sonho suave de amor,
fui me entregando aos desejos nos teus olhos,
fui me deixando abraçar pelo teu corpo..
E ali deitada em teu braços fui sentindo o calor dos teus lábios,
a doçura das tuas mãos, a firmeza do teu corpo...
E ali deitada ardendo em desejos, te amo calma e feroz,
tomando o teu corpo no meu, sentindo teu coração disparar querendo-me tua...
E ali deitada confundindo nossos corpos, te sinto por inteiro,
sem medo e sem pudor te aconchego suavemente
e em movimentos lentos e ritmados te levo a loucura e me deixo levar..
E ali deitada entre beijos e sorrisos, entre desejos e carinhos,
sou tua... e sentindo meu corpo desfalecer, me inunda de vida e amor...
Me faz sorrir e até chorar, me faz amar!

O amor é uma das melhores coisas que pode acontecer na vida de uma pessoa. Um amor correspondido, cheio de afinidades, calmo, que traz satisfação, é uma das experiências mais enriquecedoras que alguém pode viver. No amor verdadeiro, no amor sincero, há troca, há cumplicidade, há companheirismo, e há apoio mútuo.

Quando vivemos um amor, a nossa vida fica mais plena, mais rica, mais leve. O amor pode transformar a vida de alguém. Muitas pessoas têm medo de amar, mas é preciso entender que o amor não mata. O amor traz vida, revigora, renova os ânimos e o fôlego. A vida, às vezes, pode ser muito dura, e ter alguém que nos ama e com quem podemos contar, alivia muito o peso da vida em nossas costas.

Amar é um compromisso com o outro. Para amar é preciso querer amar, é preciso saber fazer concessões, é preciso deixar de olhar para o próprio umbigo e entender que há outra pessoa olhando por nós, e muitas vezes com um olhar muito mais generoso e amoroso. Amar é um dos grandes aprendizados da vida, e como dizia o poeta, "só se aprende a amar, amando!"

Conta-se que em Monomotapa viviam dois amigos, dois grandes amigos, tais como é muito raro de se encontrar por este mundo a fora.
Numa noite, já bem tarde, aproveitando a ausência do Sol e todos dormiam, um deles acordou sobressaltado e acorreu à casa do outro. Acordou aos criados e ao amigo, que já estavam entregues a Morfeu, que reinava em seu palácio.
O amigo levantou-se de um salto, agarrou a espada, segurou a bolsa de moedas, apresentou-se a ele e disse: - Raras vezes te vi correr quando todos dormem.
Conheço-te como homem que emprega melhor as horas destinadas ao sono; se perdeste no jogo, aqui te entrego a minha bolsa; se foste agredido, aqui está a minha espada para te auxiliar. Vamos, estou pronto para te acompanhar.
Mas, o que te aconteceu, afinal? -Em primeiro lugar te agradeço o que me ofereces.
Não aconteceu nem uma coisa nem outra do que julgas, mas tive um sonho, no qual te vi muito triste e, por isso corri para aqui imediatamente.
Foi um maldito sonho a causa de tudo. -Qual dos dois era mais amigo?
Vale a pena propor este problema. Como é sublime um amigo verdadeiro!
Como é raro haver um que, ao perceber em nosso rosto uma simples expressão de tristeza, preocupe-se por nós e, que até um sonho o faça correr para o nosso lado.
É que uma pequena coisa, o que julgamos um nada até, desperta-nos receio, quando se trata da pessoa que amamos.