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Terapia por 7,00 reais
Você que só reclama nada está bom reclama tanto da vida
Reclama das roupas da casa do trabalho enfim você reclama de tudo.
Vamos começar a terapia.
Amanhã você vai já cedo entrar em um ônibus que vai para a Unicamp.
A hora que você chegar lá você vai sentar perto do local de embarque e desembarque.
Ai é só você ficar observando.
Lá você vai ver muitas pessoas Adultas, crianças velhos, até neném, lá não tem idade.
Você vai ver pessoas chegarem de ambulância uma atrás da outra.
Pessoas que andam mais de 500 km só para fazer um exame
Você vai ver crianças de cadeira de rodas com soro balão de oxigênio, moço com câncer na boca, pessoas sem partes do corpo sem braço outro sem perna e pessoas com todo tipo de doenças.
Eles ficam horas esperando para fazer um exame.
Você vai observar que todos estão rindo conversando como nada estivesse acontecido.
São felizes mesmo com suas doenças mesmo sem braço ou sem perna com câncer ou até doenças que nem os médicos sabem o que é.
As maiores partes das pessoas passam o dia lá, o almoço deles é só 2,00 reais.
É um pão com margarina e um copo de leite com café, isso é o almoço e janta de muitos.
Você vai conversar com varias pessoas, elas gostam de conversar para passar as horas.
Se você quiser, pode ir andar nos corredores você vai ver muitas coisas que você nunca imaginou ver na sua vida.
É uma coisa mais triste que a outra, mais estão lá lutando para continuar vivos.
E você que tem saúde, tem de tudo depois dessa terapia você vai sair de lá com outros pensamentos.
Você tem coragem de fazer essa terapia é só 7,00 reais.
2,50 transporte.
2,00 almoço.
2,50 transporte.
7.00 o total.
Agora pare de reclamar e agradeça a DEUS por tudo que você tem principalmente por sua saúde.

Rosângela Pimenta

Um homem estava viajando com seu jipe pelo deserto, até que seu jipe quebrou. Então, desesperado, o homem começou a caminhar. Caminhou durante horas e horas até o anoitecer.
A noite no deserto é muito fria e o homem, já exausto, não tinha mais esperanças. Então ele começou a pensar que se não morresse de frio naquela noite, certamente no dia seguinte, com o sol ardente e o calor escasso, morreria de sede.
O homem adormeceu e quando amanheceu, não estava morto. Completamente sem esperanças, abriu os olhos e viu que estava bem perto de um oásis, com pessoas e um imenso lago.
Moral da história:
Há sempre um oásis perto de nós, basta abrirmos nossos olhos e procurarmos que o acharemos.

A primeira estrela aparecia no céu...
Era um dia de luar...
A saída do cartório estava cheia...
Todos olhavam os noivos com carinho...
Grãos de arroz voavam pelo ar...
Ele sussurrou no ouvido dela...
Eu te amo...
Você é isso...
É o meu amor...
Toda a recompensa de um amor sem fim...
De braços dados cruzaram os umbrais da porta...
Estavam casados...
Dali para frente...
A vida seria em comum...
Terminaram - se as buscas...
Enfim...
O amor estava ali...
Havia tomado conta dos corações dos depois...
O destino estava se cumprindo...
O carro estava na porta...
Depois das últimas despedidas...
A viagem se inicia...
Rumo a lua de mel...
A chegada num hotelzinho isolado...
Friozinho de montanha...
Dentro do chalé o casal se beija...
Sussurros...
Carinhos...
Beijos...
Gemidos...
O amor acontece...
O dia amanhece...
E eles nem percebem...

As mais belas frases de amor são ditas no silêncio de um simples olhar
Por isso quando me calo quero sentir o teu cheiro, o teu calor a tua pele...
Sinto às vezes até algo mais, algo que eu não sei explicar, sinto algo diferente por você espero que tudo isso não seja uma simples e pura ilusão... Sinto sua falta.

Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.
Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.
Colocando uma faca ao lado do bolo, disse: - Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.
Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.
Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.
E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.
E comemos, alegremente, as porções idênticas.
Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir – pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas – tudo era sempre dividido em partes iguais.
Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.