Desde pequenos nos ensinam a dar e receber,
amar e não esperar ser amado,
compreender sem esperar ser compreendido...
Isso é tão bonito.
Mas quando a noite cai,
olhamos para os céus,
olhos, mente e coração,
descobrimos que somos humanos.
A noite as dores se acentuam,
com o cair do luar descubro quem eu sou,
um ser humano,
não um ser supremo.
Sou apenas mais um,
uma pessoa que também precisa receber,
para dar é preciso receber,
para amar é preciso ser amado.
Dar e receber.
Porque dar sem receber é impossível...
desculpe-me,
infelizmente também sou humano assim como você.
Muitas pessoas dizem que ser mãe é fazer sacrifícios, que é deixar de lado tudo que se gosta para viver apenas pelos filhos. Mas eu, meu filho, nunca vi as coisas assim. Desde que você nasceu que eu sinto que ser mãe foi a melhor coisa que me aconteceu, que é uma bênção sem igual.
Tudo que faço e fiz por você nunca encarei como sacrifício, mas pelo contrário. Pois tudo que faço por você eu faço por amor e me faz sentir feliz e realizada. Você é meu tesouro, meu maior amor na vida, e hoje, amanhã e sempre eu tudo farei pela sua felicidade sem qualquer hesitação.
Te amo, meu filho! Obrigada por todos os dias me fazer a mãe mais feliz e orgulhosa do mundo!
O vencedor é sempre parte da solução. O perdedor é sempre parte do problema.
O vencedor sempre tem um plano. O perdedor sempre tem uma desculpa.
O vencedor diz: "deixe-me ajudá-lo". O perdedor diz: "este não é o meu trabalho".
O vencedor vê uma resposta para todo problema. O perdedor vê um problema em toda resposta.
O vencedor vê sempre uma luz no meio da escuridão. O perdedor vê sempre escuridão no meio de toda luz.
O vencedor diz: "é difícil mas é possível'. O perdedor diz: 'pode ser possível mas é muito difícil'.
POR TUDO ISSO, SEJA UM VENCEDOR!
Oi pai, é, eu cresci mas de nada eu esqueci. Me lembro de cada momento que tivemos uns grandes, outros pequenos mas todos ficaram aqui gravados como se estivessem tatuados. É pai, cresci Mas você nunca saiu daqui de dentro do meu coração, Viveu sempre a sua imagem, muitas vezes envolta em saudade.
Se lembra quando eu ainda era criança? Um tico de gente e você jovem e eloquente? Me dava a sua mão pra caminharmos E naquele instante o mundo pra mim parava Naquele momento nada me ameaçava.
Se lembra do meu sorriso quando encontrava o seu? Das minhas lágrimas que você secava quando algo me chateava? Se lembra quando passeávamos, andávamos de bicicleta e conversávamos?
Pai, era tudo tão bom. A sua companhia era uma alegria O seu olhar o meu porto seguro e a sua voz pra mim era o mundo. Mas eu cresci pai a vida mudou me acorrentou em compromissos me arrancou um pouco de você e é por isso que hoje eu vim aqui lhe dizer que na verdade, nada mudou...
Você continua sendo o meu amor o meu espelho O meu grande conselheiro a ponte para atravessar qualquer rio. O porto seguro do meu navio. Pai, eu ter crescido, você ter cabelos brancos, na verdade, não quebrou o encanto porque ele vive é dentro de nós.
Me perdoa muitas vezes a distância faz parte da minha ignorância Quem sabe até da minha infância. Aquela que eu ainda trago dentro de mim e que na verdade gosto que seja assim Porque sendo como é nunca esqueço do seu valor Embora essa minha distância As vezes lhe leve a dor.
Olha pai, eu só vim aqui mesmo pra dizer que não teria conseguido se não fosse o seu amor o seu carinho e o seu calor. E agradeço a Deus todo dia Por ter colocado na minha vida a sua grande companhia!!!
De dentro de uma semente rasgou, certo dia, uma planta. Ainda era muito cedo para brotar, mas era melhor o frio externo do que suportar a casca que lhe sufocava. O vento lhe queimava a pele, e a sol forte quase não a deixava respirar. A terra onde nasceu era seca, e as pedras impediam que criasse raízes. Mas as raízes insistiam em crescer, e apodreciam porque no solo não conseguia se fixar.
Suas folhas pequeninas não sobreviviam muito além de alguns dias, logo secavam e caiam por terra. E a planta se deixou levar ao vento, na esperança de encontrar solo fértil. Areias quentes, alagados, solo infestado de raízes velhas. Em algum lugar precisava encontrar terra, onde pudesse florescer, mas na terra não houve um só canto onde pudesse fixar suas raízes, e numa estranha mutação a planta aprendeu a se nutrir do vento. E se acostumou a ver suas folhas caírem por terra, e frutos nunca ter.
Por muito tempo viajou por mundos ignotos e conheceu seus costumes. Por muitos mundos ela passou sem ser notada. Por outros deixou suas folhas secas nutrindo a terra. Seu sonho era ser como as outras plantas, criar raízes, florescer, frutificar. Um dia um jardineiro a recolheu num vaso, e ali regou suas raízes, e ela cresceu e floresceu, sentia-se viva e feliz. E por uma vez sentiu o calor da terra. Sentiu suas raízes crescerem, sentiu pela primeira vez sua natureza de planta
Todo o seu ser lhe foi grato, como se na vida toda estivesse esperando por este momento. O jardineiro lhe deu o precioso momento de ser e a planta nunca esquecerá do jardineiro. Porque mesmo por pouco tempo, a lembrança de ser planta, de ser cuidada e de ter raízes na terra ficará para sempre. E agora ameaça o vento a lhe arrancar do vaso numa noite dessas. E de novo lhe levar pelo ar para estranhas terras. E novamente ela terá que aprender a se nutrir do ar. Mas por onde for ela levará a lembrança de que um dia foi planta e teve terra e a imagem do jardineiro a regar seu vaso.