O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém
Talvez de ti
Não importa o quanto somos bons...
Tem sempre um idiota que julga a gente pelo que a gente faz.
As piores criticas normalmente vem de pessoas que não fazem ideia do que a gente faz, não tem dons próprios, e, que ficam irritados quando a gente está feliz.
Então com alegria eles vêm e nos provocam...
A menos é claro, que estejamos deixando o mundo mais feio. Então, esse tipo de pessoa vai segurar a nossa mão com prazer e dançar com a gente na sarjeta, dizendo que assim como eles, vemos como aquilo é horrível e se compraza em comemorar.
Mas, desde cedo eu aprendi que, qualquer idiota pode ver como as coisas estão feias, pois, não é preciso ter dom pra isso.
1. Se você conhecesse uma mulher que está grávida e já tem 08 filhos dos quais 03 são surdos, 2 são cegos, 01 é retardado mental, e ela tem sífilis...
Recomendaria que ela fizesse um aborto?
LEIA A PRÓXIMA PERGUNTA ANTES DE RESPONDER A ESSA.
1. É tempo de escolher um líder mundial e o seu voto é importante. O comportamento dos candidatos é o seguinte:
CANDIDATO A:
É associado a políticos corruptos e costuma consultar astrólogos. Teve duas amantes, fuma um cigarro atrás de outro e bebe de 08 a 10 Martinis bebida misturada 3
4 gin 1
4 vermute branco por dia.
CANDIDATO B:
Foi despedido do trabalho duas vezes, dorme até meio-dia, usava drogas na Universidade e bebia meia garrafa de Whisky toda noite.
CANDIDATO C:
É um herói condecorado de guerra, é vegetariano, não fuma, bebe as vezes um pouco de cerveja e nunca teve relações extra-conjugais.
QUAL DESSES CANDIDATOS VOCÊ ESCOLHERIA?
Decida antes de continuar...
Candidato A:
Franklin Roosevelt
(foi presidente EUA)
Candidato B:
Winston Churchill
(Foi Primeiro Ministro Inglaterra)
Candidato C:
Adolph Hitler
(todos sabem quem foi...)
E sem esquecer a primeira pergunta: A resposta da questão do aborto...
Se respondeu que sim, você acaba de matar BEETHOVEN.
MORAL DA HISTÓRIA
Nem tudo o que brilha é ouro e nem tudo o que é ouro deve brilhar; o importante são as decisões que você toma no caminho e, como elas, te ajudam a chegar ao final. Por isso é que não devemos pré-julgar ninguém. Principalmente com a descrição de duas ou três linhas.
Eu vou sentir falta de quando nós dois éramos apenas um.
De ser elogiada todo dia.
De sentir minha barriga mexer.
De ganhar comida de presente.
De tomar dois sorvetes sem culpa. De quando minha barriga não chamar mais atenção.
De ser bajulada o tempo todo.
De escutar meu som favorito, a batida do seu coraçãozinho.
De esperar ansiosa pelos ultra-sons.
De ser chamada de barriguda e ficar feliz.
De receber beijinhos do papai na barriga.
De ler mil artigos sobre o mesmo assunto: a gravidez.
De ficar curiosa imaginando como será seu rostinho e com quem será parecido.
De desdobrar suas roupinhas e guardar todas de novo.
De fazer xixi a cada hora, inclusive de madrugada.
De me sentir cansada, com dor nas costas.
De me pesar e ficar feliz com cada quilinho a mais.
Mas só de imaginar que logo você estará aqui perto de mim é uma alegria ainda maior!
Gravidez Maravilhosa!
Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira. Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.
O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga.
Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.
Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: "Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho."
Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: "Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável." Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranquilamente em minha direção. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando: "Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade."