Bom dia meu amor!
Como foi a sua noite? Como foram os seus sonhos?
Você já faz parte de mim e da minha vida e por isso eu me preocupo com o seu bem estar.
Eu quero desejar-te um dia cheio de fortes emoções, que esse coração esteja repleto de bons sentimentos e boas práticas.
Que esse dia seja tão belo como você, radiante como seus olhos, gostoso como seus lábios e alegre como você, estou ansioso para estar contigo, em teus braços, recebendo o seu carinho e doando um pouco de amor para você.
Estou torcendo para que o seu dia seja o mais agradável possível, pois assim, logo, logo, chegará a hora de estarmos juntos novamente.
Hoje, mais que ontem penso, em tantas coisas que gostamos de fazer juntos, só nós dois.
Quero criar coisas para fazermos nesse dia gostoso, que é só nosso.
Ai... como sei que você adora esse nosso ninho de amor e que hoje mais do que outro dia eu te tomarei de tanto prazer, usando e abusando de você, me dando prazer e recebendo prazer dentro de quatro paredes.
Vamos esquecer tudo o que não devemos fazer e aproveitarmos, pois te quero por inteiro, penetrar no mais íntimo do seu ser e quando acabarmos por nos estourar de tanto prazer, começaremos tudo novamente, com desejo ainda maior, pois sabemos como chegar ao paraíso dos desejos.
Adoro pensar no que faremos juntos.
Um beijo, e me aguarde...
Sentado numa poltrona, em frente à TV, estava Washington. Até que: plic! – Não aguento mais jogar videogame! Todos os dias, a mesma coisa!
Washington é um garoto de 12 anos e mora em São Paulo. Filho de uma família muito rica, tinha de tudo, mas não era feliz. Com poucos amigos, sentia falta de algo importante: a paz. Certo dia, pediu dinheiro a sua mãe para comprar um "negócio". A mãe, sem perguntar pra quê, entregou-lhe o dinheiro. O garoto entrou numa loja e pediu: – Quero um quilo de paz.
A balconista, irritada, sem lhe dar atenção, respondeu: – Aqui não se vende paz!
Passou em outra loja, em um bar, numa padaria. Depois de andar muito, cansou de ser debochado e voltou para casa. Sentou no sofá, pensativo: onde compraria a paz? O toque da campainha quebrou seus pensamentos. Ao abrir a porta, um senhor bastante idoso suplicou:
– Por favor, meu bom menino, há dois dias que não ponho nada na boca, não aguento mais de fome. Pode me dar algo para comer? – O senhor sabe me dizer onde eu posso comprar a paz? – pergunta o menino, ainda preocupado com o seu problema. – Sim, me traga algo para comer que eu te digo.
Ansioso, mais do que depressa Washington foi até a cozinha. Voltou com um prato transbordando de comida e um copo de suco de laranja. Sentou-se ao lado do homem, ouvindo-o atentamente. – Olha, meu amigo. Existe um dinheiro com o qual podemos comprar a paz. É com o nosso coração.
– Mas se eu tirar o coração, como posso viver? – pergunta o garoto, confuso. – Com o coração quero dizer: quando fazemos o bem aos nossos irmãos! Hoje, eu sei que você vai se sentir muito feliz, com muita paz, por ter me tratado bem, por ter me dado um prato de comida. Sentiria o mesmo se tivesse feito a outra pessoa. – É verdade? – pergunta Washington – puxa, estou tão feliz só de ouvir o senhor me falar isso!
Daquele dia em diante, o garoto refletiu muito sobre aquela conversa e como se sentira feliz ao ajudar alguém. Continuou praticando o bem. E, como por encanto, começou a ter muitos amigos.
E pôde confirmar que a paz está dentro de cada um de nós, basta cultivá-la.
Eu me apaixonaria quantas vezes fosse necessário. Por você vale a pena fazer aquelas loucuras de amor que a gente ouve por aí.
É melhor retirar-se e deixar uma bonita lembrança, do que insistir e virar um verdadeiro incômodo. Você não perde o que nunca teve, nem mantém o que não é seu. Se você é forte para dizer adeus, a vida te recompensará com um novo olá.