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Talvez não existam palavras suficientes e significativas que me permitam agradecer você com justiça, com o devido merecimento. Sua ajuda e seu apoio foram para mim de valor inestimável, mas é tudo o que me resta. Apenas posso me expressar através da limitação de meras palavras, e com elas lhe prestar esta humilde, mas sincera, homenagem.

Muito obrigado! Com todo o carinho e de coração eu lhe agradeço, e pelo resto da minha vida lhe agradecerei!

Você vai sair dessa! Tenho certeza que essa doença vai sair derrotada, porque eu conheço o tamanho da sua força e o peso do seu empenho. A vida deu esse desafio para você, minha amiga, e você tem de estar à altura para contrariar essa tempestade.

Você vai ultrapassar esse obstáculo! Não tem como ser de outro jeito. Em breve, você vai aceitar essa difícil notícia, vai digerir ela e aí só falta você lembrar que sempre foi a pessoa mais batalhadora que conheço! Eu vou estar sempre junto de você! Ânimo, amiga!

Um camponês seguia com o filho pela plantação, para ver se o trigo estaria maduro em breve.
- Papai, por que algumas espigas se inclinam tanto para o solo e outras se erguem tão para o céu? – disse o menino. – As que se elevam, decerto, são melhores e as que estão arriadas não prestam.
- Veja, filho – respondeu o pai -, estas espigas que modestamente se inclinam estão cheias de bons grãos. As que estão orgulhosamente voltadas para o céu estão secas e não servem para nada.
As aparências podem nos enganar todos os dias, todas as horas.

A Páscoa é a mais importante festa da cristandade. Comemora-se a ressurreição de Jesus Cristo. A partir dela, todas as outras datas do calendário são estabelecidas.
Os cristãos passaram a festejá-la no primeiro domingo depois da primeira lua cheia do outono (no hemisfério sul).
Dois dias antes do domingo de Páscoa é a Sexta-Feira Santa.
Quarenta dias antes é a Quarta-Feira de Cinzas e, portanto, 43 dias antes, o Carnaval.

Se fosses o pedinte agoniado que estende a mão à bondade pública...
Se fosses a mãezinha infeliz, atormentada pelo choro dos filhinhos que desfalecem de fome...
Se fosses a criança que vagueia desprotegida à margem do lar...
Se fosses o pai de família, atribulado, ante a doença e a penúria que lhe devastam a casa...
Se fosses o enfermo desamparado, suplicando
remédio...
Se fosses a criatura caída em desvalimento, implorando compreensão...
Se fosses o obsidiado, carregando inomináveis suplícios interiores, para desvencilhar-se das trevas...
Se fosses o velhinho atirado às incertezas da rua...
Se fosses o necessitado que te roga socorro, decerto perceberias com mais segurança a função da fraternidade para sustento da vida.
Se estivéssemos no lado da dificuldade maior que a nossa, compreenderíamos, de imediato, o imperativo da caridade incessante e do auxílio mútuo.
Reflitamos nisso. E nós, que nos afeiçoamos a estudos diversos, com vistas à edificação da felicidade e ao aperfeiçoamento do mundo, façamos, quanto possível, semelhante exercício de compaixão.