Quantas vezes bloqueamos a espontaneidade das crianças, esquecendo-nos do quanto isso nos doeu na nossa infância... Quantas vezes exigimos mais maturidade dos adolescentes sem lembrarmos o que passamos quando nos exigiram isso...
Quantas vezes nos queixamos dos colegas de trabalho e não nos perguntamos se eles também têm queixas sobre nós... Quantas vezes nos irritamos nas ruas sem perceber que nossa irritação também causa mal aos outros...
Quantas vezes queremos implantar paz na família expressando-nos aos berros... Quantas vezes esperamos dos nossos parceiros o que não estamos dispostos a dar-lhes... Quantas vezes esperamos dos nossos filhos o que não demos aos nossos pais...
Quantas vezes esperamos dos nossos pais o que não damos aos nossos filhos... Quantas vezes perdemos a paciência com idosos, esquecendo que a velhice chega para todos...
Quantas vezes repelimos animais e nos comportamos como seres irracionais... Quantas vezes pedimos aos amigos coisas que não gostaríamos que eles nos pedissem...
Quantas vezes, na maior parte da vida, deixamos a vida passar sem senti-la no coração... Afinal, quantas vezes você já pensou em reverter tudo isso?
Uma sugestão: que tal hoje?
Há quantos anos nos conhecemos? Será que ainda conseguimos fazer as contas? Será que conseguimos nos lembrar de todos os momentos felizes que passamos juntas? Será que conseguimos nos lembrar de todas as linhas da nossa história que escrevemos juntas?
Minha amiga querida, você é tão especial para mim. Você já é parte da minha vida há tanto tempo que nem quero contar. Só quero contar e recontar tudo o que já vivemos, tudo o que já fomos felizes.
Às vezes, a memória nos trai, podemos não nos lembrar da data exata dos acontecimentos, ou das palavras exatas que dissemos, ou da ordem exata das coisas.
Mas o coração não se engana. Sempre que pensamos no passado, e em tudo que já fizemos e fomos uma para a outra, o coração se aquece e sorri. É com amor que ele nos faz lembrar de nós. Eu te adoro, minha amiga! Obrigada por fazer parte da minha vida e por ser para mim uma irmã!
Um gato, ao capturar um galo, ficou imaginando como achar uma desculpa, qualquer que fosse, para justificar o seu desejo de devorá-lo.
Acusou ele então de causar aborrecimentos aos homens, já que cantava à noite e não deixava ninguém dormir.
O galo se defendeu dizendo que fazia isso em benefício dos homens, e assim eles podiam acordar cedo para não perder a hora do trabalho.
O gato respondeu. "Apesar de você ter uma boa desculpa eu não posso ficar sem jantar." E assim comeu o galo.
Moral da História: Quem é mau caráter, sempre vai achar uma desculpa para tornar legítimas suas ações.
Vírgula pode ser uma pausa... Ou não. Não, espere. Não espere...
Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34.
Pode criar heróis... Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar. Não tenha clemência! Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
Agora, coloque uma vírgula na seguinte frase:
Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura.
Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
Um menino vivia com sua avó quando sua casa incendiou-se. A avó, tentando alcançar o andar superior para salvar o menino, morreu nas chamas. Os gritos do menino por ajuda finalmente foram respondidos por um homem que subiu por um cano de esgoto de ferro e voltou para baixo com o menino pendurado ao seu pescoço.
Várias semanas mais tarde, uma audiência pública foi realizada para determinar quem receberia a custódia da criança. Um fazendeiro, um professor e um cidadão bem sucedido do povoado apresentaram suas razões pelas quais sentiam que deveriam ser escolhidos para dar um lar ao menino.
Enquanto conversavam, os olhos do menino permaneciam fixos no chão. Então, um estranho avançou e lentamente tirou as mãos dos bolsos, revelando terríveis cicatrizes nelas.
Enquanto a multidão assistia, o menino chorou em reconhecimento. Aquele era o homem que tinha salvado sua vida. Suas mãos tinham sido queimadas quando subiu o cano quente. Com um salto o menino jogou seus braços em torno do pescoço do homem.
Os outros homens silenciosamente saíram, deixando o menino com seu salvador. Aquelas mãos danificadas tinham encerrado o assunto.
Este relato é bom para nos fazer lembrar que há alguém cujo corpo teve as mãos terrivelmente feridas por pregos numa missão de salvamento. É este alguém que, acima de qualquer interesse, merece ter a nossa custódia e por nossa própria e espontânea vontade.