Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O pássaro insistiu para que o voo entrasse. O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também. A toupeira achou que cavar buracos era fundamental. O coelho queria de qualquer jeito a corrida. E assim foi... Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todas as disciplinas. O coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: – Voa, coelho! Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas. Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, nem cavar buracos. Moral da história: Todos nós somos diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco. Desta forma, acabaremos fazendo com que eles sofram, e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram em sua essência.
Olha para sua volta veja as folhas caindo no chão.
Devagar volte os olhos para frente.
E descubra que o tempo não parou.
Vou olhar as estrelas e te buscar a lua.
Vou dizer palavras pensadas.
Vou encostar minha cabeça no seu ombro e aos poucos repousar
Vou te trazer problemas? E vou fazer você esquecê-los!
Vou por aquela musica que lembra você.
E acreditar, em cada palavra sua.
Eu não sei como estamos e nem sei para onde vamos.
Só sei que em seus braços me acho.
Vou sentir o cheiro da terra molhada e voltar às lembranças tua.
Queria saber o que você fez comigo, mas me encontro desarmada mais uma vez.
Vou tomar aquele suco de caju, e lembrar que gosto ele tem.
Vou te fazer lembrar as pequenas coisas e te fazer me querer mais e mais.
E será assim, eu aqui olhando a lua se mostrar.
E esperando você voltar.
Você me trouxe está saudade que me invade e não pede para partir.
Me fez acreditar mesmo que seja apenas uma aposta, que vai dar certo.
Tantos foram os sorrisos que vivemos, bem sei, também sinto saudades.
Peço-te: guarde-os no pensamento como eterna felicidade. Ah... Tantas são as nossas viagens livro de memórias grafadas... Nossos propósitos traçados, no decorrer de cada jornada.
Somos eternos participantes de predestinada, gincana onde as leis impostas de intuito, nos enleva, luz divina!
Que por cada um de nós, emana... Todos temos a hora do retorno, nada nos é doado como um fim nossos planos, nos aprimora a travessia, na inspiração de um jardim.
Não penses que deixei de existir ou que de ti, estou esquecido, creia, haverá o reencontro, razão por não haver me despedido.
As chegadas orações, nos são bálsamos de experimento, o amor é o lume das emoções, a enternecer em bênçãos, nossos sentimentos...
Esta distância que nos separa, tem tirado de mim o bem mais precioso que tenho. A família deveria estar junta em todas as circunstâncias, pois ela é a base do amor, da segurança e da felicidade, mas infelizmente nem sempre isso nos é possível.
Tem sido duro pensar em vocês e perceber que não posso fazer nada para matar as saudades. Espero que a vida nos dê a oportunidade de brevemente termos um doce reencontro.
Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo. Além do mais, ninguém jamais odiou o seu próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, como também Cristo faz com a igreja.