Olá tudo bem com você?
Sim! Quem é você?
Eu sou a felicidade vim me apresentar a você!
Quem me indicou a você?
Um coração triste e cansado de sofrer!
Como ele sabia se eu queria ou não conhecer você?
Ele sabe por que esse coração é o seu e esta triste!
Meu coração foi te pedir ajuda?
Sim! Ele esta doente de tristeza, esta infeliz!
Eu vim me apresentar a você, mas aviso essa pode ser
a única vez que procuro você, não deixe eu escapar!
Tenho tudo para deixar o seu coração curado, mas
preciso que você queira, sozinha eu não consigo!
Ok! Estou pronta para conhecer você, eu quero ser
muito feliz para passar felicidade a quem precisar!
Adorei conhecer você, que nossa união seja eterna!
Sim! Será eterna basta você querer a felicidade esta em você.
Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente, nossos inimigos... O que você está esperando? Que tal começar agora?
Eu sempre costumo dizer que os amigos são flores.
Flores por quê? Porque as flores além de sua
graciosidade deixa perfume nas mãos de quem as colhem.
Assim são os amigos, cada um traz consigo uma essência
característica de sua personalidade.
Cada amigo que colhemos no jardim da vida tem sua
essência, alguns tem ela mais concentrada,
outros equilibrada e outros ainda tão suave que só
com a alma podemos senti-la.
As melhores essências são sempre encontradas em
pequenos frascos, assim são os amigos,
as vezes pequenos frascos talvez até mesmo sem um
rótulo, mas cuja fragrância invade até a alma.
Meu
Minha amiga(o) o que faço aqui não é encher sua bola,
mas dizer-lhe que você é mais que um(a) amigo(a),
tantas e tantas vezes sinto você do meu lado
através dos seus e-mails, ou através dos momentos
em que nos dispomos a teclar.
Quero lhe agradecer esta demonstração de amor
e amizade, amizade que não é senão a melhor
forma de vivermos o "amor"
que Jesus nos propõe.
Uma hora ou outra o destino se ajeita, as coisas se acertam, o passado é esquecido, as dores cicatrizam. Quem tem que ficar fica, o que é verdadeiro permanece, e o que não é some. Não tenha pressa, não guarde mágoas, não queira pouco... Sempre queira o melhor. Espere na sua. Aprenda a ser paciente. Aprenda a ouvir uma boa música quando a tristeza bater. Aprenda a ignorar o que te faz mal. Aprenda, sobretudo a ter fé. Fé de que, por mais difícil que seja, o universo sempre irá conspirar a seu favor.
Dizem que isto aconteceu em um mosteiro chinês muito tempo atrás.
Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:
– Mestre, por que devemos ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:
– Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.
O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.
O mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:
– Aprendi que cesto de junco não segura água.
O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?
O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
– Que cesto furado não segura água.
O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
– O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.
O mestre, por fim, concluiu:
– Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que no processo a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.