O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração.. (1 Samuel 16.7)
Meu pai e eu estávamos procurando madeira flutuante ao longo da costa irregular do oceano Pacífico, perto de nossa casa. Ele usava a madeira para fazer relógios e mesas.
Ansioso por ajudar, corri de uma pilha de madeira a outra, arrastando grandes pedaços. Nenhum deles era o que meu pai estava procurando.
Finalmente, depois de uma hora correndo a praia de cima a baixo, meu pai parou para observar uma pilha de entulho retorcido. "Perfeito!", disse ele, levantando uma raiz retorcida.
Não pude acreditar no que via. "Por que você foi pegar esse pedaço de lixo velho e sujo?"
Você não pode apenas olhar para o que está vendo agora", disse meu pai. "Precisa ver o que ele pode se tornar." O lindo relógio de madeira pendurado em minha parede me faz lembrar de não julgar pelas aparências, porque Deus não julga assim.
Em 1 Samuel, aprendemos que o Senhor não atenta para a aparência externa, mas para o coração. Não é maravilhoso saber que Deus nos vê não apenas pelo que somos, mas pelo que podemos nos tornar?
Senhor, ensina-me a olhar para os outros e para mim mesmo por meio dos Teus olhos. Em nome de Jesus. Amém.
Onde nós vemos entulho, Deus vê uma futura obra-de-arte.
Nunca é tarde para fazermos mudanças na vida. Não sabemos ao certo quando nosso caminho chegará ao fim, mas enquanto vivermos temos de procurar a felicidade onde quer que ela esteja.
Não tenha receios nem hesite se isso é para o seu bem. Mudar nunca é fácil, mas essa coragem pode resultar em muitas bênçãos. Liberte-se o quanto antes de tudo que está fazendo mal ao seu coração e seja feliz!
Lembro do tempo em que via você quase todos os dias, correndo e sorrindo com a pureza e a inocência da infância estampadas no seu rosto feliz. Lembro a toda a hora, pois agora quase nunca vejo você, meu neto, e não há como acalmar esta saudade.
Sei que são as circunstâncias da vida, e eu não poderia sentir maior orgulho no homem em que você se tornou. Mas este meu velho e cansado coração gostaria de vê-lo mais vezes.
Na verdade, o que realmente importa, é que você seja feliz. Eu amo muito você, de longe ou de perto, para sempre!
Era uma vez um lindo cavalo, puro sangue, que vivia a encantar os moradores de uma região.
Era doce e selvagem ao mesmo tempo. Um dia, galopando por uma fazenda, caiu num buraco profundo.
Os moradores da fazenda correram para socorrê-lo. Fizeram várias tentativas, todas inúteis. O buraco era estreito e não tinha jeito de tirar o cavalo dali. Depois de algum tempo, vendo que não conseguiam resultado acharam que o certo seria sacrificá-lo.
Ninguém teria coragem de dar um tiro nele. Então acharam que o melhor era aproveitar que ele já estava no buraco, e ir jogando terra até enterrá-lo vivo. Então, com uma pá, começaram a jogar terra no buraco. A terra ia caindo sobre o dorso do cavalo. Ele se sacudia fazendo com que a terra caísse entre as suas patas. Logo ele se ajeitava, pisando na terra nova, formando um novo piso. E assim foi. A medida que jogavam terra no
buraco o cavalo, aos poucos, ia subindo. E para surpresa geral, o puro sangue, há pouco condenado à morte, foi saindo do buraco, livrando-se da morte. Isso faz pensar: quantas vezes estamos perdidos dentro de buracos que podem ser financeiros, sentimentais, ou de saúde e não vemos saída. Nem mesmo os que nos cercam veem saídas.
A terra que salvou o cavalo, vinda do céu, representa a mão de Deus, sempre pronto a nos ajudar. É preciso acreditar!
Na juventude eu era um revolucionário e assim rezava: "Dê- me energia oh Deus para mudar o mundo." Mas notei que ao chegar a meia idade que metade da vida já passara sem que eu tivesse mudado ninguém. Então mudei minha oração dizendo a Deus: "Dai- me a graça senhor de transformar os que estão próximos de mim, como minha família e meus amigos. Com isso já estarei satisfeito." Agora que sou velho e tenho os dias contados percebo bem o quanto fui tolo assim rezando. Minha oração agora é apenas essa: "Dai- me a graça senhor de mudar a mim mesmo"
Se eu tivesse rezado assim desde o início, não teria esbanjado minha vida.