O professor lutava na escola com um grande problema. Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.
Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento. Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.
Esqueciam-se dos bons livros. Zombavam dos bons conselhos.
O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando-se uma surpresa esquisita. Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geleias misturadas com fel e pimenta.
Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:
- Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a benefício do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.
Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada. Os alunos retiraram-se cabisbaixos. E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.
É um grande engano não querer dizer aquilo que sente para tentar manter um relacionamento tranquilo.
Alguns chegam a optar pelo silencio mórbido. Que grande engano!
No desejo de manter a paz sonhada ou pelo medo da verdade que só o dialogo pode revelar, deixam-se conduzir para um divorcio emocional.
Embora o relacionamento possa até durar tempo, já não sera mais amor que o sustenta, mais sim inúmeros medicamentos. Os casamentos duram nem sempre são desprovidos de conflitos. Alguns cais brigam, mas também cobrem o outro de afeto. Outros casais nunca levantam a voz, mas também raramente elogiam ou acariciam um ao outro.
Que o dia seja flor, que o tempo seja amor, que a hora se eternize. Que a gente mereça lembranças que encantam, instantes que tocam, levezas que ficam. Que tenhamos um canal direto com Deus sempre.
A razão de um cachorro ter tantos amigos é que ele abana o rabo em vez da língua. Não há nenhum psiquiatra no mundo igual a um filhote de cachorro que lambe a sua face. Um cachorro é a única coisa na terra que o ama mais que a ele mesmo.
O cachorro comum é mais agradável que a pessoa comum.
A pessoa que não conhece o gosto do sabão, nunca lavou um cachorro. Se seu cachorro for gordo é porque você não está brincando com ele.
O amor dos cachorros pelos seus amigos e as 'mordidas nos seus inimigos os tornam iguais as pessoas que não conseguem manter puro o seu amor, tendo sempre que misturá-lo ao ódio.
As mulheres e os gatos fazem como agradam a si, e os homens e cachorros deveriam relaxar e se acostumar com a ideia. Se você apanha um cachorro faminto e o alimenta, ele não o morderá. esta é a principal diferença entre um cachorro e um homem.
Cachorros não são eternos na nossa vida, mas eles fazem nossas vidas eternas. Se você pensa que cachorro não sabe contar, coloque três biscoitos de cachorro em seu bolso e lhe dê apenas dois.
A razão de você estar recebendo isto é porque... os cachorros podem cheirar uma pessoa boa ao longe!
Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda.
Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono da loja.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou?
O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse:
Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, disse:
Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.
O dono da loja contestou:
Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça esquerda para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.