O dia termina assim que o sol se esconde no horizonte. As pessoas recolhem às suas casas e deixam para trás todos os problemas que enfrentaram nas horas anteriores.
Uma noite de descanso é o cenário ideal para recuperarmos as energias. As batalhas que largamos por momentos, amanhã estarão de novo no nosso caminho, mas nós estaremos ainda mais preparados para as enfrentar.
Boa noite!
Esta é a verdadeira alegria na vida, ser usado para um propósito reconhecido por nós próprios como sendo grandioso;
Ser uma força da natureza ao invés de um torrão febril e egoísta, feito de padecimentos e lamentos, que se queixa pelo mundo não se dedicar a fazê-lo feliz.
Sou da opinião de que a minha vida pertence à comunidade como um todo e, enquanto viver, é meu dever, meu privilégio fazer por ela tudo o eu que puder.
Quero estar completamente gasto quando morrer, porque quanto mais sirvo, mais vivo. Eu regozijo-me na vida por si mesma.
A vida não é vela breve para mim. É uma espécie de facho esplêndido que agarro por um momento e que quero fazer brilhar o máximo possível antes de o passar para gerações futuras.
Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava à mesa
para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca,
deixava sempre cair um bocado pelos cantos.
O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho
se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e - o que era pior - nem lhe
davam bastante.
O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.
Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com
ele, que não disse nada, só suspirou.
Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha que comer.
Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de oito anos, estava
brincando com uns pedaços de pau.
- O que é que você está fazendo? - perguntou o pai.
O menino respondeu:
- Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.
O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o
avô de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava
alguma coisa, ninguém dizia nada.
Neste Dia Internacional da Mulher, eu preciso te fazer uma pergunta que me persegue há muito tempo:
Como é que você consegue estar sempre de bom-humor, sempre em paz consigo mesma e com o mundo à sua volta?
Como você consegue ser gentil 24 horas por dia? Como consegue se apresentar elegante em qualquer circunstância, revelando esta sua saudável e discreta vaidade, mamãe?
Sabe, hoje senti a necessidade de dizer o quanto admiro você.
O quanto fico feliz em ter uma mãe tão especial e tão preocupada com a felicidade de todos os que a cercam, tão empenhada em proporcionar um ambiente de harmonia e beleza. Enfim, um ambiente de felicidade plena.
Sei que, em nome desta paz, muitas vezes você abre mão dos seus próprios interesses e, se isto me deixa orgulhoso por perceber que tenho uma mãe tão dedicada, por outro lado fico um pouquinho triste em saber que você pode estar sacrificando o seu próprio acesso a flores, perfumes e outras coisas que eu sei que você gosta tanto!
Querida mamãe, neste dia especial, receba um beijo muito carinhoso e esta declaração de amor.
Depois de algum tempo de vida a gente começa a entender a diferença sutil entre dar as mãos e acorrentar uma alma.
Você aprende que amar não significa depender...
E que companhia nem sempre significa segurança.
Você começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Você aceita que não importa quão legal seja uma pessoa. Ela pode feri-lo...
E você precisa apreender a perdoá-la por isso.
Você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer apesar das longas distâncias.
E que o que importa não é o que você tem na vida. Mas quem você tem na vida.
Você aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que teve e o que aprendeu com elas do que quantos aniversários você celebrou.
Você percebe que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido. O mundo não para pra que você se recupere ou se reconstrua. Você também aprende que o tempo não volta atrás.
Então... O melhor que temos a fazer é plantar o nosso jardim e decorar a nossa alma.
Não dá pra esperar que alguém nos traga flores.