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Caro cunhado, te considero demais, porque quando alguém que gostamos passa por um momento feliz, é inevitável que nos sintamos felizes também.
Está é mais uma conquista, certamente você enfrenta situações difíceis, instantes tristes, mas Deus soube te proteger, no entanto você está aqui, acrescentando na sua vida mais sabedoria e amor aos que te rodeiam.
Não lhe falta nada, mas não poderíamos deixar de desejar a realização de todos os sonhos porque só estaríamos bem se pudermos ver em seu rosto, um belo sorriso.
Que Deus, neste dia, segure suas mãos, e te leve ao paraíso, lhe mostrando o caminho da felicidade. Que você possa continuar sendo esse ser maravilhoso, que tanto gostamos.

O Cometa não é estrela
Nem planeta,
O Cometa é viajante
Estelar,
Grande rei andarilho,
De bela coroa
E cauda a brilhar...

Uma gota trapezista
faz piruetas na pia
salta da torneira
rodopia na louça
escorrega e cai no ralo
que era uma rede furada
desceu cano abaixo
a pobre coitada.

Um monge muito sábio estava visitando um vilarejo com seus discípulos.
Na praça principal ele teve a oportunidade de falar publicamente.
Todos ouviam o sábio atentamente até que um homem começou a agredi-lo verbalmente, atingindo sua honra pessoal, xingando-o com palavras desagradáveis e duras. O sábio nada disse e os discípulos ficaram inquietos.
O ofensor continuou, desta vez com mais veemência, ofendendo não só a honra do monge, mas a de todos os seus discípulos também.
Por isso mesmo, uma resposta parecia mais necessária. Mas o monge não disse nada.
Numa estocada final, o homem ofendeu todos os antepassados do sábio, a coisa mais desonrosa e agressiva que alguém pode proferir. Mas o monge não respondeu absolutamente nada. Apenas caminhou para longe, seguido por seus discípulos intrigados.
Já afastados da praça, os discípulos resolveram indagá-lo.
- Mestre, nós acompanhamos toda a injustiça que o senhor sofreu e não entendemos por que o senhor,
tão sábio não respondeu nada ao seu ofensor.
- Isso mesmo, mestre disse outro discípulo ele ofendeu todos os seus antepassados e o senhor nada respondeu!
Por que, mestre? Será que podemos ao menos tirar um ensinamento desse momento tão ruim?
E o mestre respondeu:
- Se eu oferecer a você um presente ruim, um rato morto e infestado de peste, você o aceita?
- Claro que não, mestre! responderam todos em uníssono.
- Então, se um homem me oferece o mal, seja materialmente ou com palavras e eu não o aceito, quem vai embora com ele?
E assim, o mestre e seus discípulos seguiram seu caminho.

O dia começou daquele jeito!
Dormiu mais do que devia e chegou atrasada no trabalho. Tudo o que aconteceu no escritório contribuiu para deixá-la mais nervosa. No final do dia foi ao ponto de ônibus para voltar para casa, em seu estômago um grande nó.
Como sempre, o ônibus chegou atrasado e lotado. Teve que ficar em pé pelo corredor. O balanço do ônibus a jogava em todas as direções e sua amargura aumentou ainda mais.
Então ouviu uma voz vinda lá da frente - Dia bonito, não é?
Por causa da multidão, não podia ver o homem, mas o ouviu enquanto ele continuava a comentar o cenário primaveril, chamando a atenção a cada marco que se aproximava. Esta igreja. Esse parque. Este cemitério. O corpo de bombeiros. Logo todos os passageiros estavam olhando através das janelas. O entusiasmo do homem era tão contagiante que ela encontrou-se sorrindo pela primeira vez naquele dia.
Chegou ao ponto onde desceria. Se moveu até a porta, e deu uma olhada para o seu "guia": um velho senhor com barbas, usando desgastados óculos escuros e carregando uma fina bengala branca.