Você é bem mais importante do que imagina. E isso é natural de quem não tem confiança. Mas chegou a hora de mudar. Ninguém merece viver na auto-suspeição, na mediocridade.
Você é linda, amiga! É linda em todos os aspetos, mas parece ter medo do amor, da alegria, da felicidade. É do seu elogio que você precisa; do seu acreditar, da sua fé, da sua confiança! Você é linda – não esqueça!
Se eu fosse um poeta,
Um dia por certo escreveria,
Um verso de cada cor:
Seria negra a saudade,
Azul a felicidade,
e vermelha a minha dor.
E se ainda não bastasse,
E restasse alguma cor
Precisando de esplendor,
Seria verde a esperança
Deste alguém que não se cansa
De esperar por teu amor
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, joias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
Educação enferruja por falta de uso.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.
Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."
A preguiça e a covardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil se assumirem como seus tutores. É tão cômodo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um diretor espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa: é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, lhes mostram em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.
É, pois, difícil a cada homem se desprender da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca lhe foi permitido fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito se arrancar da menoridade e iniciar então um andamento seguro.
Immanuel Kant
Ser pai é ter compromisso. E usar como artifício. O seu jeito de amar. É sentir muita alegria. De estar em sintonia. Como a areia e o mar.
Ser pai é um presente. Que alegra e deixa contente. A nação do mundo inteiro. É como uma árvore atrativa. Que dá fruto e cativa. Lá no centro do canteiro.
Ser pai é a convicção. De ter a preocupação. De o filho ser vencedor. No caráter e na verdade. Manter sempre a humildade. Cultivando sempre o amor.
Ser pai é perder o sono. É sentir um cão sem dono. Quando o filho está distante. Mas que sempre trabalha duro. Para garantir o futuro. E o filho ser importante.
Ser pai é o extremo. No mundo em que vivemos. Nesse planeta sem brilho. Com trabalho estressante. Mas tem momentos marcantes. Que são os abraços do filho.
Ser pai é um enredo. Mas que não retrata o medo. E tem alegria de monte. É como um final de novela. Seguindo num barco a vela. A procura do horizonte.
Ser pai é acordar cedo. E construir um brinquedo. Com madeira e verniz. Uma boneca ou um pião. Uma pipa ou caminhão. Só pra ver o filho feliz.
Pai tem que ser amado. Além de tudo respeitado. Do fundo do coração. Pai é uma sensação gostosa. Uma coisa maravilhosa. Que não tem explicação.