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A geografia da cidade é plana – traçada a direito pelos roteiros que percorremos. Todos os rostos me sobressaltam com a tua imagem. Penso sempre que podes aparecer, de súbito, na dobra de uma rua, no trajeto para o trabalho, numa divisão da casa.
É uma espécie de ansiedade abafada, constante, que corresponde a um ponto exato do corpo – fica ali, entre o coração e o estômago a meio caminho de nada e entre tudo o que é vital. Dizem que o amor sem sofrimento não é amor. Talvez não seja só masoquismo. Talvez esta agonia toda amadureça algo dentro do peito: valoriza-se o momento porque se passou pela ausência. amacia-se a voz porque se conhece o desespero. aumenta-se a doçura porque se passou pela dor!
Foi assim que aprendemos a conhecer o fundo do coração – entre a presença e a ausência, entre a luz e as trevas, entre o amor a dor. Foi assim que resistimos a tudo e a todos mas principalmente a nós – a esta vontade de destruir a dor a qualquer preço.
Acabamos sempre rendidos por um amor maior que de tão amargo se fez doce e de tão fundo se fez permanente.
E de tão longe que estás não te digo que tenho saudades tuas.
Este disparate de ter saudades faz com que os grandes acontecimentos desapareçam, lembramo-nos dos outros acontecimentos, ínfimos, isolados, na amálgama dos dia, aquelas coisas que de tão integradas na pele são incapazes de provocar, por si, só uma alteração no rumo de uma manhã. De repente recordo-me do teu cabelo molhado nesse hábito que tens de odiares guarda-chuvas.
Afinal és todas as pequeninas coisas do quotidiano, as coisas simples – é delas que tenho saudades: tomar café contigo, rir, dizer palavras inócuas como bom dia, seres a última e a primeira imagem que vejo ao adormecer e ao acordar e então pergunto-te: não será isto maior que dizer que tenho saudades tuas?

Uma conhecida anedota árabe diz que, certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.
Logo que despertou mandou chamar um adivinho para que interpretasse o sonho.

- Que desgraça, senhor, falou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!

- Mas que insolente, gritou o sultão enfurecido. Como te atreves? Fora daqui!
Chamou os guardas e mandou que dessem cem chibatadas no adivinho.

O sultão chamou então, outro adivinho, que após ouvir o sultão disse:
- Senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haverá de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho.
E quando este saía do palácio, um dos guardas lhe disse admirado.

- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro?

- Lembra-te meu amigo, respondeu o adivinho. Tudo depende da maneira de dizer as coisas.

Pense sempre pelo lado positivo: uma nova semana está começando. Com isso, você ganha novas amizades, novos amores, novos sentimentos e o melhor, uma nova chance para recomeçar a ser feliz. Por isso não deixe que um dia estrague a sua felicidade.

Aqui estamos nós, conversando sobre eternidade Nós dois sabemos muito bem, que juntos não é fácil Nós dois sentimos amor, nós dois sentimos dor Eu vou escolher o sol ao invés da chuva
E eu tentarei Amar só você Eu tentarei O meu melhor pra ser verdade Oh querida, eu tentarei
Eu não estou com medo, pra mim vale à pena arriscar Segure a minha mão, vamos encarar a eternidade Bem, eu não posso te dizer que nunca vou mudar Mas eu posso jurar isso de todas as maneiras
Eu não sou perfeito, sou só um homem qualquer Mas eu vou te dar tudo o que eu sou

Uma história completa
Um amor eterno
Uma paixão para sempre
Uma dor que é calor e
é doce, saborosa
E é amor.

Uma vida em conjunto
Um compartilhar de emoções
Ferozes – é amor, cruéis
tentações, fáceis seduções
Eu e você um amor para sempre
Eu e você um amor eterno.

Uma história completa
Que começa a cada dia
e nunca acaba
É amor
Para Sempre
É amor.