O amor deve falar uma linguagem que eu não entendo. As pessoas falam em felicidade e exibem os seus sorrisos de cumplicidade. Os livros guardam histórias de paixões que mudaram a vida dos seus intervenientes. Mas a mim, o amor apenas trouxe tristeza e decepção.
Eu não acredito mais que a minha hora acabará por chegar e o meu coração fechou as portas a sentimentos românticos. Talvez o tempo prove que estou errada, mas por agora prefiro a paz da minha solidão.
Verdadeiras amizades são presentes que a vida nos oferece. Sempre haverá escritores, poetas, romancistas a cantar as benesses e alegrias que uma amizade pode nos ofertar.
A vida sem amigos é menos colorida, mais pesada, um tanto atribulada. São os amigos que dão uma cor a mais no cotidiano, que aliviam nossas penas e acalmam nossa caminhada.
E tão excelente se faz uma amizade quanto raro é se encontrar um amigo. Amigo desses de verdade, que tem no altruísmo, na generosidade e no carinho o toque do seu agir.
Amigo que é capaz de nos dizer não, quando o mais fácil seria concordar. de não compactuar com nossos desatinos quando o mais cômodo seria consentir. de não aquiescer com nosso erro quando mais confortável seria aprovar.
Faz-nos tanta falta o aconchego de um amigo! Somos tão carentes de uma amizade verdadeira que, não raro, damos o nome de amigo a quem não faz jus a tal apreço.
Confundimos a nobre virtude da amizade com aqueles que conseguem conosco dividir os risos fáceis, mas que percebemos se ausentam nos dias de austeridade.
Incluímos no rol dos nossos amigos, enobrecendo-os com o título, aqueles que são capazes de, afundados em erros e infelicidades próprias, nos arrastarem para os mesmos vales de dificuldades morais pelos quais trafegam.
Carregamos, não raro, marcas profundas de carências emocionais e uma ansiedade intensa por criar laços de amizades para aplacar a sede de afeto.
Por conta disso, vinculamo-nos a essa ou aquela pessoa que pouco faz por nos merecer a honraria da amizade.
De maneira rápida e breve, já estamos nós a confiar e a fiar longas horas em conjunto com esse ou aquele que nos surge, sem nos apercebermos do que traz na alma, dos valores, nem sempre nobres, com os quais prefere pautar sua vida, e das viciações morais que elegeu para se conduzir.
Assim, o dito popular que afirma antes só do que mal acompanhado passa a fazer sentido, nesses momentos de ansiedade por construirmos laços de amizade, nem sempre saudáveis e proveitosos.
Que a cada amanhecer do seu dia, Nasça uma flor.
Que cada sorriso teu, Seja as pétalas que torna esta flor mais completa...
Que cada pensamento positivo, seja o caule que a sustenta...
Que cada passo para a vitória, Seja a terra que a alimenta...
Que cada gesto teu, Seja o sol que fornece energia, E que o brilho dos teus olhos, Seja a beleza e a simplicidade desta flor...
Que me embriaga com o seu perfume E me encanta com seu carisma...
Esta flor que desabrocha em seus pensamentos E me transforma em você...
Uma flor que vai permanecer intacta, Às mais diferentes épocas, Aos mais inesperados destinos...
Uma flor que nunca vou permitir morrer!
Sabe por quê? Adoro flores, e adoro VOCÊ!
Eu sou aquele que se alegra com suas vitórias...
Aquele que sorri com suas brincadeiras...
Aquele que fica triste quando choras...
Aquele que te abraça quando sente medo...
Aquele que dorme em seus braços...
Aquele que fica ansioso esperando você chegar...
Aquele que te carrega nos braços quando está cansada...
Aquele que se derrete com seu carinho...
Aquele que te cobre de beijos quando quando está triste...
Sabe quem sou eu?
Aquele que quer te surpreende quando disse EU TE AMO...
Você já prendeu o dedo numa porta? Isso dói, não dói? E bater o queixo no chão, dói? Um tapa. Um soco. Um pontapé. Doem, não? E morder a língua? Mas o que mais dói é a saudade! Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu.
Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas, mas a saudade mais dolorida é de quem se ama. Saudades da pele, dos beijos, do cheiro. Saudade da presença e até da ausência. Você podia estar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ficar um dia sem vê-lo. Ele, um dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade sem fim. Saudade é não saber. É não saber se ele ficou com gripe no inverno. Não saber se ela continua pintando o cabelo.
Se ele ainda usa a camisa que você deu. Se ela foi ao dermatologista como prometeu. Se ele aprendeu a entrar na internet. Se ela aprendeu a estacionar entre dois carros. Se ele continua dançando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficam comprimidos. Não saber como frear as lágrimas diante da música. Não saber como vencer a dor do silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ele está com outra e ao mesmo tempo querer. É não saber se ela está feliz e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber quem se ama e ainda assim doer.