No mar navega o barco, no barco navega o vento, nas ondas
dos teus cabelos navegam os meus pensamentos
Aprendemos como ganhar a vida, mas não como vivê-la.
Assistimos muito à televisão e rezamos raramente.
Bebemos excessivamente, fumamos demais, gastamos de maneira perdulária.
Conquistamos o espaço, mas não o conhecemos intimamente.
Construímos edifícios mais altos, mas temos pavios mais curtos.
Estes são os tempos de comida rápida, mas digestão lenta. homens mais altos e caracteres baixos. De casas mais sofisticadas e lares desfeitos. De pílulas que fazem de tudo: alegram, acalmam e matam.
Estes são os tempos em que podemos escolher entre fazer a diferença ou simplesmente apertar delete.
Estivemos na Lua, mas nos é difícil atravessar a rua para encontrarmos nosso vizinho.
Falamos além da conta, amamos pouco e odiamos com muita frequência.
Ficamos acordados até tarde, levantamos cansados, lemos pouco.
Fizemos grandes coisas, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos nossas almas.
Obtivemos mais descobertas na medicina, mas menos saúde.
Rimos muito, dirigimos rápido, irritamo-nos facilmente.
Temos mais conhecimento, mas menos capacidade de julgamento.
MUITA GENTE PRECISA PARAR PARA PENSAR NO QUE ANDA FAZENDO CONSIGO, COM A VIDA E COM AQUELES A QUEM AMA!
Você é o pai com que sempre sonhei! Sou imensamente feliz por ter seu apoio, por contar com seu abraço prolongado, por ter seu beijo de boa noite. Não imaginaria minha vida de outro jeito, meu pai!
Só espero que você se orgulhe de mim e que jamais deixaremos de cuidar um do outro. Sou feliz porque você existe na minha vida! Agradeço por tudo, papai!
Deixei de compartilhar meus sonhos com quem não sabe o valor do meu sorriso e as certezas do meu coração. Deixei de falar da minha vida, de contar meus projetos, de revelar meus segredos aos que andam segundo a força dos ventos, inseguros do que sentem, inconstantes, e totalmente movidos pela emoção e não pela fidelidade, pela confiança, pela lealdade. Deixei de confiar em quem por uma insatisfação comigo é capaz de minar a minha paz e travar o meu sorriso. Deixei sim, e não me arrependo disto. Laço que aperta, vira nó... e sufoca o que era pra ser bonito.
Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
" Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. "
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
" A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.
E isso faz toda a diferença..."