Você sabia que o Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1o, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4o, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5o, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de Novembro, porque no dia 1o de Novembro é a festa de Todos os Santos.
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
BRAVO COMPONENTES.
De surpresa nos encontramos, meio por acaso nos olhamos, sem querer nos descobrimos e na incerteza breve de um querer nos tocamos.
Foi mágico, doce, esperado e desejado, nem imaginávamos o quanto ansiávamos pela presença um do outro.
Foi como o despertar de um sono suave que me fez te querer, um desejar que não me deixava pensar e nem meu pensamento esquecer teus olhos, tua boca, teu cheiro.
Você fez pulsar meu coração num ritmo que eu não conhecia, suave então tornou-se a vida em uma beleza diferente em cores que eu pintei e imaginei, perfumando de pétalas o vento que soprava em nossos rostos no momento único de um beijo.
Quero brindar você através das palavras desta mensagem, por estarmos juntos com a emoção e carinho.
Quero agradecer aos anjos do céu, por ontem, por hoje, por amanhã e por você fazer parte da minha vida para todo o sempre o nosso eterno sempre.
Ouvi dois amigos conversando e um deles se queixava da incompreensão das pessoas, das agressões verbais, dos desentendimentos. Isto o revoltava e ele dizia invejar a serenidade e o equilíbrio do interlocutor.
– Qual é o segredo? perguntou.
– Não existe segredo, mas somente paixão pela vida e esforços contínuos para aprender, respondeu o outro.
– Aprender o que?
– A aceitar as pessoas, mesmo que ela nos desapontem, quando não aceitam os ideais que escolhemos. Quando nos agridem e nos ferem com palavras e atitudes impensadas.
– Mas é muito difícil aceitar pessoas assim.
– É verdade. É difícil aceitá-las como elas são e não como gostaríamos que elas fossem. Mas qual é o nosso direito de mudá-las?
– E como você consegue?
– Estou aprendendo a amar. Estou aprendendo a escutar, mas não apenas com os ouvidos, também com os olhos, com o coração, com a alma, com todos os sentidos. Muitas vezes as pessoas não falam com palavras, mas com a postura. Fique atento para os que falam com os ombros caídos, os olhos e as mãos irrequietas.
Assim como você pode ler as entrelinhas de um texto, pode ouvir coisas entre as frases de uma conversa corriqueira, banal, que somente o coração pode ouvir. Não raro, há angústia e desespero disfarçados, insegurança escondida em palavras ásperas, solidão fantasiada na tagarelice. Aos poucos estou aprendendo a amar, e amando estou aprendendo a perdoar. Perdoando, apago as mágoas e curo as feridas, sem deixar cicatrizes nos corações magoados e tristes. Aprendo com a vida o valor de cada vida e procuro entender os rejeitados, os incompreendidos. Nem sempre consigo, mas estou tentando.
Quanto a nós, vamos tentar construir a paz, sem desânimo, com muito amor, muito amor no coração.
Desde que nossos olhos se cruzaram que o meu mundo ganhou cores novas. Faz pouco tempo que isso aconteceu, e ainda assim, tudo se transformou para melhor.
Namorar você me fez esquecer tudo que havia de errado. Já não existem tristezas e impossíveis; a noite já não me assusta, pois você povoa todos os meus sonhos.
Quero apenas vida, e mais vida ainda, para a poder viver ao seu lado, e assim amar você até à eternidade! Meu amor por você é tão grande que a sua felicidade é tudo que desejo na vida!
Como precisa adaptar-se aos novos tempos, Satã resolveu fazer uma liquidação de grande parte de seu estoque de tentações. Colocou anúncio no jornal, e atendeu os fregueses, em sua oficina, durante todo o dia.
Era um estoque fantástico: pedras para virtuosos tropeçarem, espelhos que aumentavam a própria importância, óculos que diminuíam a importância dos outros.
Pendurados na parede, alguns objetos chamavam muita atenção: um punhal de lâmina curva, para ser usado nas costas de alguém, e gravadores que só registravam fofocas e mentiras.
- Não se preocupem com o preço! – gritava o velho Satã aos fregueses em potencial. – Levem hoje, paguem quando puder!
Um dos visitantes notou, jogado num canto, duas ferramentas que pareciam muito usadas, e que pouco chamavam a atenção. Entretanto, eram caríssimas. Curioso, quis saber a razão daquela aparente discrepância.
- Elas estão gastas porque são as que eu mais uso – respondeu Satã, rindo. – Se chamassem muito a atenção, as pessoas saberiam como se proteger.
"No entanto, ambas valem o preço que estou pedindo: uma é a Dúvida, a outra é o Complexo de Inferioridade. Todas outras tentações sempre podem falhar, mas estas duas sempre funcionam. "