Eu vou sentir falta de quando nós dois éramos apenas um.
De ser elogiada todo dia.
De sentir minha barriga mexer.
De ganhar comida de presente.
De tomar dois sorvetes sem culpa. De quando minha barriga não chamar mais atenção.
De ser bajulada o tempo todo.
De escutar meu som favorito, a batida do seu coraçãozinho.
De esperar ansiosa pelos ultra-sons.
De ser chamada de barriguda e ficar feliz.
De receber beijinhos do papai na barriga.
De ler mil artigos sobre o mesmo assunto: a gravidez.
De ficar curiosa imaginando como será seu rostinho e com quem será parecido.
De desdobrar suas roupinhas e guardar todas de novo.
De fazer xixi a cada hora, inclusive de madrugada.
De me sentir cansada, com dor nas costas.
De me pesar e ficar feliz com cada quilinho a mais.
Mas só de imaginar que logo você estará aqui perto de mim é uma alegria ainda maior!
Gravidez Maravilhosa!
Eu tenho
Eu quero
Você tem
Saudades de não estar você comigo
Te amo sem você querer
Desculpas de não te você ao meu lado
Sinto por não poder te beijar
Rotina e olha a sua foto e saber que você é meu grande amor!
Amiga, quero que saiba de uma coisa que já queria lhe dizer há muito tempo:
Sempre que você precisar de um ombro amigo para desabafar, conte comigo. Quando quiser contar alguma coisa de muito importante, conte comigo. Quando estiver com problemas e quiser opiniões, conte comigo.
Você pode, sempre que quiser, contar comigo, porque eu sou sua amiga que sempre vai lhe ajudar, para o que der e vier! Beijos da sua amiga!
Hábitos são coisas que a gente faz repetidamente e nem percebemos.
eles funcionam no piloto automático. Alguns hábitos são bons, como fazer exercício regularmente; fazer planejamento... Mostrar respeito pelos outros...
Outros não fazem diferença, tipo: tomar banho de noite ou ler revista de trás para a frente.
Mas há os hábitos ruins!
Pensar negativo é um deles...
Sentir-se inferior e culpar os outros também!
Dependendo de quais forem, os hábitos podem tanto nos moldar quanto nos arruinar.
Nós nos tornamos o que fazemos repetidamente...
Mas, por sorte, você é mais forte do que seus hábitos. Assim sendo, é possível mudá-los.
Experimente, por exemplo, cruzar os braços sobre o peito. Agora cruze-os ao contrário. O que lhe parece? Bem esquisito, não? Mas se você cruzá-los sempre ao contrário durante 30 dias seguidos, não irá mais estranhar. Na verdade, nem terá de pensar a respeito disso. Terá adquirido o hábito.
Isso vale para tudo. A qualquer momento é possível se olhar no espelho e dizer: "ei, não gosto disso em mim", essa é a deixa para trocar um velho hábito ruim por um novo melhor. E mudar tudo!
Nem sempre é fácil, mas sempre é possível... E quando isso acontece você assume o controle de sua vida e caminha em direção à felicidade...
Um companheiro amargurado por desgostos do cotidiano, certa feita, através de emissora interiorana, ouviu a voz empolgante de um professor de otimismo que lhe cativou a atenção e a simpatia.
De três em três dias, ia-lo postado junto ao receptor, a fim de registrar os concertos do orientador distante.
Tão admirado se viu com as respostas com que o prestimoso amigo reconfortava e instruía aos ouvintes, que lhe dirigiu a primeira carta, solicitando-lhe auxílio para sanar as inquietações de que reconhecia ser objeto.
Entusiasmado com os apontamentos que obtinha pelo sem fio, confiou-se à copiosa correspondência, rogando-lhe as opiniões que chegavam sempre sinceras e sensatas.
Aquele homem, cujas palavras de paz e compreensão se espalhavam pelo rádio, devia conhecer as mais intrigadas questões humanas.
Para quaisquer indagações, expedia a resposta exata e tanto adentrou na faixa dos pensamentos novos que lhe eram endereçados que o amigo, dantes fatigado e pessimista, observou-se curado da angústia crônica que o possuía.
Renovado e feliz, deliberou exteriorizar a gratidão que lhe vibrava nos recessos do ser, procurando abraçar o benfeitor pessoalmente.
Combinaram dia e hora para o encontro e o beneficiado despendeu oito horas, em automóvel, varando estradas difíceis, de modo a reverenciar o professor que lhe reabilitara as forças para a vida.
Só então, depois de atingir a cidade para a qual se dirigia, entre consternação e jubilo, conseguiu avistá-lo, verificando, por fim, que o distinto radialista, que lhe devolvera a alegria de viver e trabalhar, era paralítico e cego.