É estranho como o ciúme dá autorização às pessoas para agirem loucamente.
Parece que, quando atacadas por ciúme, dão-se o direito de fazer coisas que em outras situações não fariam.
Geralmente o ciumento é muito preguiçoso, pois ao invés de mudar, de se tornar uma pessoa mais atraente e
lutar
pela pessoa amada, normalmente prefere proibir o outro de fazer coisas que o ameacem.
É muito mais fácil proibir e se dizer ameaçado, com uma desculpa cômoda, do que fazer o que é preciso para
manter a chama da paixão acesa!
O mais difícil em uma situação de ciúme é sair dela sem passar pela indiferença e pelo distanciamento, mas
quando
conseguimos lidar de uma forma sadia com esse sentimento, é bonito ver como ele se desfaz e dá lugar a uma
experiência de amor e admiração pelo ser amado.
Existe um lado natural no ciúme, que é o desejo de manter o ser amado por perto, porque se sabe que ele é uma
pessoa especial; então o ciúme se torna um lembrete para se cuidar bem da relação e do outro.
Amor, Hoje quando fui ao médico para uma consulta de rotina, voltei para casa feliz com a boa notícia que recebi. Não falei nada pra ti por telefone porque queria elaborar a notícia e comunicá-la por esta cartinha caprichada, que eu escrevi e que há de te fazer muito feliz.
Desde quando estamos juntos, tu sempre sonhaste ter um filho. Afinal seu grande sonho vai se realizar: eu estou grávida. Pode providenciar o champanhe e os charutos, pois em alguns meses vai nascer aquele, ou aquela, que tanto esperamos.
A surpresa desta mensagem certamente será recebida com a alegria que tu, como eu, esperávamos desde sempre. A espera do resultado do exame que fiz, proporcionou duas etapas: Fiquei ansiosa enquanto aguardava, e depois fiquei feliz, muito feliz, com o resultado.
Ainda ontem, quando conversamos, tu dizias que só faltava um filho, para completar a nossa felicidade. O nascimento dessa criança vai abençoar a nossa união e coroar o nosso amor. A espera com fé reafirma a nossa devoção. O final será feliz!
Aos meus queridos alunos eu quero desejar um Natal abençoado por muito amor e muita paz! Que cada um celebre esta época rodeado pelo conforto e pelo carinho daqueles que mais ama, e que não faltem os presentes e uma mesa recheada.
Mas não esqueçam, meus queridos, que o mais importante é viver o espírito natalino da paz, do amor, do perdão, e deixar esses e outros bons sentimentos renascerem e permanecerem no coração.
Feliz Natal!
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.
Sinto saudade! Uma saudade que dói fisicamente. Uma saudade que machuca minha mente. Queria tanto ter você aqui junto de mim, meu pai!
Queria mais um abraço; precisava de mais um aperto de mão, de mais uma palavra de orientação. Você foi cedo demais, aliás, sua ida seria sempre injusta e cedo demais! Um dia estaremos juntos novamente – eu prometo! Até lá, meu pai!