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Quando eu era jovem e minha imaginação não tinha limites, sonhava mudar o mundo.
Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria: então restringi um pouco minhas ambições, e resolvi mudar apenas meu país.
Mas o país também me parecia imutável.
No ocaso da vida, em uma última e desesperada tentativa, quis mudar minha família. Mas eles não se interessavam nem um pouco, dizendo que eu sempre repeti os mesmos erros.
Em meu leito de morte, enfim descobri: se eu tivesse começado por corrigir meus erros e mudar a mim mesmo, meu exemplo poderia transformar minha família.
O exemplo de minha família talvez contagiasse a vizinhança, e assim eu teria sido capaz de melhorar meu bairro, minha cidade, o país, e, quem sabe, mudar o mundo...
Palavras escritas no túmulo de um bispo anglicano, em uma catedral na Inglaterra.

Com seu colar de coral,
Carolina
corre por entre as colunas
da colina.

O colar de Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.

E o sol, vendo aquela cor
do colar de Carolina,
põe coroas de coral

nas colunas da colina.

Feliz é aquele que saboreia quando come, enxerga quando olha, dorme quando deita, compreende quando reflete, aceita-se e aceita a vida como ela é.
Há quem diga que felicidade depende, antes de tudo, de bastar-se a si próprio. de não depender de ajuda, de opinião e, sobretudo, de não se deixar influenciar por ninguém.
Será mesmo? Você pode imaginar uma pessoa assim?
Lao Tzé dizia: "Grande amor, grande sofrimento. pequeno amor, pequeno sofrimento. não amor, não sofrimento".
Pode imaginar você um homem sem paixão, sem desejos? A felicidade, entendida assim, não seria apenas um engôdo, algo contra a natureza humana?
Evidentemente! Sem amor, sem paixão, que sentido teria a existência?
A felicidade é proporcional ao risco que se corre. Quem se protege contra o sofrimento, protege-se contra a felicidade.
Quem se torna invulnerável, torna sem sentido a existência.
O homem feliz aceita ser vulnerável. O homem feliz aceita depender dos outros, mesmo pondo em risco sua própria felicidade.
É a condição do amor e de todas as relações humanas, sem o que a vida não teria sentido.

Finalmente é Carnaval. É tempo de alegria! A maior celebração do mundo. Todos os preparativos, todos os ensaios, tudo está ansioso por fazer desta época, uma época memorável. Abram-se as alas à felicidade.

Nesta altura vale tudo. Nestas horas só importa ser feliz. Nada mais interessa além de encher os corações de cor e de samba e de fogo. É hora de dançar! O caminho é o bem-estar. Que festa maravilhosa.

Não vejo a hora de entregar meu corpo à saúde que o Carnaval oferece. Bem sei que passa rápido, bem sei que você nem enxerga o tempo passar, tamanha é a euforia. Por isso vamos orgulhar o mundo da nossa celebração.

Pois então viva, viva ao amor que escorre da rainha da bateria, viva à luz que vai ofusca seus olhos, viva ao samba.
Viva a você! Viva ao Carnaval!

Os meus lábios procuram os seus Na busca incessante do espelho meu Sentir vontade do seu olhar
Pensar na calma de ter sua alma Imensa fantasia de poder te amar Colado ao meu lado a contemplar...
Por vezes o espelho se quebrou Na união dos lábios não perfeitos Um olhar que não tem jeito De realizar a fantasia do amar...
O corpo que treme ao simples tocar A face que floresce num pequeno sorriso O sentimento mais profundo de um olhar... Na busca incessante do espelho meu Correndo o risco de encontrar um abismo A necessidade da sua presença em mim
Me vejo no espelho, buscando sem fim... Aonde está você se não dentro de mim? Um coração que atrai a força de amar Busca a sensação que só volta a enlaçar Os sentimentos unem a imagem no espelho E olho-me na busca de ter você por inteiro.