Suponha que alguém lhe deu uma caneta. Você não pode ver quanta tinta tem. Pode secar logo depois das primeiras palavras ou durar o suficiente para você criar uma esplêndida obra (ou diversas). ou que durasse para sempre. Você não sabe até que você comece.
São as regras do jogo, você realmente nunca sabe. Você tem que examinar cada possibilidade! A regra do jogo não obriga você a fazer qualquer coisa. Você pode, ao invés de usar a caneta, deixá-la em uma prateleira ou em uma gaveta onde secasse sem ser utilizada. Mas se você decidisse usar, o que você faria? Como você jogaria esse jogo?
Você iria planejar e planejar antes de escrever cada palavra? Seus planos seriam tão extensos que você nunca começaria? Ou você colocaria a caneta na mão e simplesmente escreveria, esforçando-se para prosseguir com um monte de palavras? Você escreveria cautelosamente e com cuidado, como se a caneta secasse no momento seguinte, ou você fingiria ou acreditaria (ou fingiria acreditar) que a caneta escreverá para sempre?
E sobre o que você escreveria: sobre amor? Ódio? Divertimento? Miséria? Vida? Morte? Nada? Tudo? Você escreveria sobre si mesmo? Ou sobre os outros? Ou sobre si mesmo sob a ótica dos outros? Suas letras seriam trêmulas e tímidas ou brilhante e realçada? Enfeitadas ou simples?
Você escreveria mesmo? Uma vez que você tem a caneta, nenhuma regra diz que você tem que escrever. Você rascunharia? Borrões ou desenhos? Você permaneceria nas linhas, ou não veria nenhuma linha, mesmo se estivessem lá?
Há muito o que pensar sobre isso, não é? Agora, suponha que alguém lhe deu uma vida...
O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!
Madre Tereza de Calcutá
Hoje tenho um carinho especial para você, meu amor! Será um abraço; um abraço apertado, o abraço mais sentido de sempre. Você é o melhor namorado do mundo, o verdadeiro homem dos meus sonhos!
E neste dia do abraço eu quero que demos o mais forte de todos; ainda mais forte do que aqueles maravilhoso que você me dá e me enchem de segurança e conforto! Eu te amo, meu amor! Celebre comigo este dia do abraço!
Disse um poeta que a palavra amor é uma palavra vazia, à espera de ser preenchida por alguém. É verdade que a palavra amor só faz sentido em nossa vida quando alguém desperta em nós o sentimento. Mas o amor é um sentimento raro, com uma conjugação complexa.
Como todo verbo, o amor tem os seus tempos... passado, presente e futuro, e todas as suas condicionais. O amor é também composto, intransitivo e, às vezes, intransigente. O amor é uma palavra simples, mas com significados e sentidos muito complicados. É uma palavra curta, mas onde cabe muita coisa.
O amor é como o tempo, todos nós sabemos o que é, mas se nos pedirem para explicar não conseguimos.
Você é simplesmente a mãe mais batalhadora de sempre! Você consegue multiplicar-se de um modo tão peculiar, tão atento, tão forte. Coisas dessas estão somente à altura de pessoas como você, Mãe!
É que somos tantos filhos, tantas bocas para alimentar, tantos corações para encher de amor, tantas cabeças para educar, e mesmo assim você sempre conseguiu dar conta de todos nós. Sua entrega, seu empenho e dedicação são a razão de tanto amarmos você! Obrigado, Mãe.