Se o homem é a montanha
A mulher, o sol que se revela por detrás
É como se fosse o vidro
Que somente a areia faz
E quando soprada pelo vento,
Vai ao longe encontrar as tendas
E das tendas, a mulher é o oásis
E os homens, as pedras que fazem a água se sentir viva
Que o beduíno sedento bebe sem pensar
Para aplacar sua dor e seu suor
E se o homem é a voz que clama da garganta do viajante,
A mulher e é a mesma voz que embala seu sono na noite
E se a mulher é a noite, os homens são as estrelas que a contemplam
E se o beduíno conta as estrelas, é porque na noite ele se sente feliz.
Eu amo você. Sua maneira de ser, Encanta minha alma. Seu amor me marcou, E não há nada que o apague. Você veio em minha vida para ficar Mesmo que seja Em doces recordações... Meu primeiro e único amor. Você mudou minha vida É meu sonho Que se tornou real. Tê-lo ao meu lado é um privilégio... Você será sempre meu amigo. Alma que me compreende, Alma que me acolhe, Alma que exala paz, Alma que completa o meu ser.
Olho para você, meu querido filho, e ainda que não entenda minhas palavras, digo que tenho muito orgulho em ser sua mãe. Você está na época de seus primeiros passos, mas tudo o que eu quero é continuar por perto, enquanto você construir o seu caminho.
Este amor que eu sinto é um vínculo que irá durar eternamente e você é a maior bênção da minha vida!
Quantas rosas em seu portão deixei, com palavras de ternura.
E no lugar da assinatura, apenas um codinome.
Mas eu sempre tive esperança que você soubesse que era eu, este seu apaixonado.
Mas você nunca se quer imaginou, que podia ser eu este seu louco admirador.
Admirador que morre de amores por você.
Te amo!
Ferido e caído, sem forças pra levantar. apenas tentando continuar. sem o menor resíduo de resistência. sem a menor possibilidade de suportar sobre si mais um grama. desfalecido, entregue ao momento desencadeador do concreto e do abstrato. entre o sólido e o abrir as asas para o desconhecido. entre o inspirar e o não liberar a expiração. entre o continuar e a terminação. completamente entregue ao minúsculo instante da extração do que se tritura para liberar o sumo. entre a filtração do insubstancial e a substância. no momento último do fim e o iniciar da devolução. no escapar do ajuntamento de uma fenda. bem aí, logo aí, a vida desvia o olhar e alheia-se à cruciação. Então, o que pode nos aliviar? Alguém responde: a esperança de que Ele nos volte Sua face e mais uma vez diga: num ímpeto de ira, por um momento eu escondi de você o meu rosto. agora, com amor eterno, volto a me compadecer de você (Is 54:8).