Um dos maiores enigmas que cercam a humanidade desde, é por ironia, algo muito frequente nas nossas vidas, a morte. Deparamo-nos com ela todos os dias, seja com pessoas conhecidas, estranhas, que viviam do outro lado do mundo ou até com um animal de estimação muito querido.
Apesar de todas as explicações dadas pelas diversas religiões, pela ciência ou ainda pelos nossos antepassados, é algo sempre muito discutido e muito questionado. Há quem relacione a morte com uma passagem, que levará para um lugar anteriormente esperado, há também quem acredite que é apenas uma transição para o início de uma nova vida.
As explicações são as mais diversas, mas independentemente do que acredite, nunca é fácil dá adeus a um ente querido, principalmente quando existem palavras ainda não ditas. A crença na morte como algo além de um simples fim, nos conforta em um segundo momento, após a chegada do sofrimento da partida definitiva de uma pessoa querida.
Mas a única certeza que temos sobre a morte é que ela sempre chega, para uns mais rapidamente, para outros o tempo pode passar muito lentamente. Sabemos que o fim para quem foi é certo, mas o que acontece depois disso, certamente ainda dará origem a muitos questionamentos.
A vida é muita curta pra viver o mesmo dia duas vezes, pra ficar repetindo as mesmas palavras. A vida e muito curta pra adiar os sonhos, ou simplesmente pra desistir deles. Nunca guarde uma palavra, uma lágrima, uma viagem, um abraço, um pedido de desculpa, um beijo, um sorriso, um amor pra amanhã. Porque simplesmente a sua vida está acontecendo hoje. O amanhã ainda e só uma promessa que pode ou não acontecer.
De todas as valências que o Homem possui, a ousadia, a par com a coragem, é fundamental para a conquista de qualquer sonho.
Por vezes ser ousado é um desafio, é uma luta com nosso interior, mas garantidamente vale a pena, porque a bravura e a determinação não atingem seus objetivos de vida sem que você se disponha a ser ousado.
Quando menino eu vivia brigando com Beto, meu melhor amigo Beto. Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me. Ela me ouviu e disse o seguinte:
- Vai buscar a sua balança e os blocos.
- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?
- Você verá, Vamos fazer uma brincadeira. Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são.
- Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado.
- Você não tem nada mais a dizer? Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança. Ele não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o seu doce com você? Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente eu percebi que a balança balançava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.
Dei uma risada e mamãe observou:
Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.
E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus.
E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança nas pessoas.
Lula e José Dirceu foram jantar em um restaurante muito luxuoso, no qual os talheres eram de ouro.
De repente, Lula vê o Zé Dirceu pegar duas colheres de ouro e esconder no bolso.
Lula ficou chateado da vida porque não teve a idéia primeiro e, para mostrar que ele é o chefe, decidiu que também ia roubar duas colheres... Mas, quando vai colocar as colheres no bolso, uma cai no chão.
O garçom ouviu o barulho, aproximou-se de Lula e perguntou se queria algo.
Lula pensou um pouco e perguntou ao garçom:
- Você quer ver eu fazer uma mágica?
- Sim seu Lula.
- Bom pega essas duas colher de ouro e põe elas no meu bolso.
O garçom pegou as colheres e as colocou no bolso de Lula.
- OK senhor, e agora?
- Agora conta 1, 2, 3 e tire elas do bolso do Zé Dirceu!
Todos aplaudiram e Lula foi embora rindo!
Moral da história:
O sujeito roubou, ninguém o viu roubando, colocou a culpa no outro e ainda sai aplaudido.
Esse é o Lula de sempre!