As pessoas esperam que as coisas aconteçam na vida delas, como um acaso... como um descuido... Mal elas sabem que tudo já é como uma poesia escrita, embora indefinida, para que nós autores, nos encarreguemos de dar ao poema, trilha sonora, uma frase... um sentimento que aconteça em outra hora... As pessoas esperam para que os sentimentos sejam concretizados, mas esquecem que para isso ou aquilo, o necessário é que de principio haja um elo muito forte, no laço da amizade...
Você... você já sentiu como se tivesse vivido algo a muito tempo, conhecidos pessoas e lugares diferentes? Afinidades... gostos e sentimentos... embora não concretos, mas que deixam vagar em seus pensamentos? Assim simples assim... é que as coisas acontecem... gostos, momentos vividos... o tal do alicerce...
Quando estamos caminhando, pensando estarmos certos de nossas vidas, tudo muda... alias nada muda, são exatamente do seu jeito... apenas somos os autores da poesia... de uma certa forma gostamos do que ouvimos, e vemos... do que sentimos... das afinidades...
Você... você é assim... quando falo com você tudo parece ser de uma forma fácil.
Acho que quando as pessoas olham para você, elas querem levar alegria, aonde só existe tristeza... elas querem amor incondicional, para afetar a quem jamais conheceu o amor... elas querem ouvir o barulhos dos pássaros...
Porque nunca tiveram tempo para prestar atenção nessa melodia... e sabe porque elas querem isso... Porque quando falam com você... elas podem ver a transparência de sua alma, a magia do seu coração, a pureza da sua intuição...
Você é um ser especial, e felizes são as pessoas que estão ao seu redor, porque sabem que o tempo é algo indispensável, quando conhecem você e sabe que a afinidade e o momento valem mias que anos, meses... tempo.
Humanos venho aqui fazer uma mensagem bem intrigante e a de que o homem tem que lutar sempre...
Não importa o caminho cedo ou tarde você olhará e verá que vossas respostas estão nas nossas frente invisíveis a olhos nus,
Mas estão só os dotados de superioridade e propriedades para isto fora deste padrão os humanos encontrará repostas dentro de si mesmo por que não são dotados de propriedades de mistérios.
Abra os olhos, e verá muitas pessoas precisando de Cristo!
Abra ainda mais os olhos e verá muito mais pessoas ditas cristãs, sem fazer nada!
É preciso que as pessoas não só acreditem em cristo, mas se esforcem em imitá-lo.
Mas para abraçar essa ideia... é preciso descruzar os braços...
Estela acordou-se ainda cedo,
pulou da cama sem medo
do frio que fazia lá fora.
Os pés miúdos, descalços,
folgados dos velhos sapatos,
correram o quintal sem demora.
Estela na horta adentrou,
abriu depressa o portão,
que rangeu sem má intenção.
O portão deu-lhe bom dia,
porém sua sintonia
denotou preocupação.
Estela olhou as verduras
com muito amor e doçura,
afagando-as com as mãos.
Julgou que a alface tão crespa,
mais ficara arrepiada,
temendo o voo das vespas.
Acenou para os legumes,
que, revelando ciúme,
cobravam sua atenção.
Preocupou-se com o tomate,
julgando que a face corada,
queimara-se na madrugada.
Achegou-se à berinjela,
que, roxa, pareceu a ela
ter a cor da aflição!
Jurou que um certo duende
houvesse pintado listrinhas
no corpo da abobrinha.
Isso assim era demais!
Voltou pra casa, correndo,
nem sequer olhou pra trás.
Na sala entrou, sem demora,
pedindo à mãe, nessa hora,
de presente uma porta.
E durante a madrugada,
pelos amigos da horta,
trocou o portão pela porta.
O amor antigo vive de si mesmo Não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, Mas do destino vão negar a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, Feitas de sofrimento e beleza. Por aquelas mergulha no infinito, E por estas suplanta a natureza. Se em toda parte o tempo desmorona Aquilo que foi grande e deslumbrante, O antigo amor, porém, nunca fenece E a cada dia surge mais amante. Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não. Ele venceu a dor, E resplandece no seu canto obscuro, Tanto mais velho quanto mais amor.