Há dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria.
Sua proposta de vida não foi entendida por muitos e, então, condenaram este homem e crucificaram-no, ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias, o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que no terceiro dia algo aconteceu...
Houve a ressurreição!
A Páscoa existe para nos lembrar deste espetáculo inigualável chamado ressurreição!
Páscoa...
Ressurreição do sorriso...
Ressurreição da alegria de viver...
Ressurreição do amor...
Ressurreição da amizade...
Ressurreição da vontade de ser feliz!
Ressurreição dos sonhos, das lembranças e de uma verdade que está acima dos ovos de chocolate:
Cristo morreu, mas ressuscitou, e fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.
Que esta seja a verdade da nossa Páscoa.
Velhos Amigos
Não há explicação para este amor arrebatador. Amor que não mede forças para defender, é capaz de sentir dor sem doer, de chorar sem entristecer, de alegrar-se com suas vitórias e chorar em suas derrotas.
J oguei fora a E sperança de S er feliz no momento que U ltrapassei dos limites no amor S em pensar na dor e sofrimento de quem amo.
C om arrependimento e dor no coração, hoje me R ecordo nitidamente de cada I nstante de felicidade vivida do lado da amada S em poder voltar atrás para recuperar T odo tempo que deixei de viver para O rganizar minha vida e os pensamentos.
D esorientado, desesperado e perdido E ntre a tristeza, a saudade e o amor, são
N essas horas que sofro, pereço e padeço de A ngustia, tédio e solidão por querer Z elar pelas coisas e pelo amor de quem A mo e que não me quer mais em R azão dos conflitos, acontecimentos e dos E rros que cometi por falta de pensar no passado.
E de repente, num dia qualquer, acordamos e percebemos que já podemos lidar com aquilo que julgávamos maior que nós mesmos. Não foram os abismos que diminuíram, mas nós que crescemos.
Ana Cintra conta que seu filho pequeno – com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado – perguntou-lhe: "Mamãe, o que é velhice?"
Na fração de segundo antes da resposta, Ana fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta. "Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
"Mamãe! Como a velhice é bonita!"