Eu quero agradecer a duas pessoas fantásticas,
Quero dizer-lhes o quanto os amo,
Não sei se minhas simples palavras serão suficientes,
Sei que errei com ambos,
Sei que falhei,
Que os desiludi,
Peço perdão por isso,
Mas é tarde para remediar,
Sei ver o bem que fizeram,
Mas apesar de termos anjos,
Coisas que eles dois são,
Nem sempre vencemos na vida,
Nem sempre atingimos o topo,
Eu não atingi,
Apesar de os meus dois anjos me terem apoiado,
Com o maior amor,
Com a maior dedicação,
Com a maior amizade,
Com o maior empenho,
Desejo-vos tudo o que não tive,
E tudo o que tive em dobro,
Desejo que façam por vocês,
O que vocês fizeram por mim,
Um beijo e um abraço do tamanho do mundo,
Os dois anjos da minha vida.
Parabéns! Mais um ano juntos, meu amor! Estou imensamente feliz por ter você do meu lado, por contar com seu apoio permanente. Casar foi a mais linda das decisões da minha vida!
Aceitamos o amor que nos une perante o olhar atento do Senhor! Prometo amar e cuidar da sua felicidade, cumprir com todas as juras que fizemos e construir uma família de verdade. Amo você, meu bem!
Não fique trancado, frio, distante, perante os outros.
Pior ainda é permanecer duro e impassível ante o sorriso recebido.
Sorrir é norma de sadia educação e cria as condições para o diálogo amigo.
O sorriso beneficia a sua paz interior.
Faz entrar em você a energia da alegria, que gera a paz.
Destranque-se.
Desperte o sorriso sincero.
O sorriso marca as pessoas que se querem bem.
Segue fazendo o bem. Provavelmente, não te faltarão espinhos e pedras. Pedras, no entanto, servem nas construções e espinhos lembram rosas.
Não percas a oportunidade de auxiliar. Se alguém te lança entraves à marcha, não te vincules à ideia do mal. Reflete na Bondade de Deus e caminha.
Não acuses a ninguém. Compadece-te e age amparando. Quem te pareça no erro, unicamente haverá estragado em si mesmo o sonho de amor e aperfeiçoamento com que nasceu.
Não gastes tempo, medindo obstáculos ou lastimando ocorrências infelizes. Ouve as frases do bem que te induzem à frente e esquece tudo aquilo que se te representa por apelo à desistência ou desânimo.
Alguns dos minutos das horas de que disponhas, investidos no reconforto aos irmãos emparedados no sofrimento, ser-te-ão contados por créditos de alegria e de paz.
Sê a coragem dos que esmorecem e a consolação dos que perdem a esperança. Onde encontres a presença da sombra, acende a luz da renovação.
Quando alguém te fale em tribulações do presente, destaca as possibilidades do futuro. Aos irmãos que te exponham prejuízos de agora, aponta as vantagens que virão.
Estende a própria alma na dádiva que fizeres. De tudo quanto ouças e vejas, fales ou faças, prevalece tão-somente o amor que puseres nas próprias manifestações.
Se percebes a vizinhança da tempestade, não te esqueças de que acima das nuvens reina o céu azul. E se te reconheces, dentro da noite, conserva a segurança de tua fé, recordando sempre de que o amanhã trará um novo alvorecer.
Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz: – Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda: – Não há nenhum jardineiro.
Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível?
Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos... Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:
– Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:
– Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?
O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:
– Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.
– Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos. E o outro responde:
– Lógico que não!
-O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com aquele que com tanto amor cuida deste jardim?