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Mestre o vento balançou meu barco
Mestre estou a beira de um naufrágio
Mestre será que não vê
Será que eu vou perecer
Sinto na pele o frio desse vento
Chego a crer que não estas me vendo
Lembro que estas logo ali
Na broa do meu barco a dormir

Eu sei que não estou só
E já posso crer que amanhã vai ser bem melhor
Só porque estas comigo eu

Posso clamar eu acredito que eu não vou naufragar
Só porque estás comigo eu
Posso clamar já tenho fé pra descansar
Nas ondas de um bravo mar
Sim eu posso clamar
Mestre vem me ajudar

Quem é esse que até o vento e o mar lhe obedece
Quem é esse que ordena e o milagre acontece
Jesus o seu nome toda língua confessará
Jesus toda terra se prostra pra te adorar
Jesus o presente que Deus enviou pra nós
Jesus até o vento se cala pra ouvir tua voz

Posso clamar...

Era um pequeno menino que visita seus avós na fazenda. Lhe foi dado uma espingarda de chumbinho para brincar, do lado de fora, nas árvores. Praticou nas árvores, mas nunca poderia atingir um alvo de verdade. Desanimado, ele voltou pra casa, para o almoço.
Enquanto andava, viu o pato de estimação da vovó. Em um impulso, mirou na cabeça do pato e o matou. Ficou chocado e aflito. Em pânico, escondeu o pato inerte na pilha de lenha. Então descobriu que sua irmã lhe observava. Sally tinha visto tudo, mas não disse nada.
Após o almoço daquele dia, vovó disse, - Sally, me ajude a lavar os pratos.
Mas Sally respondeu, - Vovó, Johnny disse-me que quer ajudar hoje na cozinha, não é Johnny?
E então lhe sussurrou, - Lembra-se do pato?
Assim Johnny ajudou com os pratos.
Mais tarde, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, e vovó disse, - Sinto muito, mas eu preciso que Sally me ajude.
Mas Sally sorriu e disse, - Bem, isso não é problema porque Johnny me disse que queria ajudar.
E sussurrou outra vez, - Lembra-se do pato?
Sally foi pescar e Johnny ficou.
Após alguns dias com Johnny fazendo o seu trabalho e o de Sally, finalmente não poderia esperar mais. Foi até a vovó e confessou que matara o pato. Ela ajoelhou-se, deu-lhe um abraço e disse - Querido, eu sei. Eu estava na janela e vi a coisa toda. Mas porque eu te amo, eu o perdoei.
E ela continuou, - E também porque eu te amo, eu queria ver por quanto tempo você deixaria que o medo e a mentira, fariam com que você deixasse Sally fazer de você o seu escravo.

Como um farol que surge perante um navio à deriva, você apareceu na minha vida quando eu mais precisava, quando estava perdida e sem a mínima esperança de encontrar o caminho certo.

Tenho medo de pensar na pessoa em que poderia ter me transformado se eu não te conhecesse... Não sei onde estaria se você não tivesse esticado seu braço no meio daquela tempestade.

Você redefiniu o meu conceito de amizade, e por isso não é à toa que você tem o título de minha melhor amiga! Nunca deixarei que você saia do meu coração!

Obrigada por tudo! Eu te amo!

Busco nas ruas,
entre os rostos epiléticos
de dor e sofrimento,
espelhos que caracterizem
minha tão singular existência.
Busco nos olhos cansados
uma luz que ilumine meu caminho.
Busco nos gestos abomináveis e insanos
uma mão capaz de me guiar.
Busco nas palavras cruéis e profanas
algo que me faça rir.
E busco a vida escondida
na morte que se aproxima...

Saudade,
Do tempo em que eu ainda
brincava na rua de amarelinha,
Do tempo em que no olhar se via a
inocência e a vontade de viver,
Dos sorriso puros e dos sonhos tão bonitos...
Saudade,
Das bagunças, das traquinagens
e até dos tapas que a mamãe dava,
quando descobria alguma "arte" feita por mim...
Bons tempos os de criança!
Tempo em que tudo era uma brincadeira,
Tudo era alegria
Tempo que não volta mais,
Restando assim, somente lembranças,
Daquele tempo de criança
Que os anos não trazem mais
E que a saudade,
Se encarrega de guardar
Com tanto carinho e amor
Dentro do coração...