Quieta...
reflexiva...
conformada.
nossas lembrança, se faz sorrir!
Vem saudades...
esperanças... quem sabe de um retorno...
retorno esse, que busco aqui, agora, na madrugada...
Onde meu coração, te faz poesia...
Nostalgia... Onde você se faz presente, concreto.
Onde tenho-te sem limites de tempo e espaço,
Onde você é só meu,
Onde te quero e quero-te
Em uma ardente e madura paixão.
Quero-te!
Atingimos nossas bodas de sorvete. Parabéns, meu amor! Nunca senti algo tão delicioso como estes dois meses de namoro, sabe?
Do seu lado tudo fica mais fácil, o tempo passa voando e a felicidade é constante. Você é o amor da minha vida. Só desejo que nossa história seja longa e inesquecível, até porque não imagino meus dias sem você. Te amo!
O mundo tem 3 oceanos, 7 mares, 5 continentes, 510 milhões de Km2 de terra.
E ainda assim, consegui achar alguém muito especial: você!
O melhor beijo é o beijo desejado,
o beijo que me completa,
o beijo da minha forma adequada,
o beijo com o sabor do desejo
na flor da minha pele,
o beijo da minha vontade,
o beijo que faz o meu pensamento,
o beijo que faz a minha boca e
meu corpo querer um novo beijo
outra vez e mais outra vez.
O melhor beijo é o beijo sem tempo,
o beijo de longa duração ou de
pouca duração,
um beijo de vinte segundos
ou de vinte minutos, isto não importa.
O tempo não conta,
enquanto se beija o tempo para,
o tempo freia.
E nesta inércia do tempo
só sinto a louca vontade do outro.
Sinto a outra língua que de encontro
com a minha faz um passeio suave e
excitante umedecendo minha alma.
Sinto a língua que viaja dos
dentes ao céu da boca.
Sinto a língua que acarinha os
meus lábios. A língua e a língua...
A língua que me roça, que me percorre,
que me navega e que me lambe...
O melhor beijo é o beijo em que a língua
faz o beijo e o beijo faz o sexo.
Havia numa cidade uma velhinha magrinha, alta, toda descabelada parecendo ter uns 90 anos de idade. Ela, todas as noites de lua cheia aparecia em frente ao cemitério e ficava lá pedindo esmola. Um dia um grupo de alunos deu uma festa no estilo Halloween em uma danceteria que ficava perto do cemitério. Foi uma festa sinistra, de arrepiar, de arromba que deixou a galera animada. A festa rolou até altas horas da madrugada, quando a turma decidiu voltar para casa. No caminho de volta da festa a galera passou em frente ao cemitério e viu uma velhinha pedindo esmola. Os garotos acharam muito esquisitos, mas como eram gentis foram lá vê-la, e um dos jovens perguntou: – A senhora não tem medo de ficar aqui até essa hora da noite? Ela então respondeu: – Quando eu era viva eu tinha.
Feliz Dia das Bruxas!