Não existe alegria na inveja nem felicidade em viver a vida das outras pessoas. Me desculpe, amiga, mas você está ultrapassando o limite do razoável. Por favor, se liga!
Você tem tudo para ser feliz, para se orgulhar do que vê quando olha no espelho, mas não, parece que a inveja – sentimento tão mesquinho, é mais forte que o amor que vive em seu coração.
Sim, porque ele toma conta do seu jeito de viver e isso é mau, é negativo e fecha todas as portas à paz e ao amor-próprio! Por favor, amiga, seja feliz de verdade!
A Natureza privilegiou os homens e ardilosamente tiranizou as mulheres. O sublime ato do parto, após meses de gestação, é marcado pela dor, em seguida vêm os cuidados especiais, a proteção; a eterna preocupação e assim surge o mais perfeito e deslumbrante amor, e, então, as mulheres acreditam que, aquela doce criaturinha, seja apenas sua e de mais ninguém.
Puro engano!
Tudo ocorre em prol da continuidade da espécie.
Um barulho ressoa na noite. O pai vai ver a filha de seis aninhos. Abre a porta do quarto devagar e leva um susto. Nas paredes, pôsteres.
No chão, pares de tênis jogados, camisetas, jeans, revistas e CDs. No canto, um computador internetado num "teen chat". Sumiram as bolsinhas, as agendinhas, as bonequinhas, os albunzinhos de figurinhas.
Aproxima-se da cama. Outro susto. Dorme ali uma moça. Reconhece-a. É a Filha. A pele lisinha do rosto agora tem espinhas. As sobrancelhas, o nariz e os lábios estão delineados e fortes. O cabelinho fio reto transformou-se em um repique. O tórax, antes magricela, abriga agora um par de seios.
O pai desespera-se. O que está acontecendo? Acha que está louco. Abraça-a forte e começa a pensar. Por que não brincou mais com ela quando criança? Por que não a levou mais vezes ao parque, ao clube, ao cinema? Por que não lhe contou mais historinhas?
Por que não bebeu menos cerveja com os amigos e mais guaraná com ela? Por que não lhe dedicou mais tempo nas tarefas ? Por que trabalhou tanto e a viu tão pouco?
O pai sai chorando. Do pranto passa aos gritos. A mãe, com muito custo, o acorda. Atônito, ele corre para o quarto da Filha.
Desta vez não há pôsteres, nem tênis, nem jeans, nem revistas, nem CDs. Estão lá as bonequinhas, os albunzinhos e as agendinhas. Está lá a filha de seis aninhos.
Abraça-a forte e suspira aliviado, enquanto refaz a agenda da sua vida. Ainda há tempo...
Juntas, vamos encontrar a fé e a esperança que você precisa e merece neste momento de luta. Você vai vencer, minha amiga! Não vai ser essa doença que vai sair gloriosa – nem pense isso!
Eu conheço sua força, seu empenho, sua grande capacidade de sofrer para atingir seus objetivos. É por isso que tenho certeza que você vai dar a volta por cima, se erguer e ultrapassar essa importante etapa de sua vida. Estamos juntas, amiga! Hoje e sempre. Força!
A guerra não é um assunto para os pacifistas ou militaristas profissionais. Diz respeito às pessoas não profissionais. Eles financiam e combatem nela, eles aguentam as perdas que ela traz. Portanto, elas devem ter uma voz decisiva nesse assunto. Para fazer isso, elas precisam ter acesso a todas as informações que são usadas para tomar as decisões. Eles devem saber se um conflito pode ser resolvido pela inteligência racional, ou inevitavelmente pela força. Nunca na vida o nosso povo (isso pode não ser verdade para todas as pessoas) aprovaria uma guerra ofensiva. Nunca seriam negligentes em tomar uma ação defensiva. Pois este é o seu país. No entanto, a maioria de seus inimigos estão dentro dele.
Henry Ford