Ao amanhecer, no silêncio do meu quarto, senti a presença de um anjo me dizendo: bom dia! Pensei... Será que estou sonhando ou é minha imaginação que vagueia além do horizonte em busca de algo inexplicável? Mas não era sonho, era real. Era o amor que batia a minha porta pedindo licença para entrar.
Quando um anjo aparece em nossa vida sem avisar é porque dentro de cada um de nós anseia por mudança, por amar... E ser amado. Obrigado anjo, por aparecer nas horas mais precisas!
Às vezes, sentimos um toque, uma luz, um friozinho aconchegante, mas como não vemos, não damos atenção. Anjo meu, sei que você está sempre comigo, dando-me forças, me iluminado, elevando meu astral para que meu dia seja perfeito.
Quando você chega, o que está triste se transforma em alegria, o que está escuro se transforma numa luz radiante, o que é alegria se transforma numa felicidade plena.
Obrigado anjo meu! Sei que existem muitos anjos a nos olhar, a nos proteger... Um deles pode ser você!
Fui, em pequena, uma menina muito estabanada. Num só dia, conseguia quebrar a tesoura de mamãe, arrancar os cabelos de minha boneca ao trepar em uma árvore com ela no colo, e, finalmente, quebrar um prato valioso, ao ajudar a enxugar a louça.
Depois de cada desses desastres, corria para minha mãe e dizia apressada:
– Desculpe, mamãe! E estava crente de que, pronunciando essa senha mágica, obtinha completa absolvição.
No dia seguinte a uma dessas estripulias, aconteceu-me derramar café na toalha da mesa.
– Desculpe, mamãe! disse eu logo.
Mas mamãe, sorrindo, tomou uma toalha e enrolou-a em minha cabeça, como um turbante. E pôs na minha mão uma varinha que, propositadamente, deixara por perto. E disse bem humorada:
– Você agora é um mágico, com uma varinha de condão. Diga as palavras mágicas: "Desculpe, mamãe!", dez vezes, sobre essa mancha de café.
Eu repeti as palavras enquanto o resto da família me olhava fingindo seriedade e segurando um acesso de riso.
Quando terminei, tomada de intensa curiosidade, perguntei a minha mãe: – E a mancha, desapareceu?
– Não! ela respondeu com naturalidade.
Caindo em mim, comentei chorando de decepção: – E não podia mesmo desaparecer, embora eu dissesse mil vezes "Desculpe!"
– Então, disse mamãe, isso significa que "Desculpe!" não é uma palavra mágica. Não é interessante? Um "Desculpe!" não pode fazer desaparecer, em dois minutos, uma mancha de café que a gente, com apenas dois segundos de atenção, pode evitar. Bem, você quer que eu encha sua xícara outra vez?
E minha mãe não precisou, nunca mais, repreender-me. Quantas vezes eu penso ter esquecido a lição, volta-me à lembrança aquele turbante de toalha e a varinha de condão improvisada.
Continue se divertindo... Sorria, você fica bem assim alegre... Transmite força e paz...
Ah!
Se as palavras pudessem dizer o quanto você me faz bem, apenas acabariam as folhas.
Pois explicando o bem que você me faz, as palavras venceriam esse universo didático.
E eu, eu estaria lidando com a certeza, de que jamais deveria ficar sozinho.
Por que assim como as palavras falam de bem, pelas folhas, o meu coração também possui um bem, talvez um bem querer, pois me queres tão bem.
E querer tornou-se a palavra chave, por que nesse querer bem, o bem que você me faz, é o bem de você existir.
Estou aqui por meio desta mensagem para te parabenizar, e te desejar muita paz, saúde, amor e alegria!
Que muitas alegrias venham para encantar sua vida!
Que quando as tristezas venham, você aprenda com elas!
E mais do que isso, que você saiba que em qualquer um desses momentos eu vou estar ao seu lado!
Seja feliz!
Não só hoje, mas em todos os minutos da sua vida!
Parabéns por ser essa pessoa adorável que você é!
Nunca pense em desistir se ainda restam forças para lutar, nunca pondere abaixar os braços se a porta ainda está aberta. Ás vezes, somos nós que anunciamos a derrota, mesmo quando há fortes possibilidades de conseguirmos vencer.
Não sabemos até onde podemos ir se não tentarmos de todas as maneiras. Acredite que você ainda tem uma palavra a dizer, antes de terminar o dia. Boa tarde!