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Ninguém te amou... Como eu te amei... Ninguém te quis...
Ninguém fez loucuras por você... Como eu fiz e não foram poucas... Ninguém lhe ama... Como eu amo...
Um amor incondicional Tudo que faço é pensando... Pensando em você, Pois é tudo para mim, minha vida
Se o pouco que tinha, era nada Agora o que fazer Se tudo acabou, acabou não sei Algo aí, dentro do seu peito, deve ter ficado
Um olhar, um beijo, um abraço Algo deve mostrar, que fui puro Puro no sentimento Agora o que faço, jogo este amor fora?
Desde aquele beijo roubado Até aquele "você sabe o que vou dizer"... De alguma forma foi-me importante Estou só, e a solidão dói.

Liberar todos os sentimentos que cercam a nossa mente nem sempre é algo muito fácil de ser feito. A honestidade quando está relacionada aos sentimentos mais íntimos, muitas vezes é transformada em covardia e nos obrigando a passar um grande período com todos eles presos dentro da gente.

Mas isso não pode se tornar uma rotina, pois o mais prejudicado com essa prisão é aquele que não consegue se desprender de todos esses sentimentos. Sejam boas ou más, todas as emoções deve ser libertadas para não se desenvolverem e passarem a trabalhar inseridas no subconsciente.

A honestidade deve ser sua melhor parceira, quando ligada aos sentimentos. Mesmo quando as consequências correm o risco de não ser as melhores, pelo menos tudo será resultado da verdade, e por mais que doa, tudo será determinado naquele momento.

Caso insista em não revelar tudo aquilo que sente, mais cedo ou mais tarde as consequências virão do mesmo jeito, só que desta vez relacionada com uma mentira e não com a verdade. Isso certamente tornará todo o processo muito mais doloroso, caso optasse por ter sido honesto.

A lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor
que até hoje a lua insiste:
— Amanheça, por favor!

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.

Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha do EUA chegaram ao local. Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?

Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali tinha sangue para doar. Reuniram as crianças e entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era uma menino chamado Heng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia.

Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe novamente, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando coisas e o rostinho do menino foi se aliviando...

Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

- Ele pensou que iria morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

- Mas, se era assim porque você se ofereceu para doar sangue?

E o menino respondeu:

- Ela é minha amiga...

Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão único, tão perfeito, tão, tão... sabe? Não vai ter, eu sei.