Amiga, cada vez que eu olho para trás, vejo o cuidado de Deus, e lembro com carinho o dia que eu conheci você.
Hoje eu respeito você demais, e vejo a falta que você faz; não demore tanto assim a me procurar, quem mandou me conquistar.
Não espero perfeição, quero o seu amor, não abro mão de você, não abro mão de tudo que Deus revelou. Você, amiga, é tudo de bom na minha vida! Te adoro demais!
A amizade pode ter muitas cores. Pode ter poucas cores. Na amizade cabem todas as cores que quisermos. A relação que estamos criando é muito colorida. Espero até que não seja colorida demais.
Confesso que é tudo ainda muito recente, mas sinto uma alegria no rosto e uma força no coração. Estou a adorar conhecer você, meu amigo de todas as cores! Beijo.
O psiquiatra Paulo Rebelato, em entrevista para a revista gaúcha Red 32, disse que o máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar é escolher a prisão na qual quer viver. Pode-se aceitar esta verdade com pessimismo ou otimismo, mas é impossível refutá-la. A liberdade é uma abstração.
Liberdade não é uma calça velha, azul e desbotada, e sim, nudez total, nenhum comportamento para vestir. No entanto, a sociedade não nos deixa sair à rua sem um crachá de identificação pendurado no pescoço. Diga-me qual é a sua tribo e eu lhe direi qual é a sua clausura.
São cativeiros bem mais agradáveis do que o Carandiru: podemos pegar sol, ler livros, receber amigos, comer bons pratos, ouvir música, ou seja, uma cadeia à moda Luis Estevão, só que temos que advogar em causa própria e habeas corpus, nem pensar.
O casamento pode ser uma prisão. E a maternidade, a pena máxima. Um emprego que rende um gordo salário trancafia você, o impede de chutar o balde e arriscar novos voos. O mesmo se pode dizer de um cargo de chefia. Tudo que lhe dá segurança ao mesmo tempo lhe escraviza. Viver sem laços igualmente pode nos reter.
Uma vida mundana, sem dependentes para sustentar, o céu como limite: prisão também. Você se condena a passar o resto da vida sem experimentar a delícia de uma vida amorosa estável, o conforto de um endereço certo e a imortalidade alcançada através de um filho. Se nem a estabilidade e a instabilidade nos tornam livres, aceitemos que poder escolher a própria prisão já é, em si, uma vitória. Nós é que decidimos quando seremos capturados e para onde seremos levados. É uma opção consciente.
Não nos obrigaram a nada, não nos trancafiaram num sanatório ou num presídio real, entre quatro paredes. Nosso crime é estar vivo e nossa sentença é branda, visto que outros, ao cometerem o mesmo crime que nós nascer foram trancafiados em lugares chamados analfabetismo, miséria e exclusão.
Brindemos: temos todos, cela especial.
Às vezes quando estou olhando para infinito e alguém me desperta e logo pergunta se eu estava longe, Respondo sempre: não eu apenas estava conversando com meu coração. Como guardo todas a minhas lembranças boas dentro dele, é com ele que troco ideias, revejo cenas, sinto emoções fortes, choro, sonho, fico feliz. Enquanto isso, meus olhos ficam ali parados olhando para o infinito.
Enquanto no peito em silencio o coração bate a força das lembranças fazem ele bater num ritmo suave cheio de paz interior. É o segredo é o equilíbrio de como sentimos a vida na espiritualidade da alma. O amor é a força condutora da energia maior. Transforma a vida, supera obstáculos, nós da coragem, e nos faz feliz.
A paixão nós cega. Mas o amor nos faz sentir o valor da vida e do verdadeiro ser espiritual que existe dentro de cada um de nós. Amigos espirituais quando se encontram sentem essa força magnética que os une por uma energia que desconhecemos mas que sentimos por uma atração que gera carinho, amor, entendimento no olhar, paz e uma segurança interior.
Feliz do ser humano que passa por esse planeta e consegue encontrar, alguém de um passado. Essa é a certeza que teremos um futuro além da morte. Descobrimos quando nos juntamos num simples e bom abraço!
Muito ou pouco não importa, mas sente sim. Quem deixou de amar já não se importa e deixa o outro totalmente à vontade, para que ele próprio possa estar também assim.
Quem ama, vez por outra, dá uma patrulhada no território e delimita as suas fronteiras. Quem deixou de amar já não fiscaliza, é frio, controlado e jamais perde as estribeiras. Quem ama sempre acha tempo e encontra um jeito para estar com seu amor.
Quem deixou de amar vai postergando sem pressa, deixando que o vento sopre a seu favor. Quem ama faz perguntas pessoais e usa muito o pronome "nós". Quem deixou de amar conversa banalidades.
E esquece o significado do advérbio "a sós ". Quem ama quer saber da vida do outro com detalhes e transparência. Quem deixou de amar se esquiva e não cobra do outro mais nada, nem ao menos coerência. Quem ama é pródigo em e-mails, telefonemas e com muito carinho dá um jeitinho de marcar presença.
Quem deixou de amar é pródigo em desculpas e pretextos com os quais passa um verniz para disfarçar a indiferença. Quem ama é naturalmente fiel e está sempre voltado às necessidades do outro ser. Quem deixou de amar só é fiel a si próprio e ao seu bem estar e já não percebe os danos que causa, querendo ou sem querer. Quem ama, mas não pode corresponder por imperativos das circunstâncias, abre o jogo e usa de sinceridade.
Quem deixou de amar não descarta o outro do baralho, para o caso de uma eventualidade. Será que neste momento tu Amas ou deixaste de Amar?
Se já não Amas, com certeza irás te calar ou talvez até dizer: - Face ao exposto, nada tenho a declarar!