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Eu sou louca por você

E não vou mais te esconder no meu coração
Eu assumo essa paixão...
Faz o que quiser de mim, vai ser bem melhor assim
Quando tem que ser,
De um modo ou de outro vai acontecer...

O desejo faz a gente se entregar
Não há gestos nem palavras que disfarcem o que o corpo quer
Essas coisas aparecem num olhar
Nem fronteiras, nem muralhas nos separam do que a gente é...
De repente, você vem devagarinho
Se coloca em meu caminho
Fala coisas que eu queria ouvir
Eu nem sei se eu acredito no que eu vejo
Se é verdade aquele beijo
Se é possível tudo o que eu senti
Por favor não seja o sol de um fim de tarde
Que só vai deixar saudades
Numa noite fria e sem luar.
Eu não posso me negar pra você
Ninguém pode me impedir de viver,
Sem você não dá...
Eu não posso abrir mão de você,

É mais forte do que eu te querer,
Eu só sei te amar...

Em tempos atrás viviam duas crianças, um menino e uma menina, que tinham entre quatro e cinco anos de idade. O menino chamava-se Amor e a Menina Loucura.
O Amor sempre foi uma criança calma, doce e compreensiva. Já Loucura era muito emotiva, passional e impulsiva, enfim, do tipo que jamais levava desaforo para casa. Entretanto com todas as diferenças as crianças cresciam juntas, inseparáveis. brincando, brigando... Mas houve um dia em que o Amor não estava muito bem, e acabou cedendo às provocações de Loucura, com a qual teve uma discussão muito feia.
Ela não deixava nada barato, estava furiosa como nunca com o Amor, começou a agredi-lo, mas não só verbalmente como de costume. A menina estava tão descontrolada que agrediu o garoto fisicamente e, antes que pudesse perceber, arrancou os olhos do Amor.
O Amor sem saber o que fazer, chorando foi contar à sua mãe, a deusa Afrodite, o que havia ocorrido. Inconsolada, Afrodite implorou à Zeus que ajudasse seu filho e que castigasse, Loucura. Zeus, por sua vez, ordenou que chamassem a garota para uma séria conversa.
Ao ser interrogada a menina respondeu como se estivesse com a razão que o Amor havia lhe aborrecido e que foi merecido tudo o que aconteceu. Embora soubesse que não fora justa com seu amigo, a menina que nunca soube se desculpar concluiu dizendo que a culpa havia sido do Amor e que não estava nem um pouco arrependida.
Zeus, perplexo com a aparente frieza daquela criança disse que nada poderia fazer para devolver a visão do Amor, mas, ordenou que Loucura estaria condenada a guiá-lo por toda a eternidade estando sempre junto ao Amor em cada passo que este desse. E até hoje eles caminham juntos, onde quer que o Amor esteja com ele estará Loucura, quase que fundidos numa só essência. Tão unidos que por vezes não se consegue definir onde termina o Amor e onde começa a Loucura.
E também por isso que usa-se dizer que o Amor é cego. mas isso não é verdade, pois o Amor tem os olhos da Loucura.

Quando você estiver sem direção
E os seus sonhos parecem desmoronar
Perante um frágil coração,
Que bate triste e sozinho,
Eu serei o seu caminho.

Bom dia!

Nunca desista e procure acreditar que as pessoas que nos decepcionam não fazem por querer, elas devem ter tido um motivo forte para falharem.

Era uma vez um homem que não tinha nada. Deus olhou para ele e lhe deu dez bananas. Deu-lhe três bananas para que ele se alimentasse. Deu-lhe três bananas para que ele trocasse por uma casa. Deu-lhe três bananas para que ele trocasse por vestuário. E deu-lhe uma banana para que tivesse alguma coisa para mostrar a sua gratidão a Deus.
O homem fez conforme Deus lhe ordenou. Comeu as três bananas que era para comer. Foi lá e trocou três bananas por uma moradia. Usou as outras três bananas para comprar roupa.
Foi então que ele olhou para aquela que seria a décima banana. Olhou-a demoradamente. Logo começou a achar que aquela banana era diferente.
Era mais encorpada, mais brilhante, mais bonita. Ele se lembrou que tinha recebido esta banana para que tivesse alguma coisa com que agradecer a Deus pelas outras nove bananas recebidas. Mas, ela lhe parecia tão apetitosa.
Finalmente chegou a conclusão de que Deus não precisava daquela banana. Afinal, não era ele o dono de todas as bananas do mundo? Foi então que ele comeu a décima banana e devolveu para Deus o que sobrou: a casca.
Deuteronômio 8.11,14,17,18: Guarda-te, não te esqueças do Senhor teu Deus para não acontecer que, depois de haveres construído casas e morado nelas. depois de multiplicarem os teus gados e os teus tesouros, e se aumentar a tua prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens, se eleve o teu coração e te esqueças do Senhor teu Deus. Porque é ele quem te dá forças para adquirires riquezas .