Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem.
Uma das fraquezas da mente que mais acometem-nos é o desânimo. Há pessoas que têm planos, sonhos muitos dos quais muito bons e nobres mas que, ao primeiro percalço, simplesmente desistem.
Mas, o que você faz para motivar-se? Fica vendo as últimas tragédias policiais na TV? Lê tudo que é previsão do fim do mundo e comentários da maldade humana? Qual foi o último pensador construtivo que você leu?
A primeira coisa a fazer é livrar-se dos entulhos mentais que abocanham a vontade e a criatividade: ociosidade, preguiça, incredulidade, complexo de inferioridade e pessimismo.
Automotivação é essencial para prosseguirmos em nossos objetivos. Você quer ser seu próprio patrão? Parabéns! Mas quais seus recursos e convicções, quando chegarem as exigências que esta nobre aspiração lhe exigirão?
Você quer uma promoção? Ótimo! Mas se seus motivos são meramente o de ostentar poder, status ou mais dinheiro, faltar-lhe-á as armas morais que todo verdadeiro líder deve possuir, quando tiver que enfrentar críticas, invejas e outros obstáculos inerentes à liderança.
Afinal, para onde levarão suas convicções? Se você não as tem, para lugar nenhum, ou melhor, para o fracasso!
Se você crê que pode ser útil à humanidade, que Deus lhe fez especial e único, que pode contribuir com seus semelhantes, então reflita:
1. O único derrotado é aquele que desistiu de lutar.
2. Motivação não se acha, se faz.
3. Por mais limitados que sejamos, precisamos da convicção de que fazemos diferença, para melhor, neste mundo.
4. Para alcançar grandes sonhos, não podemos dispensar as forças do amor, da fé, da esperança e juntarmos a elas a perseverança e diligência contínuas.
5. Não é só no trabalho profissional que encontramos grandes possibilidades de realizações. Seja voluntário em uma causa nobre, você certamente encontrará novos desafios!
6. Pare de ler mediocridades e concentre-se em absorver os pensamentos daqueles que mudaram (para melhor), o mundo.
É muito importante para mim, estar com você, participar com você de tanta coisa. Ser útil, dar e receber carinho. E você consegue fazer isso tão bem. É bom estar ao seu lado, sentir a firmeza do seu abraço gostoso.
Ouvir tantas palavras cheias de firmeza, doçura e carinho. Você tem tomado conta das minhas noites, durmo e acordo com você no pensamento e eu gosto disso. Eu gosto do que estou sentindo, eu gosto de você.
Que tudo dure o máximo, pois lhe entrego a chave do meu coração. Pois estou gostando de você!
Pense em alguém que seja poderoso... Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo? Lobos não gritam. Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas. Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota. Olhe. Sorria. Silencie.Vá em frente. Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso. Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.
Não é verdade! Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim não pareça.
Você pode escolher o silêncio. Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:
ME ARREPENDO DE COISAS QUE DISSE, MAS JAMAIS DO MEU SILÊNCIO".
Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
A família é a demonstração perfeita de amor incondicional. Quando os seus membros remam na mesma direção, não há obstáculo ou dificuldade que ponha sequer em causa a união existente.
É uma verdadeira bênção ter uma família feliz, mas isso não acontece por acaso. Apenas com esforço, paciência e compreensão se consegue um apego perfeito entre todos.
Na França, um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que, compenetrado lia o seu livro de ciências. O senhor por sua vez lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim. – disse o senhor – Mas não é um livro de crendices, é a Palavra de Deus. Estou errado?
Com uma risadinha sarcástica respondeu: - Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. E veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, fez o favor de mostrar a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda creem nessa história de que Deus criou o mundo em seis dias.
O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre que os cientistas dizem sobre isso.
- É mesmo? – perguntou o velho cristão – E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, – respondeu o universitário – agora eu vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.
O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó, e deu seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito abaixou a cabeça, e saiu cabisbaixo. O cartão dizia: "Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris".
Isso aconteceu em 1892.