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Não perca a esperança porque acha que hoje tudo está dando errado. Todos passamos por momentos difíceis e é natural duvidar e sentir cansaço, mas não deve ceder à vontade de desistir.

Quando menos esperamos acontece algo bom e a vida muda. Um dia estamos mal, no dia seguinte fica tudo bem. Assim é a vida, mas para isso você não deve parar de lutar. Jamais deve desistir, desanimar ou perder a esperança. Acredite, pois eu sei que vai dar tudo certo!

Se quer alguém por sua beleza, não é amor, é desejo.
Se quer alguém por sua inteligência, não é amor, é admiração.
Se quer alguém porque é rico, não é amor, é interesse.
Se quer alguém e não sabe porque, isso é amor.

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro.

Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas...

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Fazem alguns anos. Alguns anos da minha vida eu entreguei a ti sem nenhum protesto, sem recusa; apenas me dei a ti sem hesitar. Mas hoje eu me devolvo a mim, meu bem, e volto exausta, fraca, porém melhor do que quando fui.
Os tempos são outros, os dias são outros. Eu sou outra. Passei por uma metamorfose em meio à agonia de te amar; cheguei a ti me arrastando e agora volto voando.
Não posso te esperar para sempre, nem posso mais escolher por você, por nós. Isso rouba minhas forças, meu bem. Meu cansaço chegou ao ápice. Não quero mais viver neste ciclo, nesta mesmice romantizada por um sentimento que já não mais existe.
Cansei de dar sangue e suor por algo que você só dá míseras migalhas. Você já não me satisfaz e a saudade do seu toque e das suas palavras me escapa. Esses anos me mostraram o quanto posso ser forte, corajosa e resistente a dores intensas.
Meus dias de solidão em espera deram a chance de conhecer-me melhor, e cá estou... Eu. As flores do meu jardim voltaram a florescer e não preciso mais beber da tua água para regá-las. Sinto que algo morre aqui dentro para que outro possa renascer.
Nossos caminhos se separam a partir daqui. Nossas mãos se soltam.
Adeus.

Os tempos mudaram e as mulheres conquistaram mais espaço no mundo. Mas isso não significa que ser mulher se tornou mais fácil. Muitas vezes, ter mais opções ou acumular papéis torna a vida mais complicada. A mulher de 30 anos de hoje, a famosa balzaquiana, é muito diferente da mulher de 30 anos de algumas décadas atrás.

Apesar de muitas mulheres ainda projetarem sua felicidade no casamento e construção de uma família, esses planos ficaram para mais tarde. As mulheres descobriram que podem aproveitar a vida sozinhas ou muito bem acompanhadas, antes de subirem ao altar.

Fazer uma faculdade, começar uma carreira, fazer uma viagem ao exterior com as amigas, comprar o primeiro carro, fazer uma pós-graduação, financiar um imóvel, se apaixonar pelo homem errado, morrer de amores e continuar viva... Tudo isso são conquistas femininas!

Nos dias de hoje, tudo isso pode parecer bobagem, mas para as nossas avós e mães balzaquianas, isso era transgressor. Mas foi graças às gerações passadas que conquistamos o direito de ir e vir, de sermos livres para errar, errar até um dia acertar. E viva as conquistas femininas!