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Filha amada do meu coração, alegria da minha vida, hoje celebramos o seu dia, pois hoje se completam quinze anos desde que você deixou de fazer parte de mim para se tornar em uma extensão da minha existência.

Quinze anos! Meu coração de mãe chega a insultar o tempo que tão veloz transformou meu pequeno rebento de amor em essa pessoa maravilhosa que você é agora. Que em um batimento de coração transformou sua fragilidade infantil em força quase adulta.

Quinze anos! E o quanto desejaria eu poder refazer todos esses anos, e poder repetir cada momento com maior lentidão. Mas infelizmente, não tem como enganar o tempo ou fazê-lo ceder a nossos desejos.

Parabéns querida filha! A você as maiores felicidades e a mim a lembrança de agarrar cada segundo ao seu lado, pois esse é o maior dos tesouros que tenho o prazer de possuir.

Filha, você é o meu tesouro. A cada dia que passa, você demonstra que é a filha que eu sempre sonhei, obediente, carinhosa, compreensiva, linda, educada, batalhadora, inteligente, humilde, prestativa, conselheira, sincera, e etc.

Enfim, você tem um perfil, que todas as mães sonham para as suas filhas, e eu só tenho que agradecer a Deus por tudo isso. Obrigada filha, por todos os momentos que me proporcionou, obrigada por ser quem você é, e obrigada por me ensinar muita coisa, pois além de minha filha, você faz muito papel de minha mãe. eu te amo muito.

Pela verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,
Pelas aves que voam no olhar de uma criança,
Pela limpeza do vento, pelos atos de pureza,
Pela alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,
Pela branda melodia do rumor dos regatos,

Pelo fulgor do estio, pelo azul do claro dia,
Pelas flores que esmaltam os campos, pelo sossego dos pastos,
Pela exatidão das rosas, pela Sabedoria,
Pelas pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,
Pelos prodígios que são verdadeiros nos sonhos,
Pelo amor, pela liberdade, pelas coisas radiantes,
Pelos aromas maduros de suaves outonos,
Pela futura manhã dos grandes transparentes,
Pelas entranhas maternas e fecundas da terra,
Pelas lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas
Arrebatam os filhos para a torpeza da guerra,
Eu te conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,
Ó Santa, ó talismã contra a indústria feroz.
Com tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,
Com o teu esconjuro da bomba e do algoz,
Abre as portas da História,
deixa passar a Vida!

Ando com saudades de café com pão. De namorados dando beijinhos no portão. De pedir bênção a pai e mãe. (Deus te abençoe!) De ver um varal cheio de roupa, com cheiro apenas de sabão. De ver alguém sorrindo enquanto, lava a louça com bucha vegetal.
De sentir respeito pela polícia. De cantar o Hino Nacional, com mão no peito e lágrimas nos olhos. De acreditar que o Brasil ganhou a Copa do Mundo porque jogou direito. De saber que o Zezinho, filho do porteiro, não vai morrer de dengue. E que Maria feirante poderá ter um filho médico.
Saudades de homens que usavam apenas o assobio como galanteio. Fiu-fiu! Morro de saudades do tempo em que o presidente de uma nação era o mais respeitado cidadão do país. Que cadeia era lugar só de ladrão. Acho que andaram invertendo a situação. Ando com saudades de galinha de galinheiro. De macarrão feito em casa, com tempero sem agrotóxico. De só poder tomar guaraná em dia de festa. De homens de gravatas. De novela com final feliz. De pipoca doce de pipoqueiro.
De dar bom-dia à vizinha.
De ouvir alguém dizer obrigado ao motorista e ele frear devagarzinho, preocupado com o passageiro. Saudades de gritar que a porta está aberta para os que chegam. Saudades do tempo em que educação não era confundida com autenticidade.
Hoje, se fala o que quer em nome de uma "tal" verdade e pedir perdão virou raridade. Ando com saudades de ver no céu pipas não atingidas pelo efeito estufa. Saudades das chuvas sem acidez, que não causavam aridez. Saudades de poder viajar sem medo de homem-bomba.
De ser recebida com pompa em outra nação. Atualmente, reina a desconfiança no coração. Sinto muitas saudades do rubor das faces de minha mãe, quando se falava de sexo. Totalmente sem nexo Hoje, ele é tão banal que até eu banalizei.
Acho que a maior saudade que tenho é a saudade de tudo que acreditei. Para meus filhos não poderei deixar sequer a esperança. Hoje, já não se nasce criança!

Com frequência saudamos, damos a mão cordialmente, ou nos despedimos com um beijo ritual, porém raramente experimentamos "o abraço"
A emoção do abraço tem uma qualidade incomensurável. É a proximidade do outro, em um ato recíproco de dar e receber afeto. É o abraço uma matriz religiosa mais do que sexual. Leva-nos à fraternidade, a uma comunicação generosa, a uma consciência de pertencer a uma "Irmandade Universal".
O abraço é um meio supremo de perceber o outro, não só como um próximo, mas como um semelhante. Mediante o abraço é possível alcançar a fusão de duas identidades em uma identidade maior.
É fácil abraçar as pessoas estimadas e queridas, mas difícil um estranho. A afetividade é um estado de afinidades profunda entre os seres, capaz de originar sentimentos de amor, amizade, altruísmo, maternidade, paternidade, companheirismo, mas também sentimentos opostos como a ira, a insegurança, o ciúme.
A afetividade é um estado evolutivo superior que não está necessariamente ligado à sensibilidade e nem à inteligência. Pessoas inteligentes e sensíveis, podem não serem capazes de amar ou mesmo ter inconcebíveis níveis de violência.
Por isso, nestes "tempos" sugerisse que, para gradativamente, atingirmos esse nível de afetividade, esse estado evolutivo superior, comecemos a nos abraçar... Primeiro pais, irmãos, os amigos, parentes, depois os conhecidos... E assim por diante.
Só com muita afetividade, com muito amor pelo ser vivente pode-se conseguir um mundo melhor, menos exploração, menos fome, mais amor, e consequentemente mais VIDA!
Um grande abraço a nossa humanidade carente de amor e em especial a aqueles que lerem esse pequeno texto.