Nenhuma mensagem foi encontrada :(

Outras Mensagens

Bom final de semana!

Queria descobrir
Em 24hs tudo que você adora
Tudo que te faz sorrir
E num fim de semana
Tudo que você mais ama
E no prazo de um mês
Tudo que você já fez
É tanta coisa que eu não sei
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você

E até saber de cor
No fim desse semestre
O que mais te apetece
O que te cai melhor
Enfim eu saberia
365 noites bastariam
Pra me explicar por que
Como isso foi acontecer
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você

Por que em tão pouco tempo
Faz tanto tempo que eu te queria

Zélia Duncan

Um dos professores de Sally, o professor Thornton, era conhecido por suas elaboradas lições praticas. Certo dia, quando Sally entrou em sua classe, notou que existia um grande alvo na parede e muitos dardos sobre a mesa mais próxima.
Iniciada a aula, o professor Thornton disse aos alunos para desenhar um retrato de alguém que eles não gostavam ou de alguém que lhes aborrecia... e ele permitiria aos alunos lançar dardos naquele retrato daquela pessoa. Uma garota sentada ao lado de Sally desenhou um retrato de uma menina que lhe roubara o namorado. Outro amigo desenhou um retrato de seu irmão mais novo.
Sally desenhou um retrato do próprio professor Thornton, colocando muitos detalhes em seu desenho, até desenhando espinhas em seu rosto. Sally ficou contente com o efeito alcançado.
A turma alinhou-se e começou a lançar dardos, com muito riso e balbúrdia. Alguns dos alunos lançaram seus dardos com tanta força que seus alvos estavam completamente destruídos. Sally esperou ansiosamente por sua vez... e ficou muito decepcionada quando o professor Thornton, por causa do limite de tempo, pediu aos alunos para retornar à suas cadeiras.
Enquanto Sally sentava pensando sobre o quão brava ela estava por não ter tido a chance de lançar dardos em seu alvo, o professor Thornton removeu o alvo da parede.
Debaixo do alvo havia um retrato de Jesus...
Um silencio inquietante caiu sobre a sala quando cada aluno viu o mutilado retrato de Jesus. buracos e marcas cobriam Seu rosto e Seus olhos estavam perfurados.
O professor Thornton disse apenas estas palavras, – Tanto como vocês fazem aos meus irmãos, vocês fazem à Mim.
Nenhuma outra palavra era necessária. os olhos de cada aluno focavam apenas o retrato de Cristo. Os alunos permaneceram em suas cadeiras... até que o sino tocou. Então eles lentamente deixaram a sala de aula, num silêncio jamais observado na turma.

Neste nosso aniversário de namoro (casamento) tenho que te dizer uma coisa: a minha vida contigo não é um mar de rosas... contigo, a minha vida é um dilúvio de rosas! E tem mais, sem aquele inconveniente de cobras e lagartos na arca do meu coração!
Como é que eu tive tanta sorte? Como pude encontrar alguém tão bom e carinhoso, tão prestativo para transformar qualquer desejo meu, qualquer pensamento meu, na mais doce realidade?
Neste dia especial quero te dizer que estes anos que estamos juntos têm sido os mais felizes de toda a minha vida. Não vou perguntar o por que de não teres aparecido antes, porque Deus sabe o que faz, e se só apareceste agora, é porque era mesmo a hora de aparecer, para tudo dar certo entre nós.
Acho que estávamos "no lugar certo e no momento exato", como adoram dizer os astrólogos, e assim, por falar nisso, precisamos conversar para escolhermos o lugar certo para comemorarmos mais um aniversário deste nosso feliz encontro. Penso que deva ser um lugar bem especial, visto que a nossa união e convivência é tão abençoada e que este momento merece comemoração.
Se tiveres alguma ideia, avisa-me com um mínimo de antecedência, que é para eu me preparar e estar bem bonita, digna de ti. Mas, se preferires ficar em casa, agarradinho comigo, a tomar uma taça de champanhe e a fazer cafuné na minha cabeça, juro que não vou ficar nem um pouco zangada, pois és o grande presente que a vida me deu!
Um beijo e o desejo de que nunca acabe esse "dilúvio", e que sejamos sempre assim felizes!

Quando é que se reconhece a grandeza do ser humano? Não é quando ele dá esmola para o menino de rua, quando pára o carro em frente à faixa de pedestre ou quando oferece carona num dia de chuva.
Essas atitudes reforçam para nós mesmos a ideia de que, sim, somos gente fina. Mas é fácil ser gente fina reproduzindo atitudes padrão. Difícil é ser grande diante do assombro, diante do inesperado, diante do desconhecido.
Acho que entre todos os grandes gestos, o perdão é o maior deles. Em primeiro lugar, o perdão é fruto do erro de alguém, e quanto maior este erro, maior a grandeza de quem, atingido, se dispõe a passar por cima da própria dor e levar a vida adiante. E o perdão torna-se ainda mais digno porque ninguém se prepara para perdoar.
É mentira quando alguém diz: eu perdoo tudo. Este tudo não pode ser mensurado previamente Não se sabe de antemão o tamanho do golpe. Não se pode prever nossa reação diante do difícil reconhecimento de que alguém falhou conosco. É fácil desculpar um atraso, um esbarrão, um esquecimento, mas o tamanho do perdão é proporcional ao tamanho do erro: estes são exemplos de perdões fáceis, corriqueiros. Difícil é perdoar o trágico.
O Papa João Paulo II perdoou o turco que lhe deu um tiro anos atrás. O Papa é o representante maior de Deus na terra, não se espera dele outra atitude, ainda que tenha surpreendido muita gente. Mais surpresos ficamos com aqueles que não vestem nenhum tipo de batina e também perdoam os que tiraram a vida de seus irmãos, filhos, pais. Eles não aceitam, mas compreendem. Compreendem a miséria humana, compreendem as atitudes impensadas.
São considerados perdedores por causa disso. E nós, ganhamos o quê não compreendendo? – O perdão é prova de entendimento absoluto, principalmente de si mesmo. Não perdoar é isolar o outro, perdoar é entrar no jogo com ele, participar do problema, e não julgá-lo como se estivéssemos imunes à mesma fraqueza. O perdão é o gesto mais elevado que há. Tão elevado que poucos chegam lá.

Dia da Enfermeira

Logo ao amanhecer, começam a se movimentar, na luta contra a dor para a vida do seu semelhante salvar.

Chamadas a todos os cantos, a todos atende com muito amor, as vezes mal compreendidas, sem o semelhante reconhecer seu valor.

As vezes até nem é culpada, de demorar a atender, esquecemos que esteve ocupada, com outro caso grave para resolver.

Com suas fardas brancas e lindas, estão atentas à toda hora, para trazer o bálsamo que cura, como um anjo de nossa senhora.

Todos os doentes curados, saem alegres, por voltarem ao lar, elogiam sempre os médicos, mas esquecem das enfermeiras elogiar.

A elas devemos tributar, grande parte da nossa gratidão, pois contribuíram como puderam, para nossa recuperação.

Esse poema foi escrito por um major da PM em 13-11-1982 enquanto estava internado num determinado hospital.

Autor Major Antenor