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Um homem estava sentado ao lado do caixão de sua companheira, triste e amargurado. De repente viu passar à sua frente um desfile de formas belas e brilhantes, leves de lábios rosados e olhos claros de alegria.
Quem são vocês, belas criaturas? – perguntou ele. E elas responderam: Somos as palavras que você poderia ter dito a ela. Ah! Fiquem comigo! – implorou o homem.
Suas belas formas são como um punhal me cortando o coração, mas mesmo assim fiquem comigo, pois ela está fria e muda e estou sozinho.
Elas responderam: Não, não podemos ficar porque não temos existência. Somos apenas a luz que jamais brilhou. E foram embora.
O homem continuou triste e amargurado. De repente viu se erguer entre ele e o caixão um bando de formas terríveis, pálidas, de lábios brancos e olhos de fogo. O homem estremeceu.
Quem são vocês, formas horrendas? – perguntou ele. E elas responderam: Somos as palavras que ela ouviu de você. O homem gritou aterrado.
Saiam daqui, me deixem só! Melhor a solidão do que a sua companhia! Mas elas se sentaram em silêncio, fixaram os olhos no homem e permaneceram com ele para sempre.

Numa caixa eu guardei meu amor. Coloquei nela também minha paixão, Meu carinho, Afeto, Pureza, Inocência, Alegrias, Felicidades, Lembranças, Tudo de bom...
Nesta caixa eu tirava meus pensamentos, Desejos, Anseios, Vontades, Visões...
Nela também eu encontrava, O conforto, A paz, A imaginação, Os sonhos...
Sempre que preciso eu seguro esta caixa, Com as mãos, Com a alma, Com o espírito,
Quando a tristeza chega, ela é a primeira a sentir. A se encolher, A se fechar, A desaparecer...
Esta caixa tem muitos nomes, Apelidos, Descrições, Definições, Explicações...
Esta caixa se chama... coração!

Muita gente acha que é difícil começar uma caminhada. Pessoalmente penso diferente.

Para mim, mas difícil que iniciar é continuar... De começos o mundo está cheio: os que começam um casamento, os que começam a abandonar um vício, os que iniciam o aprendizado de uma língua e por ai vai.

Ir em frente é mais complicado. Exige persistência e muita força de vontade.

Requer que nós olhemos para trás com sentimento de satisfação pela experiência adquirida e não com remorso ou sensação de arrependimento. Que nós tenhamos sonhos, mas que não vivamos de sonhos. Que choremos, mas não deixemos as lágrimas turvarem nossa visão.

Que escutemos os outros, mas que não desistamos de fazer o que julguemos certo, por causa deles.

Tudo isso de tão simples parece coisa de criança. E é mesmo!

Antes de aprendermos a andar precisamos: cair muitas vezes, nos machucar, chorar, ser motivo de riso, e nem por isso tudo desistimos ou deixamos de levantar.

Nisso temos muito que aprender com as crianças. Elas "sabem" que antes de dar os primeiros passos, é preciso ficar de pé, e antes disso é preciso engatinhar.

Que precisamos das pessoas para servir de apoio, mas, que elas não são bengalas e nós não somos aleijados. Se todas as pessoas soubessem disso teríamos bem menos fracassados no mundo.

Gente que poderia atingir grandes coisas, mas que desiste no meio do caminho.

Diante disso só temos a agradecer a predisposição para certos aprendizados na infância.

Se fosse o contrário, muita gente hoje estaria numa cadeira de rodas.

Marcos Lima e Ronaldo Oliveira

Há um tempo de nascer e tempo de morrer;
Tempo de plantar e tempo de arrancar;
Tempo de matar e tempo de curar;
Tempo de derrubar e tempo de construir.

Há o tempo de caçar e o tempo de descansar
Tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;
Tempo de chorar e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
Tempo de abraçar e tempo de afastar.

Há tempo de procurar e tempo de perder;
Tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
Tempo de rasgar e tempo de remendar;
Tempo de ficar calado e tempo de falar.

Há o tempo da guerra e o tempo da paz;
Tempo de odiar;
Mas há também o mais importante de todos:
O tempo de amar e de multiplicar.

Meu amado Diretor, és único e mereces todos os prêmios, todos os Oscars, Palmas de Ouro, Ursos de Prata e Kikitos disponíveis nos festivais. Fazes-me sonhar e pensar apenas em coisas boas. em tardes de domingo no escurinho do cinema, com pipocas, coca-cola e furtivos beijinhos...
Este romance que alimento por ti daria um bom filme de amor. Às vezes imagino-me a Ingrid Bergman, em Casablanca, mas gostaria que tu, ao contrário do que fez o Michael Curtiz, não deixasses que a nossa história terminasse numa melancólica despedida. Na verdade, esquece um pouco o sonho de dirigir, e vem atuar comigo pelo menos por 9 1
2 Semanas de Amor.
Sabes, Sempre te vi e Sempre te amei! Tu levas-me para o mundo romântico de David Jones, para o mundo onírico de Fellini. proporcionas-me momentos de êxtase e grata estupefação que nem mesmo os truques de Spielberg e George Lucas seriam capazes de me proporcionar. Tu levas-me para além dos limites da paixão, conduzes-me para o infinito universo do amor.
Embora este sentimento seja Duro de Matar, não me venhas com violência. Nem mesmo com aquela violência cult de David Lynch ou do Tarantino. Também não penses que eu sou uma daquelas mulheres mal resolvidas dos filmes do Woody Allen ou uma mulher à beira de um ataque de nervos, como aquelas retratadas por Almodóvar.
Quero que saibas que eu sou Uma Linda Mulher, uma linda mulher que estava à espera de um bom roteiro para atuar feliz no mundo. Parece que este roteiro chegou contigo.
Um beijo de cinema!