Por mais dias que passem, as pessoas valiosas permanecem no coração. Já faz algum tempo que você partiu, mas eu não poderia esquecer a pessoa que me ensinou tantas coisas sobre a vida.
Foi uma bênção ter uma avô querida que sempre cuidou de mim em todos os momentos com muito amor e dedicação. Sinto muitas saudades de você!
Aprenda a pedir desculpas... quando não... perdão!
Uma linda amiga, minha mana Teca, disse-me certa vez que perdoar é para os grandes! Senti-me tão pequena, então!
Não riam, falo sério. Agora desculpar é mais fácil. Minha santa vó adotiva, porque não era de minha família, mas eu a amava como se fosse, disse certa vez; Perdoar? Só Deus! Eu desculpo!
A desculpa não evita a mágoa, mas faz um bom curativo no machucado...
Há pessoas que magoam as outras e não conseguem pedir desculpas nunca. Percebem o erro, mas não conseguem exteriorizar o arrependimento. Ficam dóceis, suaves, mas a palavrinha mágica... essa não sai. O magoado vai se afastando, afastando e aquele lindo relacionamento se perde... acaba!
Aprendamos pois a pedir desculpas e a desculpar. É, em prol de uma amizade... e ter amigos verdadeiros, vale a pena. Se o opositor não quiser desculpar... problema dele. Você cumpriu a sua parte no acordo de Paz da humanidade! E depois, desculpar; desculpar-se - sim - porque você pode desculpar a você mesmo por agressões que você faz a si próprio; e ser desculpado, vai revelar que você é uma pessoa humilde. E como humildade não é humilhação, estaremos todos atuando no coração e no inconsciente coletivo. Estaremos de bem coma vida. Quer algo melhor?
Sei que palavra nenhuma pode confortar nesse momento, mas quero que saiba que estarei aqui para o que precisar, a qualquer hora ou qualquer momento.
Infelizmente a vida tem o seu caminho e nem sempre acontece exatamente como desejamos. Se vale de alguma coisa, sinta que na vida tudo tem seu propósito e é possível que mais na frente entenda tudo isso que aconteceu, e quem sabe também não estarão juntos novamente? Agarre-te nisso e deixa o tempo ir arrancando aos poucos toda essa dor.
Força!
Certa vez, uma jovem esposa, depois de dez anos de casamento, decidiu deixar o lar. De algum tempo, a situação se fazia insustentável e ela decidiu começar vida nova. Abandonou esposo e filho, garoto de seis anos.
Dois anos depois, já com um novo amor a lhe fazer bater o coração descompassado e um trabalho em agência de Correios, foi surpreendida por um papel dobrado em quatro, que caiu dentre os tantos envelopes que ela separava para envio.
Era uma folha de caderno, sem envelope, destinada simplesmente a Jesus. A curiosidade fez com que ela abrisse a folha e começasse a ler.
Dizia a carta, escrita em letra infantil: "Jesus, eu estou muito doente. Tenho muita tosse. Sei que papai cuida de mim, em todas as horas que não está no trabalho. Tia Margarida e tia Magda também. Mas Jesus, eu estou tão doente. E por isso eu escrevo esta carta para lhe pedir um presente. O meu aniversário está próximo. Seria possível me trazer, no dia em que eu vou completar oito anos, a minha mãe de volta? Não sei onde ela se encontra mas o senhor deve saber, com certeza. Se o senhor puder, por favor, Jesus, traga minha mãe de volta. Se ela voltar, a nossa casa vai se alegrar outra vez. Haverá flores nas janelas. E eu melhorarei.
A minha tosse vai passar. Jesus, eu queria tanto, no meu aniversário, abraçar minha mãe outra vez. Sei que eu não sou um bom menino, mas eu peço assim mesmo porque quando minha mãe estava conosco ela sempre dizia que tudo o que se pedisse a você, você conseguiria. Eu vou ficar esperando, Jesus, por favor, traga de volta minha mãe."
A assinatura não deixava dúvidas. Era do seu filho, o garoto que deixara aos seis anos, quando partira para sua nova vida.
Rita deixou o trabalho naquele dia e voltou para casa. Bateu à porta e surpresa, tia margarida a viu entrar. Passou pela sala e o marido, igualmente surpreendido, somente a olhou sem nada dizer. Foi ao quarto do filho, que tossia, deitado em sua cama.
Ao vê-la, o garoto sorriu, abriu os braços e exclamou:
– Mãe, Jesus trouxe você!
Há duas classes de pessoas no mundo: pessoas normais e pessoas melhores.
As pessoas normais tratam a natureza sem pensar nas consequências. Como animais irracionais. Pessoas melhores gostam, respeitam e cuidam da natureza, reciclando, reutilizando, reduzindo, entre outras coisas, em fim, faz algo.
Ter o meio ambiente ecologicamente equilibrado é a base para se ter uma boa qualidade de vida, e nós Seres Humanos devemos agir com Racionalidade se queremos ter um mundo melhor.