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Porque ser professor é aprender para ensinar; porque ser professor é ser dedicação, paciência e persistência; porque ser professor é ser mestre, é saber cativar e inspirar; porque ser professor é educar. A todos os que dedicam sua vida a tão nobre e distinta profissão, um feliz dia do Professor!

A todos vocês que moldam as mentes do futuro, que educam, cuidam e acompanham os nossos filhos, o nosso agradecimento e esta sentida homenagem!

Fantásticos momentos que juntos passamos, Planos de promessas que juntos juramos, Ricos de ternura, Prazer e emoção...
Suspiros intensos, Olhares calientes, Afagos, abraços e beijos, ardentes, Momentos dourados como o sol de verão.
A brisa que sopra ao entardecer Que aos outros um pouco de frio vem trazer, Em nós reacende o desejo, o fervor...
Não existe clima que apague essa chama Que a nós incendeia, acende, inflama, Pois nosso amor é puro esplendor!

São duas contas pequena,
Qual duas pedras preciosas
Que brilham mais que o luar
São eles
Guias do meu caminho escuro
Cheio de desilusão e dor
Quisera que elas soubessem
O que representa pra mim
Fazendo que eu prossiga feliz
Ai, amor
A luz dos teus olhos.

Devo ater-me a meu próprio estilo e seguir meu próprio caminho. E apesar de poder nunca mais ter sucesso deste modo, estou convencida de que falharia totalmente de qualquer outro.

Jane Austen

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais - herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.

William Shakespeare