Fogos, luzes, abraços, amigos, beijos, família, sorrisos, lágrimas
Velhas promessas, novas esperanças,
Lembranças de momentos felizes,
Lembranças daqueles que amamos
e que, por alguma razão, não estão conosco,
Silêncio, em honra daqueles que natureza chamou,
Instante de compartilhamento da dor das famílias,
Instante de desejar que as feridas sejam rapidamente cicatrizadas,
Que as lágrimas de cada uma dessas pessoas
Sejam beijadas por anjos no Ano Novo.
Como é bom poder te abraçar, olhar nos teus olhos sempre ao acordar, sentir teu carinho e agradecer a Deus todos os dias por te conhecer.
Não me sentia bem. Estava como um bagaço, que depois de sugado é atirado ao chão. Tinha perdido a vontade de sorrir, de viver, já nem cuidava mais de mim.
Durante muito tempo o meu céu ficou nublado, os dias eram cinzentos, as noites não tinham luar, as estrelas não brilhavam.
Mas aí, de repente, mergulhei em seu olhar, e nele vi o céu ficar azul, as noites voltaram a ter luar, as estrelas voltaram a brilhar, e o sorriso voltou aos meus lábios.
Obrigado por você existir! Obrigado também por ter me ajudado a superar o abandono que vivi. E se hoje eu voltei a ter razão para prosseguir, devo isso a você!
Você é minha irmã gêmea, metade do meu coração. Nós temos a mesma idade e durante anos vivemos muitas coisas em comum, mas o que temos de mais parecido é o verdadeiro amor que nos tem mantido unidas.
É um grande orgulho ter uma irmã como você e uma bênção podermos ser amigas acima de tudo. Lutarei todos os dias pela sua felicidade, pois o brilho alegre do seu olhar é o que dá sentido à minha vida.
Ao quadro sem cor
Ao projeto perdido
Ao amor demolido
Dedico meus pêsames
E a mim, um punhado de rosas vermelhas.
Ao equilibrista
Ao doente
Até o ocidente
A corrente que rompe sonhos mundanos;
Me desequilibra
Me corrói
Me respira
E ao mesmo tempo me desperta.
Ao meu protetor atrás da porta
Ao poeta desiludido
Dedico meus velhos pêsames
Uivando pra Lua
Ao sol
Ao tempo parado
As palavras cruzadas
Aos caminhos errados
E a mim;
Um punhado de espinhos
Machucando cada curva do meu corpo
Dedilhando e fazendo sangrar
Ao ponto certo
Ao trem atrasado
Ao jardim mal colhido
Dedico meus novos pêsames
Coitados
Mal sabem eles que sou a linha torta que impede o trem de continuar.
Luana Rodrigues