Eu tinha dez anos e quando se aproximava o Natal, eu queria um trem elétrico. Os tempos eram de recessão econômica mas, ainda assim, minha mãe e meu pai deram-me um maravilhoso trem elétrico.
Na manhã do Natal fiquei radiante observando meu trem. As horas seguintes dediquei exclusivamente para brincar, observando a locomotiva puxando os vagões para a frente e para trás.
Minha mãe disse que comprara um trenzinho para Mark, o filho da senhora Hansen, uma pobre viúva que morava na rua de baixo. Quando olhei seu trem, percebi que era muito mais simples que o meu mas que tinha um vagão tanque que admirei bastante. Implorei e minha mãe sucumbiu ao meu pedido e me deu o vagão tanque. Eu o coloquei em meu treme fiquei muito satisfeito com o resultado.
Mais tarde, minha mãe e eu fomos levar os vagões restantes e a locomotiva para o Mark Hansen. O menino era um ou dois anos mais velho do que eu. Ele jamais esperava tal presente. Ficou muito satisfeito e alegre. Com as mãos, ele movimentou a locomotiva, que não era elétrica nem tão cara como a minha, e era pura alegria com a locomotiva e os dois vagões.
Tive uma terrível sensação de culpa quando voltei pra casa. O vagão tanque já não me encantava mais. De repente, peguei o vagão tanque e mais dois vagões de meu trem, corri até a casa de Mark e anunciei orgulhoso
- Nós esquecemos de trazer três vagões que pertencem ao seu trem. Eu não sei quando uma outra atitude me fará sentir melhor do que essa experiência de um menino de dez anos de idade.
Jamais imaginaria que o amor tivesse tanto poder na vida das pessoas, meu bem. Amar e ser amada pela mesma pessoa é a melhor coisa que pode acontecer na vida de alguém. Mas amar e ser amada por você é uma bênção!
Você é simplesmente o melhor namorado do mundo, o verdadeiro príncipe encantado. E é por essa razão que me sinto tão realizada! Agradeço por todo amor que você me oferece todos os dias. Beijo, meu bem!
Um discípulo comentou com o rabino Bounam de Pssiskhe:
- O mundo material parece sufocar o mundo espiritual.
- Sua calça tem dois bolsos - disse Bouhnam. - Escreva no direito: o mundo foi criado apenas para mim. No bolso esquerdo, escreva: eu não sou nada além de pó e cinzas.
Divide bem teu dinheiro nestes dois lugares. Quando vires a miséria e a injustiça, lembra que o mundo existe apenas para que possas manifestar tua bondade, e usa o dinheiro do bolso direito. Quando estiveres tentado a adquirir coisas que não te fazem a menor falta, lembra do que está escrito no teu bolso esquerdo, e pensa várias vezes antes de gasta-lo. Desta maneira, o mundo material nunca sufocará o mundo espiritual.
Se eu pudesse desenhava o teu corpo,
Com uma delicada pétala de rosa,
Todos os teus contornos divinos e puros,
A tua nívea pele suave, a doçura do teu olhar,
Se eu pudesse guardaria para sempre,
Junto de mim como uma recordação mais doce.
Quando cai a noite, recordo-me dos nossos momentos,
As estrelas são a minha única companhia,
A lua a minha eterna confidente,
A natureza a minha perfeita harmonia,
O teu odor o meu perfeito companheiro.
Vem ter comigo e vamos partilhar este céu estrelado
E este infinito tão puro e tão maravilhoso como tu és...
Vamos unir-nos, vamos olhar para o céu como a ultima vez,
Vamos sonhar com as estrelas cadentes e com toda a sua magia,
Vamos sonhar um com o outro... e nunca mais separarmos,
Vamos viver docemente com o nosso Amor!
Quando dois seres de aparência estranha apareceram na porta da sala, Tony, de três anos de idade, rapidamente pulou de onde sentava-se no chão e correu para a cadeira de sua mãe. Um dos recém-chegados, rindo, disse, – Vem cá Tony e fala o que você pensa de nós. Disse uma voz familiar. – Você não gostou da nossa cara?
Tony deu uma espiada sem sair do lugar. Ele certamente não gostou do jeito como aquelas pessoas pareciam! Vestiam roupas engraçadas e tinham máscaras nos rostos. Um parecia um velho vagabundo engraçado com bigode grosso, óculos escuros e grandes... O outro usava um vestido longo e muitas "joias" coloridas e brilhantes. Tinha cabelo loiro longo e usava uma coroa de papel.
A mãe riu. – Vocês dois fizeram um bom trabalho ao arranjar estas roupas para a festa à fantasia. Ela disse. – Tirem suas máscaras para que Tony veja quem são vocês.
As máscaras, óculos e bigodes foram retirados e Tony viu o próprio irmão Zachary e... Aquilo era sua irmã Megan? Correu para ela e arrancou a peruca loira. – Me conhece agora, não é? Ela perguntou.
Logo Tony também tentava usar as máscaras e a peruca e ria de si mesmo em frente ao espelho. – Festas à fantasia são divertidas! Mal posso esperar até sábado! Declarou Megan. – Eu não vou contar nada pra ninguém porque quem conseguir enganar a todos o tempo todo receberá um prêmio.
O pai das crianças sorriu. – Fico contente que vocês se divirtam com isto. Ele disse, – Mas não usem suas máscaras no dia-a-dia, tá bom? – Quem faria isso? Perguntou Zachary.
– Bem, de certa maneira, muitas pessoas fazem. Seu pai respondeu. – Esses trajes e máscaras me lembram que algumas pessoas continuamente tentam parecer-se com algo que não são. Vão à igreja e dão dinheiro para caridade e fazem muitas outras "boas ações". Querem que as outras pessoas pensem que são Cristãos mas, na verdade, nunca confiaram em Jesus. É como se usassem uma "máscara". Por baixo das máscaras eles têm corações duros.