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Sente, Sente, Sente.
Minha vulva chama-te.
Tua ausência ela reclama.

Mantra, mantra, mantra.
Meu corpo todo canta.
A esperar por tua dança.

Mentes, mentes, mentes.
Se dizes que não queres.
O que teu falo clama.

Tantra, tantra, tantra.
Não há espírito que aguente.
Tanta ausência de repente...

Doente, doente, doente.
Ficarei totalmente exposta.

Se para meus apelos.
Tu não deres respostas.

Sonha, Sonha, sonha.
Com meu corpo em minha cama.
Vem, sente, toca, toma.
meu corpo todo em chamas!

Não sei se saudades tem cor.
Dizem que sim
O que eu sei é que ela tem forma
Tem gosto. Tem cheiro e peso também.
E, acreditem, ela tem asas!
Se não, como nos transportaria
Tantas vezes a lugares
Tão distantes?
E sei ainda que ela se agiganta
Quando mais tentamos
Diminuí-la.
Sei que ela dói de dor
Intensa e sem remédio
Se não fosse ela, não sei se teríamos consciência
Do tamanho da importância
Das pessoas para gente
Porque quando amamos alguém
A saudades já chega por antecipação, sorrateira
Disfarçada de algo que não conseguimos decifrar
É aquela dor fininha
De não sei o que, a angústia boba que nos invade só de imaginar
A separação
E a gente fica meio sem saber
O que fazer
Mas é assim...
É uma dor que gostamos
De sentir, um sabor que
Queremos provar, é algo
Que não sabemos explicar
Mas é quase palpável
É amor disfarçado de muita coisa
São emoções guardadas bem lá no fundo
Saudades... Do que foi
E do que vai ser
Saudades
Que nos acompanha para
Diminuir a solidão
E que nos mostra, sobretudo
Que estamos vivos.
Aprendi ainda que saudades não mata.
É só quase
A gente pensa que vai morrer
Mas sobrevive sempre
Porque ela traz escondidinha nela uma outra coisa
Que chamamos de esperança
Que nos ajuda a caminhar
Porque saudades, como o amor, não é cega
Saudades vê mais além.

Quem nunca passou por um momento difícil? Achar que a felicidade é plena ou que pode existir alegria em 100% da vida, é tentar viver uma mentira. Por mais feliz que uma pessoa seja, alguma dificuldade sempre aparecerá, o que muda na verdade é apenas a forma de olhar para tentar solucionar o problema. Tentar enxergar os momentos mais difíceis como algo passageiro pode ajudar bastante, pois achar alguma solução para algo impossível, certamente é bem mais difícil. O velho conselho de parar e pensar, nessas horas pode ser muito apropriado, se questionar sobre as diversas possibilidades para ultrapassar as dificuldades é um bom começo para mais na frente conseguir superá-los. É preciso viver o momento, conhecer os motivos que o levaram até ele, entender profundamente o que pode ser feito. Fingir que nada está acontecendo não fará o problema desaparecer, muito menos se for transformado em um grande tormento. Nessas ocasiões, ter calma e paciência são os melhores sentimentos, unidos à coragem e confiança que tudo passará, com certeza são os melhores conselhos.

Com a nossa separação, ambos perdemos muito. Eu perdi porque você foi a pessoa que mais amei em minha vida. Você perdeu porque fui a pessoa que mais te amou em toda sua vida. Mas de nós dois, você foi a pessoa que mais perdeu porque eu posso vir a amar outra pessoa como eu te amei e você jamais terá alguém que te amou tanto quanto eu!

Dizem que isto aconteceu em um mosteiro chinês muito tempo atrás.
Um discípulo chegou para seu mestre e perguntou:
– Mestre, por que devemos ler e decorar a Palavra de Deus se nós não conseguimos memorizar tudo e com o tempo acabamos esquecendo? Somos obrigados a constantemente decorar de novo o que já esquecemos.
O mestre não respondeu imediatamente ao seu discípulo. Ele ficou olhando para o horizonte por alguns minutos e depois ordenou ao discípulo:
– Pegue aquele cesto de junco, desça até o riacho, encha o cesto de água e traga até aqui.
O discípulo olhou para o cesto sujo e achou muito estranha a ordem do mestre, mas, mesmo assim, obedeceu. Pegou o cesto, desceu os cem degraus da escadaria do mosteiro até o riacho, encheu o cesto de água e começou a subir de volta. Como o cesto era todo cheio de furos, a água foi escorrendo e quando chegou até o mestre já não restava nada.
O mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo olhou para o cesto vazio e disse, jocosamente:
– Aprendi que cesto de junco não segura água.
O mestre ordenou-lhe que repetisse o processo de novo. Quando o discípulo voltou com o cesto vazio novamente, o mestre perguntou-lhe:
– Então, meu filho, e agora, o que você aprendeu?
O discípulo novamente respondeu com sarcasmo:
– Que cesto furado não segura água.
O mestre, então, continuou ordenando que o discípulo repetisse a tarefa. Depois da décima vez, o discípulo estava desesperadamente exausto de tanto descer e subir as escadarias. Porém, quando o mestre lhe perguntou de novo:
– Então, meu filho, o que você aprendeu?
O discípulo, olhando para dentro do cesto, percebeu admirado:
– O cesto está limpo! Apesar de não segurar a água, a repetição constante de encher o cesto acabou por lavá-lo e deixá-lo limpo.
O mestre, por fim, concluiu:
– Não importa que você não consiga decorar todas as passagens da Bíblia que você lê, o que importa, na verdade, é que no processo a sua mente e a sua vida ficam limpas diante de Deus.