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Amar em silêncio dói. É viver um sentimento que está condenado ao fracasso, muitas vezes sem que ninguém perceba o que vai no nosso coração. É provar de uma paixão envenenada que nos mata aos poucos de desilusão.

Apenas quem ama sem ser amado conhece esse cenário. Criar expectativas na nossa cabeça e interpretar tudo como sendo o sinal. E no final, apenas uma história que nem começou para desfrutar. Um término de algo que nunca existiu.

Mas eu quero você. Não importa de que forma. Eu quero você amigo, cúmplice, namorado, companheiro, marido, pai, irmão, tanto faz. Só quero você comigo. Ao meu lado. Me tornando mais forte, mais feliz, mais eu mesma. Porque, sem você, eu não sei ser nada disso. Sem você eu só sei ser "ninguém".

Aprendi, graças a uma amarga experiência, a única suprema lição: controlar a ira. E do mesmo modo que o calor conservado se transforma em energia, assim a nossa ira controlada pode transformar-se em uma função capaz de mover o mundo. Não é que eu não me ire ou perca o controle. O que eu não dou é campo à ira. Cultivo a paciência e a mansidão e, de uma maneira geral, consigo. Mas quando a ira me assalta, limito-me a controlá-la. Como consigo? É um hábito que cada um deve adquirir e cultivar com uma prática assídua.

Mahatma Gandhi

Suponha o seguinte: você tem um problema na vista e decide ir ao oculista para resolvê-lo. Depois de ouvir rapidamente o seu problema, o médico tira os óculos que ele usa e os entrega a você dizendo: – Use estes óculos. Tenho eles há 10 anos e me ajudaram muito. tenho outro par em casa, por isso pode ficar com estes.
Você experimenta, mas os óculos só pioram seu problema. Você reclama que está horrível, que não consegue ver nada, e o médico responde: – Mas o que há de errado? Para mim estão ótimos. Tente de novo.
Você tenta outra vez, continua vendo tudo embaçado, reclama com o oculista que conclui: – Sabe qual é o seu problema? Pensar positivamente!
Ao que você responde: – Está bem. Positivamente, não enxergo nada!
E o médico retruca: – Você é ingrato! Depois de tudo que fiz por você...
Aí eu pergunto: diante de uma situação dessas, quais são as chances de voltar no mesmo oculista?... Nenhuma, imagino. afinal não dá pra ter confiança em alguém que receita sem um diagnóstico.
Mas, em termos de comunicação, quantas vezes diagnosticamos antes de prescrever? Quantas vezes agimos exatamente igual ao oculista do exemplo?
Todos nós temos uma tendência forte de atropelar os sentimentos das pessoas, de correr para resolver as coisas através de conselhos. Mas, com frequência deixamos de reservar algum tempo para o diagnóstico, para tentar compreender verdadeira e profundamente o problema, antes de mais nada. Ou seja, na tentativa de ajudar, oferecemos a primeira solução que nos vem à cabeça, sem nos importarmos se ela cabe ou não naquele problema.
Se eu fosse resumir em uma frase o princípio isolado mais importante que aprendi no campo das relações interpessoais, diria o seguinte: procure primeiro compreender, depois ser compreendido.

Gostaria muito que você soubesse o que realmente sinto por você. Eu sei que você sabe que a amo, mas o que eu queria mesmo era que você conhecesse toda a vastidão de emoções que desperta no meu coração.

Pensei muito sobre como fazer você entender, pensei realizar grandes gestos, demonstrações especiais de afeto. Mas na verdade não existe como demonstrar um sentimento tão grande, então decidi casar com você, a mulher da minha vida, e todos os dias lhe demonstrar todo o amor que por você arde em meu coração.

Espero estar conseguindo realizar essa tarefa, e que todos os dias você se sinta como uma rainha. E que você jamais duvide da sua importância, de que é a pessoa mais especial para mim!

Não há no universo vida que eu preze mais que a sua, e não houve jamais amor tão grande e eterno como o meu por você. Eu te amo, minha esposa!