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Nossa convivência não prescreve. Já legalizamos o coleguismo. Constitucionalizamos a união. Denunciamos a discórdia, condenamos o desalento. Julgamos o destino e absolvemos a solidariedade. A amizade está transitada em julgado. Ou bem ou mal, ou certo ou errado, nós fizemos direito.

Mas tem que ser você. Só pode ser você.
Porque é teu rosto amassado e todo marcado pelo travesseiro que eu quero ver logo ao acordar, todas as manhãs. Porque é do brilho do teu sorriso que eu preciso pra esquecer de todas as ruindades do mundo. Porque é o toque das tuas mãos que me faz arrepiar por inteira. Porque é o teu beijo que eu desejo 24 horas por dia, com hora extra.
Porque é só no calor do teu corpo que eu me aqueço. Porque é nos teus olhos que eu consigo enxergar tudo que existe de mais bonito. Porque é no som da tua risada que eu encontro a minha música predileta. Porque é no barulho da tua respiração funda que eu descubro o melhor dos sons. Porque é no timbre da tua voz que eu reconheço a melhor melodia.
Porque é no teu corpo que se encontram os meus desejos mais ocultos. Porque são os teus lábios que atraem os meus instintos mais sacanas. Porque só em você eu consigo encontrar uma razão pra ser feliz. Porque só você me conhece do avesso e mesmo assim me aceita com toda tua compreensão. Porque só você me entende quando nem eu mesma sou capaz disso.
Porque você me dá todo o teu amor e recebe o meu. Porque você foi feito só pra mim e eu fui feita só pra você. Porque eu te amo e pra sempre eu vou te amar.

Uma família de cinco pessoas estava passeando um dia na praia.
As crianças estavam tomando banho de mar e fazendo castelos na areia, quando, ao longe, apareceu uma velhinha.
Seu cabelo grisalho esvoaçava ao vento e suas roupas eram sujas e esfarrapadas. Resmungava qualquer coisa, enquanto apanhava coisas da praia e as colocava em um saco.
Os pais chamaram as crianças e lhes disseram para ficar longe da velha.
Quando esta passou, curvando-se de vez em quando para apanhar coisas, sorriu para a família, mas seu cumprimento não foi correspondido.
Muitas semanas mais tarde, souberam que a velhinha dedicara a vida à cruzada de apanhar caquinhos de vidro da praia para que as crianças não cortassem os pés.
Em nossas vidas é assim... Algumas pessoas passam a vida inteira nos protegendo sem que saibamos... Em troca nem bom dia... Quanto mais um obrigado.

Difícil é amar uma pessoa e não ser correspondido, existem pessoas com as quais nos deparamos em nossas vidas, e passam imediatamente serem essenciais, únicas pelo seu jeito de ser, ou por um simples olhar que de alguma forma foi marcante.
Alguns chamam de amor platônico outros de bobagem, mais os sábios diriam que um amor incompreendido é elemento fundamental na vida de todo mundo, fundamental, por que a partir dessa entrega que damos para alguém, percebemos que algumas coisas temos que mudar.
Um amor em que se dá e não recebe não é mérito de um ou dois, depois de sofrer aprendemos o quanto erramos e de alguma forma algo muda, para alguns essa transformação é mais demorada.
Mas para todos a mudança é essencial, se transferirmos todo o sentimento de entrega para outra pessoa a felicidade será muito maior.
Desde que não cometamos os mesmos erros, isso se chama aprendizagem.
Viver um amor incompreendido sempre ficará em nossa mente, talvez seria bom, talvez ela ou ele me fizesse mais feliz.
O maior aprendizado de quem viveu um amor assim é que para ser feliz é preciso viver a ocasião, o momento "agora". Se algo é expectativa se é bom ou não é melhor escolher o certo.

Um discípulo que amava e admirava o mestre, resolveu observá-lo em todos os detalhes, acreditando que ao fazer o que ele fazia, iria também adquirir a sua sabedoria. O mestre só usava roupas brancas, e o discípulo passou a vestir-se da mesma maneira.
O mestre era vegetariano, e o discípulo deixou de comer qualquer tipo de carne, substituindo sua alimentação por ervas. O mestre era um homem austero, e o discípulo resolveu dedicar-se ao sacrifício, passando a dormir numa cama de palha.
Passado algum tempo, o mestre notou a mudança de comportamento de seu discípulo, e foi ver o que estava acontecendo. – Estou subindo os degraus da iniciação – foi à resposta
- O branco de minha roupa mostra a simplicidade da busca, alimentação vegetariana purifica o meu corpo, e a falta de conforto faz com que eu pense apenas nas coisas espirituais. Sorrindo, o mestre o levou até um campo onde um cavalo pastava.
- Você passou este tempo olhando apenas para fora, quando isso é o que menos importa – disse. Está vendo aquele animal ali? Ele tem a pele branca, come apenas ervas, e dorme num celeiro com palha no chão.
Você acha que ele tem cara de santo, ou chegará algum dia a ser um verdadeiro mestre?