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Outras Mensagens

1- Faz a gente se sentir bem.
2- Acaba com a solidão.
3- Retarda o envelhecimento.
4- Abre passagem para o sentimento.
5- Ajuda a controlar o apetite. Comemos menos quando estamos bem alimentados com abraços e quando nossos braços estão ocupados, enlaçados em volta de outros.
6- Faz a gente superar o medo.
7- Alivia a tensão.
8- Combate a insônia.
9- Mantêm em forma os músculos dos braços e dos ombros.
10- É democrático: todo mundo tem direito a um abraço!
11- É ecologicamente benéfico, não tumultua o meio ambiente.
12- É portátil.
13-Torna os dias mais felizes.
14- Torna viáveis os dias impossíveis.
15- Preenche espaços vazios em nossas vidas.
16- Não requer equipamento especial.
17- Do ponto de vista energético é eficiente e economia calor.
18- Não exige ambientação especial: qualquer lugar é ótimo para um abraço!
19- Constrói a autoestima.
20- Propicia exercícios de flexão se você é alto.
21- Continua trazendo benefícios mesmo depois de desfeitos.
Aquele abraço da amiga...

Era um pequeno menino que visita seus avós na fazenda. Lhe foi dado uma espingarda de chumbinho para brincar, do lado de fora, nas árvores. Praticou nas árvores, mas nunca poderia atingir um alvo de verdade. Desanimado, ele voltou pra casa, para o almoço.
Enquanto andava, viu o pato de estimação da vovó. Em um impulso, mirou na cabeça do pato e o matou. Ficou chocado e aflito. Em pânico, escondeu o pato inerte na pilha de lenha. Então descobriu que sua irmã lhe observava. Sally tinha visto tudo, mas não disse nada.
Após o almoço daquele dia, vovó disse, - Sally, me ajude a lavar os pratos.
Mas Sally respondeu, - Vovó, Johnny disse-me que quer ajudar hoje na cozinha, não é Johnny?
E então lhe sussurrou, - Lembra-se do pato?
Assim Johnny ajudou com os pratos.
Mais tarde, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar, e vovó disse, - Sinto muito, mas eu preciso que Sally me ajude.
Mas Sally sorriu e disse, - Bem, isso não é problema porque Johnny me disse que queria ajudar.
E sussurrou outra vez, - Lembra-se do pato?
Sally foi pescar e Johnny ficou.
Após alguns dias com Johnny fazendo o seu trabalho e o de Sally, finalmente não poderia esperar mais. Foi até a vovó e confessou que matara o pato. Ela ajoelhou-se, deu-lhe um abraço e disse - Querido, eu sei. Eu estava na janela e vi a coisa toda. Mas porque eu te amo, eu o perdoei.
E ela continuou, - E também porque eu te amo, eu queria ver por quanto tempo você deixaria que o medo e a mentira, fariam com que você deixasse Sally fazer de você o seu escravo.

Smilinguido caminhava feliz, carregando uma pesada frutinha silvestre para o formigueiro. De repente apareceu no meio do caminho, uma "coisa" grande, que lhe fechava a passagem. Como todas as formigas, porém, Smilinguido poderia superar aquele obstáculo, apenas subindo e passando por cima dele. Mas quando ele começou a tentar "escalar" a pata da enorme anta, ela sentiu os seus passinhos de formiga, reagiu às cócegas e, sacudindo a pata com força, derrubou-o no chão.
- Ui! ah...Olá, dona Anta! Será que a senhora poderia fazer o favor de levantar a sua pata um instantinho ? Assim eu poderei levar esta frutinha para o formigueiro sem me cansar nem lhe fazer cócegas.
- Que audácia! Olha só o seu tamanho! Um minúsculo bichinho como você ainda tem coragem de me mandar sair do meu lugar?
- Eu estou vendo que a senhora é grande e forte, dona Anta. Mas também estou vendo que perto desta árvore, fica bem pequenininha.

A anta virou-se e viu que ali estava, de fato, uma enorme árvore. Perto dela, sentiu-se como uma formiguinha.
- Puxa, é mesmo...
Smilinguido, todo entusiasmado, falou:
- Eu posso chegar até lá em cima! E além disso, sou capaz de carregar uma frutinha que é 3 vezes mais pesada do que eu! Sabe, dona Anta, para o nosso Criador somos importantes da mesma forma! Ele não me deu tamanho, mas capacidade para fazer o que os grandes animais não podem! Ao ouvir essas palavras, a anta ficou muito pensativa, tirou sua pata do caminho e deixou Smilinguido passar. E lá se foi Smilinguido levar sua frutinha ao formigueiro, enquanto a anta olhava para a grande árvore e pensava no Criador.

A ceita você como você é.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer oi.
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que os outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
J amais o julga, esteja você certo ou errado.
L ivra-o da solidão.
M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
N unca o deixa em abandono.
O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
P erdoa e compreende suas falhas humanas.
Q uer vê-lo sempre feliz.
R i com você e chora quando você chora.
S empre se faz presente nos momentos de aflição.
T oma suas dores e evita que o maltratem.
U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
V ence o inimigo invencível junto com você.
X inga e briga por você.
Z ela, enfim, pela jóia que você representa.

Se pesos de areia caírem sobre mim. Se lençóis de cimento, protegerem meu corpo. Lembra-te! Não morri, estou vivendo cada vez mais. Se abrires a porta do meu quarto e a cama estiver vazia, deita-te, estarei ao teu lado. Não morri estou vivendo cada vez mais. Se estiveres triste, lembra-te dos meus sorrisos. Se sentires solidão, lembra-te da minha voz. Se sentires tédio, lembra-te dos meus carinhos. Se quiseres chorar, chores enxugarei tuas lagrimas com as mãos invisíveis que tenho agora. Não morri, estou vivendo cada vez mais. Se chamares por mim, te ouvirei. Se quiseres me ver, olha-me, no velho retrato que guardas no álbum de recordações. Para sentir-me, abraça-te ao travesseiro que outrora me adormeceu. Ele tem o perfume das rosas, a maciez das plumas e o aconchego da paz. Se por acaso quiseres esquecer-me, lembre-te apenas não morri, passei pela vida que fica para todos. Mesmo passando, lembra-te que fico, para ti serei eterno