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Sei que não lembra mais de mim. Que já me esquecera, eu não queria senti-la mais! Não posso dominar esta saudade! Esta dor, esta tristeza que invade meu peito. Sei que esta saudade não vai passar... Quero te procurar mais não posso... Pois despreza-me, o meu sentimento, o meu amor, ou minha amizade. Tenho que superar, te deletar te excluir da minha vida do meu coração Que tende a teimar a te esperar. não vejo mais seu rosto seu corpo me esquecera de vez! Sei que estais nos braços de outro amor... Que vou fazer? Se não consigo te esquecer! Se meu coração não entende, esta saudade aumenta E como eu iria saber! Que sentiria tanta falta de VOCÊ?

Um menino vivia com sua avó quando sua casa incendiou-se. A avó, tentando alcançar o andar superior para salvar o menino, morreu nas chamas. Os gritos do menino por ajuda finalmente foram respondidos por um homem que subiu por um cano de esgoto de ferro e voltou para baixo com o menino pendurado ao seu pescoço.
Várias semanas mais tarde, uma audiência pública foi realizada para determinar quem receberia a custódia da criança. Um fazendeiro, um professor e um cidadão bem sucedido do povoado apresentaram suas razões pelas quais sentiam que deveriam ser escolhidos para dar um lar ao menino.
Enquanto conversavam, os olhos do menino permaneciam fixos no chão. Então, um estranho avançou e lentamente tirou as mãos dos bolsos, revelando terríveis cicatrizes nelas.
Enquanto a multidão assistia, o menino chorou em reconhecimento. Aquele era o homem que tinha salvado sua vida. Suas mãos tinham sido queimadas quando subiu o cano quente. Com um salto o menino jogou seus braços em torno do pescoço do homem.
Os outros homens silenciosamente saíram, deixando o menino com seu salvador. Aquelas mãos danificadas tinham encerrado o assunto.
Este relato é bom para nos fazer lembrar que há alguém cujo corpo teve as mãos terrivelmente feridas por pregos numa missão de salvamento. É este alguém que, acima de qualquer interesse, merece ter a nossa custódia e por nossa própria e espontânea vontade.

Parabéns! Hoje é seu dia; seu grande dia! O dia em que tudo é permitido, tolerado. Tenha um feliz aniversário, meu amigo! Gostaria que meu presente para você fosse encurtar a distância que nos separa.

É que estamos longe demais, contudo tenho certeza que nossa amizade vai perdurar sempre e independentemente de qualquer coisa. E isso é que realmente importa. Aproveite seu dia, meu bom amigo! Até breve.

Muitas vezes achamos que a tristeza invadiu a nossa vida como se nunca mais tivesse a pretensão de sair, mas se não lutarmos contra isso, ela realmente tem o poder de permanecer por muito tempo. Nós temos a decisão de como enfrentaremos nossos medos, nossas angústias e por quanto tempo esses sentimentos estarão ativos.

Não há mal em ficar triste quando passamos por algum problema, é até muito importante liberarmos aqueles sentimentos que ficam escondidos lá dentro, mas para diminuir a estadia da tristeza, a primeira ação que deve ser feita é pelo menos tentar ser otimista com relação ao problema. Por mais que a solução esperada não aconteça tão rápido quanto imaginava, o tempo que ficou pensando positivamente no mínimo levará para longe aquela tristeza.

Não se martirize pelo que ficou no passado, já aconteceu e não há como voltar atrás, a única solução está em arranjar formas de ultrapassá-lo, e não permanecendo no sofrimento. Não acontecerá nada de positivo se continuar pensando através do pessimismo e da negatividade. Deixe a fraqueza de lado e seja otimista, pois o mínimo que pode acontecer são os bons sentimentos começarem a fazer parte da sua vida.

Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.

Immanuel Kant