Quem sabe o tempo seja meu consolador E me console quando só me encontro.
Vivo de fotografias e canções, Que volta e meia me trazem você...
Distância triste Que deixa molhado meu rosto assustado.
Distância covarde Que consegue me vencer E fazer-me voltar a sentir tamanha Saudade do meu amor...
Amor, Nem o tempo, nem mesmo esta distância Que faz chorar meu coração, É capaz de fazer-me deixar no esquecimento Aquele rosto lindo que tão feliz me fez E até agora me faz sonhar.
Mato a saudade nos sonhos Que juntos felizes estávamos, Mas somente sonhar não me satisfaz.
Preciso de você, Não suporto mais ficar distante Daquele que chamo de meu grande amor.
Necessito dos seus beijos, e do calor do seu corpo, Que sabe como me acalmar, Das suas palavras que conseguem me consolar Quando triste por viver estou.
Amor volte, Pois não sei amar esta distância.
Preciso de você, Muito mais que por um instante.
É bom ter você ao meu lado. É bom saber que você existe para mim, que eu existo para você e que nós existimos para o nosso amor.
Um dos grandes problemas que encontramos em nossas amizades é que quando uma pessoa se mostra muito amiga, nós logo ficamos perguntando a nós mesmos: O que será que ela quer de mim? Muitas das amizades têm segundas intenções, pois apenas querem se favorecer de alguma coisa.
Em seu egoísmo, as pessoas procuram tirar vantagens umas das outras.
São muitas às vezes em que ficamos desiludidos, vendo um amigo se afastar depois que não pode mais tirar proveito da gente.
Esta situação só irá melhorar quando nós e nossos amigos tivermos experimentado uma renovação em nossos corações.
No momento em que nós experimentarmos o amor de Deus em nossas vidas, receberemos dele forças para amar.
Esta força vem da fé em Jesus.
Ele, o nosso melhor amigo, deu a sua vida por nós.
Nada quis em troca, o fez porque nos ama. Ele é a ajuda que você e seus amigos precisam.
Nunca imaginei que um dia acumularia tanta mágoa, sua atitude foi muito além que poderia ter suportado. Não tenho ideia como serão as nossas vidas daqui para frente, mas de uma coisa eu tenho certeza, preciso urgentemente desabafar tudo que está aqui dentro guardado.
Desde aquele momento, não consigo sentir um segundo de paz na minha vida, a mágoa e a tristeza me possuíram completamente, de uma forma tão devastadora que não sei quando serei capaz de sorrir novamente.
Mas apesar de tudo isso, gostaria muito de ouvir a sua versão do acontecimento e os motivos que te levaram a dizer tudo aquilo, e quem sabe assim, pôr um ponto final nessa história que só me trouxe sofrimento.
Sua presença sempre foi muito especial na minha vida, talvez por isso a dor seja ainda maior e angústia parece ser infinita. Prefiro acreditar que ainda exista uma possibilidade de ter tudo resolvido, mas imagino que estas palavras possam não ser muito bem vindas, mas infelizmente a única coisa que consigo externar é como estou me sentindo depois do que aconteceu.
Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado. Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse, – Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu, – Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha! – Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. – Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar? Todos temos pedras a mover, e precisamos ir diretamente ao nosso Pai para conseguir que o trabalho seja feito!