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O verdadeiro amor como qualquer outra droga forte que cause dependência, não tem graça. Assim que a fase do encontro e descoberta se encerra, os beijos se tornam surrados e as carícias cansativas... exceto, é claro, para aqueles que compartilham os beijos, que dão e recebem as carícias enquanto cada som e cada cor do mundo parecem se aprofundar e brilhar em volta deles.
Como acontece com qualquer outra droga forte, o primeiro amor verdadeiro só é realmente interessante para aqueles que se tornam seus prisioneiros. E como acontece com qualquer outra droga forte que cause dependência, o primeiro amor verdadeiro é perigoso. Os que estão sob o domínio de uma droga forte - heroína, erva-do-diabo, verdadeiro amor - frequentemente se veem tentando manter um precário equilíbrio entre discrição e êxtase, enquanto avançam na corda bamba de suas vidas. Manter o equilíbrio numa corda bamba é difícil até mesmo no estado mais sóbrio; fazer isso num estado de delírio é praticamente impossível. A longo prazo, é completamente impossível.

Stephen King

De repente, deu vontade de um abraço... Uma vontade de entrelaço, de proximidade... de amizade, sei lá !
Talvez um aconchego amigo e meigo, que enfatize a vida e amenize as dores... Que fale sobre os amores, seja afetuoso e ao mesmo tempo forte... Deu vontade, de poder ter saudade de um abraço.
Um abraço que eternize o tempo e preencha todo o espaço. Mas que faça lembrar do carinho, que surge devagarzinho, na magia da união dos corpos, das auras, sei lá! Lembrar do calor das mãos, acariciando as costas, a dizerem:
- Estou aqui !
Lembrar do enlaçar dos braços, envolventes e seguros, afirmando:
– Estou com você !
Lembrar da transfusão de força, ou até da suavidade do momento, sei lá.
Então, pensei em como chamar esse abraço: abraço poesia, abraço força, abraço união, abraço suavidade, abraço consolo e compreensão, abraço segurança e justiça, abraço verdade, abraço cumplicidade ?
Mas o que importa é a magia desse abraço, a fusão de energias que harmoniza, integra o todo e se traduz no cosmos, no tempo e no espaço... Só sei que agora, deu vontade desse abraço.
Um abraço que desate os nós, transformando-os em envolventes laços... Que sirva de "colo", afastando toda e qualquer angústia... Que desperte a lágrima de alegria e acalme o coração... Um abraço que traduza a amizade, o amor e a emoção.
E para um abraço assim, só consegui pensar em você.
Nessa sua energia, nessa sua sensibilidade, que sabe entender o porque dessa minha vontade. Pois então:
– Dá logo esse abraço!

Poderia dar-te um pouco de mim mesma quando penso que, dentro da noite, teus passos solitários não te levam ao lugares em que gostarias de estar...
Poderia dar-te um pouco de mim mesma quando lembro a amargura com que esperas um carinho e a ansiedade com que buscas dentro da noite uma voz, que diga aos teus ouvidos as palavras que gostarias de ouvir...
Homem que passas na noite comprida sem destino e sem ninguém...
Eu, que conheço a quietude de todos os silêncios, a angústia de todas as esperas a saturação de todas as noites solitárias como desertos infinitos...
Eu saberia compreender-te. Poderia fazer tuas horas menos vazias, menos triste.
Mas para isso seria preciso que alcançasses a carícias do meu gesto de ternura, seria preciso que soltasses ao vento os teus sentidos e de teus desejos fizesses uma esteira de luz no infinito...
Ah! Se pudesses atingir por sobre o pó e a escuridão de todas as estradas as fronteiras do universo, eu te asseguro que te daria um pouco de mim mesma e ficaria junto de ti sempre pelos caminhos sem fim da eternidade !

O céu estava claro, A lua quase dourada... Ali no campo, eu e ela, E não se via mais nada! A pele suave, As ancas expostas, E eu tocando de leve O macio de suas costas... Não sabendo começar, Olhei o corpo esguio. Decidi por as mãos Sobre seu peito macio... Eu sentia medo! Meu coração forte batia, Enquanto ela bem lentamente, As firmes pernas abria... Vitória! Eu consegui! Tudo então melhorou... Pelo menos desta vez, O líquido branco jorrou! Finalmente tudo acabou, Mas quase que eu saio de maca. Foi assim a primeira vez...
Que eu tirei leite de uma vaca!
Você pensou que fosse o quê?

Eu queria lhe dar um lindo presente, mas infelizmente nada encontrei.
E o que era de mais puro e de mais bonito pelo infinito eu procurei.
Uma joia é uma coisa fria que todos os dias pode-se ganhar.
Pensei numa flor, pois lhe agradaria, eu tenho certeza.
Mas não lhe dei pois bem sei que em você existe mais beleza.
E o meu desejo de lhe dar um presente subiu ao céu numa forma de prece e, lá em cima,
procurei encontrei o que de mais lindo no céu houvesse.
Como resposta à minha oração um anjo afirmou-me com convicção que a coisa mais linda lá no Paraíso era uma cópia do teu sorriso.