Desde cedo aprendi a investir.
Meu pai foi o maior investidor que já conheci, trabalhava em uma Banco e investir era parte dos negócios.
Meu primeiro presente foi um cofrinho, ali depositava todas as minhas economias. Mas, logo percebi que "economia" parada não gera lucro.
Foi então que comecei aprender as tais lições de investimento, e elas perduraram por toda vida.
O tempo passou, meu pai já não se encontra entre nós, mas suas lições continuam a render-me juros...
Eis aqui suas instruções, siga-as ao pé da letra e você também verá seus rendimentos crescerem até não parar mais.
"Economia " é coisa séria não dá pra aplicar em qualquer lugar, portanto, aí vai a primeira dica: Cuidado em quem você investe as suas. Se aplicar uma moeda por dia com o tempo terás uma montanha delas. Mas, aviso, investimento leva tempo é preciso ser paciente só então começarás a colher os primeiros frutos (leia-se dividendos).
Ah! já ia me esquecendo, a aplicação deve ser diária.
Ao longo do tempo perceberás que tuas minguadas "economias" cresceram a alturas astronômicas, caso isto não ocorra é porque não seguistes os conselhos direito, volte e tente tudo de novo.
Agora, vamos a lição mais importante: Se você investiu uma moeda do seu... Tempo, Paciência, Cuidado, Carinho, Atenção, Perdão... E outras moedas similares... Com ao menos uma pessoa a cada dia, terás ao menos um amigo verdadeiro, para cada moeda investida.
E, esta é a benção (ou dividendos) que tem mais valor... (O Pote de ouro no fim do arco-íris)
Palavras de um velho e sábio amigo: MEU PAI!
Busca-me e completa-me...
Faça de mim sua morada.
Venha de longe...
Venha de perto.
Traga amor a este corpo só...
Mas venha quente, que eu preciso de calor..
Traga consigo, muito amor...
Venha sedento, traga paixão...
Venha correndo, que estou afoita...
Traga desejo e sedução...
Ah! Como é linda a amizade
Principal fruto da felicidade
Nasce como uma criança
Cheia de pureza e firmeza
E juntos entramos nessa dança
Consequência simples da natureza
E assim dançamos até a eternidade
Entre a alegria e a saudade
E, de repente, sem querer, a vida lança
Momentos de dor e de tristeza
E ficamos somente na esperança
Longe do encanto e da beleza
Por isso, escolha bem o seu caminho
A vida muda a cada momento
Nunca, jamais caminhes sozinho
Na dúvida mantenha-te atento
Pois em face de tanto perigo
Não quero perder-te, meu amigo!
Viver sem você é como querer viver sem respirar, é como querer acordar de manhã e não ver o sol, é como querer parar a chuva, é como querer que o mundo não gire mais, pois viver sem você não é viver.
Eu quero você para todo sempre, meu amor, porque toda vez que você está ao meu lado me sinto muito feliz e realizada. Quando estou com você eu não preciso de mais nada, pois você já me dá tudo que eu quero e preciso. Amo você!
Na França, um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que, compenetrado lia o seu livro de ciências. O senhor por sua vez lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim. – disse o senhor – Mas não é um livro de crendices, é a Palavra de Deus. Estou errado?
Com uma risadinha sarcástica respondeu: - Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. E veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, fez o favor de mostrar a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda creem nessa história de que Deus criou o mundo em seis dias.
O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre que os cientistas dizem sobre isso.
- É mesmo? – perguntou o velho cristão – E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, – respondeu o universitário – agora eu vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.
O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó, e deu seu cartão ao universitário.
Quando o jovem leu o que estava escrito abaixou a cabeça, e saiu cabisbaixo. O cartão dizia: "Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris".
Isso aconteceu em 1892.