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Tenha um dia muito feliz, querido avô! Gostava de estar junto de você, mas estamos separados pela distância. Na verdade, é só isso que nos separa, que nos impede de sentir o calor um do outro, de dar aquele abraço tão desejado.

Tudo o resto nós possuímos: a convivência, seus ensinamentos tão preciosos e toda a esperança que você tão bem me transmite. Confesso que sinto saudade! Assumo que sinto sua falta intensamente. Mas sei que você está bem e que nada nos mantém longe. Feliz Dia dos Avós!

Choro por que sei que também choras,
e que não posso estar ai para consola-lo para enxugar de teus lindos olhos
Essa lágrima que brota do coração junta suas lágrimas e as minhas e que a força de nosso choro
Seja bastante forte para unir e mata nossa saudade

Se você quer ter uma orientação divina em sua vida, dê o primeiro passo. Parta em busca de Deus para que Ele permaneça a seu lado e lhe diga o caminho a seguir. Não existe ninguém mais habilitado para o fazer.

Com o Criador por perto, você nunca sentirá que está perdido. Confie nele e verá que tudo à sua volta fará mais sentido.

Hoje é seu dia! As pessoas inesquecíveis nunca desaparecem. Você, meu sogro, é alguém que jamais vai embora. Infelizmente seu corpo partiu! Uma parte de você se foi, contudo o mais importante continua presente.

As memórias são o melhor que existe. É nas lembranças que vivem os quem amamos e os que nos amam. É aí que você vive. Você é todos os imortais! Até um dia, meu sogro!

Duas coisas enchem a alma de admiração e de respeito sempre renovados e que aumentam à medida que o pensamento mais vezes se concentra nelas: acima de nós, o céu estrelado; no nosso íntimo, a lei moral. Não é necessário buscá-las e adivinhá-las como se estivessem ofuscadas por nuvens ou situadas em região inacessível, para além do meu horizonte; vejo-as ante mim e relaciono-as imediatamente com a consciência da minha existência. A primeira, a partir do lugar que ocupo no mundo exterior, estende a relação do meu ser com as coisas sensíveis a todo esse imenso espaço onde os mundos se sucedem aos mundos e os sistemas aos sistemas e a toda a duração ilimitada dos seus movimentos periódicos. A segunda parte do meu invisível eu, da minha personalidade e do meu posto num mundo que possui a verdadeira infinitude, mas no qual o entendimento mal pode penetrar e ao qual reconheço estar vinculado por uma relação não apenas contingente, mas universal e necessária (relação que também alargo a todos esses mundos visíveis).
Numa, a visão de uma infinidade de mundos quase aniquila a minha importância, na medida em que me considero uma criatura animal que, depois de ter (não se sabe como) gozado a vida durante um breve lapso de tempo, deve devolver a matéria de que é formada ao planeta em que vive e que não é mais do que um ponto no universo. Pelo contrário, a outra ergue infinitamente o meu valor como inteligência, mediante a minha personalidade, na qual a lei moral me revela uma vida independente da animalidade e até de todo o mundo sensível, pelo menos na medida em que podemos julgá-lo pelo destino que esta lei consigna à minha existência, e que, em vez de ser limitada às condições e aos limites desta vida, se alarga até ao infinito.

Immanuel Kant