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Palmas para os homens, que conseguem iludir, enganar e trair.
Que conseguem fazer você se apaixonar, pra depois te largar.
Que diz eu amo você e em menos de uma semana já te esquece.
Para aqueles que dizem que pra eles só existe você, mas descobre que existe você e mais um milhão de outras.
Que quando está na sua presença, não consegue disfarçar e tem que olhar pro rabo de outra mulher.
Para aqueles que pensam que todas são babacas.
Para aqueles que dão em cima de você e da sua amiga.
Para aqueles que te deixam com papel de otária.
Para os fracos que não resistem e caem em tentação.
Porém, nós mulheres somos excepcionais, não broxamos, não ficamos carecas. Temos um dia internacional. Podemos sentar de pernas cruzadas, porque não dói. Podemos usar tanto rosa quanto azul. Temos prioridades em boates ou em qualquer outro lugar.
A idade não atrapalha no nosso desempenho sexual. Se somos traídas somos vítimas, se traímos eles são cornos. Sempre sabemos que o filho é nosso. Não pagamos a conta, no máximo rachamos.
Podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas. Mulher de embaixador é embaixatriz, homem de embaixatriz não é nada. Nós saímos pra curtir e não pra pegar, isso é só uma consequência. E por último, fazemos tudo que um homem pode fazer, só que com um detalhe: de salto alto. Um brinde às mulheres!

Quando a amizade é verdadeira e está construída nos valores do altruísmo e da confiança, ela será eterna, e pouco importa a distância que venha a separar as pessoas que componham essa amizade.

Assim, eu sei que nossa amizade jamais será abalada por qualquer distância, pois ela é mais forte que todos os quilômetros do mundo, e a tudo irá sobreviver. Podemos ficar anos sem nos vermos, pois tenho certeza que quando nos voltarmos a encontrar tudo estará igual.

Meu sentimento de amizade por você é eterno e indestrutível. Te adoro!

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isso: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar.
Vê, não vendo.
Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia sem ver.
Parece fácil, mas não é.
O que nos é familiar já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.
De tanto ver, você não vê.

Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo porteiro.
Dava-lhe "bom dia" e, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia, o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara, sua voz, como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu.
Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se um dia, no seu lugar estivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser que ninguém desse por sua ausência.

O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.
Mas, há sempre o que ver: gente, coisas, bichos.
E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que um adulto não vê, pois tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo.

O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho, marido que nunca viu a própria mulher.

Isso exige muito. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia.
É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

O sucesso no trabalho, na escola, na realização das metas é fundamental para a qualidade de vida. Mas a fama que acompanha o sucesso não produz a felicidade! A fama produz aplausos, mas não a alegria. Produz o assédio, mas não elimina a solidão.

A fama pode se tornar uma armadilha para uma vida feliz, pois evapora a simplicidade, esmaga a sensibilidade, invade a privacidade. Há muitos famosos tristes e deprimidos. Lute pelo sucesso e não pela fama. Se a fama vier, dê pouca importância a ela.

Augusto Cury

Não me procures, Mãe, sob o jazigo.
Que recobres de joias e açucenas!...
Fita o campo das lágrimas terrenas,
Levanta-te da lousa e vem comigo.

Aqui, chora a viuvez amargas penas,
Ali, geme a orfandade ao desabrigo,
Ergamos para a dor um pouso amigo
E as nossas dores ficarão pequenas!...

Transformemos o luxo, Mãe querida,
Em consolo, agasalho, pão e vida,
Na inspiração do bem que nos governa!...

E seguiremos juntos, dia-a-dia,
Convertendo a saudade escura e fria
Em bendito calor de luz eterna.