Sejam bem vindos, ávidos alunos! Espero que todos estejam com as energias no ponto certo para juntos apreendermos tudo que é realmente importante. E para que compartilhemos pedaços do que somos, pois só assim acabamos por crescer, por evoluir!
Contem comigo para tudo que precisares e nunca esqueçam que todos temos um papel na sala de aula. Eu e vocês somos iguais!
Você sabe que eu te amo,
Amor, mas você não me deixa,
Você sabe que eu te amo,
Amor, mas você não me deixa.
Toda manhã eu levanto, e dou um gole no meu copo;
Meus olhos ficam vermelhos, ninguém para me ouvir.
Mais uma coisa que gostaria de dizer aqui,
Amor, mas você não me deixa.
Mais uma coisa que gostaria de dizer aqui,
Amor, mas você não me deixa.
Eu gostaria de dizer: amor, você é tão boa:
Eu gostaria de fazer a mesma coisa duas vezes, yeah!
Amor, você é tão boa.
Eu gostaria de fazer a mesma coisa duas vezes.
Eu te amo tanto, tanto
Amo você - amo você, amor, tanto.
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah, yeah,
Eu moro no bosque sozinho;
Eu preciso da sua (companhia) companhia.
Amor! Bosque sozinho!
Eu preciso da sua companhia, yeah!
Toda manhã eu levanto, e dou um gole no meu copo;
Meus olhos ficam vermelhos, ninguém para me ouvir.
Gostaria de dizer mais uma coisa aqui,
Amor, mas você não me deixa, yeah!
Mais uma coisa que gostaria de dizer aqui,
Amor, mas você não me deixa.
Eu gostaria de dizer: amor, você é tão boa:
Faça o mesmo duas vezes, yeah!
Amor, você é tão boa;
Eu gostaria de fazer o mesmo duas vezes;
Eu te amo, amor, tanto.
Bob Marley
Um grupo de rapazes e moças resolve fazer uma viagem turística rumo à cálida Flórida, deixando a região fumarenta de Nova Iorque. Meteram-se no ônibus, sempre muito alegres e extrovertidos.
Todavia, no ônibus viajava um cidadão sempre macambúzio e voltado para dentro de si próprio. Esquivo, não aceitava abrir conversa com ninguém. Não só calado, mas profundamente triste, contrastando com a alacridade juvenil do ambiente. Mordiscava os próprios lábios e parecia em cogitações estranhas.
Uma jovem do grupo, no entanto, conseguiu se aproximar dele e teve ensejo de formular lhe algumas perguntas que todos desejariam fazer, sem que tivessem coragem.
_ Qual é o seu nome?
_ Vingo.
_ Que nome interessante. Você é casado?
_ Não sei se sou casado.
_ E como pode ser isto?
_ Estou saindo de uma penitenciária. Da prisão, escrevi para a minha mulher dizendo que estaria ausente muito tempo e que, se ela não aguentasse, se os nossos filhos começassem a fazer perguntas e isto lhe fosse muito doloroso, me esquecesse. Eu compreenderia. "Arranje outro homem e não precisa escrever mais", disse à ela. E, de fato, ela nunca mais me escreveu.
_ E você está voltando para casa?
_ Isso mesmo. Quando, na semana passada, me concederam livramento condicional, escrevi à minha mulher de novo. Existe, na entrada da cidade onde morávamos, um grande carvalho. Se ela ainda me quisesse de volta, deveria amarrar um lenço verde à árvore. Se, pelo contrário, não me desejasse mais, não amarrasse lenço algum.
_ Meu Deus! – exclamou a jovem, comovida.
As moças e os rapazes ficaram todos sabendo da estória. O ônibus começou a se aproximar da cidade. Todos olhavam pela janela. Por fim, surgiu o frondoso carvalho. Vingo parecia petrificado. De repente, levantou-se e os seus olhos brilharam.
O carvalho parecia uma árvore de Natal. Havia nele 20 ou 30 lenços verdes. Era uma mensagem extraordinária de boas vindas. Moças e rapazes se puseram a gritar, chorar e dançar dentro do ônibus. E Vingo desceu e foi ao encontro do amor e da vida.
Deves imaginar o quanto é difícil para mim escrever este bilhetinho, principalmente porque vou começar por pedir-te desculpas. Talvez tenhas razão: tenho sido um tanto exagerada, talvez esteja a exigir muito a tua atenção e "implicar com banalidades".
Então, na verdade, o que eu gostaria de propor-te é que parássemos de discutir tanto, que procurássemos uma trégua e tentássemos voltar aos nossos belos e bons tempos, quando apenas o amor, o carinho e o desejo afloravam na nossa pele.
Sabes o quanto és amado por mim? Acho que nem fazes ideia... e é por isso que eu desejo voltar a ser tua, plenamente, assim como quero que te entregues plenamente a mim, como já aconteceu (e num passado nem tão remoto!).
Acho que tens razão, que talvez eu ande a exagerar nas cobranças que te faço, e assim prometo tentar controlar-me um bocado e, antes que eu te perca, antes que seja obrigada a habituar-me à tua dolorosa ausência, proponho-me seduzir-te novamente, adotar uma nova postura, a começar por esta mensagem, onde eu confesso esses meus pequenos erros e fraquezas, que só ocorrem devido ao grande amor que eu sinto por ti.
Meu querido, vamos voltar àquelas maravilhosas épocas em que tudo o que importava eram as reações dos nossos corpos, a excitação que me causava cada um dos teus toques, o desvelo e o carinho que dedicávamos um ao outro, sem gritos (apenas com deliciosos sussurros), sem mágoas e neuroses.
Quero que saibas que tudo o que eu desejo, do fundo do meu coração, é sentir-te novamente meu, plenamente meu e dentro de mim, senhor do meu corpo e da minha alma, e que não vou medir esforços para que isto se transforme, o mais breve possível, na mais perfeita realidade.
Um beijo caloroso, cheio de desejo, de quem te ama e não quer perder-te.
Preciso amar alguém
Que me olhe nos olhos
Me aqueça com seus carinhos
E me leve em longos beijos
A imaginários caminhos
Me sentir a mais amada
Viver um amor de verdade
Fazendo valer a pena
O amor sem vaidade
Sentir nas coisas pequenas
A verdadeira felicidade
Amar é o melhor remédio!