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Querido mundo, hoje eu pensei bastante na minha vida e no modo como a minha existência causa impactos no mundo. Não precisei refletir muito para perceber que a minha vida custa caro. Pensei em todas as vezes que eu, por preguiça ou comodismo, joguei lixo no chão. Por comodismo, tomo longos banhos e desperdiço água. Por ter os olhos maior do que a barriga, coloco mais comida no prato do que aquilo que sou capaz de comer. Por desinformação e desinteresse, votei nas pessoas erradas e causei mal a milhares e milhares de pessoas. Por acordar de mal humor e achar que o mundo é obrigado a suportar, atirei palavras mal educadas na cara de pessoas que só queriam ter um bom dia, e acabei por causar um grande mal estar em suas vidas.

Depois de pensar algum tempo, percebi que tudo que fazemos tem um impacto no mundo e na vida de alguém. E é claro que aquele prato de comida que joguei fora não vai matar a fome de uma nação, mas acontece que há muitas outras nações que também desperdiçam comida. Eu peço desculpas, porque sem perceber, eu estou ajudando a destruir o mundo, ou fazer do mundo um lugar pior. Muitos dos esforços positivos que faço são em prol de interesses e ambições pessoais, mas os esforços negativos que façam causam mais impacto na vida dos outros do que na minha.

Peço desculpas ao mundo porque, ao longo de tantos anos, tenho sido egocêntrico. Mas acho que ainda tenho tempo de tentar mudar os meus atos. O primeiro passo é reconhecer os erros. Mais uma vez, peço desculpas e me comprometo a fazer esforços positivos que beneficiem não apenas a mim, mas também ao mundo.

Meu marido, é com muita alegria que hoje, nesta data tão especial, eu digo a você, que é o mais carinhoso, companheiro e maravilhoso dos homens, parabéns pelas nossas Bodas de Prata!

E são feitas da prata mais preciosa, mais rica que o ouro, que o mais raro dos diamantes, pois são a prata destes vinte e cinco extraordinários anos que vivi ao seu lado, esses que são os melhores anos da minha vida.

São a prata de muitos e bons anos, de ainda mais companheirismo, amizade, de tantos beijos, abraços, olhares de ternura e segredos compartilhados.

São a prata de algumas brigas, de batalhas travadas e vencidas em conjunto. São uma prata de valor incalculável, de felicidades tantas e tão grandes, de sonhos sonhados e sonhos realizados.

E passados esses vinte cinco anos eu sei, e assim espero, que outros tantos virão, e depois mais, e mais... Parabéns, meu marido! Eu te amo, hoje como há vinte cinco anos!

Caramba, como és impaciente! Eu sei que nós marcamos às 21h00, mas acontece que eu me atrasei porque fui levar a minha mãe na casa da minha tia e depois não conseguia mais sair de lá. Depois tive que levá-la de volta e acabei por chegar tarde ao bar.
Cheguei às 00h30 e a fulana lá do bar me disse que tinhas acabado de sair. Da próxima vez, vê se esperas, não é? Tu sabes que eu não costumo fazer isto e adoro beber um copo contigo. Se eu disse que ia é porque eu ia mesmo. Cheguei até a passar pelo teu prédio, mas tu já devias estar noutro sítio, já que toquei e ninguém atendeu.
De qualquer forma, desculpa. Eu sei que ficaste três horas à minha espera. Telefona-me para marcarmos outra data, mas vê se não ligas muito cedo porque ontem à noite eu exagerei um bocado.

Feliz Dia do Homem! Essa é uma data que não posso deixar passar em branco. Ter no melhor filho do mundo, o exemplo de humanidade, de bondade, força, conquista, de acreditar, é a maior dádiva que a vida me ofereceu.

É ter aquela sensação de dever cumprido, sabe? Você podia ser tanta coisa, mas o caminho que escolheu foi o do bem, da verdade. Você é meu ídolo, querido filho. Te adoro!

Nos momentos de reflexão, muito bom voltar meu pensamento para aquelas mulheres que comigo compartilharam esperança, carinho, amizade, alegria e tristeza. Cada uma delas deixou sua marca, algumas deixaram marcas profundas que o tempo não fará desaparecer. Outras, marcas suaves, leves como a carícia de um vento de outono.

Relembrá-las é uma forma de me conhecer melhor, é analisar meus erros e meus acerto, é descobrir que muitas a mim se dedicaram, se entregaram de corpo e alma e eu não soube compreendê-las e as decepcionei no meu modo de agir ou de ser.

Não há arrependimento de minha parte, mas sim uma autocrítica, pois eu poderia ter encontrado melhor caminho na minha vida, se tivesse correspondido aos anseios daquela que mais se identificava comigo, com quem, hoje eu vejo, mais me realizava em todos os sentidos, mas na época minha percepção era muito pequena para retribuir-lhe da mesma forma.

Essa mulher a reencontro novamente hoje, realizada, senhora de si e bem resolvida. Sei que ela não esqueceu nosso passado, mas sei também que ela é o suficientemente forte para não se deixar levar pela emoção, embora sinta essa emoção do reencontro

E a vida segue, cada um com seu destino, embora este resultado não seja de tal modo com aquilo que foi realmente o desejado, fica uma grande amizade e as lembranças dos bons momentos vividos.