A maior parte das suas dores acontece porque você esconde alguns sentimentos. Quando você sente medo, seja lá do que for, os outros podem saber, sim. Não é vergonhoso sentir medo: ele é só um sinal de autoproteção.
Quando você sente raiva, expresse-a! Ela é um sentimento tão natural quanto a afeição. Se você pode dizer a alguém que o quer bem, por que não pode dizer-lhe que sente raiva também?
Se no seu coração existem mágoas, lave-o! Fale sobre elas com quem magoou você. Não deixe que elas corroam sua alma e seu espírito. Muitas vezes a pessoa nem sabe o quanto magoou e, se você lhe disser, talvez vocês tenham a chance de, em conjunto, esclarecer algo pequeno que pareceu tão grande.
Se é ressentimento o que sente, por que esconde-lo?
O ressentimento, depois de expressado, fica mais leve para quem o sente e, um dia, desaparece. Quando menos esperar você notará que veio o perdão em seu lugar.
Se há depressão, há outros caminhos diferentes da opção pelo isolamento. Escolha ouvidos amigos, fale e abra-se para ouvir as respostas, sejam elas quais forem. Mesmo que venham palavras pouco agradáveis de ouvir, elas podem ser o gancho para trazer-lhe de volta a alegria de viver, a capacidade para enxergar que nem tudo são trevas.
Amigo não é só aquele que lhe empresta o ombro para chorar:
Muito mais amigo é aquele que traz o tapa que desperta, que o faz acordar para a Vida. Não há ninguém neste mundo que nunca foi ferido, magoado, machucado. E também não há quem não conheça a alegria de retornar ao porto da felicidade. Você será entendido e compreendido.
Esteja você como estiver, não se esconda! Mostre-se! Todo sentimento tem seu próprio e real valor. Ponha a boca no mundo! Não há barreiras que possam impedi-lo de encontrar AMOR!
Já podemos sentir o aroma do final de semana. É sexta-feira, meus amigos, um dia de felicidade! A semana foi longa e todos tivemos de batalhar durante vários dias, mas as melhores recompensas chegam sempre no fim de cada etapa.
É tempo de esquecermos nossas obrigações, quebrarmos a rotina e fazer nos próximos dias aquilo que realmente gostamos. Que lindo dia é a sexta-feira! É como se estivéssemos chegando ao nosso destino de sonho.
O que vai na marmita...
O que vai na marmita do trabalhador? Na marmita, vai arroz e vai feijão. Com certa sorte, farofa ou macarrão, e talvez couve, talvez ovo, talvez uma mistura diferente uma surpresa, um presente.
Na marmita vai um certo amargor: o travor da submissão, os ossos da servidão, a enorme fome da liberdade utópica, do inexequível lazer, do que há por fazer, das horas na condução, da inatingível satisfação.
O que mais vai na marmita do trabalhador? Na marmita, além do arroz e do feijão, vai também um certo dulçor: Um gosto de paz e de amor. o tempero da casa, a sensação do descanso, a lembrança do sossego das horas passando mais devagar. a saudade dos filhos, reminiscências de alegria, recordações de inocência.
A marmita leva ainda a ternura caprichosa da mulher, o afeto carinhoso no preparo da boia. E durante a refeição, Na meiga imagem da companheira a marmita é cúmplice faceira, e leva o prazer em sobejo: em cada ingrediente um desejo, em cada garfada um beijo!
Eu sei que as minhas atitudes não têm sido as melhores. Os ciúmes acabam sempre por asfixiar o meu coração e eu me pego desconfiando de você, mas eu quero muito mudar isso.
Acredite, meu amor, que quando me descontrolo desse jeito é apenas por estar muito apaixonado por você. Eu peço desculpa por nem sempre ser o melhor namorado. Prometo que vou fazer um esforço para agir de outra forma.
O texto é de um comercial criado por Washington Olivetto e que foi veiculado nos cinemas recentemente. No filme, a tela fica toda branca enquanto a narração diz o seguinte: Esse comercial não tem mulher de biquíni, não tem cachorro, não tem criança, não tem bebezinho. Esse comercial não tem casal, não tem beijo, não tem família tomando café da manhã. Esse comercial não tem música de sucesso, não tem efeito especial, não tem tartaruga jogando bola.
Esse comercial não tem gente famosa, nem garoto propaganda. Porque esse comercial é para vender um produto que ninguém precisa ser convencido a comprar... que você adora consumir e que, por sinal você até já comprou só que não estão entregando.
É um produto que não tem marca, não tem slogan, não tem embalagem, nem faz promoção tipo leve 3, pague 2. Esse comercial é todo branco, e desse jeito ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom se esse comercial pudesse passar no mundo inteiro. Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ! E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra, faça assim: Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa e use no trânsito, use na fila do banco, use no elevador, use no futebol.
PAZ é um produto interessante! Porque quanto mais você usa, mais você tem. E se todo mundo usar quem sabe chegue o dia em que ninguém mais precise fazer um comercial para vender a PAZ.