Uma tarde, certa mãe muito atarefada, ao promover uma limpeza geral na casa apelou para o filho de onze anos, pedindo-lhe ajuda nessa atividade. Coube-lhe, então, o dever de limpar os móveis, começando de cima para baixo, ainda com a responsabilidade de retirar todos os objetos acumulados sobre eles, para que melhor pudesse retirar toda a poeira ali amontoada desde a última faxina.
O garoto servindo-se de uma pequena escada de dois degraus, iniciou seu trabalho. Depois de algumas horas, estavam limpos os móveis das duas salas e dos quartos. Finalmente chegou àquele quarto onde eram colocados objetos mais antigos – alguns aproveitáveis e outros não. Havia realmente muito o que fazer ali.
Quando começou pôr abaixo tudo o que estava colocado em cima de uma velha prateleira, o garoto deparou-se com um volume grosso, já amarelecido, empoeirado e metido entre latas, ferramentas e tantas outras quinquilharias encostadas. Com o livro já nas mãos, o pequeno chamou a mãe e foi dizendo:
– Olha, mãe, achei essa coisa velha, empoeirada e até com cheiro de mofo. Veja só como está horrível... Posso jogar no lixo?
A mãe, que por um pouco havia deixado os seus próprios afazeres a fim de atender ao chamado do filho, vendo que aquilo que o garoto chamava de coisa era a Bíblia da família, disse-lhe em tom contrito: – Meu filho, tome cuidado com este livro porque ele é sagrado, é o livro de Deus! Imagine, atirar ao lixo este volume...
– Livro de Deus, mãe? Então, antes que as traças o destruam, o melhor é devolvê-lo ao Dono, pois aqui em casa nunca o usamos e quem sabe Deus encontre alguém interessado nele...
Uma simples mulher existe que,
pela imensidão do seu amor,
tem um pouco de Deus,
e pela constância de sua dedicação
tem um pouco de anjo;
que, sendo moça, pensa como uma anciã
e, sendo velha,
age com todas as forças da juventude;
quando ignorante,
melhor que qualquer sábio
desvenda os segredos da natureza,
e, quando sábia,
assume a simplicidade das crianças.
Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos
que ama e, rica, empobrecer-se para que seu
coração não sangre, ferido pelos ingratos.
Forte, entretanto, estremece ao choro duma
criancinha, e fraca, não se altera
com a bravura dos leões.
Viva, não sabemos lhe dar o valor
porque à sua sombra todas as dores se apagam.
Morta, tudo o que somos e tudo que temos
daríamos para vê-la de novo,
e receber um aperto de seus braços
e uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher,
se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum:
porque eu a vi passar no meu caminho.
Quando crescerem seus filhos,
leiam para eles esta página.
Eles lhe cobrirão de beijos a fronte,
e dirão que um pobre viandante,
em troca de suntuosa hospedagem recebida,
aqui deixou para todos o retrato de sua própria MÃE.
Sejamos como as crianças: com elas aprendemos a amar. Elas são sinceras amam desinteressadamente. Se gostar de nós, logo saberemos. Não sabem dissimular. Pequeninas sorriem ao menor toque. o criticam, indagam apenas.
Não discriminam, aceitam a todos sem distinção. Sabem conviver com as diferenças. São alegres a todo tempo, cantam, dançam... Faz da vida uma eterna festa. Satisfazem-se com qualquer brinquedo, independente do quanto custou. Não tem ambição. Nos ensinam mais que qualquer sábio. Confiam...
O seu olhar brilha, o seu sorriso é sincero. Não nos pede nada em troca do amor que nos dão somente carinho e atenção. Tocam a nossa alma com a sua inocência. Mesmo as que não tem a oportunidade de ter um lar, sabem sorrir, quando nos dão um sorriso, ganhamos o dia... Pois o seu sorriso é uma lição.
Não existe coisa mais triste, que ver uma criança triste. Doemos o nosso sorriso a elas, sejamos alegres. Mostremos a elas a criança que existe em nós. Elas são o nosso futuro precisam ser felizes para nos fazer felizes.
Até que sejamos mestres Não somos mestres de nada Somos aprendizes aprendendo Se não somos perfeitos como a fonte É porque nossa transformação é constante Como a da água do rio corrente.
Mestres são cristais lapidados Se às vezes não se mostram tão reluzentes É que nalgum momento emergente Se mostram feras, homens, "só gente".
Vivendo e aprendendo Errando, acertando Nos escondendo e nos mostrando Muitas e muitas vezes, não somos, estamos.
Sagrar-se-á mestre a alma Quando for capaz de tudo e de nada De cultivar, reconhecer, respeitar e amar As chagas adquiridas ao longo desta jornada.
Espero Você...
Sempre Te Espero...
Durmo...
E Não Chegas...
Fico Alimentando Esse Amor Verdadeiro E Infinito.
Com Esperança De Viveres Só Comigo.
Vida Desgraçada, Coração Despedaçado, Amor Descontrolado...
Esperança Alimentada.
Choro...
Desilusão
Céu Negro De Tanta Paixão Alimentada. Dor Infinita
Fina Que Corre Meu Corpo
A Espera Me Alucina.
Tremor No Corpo...
Esse Amor Me Domina. Meu Anjo Infiel...
Que Não Me Deixa Partir...
Dizendo Que Não Vive Sem Mim.
Abraça-Me...
Beija-Me Deixando Sem Forças...
Sem Coragem De Lutar...
Sofrimentos...
Só Sei Te Amar.
Adoro Quando Me Pegas, E Fazes De Mim Uma Mulher Amada E Desejada, Me Fazendo Carinhos... Carícias... Beijando-Me Ardentemente...
Pegando Meus Seios Com Tua Boca...
Gemidos Altos Fogem Descontrolados
... Sussurros Selvagens... É Gostoso E Indefinidamente Sem Explicações... Fazer Amor Contigo É Estar No Paraíso...
É Gozar No Céu...
É Morrer De Prazer.
No Inferno.
Ficas Só Comigo Pois Sou Só Tua Maldito!
Anjo Infiel. Te Amo Eternamente.