Será que precisamos realmente viver neste estresse? Então precisamos nos estressar para depois aprendermos técnicas para reduzir o estresse? Então precisamos ficar doentes porque depois temos o medicamento para nos curar?
Por que não nos dedicarmos a manter a nossa saúde?
Por que não nos dedicarmos a viver com mais calma?
Afinal, por que tanto estresse?
Simplesmente porque esquecemos de viver bem, ou seja, como viver o momento presente de nossas vidas.
Esquecemos de respirar profundamente. Esquecemos de sorrir e de brincar, de ser gentil, de respeitar. Esquecemos quem somos nós. Esquecemos nossa luz anterior. Esquecemos de amar.
Estamos confusos em relação a valores. No esforço de obtermos resultados e sucesso, esquecemos da simplicidade da vida que é o aqui e agora. Deixamos a vida passar, ou pior... passamos pela vida correndo tanto, que o tempo passa tão depressa, que não o vemos passar.
Está mais que na hora de acordarmos nossas consciências e vivermos com serenidade e confiança cada minuto de nossas vidas, sem desperdiçar sequer uma gota do néctar (seja em que embalagem vier) que a vida tem a nos oferecer a cada momento!
Nós nos transformamos naquilo que praticamos com frequência... A perfeição, portanto, não é um ato isolado. É um hábito.(Aristóteles)
Amigos, recomendações que nos estimulem a agir de modo adequado ante as situações, que nos ensine a usar constantemente de bom senso e discernimento, que nos convoque a manter um diapasão de conduta que contribua com o equilíbrio e a harmonia, que nos inspire a manter o pensamento mais elevado, que nos convide a alçar nossos sentimentos ao patamar da nobreza, que nos enterneça para que vejamos em outrem companheiros de jornada merecedores de nosso maior respeito, que nos aflore a honestidade e o respeito, a paz e a satisfação, o amor e o perdão, constituem altíssimas exortações nos ministrando as lições da grandeza de caráter, da riqueza da inteligência, do espargir das virtudes e sublimidade dos sentimentos.
Contudo, quando observamos semelhantes posturas ainda tão incompreendidas pelas limitações do materialismo sufocante não devemos confundi-las com fraqueza, covardia ou pusilanimidade. Diz velho jargão popular que os maus dominam porque os bons são tímidos...
Mas tal timidez não é consequência da escolha pelos melhores caminhos, mas sim porque ainda não aprendemos a trilhar tais bons caminhos. Antigo adágio diz que devemos ser bons e não bonzinhos...
Ser bom não é cruzar os braços conformados com tudo o que acontece, e sim agir com vontade, firmeza, integridade, coragem, probidade, justiça, honestidade e também ousadia. Ser bom é também ser ousado. Porque os que se esforçam em ser bons buscam as coisas que ninguém mais pode ver. Ousar também é necessário.
Meu amor, hoje é quarta-feira, mas apesar da aparência de ser apenas mais um dia normal, eu sei que este será um dia maravilhoso. Por quê?
Porque estamos vivos, com saúde, com amor e com plenas capacidades. Tudo é possível e o mundo é apenas o palco onde nós poderemos ser o que quisermos. Escreveremos nosso próprio roteiro com um final feliz. Dançaremos à chuva ou nos beijaremos à luz da lua.
Não importa, nós decidimos nosso destino e nosso destino é o amor e a felicidade. Tenha um bom dia, meu amor!
Todo amor nasce de algum
lado, de algum lugar, de
algum país, de alguma
ilha, de todas as estrelas
ou de qualquer universo.
E o amor é amizade e é
respeito, nunca maldade
ou cobiça ou inveja ou
qualquer outra forma de
tristeza de sentimentos.
Seremos amigos para
toda eternidade, seja ela
crua, nua ou só, ou junta
ou perto, ou longe do mar
ou das estrelas aquáticas e
outras areias coloridas.
Um homem tinha tudo o que sempre quis e imaginou ter na vida. Seus sonhos eram realizados, sua família muito grande e bonita e os seus bens não paravam de crescer. Ele possuía tudo e sua saúde também era inabalável.
Um dia, porém, como uma desgraça repentina, este homem perdeu absolutamente tudo. Ficou na miséria e ainda teve a saúde afetada por uma doença terrível. Ele ficou praticamente só, caído, desanimado e desejando até mesmo a própria morte.
Apesar da atualidade do fato, este caso ocorreu há milhares de anos com um homem chamado Jó. Esse personagem está descrito na Bíblia como uma pessoa justa e reta diante de Deus e que procurava se desviar do que manchava a sua fé (Leia Jó 1:8). No entanto, isso não foi suficiente para mantê-lo longe da tristeza que lhe abateu nem da falta de esperança que se aproximava cada vez mais forte.
Houve situações em que ele lamentava e chorava, em outras amaldiçoava o dia em que nasceu, lembrava-se do período em que era rico e feliz ao lado da família e afligiu-se tanto até que finalmente perdeu a esperança na vida, mas escolheu mantê-la.
Se ocorresse de Jó se matar, o caso dele seria mais um (como acontece em nossos dias) de pessoas que, por perderem tudo, ou por causa de traição e decepção, ou mesmo por uma falta de sentido à vida, não conseguem mais manter a fé, nem em Deus nem em si mesmas, e que por isso escolhem acabar com ela.
Jó, porém, não perdeu a fé. E, apesar de tanto sofrimento, a proclamou quando disse: "Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus" (Jó 19:25-26)
Qual é a situação em que você se encontra no momento? A falta de esperança tem lhe tirado o sono e lhe trazido peso? Como voltar a ter fé, mesmo em um momento de desespero e angústia?
Faça como Jó: declare a sua fé e clame ao mesmo Deus que o tirou do pó e lhe restituiu tudo o que havia perdido, principalmente, a paz.
Jaqueline Corrêa