Você tem de se esforçar mais! Eu sei que por vezes é difícil levantar a cabeça. É duro sair da zona de conforto, mas é também urgente. Não interessa se a dor é grande, querida amiga!
O que realmente importa é a grandeza do seu coração, do seu empenho para dar a volta por cima; para sair dessa. Você precisa se ajudar, porque já sinto saudade do seu sorriso. Volte a ser feliz, por favor!
Amiga, quero lhe pedir perdão, Sei que estava errada, Mas não disse nada.
Hoje me arrependo... Sua amizade me faz falta, Me deixa um vazio, Vazio muito grande Que abre todo meu coração.
Vazio que não some sem o seu perdão. Reconheço que estava errada, Que lhe machuquei, Comparando-a com minhas inimigas.
Mas não foi por mal... Estava atormentada, Desorientada... você sabe o motivo.
Motivo pelo qual sofro, Sofro calada, Sem dizer nada... Me desculpe, Peço ajoelhada.
Atleta é aquele que paga o preço para atingir o objetivo.
Ele se esforça, tem disciplina, renuncia muita coisa, treina horas a fio, desafia o seu limite!
O atleta faz de tudo para ganhar uma disputa, um jogo, uma corrida, mas quando perde tira lições!
Sejamos assim em nossa caminhada com Deus. Façamos o melhor para Ele.
Sejamos um verdadeiro atleta de Jesus Cristo.
Um atleta pronto a quebrar recordes para glória de Jesus! Um atleta que nas circunstancias boas ou ruins tem postura de campeão!
Um atleta que sabe onde quer chegar!
Um atleta que não desiste nunca e é capaz de vencer o maior dos obstáculos!
Sejamos alguém assim, que alegra o coração de Deus, com coragem e determinação!
A partir de agora você retoma seu projeto de vida, que sofreu uma pausa para o seu merecido descanso. Você já viajou no sono, momento em que você refez as energias, enquanto o espírito viajou em experiências inconscientes, que vão servir de inspiração para este dia.
Lembre-se que o mais importante da vida não acontece de segunda a sexta e nem só aos sábados, domingos e feriados. Lembre-se que a felicidade não escolhe datas.
O seu grande momento não escolherá hora, nem dia, nem lugar. Será onde você estiver. O que importa é estar preparado para o grande momento e não perder a sua perspectiva de que o momento presente pode estar sendo o seu grande momento.
Mas não há nada como a força de uma nova manhã para encher o seu coração de esperança... Lembre-se do ponto onde você parou na caminhada em busca dos seus sonhos. Reveja seus objetivos, reavalie sua estratégia e esteja sempre no comando.
Este será mais um dia decisivo na sua história. Tenha coragem para enfrentar o frio dos corações incrédulos sem perder o rumo. Determinação, paciência e sabedoria para ultrapassar os obstáculos. Tolerância para suportar quem você tiver de carregar. E fé, para não perder a esperança.
Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los.
Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta. Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto da toca, viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela sobre o que estava acontecendo.
– Devoraram-me os filhotes! – gemeu a onça. – Infames caçadores cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos...
A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento. Então falou-lhe:
– Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que fizeram uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora acabou de abater uma corçazinha...
Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal: – Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve em comparar os meus filhos com os filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois pesar a situação...
Foi nesse momento que um velho macaco, que bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade: – Amiga onça, é sempre assim: A dor alheia só atinge aos altruístas, mas jamais ao egoísta...