Por ter me dado um sorriso
Numa triste manhã,
Me devolvendo o verdadeiro colorido da vida
Eu digo: TE AMO!
Por ter me acolhido com carinho
Quando eu te procurei
Me trazendo de volta a esperança
Eu digo: TE AMO!
Por ter me falado
Quando no silencio da solidão eu estava,
E sua voz me chamou a realidade
Eu digo: TE AMO!
Por ter me guiado
Quando meu caminho estava incerto
E sua Luz me fez encontrar os passos
Eu digo: TE AMO!
Por ter me dado a certeza
De sempre estar aí
Me dando o prumo da vida
Eu digo: TE AMO!
E eu por não ter como retribuir
O bem que me faz,
Abro meu coração e com todas as forças da Alma
Eu digo: TE AMO!
Dedico estes pequenos versos a um
Grande Amigo de Alma Iluminada que me
devolveu à vida quando eu dela queria me afastar.
Deus te abençoe Amigo !
Saudade é reviver cada momento,
sentir as mesmas emoções
sem cogitar que tudo se passou há tanto tempo.
Saudade é acordar de manhã,
e ter para o ente amado o primeiro pensamento e os demais,
que vão invadindo a mente pelo resto do dia.
Saudade é envidar todos os esforços para esquecer
sem contudo perder a mania
de retomar os restos tangíveis que permaneceram,
com os olhos marejados
e descobrir que estes "restos tangíveis" estão vivos
aconteceu que ele não partiu,
não traiu ou morreu e que,
a qualquer momento,
não importa se aqui ou além se nesta ou em outra vida,
Retomaremos o trajeto interrompido pelo revés inesperado e estaremos de novo caminhando lado a lado !
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal.
O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la.
O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo.
Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia: "Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite.
A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse.
Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole".
Me pegou desprevenido esse seu jeito simples de ver as coisas. Nem eu, todo complicado, parecia ser um obstáculo pra você. Por várias vezes me peguei inseguro, pensando antes de falar e mesmo quando falava alguma besteira, onde qualquer ser ficaria indignado e me repreenderia, você dava risada, me desarmava e me deixava com cara de bobo, como se fosse tudo normal. Sua inocência me conquistou, me deixou com vontade de protegê-la de todos mal intencionados que existem por aí.
A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe... Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante é uma sublime forma de possuí-la.
Felicidade é chuva que cai na madrugada, quando dormimos. O que vemos é a terra agradecida, pronta para fecundar o que nela está sepultado, aguardando a hora da ressurreição.
Felicidade é coisa que não tem nome. É silêncio que perpassa os dias tornando-os mais belos e falantes. Felicidade é carinho de mãe em situação de desespero. É olhar de amigo em horas de abandono. É fala calmante em instantes de desconsolo.
Felicidade é palavra pouca que diz muito. É frase dita na hora certa e que vale por livros inteiros. Eu busco a frase de cada dia, o poema que me espera na esquina, o recado de Deus escrito na minha geladeira... Eu vivo assim... Sem doma, sem dona, sem porteiras, porque a felicidade é meu destino de honra, meu brasão e minha bandeira. Eu quero a felicidade de toda hora. Não quero o rancor, não quero o alarde dos artifícios das palavras comuns, nem tampouco o amor que deseja aprisionar meu sonho em suas gaiolas tão mesquinhas.
O que quero é o olhar de Jesus refletido no olhar de quem amo. Isso sim é felicidade sem medidas. O café quente na tarde fria, a conversa tão cheia de humor, o choro vez em quando.
Felicidades pequenas... O olhar da criança que me acompanha do colo da mãe, e que depois, à distância, sorri segura, porque sabe que eu não a levarei de seu lugar preferido.
A felicidade é coisa sem jeito, mas com ela eu me ajeito. Não forço para que seja como quero, apenas acolho sua chegada, quando menos espero. E então sorrio, como quem sabe, que quando ela chega, o melhor é não dispersar as forças... E aí sou feliz por inteiro na pequena parte que me cabe.
O que hoje você tem diante dos olhos? Merece um sorriso? Não pense duas vezes...