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Pedir desculpas não é fácil. Muitas vezes até achamos que não precisamos pedir desculpas, porque pensamos que a pessoa que magoamos será capaz de perceber que reconhecemos o nosso erro, e nos perdoará sem que seja preciso dizermos nada. Mas também há situações em que nem percebemos que erramos, ou não queremos admitir que falhamos.

Mas é preciso estar atento ao que dizemos e também aos nossos atos. É preciso entender que assumir os nossos erros não é admitir que somos frágeis ou fracassados, mas é sim assumir a responsabilidade emocional pelo que causamos aos outros.

Pior do que falhar e cometer erros, é não saber admiti-los. Um pedido de desculpas é uma reconciliação conosco e com aqueles que, por algum motivo, magoamos.

Pedir desculpas, pode trazer mais alívio para quem pede desculpas do que para quem desculpa. Peça desculpas e saiba desculpar, inclusive a si mesmo!

Para tudo há um tempo em nossa vida... E a grande sabedoria é viver cada tempo com sua realidade, aceitando o que não pode ser mudado... Há um tempo de se sonhar, de acreditar no sonho e lutar por ele... Há um tempo de se desencantar porque o sonho não se realizou apesar da fé, apesar da esperança.
No tempo de desencantar é impossível não sofrer... Porque o sofrer assim como os sonhos são partes iguais na soma dos fatos que fazem nossa vida... E no tempo de sofrer vale assumir a dor, senti-la bem fundo sem medo de morrer por ela. Vale assim a dor porque ao contrário seria fugir à realidade... E fugir à realidade não ajuda vencer o tempo que nos faz sofrer...
Dentro da realidade do sofrer, a gente mergulha bem fundo sem contudo perder o contato com a esperança de poder sonhar de novo... O tempo de sofrer não pode sufocar em nosso coração aquela velha certeza de que Deus, sabendo das mágoas, inventou o tempo... O tempo que transforma e muda realidades, e faz da lágrima de hoje o riso de amanhã.
Por isto no tempo de sofrer, é preciso sabedoria de aceitar os fatos com a serenidade de quem já viveu outros tempos de dor, de mágoas e continuou vivendo com determinação e coragem. O tempo de sofrer é apenas um espaço onde se aprende a crescer, a vencer as próprias limitações e as próprias contingências.
Tempo de sofrer é apenas um espaço onde se conhece as próprias forças de criar novos sonhos, semear novas esperanças e cultivar a fé. Porque a vida é feita de muitos tempos que se sucedem em nossos dias...

Para você que é especial... Você que um dia conheci através de uma mensagem virtual, chegou-se de repente, deixou a minha vida mais contente, e tornou-se tão real!
Você que hoje está sempre presente, alegrando os meus dias com doces melodias, que escuto para recordar dos bons momentos que estivemos juntos a teclar.
Você me faz acreditar que o sentimento virtual pode ser tão verdadeiro e "real".
Você me faz sentir esta vontade de lhe escrever este desejo de estar com você, e de querer dizer:
Você me faz falta, quando não lhe encontro numa simples mensagem na minha caixa postal.
Porque você já faz parte do meu mundo real, e quero que continue nele para sempre... porque você é realmente muito especial!

Às vezes demora para "cair a ficha", e às vezes dói pra caramba descobrir que nada, ninguém e nenhum objeto são mais importantes que o seu bem-estar.
Infelizmente, a grande maioria das pessoas precisa passar por experiências dolorosas antes de perceber a sua "real importância e responsabilidade" no seu modo de vida.
Passamos e perdemos muito tempo jogando a nossa felicidade nas mãos de terceiros. seja no amor, no trabalho e até na família. Criamos fantasias, e fantasias são diferentes de sonhos. O sonho é aquela mola que nos impulsiona, nos empurra para a frente, nos dá força para lutar por objetivos. Já ás fantasias são frutos de nossa carência emocional e normalmente são desejos fugazes.
Sabe a criança que pede um brinquedo, pula, grita, berra no supermercado, e quando ganha, brinca meia hora e joga num canto qualquer? Isso é a fantasia, ou caprichos do orgulho.
Será que o seu desejo de hoje, aquilo que anda fazendo você sofrer, não é apenas uma fantasia? Será que você não esqueceu da pessoa mais importante na sua vida – você mesmo – e está maltratando seu coração, sua saúde e seu lado espiritual com ideias e conceitos que só trazem sofrimento?
Hoje o desafio é comprar um presente para você. Pode ser aquela caneta de R$ 1,99... O importante é o valor que você vai dar para o ato, para o presente e, principalmente, para você mesmo.
Tudo isso é só para lembrar o quanto você é importante e o quanto você pode fazer diferença. Cuide-se! Não permita que magoem você, que merece mais, muito mais.

O Sutra de Lótus ensina que todos possuem igualmente o potencial para atingir o estado de Buda, e que têm também a capacidade para desfrutar o estado de absoluta felicidade. É digno de nota que a intenção de Sakyamuni de tornar o estado de Buda acessível a todas as pessoas revela-se pela linguagem que ele escolheu para pregar os seus ensinos: a língua de Magadha, o linguajar diário das pessoas comuns.

Os Brâmanes ortodoxos daquela época insistiam em que os ensinos sagrados somente poderiam ser transmitido na linguagem dos vedas, uma língua usada somente pela classe mais alta e culta.

Certa ocasião, dois seguidores de Sakyamuni disseram a ele "Por pregar os honoráveis e excelentes ensinos no vernáculo do povo, o senhor ofendeu a dignidade do budismo. A partir de agora, por favor pregue na nobre e sublime linguagem dos vedas". Esses seguidores eram irmãos e membros cultos da casta dos brâmanes que haviam ficado tão comovidos com a pregação de Sakyamuni que se juntaram a ordem.

Nunca, respondeu o Buda, colocando um fim na discussão de uma vez por todas. E dizem até mesmo que ele estabeleceu punições àqueles que ousavam pregar o budismo na língua dos vedas.

Este episódio demonstra claramente o intenso desejo de Sakyamuni de tornar o budismo acessível a todos, independente da classe social.

Nitiren Daishonin também escreveu muitas de suas cartas a seus seguidores leigos com a escrita cursiva japonesa, conhecida como hiragana, para que eles pudessem lê-las com facilidade. (Em outras palavras, ele utilizava a linguagem comuns das pessoas comuns, em vez da erudita escrita clássica chinesa usada em escritos formais daquela época).

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