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Quando o nosso filho Julinho tinha seis anos, estávamos atravessando um período de má situação financeira e só podíamos comprar o indispensável para viver. Alguns dias antes do Natal, dissemos a ele que não poderíamos comprar presentes nas lojas, para nenhum de nós.
Mas com imaginação e amor poderíamos brincar de presentear uns aos outros.
Assim, nós combinamos que cada um desenharia o presente que gostaríamos de dar aos outros da família. A ideia agradou e a partir desse dia começamos a trabalhar em segredo com muita alegria e sorrisos misteriosos.
Um carro verde para o papai. Uma pulseira e uns brincos para mim. Para o Julinho os presentes eram aqueles que recortávamos de algumas revistas. Os melhores presentes para ele foram um tenda de brincar de índio e uma piscina de plástico, desenhadas pelo papai.
O presente melhor do papai para mim foi a nossa casa dos sonhos, pintada à aquarela, branca, com janelas verdes e touceiras de flores no jardim. E o papai recebeu um punhado de versos meus, inspirados nas coisas tristes e acontecimentos alegres das nossas vidas.
Naturalmente não esperávamos nenhum "melhor presente" do Julinho. Mas, com gritinhos de alegria, ele entregou um desenho grande, feito por ele, com lápis de cor, dentro da mais pura "técnica surrealista". Era sem dúvida um grupo de três pessoas rindo: um homem, uma mulher e um menininho. Tinham seus braços entrelaçados uns nos outros de tal forma que pareciam uma só pessoa. Embaixo do desenho, ele escreveu apenas uma palavra: "Nós".
Foi, sem dúvida, um Natal de Amor.

Querida mãe,

Foram seus delicados mas firmes braços que me carregaram e protegeram durante minha terna infância. É neles que hoje vejo marcas, cicatrizes que contam história de batalhas que você travou, só para me dar sustento e um futuro melhor. Mas a vida tem sido dura para você e não retribuiu seu esforço e dedicação. Hoje as dificuldades te sufocam, mas você nunca estará só.

Quero que saiba que seu exemplo é minha inspiração e que, se um dia for mãe, tentarei fazer as coisas do jeito terno e amoroso que você sempre fez para mim. Seja forte e tenha coragem para superar estes momentos difíceis. Nunca desista, pois você é a verdadeira âncora da nossa família.

Depois da tempestade o sol brilhará no céu. Os medos que hoje te invadem serão passado e, mais uma vez, você sairá vitoriosa. Darei minha vida pela sua, o meu sangue pelo seu bem estar e o meu esforço pela sua eterna felicidade.

Para quê guardar os abraços para nós mesmos? Um abraço faz qualquer pessoa feliz. É um gesto de carinho, a retribuição de uma atenção e a forma mais sincera de expressar um agradecimento.

Abrace então, sem hesitar! Abrace quem está próximo de você e aqueles que já não via há muito tempo. Diga-lhes como são muito importantes. Abrace hoje, muitas vezes e simplesmente porque sim!

Tenho o seu carinho e a sua atenção.
Tenho a sua companhia
e sua proteção.
Tenho você bem gravadinho,
aqui dentro do meu coração!

Um rico resolve presentear um pobre gari por seu aniversário e ironicamente, manda preparar uma bandeja cheia de lixo e sujeiras.
Na presença de todos, manda entregar o presente, que é recebido com alegria pelo aniversariante, que gentilmente agradece e pede que lhe aguarde um instante, pois gostaria de poder retribuir a gentileza.
Joga fora o lixo, lava e desinfeta a bandeja, enche-a de flores e frutos, e devolve-a com um cartão, onde está a frase: "A gente dá o que tem de melhor". Ou seja: Não perca sua serenidade.
A raiva faz mal à saúde, o rancor estraga o fígado, a mágoa envenena o coração.
Domine suas reações emotivas. Seja dono de si mesmo. Não jogue lenha no fogo de seu aborrecimento.
Esqueça e passe adiante, para não perder sua serenidade.
Não perca sua calma. Pense, antes de falar, e não ceda à sua impulsividade.
"Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra" (William Shakespeare)