Muitas vezes, nos apegamos tanto aos problemas, ao que não dá certo, às frustrações que não conseguimos enxergar, valorizar e celebrar as coisas boas que acontecem em nossa vida. Precisamos aprender a agradecer mais, a celebrar as pequenas conquistas, as dádivas que recebemos.
Viver é um grande desafio. A vida não é fácil, enfrentamos vários desafios diariamente e muitas vezes somos nós mesmos o nosso maior inimigo. Somos aquele que mais nos colocamos para baixo, que mais nos cobramos, que mais nos culpamos, que mais nos julgamos. Não seja tão cruel com você, não seja tão duro.
Pense que você é um ser humano, e que pode errar, pode se equivocar, pode tomar decisões erradas. Mas é preciso ter humildade para reconhecer os seus erros, aprender com eles e seguir em frente agradecendo tudo de bom e de mau que lhe acontece na vida. As coisas boas devem ser comemoradas sempre, as más devem ser respeitadas e devem servir de aprendizado. Mas por ambas você deve agradecer, pois são sempre graças da vida e oportunidades para crescer.
O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber.
Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado.
O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não persegue, recebe.
Não exige, dá.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.
Os amantes se arrependem do bem que fizeram, quando o seu desejo já se extinguiu, enquanto que aqueles que não têm amor nunca tiveram a oportunidade de se arrepender; pois não é sob o jugo da paixão, mas voluntariamente, e conduzindo bem os seus interesses, sem ultrapassar os limites dos seus próprios recursos, que eles fazem bem ao amigo. Além disso, os amantes repassam na mente os danos que o amor lhes causou nos negócios e as liberalidades que eles fizeram, e, acrescentando a isso a dor que sentiram, julgam que há muito tempo que têm vindo a pagar o preço dos favores obtidos. Já aqueles que não estão apaixonados não podem nem usar como pretexto os seus negócios negligenciados por causa do amor, nem alegar as intrigas dos familiares, de modo que, isentos de todos esses aborrecimentos, eles só têm que se empenhar em fazer tudo o que acham que deve agradar ao seu bem-amado.
Platão
Nesta data especial queremos desejar, a um professor também muito especial, uma feliz Páscoa!
Saiba que para nós, seus alunos, é um orgulho e um privilégio compartilhar a sala de aula com o senhor, e podermos usufruir de toda a sua sabedoria. Esperamos de coração que possa celebrar esta data junto dos que mais ama, rodeado de paz, alegria e amor.
Eu te amo,
Mas não posso te amar
Eu te quero,
Mas não posso te ter
Eu te procuro,
Mas não posso te encontrar
Então me diga,
Qual e o significado do amor, se não posso amar-te?
Qual e o significado do querer, se não posso ter-te?
Qual e o significado do procurar, se nunca te encontrarei?
Enfim, a minha vida e amar-te, ter-te, e encontrar-te
Mas o que vale viver, se minha própria vida foi arrancada de mim e não tenho forcas para lutar por ela?
O que vale viver, se tudo que sinto não passa de uma mera ilusão?
O que vale viver sofrendo por algo que nunca vai acontecer?
O que vale viver sem a minha vida?
Por isso eu pergunto;
O que vale viver?