Às vezes penso no meu íntimo, como poderia um dia pagar tudo o que vocês fazem por mim, meus queridos pais. Como poderia, de alguma forma, compensar todo o esforço que sempre demonstraram, toda a dedicação que nunca deixou de existir para comigo. Mas por mais contas que se façam, por vários fatores que se meçam e se pesem, sei que a resposta será sempre a mesma: impossível.
Vocês ultrapassam sempre os deveres essenciais de pais. Não olham a meios, nem se poupam de trabalho, quando a questão é o meu bem estar. O vosso carinho é extremamente agradável como um cobertor numa noite fria. E as palavras, os inúmeros conselhos da vossa parte, que sempre me guiam, são uma provisão amorosa inigualável.
Não há palavra que melhor se adeque do que um grande e sincero obrigado. Tudo o que vocês me dão é tanto, que eu nunca saberei o quanto. Vos amo muito!
Não depender senão de si mesmo é, em nossa opinião, um grande bem, mas isso não significa que devamos sempre nos contentar com pouco. Simplesmente, quando nos falte a abundância, devemos poder nos contentar com pouco, persuadidos de que gozam melhor a riqueza os que têm menor número de cuidados, e de que tudo quanto seja natural se obtém facilmente, enquanto o que não o é só se consegue a custo. As iguarias mais simples proporcionam tanto prazer quanto a mesa mais ricamente servida, sempre que esteja ausente o sofrimento causado pela necessidade, e o pão e a água ocasionam o mais vivo prazer quando são saboreados após longa privação.
O hábito de uma vida simples e modesta é uma boa maneira de cuidar da saúde e, ademais, torna o homem corajoso para suportar as tarefas que deve necessariamente cumprir na vida. Permite-lhe ainda apreciar melhor uma vida opulenta, quando se lhe enseje, e fortalece-o contra os reveses da fortuna. Por conseguinte, quando dizemos que o prazer é o soberano bem, não falamos dos prazeres dos devassos, nem dos gozos sensuais, como o pretendem alguns ignorantes que nos combatem e nos desfiguram o pensamento. Falamos da ausência de sofrimento físico e da ausência de perturbação moral. Pois não são nem as bebedeiras, nem os repetidos banquetes, nem o gozo resultante da frequentação de adolescentes e de mulheres, nem o prazer que causam os peixes e as carnes abundantes nas mesas suntuosas, que proporcionam uma vida feliz, e sim os hábitos razoáveis e sóbrios, a razão investigando sem cessar as causas legítimas da preferência e da aversão, e rejeitando as opiniões susceptíveis de trazerem a alma em maior confusão.
Epícuro
Um passo por vez. Ainda que o seu coração tenha corrido uma maratona pela manhã. Boa tarde!
Por favor, desculpe-me...
Eu sei que pisei na bola, na verdade nem sei o que dizer, mas sei reconhecer que errei.
Por favor desculpe-me...
Você sabe que eu sou louca por você. Se eu te machuquei foi sem querer, eu não quero te perder.
Por favor, desculpe-me...
Por tudo que fiz, se te deixei chateado, se fiz teu coração doer, se fiz uma lágrima correr em teu rosto.
Por favor, desculpa-me.
Se você observar a natureza, verá que ela depende o mínimo de esforço em seu funcionamento.
A grama não se esforça para crescer, apenas cresce.
O peixe não se esforça para nadar, apenas nada.
As flores não se esforçam para abrir, apenas desabrocham.
Os pássaros não tentam voar, apenas voam... Essa é a natureza intrínseca.
A Terra não se esforça para girar sobre seu eixo; é próprio de sua natureza girar sobre o seu eixo. É próprio de sua natureza girar a uma velocidade estonteante e rolar pelo espaço.
É da natureza dos bebês o estado de graça.
É da natureza do Sol brilhar.
É da natureza das Estrelas piscar e reluzir.
E é da natureza Humana materializar seus sonhos...
E quando seus atos são movidos pelo amor, não há perda de tempo, de energia e de esforço. Ao contrário, tudo se multiplica e acumula.
Temos nossa grandeza!
Libere-se para vislumbrar a verdadeira grandeza do Universo:
Sorria! Ame!
Sinta-se feliz!
Aceite-se!
Permita-se!