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Quero te esquecer, mas não consigo.
Cada vez que penso em te esquecer, mais em meu pensamento fica.
A dor de pensar em te perder é só minha.
E esse silêncio que fica não apaga você de mim.
Quero te esquecer, mas não consigo.
Cada vez mais quero te ter, quero te ver.
Só de pensar em sua ausência fico triste.
Quero te esquecer, mas não consigo.
Preciso te esquecer para não sofrer.
Mas já estou sofrendo...
Cada hora, cada minuto são precisos.
E eu quero, mas não consigo, o que fazer...
Quero te esquecer, mas não consigo.
Na minha vida você foi o paraíso.
Uma vontade sem sentido.
Um querer sem poder.
Você foi uma estrela linda, que apareceu na minha vida.
Mas que tantas coisas estão fazendo com que ela perca o brilho.
Quero te esquecer, mas não consigo.
Teu cheiro está em mim.
Nossos momentos estão marcados.
Mas nossos sonhos foram calados.
Quero te esquecer, mas não consigo.
Preciso muito! Para que eu não sofra.
E para não te ver sofrer...
Eu não quero...
Mas preciso te esquecer...

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

"Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

- Pobre criança! - exclamou um passante. Suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!

Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. - Independente do que fazemos - disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto."

Hoje o dia é de festividade, de comemoração. Acreditem que especialmente hoje não existe alguém mais feliz que eu! São vinte e cinco anos de casamento, queridos pais. Felicitações!

Foram tempos de luta e empenho, mas sempre de amor, de cuidado e respeito. Estas bodas de prata são o reconhecimento da vida perante o comportamento exemplar no campo do amor. Amo vocês, queridos pais!

A mulher é um bicho lindo, cheio
de cores e de amores perdidos
vivem os homens e de odores
infinitos saboreiam os loucos
de tanta paixão por suas musas.

Mulher é bela desde que acorda
até deitar e ao adormecer a pele
rejuvenesce ou volta a nascer e
no sono relaxam o corpo cheio
de curvas puras e bem desenhadas.

Mulher, mulher, mulher,
você é tudo para mim
e para você quero tudo
ser!

Mulher, mulher, mulher,
você é linda demais e
mais bela do que outra
flor!

Olha com calma os olhos alheios, verás que escondem vontades e anseios, que talvez até tenham medo de se revelar!
Olha por detrás das aparências, nos vãos e desvios...
Verás com certeza, que quem te olha bem poderia, ser o teu reflexo num espelho!
Olha com calma e sem medo... Olha com olhos amorosos, com carinho e respeito!
Por detrás dos olhos que te entreolham, está uma alma como a tua... -Talvez nua, talvez crua, talvez muda, qual dum bicho preso!
Esperando quem sabe, entre as idas e vindas no tempo, por alguém que a entenda!