O tempo apaga as lembranças...
As palavras que você diz...
O destino te guia
E a vida ensina o que precisar...
Faça o que é certo,
pra não se arrepender...
Ou mesmo erre,
pra começar tudo outra vez...
Ame as pessoas,
como se não existisse maldade...
Entregue o coração,
como se nunca tivesse sofrido...
Sonhe, como se nunca tivesse se decepcionado...
Sorria, como se não conhecesse a tristeza...
Viva, como se não soubesse,
Que amanhã tudo vai ser esquecido...
Essa vida é sua...
Encontre a força Para escolher o que você quer fazer E faça bem feito
Encontre a força Para amar o que você quer da vida E ame com honestidade Encontre a força Para andar na floresta e fazer parte da natureza
Encontre a força Para controlar a sua própria vida Ninguém pode fazer isso por você Nada é bom demais para você Você merece o melhor
Encontre a força Para fazer sua vida saudável, excitante Vale a pena ser muito feliz Assim você chegará aos seus sonhos.
Meu amor, nem mesmo que universos de espaço físico se colocassem entre nós dois, esses não seriam suficientes para diminuir a intensidade do meu sentimento por você.
Eu amo muito você, mais que tudo, meu namorado! Pouco importa que agora vários quilômetros nos impeçam do contato físico diário, pois eu vivo no sonho de muito em breve fazer essa distância desaparecer por completo, e ter você perto de mim, todos os dias, todo o dia!
Sua amizade me anima,
sua amizade me conforta,
sua amizade me dá forças para seguir...
Eu amo você,
talvez não pelo que é,
mas por me sentir feliz ao teu lado.
Você pra mim é um presente de Deus.
Você pra mim é representa uma vitória.
Você pra mim é o melhor amigo do mundo.
TE AMO AMIGO!
O homem a quem o arrependimento, após o pecado, impõe grandes exigências morais, expõe-se à acusação de ter tornado a sua tarefa demasiado fácil. Não praticou o que é essencial na moral, a renúncia; com efeito, o comportamento moral ao longo da vida é exigido em função dos interesses práticos da humanidade. O homem citado recorda-nos os bárbaros das grandes ondas migradoras, que matavam e depois faziam penitência, e para os quais fazer penitência acabou por se tornar uma técnica facilitadora do assassínio.
Sigmund Freud