Estou sentindo uma aterradora tristeza em mim! Dói tanto...tanto. Depositava em você toda a confiança do mundo e já viu no que deu? Me entreguei a você porque acreditava ter encontrado meu namorado para a vida. E agora aqui estou eu, cabisbaixa e com feridas no coração. Estou tão desiludida. Nunca julguei me decepcionar tanto em minha vida, muito menos com você.
Sinto que fui uma idiota, aliás, sinto que sou uma idiota porque ainda amo você. Mas porque o amor dói tanto para quem ama realmente? Porquê? Ninguém merece sofrer tanto na vida, ninguém! E logo eu, acabei por cair nas teias do desapontamento. Fico perguntando para o espelho o que fiz de errado para você cometer essa maldade comigo. Fui sempre uma namorada honesta e que tudo fez para a felicidade andar junto com a gente. Eu fiz tudo e tudo perdi, tudo me caiu das mãos como se de cinza se tratasse. Vou sempre lembrar você como o amor da minha vida. E nada mais...
De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi: Eu hoje vou ser Feliz!
Vou lembrar de agradecer ao sol, pelo seu calor e luminosidade, Sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar. Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores, e a suavidade da brisa da tarde. Vou sorrir mais, sempre que puder.
Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros, vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças, vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, Vou viver todos os minutos proveitosamente, Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, Nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação. Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, Mas em como posso ser feliz com o que possuo, E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem, vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.
E quando a noite chegar vou olhar para o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer aos Anjos e a Deus, porque Hoje eu fui feliz!
Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria de pessoas estavam pouco dispostas a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico. Temiam as horrorosas tempestades que variam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações.
Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro. – Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro. – Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Respondeu o pequeno homem.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem.
Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou, – Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!
O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente, – Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois.
Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer, então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.
O que eu quero dizer com esta história, é que quando se está preparado – espiritualmente, mentalmente e fisicamente – você não tem nada a temer.
Eu lhe pergunto: você pode dormir enquanto os vento sopram em sua vida?
Deixem-me contar-lhes uma parábola.
Vocês conhecem aquelas casas de madeira, de tábuas largas, com fendas e gretas pelas quais costumam cair, debaixo do assoalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma miçanga, mil coisas assim, que ficam lá embaixo, na escuridão.
Os meninos antigos gostavam de deitar-se no chão e ficar olhando pelas gretas o velho porão escuro.
Quando um raio de sol penetra lá embaixo, brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumulam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma joia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do assoalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas: – Aquela bolinha de vidro de cor. – Aquele alfinete dourado. – Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma joia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do assoalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas gretas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
A gente costuma perder esta beleza toda pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, tornam-se miçangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do assoalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
Cada ruga tua representa uma história E são tantas...
Quantas experiências...
Quantas histórias para contar...
Quantos conselhos para dar...
Quanta paciência para nos suportar...
Esquecem a sua vida, para viverem a nossa Sempre cheias de atenção, De carinho, De amor.
Uma advogada na nossa vida Mediadora nas nossas decisões Você é o meio termo...
O equilíbrio...
A palavra de esperança O colo que aninha O ombro que apesar de cansado... apoia O olhar de complacência O oásis da segurança que aplaca a sede E alimenta o corpo Você é tudo de bom e de belo
Minha avó querida.
Parabéns pelo seu dia!