Nosso casamento não deu certo! O fim chegou e acabamos aceitando com maior ou menor dor. E não deveria ser assim a história de amor entre duas pessoas. Mas algo foi mal!
Acredite que não é vaidade, mas eu sei que fiz tudo que estava ao meu alcance para ser e para fazer de você um homem realizado e indubitavelmente feliz. Minha missão foi cumprida de forma exemplar! E isso me engrandece! Seja feliz; sem erros!
Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.
Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.
O cão descobriu que o obstáculo – que era ele próprio – a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.
Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.
Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar, mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar – quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra.
Esse é o ponto onde nós estamos – juntos da água, quase mortos de sede, mas alguma coisa nos impede, porque nós não estamos saltando para dentro. Alguma coisa nos segura. O que é?
É uma espécie de medo, porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido. O medo sempre diz: "agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido".
E as nossas misérias, nossas tristezas, nossas depressões, nossas angústias, nossos complexos, nos são familiares, são habituais.
Nós vivemos com eles por tanto tempo e nos agarramos a eles como se fosse um tesouro. O que nós temos conseguido com isso? Será que não podemos renunciar às nossas misérias? Já não estivemos o bastante com elas? Será que já não nos mutilaram demais? O que nós estamos esperando?
Esse é o caso de todos nós. Ninguém nos está impedindo. Apenas o próprio reflexo entre nós e o nosso destino, entre nós como 1 semente e nós como 1 flor. Não há ninguém nos impedindo, criando qualquer obstáculo.
Portanto, não continuemos a jogar a responsabilidade nos outros. Essa é uma forma de nos consolar. Deixemos de nos consolar, deixemos de ter autopiedade. Fiquemos atentos. Abramos os olhos. Vejamos o que está acontecendo com nossa vida.
"Escolhamos certo e decidamos dar o salto."
Sinto tanto sua falta, meu pai! Dava tudo para ter seu abraço uma vez mais. Ninguém está preparado para a perda, mas confesso que nunca lidei da melhor forma com sua partida para o céu.
Você será sempre o melhor pai que algum filho pode ansiar, porque nunca me faltou seu carinho, suas palavras de conforto, seu amor, e acima de tudo seus ensinamentos. Devo tudo a você, meu pai tão adorado! Um dia vou voltar a encontrar você. Até breve!
Nosso coração é que manda! Não adianta tentar avançar com um caminho diferente do que nosso coração deseja. Não é algo natural, é triste e pode até estragar algo maior!
Somos amigos faz tempo, começamos a namorar – as coisas estavam correndo bem, mas agora sinto que nem tudo está da melhor forma. Talvez sinta saudade de sermos só amigos, e talvez você esteja com a mesma sensação.
Certamente não estamos a corresponder ao que prometemos! Só espero que nossa amizade continue!
Pureza que enfraquece o meu corpo
Pureza essa que fortalece a minha alma
Essa Alma que a principio tão fraca e doce
Será ela hoje a tamanha grandiosidade
Como pode doce alma tornar-te tão pura e ao mesmo tempo tão forte?
Como pode fraca alma tornar-te tamanha grandiosidade?
De onde vens grandiosa divindade?
Como podes vim de um nada se tens uma razão?
Que razão é esta que tanto me completa?
Serás tu o amor que a tão pouco me realizou?
Agradeço a ti anônima sensação
Pois sem ti não seria hoje essa alma que a tão pouco se realizou.
Para que rimarmos textos? Se sabemos que por trás de tais palavras existem milhares de significados?
As palavras tem o seu brilho e você também tem. Realize-as e faça com que as suas palavras brilhem no coração de cada leitor.