Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, e o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das Três Peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, Chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro.
- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que...
E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.
O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Claro que não! Deus me livre, Chefe! - diz Olavo, assustado.
- Então, – continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE.
Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
- Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar. - fala Olavo, surpreendido.
-Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo das Três Peneiras:
VERDADE – BONDADE – NECESSIDADE
Antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, por que:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDEIAS
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS
PESSOAS MESQUINHAS FALAM SOBRE PESSOAS.
Me desculpa se sem querer, não dei atenção a você,
E o fiz esperar por um tempão em vão,
Você que esteve comigo me amparando nas horas difíceis, que mal me conhece mas fala que sou uma pessoa incrível...
Me desculpe... foi mal... aliás... muito mal...
Ao som deste piano me deixo levar, até onde os pensamentos vagueiam e num lugar distante me deixo ficar.
As emoções em meu ser permeiam. Vou muito além da linha do horizonte.
Para onde as paisagens são exóticas e o inverno cobre de neve os montes, onde há toda uma arquitetura gótica.
E lá está você, aquele que veio a mim, sem que eu pedisse e sequer pensasse, mas trouxe um alento, ao reabrir enfim, o portal do amor, para que eu passasse.
Agora meus dias são plenos de alegria, pois tenho sempre você no meu coração, num desejo de amor cheio de fantasias, ardendo profundo nas chamas da paixão.
"Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam".
- "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre.
- "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo.
- "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.
- "Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."
Se despedir do que quer que seja nunca é algo muito simples, depois do adeus, as lembranças tomam conta de quase todos os pensamentos do dia, tornando cada vez mais doloroso o processo de aceitação da despedida.
Como tudo nesta vida, um afastamento também pode ter seu lado positivo. Quando ele está relacionado a algo que gostamos imensamente, a dor inicial é inevitável e intensa, mas não tenha dúvidas que também será passageira.
É impossível não sentir nenhum sofrimento ao se distanciar de uma pessoa querida ou algo que lhe era bem quisto. Por mais que tentemos resistir ao descontentamento, ele sempre chegará primeiro, mas isto não quer dizer que ele deve permanecer na sua vida o tempo inteiro.
Pense nas despedidas como um ponto de transição, onde se inicia mais um novo ciclo sua vida, sem a presença do que ocasionou a despedida. Apesar de toda dificuldade, caso o distanciamento seja irreversível, faça o possível para focar apenas nas lembranças positivas.
Não se concentre no lado ruim da despedida, faça dela um momento de reflexão e a utilize como mais um ponto de partida, onde infelizmente a presença não pode ser mais esperada, mas as boas recordações permanecerão para o resto da vida.