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Em um determinado momento da vida,
Eu paro e penso.
Me olho no espelho e encaro minha verdade,
Atormentada e sofrida.
E não me conheço, não sei quem sou,
Quando procuro fugir da vida, da realidade...
E nessa tristeza eu encontro a alegria de coisas
Que sei que são tão belas, quanto parecem ser.
E em uma revolução de sensações e emoções
Eu posso dizer com certeza... Eu te amo!

A paciência é uma virtude que poucas pessoas têm. Na maioria das vezes, não se contentam com as coisas, no momento em que se nos apresentam, pondo-se a maldizer tudo e a todos, exigindo dos outros aquilo que não pratica.
A paciência é, acima de tudo, sabedoria. É esperar o momento certo de fazer ou de dizer as coisas, sem criar nenhum tipo de rejeição. É a serenidade, diante das dificuldades, impedindo que ações mal pensadas sejam externadas. Não é subserviência, é cautela, é saber esperar a oportunidade exata é ter a calma necessária.
A paciência é um Dom Divino. Felizes aqueles que a usam com sabedoria. A paciência é a certeza do que se quer, se busca, se espera. Não adianta ficar impaciente, isto só irá aumentar o sofrimento, angústia, a agonia, o desespero e tudo isso faz com que a pessoa se perca em meio aos seus próprios objetivos.
Não se desespere diante das dificuldades, mantenha-se calmamente, ainda que grande seja a dor e o sofrimento interminável. Espere. Espere. Não tenha pressa nada acontece por acaso, tudo tem seu tempo certo.
De nada adianta apavorar-se, desatinar-se, isto fará com que você tome uma decisão que talvez, mais tarde, poderá lhe custar muito. Não queira resolver tudo ao mesmo tempo, dedique-se um pouco a organizar as coisas à sua volta, isto facilitará a sua vida e a dos outros e tornará melhor o seu dia a dia, o convívio com os outros, onde quer que você esteja.
É devagar que se vai ao longe. Toda grande caminhada começa com o primeiro passo. Tenha paciência, muita paciência.

Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.
Por que está fazendo isso, perguntou o escritor.
Você não vê, explicou o jovem... A maré está baixa e o sol está brilhando, elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia, continuou.
O escritor espantou-se:
– Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor dizendo:
– Para essa aqui, eu fiz a diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Seja a diferença!

Desde o dia em que conheci você, minha nora, soube que meu filho estava me dando mais um presente na vida. Mulher maravilhosa, esposa dedicada e nora amorosa, você se tornou em uma filha para mim. E os dois, juntos ou em separado, são a razão do meu sorriso, do meu orgulho e de um grande amor.

Amo muito vocês, e desde o início só têm me dado alegrias! Que assim continue a ser sempre, e que Deus os abençoe com muito amor, companheirismo, paciência, harmonia e paz!